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	<title>danca &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/danca/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "danca"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 05:04:54 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Os Gordolas | n°7 | Especial Dia das Crianças]]></title>
<link>http://darkcartoon.wordpress.com/?p=133</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 00:38:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Zandoná</dc:creator>
<guid>http://darkcartoon.es.wordpress.com/2008/10/13/os-gordolas-n%c2%b07-especial-dia-das-criancas/</guid>
<description><![CDATA[
Situações adversas protagonizadas pelos Gordolas.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-137" title="gordolas00071" src="http://darkcartoon.wordpress.com/files/2008/10/gordolas00071.jpg" alt="" width="694" height="206" /><br />
Situações adversas protagonizadas pelos Gordolas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É Dança]]></title>
<link>http://tudopornada.wordpress.com/?p=1108</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 23:46:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renato Santana</dc:creator>
<guid>http://tudopornada.es.wordpress.com/2008/10/12/e-danca/</guid>
<description><![CDATA[Vamos dançar?
O Centro Cultural São Paulo (CCSP), a maioria deve saber, estimula todo tipo de mani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_1109" align="alignleft" width="300" caption="Vamos dançar?"]<a href="http://tudopornada.files.wordpress.com/2008/10/vamos-dancar.jpg"><img class="size-medium wp-image-1109" title="vamos-dancar" src="http://tudopornada.wordpress.com/files/2008/10/vamos-dancar.jpg?w=300" alt="Vamos dançar?" width="300" height="222" /></a>[/caption]
<p>O <span style="color:#ff9900;"><strong>Centro Cultural São Paulo</strong></span> (CCSP), a maioria deve saber, estimula todo tipo de <span style="color:#ff9900;"><span style="text-decoration:underline;"><span><a href="http://74.125.45.104/search?q=cache:t2eomGcqXFQJ:sunweb-6.tjmg.gov.br/ejef/files/publicacoes/artigos/atividade_artistica.pdf+manifesta%C3%A7%C3%A3o+art%C3%ADstica&#38;hl=pt-BR&#38;ct=clnk&#38;cd=17&#38;gl=br&#38;client=firefox-a" target="_blank">manifestação artística</a></span></span></span>, seja ela veiculada por meio da pintura, da escultura, da música, da literatura, do cinema ou da dança.</p>
<p>Se você, caro leitor, freqüenta assiduamente o <span style="color:#ff9900;"><strong>Tudo Por Nada</strong></span>, já deve ter reparado que os eventos de <span style="color:#ff9900;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a" target="_blank">dança</a></span></span> não são dos mais divulgados aqui no blog. Isso se deve não porque a nossa equipe não curta muito essa vertente da <span style="color:#ff9900;"><strong>arte </strong></span>- de forma alguma -, mas porque, de fato, são <span style="color:#ff9900;"><strong>poucos </strong></span>os espetáculos do tipo que acontecem na cidade, ainda mais em comparação com os de cinema ou de teatro, por exemplo.</p>
<p>Há pouco tempo mesmo falamos do espetáculo <span style="color:#ff9900;"><span style="text-decoration:underline;"><a title="Tudo Por Nada" href="http://tudopornada.wordpress.com/2008/10/10/o-tempo-nao-para/" target="_blank">Pode-se apostar que o homem desaparecerá, como um rosto de areia no limite do mar</a></span></span>, em cartaz até o dia 19/10 no CCSP. Mas se você quer mais, uma boa oportunidade: a exposição <strong>Sisudez e Alegria, Protesto e Desbunde - Cenas da Formação da Dança (Contemporânea) Paulista</strong>. O Núcleo de Curadoria de Dança do CSSP preparou uma exposição com 49 fotografias e 14 vídeos que fazem parte do Acervo de Dança do Arquivo Multimeios do Centro Cultural São Paulo.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff9900;"><strong><span style="text-decoration:underline;">SERVIÇO:</span></strong></span></p>
<p style="text-align:center;">Sisudez e Alegria, Protesto e Desbunde - Cenas da Formação da Dança (Contemporânea) Paulista<br />
<a title="Google Maps" href="http://maps.google.com.br/maps/ms?hl=pt-BR&#38;ie=UTF8&#38;msa=0&#38;msid=106059847512502187624.000457683261feb68d659&#38;ll=-23.564459,-46.639109&#38;spn=0.01247,0.018024&#38;z=15" target="_blank">Onde</a>: R. Vergueiro, 1000, Paraíso, tel: 3383-3402. Espaço Flávio Império e Passagens do CCSP.<br />
Quando: De terça a domingo, das 10:00 às 22:00. Até 30/11.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PERIGOSAS DO FUNK]]></title>
<link>http://perigosasdofunk.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 21:47:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>driko</dc:creator>
<guid>http://perigosasdofunk.es.wordpress.com/2008/10/12/perigosas-do-funk/</guid>
<description><![CDATA[PERIGOSAS DO FUNK
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_20" align="aligncenter" width="450" caption="PERIGOSAS DO FUNK"]<a href="http://perigosasdofunk.files.wordpress.com/2008/10/perigosas.jpg"><img class="size-full wp-image-20" title="perigosas" src="http://perigosasdofunk.wordpress.com/files/2008/10/perigosas.jpg" alt="PERIGOSAS DO FUNK" width="450" height="337" /></a>[/caption]
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mostra Sesc de Artes 2008 desafia o cotidiano]]></title>
<link>http://jornaldepoeta.wordpress.com/?p=187</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 18:52:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>contemporaneando</dc:creator>
<guid>http://jornaldepoeta.es.wordpress.com/2008/10/11/mostra-sesc-de-artes-2008-desafia-o-cotidiano/</guid>
<description><![CDATA[Só “pra não dizer que não falei de flores”, a notícia que está em todos os veículos de com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Só “pra não dizer que não falei de flores”, a notícia que está em todos os veículos de comunicação sérios e pensantes (o que infelizmente é bem menos do que seria de esperar, dada a magnitude da supracitada notícia):</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Até o dia 18, São Paulo sedia a Mostra SESC de Artes 2008, com intervenções que transbordam os palcos das unidades e acontecem nos locais mais improváveis. A intenção é provocar “pausas poéticas” na rotina alucinante dos paulistanos, com obras que instiguem e façam refletir. Mais de 80 projetos nacionais e internacionais, entre cinema, artes plásticas, teatro, literatura, dança, multimídia e música, fazem parte da edição, colocando em evidência a produção artística contemporânea. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><a href="http://jornaldepoeta.files.wordpress.com/2008/10/signsofmemory.jpg"><img class="size-full wp-image-188 alignleft" title="signsofmemory" src="http://jornaldepoeta.wordpress.com/files/2008/10/signsofmemory.jpg" alt="" width="470" height="345" /></a>Questionamentos sociais e angústias individuais que refletem o espírito desta década, mais a interação com o público, potencializada nas mais diversas mídias, dão a tônica da extensa programação. Um dos grandes destaques, o teatro leva aos palcos e às ruas da cidade espetáculos inspirados em Kafka (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/comunidad.cfm" target="_blank">Comunidad</a>), em <a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/descartes.cfm" target="_blank">Descartes</a>, em Beckett (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/mododeusar.cfm" target="_blank">Modo de Usar</a>), nas paisagens, personagens e histórias urbanos (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/asrutes.cfm" target="_blank">Cartão Postal</a> / <a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/guerrilhamagnetica.cfm" target="_blank">Guerrilha Magnética</a>), no embate entre os valores materiais e espirituais que nos regem (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/asrutes.cfm" target="_blank">Bolsa de Valores</a>), nos nossos medos, emoções, ritos, hábitos e ações (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/lessquames.cfm" target="_blank">Les Squames</a>).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">A prioridade é brincar com o cotidiano, subverter a ordem das coisas – mesmo que em pequenos detalhes – e transformar o sentido do que se vê e ouve. Para tanto, além da surpreendente performance apresentada em <a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/caramelodelimon.cfm" target="_blank">Caramelo de Limón</a>, uma das vedetes da mostra, foram distribuídos em vários pontos da cidade uma série de pianos para que as pessoas toquem, filmem ou gravem suas composições e enviem ao site </span><a href="http://www.pianosderua.com.br/"><span style="font-family:Times New Roman;">www.pianosderua.com.br</span></a><span style="font-family:Times New Roman;">. Sem contar os bailarinos que dançam nas paredes dos prédios (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/asas.cfm" target="_blank">Asas</a>) ou “atendem a domicílio” (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/dancadomicilio.cfm" target="_blank">dança contemporânea em domicílio</a>) e a infinidade de instalações audiovisuais presentes.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas, como brada Fernando Anitelli em seu Segundo Ato, “a poesia prevalece”. Escorre das torneiras (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/poesiadebebedouro.cfm" target="_blank">poesia de bebedouro</a>), sobe e desce pelos elevadores (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/historiasnoelevador.cfm" target="_blank">histórias no elevador</a>), se faz notar rabiscada nas paredes, aparece nos guardanapos dos restaurantes (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/bocasuja.cfm" target="_blank">boca suja</a>) e até em poças d’água (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/pocadepoemas.cfm" target="_blank">poças de poemas</a>). Em verso ou prosa, a literatura é onipresente e pode inclusive ser requisitada pelo telefone (<a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/literaturacelular.cfm" target="_blank">literatura celular</a>). Lembra um antigo e recorrente sonho de tantos poetas mundo afora: o de espalhar suas palavras pelo mundo, seja em cartazes e lambes grudados nos muros, nos postes, em folhetos jogados ao vento ou por meio de qualquer outra forma livre, para alcançar o maior número de leitores possível, e quem sabe tocar ou transformar alguma coisa em suas mentes – mas talvez isso já seja divagação excessiva.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span><span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ficam algumas perguntas: será que funciona? Tantos projetos baseados em múltiplas mídias e entrelaçados às ruas da cidade, interferindo em sua paisagem e seu ritmo, poderão alcançar algo além daqueles breves segundos em que o paulistano se desligará da sua rotina para refletir sobre o que está vendo/ouvindo/sentindo? Haverá um “eco” mais duradouro, uma “seqüela” na mente de quem passará por essas vívidas experiências? Ou esses raros momentos são o que de fato importa? </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">As respostas talvez sejam visíveis apenas depois que a Mostra terminar. Se não quiser esperar, vá até a unidade mais próxima do Sesc, ou procure no <a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/" target="_blank">site oficial</a> os locais que estão sendo palco das intervenções, e tente encontrar uma pista. Aproveite o espírito do evento enquanto ainda é possível. Por ora, como demonstra a <a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/mostrasesc08/ruriaduprat.cfm" target="_blank">orquestra</a> que, no meio da rua, une instrumentos musicais às buzinas dos carros para criar sinfonias instantâneas, o que vale é o desejo expresso na canção Sem Mandamentos, de Oswaldo Montenegro:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">“Quero um carnaval no engarrafamento... Quero que as buzinas toquem flauta doce e que triunfe a força da imaginação.”</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De dois pra lá e dois pra cá, começa a tomar forma a Dança, a Solidez e a Leveza.]]></title>
<link>http://piedealato.wordpress.com/?p=127</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 00:32:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>piedealato</dc:creator>
<guid>http://piedealato.es.wordpress.com/2008/10/09/de-dois-pra-la-e-dois-pra-ca-comeca-a-tomar-forma-a-danca-a-solidez-e-a-leveza/</guid>
<description><![CDATA[Nessas últimas semanas trabalhei bastante pra chegar a esta segunda leva de estudos para o quadro d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nessas últimas semanas trabalhei bastante pra chegar a esta segunda leva de estudos para o quadro da dança. Acho que descobri umas coisas interessantes sobre passos de ballet, chocolates e pisadas de pé. Está sendo divertido o processo. Está sendo uma redescoberta das possibilidades do corpo na dança. Abaixo os novos estudos sobre dinâmica e equilíbrio pra vocês darem uma olhada de como estão indo!</p>
[caption id="attachment_131" align="alignnone" width="224" caption="Mais estudos de conceito e composição."]<a href="http://piedealato.files.wordpress.com/2008/10/dsc07125-40.jpg"><img class="size-medium wp-image-131" title="Mais estudos de conceito e composição." src="http://piedealato.wordpress.com/files/2008/10/dsc07125-40.jpg?w=224" alt="Mais estudos de conceito e composição." width="224" height="300" /></a>[/caption]
[caption id="attachment_132" align="alignnone" width="400" caption="Estudo detalhado sobre figura."]<a href="http://piedealato.wordpress.com/files/2008/10/dsc07125-estudos.jpg"><img class="size-full wp-image-132" title="Esta figura me chamou a atenção. Acho que é ela!" src="http://piedealato.wordpress.com/files/2008/10/dsc07125-estudos.jpg" alt="Estudo detalhado sobre figura." width="400" height="900" /></a>[/caption]
[caption id="attachment_133" align="alignnone" width="400" caption="Estudo de pé em papel final"]<a href="http://piedealato.wordpress.com/files/2008/10/dsc07136-40.jpg"><img class="size-full wp-image-133" title="E a dança começa já na tela." src="http://piedealato.wordpress.com/files/2008/10/dsc07136-40.jpg" alt="Estudo de pé em papel final" width="400" height="300" /></a>[/caption]
[caption id="attachment_134" align="alignnone" width="277" caption="Acerta, erra e borra. Mas vai ficar legal."]<a href="http://piedealato.wordpress.com/files/2008/10/dsc07132-40.jpg"><img class="size-medium wp-image-134" title="Imagem da Dançarina. " src="http://piedealato.wordpress.com/files/2008/10/dsc07132-40.jpg?w=277" alt="Acerta, erra e borra. Mas vai ficar legal." width="277" height="300" /></a>[/caption]
<p>AH! Já estou com umas idéias sobre o nome. Mas vou deixar fermentar mais um pouco pra ver se é ele mesmo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprenda a dançar com a "Tiazona"]]></title>
<link>http://petcom.wordpress.com/?p=446</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 17:20:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcel Ayres</dc:creator>
<guid>http://petcom.es.wordpress.com/2008/10/09/aprenda-a-dancar-com-a-tiazona/</guid>
<description><![CDATA[Diana Campanella&#8230; Esse é o nome do mais novo sucesso relâmpago do youtube.
No maior estilo f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Diana Campanella... Esse é o nome do mais novo sucesso relâmpago do youtube.<br />
No maior estilo flashdance de quinta categoria, a tiazona dança freneticamente vários sucessos musicais...<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Divirta-se com o video abaixo:</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XQY0wjXu53Y'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/XQY0wjXu53Y&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Quer ver mais?</p>
<p>Artemisbell no youtube - <a href="http://www.youtube.com/user/artemisbell">clique aqui</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acervo Mariposa re&uacute;ne profissionais da dan&ccedil;a na Cine Olido]]></title>
<link>http://revistaspeculum.wordpress.com/2008/10/09/acervo-mariposa-rene-profissionais-da-dana-na-cine-olido/</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 13:24:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>danilocorci</dc:creator>
<guid>http://revistaspeculum.es.wordpress.com/2008/10/09/acervo-mariposa-rene-profissionais-da-dana-na-cine-olido/</guid>
<description><![CDATA[O Acervo Mariposa, projeto com patrocínio da Petrobras, que tem como principal objetivo a criação]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Acervo Mariposa, projeto com patrocínio da Petrobras, que tem como principal objetivo a criação de uma videoteca pública especializada em dança, realiza no dia 12 de outubro, a partir das 17h, mais uma edição do projeto Lanterninha – VideoDança no Cine Olido, evento que promove encontros com profissionais do mundo da dança e o público da Galeria Olido (Avenida São João, 473, República). O evento é realizado&#160; sempre no segundo domingo de cada mês e a entrada é gratuita.
<p>Contando com a presença de renomados profissionais da área, que participam de um bate-papo após a exibição de vídeos que abordam a linguagem da vídeodança, o encontro tem como objetivo gerar espaço para apresentação da linguagem e disponibilizar ao público este conhecimento. Além disso, no saguão do cinema, antes de cada exibição, haverá uma projeção de trabalhos enviados por artistas e estudantes iniciantes na área.
<p>Nesta edição, o projeto recebe a companhia inglesa DV8 Physical Theatre, que foi criada em 1986 e é reconhecida por sua postura radical e acessível. O grupo questiona a estética e os temas tradicionais da dança, apostando na clareza para transmitir idéias e sentimentos para o maior número possível de pessoas.&#160; A companhia, liderada por Lloyd Newson, produziu 15 espetáculos ao longo destes anos, que foram aclamados pelo público, inclusive em outros países, além de cinco filmes premiados para televisão. Durante o encontro será exibido o premiado filme "The Cost of Living", que foi dirigido por Lloyd Newson e ganhou inúmeros prêmios pelo mundo. Além disso, o encontro contará com a presença do convidado Diogo 90 e mediação de Graziela Mantoanelli.
<p>O projeto Lanterninha – VideoDança no Cine Olido é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de São Paulo e o Acervo Mariposa, que é o responsável pelo escolha dos temas de cada encontro, selecionando os vídeos a serem exibidos, além de convidar os profissionais da área para conversar com o público.
<p>Sobre o Acervo Mariposa<br>Iniciativa pioneira dirigida pela dançarina e teórica Nirvana Marinha e pela atriz Graziela Mantoanelli, o Acervo Mariposa é uma videoteca pública de vídeos de dança.
<p>Sem fins lucrativos, o projeto cultural e educativo, patrocinado pela Petrobras, busca facilitar o acesso gratuito de vídeos digitalizados de vídeos de dança para o público nos moldes estabelecidos pelo Creative Commons (www.creativecommons.org.br), ferramenta de gerenciamento de direitos autorais em um novo sistema de copyleft, no qual o autor escolhe os símbolos de liberação do seu trabalho, limitando a sua distribuição segundo seus interesses. Com esse formato dinâmico e interativo, a iniciativa cria uma rede de comunicação em dança, que propaga e fomenta o conhecimento de uma forma acessível a todos.
<p>Como um meio de solidificar uma política de acesso à videoteca, o projeto realiza importantes atividades culturais ligadas à dança, tais como: o V.H.S. (vídeo homo sapiens), mostra interativa de vídeos com a participação de artistas da dança; o Mariposa nos Festivais, ação em parceria com festivais de dança para promover encontros e debates acerca de vídeo e dança; e Sobredança,&#160; parceria com faculdades de dança e centros de excelência para disponibilização de vídeos para os alunos.
<p>O projeto prevê ainda criação de uma mini-enciclopédia wiki localizada no site do projeto (www.acervomariposa.com.br), cuja função é abrigar tanto o banco de dados dos vídeos coletados, como também um glossário de termos construídos e definidos pela visita das pessoas, assim como ocorre no sistema mundial de enciclopédia Wikipedia.
<p>Serviço:<br>Laterninha – VideoDança no Cine Olido<br>A partir das 17h<br>Cine Olido - Avenida São João, 473, República – São Paulo - SP<br>Todo segundo domingo do mês<br>Entrada gratuita
<p>Programação:<br>12 de outubro de 2008<br>Companhia DV8 Physical Theatre e Diogo 90<br>Vídeo "The Cost of Living", direção de Lloyd Newson, 2007
<p>09 de novembro<br>BRASIL x ARGENTINA<br>Compilação Mercosul de artistas latinos que trabalham com a linguagem do vídeodança.<br>Vídeos que serão exibidos: ''Pelo que é difícil encontra-lhes a saída'', direção de Joana de Godoy Ferraz, 2007; ''Várzea'', direção de Ricardo Iazetta e Estúdio Bijari, 2006; e "Scis", direção de Silvina<br>''Mendiolaza'' (el escape), direção de KRAPP, 2005.
<p>14 de dezembro<br>Danc(ç)amera ?<br>Exibição do trabalho de André Martinez, que é administrador de empresas, especializado em planejamento, gestão de políticas e empreendimentos culturais. É autor do livro "Democracia Audiovisual", além de possuir trabalhos com vídeos-depoimento de alguns videomakers da área.<br>Vídeos que serão exibidos: "Instruções para chorar", direção de André Martinez e Cíntia Domenico, 2007; "In Vivo", direção de André Martinez, 2007; e "As mortes de Isolda", direção André Martinez e Cíntia Domenico, 2006.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AnimeEXTREME 11 e 12 de Outubro!]]></title>
<link>http://japaopop.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 12:35:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro Bezerra</dc:creator>
<guid>http://japaopop.es.wordpress.com/2008/10/09/animeextreme-11-e-12-de-outubro/</guid>
<description><![CDATA[Nos dias 11 e 12 de outubro, das 11h às 20h, o Animextreme chega à sua décima edição. O evento ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 11 e 12 de outubro, das 11h às 20h, o <strong>Animextreme</strong> chega à sua décima edição. O evento será realizado no Colégio Salesiano Dom Bosco, em Porto Alegre. Pioneiro do segmento no Rio Grande Sul, trata-se do maior encontro multitemático de cultura pop da região sul. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site <a class="externallink" href="http://www.animextreme.com.br/" target="_blank">www.animextreme.com.br</a> ou nos seguintes postos de venda: Jambô: (51) 3226‒1426, Anime Sul Club: (51) 3225‒5579, B&#38;B Games: (51) 3235‒6666 e Animex: (51) 3061‒7009.</p>
<h2>Serviço:</h2>
<ul class="vevent">
<li><span style="color:#0000cc;"><strong class="summary">Animextreme: Edição Comemorativa</strong></span></li>
<li><strong>Data: </strong><abbr class="dtstart" title="2008-10-11">11</abbr> e <abbr class="dtend" title="2008-10-12">12 de outubro</abbr></li>
<li><strong>Horário:</strong> das 11h às 20h</li>
<li><strong>Ingressos:</strong> Antecipado: R$ 10,00 + 1 kg de alimento não-perecível; na porta: R$ 13,00 + 1 kg de alimento não-perecível</li>
<li><strong>Local:</strong> <span class="location">Colégio Dom Bosco</span></li>
<li><strong>Endereço:</strong> Rua Dr. Eduardo Chartier, 360, Bairro Higienópolis — Porto Alegre, RS <abbr class="longitude" title="-51.180542" /><strong><br />
Site: <a class="externallink" href="http://www.animextreme.com.br/" target="_blank">www.animextreme.com.br</a></strong></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pr&ecirc;mio Teatro de Dan&ccedil;a]]></title>
<link>http://revistaspeculum.wordpress.com/2008/10/08/prmio-teatro-de-dana/</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 17:13:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>danilocorci</dc:creator>
<guid>http://revistaspeculum.es.wordpress.com/2008/10/08/prmio-teatro-de-dana/</guid>
<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Teatro de Dança, sob gestão da APAA (Associação P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Teatro de Dança, sob gestão da APAA (Associação Paulista dos Amigos da Arte) e com o apoio do Sesc São Paulo, lança no dia 14 de outubro de 2008 o Prêmio Teatro de Dança.
<p>O prêmio, anual, terá o valor de 30 mil reais e o espetáculo ganhador fará uma temporada no TD (Av. Ipiranga, 344, centro, São Paulo, SP). O prêmio terá como finalidade, além de contemplar o melhor espetáculo do ano de 2008 apresentado no estado de São Paulo, fazer um mapeamento das obras e do público que acorre aos espaços de difusão da dança.
<p>Essa premiação tem um formato inédito: quem escolhe o espetáculo vencedor é o público que o assistiu. Qualquer companhia brasileira de dança poderá participar, observando-se algumas regras: apresentar-se em algum teatro no estado de São Paulo e a coreografia (ou uma delas) ter no mínimo 20 minutos. Será levada em consideração a proporcionalidade das salas de espetáculos existentes no estado.
<p>O prêmio será organizado por uma comissão técnica e terá um conselho deliberativo. À comissão cabe a normatização das diretrizes do prêmio, planejamento de ações e acompanhamento do processo, e é composta por um membro da Secretaria de Estado da Cultura e pelos integrantes do Teatro de Dança, quais sejam: diretora, consultora e produtores. O conselho é formado por especialistas da área que acompanharão todo o processo de votação, e será constituído por um representante da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo; um representante do SESC São Paulo; pela consultora do Teatro de Dança e por quatro profissionais de notório saber da área.
<p>A premiação dessa primeira edição do prêmio Teatro de dança será em outubro de 2009.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Where the Hell is Matt? (Onde Diabos está Matt?)]]></title>
<link>http://paocomchimia.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 16:09:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>airtonbjunior</dc:creator>
<guid>http://paocomchimia.es.wordpress.com/2008/10/08/where-the-hell-is-matt-onde-diabos-esta-matt/</guid>
<description><![CDATA[Você tem um bom emprego , salário pomposo , é bem-sucedido no que faz &#8230; Está tranquilo cer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem um <span style="text-decoration:underline;">bom emprego</span> , <span style="text-decoration:underline;">salário pomposo</span> , é <span style="text-decoration:underline;">bem-sucedido</span> no que faz ... Está tranquilo certo?!</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Não</span> foi o que pensou Matt Harding.</p>
<p> </p>
<p>Matt Harding , ou apenas Matt , é um <span style="text-decoration:underline;">engenheiro de software</span> (nerd) que largou o emprego para viajar pelo mundo fazendo vídeos de sua dancinha um tanto peculiar. </p>
<p>E essa brincadeira acabou fazendo sucesso , e agora ele roda o mundo com sua dancinha e diversas pessoas já participam com ele.</p>
<p>O último vídeo dele é esse:</p>
<p> </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zlfKdbWwruY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/zlfKdbWwruY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Note que ele ja faz sucesso mesmo , e já foi em lugares bem interessantes! Sua participação no Brasil se deu nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>Outros vídeos dele podem ser vistos em seu <a href="http://www.wherethehellismatt.com/" target="_blank">site</a>.</p>
<p> </p>
<p>E aí , o que está esperando pra largar tudo e viajar o mundo dançando rapá?!   :)</p>
<p> </p>
<p><em>beijosmeliga!</em></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Fonte</span></strong> : Vi no  ótimo <a href="http://meiobit.pop.com.br/meio-bit/miscelaneas/matt">MeioBit</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projeto Ballet para todos ]]></title>
<link>http://bancodeprojetosculturais.wordpress.com/?p=106</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 09:31:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>claricemagalhaes</dc:creator>
<guid>http://bancodeprojetosculturais.es.wordpress.com/2008/10/08/projeto-ballet-para-todos-2/</guid>
<description><![CDATA[O objetivo do projeto e desenvolver um trabalho na área de dança a fim de criar um fortalecimento ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo do projeto e desenvolver um trabalho na área de dança a fim de criar um fortalecimento na formação de crianças, adolescente e jovens carentes, ocupando-as com uma das mais delicadas artes existentes: a dança. Dando oportunidade a terem acesso a um curso profissionalizante.</p>
<p>Região atendida: DF</p>
<p>Valor do projeto: R$ 231.698,00</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tributo à Madonna - Pt. 1 ]]></title>
<link>http://letrashchic.wordpress.com/?p=452</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 06:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>raulaguilera</dc:creator>
<guid>http://letrashchic.es.wordpress.com/2008/10/08/tributo-a-madonna-pt-1/</guid>
<description><![CDATA[Já que não se fala noutra coisa a não ser a vinda do Ícone, da Deusa, do Mito que é Madonna, a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Já que não se fala noutra coisa a não ser a vinda do Ícone, da Deusa, do Mito que é Madonna, a gente resolveu fazer uma homenagem à maior VACA que já passou pelo show business da Terra: ela própria.</p>
<p>Porque isso? Bem, basicamente ela não canta nada com aquela voz de periquita (é ou não é?), dança muito "mais ou menos" (ou como você explica aquele monte de dançarino no palco distraindo a visão de todos no palco, só pra gente não perceber que ela dança menos que o resto), marqueteira de marca maior (não sai do noticiário... novo cabelo, novo marido, novo filho, kabala).</p>
<p>Uma artista que, literalmente, deu certo desde o começo da carreira. Foi ou não? Tanto é que o visual dela era de uma espantalha na época de Like a Virgin, depois virou puta, depois virou santa, depois virou mãe de família e por aí vai...</p>
<p>Então, no espírito do blog, vamos fazer *ho-rro-res* de homenagens ao maior mito atual fabricado pela humanidade: Matrona, digo, Madonna.</p>
<p><strong>Madonna Testimonio </strong>- en espanõl (se vira miguxa...)</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/vwpME0C0Aps'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/vwpME0C0Aps&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos em 25/09/2008]]></title>
<link>http://arteref.wordpress.com/?p=684</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 03:06:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>arteref</dc:creator>
<guid>http://arteref.es.wordpress.com/2008/10/08/eventos-em-25092008/</guid>
<description><![CDATA[25/09/2008, São Paulo – Jardim de Tântalo
 
A Borelli Cia. de Dança refaz um percurso de 10 an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4 style="margin:0;">25/09/2008, São Paulo –<span style="color:#cc99ff;"> Jardim de Tântalo</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;">A Borelli Cia. de Dança refaz um percurso de 10 anos e produz o espetáculo Jardim de Tântalo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> <a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b529.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-761" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b529.jpg" alt="" width="450" height="307" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Esse espetáculo faz parte do projeto "Cantos Malditos”, que tem como objetivo remontar e apresentar alguns dos espetáculos mais significativos do repertório da companhia: “Senhor dos Anjos” (inspirado na vida e obra de Augusto dos Anjos), “Jardim de Tântalo” (inspirado na insanidade mental), e “Bent, o Canto Preso” (da obra teatral de Martin Sherman). Neste projeto há ainda uma nova criação: “Che Guevara” (titulo provisório, inspirada na vida e obra de Ernesto Che Guevara). Todos os temas inspirados em autores, temas e personalidades considerados malditos, recorrente na trajetória do grupo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Jardim de Tântalo</strong></address>
<address class="MsoNormal">Cia. Borelli de Dança/SP</address>
<address class="MsoNormal">Data: de 25 a 28 de setembro</address>
<address>Horários : quinta a sábado às 20h / domingo às 18h.</address>
<address>Local: Teatro de Dança (Av. Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália, São Paulo/SP - Metrô República)</address>
<address>Duração: 60 min.</address>
<address>Recomendação: 14 anos</address>
<address>Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">Mais info: <a href="http://www.apaacultural.org.br/">www.teatrodedanca.org.br</a> / <a href="mailto:inf.teatrodedanca@apaa.org.br">info.teatrodedanca@apaa.org.br</a> / (11) 2189 2557</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">25/09/2008, Rio de Janeiro - <span style="color:#ff00ff;">Daniel Feingold</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta mostra do artista Daniel Feingold, com trabalhos inéditos, feitos especialmente para a galeria.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> <a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b583.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-762" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b583.jpg" alt="" width="340" height="335" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Com curadoria de Ronaldo Brito, que assina o texto do catálogo, a exposição traz seis dípticos, seis pares de telas em grande formato.  As pinceladas compõem segmentos de curva, em várias camadas superpostas. O olho não fica parado, passa de uma curva a outra, em uma velocidade vertiginosa, mas fragmentada. Como há uma variação na espessura das telas, de 6cm a 12cm, há um desnivelamento proposital, criando mais um plano para o olhar percorrer.  A sensação para quem observa é de uma grande onda, engolfando o espectador.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Daniel Feingold</strong></address>
<address class="MsoNormal">Data: 25 de setembro a 15 de novembro</address>
<address class="MsoNormal">Local: Anita Schwartz Galeria de Arte (Rua José Roberto Macedo Soares, 30 - Gávea, Rio de Janeiro)</address>
<address class="MsoNormal">Horários: 10h às 20h, de segunda a sexta / das 11h às 17h, aos sábados</address>
<address class="MsoNormal">Entrada franca</address>
<address class="MsoNormal">Mais informações: (21) 2274-3873 / galeria@anitaschwartz.com.br / www.anitaschwartz.com.br</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">25/09/2008, São Paulo - <span style="color:#ff00ff;">Projeto “Arte contemporânea: Intervenções e Encontros</span><span style="color:#ff00ff;">” </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b612.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-763" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b612.jpg" alt="" width="450" height="285" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Inaugura, em 25 de Setembro de 2008, no espaço do MAC Schwanke, na Cidadela Cultural Antarctica, exposição de Diego Rayck,  com curadoria de Nadja Lamas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;">O projeto “Arte contemporânea: Intervenções e Encontros”, patrocinado pelo SIMDEC por meio do mecenato, tem como objetivo realizar 05 intervenções  artísticas, acompanhadas  de encontros e oficinas com os artistas selecionados no Edital 2008, a serem desenvolvidos no espaço da futura sede do Museu de Arte Contemporânea Luiz Henrique Schwanke, situada na Cidadela Cultural Antarctica. </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">O Instituto Schwanke realiza a segunda exposição vinculada a este projeto, do artista Diego Rayck, que apresenta a série “Buracos” – desenhos a nanquim. A proposta da exposição consiste em uma série de desenhos de escavações que tomam como referência o local expositivo específico onde serão apresentados, neste caso, parte do prédio da antiga fábrica de cerveja Antarctica. Esta série não será apresentada em conjunto, mas dispersa em diversos lugares da exposição, disposta de maneira que não se possa observar simultaneamente cada desenho e o lugar por ele retratado.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address><strong>Série BURACOS – desenhos a nanquim</strong></address>
<address>Data: 25 de Setembro</address>
<address>Horários de visitação : de 3ª a 6ª feira, das 9h às 17h / sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h</address>
<address>Local: futura sede do Museu de Arte Contemporânea Luiz Henrique Schwanke (Cidadela Cultural Antarctica: Rua 15 de Novembro, 1.383 – América, Joinville/SC)</address>
<address>Informações: (47) 9119-3680 ou <a href="mailto:administrativo@schwanke.org.br">administrativo@schwanke.org.br</a> </address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">25/09/2008 – <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas: Controle Absoluto </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b638.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-764" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b638.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Depois de terem suas vidas vasculhadas e sofrerem ameaças estranhas, dois estranhos têm em comum a suspeitíssima transformação de sua rotina, tornando-se, da noite para o dia, fugitivos procurados pelo FBI.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Controle Absoluto</strong></address>
<address class="MsoNormal">Título Original: Eagle Eye (EUA, 2008)<br />
Direção: D.J. Caruso<br />
Elenco: Shia LaBeouf, Michelle Monaghan, Rosario Dawson, Billy Bob Thornton, Ethan Embry, William Sadler, Eric Christian Olsen</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">25/09/2008 – <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas: Promessas de Um Cara de Pau </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b639.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-765" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b639.jpg" alt="" width="300" height="441" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Uma série de acasos transformam um falido beberrão no mais importante cidadão americano. As eleições estão empatadas e seu voto vai decidir o futuro da nação.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Promessas de Um Cara de Pau</strong></address>
<address class="MsoNormal">Título Original: Swing Vote (EUA, 2008)<br />
Direção: Joshua Michael Stern<br />
Elenco: Kelsey Grammer, Kevin Costner, Dennis Hopper, Stanley Tucci, Paula Patton, Nathan Lane, Judge Reinhold</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">25/09/2008 – <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas: Mulheres...O Sexo Forte</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b640.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-766" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b640.jpg" alt="" width="450" height="281" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">A aparentemente frágil Mary Haines descobre que seu marido está tendo um caso com a "caliente" Crystal Allen. É a partir deste fato que Mary decide seguir em frente e, com o apoio das amigas, resolve retomar a carreira e dar a volta por cima</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Mulheres...O Sexo Forte</strong></address>
<address class="MsoNormal">Título Original: The Women (EUA, 2008)<br />
Direção: Diane English<br />
Elenco: Meg Ryan, Eva Mendes, Jada Pinkett Smith, Annette Bening, Carrie Fisher, Debra Messing, Candice Bergen, Bette Midler</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">25/09/2008 – <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas: Baby Love</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b641.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-767" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b641.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Pediatra homossexual sonha em ser pai e deseja adotar uma criança. Para isso, está disposto a se passar por heterossexual, perder o amor de seu companheiro ou mesmo aceitar um casamento de fachada com uma imigrante ilegal.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Baby Love</strong></address>
<address class="MsoNormal">Título Original: Comme Les Autres (França, 2008)<br />
Direção: Vincent Garenq<br />
Elenco: Lambert Wilson, Pilar López de Ayala, Pascal Elbé, Anne Brochet, Andrée Damant, Florence Darel, Marc Duret, Liliane Cebrian</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">25/09/2008 – <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas: Fay Grim </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b642.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-769" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b642.jpg" alt="" width="393" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Depois que seu ex-marido mata, acidentalmente, uma pessoa e foge para o exterior, a neurótica Fay Grim fica com a incumbência de criar sozinha o filho adolescente Liam. Entretanto, após descobrir que Henry Fool não está sumido e, sim, morto, Fay vai em busca de dois cadernos supostamente escritos por ele e que contêm segredos políticos</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Fay Grim</strong></address>
<address class="MsoNormal">(EUA / Alemanha, 2006)<br />
Direção: Hal Hartley<br />
Elenco: Parker Posey, D.J. Mendel, Liam Aiken, Megan Gay, Jasmin Tabatabai, Chuck Montgomery, James Urbaniak, John Keogh, Claudia Michelsen, Jeff Goldblum</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">25/09/2008 – <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas: Musicagen</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b643.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-770" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b643.jpg" alt="" width="370" height="231" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">A partir da música e da vida de Fernando Sardo, o documentário investiga as vertentes musicais, desde a criação até a distribuição, através do embate de opiniões de músicos, empresários, acadêmicos, artistas eruditos e populares</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Musicagen</strong></address>
<address class="MsoNormal">(Brasil, 2008)<br />
Direção: Edu Felistoque, Nereu Cerdeira<br />
Depoimentos de: Badi Assad, André Abujamra, Seu Nenê Da Vila Matilde, Daniel Misiuk, Júlio Medaglia, Thaíde</address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos em 13/09/2008]]></title>
<link>http://arteref.wordpress.com/?p=664</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 02:58:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>arteref</dc:creator>
<guid>http://arteref.es.wordpress.com/2008/10/07/eventos-em-13092008/</guid>
<description><![CDATA[13/09/2008, São Paulo - Oficina de Dança/Teatro “O Espaço Em Movimento”
 
São 12 vagas para]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4 style="margin:0;">13/09/2008, São Paulo -<span style="color:#00ff00;"> Oficina de Dança/Teatro “O Espaço Em Movimento”</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">São 12 vagas para os encontros, que se basearão na experimentação prática das estratégias de criação de uma dramaturgia própria por cada um dos participantes e de todos na construção de uma unidade cênica.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Técnicas de observação do espaço serão trabalhadas, assim como jogos de composição e exercícios de propriocepção do movimento e do corpo que dança. A partir de técnicas da consciência corporal (Klauss Vianna), do contato-improvisação, de trabalho sobre o papel e dinâmicas teatrais pesquisaremos juntos as possibilidades de interferência do corpo e do movimento nos espaços escolhidos e vice-versa: Como o espaço interfere na sua movimentação e como essa interfere e re-significa o espaço onde está inserida, o espaço que está sendo dançado?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;">Coordenação de Nathalia Catharina.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address><strong>Oficina de Dança/Teatro “O Espaço Em Movimento”</strong></address>
<address>Período: 13 e 14/9</address>
<address>Horários: sábado e domingo das 14h às 17h</address>
<address class="MsoNormal">Público-alvo: interessados com conhecimento intermediário na área e avançado na área, a partir de 16 anos.</address>
<address class="MsoNormal">Seleção: primeiros inscritos</address>
<address>Local: Oficina Oswald de Andrade (Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro - São Paulo/SP)</address>
<address class="MsoNormal">Mais informações: (11) 3221-5558 / 3222-2662 / oswalddeandrade@assaoc.org.br</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">13/09/2008, São Paulo - <span style="color:#993300;">Vesperais na Janela</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">O público está convidado a visitar mais uma vez a sede da companhia, o Casarão da Escola Paulista de Restauro.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b609.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-811" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b609.jpg" alt="" width="450" height="299" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;">Depois do sucesso de público e crítica de A Casa, o Grupo Redimunho de Investigação estréia o espetáculo Vesperais nas Janelas, inspirado no universo do escritor modernista Guimarães Rosa. O público é inserido num vilarejo perdido no tempo, que não se sabe ao certo onde fica ou se existe mesmo.</p>
<p style="padding-left:30px;">A trama, que retoma a narrativa popular do folclore interiorano, parte de três crianças que decidem subir um morro para cumprir o ritual de chamar a chuva, mas acabam provocando uma tragédia. A história do desastre é contada através das lembranças dessas crianças e da trajetória de uma trupe que teve seu circo destruído pelo incidente.</p>
<address><span><span style="font-family:&#34;"><strong>Vesperais na Janela</strong></span></span></address>
<p><font face="&#34;"><br />
<address><span></span></address>
<p></font></span></p>
<address>Data: 13 de setembro a 14 de dezembro de 2008.</address>
<address>Horários: Sábados, 21h / domingos, 19h</address>
<address>Local: Casarão da Escola Paulista de Restauro (Rua Major Diogo, 91 - Bela Vista – São Paulo)</address>
<address>Preço: R$ 30,00</address>
<address>Mais informações: (11) 3326-2700</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos em 12/09/2008]]></title>
<link>http://arteref.wordpress.com/?p=662</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 02:56:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>arteref</dc:creator>
<guid>http://arteref.es.wordpress.com/2008/10/07/eventos-em-12092008/</guid>
<description><![CDATA[12/09/2008, Rio Grande do Sul - Fausto - 15° Poa em cena
 
O lituano Eimuntas Nekrosius já é bas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4 style="margin:0;">12/09/2008, Rio Grande do Sul - <span style="color:#993300;">Fausto - 15° Poa em cena</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">O lituano Eimuntas Nekrosius já é bastante conhecido do público de Porto Alegre, onde esteve por outras duas vezes na grade de programação do Porto Alegre em Cena.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b567.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-813" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b567.jpg" alt="" width="450" height="301" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Agora, retorna ao Brasil com mais um clássico ocidental, Fausto, de Johann Wolfgang von Goethe. O diretor descreve sua montagem como o último estágio de uma trilogia não planejada, onde empregou todo um inventário estético e lingüístico de sua arte. Em cena, deixou apenas a essência, descartando diversas cenas e personagens. Concentrou a direção na atuação de seus extraordinários atores e seu método visual, que muitas vezes substitui uma palavra ou um gesto.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Encantado com o material utópico de Fausto e focado em seu problema central, o que Nekrosius revela ao público é a impossibilidade de parar o tempo. Na performance, dividida entre escuridão e luz e enfatizada pela contínua trilha sonora, que mistura melodias do americano Samuel Barber e do lituano Faustas Latenas, está uma cidade fantasma construída de casas representadas por baixas torres de ferro. O espetáculo surge grandioso, apoiado na magnífica atuação de Vladas Bagdonas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<address class="MsoNormal"><strong>Fausto - 15° Poa em cena</strong></address>
<address class="MsoNormal">Data: 12, 13 e 14 de setembro de 2008</address>
<address>Horários: Sexta e sábado, às 19h / domingo às 18h</address>
<address class="MsoNormal">Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro s/n, Porto Alegre/RS)</address>
<address>Duração: 1h15min</address>
<address>Classificação: livre</address>
<address>Ingressos: R$ 20</address>
<address class="MsoNormal">Mais informações: (51) 3227-5300</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">12/09/2008, São Paulo – <span style="color:#cc99ff;">WabiSabi </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;">Susana Yamauchi volta com o espetáculo WabiSabi, desenvolvido para a 2ª. Edição do programa Artista da Casa em maio deste ano, no Teatro de Dança.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> <a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b528.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-815" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b528.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Depois de ter lotado em todas as sessões na temporada anterior, Susana atendeu às inúmeras solicitações e reestréia o solo que há 12 anos era “gestado”. Para explicar seu processo criativo, Susana exemplifica por meio de uma imagem poética: “trabalho num processo de gestação criativa similar ao da lagarta que produz o seu fio e constrói seu próprio casulo”.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address><strong>WabiSabi</strong></address>
<address class="MsoNormal">de Susana Yamauchi</address>
<address class="MsoNormal">Data: 12 a 21 de setembro</address>
<address class="MsoNormal">Horários: sexta e sábado às 20h / domingo às 18h,</address>
<address>Duração: 50 min.</address>
<address>Local: Teatro de Dança (Av. Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália, São Paulo/SP - Metrô República)</address>
<address>Recomendação: livre</address>
<address>Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">Mais info: <a href="http://www.apaacultural.org.br/">www.teatrodedanca.org.br</a> / <a href="mailto:inf.teatrodedanca@apaa.org.br">info.teatrodedanca@apaa.org.br</a> / (11) 2189 2557</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">12/09/2008 - <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas de “Ensaio Sobre a Cegueira”</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b596.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-816" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b596.jpg" alt="" width="449" height="297" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Adaptação da obra homônima de José Saramago, o enredo narra como toda a população entra em paranóia e pânico quando uma violenta cegueira contagiosa assola a cidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Uma mulher é a única imune à doença e consegue enxergar todo o caos.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Ensaio Sobre a Cegueira</strong></address>
<address>(Brasil/ Japão/ Canadá, 2008)</address>
<address>Título Original: Blindness</address>
<address class="MsoNormal">Direção: Fernando Meirelles<br />
Elenco: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga, Danny Glover, Gael García Bernal, Sandra Oh, Jorge Molina, Katherine East, Scott Anderson</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">12/09/2008 - <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas de “Mamma Mia!” </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Às vésperas de se casar, jovem sonha em ser conduzida ao altar por seu pai desconhecido.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b597.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-817" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b597.jpg" alt="" width="450" height="184" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Depois de bisbilhotar o diário da sua mãe, ela convida para a cerimônia três ex-namorados da sua época de hippie que podem ser o seu verdadeiro filme. Com músicas do Abba, o filme é uma adaptação de bem sucedido musical da Brodway.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Mamma Mia!</strong></address>
<address class="MsoNormal">(EUA/ Reino Unido, 2008)<br />
Direção: Phyllida Lloyd<br />
Elenco: Colin Firth, Meryl Streep, Pierce Brosnan, Amanda Seyfried, Stellan Skarsgard, Julie Walters, Dominic Cooper, Christine Baranski, Juan Pablo Di Pace, Dylan Turner, Enzo Squillino Jr., George Georgiou</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">12/09/2008 - <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas de “Perigo em Bangkok” </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b598.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-818" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b598.jpg" alt="" width="450" height="299" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Numa refilmagem de thriller policial chinês, história mostra a vida de Joe, um assassino de aluguel solitário, em missão na Tailândia para eliminar os inimigos de um perigoso criminoso local, que se vê em crise existencial quando se apaixona por uma moça surda.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Perigo em Bangkok</strong></address>
<address>(EUA, 2008)</address>
<address class="MsoNormal">Título Original: Bangkok Dangerous<br />
Direção: Oxide Pang Chun, Danny Pang<br />
Elenco: Nicolas Cage, James With, Charlie Yeung, Shahkrit Yamnarm, Panward Hemmanee, Philip Waley</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;"> </span></address>
<h4 style="margin:0;">12/09/2008 - <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas de “Iluminados</span><span style="color:#008000;">”</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> <a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b599.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-819" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b599.jpg" alt="" width="325" height="495" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Documentário reúne seis importantes diretores de fotografia brasileiros da atualidade e oferece uma mesma cena para eles iluminarem e enquadrarem de acordo com seus gostos e opções pessoais.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Iluminados</strong></address>
<address class="MsoNormal">(Brasil, 2007)<br />
Direção: Cristina Leal<br />
Elenco: Depoimentos de Dib Lutfi, Edgar Moura, Fernando Duarte, Pedro Farkas, Walter Carvalho e Mário Carneiro</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;"> </span></address>
<h4 style="margin:0;">12/09/2008 - <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas de “Paranóia Americana” </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b600.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-820" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b600.jpg" alt="" width="450" height="296" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Após os ataques terroristas de 11/9, um cidadão americano introjeta a paranóia coletiva da guerra contra o terror e começa a perseguir até as últimas conseqüências um vizinho mulçumano.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Paranóia Americana</strong></address>
<address>(Reino Unido/ EUA/ Canadá, 2006)</address>
<address class="MsoNormal">Título Original: Civic Duty<br />
Direção: Jeff Renfroe</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">12/09/2008 - <span style="color:#008000;">Estréia nos cinemas de “Quatro Minutos” <a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b601.jpg"></a></span></h4>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-821" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b601.jpg" alt="" width="450" height="269" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Veterana professa de piano em casa de detenção decide investir e lapidar o talento musical de uma violenta e indisciplinada jovem assassina.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Quatro Minutos</strong></address>
<address class="MsoNormal">(Alemanha, 2006)</address>
<address class="MsoNormal">Título Original: Vier Minuten<br />
Direção: Chris Kraus<br />
Elenco: Monica Bleibtreu, Hannah Herzsprung, Sven Pippig, Richy Müller, Jasmin Tabatabai, Stefan Kurt</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;"> </span></address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[trabalho em cadeia (mas cheio de liberdade)]]></title>
<link>http://dancetech.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 22:44:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>tercius</dc:creator>
<guid>http://dancetech.es.wordpress.com/2008/10/07/trabalho-em-cadeia-mas-cheio-de-liberdade/</guid>
<description><![CDATA[grupo Ana Soares / Ana Rita / Lisandra

RECEBE: 1 de Out
ENTREGA: 8 de Out

grupo Susana / Gabriela ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff0000;">grupo Ana Soares / Ana Rita / Lisandra</span></p>
<ul>
<li>RECEBE: 1 de Out</li>
<li>ENTREGA: 8 de Out</li>
</ul>
<p><span style="color:#800000;">grupo Susana / Gabriela / Catarina Albano</span></p>
<ul>
<li>RECEBE: 14 de Out.</li>
<li>ENTREGA: 21 de Out.</li>
</ul>
<p><span style="color:#ff6600;">grupo Clara / Marta Lima / Rita Gouveia</span></p>
<ul>
<li>RECEBE: 23 de Out.</li>
<li>ENTREGA: 30 de Out.</li>
</ul>
<p><span style="color:#008000;">grupo Filipa Castanhas / Luciano / Sofia Rosado</span></p>
<ul>
<li>RECEBE: 3 de Nov.</li>
<li>ENTREGA: 10 de Nov.</li>
</ul>
<p><span style="color:#0000ff;">grupo Débora / Ana Oliveira / Catarina Ribeiro</span></p>
<ul>
<li>RECEBE: 12 de Nov.</li>
<li>ENTREGA: 19 de Nov.</li>
</ul>
<p><span style="color:#ff00ff;">grupo Pedro Marques / Tatiana</span></p>
<ul>
<li>RECEBE: 21 de Nov.</li>
<li>ENTREGA: 29 de Nov.</li>
</ul>
<p><span style="color:#00ccff;">grupo Melissa / Patrícia Silva / Katrin</span></p>
<ul>
<li>RECEBE: 2 de Dez.</li>
<li>ENTREGA: 9 de Dez.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Van Damme e sua dancinha de princesa]]></title>
<link>http://milhoenlatado.wordpress.com/?p=478</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 22:39:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cabral</dc:creator>
<guid>http://milhoenlatado.es.wordpress.com/2008/10/07/van-damme-e-sua-dancinha-de-princesa/</guid>
<description><![CDATA[

Peguei do Haznos.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.circoarmado.com.br/haznos/wp-content/uploads/2008/10/vd_dance_1.gif" alt="" /></p>
<p><img src="http://www.circoarmado.com.br/haznos/wp-content/uploads/2008/10/vd_dance_2.gif" alt="" /></p>
<p>Peguei do <a href="http://www.circoarmado.com.br/haznos/jean-claude-van-damme-e-a-danca-gay/">Haznos</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos em 07/09/2008]]></title>
<link>http://arteref.wordpress.com/?p=648</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 19:32:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>arteref</dc:creator>
<guid>http://arteref.es.wordpress.com/2008/10/07/eventos-em-07092008/</guid>
<description><![CDATA[07/09/2008, Rio Grande do Sul - Re-Sintos no 15° Poa em Cena
 
Re-Sintos, espetáculo de dança qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4 style="margin:0;">07/09/2008, Rio Grande do Sul - <span style="color:#cc99ff;">Re-Sintos no 15° Poa em Cena</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-weight:normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Re-Sintos, espetáculo de dança que reúne suas pesquisas no percurso de 10 anos, elege o espaço social como objeto de investigação, dando lugar às alterações do corpo sugerido pelo sujeito imprevisível e em constante ressignificação no mundo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b544.jpg"><img class="size-full wp-image-840  aligncenter" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b544.jpg" alt="" width="450" height="298" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">A partir de uma década de experiências, surgiram imagens relacionadas a dualidades de força e fragilidade, aparecem representações de homem-bicho, belo-feio, medo-coragem e presença-ausência. São espaços onde há lugar para o engraçado e o lamentável, o poético e o perverso.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<address class="MsoNormal"><strong>Re-Sintos no 15° Poa em Cena</strong></address>
<address>Data: 07 de setembro de 2008</address>
<address>Horário: às 18h</address>
<address>Duração: 1h</address>
<address>Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro s/n – Porto Alegre/RS)</address>
<address>Mais informações: (51) 3227-5300 / <a href="http://www.teatrosaopedro.com.br/">www.teatrosaopedro.com.br</a></address>
<address>Classificação: Livre </address>
<address>Ingressos: R$ 20</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos em 05/09/2008]]></title>
<link>http://arteref.wordpress.com/?p=644</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 19:30:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>arteref</dc:creator>
<guid>http://arteref.es.wordpress.com/2008/10/07/eventos-em-05082008-2/</guid>
<description><![CDATA[05/09/2008, São Paulo - Priscila Fantin e Danton Mello estréiam “Vergonha dos Pés” 
 
Peça ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4 style="margin:0;">05/09/2008, São Paulo - <span style="color:#993300;">Priscila Fantin e Danton Mello estréiam “Vergonha dos Pés” </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Peça baseada no livro homônimo, escrito por Fernanda Young, faz estréia nacional em 5 de setembro, no Teatro Folha.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> <a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b511.jpg"><img class="size-full wp-image-848 aligncenter" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b511.jpg" alt="" width="450" height="411" /></a></span></p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;">Os atores Priscila Fantin e Danton Mello vão contracenar, pela primeira vez, no palco. E o público paulistano vai conferir a dupla em ação no Teatro Folha, a partir de sexta-feira, 5 de setembro, quando estréia o texto “Vergonha dos Pés”, de Fernanda Young. Com direção de Alexandre Reinecke, o espetáculo ficará em cartaz de sexta a domingo, até 28 de setembro.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">“Vergonha dos Pés” é uma atordoante viagem aos pensamentos de Ana (interpretada por Priscila Fantin), uma jovem que, por calçar 33, envergonha-se dos próprios pés. Solitária, lírica, imprevisível. Ana, a personagem central da peça, alimenta o sonho de ser escritora. Ela cria histórias fantásticas, imagina tramas sórdidas, elabora diálogos. Mas tudo se passa somente em sua cabeça. Sua luta é para que as histórias cheguem ao papel. E aí reside o grande conflito do espetáculo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Vergonha dos Pés</strong></address>
<address class="MsoNormal">Data: 5 de setembro até 28 de setembro</address>
<address class="MsoNormal">Horários: sexta, às 21h30 / sábado, às 21 / domingo, às 20h</address>
<address class="MsoNormal">Local: Teatro Folha (Av. Higienópolis, 618 – São Paulo/SP)</address>
<address class="MsoNormal">Ingressos: R$ 50</address>
<address class="MsoNormal">Duração: 90 minutos</address>
<address class="MsoNormal">Classificação etária: 12 anos</address>
<address>Mais informações: (11) 3823-2737 / <a href="http://www.teatrofolha.com.br/" target="_blank">www.teatrofolha.com.br</a></address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">05/09/2008, São Paulo – <span style="color:#cc99ff;">3 em 1</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 0 27pt;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b527.jpg"><img class="size-full wp-image-850  aligncenter" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b527.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;">De 5 a 7 de setembro o TD terá em seu palco a estréia de 3 em 1, espetáculo da bailarina Lara Pinheiro que disponibiliza seu corpo para servir de suporte à criação de três artistas visuais: Lenora de Barros, artista plástica, Amílcar Parker, fotógrafo e artista plástico, e Rute Slinger, vídeomaker.</p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;"> </p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;">3 em 1 propõe que três artistas, distintos, entremeando suas propostas, indiquem um olhar sobre alguns conceitos: o corpo que SE sujeita, o corpo-objeto/corpo-sujeito, o corpo suporte, o corpo mídia.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address><strong>3 em 1</strong></address>
<address class="MsoNormal">de Lara Pinheiro/SP</address>
<address class="MsoNormal">Data: 05 a 07 de setembro</address>
<address class="MsoNormal">Horários: sexta e sábado às 20h / domingo às 18h</address>
<address>Duração: 70 min. com intervalo</address>
<address>Local: Teatro de Dança (Av. Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália, São Paulo/SP - Metrô República)</address>
<address>Recomendação: 14 anos</address>
<address>Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">Mais info: <a href="http://www.apaacultural.org.br/">www.teatrodedanca.org.br</a> / <a href="mailto:inf.teatrodedanca@apaa.org.br">info.teatrodedanca@apaa.org.br</a> / (11) 2189 2557</span></address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<h4 style="margin:0;">05/09/2008, São Paulo – <span style="color:#cc99ff;">Culturacuracu</span></h4>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 0 27pt;">Trabalho de Celia Gouvêa: Culturacuracu.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Criado e interpretado pela artista, o espetáculo faz uma reflexão sobre a cultura a partir do texto-manifesto de Antonin Artaud (1896-1948), visionário e mentor do teatro total, uma referência fundamental para a dramaturgia da segunda metade do século XX.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">O manifesto foi escrito após sua convivência com os índios mexicanos Tarahumaras e questiona a cultura literária - francesa em particular - sugerindo que a literatura volte aos livros, de onde nunca deveria ter saído e propõe um teatro feito no espaço, através de gestos, movimentos e ruídos.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<address class="MsoNormal"><strong>Culturacuracu</strong></address>
<address class="MsoNormal">de Célia Gouvêa/SP</address>
<address class="MsoNormal">Data: 05 a 07 de setembro</address>
<address class="MsoNormal">Horários: sexta e sábado às 20h / domingo às 18h</address>
<address>Local: Teatro de Dança (Av. Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália, São Paulo/SP - Metrô República)</address>
<address>Duração: 70 min. com intervalo</address>
<address>Recomendação: 14 anos</address>
<address>Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00</address>
<address class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">Mais info: <a href="http://www.apaacultural.org.br/">www.teatrodedanca.org.br</a> / <a href="mailto:inf.teatrodedanca@apaa.org.br">info.teatrodedanca@apaa.org.br</a></span></address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos em 04/09/2008]]></title>
<link>http://arteref.wordpress.com/?p=642</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 19:29:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>arteref</dc:creator>
<guid>http://arteref.es.wordpress.com/2008/10/07/eventos-em-04082008-2/</guid>
<description><![CDATA[04/09/2008, São Paulo - São Paulo Companhia de Dança apresenta Polígono
 
 

A São Paulo Comp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4 class="MsoNormal" style="margin:0;">04/09/2008, São Paulo - <span style="color:#cc99ff;">São Paulo Companhia de Dança apresenta Polígono</span></h4>
<div style="padding-left:30px;text-align:center;"><span style="font-family:&#34;"> <a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b552.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-852" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b552.jpg" alt="" width="150" height="100" /></a></span></div>
<p><span style="font-family:&#34;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">A São Paulo Companhia de Dança se propõe a trabalhar, com um olhar atual, o repertório da dança num espectro amplo, que vai do século XIX à atualidade. A primeira estréia da Companhia este ano é Polígono, uma criação do italiano Alessio Silvestrin, com colaboração dos coreógrafos brasileiros Ricardo Scheir e Maurício de Oliveira.</p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">Silvestrin elaborou a dramaturgia da cena a partir da Oferenda Musical de Johann Sebastian Bach, exemplificando nos movimentos a estrutura da música. Assim como na construção contrapontística da música, a criação coreográfica elabora motivos que são enunciados e retomados pelos muitos corpos dançantes, em tempos e configurações variadas. Bach compusera a Oferenda em resposta a um desafio posto pelo Rei da Prússia Federico II, e essa resposta, de intrigante beleza, se mostra reiteradamente rica em sentidos possíveis, com um mesmo tema elaborado de diversas formas.</p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">Polígonos são formas geométricas de igual número de lados e ângulos – traços que se encaminham para diferentes direções e cujo encontro, todavia, compõe um corpo geométrico organizado e coeso. Assim é Polígono: o contraponto estabelece a relação ao mesmo tempo de concordância e discrepância entre as vozes musicais, com um mesmo motivo enunciado com variações de tempo e maneira. Da mesma forma, na coreografia, um mesmo material temático se desenvolve de distintas maneiras, em oposições que confluem, não obstante, para esse mesmo tema, em desenvolvimentos a um só tempo dissonantes e consonantes.</p>
<address class="MsoNormal"><strong>Polígono</strong></address>
<address class="MsoNormal">Data: 04 a 07 de setembro</address>
<address class="MsoNormal">Horários: quitas, sextas e sábados às 21h / domingos às 19h</address>
<address class="MsoNormal">Local: Sala Sérgio Cardoso do Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista, São Paulo/SP)</address>
<address class="MsoNormal">Ingressos de R$10 a R$20</address>
<address class="MsoNormal">Mais informações: (11) 3251 5122 / 3288-0136</address>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<h4>04/09/2008, Santa Catarina - <span style="color:#008000;">Nada Mais que Promessas </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">Promessas de um Novo Mundo é o filme programado para esta quinta-feira, dia 4 de setembro de 2008, dentro do projeto Cinema Falado do Museu Victor Meirelles.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-family:&#34;"><a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b543.jpg"><img class="size-full wp-image-854  aligncenter" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b543.jpg" alt="" width="350" height="239" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">Trata-se de um documentário realizado em 2001, com uma produção Estados Unidos, Palestina e Israel e que tem como tema o incessante conflito no Oriente Médio na visão de sete crianças.</p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">Promessas de um Novo Mundo retrata a história de sete crianças israelenses e palestinas que moram em Jerusalém ou nos arredores e que, apesar de coabitarem a mesma região, vivem em mundos completamente distintos, separados por diferenças religiosas e étnicas. São quatro judeus - dois irmãos gêmeos, um garoto ultra-ortodoxo e um menino que vive nos territórios ocupados -, e três palestinos, sendo um refugiado, uma dançarina cujo pai está em uma prisão israelense sem motivo e um simpatizante do Hamas.</p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">Com idades entre 8 e 13 anos, raramente as crianças falam por si mesmas e estão isoladas pelo medo. Neste filme, suas histórias oferecem uma nova e emocionante perspectiva sobre o conflito no Oriente Médio que é notícia recorrente desde o fim dos anos 1940.</p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">Inevitável sair da sala de projeção sem um sentimento inquietante que tange, ao mesmo tempo, a esperança e a desesperança, na medida em que nos deparamos com uma simples e despojada amizade surgida justamente do convívio com aquele desconhecido, até então um inimigo sem face, e que se vai revelando ser nem inimigo e muito menos sem face. A dúvida é saber até quando um ódio herdado e cultivado, quase que de maneira impositiva, pode ser vencido, exterminado ou suplantado.</p>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">O filme foi premiado em festivais na Suíça, Canadá, Holanda, Espanha e Estados Unidos e também teve bom reconhecimento no Brasil. Na Mostra de Cinema de São Paulo a crítica e o público escolheram o longa como o melhor documentário do evento. Feito a seis mãos, Promessas é dirigido por Carlos Bolado, B.Z. Goldberg, especialista em soluções alternativas para o Oriente Médio, e Justine Shapiro, roteirista da série de televisão Lonely Planet, ligada à famosa coleção de guias de viagem.</p>
<address class="MsoNormal"><strong>Cinema Falado do Museu Victor Meirelles</strong><span style="font-family:&#34;"><br />
</span>Promessas de um Novo Mundo (EUA,Palestina,Israel/2001)</address>
<address class="MsoNormal">Data: ia 4 de setembro de 2008</address>
<address class="MsoNormal">Horário: às 18h30min</address>
<address class="MsoNormal">Duração: 116 min.<br />
Local: <span style="font-family:&#34;">Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles (Rua Victor Meirelles, 59 – Centro, Florianópolis/SC)<br />
Mais info: (48) 3222-0692 / <a href="mailto:museu.victor.meirelles@iphan.gov.br">museu.victor.meirelles@iphan.gov.br</a> / <a href="http://www.museuvictormeirelles.org.br/">www.museuvictormeirelles.org.br</a></span></address>
<address class="MsoNormal">Entrada Gratuita</address>
<h4 style="margin:0;">04/09/2008, São Paulo - <span style="color:#ff00ff;">O Mundo em que Vivemos </span></h4>
<p class="MsoNormal" style="padding-left:30px;">Em sua primeira exposição individual na Galeria Fortes Vilaça, o artista Rodrigo Matheus apresenta cinco obras inéditas da série O Mundo em que Vivemos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-family:&#34;"> <a href="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b574.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-855" title="Divulgação" src="http://arteref.wordpress.com/files/2008/10/b574.jpg" alt="" width="450" height="487" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">Entre instalações e objetos, Matheus explora formas de representar a natureza através da artificialidade mecânica ou digital. </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 27pt;">O Mundo em que Vivemos evidencia o fato de que nossa percepção do mundo e da natureza se dá, muitas vezes, através de simulacros.</p>
<address class="MsoNormal"><strong>O Mundo em que Vivemos</strong></address>
<address class="MsoNormal">Data: 04 até 27 de setembro</address>
<address class="MsoNormal">Horários: terça a sexta, das 10h às 19h / sábados das 10h às 17h</address>
<address class="MsoNormal">Local: Galeria Fortes Vilaça (Rua Fradique Coutinho, 1500 – São Paulo/SP)</address>
<address class="MsoNormal">Mais informações: www.fortesvilaca.com.br/</address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uia!]]></title>
<link>http://isadoesntringabel.wordpress.com/?p=299</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 16:40:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Isabel</dc:creator>
<guid>http://isadoesntringabel.es.wordpress.com/2008/10/07/uia/</guid>
<description><![CDATA[Eu descobri que da minha casa até a &#8220;academia de dança&#8221; são DOIS QUILÔMETROS =O
Eu v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Eu descobri que da minha casa até a "academia de dança" são DOIS QUILÔMETROS =O</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Eu vou e volto a pé, duas ou três vezes por semana O.O</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1 Exemplo: Música e vídeo]]></title>
<link>http://musicaemvizela.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 15:49:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>musicaemvizela</dc:creator>
<guid>http://musicaemvizela.es.wordpress.com/2008/10/06/1-exemplo-musica-e-video/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1FPsr8Ru2sc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/1FPsr8Ru2sc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blábláblá + Nessas noites sem aurora + Meu atol de vícios lúdicos + Sobre as flores que colhi no lúgubre]]></title>
<link>http://maicknuclear.wordpress.com/?p=1010</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:48:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>maicknuclear</dc:creator>
<guid>http://maicknuclear.es.wordpress.com/2008/10/06/1010/</guid>
<description><![CDATA[Só lembrando que dia 24 de outubro, Bebeto Cicas, eu, algumas velas e um violão, teremos a honra d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Georgia;">Só lembrando que dia 24 de outubro, Bebeto Cicas, eu, algumas velas e um violão, teremos a honra de apresentar o sarau final do CCJ independente. E depois hablamos mais. Dale. Fui.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://escuta.estudiolivre.org/arquivos/2008/09/capaout08.png"><img class="aligncenter" title="ccjindie" src="http://escuta.estudiolivre.org/arquivos/2008/09/capaout08.png" alt="" width="482" height="220" /></a></p>
<p><span style="font-family:Georgia;">(foi no final do ano passado, mas vou dizer que) No começo deste ano tive a louca idéia de dar vida ao que escrevo. Tirei o violão da velha capa empoeirada e fiz um set list com minhas músicas mais mescláveis, separei as que mais tinham a ver com a proposta e comecei a ler uns textos sobre a base. Daí surgiu o<strong> Verbos Curtos</strong> (Bebeto Cicas + Eu + Viola + Voz + Conteúdo de primeira),</p>
[caption id="attachment_1051" align="aligncenter" width="460" caption="Verbos Curtos (Bebeto Cicas &#38; MaicknucleaR)""]<a href="http://maicknuclear.files.wordpress.com/2008/10/imagem-151.jpg"><img class="size-large wp-image-1051" title="VerbosCurtos" src="http://maicknuclear.wordpress.com/files/2008/10/imagem-151.jpg?w=460" alt="Verbos Curtos (Bebeto Cicas &#38; MaicknucleaR)" width="460" height="306" /></a>[/caption]
<p>que de uma hora para outra nos tirou da escrivaninha e nos levou aos palcos.  E dia 24 de outubro os Verbos Curtos terá a honra de apresentar o sarau do <strong>CCJ </strong>[ Centro Cultural da Juventude http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br ], no final da semana da literatura independente, dentro do mês (este mês)  que só traz atrações independentes (sejam elas bandas, grupos de rap, dança, artes cênicas e várias oficinas de vários estilos e pegadas). Tudo muito lindo, mas por outro lado o Verbos nos fez ver quanto palerma está fazendo merda nessa cidade e chamando de arte. Tem gente sem o menor respeito pela arte subindo em palco e sendo aplaudido como se fosse um deus da maioneze, quando tudo que consigo pensar é: "<em>Oh, deus, será que esse povo desbotado não percebe que o que eles estão ovacionando é uma merda?"</em>. Tem um monte de cuzão retrogrado e misoneísta fazendo a política de fechar as portas. Tem um grande vácuo sendo idolatrado. Tem nêgo que abre o papel higiênico depois de limpar o rabo, mostra para o público e diz que ali contém toda sua "genialidade de classe médyalta"... Na verdade, acho que não há mais salvação de nenhuma espécie, pra nada. Pra mim é como diz o Bebeto: "Quem for podre que se quebre". Mas o foda é que os podres são donos dos picos, são organizadores, é gente influente no "circuitinho", donos de editora, conluios escusos, confrarias dos que podem bancar todos Bourbons e Maiakovski's do mundo, chamar duas atrizes gostosonas pra ler a merda do que chamam de texto e depois foder as duas no banheiro com seu incrível manto de "eu sou isso, ou aquilo outro". Mas como diria aquele texto: "Mas foda-se, pois se James Joyce é Deus, eu sou Jim Carey! Herége, eu? Não! Culpe a prosa poética, porra, pois juro que sou normal (ou acredito piamente nisso)". E aos que perguntam porque estou demorando pra escrever, a resposta é "Estou sem saco". Escrever eu escrevo quando der na telha, pois nasci com isso; não precisei ler 15 mil livros pra ter retórica, eu nasci com isso, essa herança de família. Dei um tempo porque o Verbos e outras artes (a arte de viver e tentar ter vida sexual sem grana - viver até dá, mas a outra parte, na interesseland, é difííícil) estão no foco da minha criação, mas a verdade é que cansei de ver tanta merda senso idolatrada, de ver tanta gostosa chupando pica de velho gordo por interesses publicatórios. De ver uma pá de cuzão dando oficina de como se cagar letrinhas rosas e ganhando seus 2 milzinho de cachê de bibliotequinhas.  Você deve até pensar que sou um crítico ou um desses afeminados defensores ferrenhos da gramática, mas não. Eu tô cagando pros meritocratas, pros troféus, tartarugas premiadas, pra Flip, pros coqueteis, pro metier. Eu sou um jovem de alma velha, eu gosto de música soul e cantoras que se descabelam ao estourarem suas cordas vocais pro bel prazer do meu ouvido, gosto de "verdade" no que consumo, gosto de arte feita com alma (plena) e não com víceras (putrefeitas), gosto de autenticidade (mas me deixei longe de "ideologias") e novidades que façam meu queixo cair, mas já que o mundo é só uma grande mídia de <em>"quem você conhece no meio?", "quem diabos é você e onde você se apresentou?", "quem é o fodão da cidade?", "quem você comeu no último sarau?"</em>, então eles que dêem as mão, fiquem nus, tomem vinho e se afoguem no mar lendo Baudelaire... os fodões, meus caros, geralmente são um bando de otários que tem o dom pra fazer cara blazé e fingir que não se importam com os outros, e só. E a última coisa que gostaria de falar sobre a vida é que, mulheres impossíveis (as que os writes sempre querem) só dão pra otários!.. É. Está tudo perdido e eu sou a porra de um pláncton na merda do oceano.</p>
<p>Depois de tanta baboseira, vou encher essa lingüiça com três das minhas tacadas sem respeito a tal gramática, segue abaixo:</p>
<h1 style="text-align:center;"><strong>Nessas noites sem aurora</strong></h1>
<p style="text-align:center;"><strong>(MaicknucleaR) </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Introsia<br />
Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos.<br />
Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. Esse atentado teológico de: "Vá, filosofe, procrie e se mate". A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas...<br />
A mágica do velho atroz não morre, por isso estou de volta. Subo ao topo das ruínas carregando meus cânceres. Cânceres amargos que diluo nas gargantas em volta.<br />
Nem tudo está perdido, Jack!. Segure essa misantropia no bolso por mais alguns segundos. Limpe os estilhaços das minas de outrora. Pois nem a morte cala a insolência de seus pensamentos doentios. Seus fios sem pavio que jogam corpos em rios, decapitados, sem o menor arrepio.<br />
Sei que já percebeu a regra do jogo - você e você mais você -... Há quem desacredite dos planos, sim. Há quem suma duvidosa. Mas porque se trancar na baleia, mestre Jonas, se tudo não passa de interatividade noturna?... noturna e fogosa.<br />
O resto é oco, meu caro. E você uma almondega em um rio de merda.</p>
<p>Cafeína Jones<br />
Lá estava eu. Com mais uma folha sulfite na pasta. Adentrando o casarão em reformas na rua coronel Júlio Marcondes Salgado, São Paulo.<br />
Madame Bovary, mais uma vez, rechaçou o link para minha casa, mas, desta vez, minha retaliação será o mais límpido e puro creme do desprezo - aliás, promulgo aqui uma nova lei: "Aos meia boca, o corte" -... Porque se preocupar se todos sabem que os coronéis da arte tem pincel, tintas de qualidade; e nós temos a merda do talento (e o abraço da sarjeta)? Meu caro, se o mundo não percebe que és foda, então o mundo que se foda, right?! - deve ser -.<br />
Mas eu. Eu sou da turma do jogral, my brother Charlie. Não me vêem com bons olhos!. Eu quero mais é fugir do rótulo, meu bem. Já saiba, adiantado, que quem me rotula não manja nada, de porra nenhuma!.<br />
- Você tem o recibinho?<br />
Recibinho é foda. Se fosse eu diria: "Senhor, preciso do recibo", mas fazer o que? Ele não sabe nada, imagina se vai saber que desde que comecei a escrever tenho esse medo patológico de que minha casa pegue fogo e queime toda a merda que já escrevi. Tudo que criei é meio inútil, pois como diz aquele som "A gente fuma e eles fama" - e pior que isso é mó legal -.<br />
[Oh merdinha de assunto recorrente!!!!]<br />
- Desculpa, achei que estava na pasta. Oh.<br />
Tá vendo?! Eu sei interagir. Eu sou um maldito gentleman. É; mas na escala de maldade nada supera meus lindos pensamentos. Digamos que o que escrevo é uma espécie de "meio-termo narrado-lírico entre fala e pensamento". E nem assim minha retórica hablada deixa de beirar o péssimo!.<br />
Meu silêncio é um holocausto, acredite nisso - às vezes pode ser amuação -. Mas eu sou um maldito gentleman. Minha criação foi ótima. A diferença é que a geografia me fez nascer no epicentro do fundo da bacia demográfica de um circo romano (com leões de concreto armados e revoltados) pegando fogo, tocado pelos neros da opressão psicológica.</p>
<p>Sobre as luzes borradas<br />
Tudo correu ótimo. Sitcom, tacinha e tiradinhas sarcásticas no time. Inclusive foi a primeira vez na vida que ouvi: "Na minha casa ou na sua", sem ter sido na Tv.<br />
Não sei que merda eu tenho, mas algo em mim faz as pessoas se confessarem como se eu fosse um maldito padre. Talvez sejam os drinques coloridos. Talvez saibam que em dois minutos eu nem vou mais lembrar da história simplesmente por que percebem que eu não estou nem aí pra relativamente nada. Mas após todo aquele papo de James Bond de calça larga, não havia como esquecer daquela celebre frase (ou o que veio depois dela).<br />
Saca a cena:</p>
<p>[Interior. Noite casa dela. Sala. "Brincadeiras" orais, vez dela].</p>
<p>Confisssões vem à tona.<br />
Eu mereço. Eu mereço...<br />
- Eu mereço...<br />
- Hum?<br />
- Nada, tá muito bom, muito foda, não pára.<br />
Aquela mulher me dava umas mamadas em um ponto onde a sensação é como se estivesse disparando um rojão contra meu próprio rosto, de emoção.<br />
- É aqui que você disse que gosta, né?<br />
- É, hmmmmmmmm, Santa califórnia... - eu mereço!.<br />
Ela parou. Ficou ali com aquela cara de "Sou uma vadia satisfeita, independente e toda essa produção não é insegurança, juro", batendo uma pra mim e disse:<br />
- Sabe, eu adoro ser submissa!<br />
- E eu tô adorando essa submetida.<br />
- Minha maior vontade é ser escrava...<br />
Um sorriso demoníaco rutilou em meu rosto como um holofote ganha o céu de uma noite nublada.<br />
- Escrava, escrava???<br />
- É! B.D.S.M. mesmo - ela disse com aquele jeito de "Dondoca achando ser inteligente" que acho style, quando elas fazem isso nuas.<br />
- Então você quer ser escrava, é isso?<br />
- Muito!<br />
Ah, meu depravado leitor. Tive de perder a sutileza e forçar meu caralho goela adentro da danada, empurrando a cabeça dela para baixo e segurando impiedosamente, só para denotar, subliminarmente, que a história havia mudado.<br />
- Levanta.<br />
- O quê?<br />
- LEVANTA. - estendi a mão e recebi aquela mãozinha linda e bem cuidada de presente. E, porra, que estouro ela só de calcinha!.<br />
- Onde fica o banheiro?<br />
- Por aqui... - me indicou e foi me seguindo, de mãos dadas, com a cumplicidade que só tem aqueles que vão se foder pelados de madrugada na garagem.<br />
Abri a porta. Puxei-a pela mão indicando que entrasse e:<br />
- Ajoelha... escrava.<br />
Ela arregalou os aqueles olhões dignos da minha mais tenra porra matinal e disse:<br />
- Sim, meu senhor - e minha cadelinha ajoelhou bonitinho (né, cadelinha?).<br />
No campo de visão só havia uma toalha, mas não era o que queria. Abri o gabinete da pia e achei um secador de cabelo.<br />
- Perfecto!... Minha cadela, escrava, coloque as mão para trás e segure os tornozelos - amarrei pés e mãos - O plano é o seguinte escrava. Eu vou até a sala relaxar, aquecer o cerebelo e já volto pra abusar de você. Qualquer eventualidade você grita "joga a chave", pois se gritar socorro, com essa cara que eu tenho, eu tô fudido.<br />
- Sim, meu senhor.<br />
Apaguei a luz. Fechei a porta. E abri a porta.<br />
- Tem algum álcool bebível nessa casa?<br />
- Na geladeira, na parte do freezer, meu senhor.<br />
- Valeu - tranquei.<br />
É style ser chamado de senhor por uma dessas madames donas de franchise que são chamadas de senhora por seus vassalos mentalmente proletariados.<br />
Rumei à geladeira peguei duas latas com a mão esquerda. Voltei à sala. coloquei as brejas sobre a mesinha de centro e me acomodei. Abri uma das latas e deixei lá em cima. Peguei a paranga no bolso da camisa (tirei um belo camarão) e joguei em cima da mesinha. Dei uma golada na breja e a devolvi à mesa. Peguei o controle, liguei a Tv.<br />
-Legal: natgeo.<br />
"...na terceira cerveja eu volto". Sem querer cochilei.</p>
<p>Lords of underground<br />
Da hora! Hoje mandei estampar uma camiseta com a cara do Wando, com uma coroa grafitada na jaca. Ficou stylish.</p>
<p>Esqueletos no oceano<br />
Abissal que só a porra. Aquele ano foi um antro de irrelevância histórica. Um relicário de personagens vazios que atravessaram minha louca vereda. E a única coisa boa (a anja do sul), consegui estragar em dois dias (com outra).<br />
Mais tarde, novamente fui ao fundo. Mas sei lá, o fundo estava sem graça. O fundo já vi, cavei e rolei abaixo de seus sete palmos. Lambi o chão (e dancei valsa nos salões do) inferno e nem sequer fiquei com sede. E tudo na história que me deixaria com um grande asco, tudo que seria como a última instância para se tornar um homem amargo, tudo transmutou. Tudo virou um enorme poster da Karina Bach de quatro com um M tatuado na banda esquerda daquele enorme traseiro e N no outro lado da vil iguaria. Consegui atingir o nirvana, a iluminação e o sublime em uma só tacada neurologica.<br />
Não sei se isso é bem novidade, mas agora vejo todos como animais... Quando começo a reparar com o "ao redor" com os olhos clínicos que trago em um estojinho, fico com a impressão de que nem todos chegaram no Humano. Basta reparar a selvageria que rola nesta selva de concreto. Neste emaranhado urbano de pessoas-capa que buscam um padrão estigmatizado sem caráter, alma ou sequer um pingo de personalidade. Essas cópias das cópias xerocadas de ideologias furadas e estilinho separatista. Pra mim essa corja dos que buscam cada vez mais motivos para segregação é a escória da sociedade brasileira.Mas tudo bem. Não há nada mais contundente que esta folha jogada neste quarto azul nesta merda de cidade dos nomes sem mito, os meritocratas.<br />
E mesmo tendo culhões dourados e pica de ouro, talvez, escrever, não seja a melhor forma de carburar os demônios de outrora. Talvez eu deva largar caneta, microfone e design, pois minha encruzilhada é forte, não preciso fazer meus textos de arma. Talvez eu deva mesmo poupar!...</p>
<p>Outro dub na rádio de rocksteady</p>
<p>(som: As Flores do Mal - Legião Urbana)<br />
POUPAR É O CARALHO!!!... Em nome de minha literatura, em nome da não morte das minhas rimas do cão e prosas da gota serena, e, pelo poder a mim cedido pelo estado paulistano das coisas, preciso sim, quebrar alguns lindos pescocinhos. E é como dizem: "Um homem deve fazer o que precisa ser feito, por piores que sejam as conseqüências". Então, lá vamos nós. E como dizem os mafiosos dos filmes, B quando estão prestes a levar um sapeco de chumbo: “Você sabe que a partir de sua atitude tudo vai mudar, Poly”.<br />
Tudo começou quando aquela... me confessou, no msn, que era amante de um tiozinho rockeiro que tem duas mulheres e quarenta e sete filhos, um carro para viagens, dois cachorros e uma chinchila. Aliás, tudo começou bem antes. E mais aliás ainda, paralelo a essa história, ocorreram milhares de coisas bem legais, “outros olhos e enredos”, como diz meu livro, mas, meu amigo, se você quer a vida fofinha como na novela das oito, vá ler o blog da Madame Bovary ou de um dos seus amiguinhos de oficina. Pois se veio até aqui atrás de "estilinho literário" ou pra corrigir minha gramática, ao invés de ter a sapiente clarividência de sacar o que quero passar com toda essa merda de conteúdo, então saia daqui antes que eu lhe arrebente a insolência, pois você não é digno de ler nem meu sinal de porcentagem - cansei da meritocracia da artelite desbotada. E agora que tô no "independente", só a morte ou a debilidade mental me param, muchachos. O resto é nome e se resumem a algumas “Boas sacadas”.<br />
Mas, como eu ia dizendo, tudo que veio na mente após esta "confissão" foi: "Caramba, essa lobista estava em minha cama ontem e eu inventei de 'respeitar'. QUE BURRO!". Porra, cara, sem maldade, mas amantes só tem utilidade pra quem come; quem não come fica chorando as pitangas porque inventou de dar uma de rapaz respeitador e não pode derramar seu leita na cara da safada – é, mas todos sabem que eu não passava de um lobo-cafetão em pele de ovelha-vítima (por culpa da porcelana) -. Porra, novamente porra, mas amantes só tem utilidade pra quem come mesmo! quem não come fica chorando porque foi inventar de respeitar (mesmo). Aliás, que merda de respeitar foi essa? Ah, lembrei, foi porque certa vez fui beijá-la a força e a puta ficou puta, disse que odiava ser pega a força. Mas naquela noite que fechava o "melhor dia de sua vida", senti que deveria ter dado uma forçadinha. Mas sei lá, tem coisas que me deixam puto. E como bom libriano que sou, me dê um tiro na coxa, depois chute minha cara, cague em minha mesinha de centro e mije em minha sopa, mas cuidado com as palavras perto de mim... E na hora em que fui chupar sua buceta, ou ao menos acreditava pia e hipoteticamente que iria, ela disse: "Vai acabar acontecendo o que não era pra acontecer”.<br />
Porra cara, sem chance, nem teve como minha mente não mandar ir se foder. Vou traduzir o que minha mente pensou. Foi algo tipo: "Como assim não é pra acontecer? Você comentou em meu blog, comentou de novo, não satisfeita foi lá novamente, entrou em contato, manteve contato, continuou mantendo contato, trocou mil emails, duas mil idéias, três mil perguntas que odeio responder, agiu como uma vaca em certos momentos deste contato, mas relevei. Fez com que eu deixasse de ir pra rua ver minhas coisas pra ficar tcendo com você. VOCÊ marcou um encontro, disse que ia ter de te aturar a madrugada toda, aturei, e me perdoe se eu não era um tiozão rocknroll que poderia te levar de carro pra ver um show de uma banda feminina em Ubatuba, comer seu cu num motel e te deixar de lado pra ir ver minha família. Após o beijo continuou vindo atrás, teve ataque de ciúmes por culpa de uns scraps de uma mina do meu passado. Continuou mantendo contato, continuou com aquela história de querer me ver. Eu joguei limpo em todo momento, respondi as merdas de suas perguntinhas, marcou outro encontro, ficou de novo e chega na hora, depois de todo aquele cu doce, você diz pra mim que não é pra acontecer? Ora, vai se fuder!!! Tem noção da mobilidade mental que tive que despejar na lata por sua culpa? Sabe o tempo que perdi acreditando em sua infantilidade?".<br />
Deitei ao lado dela após essa reflexão de uma fração de segundo e fiquei imaginando que diabos eu havia feito para estar vivendo a situação mais ridícula de toda a merda da minha história inútil. No tempo que me fez perder, que desviou meus pensamentos do meu foco, e me fez agir como idiota (pois eu não queria lhe assustar com minhas loucuras ou com o que sou realmente). Pensei na gostosa do Guançã que dispensei de comer, no mesmo dia, porque você ia vim aqui, byiatch. E essa foi retribuição ao "melhor dia da sua vida", né? “... Mas agora decidi matá-la.<br />
Tudo bem. Fraquejei ao receber mais um convite daquela puta - aliás, mais respeito às putas -. E mais uma vez só gastei meu tempo com sua inutilidade cheia de medos e considerações finanço-fodásticas.<br />
Sei lá, talvez isso seja o prenuncio do final dos tempos, um preságio de mau agouro, ou talvez essa merda seja algum tipo de apocalipse-literatura que irá julgar esses loucos que escrevem.</p>
<p>Até o talo das nuances vitais<br />
Levi virou um mito ao subir nas torres de energia do terminal de cargas após ter levado quatro tiros da polícia. Era o fim do último malaco vivo. Levou mais três e caiu dos oito metros de altura direto no entulho que havia embaixo. Foi algemado e o laudo diz que a causa do "apresuntado" foi "Asfixia por enforcamento"!.<br />
O Pirata, lá do Brás foi o décimo sétimo a penetrar aquela ninfa novinha e ainda teve coragem de perguntar pra mina: "Por que você faz isso?".<br />
Seu funério comeu a mulher do pedreiro da rua oito e apanhou da mulher, na rua, em horário nobre.<br />
Eu, por outro lado, não tive maiores problemas com a lei e andei comendo uma publicitária pelas ruas da capital. Ah, saudade de tu cuerpo magrito, mamasita. Que priquitones.</p>
<p>Sobre vagabas que rendem livros<br />
A cigana do terminal acertou até na data. Dia um de novembro foi lançado um livrinho meu. Se tudo for como ela disse, vou me tornar um velho famoso que estragou sua carreira devido a surtos psicóticos e amantes tresloucadas. [Até me deu um gélido arrepio agora].</p>
<p>Velinhas???<br />
Legal não ser lembrado! Se eu tivesse aparecido no Faustão em 2007 pode ter certeza que teria um milhão de fulanos por aí me parabenizando. Meus vizinhos iriam colocar uma faixa dizendo o quanto me amavam, meus parentes iriam estampar camisetas com fotos minha e os conhecidos mais próximos iriam contratar algumas strippers para sairem do bolo.<br />
A única coisa que aconteceu foi uma doida que apareceu no meu scrap dizendo que meus textos mudaram sua vida. Foi style.</p>
<p>Nesta longa estrada da vida<br />
Não lembro a cronologia, pois nem quero. Só sei que tem esse meu amigo, que vou chamar aqui de Johnny Rivers, que é um cara pelo qual tenho uma puta consideração astronômica, chegou me dizendo que queria fazer não sei o que, um espetáculo, sei lá, mas envolvia justamente... Adivinha...<br />
E lá vamos nós. Queria voltar cedo, mas logo descobri que haveria uma longa jornada até a casa dela. Fomos. Tudo que vinha a mente era: "Por que deus, esse cuzão, insiste em me jogar sempre nos lugares onde não quero estar e com quem não quero estar?".<br />
Acabou como previ: Demorou pra caralho. Puta tédio: ficar diante alguém que você acha que lhe aplicou um belo 171 somado a um chá de cadeira, e está querendo matar da memória, é uma merda. Mas tudo deu certo! E acabou que na na volta voltamos enchendo a cara e ao invés de voltar pra onde deveríamos voltar, acabamos voltando para o lugar de onde estávamos voltando. Mas tudo bem.<br />
Tudo bem. Foi legal, quer dizer, foi legal ficar bêbado. Foda é dormir na beirada... Johnny Rivers ficou em lugar privilegiado, entre duas belas moçoilas. Eu em um canto, minha piéride láááá na outra. Mas tudo bem, sobrou uma bundinha virada pro meu lado e eu estava são suficiente pra manter a sutileza lúdica. E já que quem é de fora - ou seja: quem não come ninguém da casa - não tem direito a escolher o lugar na cama, então sobram as bolinações na encolha!.<br />
Tudo bem. Dei aquela ralada maldosa e cheia de vontade, para verificar o nível de hostilidade desses campos desconhecidos e recebi uma rebolada para trás, indicando que as tropas eram bem amistosas. Tentei lhe retirar calça e calcinha em uma só puxada, mas ela percebeu que Johnny Rivers admirava a cena com certo voyeurismo amador, puxou a calça pra cima, jogou o braço esquerdo pra trás e pegou meu pau como se dissesse "Só assim esse leão acalma". Johnny disfarçou um sono muito mal disfarçado. Voltei aos ataques sadios e ouvi um "Não posso", sussurrado. Perguntei: "Vermelho?". Ela disse "É que eu namoro há quatro anos" . Aí me perguntei: "Se namora há quatro anos, por que está masturbando meu caralho embaixo do cobertor há muito mais que quatro minutos?".<br />
E, por Jim Carey, sempre protejo o Alexandre Magno, mas se Johnny tivesse se tocado que ficar quieto iria me render uma foda, eu iria comer aquela minha, em prato frio, sem camisinha nem nada e não estaria nem aí. É Johnny, pensando bem, você me salvou.</p>
<p>Que caia a porcelana, agora é "tudo pelos donuts"<br />
Jingle bell, jingle bell, jingle bells rock. O aquecimento no setor is commin' back arround again. Muita coisa rolou, muito sangue desceu, muita fumaça subiu, muitas periquitas foram babadas. Aquela doida do scrap queria que eu fosse "vê-la" em Curitiba. Sua foto mostrando barriguinha, lindo capô de fusca por baixo de um lindo biquininho e a piscina ao fundo eram grandes motivadores de minha ida. Mas não rolou.<br />
Tudo bem. Eu havia planejado passar natal e ano novo sozinho, revendo erros e fingindo que ia mudar...<br />
Várias loucas começaram a surgir desde novembro. Teve uma imbecil que me disse exatamente assim: "Se você agisse um pouco mais como escritor eu até daria pra você", só respondi: "O dia em que eu começar a agir feito um imbecil pomposo eu corto meu pau com uma serra-elétrica" e já deletei da minha vida.<br />
A maioria vem com essas promessas furadas de "vou te ver" e fica embaçando, trocando idéinha furada - dessas que elas acham inteligente quando contam em bares e os caras dão a maior razão, sabe? - pra tentar se convencer se deve aparecer ou não. Mas, sinceramente, eu funciono pelo meu tempo, que é basicamente "Ou agora ou jamais" e não posso mais perder meu tempo com medinho de branquela rica metida a loucona porque fuma maconha, toma cachaça, lê livrinhos "marginais" - o interessante é que é só marginal de classe média alta -, anda com os punks de citröen e vomita na Augusta. Outras vem com aquele papo de "Vem me ver", mas, porra, se eu quisesse ir em algum lugar só pra "ver" uma fêmea, eu iria na merda do zoológico.<br />
Chega de duvidosas com medinho tosco e gente que acha que, pelo que escrevo, sou um Lobão da vida que curte greenday e anda de saveiro zero, mas quando vêem que tô mais prum latino desempregado que limpa a piscina dos artistas, como bico, tudo que sobra é abracinho com auto teor de falsidade... Hum. Teve até uma mina que acho que achava que eu era traficante, pois vivia me dizendo "Quando vier dar um rolê no centro traz uma baseado pra gente fumar?". Pô, dar quer é bom nada...<br />
Style mesmo foi a nórdica. Mandou uma foto nua, do nada, de costas, sem ao menos respirar. Não teve nem como não sacar o cacete pra fora e homenagear a atitude daquela mina. Era o mínimo que poderia fazer por ela, mas deixei-a como fundo de tela no meu Pc por alguns dias. E, porra, parabéns pela atitude. Além do olho arco-íris, que delícia te pegar de quatro, que delícia esbofetear seu rabo. Só me desculpa por ter gozado na sua garganta sem avisar, mas é que ando diluindo o câncer!.</p>
<p>Djs rock the house partys<br />
Os caras do coletivo de Barijo meio que se revoltaram após o primeiro evento ter sido adiado. Para dali um mês. E o motim foi armado em forma de sumiço. Todos evaporaram.<br />
Naquela semana antes do natal e algumas outras depois dela, Barijo e eu passamos várias madrugadas na rua, trocando idéias (e expulsando os nóias do centro cultural, no soco). Ele falando sem parar um segundo. Falava de seus planos, projetos e muita idéia. O tempo me mostrou qual era a real sobre Barijo, mas não é disso que vim falar. Só sei que enquanto ele falava eu não conseguia ouvir muita coisa, uma porque era a mesma conversa todo dia - parece até eu, pô - e outra porque só conseguia pensar: "O que fode minha vida é o fato de não saber o que quero pra ela, justamente porque a gama das coisas que sei fazer, ou que posso vim a fazer bem feito é muito ampla, muito abrangente, quase ilimitado, e isso me deixa em uma eterna indecisão. Me deixa sem um foco principal".</p>
<p>Avenida do poeta<br />
Foi a primeira virada que me senti realmente bem!. Talvez por ter passado sozinho, com meus planos (que geralmente são furados pelos alfinetes da falta de infra-estrutura). Parecia que eu tinha alguns.<br />
Estávamos na Fronteira queimando um jones. Barijo saiu fora e decidi ver o céu pipocando suas estrelas de ascensão meteórica e rápida duração. Faltava uns quarenta minutos pra começar aquele showzinho universal de falsidade, decepções e filmes criados em um mundo onde as crianças não têm gripe, não passam fome, nem arrancam catota com o dedo. Decidi ir embora também.<br />
Encontrei uns malucos que sempre vejo rondando o centro cultural e que sempre me cumprimentam, fervorosamente, como seu eu fosse alguém de ouro. Os caras disseram que tinham roubado não sei o que lá, não sei aonde e me chamaram pra fazer não sei o que, ali na Fronteira. Lembro que perguntei: “Vai rolar umas vagabundas”. Não entendi a resposta, entendi como um não e continuei meu rumo.<br />
Um bilhão de pensamentos na cabeça do narrador-poético. Um enxame lírico atentava-me os neurônios como se fossem meus sonhos, depostos, de adolescência, renascendo após o grande soco da verdade. Um bilhão de pensamentos sobre o futuro (pela primeira vez). Só é pena que comigo esse tipo de pensamento não dure mais que uma semana...<br />
Mais fogos estouraram na cidade das pessoas de artifício quando decidi procurar, meticulosamente e com cuidados arqueológicos, o primeiro som do ano. Nem precisei. A televisão estava ligada na Tv Cultura e ao invés de ouvir o primeiro som do ano, ouvi a primeira trilha sonora. Foi meio inacreditável, pois eu havia sampleado aquela música não havia nem dois meses. Barijo estava no messenger quando eu disse: “Liga aí na Cultura”. Ele respondeu: “Ô. Não é a música original do seu sample?”. “É ela mesmo, muchacho, ela mesmo!”. O filme era “Durval Discos” e a música é “Mestre Jonas” na versão da banda “Os mulheres negras”. [Será que enfim o universo decidiu conspirar ao meu favor?... Já estava na hora! Mas a essa altura eu já havia assimilado que o universo só conspira ao meu favor quando quero que esse filho da mãe conspire].<br />
Às três e meia da matina, após a quarta caipirinha mal feita, pensei em ir à Fronteira queimar um jones e cometer um vinhocídio.<br />
Faltava um quarto de vinho para secar a garrafa quando ouvi a Moska Wheels, atritando no asfalto, se aproximando. De repente ouvi: “E aí, lôco. É você mêmo!”. Pensei: “Pode matar logo, pois já tô no clima de ir pro céu”. Era um cara que me odiava, desde uns tempos atrás, sei lá porque. E de repente ele senta, completamente bêbado e cheirado, ao meu lado e diz: “Tem caneta aí, ô seu cuzão?”. “Lógico, porra!”. “Então assina essa porra aí porque te admiro pra caralho, seu filho da puta” e me jogou um livrinho de edição limitada, que fiz para vender na feira do dia vinte e seis. Nem pensei em nada, só saquei a bic azul toda mordida e escrevi: “Este aqui é sobre vagabas que rendem livros... Mas aí, valeu por não mais me odiar”. Ele nem leu, apenas disse: “Porra, mano, antes de ver seus trampos eu achava você um puta dum cuzão metido a besta, mas percebo que você é um puta dum cuzão talentoso que não é metido a besta, mas que deveria ser porque você é digno!”. “Valeu”. “Falou aí, mano, vou me jogar”. Subiu no skate e saiu remando, fazendo aquele atrito no asfalto que faz um som parecido ao do metrô chegando (na estação Tucuruvi).<br />
Acabou o vinho. Decidi ir embora pela própria Avenida do Poeta, que é a rua que atravessa a Fronteira. [A Fronteira é como se fosse uma mini-pracinha que fica em frente aos “predinhos” (e ao terminal de cargas da zona norte de são paulo) e corta a Avenida do Poeta, impedindo a passagem de carros. Onde malacos, viciados, músicos locais e prostitutas, confraternizam a vida fumando cigarros da paz]. E foi uma idéia não muito boa, pois no caminho encontrei o Chocotone e um burburinho em frente aos prédinhos. Ele me viu e veio até mim, disse que estava indo matar um moleque idiota por motivos que só os bêbados realmente muito bêbados compreendem. Eu disse tanta merda pra ele, mas tanta, que no final ele começou a chorar, descarregou o canhão jogando as balas no chão, depois chutou-as para a boca de lobo, me abraçou, disse que ia vender aquela merda de revolver e que eu era foda.<br />
O moleque foi encontrado morto em outro bairro. Outro cara fez o trabalho no lugar do Chocotone... Bem vindo à 2008.</p>
<p>Fronteira Hits<br />
À noite iríamos começar a divulgação do evento. O que incluía: lambe-lambe colados em postes, política de boa vizinhança no meio do caos, idas à eventos alheios, foda com velhas ricas e aliciamento de ideais alheios. Barijo e eu na incumbência solitária das piores partes. Eu meio como voluntário, pois não posso seguir o sonho dos outros, por mais foda que seja esse sonho, muito menos posso me envolver em pequenos começos de aristocracia periférica. E, talvez, hoje, Barijo não lembre, mas o que dei ali não foi (só) sangue, foi um puta exemplo de amizade na hora em que todos seus amigos sumiram decepcionados pela adiamento do evento. Mas firmeza, todos esquecem o que acham não ter valor; é assim mesmo.<br />
Mas pra fechar este trecho, exercite sua mente aí um pouco. Use sua imaginação (ou ao menos tente usar essa porra). Coloque “All along the watch tower” do “Jimi Hendrix” e imagine dois mal acabados andando pelas madrugadas com mochilas cheias de flyers, lambe-lambe, informativos e garrafas pet cheias de cola de farinha, andando dentre os becos que ficam abaixo das torres de energia que cortam o bairro lado à lado. Muitos becos, raros bulevares.</p>
<p>Cerrado eletrônico<br />
Nosbor, grande amigo meu lá de Brasília apareceu na Garoa Land. Pouco tempo antes veio um cachorro azul, professor, que uivou, bêbado, a noite toda, com Barijo e eu em um bar sitcom. Um barzinho de merda que tem num bairro aí onde a população é formada por languidos de todas as espécies, metidos a “artistas” - mas tudo bem, lá conheci uma gatinha das quinquilharias, coisa assim -. E, junto com os caras, surgiu o assunto “Putas”.<br />
Sei lá, cara. Acho que é porque todas mulheres que tiveram a dádiva de dar pra mim eu consegui ter intimidade suficiente pra chamá-las de puta (e fazer de puta), putinha, devassa e outras cositas. Porque, na verdade, saí apenas com três putas na vida. A primeira foi mó merda porque a vadia nem manjava da arte da foda insana e depravada em meros trinta minutos e mal mamaou na bilola. A segunda não era bem uma puta, era a ex-mulher de um cara que tocava não sei o que lá em não sei que merda de banda punk dos anos oitenta, uma puta gata estilosa que me deu o cu – detalhe: só o cu - em troca - detalhe: em troca - de uma garrafa de licor de menta (R$ 15,00). Foi bem mais barato, fiquei umas quatro horas comendo aquela cachorrona, só parava pra limpar o suor e só parou devido a interrupções invasivas de terceiros no quarto. A terceira foi cortesia de um amigo escritor, que anda dizendo que precisa tomar jeito na vida.<br />
Esses escritores (os coitados acham que um dia vão tomar jeito, kkk)...</p>
<p>Cwba<br />
Ana tornou-se não só uma futura foda gostosa, mas uma espécie de companhia do meu eu eletrônico. Às vezes ela fazia uma perguntas estranhas, mas isso é bom, significa que do outro lado tem alguém com um cérebro cheio de questões sem saída, e não alguém que queria apenas matar duvidas. Legal.<br />
Ela estava cogitando cair pra São Paulo – sampa é a mãe -. E, se essa cidade queria retribuir as bilhões de odes, epopéias e outros classificações imbecis de formas de escrita que lhe dediquei, esse seria o presente, bem ao meu estilo. Long dick style of rhyming. E o mais legal é que quando a cidade finalmente decidiu retribuir presentes, foi bem no dia de seu próprio aniversário.<br />
Fui buscá-la na rodoviária Tietê e percebi que aquela loirinha dos olhos de mel era bem mais gata que nas fotos. Yeah, i fuck like a river.<br />
Ali, na Cruzeiro do Sul, esperamos quase uma hora por um ônibus que nos levasse ao centro, sendo que geralmente eles passam de dez em dez minutos, mas quando finalmente chegou, fomos ao hotel. A cidade estava em festa. Havia comemorações em vários pontos da cidade. Saímos pra assistir algum show e percebemos que atração mesmo era nós pelados na cama, mandando ver, quebrando tudo.<br />
No outro dia pegamos o ônibus sentido Edu Chaves. Tive que deixá-la por algumas horas no hotel (esse ficava na rua do evento), pois não queria que ela participasse da burocracia que eu teria de encarar antes da festa (ou seja, não queria que os outros dessem em cima dela). Ela, foda demais, compreendeu antes mesmo de tentar explicar. “Eu sei que sua vida é assim mesmo e eu não quero me tornar um empecilho aos seus planos, pode ir lá fazer o que tem que fazer, eu vou pedir uma smirnoff, só não me deixa aqui sozinha senão me perco. Se por acaso você estiver ficando com alguém e não quiser que eu vá, não tem problemas...”. Que mina demais. Fui até o pico, arrumei meu standezinho e só, pois tudo já estava adiantado, adoro isso.<br />
Barijo pediu para que eu espalhasse os flyers que sobraram pela avenida ali perto e me pediu pra esperar. Esperei e me apareceu um puta maluco estranho, montado em pernas de pau. Até então eu estava cagando para aquela companhia inusitada, mas já nos primeiros cem metros ficou claro como o dia no Alasca que o cara era um puta dum mala. Sabe: mala universitário?, os piores!<br />
Minha intenção era pegar os dois lados da avenida, ida e volta, rápido e eficiente, pegando o público alvo do evento; jovens em geral. Só flyers em mãos certas. Mas aquele imbecil da perna de pau viu uma praça cheio de aposentados jogando aqueles jogos que os aposentados jogam e desembestou pra lá. Expliquei para ele qual era meu plano, o porque eu tinha que ser rápido (tinha um último ensaio em meia hora) e o porque não podíamos convidar senhores e/ou crianças, mas não adiantou. Aquela besta correu até um playground onde estavam um monte dessas mães solteiras gostosonas e ficou dizendo pra levarem as crianças pro evento, e, pra piorar, disse pra levar dinheiro, justamente na parte grátis do evento, que seriam os espetáculos teatrais. Porra, cara, é um evento artístico, mas não um veneto artístico infantil,, e só de ter minha participação no evento, deveria ser proibido a entrada de crianças, idosos, cardíacos, menores de vinte e um e comediantes vestidos de foca.<br />
Desisti daquela besta e sai andando pra fazer o que eu tinha que fazer. Aquela anta me seguiu, chutou a bunda de um segurança de uma loja, ficou implorando chocolate pro dono de outra e por uns dois minutos pensei em passar a banda nele só pra ver sua jaca explodindo no chão.<br />
Fui embora e a besta veio novamente atrás. Nem tinha como eu esperar as micagens de terceiros. Mas em respeito ao alguém de dentro que convidou o fulano eu nem disse a ninguém sobre nada que aconteceu. Aliás, eu disse à Ana quando voltei ao hotel. E quando cheguei na porta do pico trombei o Barijo e voltamos ao centro cultural pra fazer a prévia do logo mais.<br />
No ensaio o Barijo recebeu um telefonema dos caras que ficaram cuidando do pico do evento. Escutei os caras dizendo que o maluco da perna de pau estava na porta do evento, cobrando entrada de uma coisa que seria grátis e tive um puta ataque de riso. Mais tarde o Barijo enxotou o fulano e, cara, esse mano não tem noção de como a morte rondou seu pescoço no tempo em que Barijo e eu não estávamos perto. Esse bairro aqui é foda, na hora das tretas tem nego que liga pra própria mãe e diz: “Traz uma enxada e os vizinhos que é nós”.<br />
Voltei ao hotel duas horas mais tarde que o combinado. Culpa do mala e da bike que me emprestaram pra ir ao centro cultural e depois foram lá pegar de volta. Ana compreendeu, sendo a grande mulher que estava sendo. “Pensei que fosse me deixar aqui”. “Não você, Ana; não você”.<br />
Tomei um belo banho, fumando um, após uma rápida boqueta – odeio rapidez em fodas mesmo que sejam orais, mas teve que ser assim -, uma boqueta que descabelou as horas que Ana passou arrumando o cabelo. Reparei que da janela do banheiro podia ver as velhas torres de energia com toda sua imponência elétrica. Terminei, me troquei com a calma que nunca tive. “Não estamos atrasados?”. “Sim, mas não. Vou pedir uma cerva e já vamos”.<br />
Bebi pra caralho! Vi a apresentação dos maloqueiros da poesia e pirei, muito bom, quebraram tudo, merecidamente. E assim que eles terminaram o show Barijo me chamou ao palco e disse: “O que você acha, vamos cancelar a apresentação e já jogar as bandas?”. Eu nem disse nada. Só sei que um cara da produção se revoltou e disse: “Vai tomar no cu, vocês ensaiaram tanto agora tem que rolar”. E eu nem disse nada, pois como já disse em algum ponto deste texto, eu estava ali voluntariamente. Nunca fiz parte do coletivo dos caras e tenho uma leve - leve como uma baleia azul - impressão de que (os sectários de Barijo) nem me querem por perto. E como já disse a Barijo, eu não concordo com muita atitude e com muita gente que virou “diretoria” do negócio, me ausento por questões ideológicas e por acreditar no que acredito e só, no mais a amizade é a mesma, a não ser que alguém queira guerra. O estranho é que depois de deixar claro por que minha saída teve nego que ainda tentou fazer as coisas parecerem como se eu tivesse sido limado, normal. E essa foi mais uma prova cabal às convicções que só dizem respeito a mim. Se muito nego nesta megalópole achou que eu era um dos “organizadores” é porque viram o sangue que dei pela idéia que nem era minha