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	<title>educacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/educacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "educacao"</description>
	<pubDate>Tue, 13 May 2008 01:38:58 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[GP Investimentos compra 20% da Estácio]]></title>
<link>http://kiminda.wordpress.com/?p=2326</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 01:14:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nilnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 

A GP Investimentos comprou 20% da Estácio de Sá, o maior grupo de ensino universitário do Br]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><img style="vertical-align:top;" src="http://200.159.236.207/empresas/55/44/54455/logo125.jpg" alt="" width="152" height="147" /></p>
<p>A GP Investimentos comprou 20% da Estácio de Sá, o maior grupo de ensino universitário do Brasil. Pagou 259 milhões de reais. E, a partir de agora, dividirá o controle da instituição com a família Uchoa Cavalcanti, fundadora da Estácio. A família passa agora a deter 55% do negócio - mas o controle e a gestão passam a ser compartilhados.</p>
<p>Pelo acordo, o novo conselho de administração da Estácio terá um total de seis integrantes: a GP e os Uchoa Cavalcanti indicarão três cada um. É o primeiro investimento da GP, o maior fundo de <em>private equity</em> do Brasil, em educação.</p>
<p>As negociações começaram três meses atrás e foram concluídas ontem à noite. Há três semanas, o movimento do mercado financeiro parecia indicar que algo estava acontecendo. No dia 25 de abril, uma sexta-feira de calmaria na bolsa, as ações subiram 10%. Desde julho de 2007 a empresa tem papéis negociados na Bovespa.</p>
<p>A aquisição da GP teve uma peculiaridade. Nenhum banco de investimentos participou da operação. O negócio foi feito diretamente entre as partes e os advogados. Pela GP, Antonio Bonchristiano comandou a transação. Do lado da Estácio, Marcel Uchoa Cavalcanti, filho do fundador da empresa, que hoje conta com cerca de 200 000 alunos em doze estados do país - Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Fortaleza, entre eles. As universidades que a família Uchoa Cavalcanti têm no Paraguai e no Uruguai ficaram fora do negócio.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ser professora dos CEF]]></title>
<link>http://percuciente.wordpress.com/?p=153</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 01:11:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sestércio</dc:creator>
<guid>http://percuciente.wordpress.com/?p=153</guid>
<description><![CDATA[Carta publicada no correio do leitor do semanário Expresso.
Este ano lectivo, a minha escola abriu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2>Carta publicada no correio do leitor do semanário <a href="http://aeiou.expresso.pt/" target="_blank">Expresso</a>.</h2>
<blockquote><p><img class="alignleft size-full wp-image-154" style="margin-left:4px;margin-right:4px;" src="http://percuciente.wordpress.com/files/2008/05/electricist.jpg" alt="" width="130" height="144" />Este ano lectivo, a minha escola abriu dois cursos de educação e formação: Electricista de Instalações e Assistente Administrativo. Sou professora de Língua Portuguesa e, normalmente, é possível aos docentes que pertencem ao quadro escolher os níveis que querem leccionar. Mesmo não tendo sido opção minha leccionar em turmas destes cursos, fui presenteada com quinze seres, projectos de electricistas de instalações, com idades compreendidas entre os 16 e os 18 anos. (...)</p>
<p>Fotocopiei o programa curricular dos módulos correspondentes ao 1º dos dois anos do curso. Fiquei logo céptica quando vi que, para futuros electricistas, os programas previam a leitura orientada de obras literárias como 'Falar Verdade a Mentir', de Almeida Garrett e 'A Saga' de Sophia de Mello Breyner Andresen.</p></blockquote>
<blockquote><p>É certo que a cultura nunca ocupa lugar e também é certo que fica sempre bem a um electricista saber as características do teatro do séc. XIX ( ... ), assim como a interessante história do mentiroso Duarte do 'Falar Verdade a Mentir', não vá de repente ser preciso que o electricista, no exercício da sua profissão, precise mesmo de falar verdade, embora estando a mentir ...</p>
<p>Também pode, a qualquer momento, ser necessário que o futuro electricista precise de dividir orações (... ).</p>
<p>Por favor, cérebros iluminados e destacados para conceberem os programas curriculares deste tipo de cursos, não sejam líricos!!! ( ... ) Venham até Condeixa-a-Nova ( ... ) e assistam à minha aula de Língua Portuguesa. Vão gostar de ver os 15 fabulosos projectos de electricistas a pedirem que não lhes ensine tais matérias pois não  lhes servirão para exercer melhor a profissão e porque lhes tinham dito que, nestes cursos, "as coisas" iam ser diferentes, sem matéria "chata", só com assuntos ( ... ) relacionados com a vida mais prática (,,)<br />
E assim vamos andando, rindo até com certas tiradas dos formandos, com as suas análises de texto boçais e bestiais, vazias de encanto poético mas cheias de conteúdo telúrico, para ser eufemística... Se não, vejam a veia poética de um formando, que, após a leitura da frase <em>"... e Hans foi pai de cinco filhos"</em>, do conto 'A Saga' de Sophia de Mello Breyner, o único comentário de análise textual que conseguiu fazer foi:</p>
<p><em><strong>"- E cum caraças, o homem fartou-se de martelar!!!" ....</strong></em></p>
<p>Professora identificada, Coimbra</p></blockquote>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Mais um testemunho na primeira pessoa sobre os cursos de educação e formação. Estes cursos têm muitos defeitos e, por isso, é raro encontrar um que seja exemplo de sucesso.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Principais problemas: demasiada carga horária, programas desadaptados e extensos, poucas disciplinas práticas, formandos (alunos) escolhidos por dificuldades de aprendizagem e/ ou percursos de insucesso e não por qualquer vocação para os cursos ministrados.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Não é favor dizer que os professores destes cursos têm sido heróis.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há vida depois da morte e há mais que Endemol na Holanda]]></title>
<link>http://maisk3d.wordpress.com/?p=230</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 01:11:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>mcgs07</dc:creator>
<guid>http://maisk3d.wordpress.com/?p=230</guid>
<description><![CDATA[
Dedico esta ao Benfica, já que estiveram no canal 1 toda a noite a discutir coisas importantíssim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xTaX4ZzN6R0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/xTaX4ZzN6R0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Dedico esta ao Benfica, já que estiveram no canal 1 toda a noite a discutir coisas importantíssimas, aqui fica o meu contributo, enquanto não vem o sono.</p>
<p>Esta música ficou conhecida na Holanda em ligação com o futebol apenas devido à última estrofe relativa à selecção laranja (piada ao falhanço de Seedorf no penalty (a 11 m) com a França no Euro 96 que desclassificaria a Holanda nos quartos de final). O resto da canção é um produto quase pedagógico face aos comportamentos de risco e até moralista...se não fosse tão sarcástico.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Freek_de_Jonge">Freek de Jonge</a> é um grande senhor do teatro holandês de protagonista  (<em>one man show</em> numa espécie de cabaret). A cultura holandesa não é só Endemol , de facto.<br />
Com as imagens deste vídeo, o resto da mensagem adivinha-se, já que está quase completo o catálogo dos desafios à morte (na Holanda a figura da Morte com a gadanha é masculina- <em>Pietje de Dood</em>) </p>
<p>Espero que este personagem me não venha bater à porta mais cedo, em castigo pelas alusões religiosas numa noite destas, mas até que tenho a TV ligada para ouvir os cânticos de Fátima e às vezes (ultimamente menos) vou à procissão das velas , a sério, e o espírito é bem diferente do das manifs com velas .... Conto com o sentido de humor celestial e aqui vai a musiquinha.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um misto de CDS com URSS]]></title>
<link>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11489</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:58:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Azevedo Alves</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não sei se o maradona prestou a devida atenção ao currículo do Professor Doutor Pureza (podem ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se o maradona prestou a devida atenção ao currículo do Professor Doutor Pureza (podem ver o currículo <a href="http://www.ces.uc.pt/investigadores/cv/jose_manuel_pureza.php">aqui</a>) antes de escrever <a href="http://acausafoimodificada.blogs.sapo.pt/121184.html">este post</a>, mas em todo o caso aqui fica a recomendação: <a href="http://acausafoimodificada.blogs.sapo.pt/121184.html">ciência, ciência, ciência, tecnologia, tecnologia, tecnologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudantes-monitores de Informática em São Paulo]]></title>
<link>http://bazar21.wordpress.com/?p=155</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:52:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juliana</dc:creator>
<guid>http://bazar21.wordpress.com/?p=155</guid>
<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Educação vai selecionar 4 mil alunos do Ensino Médio para atuar como mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Educação vai selecionar 4 mil alunos do Ensino Médio para atuar como monitores de informática na rede estadual de ensino, com salário de 340 reais mensais para carga horária de quatro horas diárias.</p>
<p>Os estudantes terão como função orientar os colegas e manter as salas abertas em período integral.</p>
<p>O projeto, batizado de Acessa Escola, empregará mais de 12,2 mil estagiários até o final da sua implantação. O contrato de estágio será de até 12 meses, podendo ser prorrogado por mais 12 meses. O tempo mínimo de contrato será de seis meses.</p>
<p>s 4 mil vagas abertas a partir de segunda-feira serão para as duas fases iniciais, em mil escolas. Os alunos começarão a trabalhar a partir de agosto.</p>
<p>A Secretaria mantém uma rede de 70 mil computadores distribuídos em 5,5 mil escolas em São Paulo - 97% dos colégios estaduais possuem laboratórios de informática, segundo o órgão.</p>
<p>Completo <a href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2008/05/12/sao-paulo-contrata-4-mil-estudantes-como-monitores-de-informatica/" target="_blank">aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Velocidade da web causará perda de memória, diz Umberto Eco]]></title>
<link>http://bazar21.wordpress.com/?p=154</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:49:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juliana</dc:creator>
<guid>http://bazar21.wordpress.com/?p=154</guid>
<description><![CDATA[Em entrevista publicada no jornal espanhol &#8220;El Pais&#8221; e reproduzida pelo caderno Mais! de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista publicada no jornal espanhol "El Pais" e reproduzida pelo caderno <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/fs1105200804.htm"><strong>Mais!</strong></a> deste domingo, o romancista Umberto Eco fala sobre a velocidade da internet e como ela afeta a troca de informação.</p>
<p><strong>PERGUNTA - O que é certo é que alguns anos atrás o sr. disse que viveríamos de modo rapidíssimo, e agora vivemos em velocidades supersônicas.</strong><br />
<strong>ECO</strong> - E tudo o que existe agora será obsoleto dentro de pouco tempo. Até o e-mail será obsoleto, porque tudo será feito com o celular.</p>
<p>Talvez as novas gerações se acostumem a isso, mas existe uma velocidade do processo que é de tal calibre que a psicologia humana talvez não consiga adaptar-se. Estamos em velocidade tão grande que não existe nenhuma bibliografia científica americana que cite livros de mais de cinco anos atrás.</p>
<p>O que foi escrito antes já não conta, e isso é uma perda também quanto à relação com o passado.</p>
<p><strong>PERGUNTA - Tanta informação faz com que os jornais pareçam irrelevantes.</strong><br />
<strong>ECO</strong> - Esse é um de nossos problemas contemporâneos. A abundância de informação irrelevante, a dificuldade em selecioná-la e a perda de memória do passado -e não digo nem sequer da memória histórica. A memória é nossa identidade, nossa alma. Se você perde a memória hoje, já não existe alma; você é um animal.</p>
<p>Se você bate a cabeça em algum lugar e perde a memória, converte-se num vegetal. Se a memória é a alma, diminuir muito a memória é diminuir muito a alma.</p>
<p>Completo <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u400939.shtml" target="_blank">aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encerra dia 14 inscrições para bolsas no Timor-Leste]]></title>
<link>http://bazar21.wordpress.com/?p=153</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:46:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juliana</dc:creator>
<guid>http://bazar21.wordpress.com/?p=153</guid>
<description><![CDATA[A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Cape]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC) recebe, até o próximo dia 14, inscrições para bolsas do Programa de Qualificação de Docentes e Ensino de Língua Portuguesa no Timor Leste.</p>
<p>O objetivo é dar continuidade ao Programa de Qualificação de Docentes e Ensino da Língua Portuguesa, realizado em parceria entre a Capes e o Ministério da Educação e Cultura do Timor-Leste, de professores em exercício nas escolas timorenses. Serão selecionados até 50 bolsistas.</p>
<p>Os professores selecionados irão trabalhar com professores formadores timorenses de suas respectivas áreas. Também serão encarregados de ministrar oficinas, atividades didáticas e realizar pesquisas para a elaboração de material didático, entre outras atividades. Há vagas para a função de coordenadores da equipe brasileira, que exigem formação mínima desejável em nível de mestrado.</p>
<p>Os candidatos selecionados receberão bolsa mensal da Capes no valor de € 1.100 para bolsistas e de € 2.000 para coordenadores; seguro saúde; auxílio instalação e passagem aérea Brasil/Timor-Leste/Brasil, em classe econômica promocional. O início das atividades está previsto para julho de 2008. Todas as informações estão disponíveis no edital. (Assessoria de Imprensa da Capes)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Instituto da Droga e da Toxicodependência faz juz ao seu nome]]></title>
<link>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11487</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:32:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Azevedo Alves</dc:creator>
<guid>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11487</guid>
<description><![CDATA[Há poucas coisas mais perigosas do que o empenho do Estado neste tipo de campanhas de prevenção. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucas coisas mais perigosas do que o <em>empenho</em> do Estado neste tipo de campanhas de <em>prevenção</em>. "Desinteressante" e "desprezível" ainda vá; agora "conservador" é que dá mesmo vontade de ir já chutar para a veia: <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1328497&#38;idCanal=58">Representante das associações de pais acusa site do IDT de incentivar consumo de droga</a> </p>
<blockquote><p>O site do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) destinado a crianças e jovens a partir dos 11 anos contém um "Dicionário de Calão" que as associações de pais temem poder incentivar o consumo.</p>
<p>(...)</p>
<p>No dicionário do site infanto-juvenil www.tu-alinhas.pt pode aprender-se que "betinho", “cocó” ou “careta” é “aquele que não consome droga e, por isso, é considerado conservador, desprezível e desinteressante”.  <!--more--></p>
<p>Existem ainda definições que os encarregados de educação consideram ser “quase um manual de instruções”. Diz o dicionário que "Queimar" é "aquecer com o isqueiro a heroína ou cocaína, até fazer a bolha brilhante, cativante e vaporosa cujo fumo será inalado com a ajuda de uma nota enrolada em tubo”.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pista produz eletricidade em danceteria ecológica]]></title>
<link>http://paulooliveira.wordpress.com/?p=234</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:21:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>LD&#38;DA Paulo Oliveira</dc:creator>
<guid>http://paulooliveira.wordpress.com/?p=234</guid>
<description><![CDATA[Ir à uma discoteca e ao mesmo tempo contribuir para o desperdício de energia. Este é o princípio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ir à uma discoteca e ao mesmo tempo contribuir para o desperdício de energia. Este é o princípio de uma discoteca que abrirá as portas em Roterdam, Holanda, em setembro, e que no último final de semana começou a fazer apresentações em cidades européias para difundir a idéia da pista de dança sustentável.</p>
<p>A Sustainable Dance Club funciona com a própria energia do movimento do corpo dos freqüentadores do lugar. Enquanto as pessoas dançam, ao som de DJs, um sistema sob o assoalho capta a energia gerada pelo movimento na pista e conduz até um gerador que a transforma em eletricidade e na iluminação do estabelecimento.</p>
<p style="text-align:center;"><img style="vertical-align:middle;" src="http://www.edlumiere.com.br/img/noticias/destaque/5048.jpg" alt="" width="210" height="187" /></p>
<p>O projeto, que já funciona como um evento itinerante, inclui abastecimento dos banheiros com água da chuva, paredes que mudam de cor numa reação ao calor e turbinas de vento para arejar o terraço.</p>
<p>A idéia tem contribuído bastante para a economia de energia. Uma danceteria, que funciona três vezes por semana, gasta por ano até 150 vezes mais energia elétrica que um lar. Em função do sucesso do projeto, os idealizadores do clube estão tentando empreender novas danceterias sustentáveis em Nova York, Londres, Amsterdã e Merlbourne.</p>
<p>A danceteria sustentável é um conceito de duas organizações: Enviu - Innovators in sustainability e a empresa de arquitetura Döll.</p>
<p>A primeira exibição foi em Paris, no dia 19 de abril, durante o Salão do Planeta Sustentável. Centenas de pessoas foram testar o princípio e acompanhar a transformação da energia em eletricidade.</p>
<p>O custo de instalação de uma pista ecologicamente correta como essa é alto: 3,5 mil euros (R$ 9,2 mil) o metro quadrado. Mas o idealizador da engenhoca garante que, a longo prazo, a economia compensa, especialmente sob o ponto-de-vista da consciência ambiental.</p>
<p>"O gasto com energia é um dos mais expressivos em um estabelecimento noturno. Se der para economizar e ainda poupar o meio ambiente, melhor para todo mundo", explica o idealizador do projeto, Daan Roosegaarde.</p>
<p>A pista de dança pode produzir de entre quatro a oito watts por segundo em cada 65cm² de espaço. Para uma discoteca pequena, com 6m² de pista de dança, por exemplo, a produção de energia seria de entre 400 e 700 watts, dependendo, evidentemente, da animação do público.</p>
<p>"A expectativa é de que, para a inauguração da boate, a energia produzida seja capaz de alimentar também a aparelhagem do DJ, além das luminárias. Esperamos que acima de tudo os jovens adquiram mais consciência sobre o quanto eles podem colaborar com a preservação da natureza, mesmo quando pensam estar só se divertindo e fazendo festa", disse o holandês, que conta com o auxílio da Universidade Tecnológica de Delft para desenvolver o projeto, além do apoio de diversas empresas holandesas públicas e privadas.</p>
<p>A reciclagem da energia não é a única iniciativa do clube - que será apropriadamente chamado de Watt − para conscientizar os jovens. Para os toaletes, será utilizado um sistema de renovação da água da chuva, capturada no telhado.</p>
<p>Antes, porém, a água ainda faz uma participação na decoração do ambiente, passando por uma parede de cascata. Até mesmo os copos de plástico serão lavados e reutilizados várias vezes durante a noite. Para isso, os freqüentadores do local receberão um suporte de copos reciclável − para que não os danifiquem durante o uso.</p>
<p>A danceteria terá capacidade para duas mil pessoas e tem inauguração prevista para o dia 4 de setembro. Até lá, os organizadores pretendem difundir a idéia nas principais capitais européias em salões e exposições de meio ambiente. O próximo evento será no dia 30 de abril, durante a "Festa da Rainha", tradicional na Holanda e que normalmente deixa um rastro de sujeira plástica para trás.</p>
<p>Da redação, com agências <a href="http://www.portallumiere.com.br">www.portallumiere.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Golden Plus oferecerá cursos na área de iluminação ]]></title>
<link>http://paulooliveira.wordpress.com/?p=233</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:15:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>LD&#38;DA Paulo Oliveira</dc:creator>
<guid>http://paulooliveira.wordpress.com/?p=233</guid>
<description><![CDATA[Com o objetivo de estreitar a relação com lojistas do setor de material de construção e capacita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de estreitar a relação com lojistas do setor de material de construção e capacitar profissionais e consumidores, a empresa de iluminação Golden Plus fechou uma parceria com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) para participar da Loja Escola do Varejo, que trata-se um centro de desenvolvimento criado pela Anamaco em 2003 para oferecer soluções de varejo e potencializar o relacionamento entre a indústria e o comércio do setor.</p>
<p>Com a parceria, a empresa oferecerá treinamentos gratuitos na área de iluminação. Exemplos disso é o curso voltado para o consumidor final, que terá como tema a iluminação prática e econômica. Serão abordadas dicas sobre as necessidades de conservação de energia; economia de luz com lâmpadas fluorescentes compactas; a relação entre o conforto, economia e decoração; bem como aplicação de lâmpada para cada ambiente, com foco nas residências. Posteriormente, a Golden Plus ministrará também treinamentos direcionados para seus funcionários, lojistas, eletricistas, engenheiros e arquitetos.</p>
<p>O coordenador de Marketing &#38; Produtos da empresa, Hélio Watanabe, afirma que essa parceria "é uma oportunidade de aproximar a Golden Plus dos lojistas associados a Anamaco, fortalecer a marca e difundir os produtos a nível nacional".</p>
<p>A Loja Escola fica na rua Norma Pieruccini Giannoti n° 423, na Barra Funda, em São Paulo. O horário de funcionamento é das 9h às 18h.</p>
<p>Da Redação <a href="http://www.portallumiere.com.br">www.portallumiere.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wordpress e buscas enigmáticas]]></title>
<link>http://maisk3d.wordpress.com/?p=229</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>mcgs07</dc:creator>
<guid>http://maisk3d.wordpress.com/?p=229</guid>
<description><![CDATA[Calculo que o post anterior tenha saído repetido, uma vez que o wordpress republica sempre que se a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Calculo que o post anterior tenha saído repetido, uma vez que o wordpress republica sempre que se actualiza. Isso enervará qualquer um que já  tenha lido o post.  Por isso já não costumo corrigir gralhas menores, mas este teve que ser, era o link que estava errado.</p>
<p>O "homem dos recortes" devia estar a recibos verdes, nunca mais dei pela sua actividade. Esquisito só mesmo o que aparece às vezes nos motores de busca. Procurarei sempre responder às buscas (quando souber, e a frase for aceitável, claro está).</p>
<p>A resposta à última busca enigmática  é "Cinismo (pedagógico)".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La lengua de las Mariposas (notas)]]></title>
<link>http://maisk3d.wordpress.com/?p=228</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:25:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>mcgs07</dc:creator>
<guid>http://maisk3d.wordpress.com/?p=228</guid>
<description><![CDATA[Embora a canção não precisasse de comentários, a presença de um vídeo a acompanhar pede maior ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Embora a canção não precisasse de comentários, a presença de um vídeo a acompanhar pede maior investigação. Assim e para não induzir ninguém em erro, esclareço que a música do filme <a href="http://www.uhu.es/cine.educacion/cineyeducacion/temasmariposas.htm#Pel%EDcula:%20La%20lengua%20de%20las%20mariposas"><em>La lengua de las mariposas</em></a> é de Amenabar.</p>
<p><em>El Maestro</em> era a canção de Patxi de que me lembrava bem do LP que tenho e que procurei no Youtube. Foi a canção que levou ao filme uma vez que alguém no You tube a acrescentou ao vídeo. . Não conhecia o filme e terei que o ver. <a href="http://www.uhu.es/cine.educacion/cineyeducacion/index.htm">O site de onde tirei o link acima é uma maravilha de <em>pedagogia</em> que vale a pena visitar.</a> Admito que talvez para os colegas de Artes este trabalho já seja conhecido. De qualquer das formas aqui fica o destaque.</p>
<p>O autor da página é <a href="http://www.uhu.es/cine.educacion/cineyeducacion/salanova.htm">E.M. Salanova Sanchez</a> e revelou grande solicitude em resposta imediata ao email que lhe enviei (procurando como adquirir o filme). Esclareceu o que acima ficou dito sobre a música do filme e informou que é fácil encontrar o DVD dado estar editado em Espanha. Enviou-me ainda a letra da canção <em>El maestro </em>mas a dicção de Patxi é quase perfeita por isso achei não ser necessário acrescentá-la aqui.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Congresso Internacional de Ensino em Ciências - Colômbia 2009]]></title>
<link>http://nelas.wordpress.com/?p=130</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:02:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelas</dc:creator>
<guid>http://nelas.wordpress.com/?p=130</guid>
<description><![CDATA[Está aí uma ótima oportunidade para discutir a ampliar os horizontes da educação em ciência! Q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Está aí uma ótima oportunidade para discutir a ampliar os horizontes da educação em ciência! Que tal os blogueiros científicos aderirem em massa? Até 2009 tem bastante tempo para desenvolver e testar idéias para apresentar no congresso...!</p>
<p style="text-align:center;"><img style="margin:5px;" src="http://www.colciencias.gov.co/rec/source/congress.jpg" alt="International Congress of Science Education" width="330" height="195" /></p>
<p>Segue abaixo os temas a serem abordados no congresso:</p>
<ul>
<li>Active  modern methods and innovations in science education (physics,  chemistry, biology, etc.)</li>
<li>Modern  curriculum design</li>
<li>Evaluation  and assessment</li>
<li>Science  experiment and laboratory in teaching and learning</li>
<li>Educational  technology, software and Internet in science education</li>
<li>Modern  textbooks</li>
<li>Research  in science and mathematic education</li>
<li>Science  Olympiads</li>
<li>Methodology  of mathematics education</li>
<li>Methodology  of different natural sciences (geology, astronomy, biotechnology,  biomedical sciences etc.)</li>
<li>and  other  themes</li>
</ul>
<p><strong>Info:</strong><br />
International Congress of Science Education<br />
<a title="Science" href="http://www.colciencias.gov.co/rec/cong/"> www.colciencias.gov.co/rec/cong</a><br />
15 a 18 de Julho de 2009<br />
Cartagena, Colômbia</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula pede que prefeitos estimulem inscrições de escolas na olimpíada de matemática]]></title>
<link>http://correiodiario.wordpress.com/?p=246</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 23:01:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Harry</dc:creator>
<guid>http://correiodiario.wordpress.com/?p=246</guid>
<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta segunda-feira que prefeitos estimulem as inscri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta segunda-feira que prefeitos estimulem as inscrições de escolas públicas na próxima olimpíada de matemática, disciplina que, segundo ele, "costuma causar arrepios até nos mais inteligentes".</p>
<p>"Foi justamente pensando em melhorar essa relação dos alunos com a matéria e mostrar que a matemática não é nenhum bicho de sete cabeças que foi criada a olimpíada da matemática das escolas públicas", disse no programa de rádio semanal "Café com o Presidente".</p>
<p>Lula destacou que o país conta, atualmente, com "a maior olimpíada de matemática do mundo" e classificou a premiação dos alunos de "motivo de orgulho".</p>
<p>"Fui ao Rio de Janeiro, no Teatro Municipal, entregar a medalha para os que ganharam ouro. É emocionante e é motivo de orgulho a gente ver aquelas crianças que se dedicaram tanto receberem uma medalha de ouro."</p>
<p>O prazo para que as escolas públicas possam se inscrever termina no próximo dia 16. As inscrições podem ser feitas por meio do site da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.</p>
<p>Em 2007, cerca de 17,3 milhões de estudantes de mais de 38 mil escolas do país participaram da terceira edição do concurso. Os 3.000 vencedores receberam, além de medalhas, bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no valor de R$ 100 mensais, durante o período de um ano.</p>
<p>Via: <a title="Folha Online" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u400903.shtml" target="_blank">Folha Online</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://franco2008.wordpress.com/?p=177</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:38:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>bjfranco</dc:creator>
<guid>http://franco2008.wordpress.com/?p=177</guid>
<description><![CDATA[CONSELHO DE CLASSE

Decidindo a vida dos alunos no 1º Bimestre
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>CONSELHO DE CLASSE</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://franco2008.files.wordpress.com/2008/05/s5030040.jpg"><img class="size-medium wp-image-176 aligncenter" src="http://franco2008.wordpress.com/files/2008/05/s5030040.jpg?w=300" alt="" width="384" height="255" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Decidindo a vida dos alunos no 1º Bimestre</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OS PASSAGEIROS por zuleika dos reis]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1629</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:34:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1629</guid>
<description><![CDATA[                                                  ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">                                                                                                                  Para Jorge Lescano</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Não, não se parecem com amantes em pleno ato de amor, nem com amigos no momento do reencontro, ainda que a epiderme de cada um toque fundo a epiderme de cada outro. Talvez se pareçam com passageiros de um ônibus, às seis da tarde, em direção à periferia, ou às cinco da manhã, em direção ao centro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>                        </span>Aqueles que não se assemelham a amigos nem a amantes e que sugerem certa analogia com passageiros, têm com estes apenas alguma proximidade no que se refere à aderência dos corpos, e isto levando-se em conta somente os passageiros em pé que, com os sentados, dois cotovelos colados aqui, duas coxas coladas ali, toda e qualquer comparação perde consistência, porque os corpos que não se assemelham a amantes nem a<span>  </span>amigos<span>  </span>não aderem dois cotovelos aqui, duas coxas ali.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>                        </span>Observando-se o interior do ônibus de modo desatento, poderíamos interpretar o conjunto de passageiros apenas como bloco imóvel de múltiplas peças imperfeitamente articuladas, espécie de máquina inoperante, interpretação que se desfaz quando o ônibus pára no ponto para a entrada de novos passageiros visto que estes, ao se inserirem no referido veículo, geram desestruturação na tal máquina pois, na medida em que dois corpos, não podendo ocupar simultaneamente o mesmo lugar no espaço, novos corpos, ao se inserirem, desloquem os mais antigos da posição em que se encontram.Processo análogo, em sentido inverso, ocorre antes de algum corpo sair do veículo, porque também se depara com a necessidade de separar muitos e muitos outros para atingir a porta traseira e, em seguida, descer cada um dos degraus até retornar, na calçada, à condição de peça individual. Às vezes, há entradas e saídas não concomitantes que, ainda quando sincrônicas, nos permitem rápidos vislumbres das reestruturações e desestruturações sucessivas no bloco imóvel ao olhar distraído, as quais instituem no âmago do ônibus, aquilo a que chamamos movimento.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>                        </span>Algo distinto ocorre aos que não se parecem com amantes nem com amigos. Se se assemelham aos passageiros em pé dentro do veículo, pelo fato de não precisarem entrar nem sair de veículo nenhum, conservam-se o mesmo bloco, aderidos e imóveis sempre, situação alterada apenas por uma Força de natureza diversa, que aparece e retira este ou aquele do local que ocupam, causando – como no ônibus - desequilíbrio nos imediatamente próximos. Não cabendo a tal Força a palavra passageiro e cumprindo a nós a tarefa de imaginar que nome lhe dariam, se fossem aptos para fazê-lo, os que não se parecem com amigos nem com amantes,<span>  </span>surge-nos a expressão “deus ex machina”, aparição súbita e exterior ao enredo, em certas peças gregas, vinda a fim de solucionar situações de total impasse para seus personagens.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>                        </span>Deus Ex Machina caminha pela calçada, seguido pela silhueta dos veículos, dos arranha-céus, das luzes de néon e da lua cheia. Caminha devagar, com um pacote contra o peito, como se estreitasse o amigo ou a amante, sabendo-se cronópio, degenerado e em extinção (1). Ei-lo que chega a casa, abre a porta e, mesmo antes de ir ao banheiro, desfaz o referido pacote, retira-lhe do interior objetos já pretéritos – ainda que seus fabricantes continuem a convencê-lo da contemporaneidade dos mesmos (2) – e os vai colocando horizontalmente sobre seus pares em pé, estes companheiros de segredos (como os amigos certos, os amantes verdadeiros) cujos corpos, porque não possuem a flexibilidade dos que continuam seguindo no ônibus, já não admitem a inclusão, na vertical, de qualquer novo exemplar de sua espécie, por mais delgado que seja, isto conferindo aos objetos recém-chegados grande vantagem sobre os passageiros do veículo anteriormente referido visto que, se estes possuem a autonomia de entrar, de permanecer, de sair do tal veículo, só lhes é possível nele estar verticalmente ou, alguns poucos, nos assentos. Nenhum pode deitar-se no teto, ressalvando-se que acomodações deste tipo já vêm sendo utilizadas em trens da Central do Brasil, mas apenas por passageiros clandestinos e sobre o teto pelo lado de fora; no que se refere ao seu usufruto, em ambas as variantes (por fora e por dentro), em ônibus e trens do metrô, ainda não dispomos de estatísticas confiáveis. Voltando aos recém-ingressos à casa que será, doravante, o seu verdadeiro lar, são deitados de modo confortável, ou nem tanto, sobre seus pares, como a Pátria no esplêndido berço... enquanto o escriba salva, no disquete, uma das crônicas de costumes da cidade de São Paulo, no final dos anos oitenta do século XX (3).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span><span style="font-size:small;">(1)</span><span style="font:7pt;">   </span></span><span style="font-size:small;">- Os gêneros, por tradição, pertencem aos famas. Ambos, famas e cronópios, existem desde sempre, sendo que estes últimos devem seu nome ao escritor argentino Julio Cortázar. Os primeiros constituem a grande maioria; dos segundos, perpetuamente ameaçados de extinção, restam bem poucos e esparsos, fato do qual os ecologistas, espécie benéfica em florescimento no Planeta, ainda não se deram conta. (Nota do Autor)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">(2)<span>   </span>- <span> </span>Provavelmente, tal leitura apocalíptica seja equivocada, à semelhança do ocorrido quando da invenção da <span>      </span>Imprensa. (Nota do Autor)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">(3) <span>  </span>- <span> </span>Esta crônica foi encontrada em agosto de 1999, por funcionário doutorando em História Natural, no Setor <span>      </span>de Achados e Perdidos do Metrô; por mero acaso, chegou às mãos de um dos organizadores desta Coletânea. (Nota do Editor)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0 0 0 18pt;"><span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">                                                                                                    </span></span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A lógica das retenções]]></title>
<link>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11465</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:31:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Azevedo Alves</dc:creator>
<guid>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11465</guid>
<description><![CDATA[Retenções na escola. Por Miguel Madeira.
Ora, se vamos defender as retenções, não por uma quest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ventosueste.blogspot.com/2008/05/retenes-na-escola.html">Retenções na escola.</a> Por Miguel Madeira.</p>
<blockquote><p>Ora, se vamos defender as retenções, não por uma questão de "não aprendeu, tem que ser ensinado outra vez até aprender", mas por uma questão de premiar "o esforço e o trabalho" e castigar " a ausência de participação e aproveitamento" isso teria conclusões que eu acho disparatadas:  <!--more--></p>
<p>Em primeiro lugar, tal significa que um aluno com pouco aproveitamento mas que "se esforce", "seja interessado", mas, coitado, "não consegue", deveria passar de ano (afinal, se a questão é premiar o esforço...). Efectivamente, há muita gente que defende algo desse gênero, mas eu não acho jeito nenhum nisso: qual é a lógica de passar um aluno que não sabe a matéria (e, assim, nunca irá ficar a saber) só porque ele se "esforça"? Pense-se na seguinte analogia: teria alguma lógica um médico dar alta a um doente que ainda não está curado só porque o dente se esforça para curar-se, faz os tratamentos todos, etc.?</p>
<p>Em segundo lugar, tal também implicaria que um aluno que sabe a matéria toda sem fazer esforço nenhum deveria ser retido (embora isso talvez fosse díficil de aplicar na prática, já que não é tão simples distinguir os bons alunos que se esforçam dos que não se esforçam - a principal pista talvez seja o lugar em que se sentam na sala de aula).</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tira dúvidas - Light Design]]></title>
<link>http://paulooliveira.wordpress.com/?p=232</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 22:24:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>LD&#38;DA Paulo Oliveira</dc:creator>
<guid>http://paulooliveira.wordpress.com/?p=232</guid>
<description><![CDATA[Como estão ocorrendo vários comentários com dúvidas, mas estes ocorrendo em tópicos de assuntos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como estão ocorrendo vários comentários com dúvidas, mas estes ocorrendo em tópicos de assuntos diversos, resolvi abrir este espaço para que possam colocar suas dúvidas sobre Light Design em um só espaço.</p>
<p>começo transportando para cá uma dúvida postada por <strong><span style="font-size:x-small;color:#2583ad;">Kamila Rebeca:</span></strong></p>
<p>"gostaria de saber como é feita a iluminação para expositor de jóias, sendo que se eu tentar colocar diretamente uma luz do teto ao expositor (de vidro) este não ficará bom, e a luz não irá iluminar como deveria. como se faz para que por dentro do vidro mesmo ou por pontos estratégicos as jóias fiquem bem iluminadas??"</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livro sobre 120 anos da libertação dos escravos]]></title>
<link>http://sambadobrasil.wordpress.com/?p=272</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 21:01:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>sambadobrasil</dc:creator>
<guid>http://sambadobrasil.wordpress.com/?p=272</guid>
<description><![CDATA[Amanhã, as 19h30, no Crowne Plaza será lançado o livro “Negro – O Brasil nos deve milhões! ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:12pt;">Amanhã, as 19h30, no Crowne Plaza será lançado o livro “Negro – O Brasil nos deve milhões! – 120 anos de uma abolição inacabada”, de Claudete Alves.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:12pt;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:12pt;">Resenha</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:12pt;">A obra constata, através de uma breve análise do processo de escravização de africanos e da presença histórica da população negra no Brasil, que o desnível presente hoje na nossa sociedade tem seus frutos gerados em um contexto no qual o racismo imperava como ideologia predominante, legitimando a escravidão e que se manteve durante toda a história de nosso país.</span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:Georgia;">Inúmeros fatos e documentos históricos são abordados nesta publicação, que tem como principal missão, mostrar a responsabilidade histórica que o estado brasileiro tem com os negros deste país, no que tange ao ressarcimento de uma dívida que se estende por mais de 500 anos.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O fim anunciado Escola Pública. E agora, Portugal?]]></title>
<link>http://kosmografias.wordpress.com/2008/05/12/o-fim-anunciado-escola-publica-e-agora-portugal/</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 21:00:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Cortes Leal</dc:creator>
<guid>http://kosmografias.wordpress.com/2008/05/12/o-fim-anunciado-escola-publica-e-agora-portugal/</guid>
<description><![CDATA[
A cega globalização dos mercados mata a educação pública. Portugal, em matéria social e educa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img alt="Resized_negocio_20guerra" src="http://kosmografias.files.wordpress.com/2008/05/resized-negocio-20guerra-small.jpg" align="left" border="0" /></p>
<p align="justify">A cega globalização dos mercados mata a educação pública. Portugal, em matéria social e educativa, chafurda no lixo neo-liberal que outros países, lúcida e corajosamente, começam já a rejeitar.</p>
<p align="justify">Com a globalização dos mercados e com a mundialização da economia e da política&#160;neo-liberal, a Educação Pública passou a ocupar lugar secundário na agenda&#160;governamental dos países ocidentais.&#160;</p>
<p align="justify">A Educação é hoje, na&#160;apelidada sociedade da informação, um estorvo à&#160;acéfala neo-liberalização&#160;dos mercados&#160;ocidentais,&#160;erigida&#160;sobre&#160;o equivocado e enganador&#160;rótulo de&#160;&#8216;sociedade do conhecimento&#8217; e da &#8216;aprendizagem ao longo da vida&#8217;. Nada disso. Informação abundante (transbordante)&#160;não é sinónimo de mais conhecimento. Antes&#160;é como areia fina que se escapa à nossa capacidade neuronal de a entender e de muito menos de humanamente a aplicar.</p>
<p align="justify">Com efeito, nadamos e naufragamos em informação (fragmentada e fragmentária), e, contudo, em matéria de conhecimento e desenvolvimento humanos, consentidamente&#160;regredimos. Regredimos porque nos transformamos em reprodutores&#160;automatizados do discurso dominante, o qual, só muito marginalmente, nos permite&#160;sistematizar, não o todo, mas&#160;uma parte ínfima da informação&#160;que neuronalmente nos curto-circuíta&#160;e relacionalmente nos entope os sentidos, inibindo a necessária entropia que supostamente deveria advir de tão imenso oceano informativo. </p>
<p align="justify">Trata-se de uma informação que&#160;nos incha de vazios e que nos preenche de&#160;miragens científicas, políticas, sociais e económicas.</p>
<p align="justify">Neste avassalador mas fragmentário processo (des)informativo, que diariamente nos sufoca de novidades efémeras (ainda que parcelarmente importantes), é impossível organizar e sistematizar&#160;o todo como um todo, o&#160;conhecimento fundamental que sempre se deverá reconduzir ao bem-estar e à felicidade universal da civilização humana. </p>
<p align="justify">A educação -a escola&#8211; sobrevivem, neste carroussel mercantilista, por poucos -muito poucos- mais anos do que os correspondentes ao número de dedos de uma&#160;mão que&#160;muitos querem ver já amputada.</p>
<p align="justify">A verdade, porém, é outra. É&#160;bem diferente daquela que o circunstancialismo da competitividade econónima à escala global nos quer fazer crer.</p>
<p align="justify">Enquanto educadores e cidadãos, não podemos subestimar a crise da educação pública, assim como não podemos, obviamente, sonegar a grave e profunda crise global de valores&#160;que assola as democracias ocidentais, capitaneada pelos barões do capitalismo e da engenharia financeira mundial.</p>
<p align="justify">A questão que se nos coloca é a de nos interrorgarmos se é possível transformar a Escola não numa agência orientada exclusivamente para&#160;a batalha do&#160;progresso económico, ou se, nesta competitiva e excludente guerra de grandes mercados regionais, a educação não se deverá orientar nos países com tradição e cultura democráticas, definitivamente, não tanto para o progresso económico mas, sobretudo, para o desenvolvimento Humano(?).</p>
<p align="justify">Nesta onda avassaladora de competitividade sem limites, corremos o sério risco de, a breve trecho, reiniciarmos com outra mais profunda e vil gravidade, os conflitos nacionalistas (desta feita também regionais) que ao longo da história mancharam de sangue e sofrimento o nosso anão mas sangrento trajecto civilizacional.</p>
<p align="justify">Nesta linha de pensamento, importa à educação, hoje mais do que nunca,&#160;recentrar-se nos valores da vida. Melhor: face à ausência de vontade e livre-arbítrio político dos estados nação em conduzir os seus destinos, convirá a Portugal&#160;corajosamente assumir-se como agente de mudança de paradigmas, juntando-se aos pioneiros&#160;que começam a entender que a&#160;cidadania deve confluir para&#160;o bem-estar dos cidadãos em idênticas circunstâncias de&#160;igualdade de oportunidades e que, para esse desejado efeito, em muito a educação pode estratégica e incontornavelmente&#160;contribuir.</p>
<p align="justify">Trata-se de orientar a educação não para os resulatdos estatísticos da competitividade económica (balofa e efémera como a história já antes nos desmonstrou), mas de a fazer alinhar pelo diapasão da soliedariedade e da felicidade individual e colectiva das novas gerações.</p>
<p align="justify">Sei que o presente repto é difícil de descodificar à luz do labiríntico condicionamento social, económico e político da actualidade, no qual (e para o qual) o sucesso dos mercados se faz confundir, como arquétipo mediaticamente massificado e vulgarizado, com o&#160;narcísico sucesso dos indíviduos e&#160;com o triunfante&#160;&#160; egoísmo colectivo das&#160;comunidades regionais.</p>
<p align="justify">Porém, insisto: a mercantilização global do mundo provocará vitoriosos e derrotados. Torna-se evidente que quem lidera este movimento (os EUA e os restantes membros do G8)&#160;assumem-se e querem ser, convenientemente,&#160;os seus líderes. Pergunto-me: nesta lógica competitiva, que protagonismo sobra para Portugal? Adianto&#160;uma possível&#160;resposta: nesta bipolarização dos mercados, seríamos obrigatoriamente um povo pobre,&#160;excluído dos centros de decisão e rendido aos resultados da disputa mercantil entre&#160;os eixos estratégicos americano-franco-germânico e o dragão (em rápido e imparável crscimento) do&#160;omnipresente do Oriente.</p>
<p align="justify">Nesta perspectiva, a globalização é dual e estará regionalmente circunscrita: América vs. Oriente. </p>
<p align="justify">Diz-nos a história que Abel matou Caím. Pode Portugal (e na sua esteira muitos outros países europeus que tomaram partido por um dos bíblicos irmãos em disputa), inverter e arrepiar caminho.&#160;Pode seguir não a geografia belicista mundial, mas traçar a cartografia&#160;da harmonia. Não&#160;a rota&#160;da competitividade, mas&#160;antes a da partilha e solidariedade. Não&#160;a da democracia autocrática mas o da democracia participativa, solidária e&#160;cooperante. Não&#160;a do progresso de uns poucos em troco da pobreza e da exclusão de muitos, mas a do desenvolvimento humano global, na senda da felicidade universal.</p>
<p align="justify">Ora, é aqui que a educação pode marcar a diferença. É aqui, nesta anunciada brecha já anunciada pelos conflitos entre indomáveis Golias, que a escola pública pode revitalizar-se e cumprir a mais nobre das missões que&#160;para a nossa conturbada&#160;modernidade civilizacional lhe é requerida: educar para o bem-estar individual e colectivo; educar para os valores; educar &#8211; como diz Claudio Naranjo &#8211; para a virtude.</p>
<p align="justify">Se Portugal quer ser moderno e pioneiro, então que o seja: comece pela educação pública orientada para a felicidade dos seus cidadãos. Se agora assim o fizer, a educação formal portuguesa será, amanhã, mais cobiçada e palgiada do que é, na actualidade, a dos chamados países de sucesso,&#160;cujos modelos educativos, vistos à lupa do mercantilismo global,&#160;ocupam no <em>ranking</em> da competitividade económica lugares cimeiros. Estes são, pela sua essência, conjunturais; aqueles (por que Portugal deveria ambicionar), são estruturais e estruturantes. Perenes, também.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="right">Fernando Cortes Leal</p>
<div class="bjtags">Tags:  <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/Escola+Pública">Escola+Pública</a>, <a rel="tag" href="http://technorati.com/tag/neoliberal">neoliberal</a></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LATINIDADE por jorge lescano]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1628</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 20:59:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1628</guid>
<description><![CDATA[A  raça é um conceito  zoológico:  refere-se ao tipo  físico.
Otto Klineberg – As diferen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;"><em><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">A<span>  </span>raça é um conceito<span>  </span>zoológico:<span>  </span>refere-se ao tipo<span>  </span>físico.</span></em></h2>
<h2 style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Otto Klineberg<em> –</em> As diferenças raciais<em></em></span></h2>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"> </span></p>
<h2 style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Periodicamente entram em circulação termos que, analisados de perto, revelam-se dúbios, quando não desprovidos de significado. Latino, latinidade, estão neste caso.<span>   </span></span></h2>
<h2 style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Segundo a antropologia, nunca houve uma raça latina, apenas língua latina. O espírito de síntese, ou a preguiça mental, acabaram identificando o nome da língua com o tipo racial do povo que a falava. Assim, os romanos passaram a ser <em>latinos</em>.</span></h2>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Costuma-se afirmar a existência de línguas neolatinas, contudo, não é inadmissível a teoria de que tais línguas seriam <em>anteriores</em> à conquista romana. As línguas <em>neolatinas</em>, então, seriam apenas línguas <em>latinizadas</em>. Isto é, teriam sido formalizadas pela gramática do império. Na época da conquista da América, a normalização daquelas línguas pela gramática latina é um fato irreversível. Contudo, na opinião de Ricardo Rojas: <em>quando a civilização espanhola começou a ser transferida para o Novo Mundo, não estava constituída nem a unidade racial nem a consciência idiomática da metrópole.</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">A história da América <em>Latina </em>teve início no dia do desembarque dos navegantes europeus nas ilhas Bahamas, mais precisamente na rebatizada de San Salvador, atual Watling Island, à qual os nativos chamavam de Guanahani. A<span>  </span>ocupação inicia-se pela palavra. “Assimilar” a cultura dos povos conquistados sempre foi uma prática sutil de dominação. Alterando-se os significados dos símbolos originais, torna-se possível implantar uma nova ideologia. Consumada esta primeira usurpação, foi fácil para os novos senhores impor outra escala de valores e assumir pelas armas os destinos das populações autóctones.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"><span>         </span>Os ibéricos chegam ao continente com a aura de Cultura Superior (hierarquia atribuída por eles mesmos) pois têm a herança da civilização romana acrescida da verdade “incontestável” de possuir o Deus <em>verdadeiro</em>. A identificação com Roma, duas vezes sacramentada, produz o “esquecimento” das diferenças raciais. Lusos, galegos, catalães, vascos, italianos em geral, são agrupados sob o rótulo <em>latinos, ad majorem dei gloriam</em>, presumivelmente. O curioso, se não cômico, é que o insigne genovês, que segundo a lenda perambulou pela Europa tentando o patrocínio sem ser levado a sério, somente foi reconhecido como Gênio da Raça, arquétipo de uma era, ao se perceber que chegara ao continente errado. Nessa altura, os aborígines já haviam sido denominados <em>índios, </em>pela única “razão” de que o Grande Almirante acreditou até a morte haver aportado na Índia. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">A política colonial torna necessária a “purificação” do continente. As mais de duas mil línguas faladas na América <em>antes</em> da chegada dos europeus, são silenciadas pelo cristianismo. Por algum tempo circulará a expressão Ibero-América, mais tarde quase desaparece. Consagrado pelo uso nada casual, o <em>latino</em> impõe sua prosápia à terra mestiçada; e seus habitantes são meio brancos, pelo menos lingüisticamente. Os grandes manipuladores da história (políticos, militares, cronistas) operam o milagre da transformação racial segundo a etnia dos dominadores. O tempo, ajudado por estes taumaturgos, apaga aos poucos o termo <em>americano</em> que ainda identificava as populações falantes das línguas ibéricas nestas plagas. Hoje, o conceito <em>latino</em>, apesar de difuso, define etnia(s), comportamento e características psicológicas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Também o nome do continente foi deturpado. Paul Herrmann, depois de noticiar a descoberta de Vespuccio (<em>Temos seguido estas costas por um trecho de 600 milhas, e se estendem tão longe que ninguém pode prever seu término; sou do parecer que não se trata de uma ilha, mas de uma vastíssima terra firme(1)</em>), detém-se a considerar a origem do seu prenome. Com suspeitosa naturalidade comenta: <em>a extravagância dos Vespucci manifestou-se de modo ingênuo, por exemplo nos nomes de batismo dado aos descendentes varões. O pai de Amerigo se chamou Anastásio(2), nome extinto ou pelo menos raríssimo desde há séculos na Europa Central. O filho recebe o de Almerigo, italianização do germânico Almerico, também fora de uso desde tempo imemorial. </em>O tom casual da referência sugere aquiescência unânime quanto ao nome, ou pelo menos à divulgação do fato, que torna desnecessário outros testemunhos. O pressuposto permite que encerre o assunto no parágrafo seguinte afirmando: <em>E nada tem de ilógico que o geógrafo alemão Waldseemüller proponha aos cientistas de sua época se dê à nova terra do Ocidente o nome de batismo de Vespucci: América, isto é, a terra de Amerigo.</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Uslar-Pietri, por sua vez, comenta o fato da seguinte forma: <em>Martin Waldseemüller</em><span>  </span><em>necessitava um nome para acompanhar o da Europa, da Ásia, da África, e como quem o havia revelado a Europa era Amérigo, pensou que podia chamar a esse continente com o nome desse personagem. Considerou denominá-lo Amérigen, mas achou que os nomes dos continentes eram femininos e se decidiu por América. [...] Assim, Amérigo veio a ter, sem sabê-lo, o dom supremo dos deuses, o de dar vida e destino através da palavra que nomeia.</em><span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Inútil citar outros textos que divulguem tal versão, esta é a verdade oficial. Há, entretanto, autores que a põem em dúvida, se não a refutam categoricamente.<span>   </span><em><span> </span></em><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Ricardo Palma cita as <em>Cartas de Índias</em>, documento publicado em Madri em 1877. Diz ele: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Trata-se de provar que a voz</span></em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"> América<em> é exclusivamente </em>americana <em>e não um derivado do prenome do piloto maior de Índias Albérico Vespuccio. [...]</em> América, <em>ou</em> Americ<em> é nome de lugar na Nicarágua e designa uma cadeia de montanhas na província de Chontales. A terminação </em>ic <em>(</em>ica, ique, ico<em>, quando castelhanizada) encontra-se freqüentemente nos nomes de lugares nas línguas e dialetos indígenas da América Central e das Antilhas. Parece que significa </em>grande, elevado, proeminente, <em><span> </span>e se aplica aos cimos montanhosos não vulcânicos.</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">[...] Quando em 1522 publicou-se na Basiléia a primeira carta marítima com o nome de</span></em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"> América província,<em> Colombo e os seus principais companheiros já haviam morrido. </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">[...] Também é possível presumir que este nome de </span></em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">América<em> tenha ido se espalhando pouco a pouco até se generalizar na Europa, e que não se conhecendo outra relação impressa descritiva dessas regiões, que a de </em>Albericus Vespuccius<em>, publicada em latim em 1505 e em alemão em 1506 e 1508, acreditassem ver no prenome </em>Albericus<em> a origem, um tanto alterada, do nome da América. </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Na Europa, </span></em><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">América<em> não era nome de batismo de homem ou mulher, e chamando-se Vespuccio </em>Albérico<em>, fica claro que se fosse ele a dar nome ao Novo Mundo, este deveria ter-se chamado </em>Alberícia<em>, por exemplo, e não América.</em></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"><span>         </span><em>Segundo o historiador visconde de Santarém, o florentino Vespuccio veio pela primeira vez ao Novo Mundo em 1499, na expedição de Cabral, e a descrição que escreveu destas regiões foi publicada por Waldseemuller, em Lorena em 1508. Foi Waldseemuller então que teve a injustificável idéia de sobrepor o nome do descritor ao do descobridor.</em></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"><span>         </span>Quem era, afinal, este Vepuccio? Albérico ou Albérigo – não Amérigo nem Almerigo –<span>  </span>Vespuccio nasceu em Florença em 18 de março de 1452;<span>  </span>até 1496 foi diretor do escritório bancário dos Medici em Sevilha. Faleceu nesta cidade em 1512.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">O historiador Francisco de Arce diz: <em>Foi simples desenhista a serviço de Juan de la Cosa, piloto de Santonha e, aproveitando-se da exagerada modéstia – muito própria da raça – do piloto de la Cosa, assinou as cópias que fazia dos seus mapas, acabando por se apropriar delas, assim como das observações e narrações de viagens do seu patrão, e talvez das de outros navegantes hoje esquecidos. </em></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"><span>         </span>[...] A idéia de dar o nome de América ao então chamado Novo Mundo, deve-se à proposta do cosmógrafo Martin Waltzemüller, em sua obra </span></em><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Cosmographie Introductio<em> (Saint-Dié, 25 de abril de 1507), e aceita tacitamente por geógrafos e historiadores contemporâneos.</em></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"><span>         </span>O tempo fez esquecer estes detalhes, e os partidários e discípulos do florentino Albérigo Vespuccio batizam-no Américo, pela assinatura de alguns dos seus mapas, apócrifos, como temos dito, trouxeram o erro muito divulgado de que América deve seu nome ao cartógrafo Vespuccio.<span>    </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">E o continente, mais uma vez, teve o seu nome espoliado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Inversamente, porém com as mesmas intenções dos antigos romanos, o habitante das ex-colônias britânicas na América se apropria, em pleno século XIX (1845-48), de territórios do México como já havia feito com o nome do continente para se identificar como nação. Para compensar, um século mais tarde Hollywood, localizada em ex-território mexicano (Los Angeles, Califórnia) criará o<em> latin lover</em>, encarnado, segundo acreditamos, primeiro pelo italiano Rodolfo Valentino e depois pelo mexicano César Romero (3),<span>  </span>entre outros. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">O <em>latino</em> hoje ainda fala castelhano e português, o <em>americano,</em><span>  </span>inglês, por assim dizer.<span>  </span>No Brasil, a língua portuguesa está sendo substituída paulatinamente por um dialeto composto de inglês ignorado com português esquecido, devidamente complementado por uma gestualidade simiótica (<em>sic</em>). Dia chegará em que falaremos uma mixórdia incompreensível, a julgar pela contaminação das culturas praticada pelos meios de comunicação de massa. A tal de globalização. O <em>latino</em> agora tem<span>  </span>o tipo físico do<span>  </span>maputche, do tcharrua, do quéchua, do aimará, do maia... E às vezes é congo, mandinga, carabali. O<em> americano</em> é loiro. Operou-se a substituição de identidade sem prejuízos para o dominador de turno, pois é ele o administrador da língua. </span></p>
<h3 style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">Concluindo: aceitar nossa <em>latinidade</em> é admitir a necessidade, no século XXI, do xerife convocar os cruzados para defender <em>nossa </em><span>(!)</span> ideologia, <em>nosso</em><span> (!)</span> mercado e <em>nossos</em> (!) hábitos de consumo do fanatismo da raça portadora de turbante, alfanje de plástico e bactérias.</span></h3>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">_____________________________________</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">1 – Provavelmente o autor alemão se refere ao seguinte trecho da <em>Mundus Novus</em>, pretensa carta de Vespuccio a Lorenzo de Medici em 1503 (?): <em>Lá aquela terra soubemos não ser ilha mas continente, porque em longuíssimas praias se estende não circundantes a ela e de infinitos habitantes está repleta.</em> Cumpre salientar que não se tem notícia do original deste documento.</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">2- Por respeito às fontes, mantemos as divergências de datas e grafias dos nomes próprios.</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">3- O nome<span>  </span>espelha o texto: césar, este cargo sintetiza Roma; Romero (romeiro) é quem vai a Roma<em>.</em></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><em><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></em></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong>Bibliografia: </strong></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Rojas, Ricardo; <em>Eurindia</em>, Editorial<span>  </span>Losada, Buenos Aires, 1951</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Herrmann, Paul, <em>Historia de los descubrimientos geográficos</em>, vol. 2; Editorial Labor, Barcelona, 1967.</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vespuccio, Américo (sic) <em>Novo Mundo, Cartas de viagens e descobertas</em>; L&#38;PM, Porto Alegre, 1984</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uslar-Pietri, Arturo, <em>Valores Humanos,</em> Vol. 2; Editorial Mediterraneo, Madrid, 1976. </span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Palma, Ricardo, <em>Tradiciones Peruanas</em>, Ediciones Troquel, Buenos Aires, 1959.</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="line-height:normal;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Arce, Francisco de, <em>El nombre de América</em>, in <em>América y el viejo mundo</em>; Librería El Ateneo, Buenos Aires, 1942.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UEMA divulga resultado dos isentos do Vestibular PAES 2008]]></title>
<link>http://mauricioaraya.wordpress.com/?p=781</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 20:05:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maurício Araya</dc:creator>
<guid>http://mauricioaraya.wordpress.com/?p=781</guid>
<description><![CDATA[A Universidade Estadual do Maranhão dovulgou na tarde desta segunda-feira (12) a lista dos isentos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Universidade Estadual do Maranhão dovulgou na tarde desta segunda-feira (12) a lista dos isentos a pagar o valor da inscrição do processo seletivo vestibular do segundo semestre de 2008.</p>
<p><strong><a href="http://www.vestibular.uema.br/diversos.asp?tema=Isenção%20-%20Resultado&#38;ano=2008&#38;vez=2&#38;coluna=12&#38;resoluca=1024" target="_blank">Clique aqui para conferir o resultado</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encontro na Ilha Portucalis]]></title>
<link>http://universododiscurso.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 19:52:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>universododiscurso</dc:creator>
<guid>http://universododiscurso.wordpress.com/?p=24</guid>
<description><![CDATA[Na quinta-feira passada realizou-se mais um encontro sobre o cef^SL na Ilha Portucalis. Embora o amb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na quinta-feira passada realizou-se mais um encontro sobre o cef^SL na Ilha Portucalis. Embora o ambiente físico fosse mais formal do que o habitual, consegui observar as diversas variantes de interacção. São só mais umas 30 páginas de chat para analisar.... Quem me manda meter nestas coisas complicadas?? Adiante...</p>
<p>O encontro serviu para contar algumas novidades sobre as conferências, nomeadamente a submissão de posters até ao dia 31 de Maio. Aqui fica um registo desse dia!</p>
<p><a href="http://universododiscurso.files.wordpress.com/2008/05/encontro_8maio2008_003.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25" src="http://universododiscurso.wordpress.com/files/2008/05/encontro_8maio2008_003.jpg?w=300" alt="" width="300" height="176" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Avaliação Simplificada?]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=5326</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 19:41:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=5326</guid>
<description><![CDATA[
Pelas minhas paragens parece que ainda não, mas ao que consta já terá chegado a algumas escolas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://educar.files.wordpress.com/2008/05/simplex.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5328 aligncenter" src="http://educar.wordpress.com/files/2008/05/simplex.jpg" alt="" width="476" height="354" /></a></p>
<p>Pelas minhas paragens parece que ainda não, mas ao que consta já terá chegado a algumas escolas um <em>páuerpóinte </em>(do Conselho de Escolas?) destinado a explicar como é que se faz a avaliação simpiificada este ano.</p>
<p>Eu cá acho delicioso, a confirmar-se a proveniência, que o espaço para o Decreto-Regulamentar da simplificação esteja em branco.</p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Anexo</strong></span>: <span style="color:#ff0000;"><strong><a href="http://educar.files.wordpress.com/2008/05/avalsimplificada.ppt">avalsimplificada</a></strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Certificação??]]></title>
<link>http://consultorti.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 19:15:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>consultorti</dc:creator>
<guid>http://consultorti.wordpress.com/?p=60</guid>
<description><![CDATA[Livro escrito pelo Prof. Henry Mintzberg, considerado um dos autores mais criativos - e também um d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Livro escrito pelo Prof. Henry Mintzberg, considerado um dos autores mais criativos - e também um dos mais polêmicos no campo da gestão. Ao escrever <em>MBA? Não, obrigado!</em>, editado no Brasil pela Bookman Editora. O escritor faz uma crítica avassaladora ao tipo de formação que recebem os gerentes e, em consequência, forma como a atividade é exercida.</p>
<p>O prof. da McGill University, em Montreal acertou com uma só pedrada dois gatos disfarçados de lebres: os MBAs e as Certificações do mundo digital.</p>
<p>leia <a href="http://blog.consultoriadomestica.com.br/2008/05/07/certificacao-nao-obrigado/" target="_blank">mais</a></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
