<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>escritores-portugueses &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/escritores-portugueses/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "escritores-portugueses"</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 22:33:26 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O Olho de Vidro]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/28/o-olho-de-vidro/</link>
<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 17:41:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/28/o-olho-de-vidro/</guid>
<description><![CDATA[
O romance O Olho de Vidro, de Camilo Castelo Branco, é a mais recente obra da colecção em língu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/05/books-by-funkeymunkey17-thumb.jpg?w=240&#38;h=180" alt="" /></p>
<p align="justify">O romance <a href="http://www.gutenberg.org/etext/26110"><em>O Olho de Vidro</em></a>, de Camilo Castelo Branco, é a mais recente obra da colecção em língua portuguesa, no <a href="http://www.gutenberg.org/pt">Projecto Gutenberg</a>.</p>
<p align="justify">Introdução feita pelo autor:</p>
<p align="justify">«<em>Francisco Luiz d'Abreu, estudante do segundo anno medico na universidade de Coimbra, estava, por volta das onze horas da noite de 28 de janeiro de 1692, estudando, no seu Vila Corta, as theorias de Galeno ácerca das purgas—de purgatione.—Embebecido e pasmado nas virtudes drasticas dos olhos de caranguejo, apenas tinha um todo-nada de espanto para celebrar os não menos miraculosos effeitos da pelle de cobra, quando, tão a deshoras, duas aldrabadas na porta o roubaram ao seu enlevo. Francisco encapuzou-se no gabão, e abriu as portadas da janella que dava sobre o Becco das Flores, becco assim denominado por antiphrase, figura de rethorica tolerantissima que permitte denominar-se flores o adubo de que ellas tiram a seiva putrida, mais tarde evaporada em aromas.</em>»</p>
<p align="justify">
<p align="justify">Camilo Castelo Branco nasceu em Lisboa no ano de 1825. Dedicou-se ao jornalismo e à escrita de ficção. É considerado um dos grandes escritores portugueses do século XIX, sendo a novela <em><a href="http://www.portoeditora.pt/bdigital/pdf/NTSITE99_AmorPerdi.pdf">Amor de Perdição</a></em> uma das suas obras mais notáveis.</p>
<p align="justify">Das várias obras da autoria de C. Castelo branco, destacam-se, entre outras, <em>Agostinho de Ceuta</em> (teatro, 1847), <em>Maria, não me mates, que sou tua mãe</em> (novela, 1848), <em>Inspirações </em>(poesia lírica, 1851), <em>Livro Negro de Padre Dinis </em>(novela, 1855), <em>O Romance de um Homem Rico</em> (novela, 1861), <em>Coração, Cabeça e Estômago</em> (novela, 1862), <em>A Queda dum Anjo</em> (novela, 1866),  <em>A Mulher Fatal</em> (novela, 1870), <em>Eusébio Macário</em> (novela, 1879) e <em>A Corja</em> (novela, 1880).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Regicida]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/22/o-regicida/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 14:31:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/22/o-regicida/</guid>
<description><![CDATA[
O Regicida de Camilo Castelo Branco, é uma das mais recentes obras da colecção em língua portug]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/05/books-by-funkeymunkey17-thumb.jpg?w=240&#38;h=180" alt="" /></p>
<p align="justify"><a href="http://www.gutenberg.org/etext/26017"><em>O Regicida</em></a> de Camilo Castelo Branco, é uma das mais recentes obras da colecção em língua portuguesa, no <a href="http://www.gutenberg.org/pt">Projecto Gutenberg</a>. Deixo um excerto da obra.</p>
<p align="justify">«<em>A urdidura d'este romance, que afoitamente denominamos historico, deu-no'l-a um manuscripto, que pertenceu á livraria do secretario de estado Fernando Luiz Pereira de Sousa Barradas.</em></p>
<p align="justify"><em>O collector d'estes apontamentos, que a historia impressa, respeitando as conveniencias, omittiu, foi contemporaneo dos successos que archivou, pois escrevia em 1648.</em></p>
<p align="justify"><em>De lavra nossa, n'este romance, ha apenas os episodios, que me sahiram ajustados e congruentes com os traços essenciaes da narrativa.</em>»</p>
<p align="justify">Camilo Castelo Branco nasceu em Lisboa no ano de 1825. Dedicou-se ao jornalismo e à escrita de ficção. É considerado um dos grandes escritores portugueses do século XIX, sendo a novela <em><a href="http://www.portoeditora.pt/bdigital/pdf/NTSITE99_AmorPerdi.pdf">Amor de Perdição</a></em> uma das suas obras mais notáveis.</p>
<p align="justify">Das várias obras da autoria de C. Castelo branco, destacam-se, entre outras, <em>Agostinho de Ceuta</em> (teatro, 1847), <em>Maria, não me mates, que sou tua mãe</em> (novela, 1848), <em>Inspirações </em>(poesia lírica, 1851), <em>Livro Negro de Padre Dinis </em>(novela, 1855), <em>O Romance de um Homem Rico</em> (novela, 1861), <em>Coração, Cabeça e Estômago</em> (novela, 1862), <em>A Queda dum Anjo</em> (novela, 1866),  <em>A Mulher Fatal</em> (novela, 1870), <em>Eusébio Macário</em> (novela, 1879) e <em>A Corja</em> (novela, 1880).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Correspondência de Fernando Pessoa vai ser leiloada]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=258</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 00:41:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/?p=258</guid>
<description><![CDATA[ 

Num artigo publicado ontem, 15/7/2008, no New York Times, por Michael Kimmelman, soube da gritar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/07/almada-pessoa1-full.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-259" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/07/almada-pessoa1-full.jpg?w=260" alt="" width="260" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Num artigo publicado ontem, 15/7/2008, no New York Times, por Michael Kimmelman, soube da gritaria, da confusão lusitana ao redor da venda da correspondência de Fernando Pessoa ao escritor britânico Aleister Crowley.<span>  </span>Esta correspondência do poeta português com o místico escritor britânico foi iniciada em 1930.<span>  </span>Sua venda, negociada pelos herdeiros de Fernando Pessoa, está marcada para o período de alta visibilidade na Europa, o outono, que é a estação de abertura dos eventos culturais do ano e será feita em leilão público.<span>  </span>A confusão é gerada pela reclamação de alguns da saída do país de documentos de tal importância.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas, é justamente de vendas como esta, que a Biblioteca Nacional de Portugal pode se beneficiar, como já o fez no ano passado quando arrematou, para seu acervo, cadernos de notas de Fernando Pessoa.<span>  </span>Como Kimmelman em seu artigo lembra, a maior parte da obra de Pessoa está em manuscritos, nunca tendo sido publicada -- diz-se que chegam aos 30.000, ainda guardados em baús na última moradia do escritor.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A decisão dos herdeiros de venderem pelo maior e melhor preço estes documentos é volátil.<span>  </span>Recentemente o ministro da cultura de Portugal, José Antonio Pinto Ribeiro, lembrou, numa conferência aberta ao público na Casa Fernando Pessoa, que o estado português tem o poder de manter dentro de seu território qualquer objeto (e os manuscritos se enquadram aqui) que achar ser necessário para o patrimônio nacional.<span>  </span>A mensagem, bem entendida por Manuela Nogueira, a sobrinha de Fernando Pessoa, que se encontrava na audiência, era de que ela não se sentisse muito confiante, porque a qualquer momento o governo poderia decidir que tais documentos eram do interesse cultural do país e não só proibir sua venda, como também tombar tais documentos, e nada dar aos herdeiros em troca.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Manuela Nogueira já estava preparada para a luta.<span>  </span>Já havia fotografado tudo que pretendia vender de modo que cópias estarão sempre abertas para estudiosos, não importando o destino final dos originais.<span>  </span>Além do que, um contrato já havia sido assinado por ela e pela casa de leilões. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O artigo de Michael Kimmelman continua então com considerações sobre Pessoa e sobre a alma portuguesa, inclusive opiniões sobre a última, com uma breve entrevista sublinhando as opiniões de Inês Pedrosa, a escritora que esteve recentemente aqui em Paraty, na FLIP [Feira Literária Internacional de Paraty] deste ano. <span> </span>O artigo revela também algumas opiniões de Jerônimo Pizarro diretor da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.<span>  </span>Mas, o assunto pelo qual tenho interesse aqui é diferente daquele enfatizado pelo New York Times, que se mostrou mais interessado em mostrar a forma peculiar, culturalmente falando, de pensar dos portugueses – um artigo até bastante irônico. O que me interessa é ponderar sobre os diversos direitos envolvidos neste caso, para que possamos, no futuro, pensar em como resolver situações semelhantes que certamente ocorrerão na tentativa de preservação de uma cultura brasileira:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">1° - Tanto no Brasil como em Portugal seria necessário tornar mais claras as regras estabelecidas para dar prioridade ao que deve ou não ser preservado dentro do país. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">2° - Acredito que os herdeiros têm todo o direito de vender os documentos.<span>  </span>Muitos autores, com herdeiros, fazem projetos de vida contando com esta possibilidade de renda para as gerações futuras, assim como os grandes donos de terras o fazem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">3° - Também acredito que o governo tem todo o direito de comprar os documentos.<span>  </span>Se são de tamanha importância como se diz, tenho certeza que qualquer governo acharia os meios de comprá-los no leilão, ou seja ao valor estabelecido pelo mercado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">4° - Onde há vontade há um meio.<span>  </span>O governo pode se juntar a diversas ONGs culturais para comprar os documentos e mantê-los na Biblioteca Nacional ou em alguma outra instituição pública de acesso livre aos estudiosos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">5° - Nada impede que um grupo de intelectuais e outros interessados, que hoje choram e gritam lamentando a perda física dos documentos, não se cotizem para comprá-los e depois doá-los ao país.<span>  </span>Acho que as pessoas têm que aprender a colocar o dinheiro onde insistem ser um bom investimento, quer seja cultural ou econômico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">6° - Não há nada mais injusto do que o governo proibir alguém de vender algum objeto ou documento por o haver declarado Patrimônio Nacional, tombá-lo e não indenizar o atual dono do patrimônio <strong>ao preço de mercado<span style="color:#000080;">.</span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">7° - Se nenhuma destas possibilidades aparecerem, por que os documentos não podem sair do país e serem velados por uma outra instituição de responsabilidade social como seria o caso de uma biblioteca especializada em manuscritos de grandes autores?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">8° - Último, estive vendo, no outro dia que a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro é a 7ª maior biblioteca do mundo.<span>  </span>ALÔ !!!!<span>  </span>Diretores da BN, está na hora de aumentarmos o nosso patrimônio!<span>  </span>Tenho certeza de que Portugal preferiria que nós <span> </span>brasileiros – da mesma pátria, porque afinal <strong><em>nossa língua é nossa pátria</em></strong> – fossemos os guardiões destes documentos.<span>  </span>Melhor do que qualquer outro país que se interessar possa, não é mesmo?</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O grupo editorial Leya estabeleceu uma parceria com o Google]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/10/o-grupo-editorial-leya-estabeleceu-uma-parceria-com-o-google/</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 16:47:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/10/o-grupo-editorial-leya-estabeleceu-uma-parceria-com-o-google/</guid>
<description><![CDATA[

O grupo editorial Leya estabeleceu uma parceria com o portal Google, no âmbito da qual vai dispon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
<p align="justify"><a href="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/07/leya-alma-web-s22n3hs1.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/07/leya-alma-web-s22n3hs1-thumb.jpg" border="0" alt="leya_alma_web_s22n3hs1" width="178" height="240" /></a></p>
<p align="justify">O <a href="http://www.leya.com/">grupo editorial Leya</a> estabeleceu uma parceria com o portal Google, no âmbito da qual vai disponibilizar, ainda este ano, excertos e capítulos de obras de autores portugueses na Internet.</p>
<p align="justify">Segundo Gomes Teixeira, administrador-delegado do grupo Leya, o objectivo é aumentar o número de leitores e "agarrar os jovens para o mercado da leitura".</p>
<p align="justify">Através da <a href="http://books.google.pt/">pesquisa de livros do Google</a>, serão disponibilizados excertos e capítulos de mais de mil títulos de autores portugueses, entre eles, possivelmente, Inês Pedrosa, Rodrigo Guedes de Carvalho, Manuel Alegre, Alice Vieira, José Eduardo Agualusa, José Saramago e António Lobo Antunes.</p>
<p align="justify">Via <a href="http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=354231&#38;visual=26&#38;rss=0">LUSA: Grupo Leya disponibiliza no Google consulta de obras de autores portugueses</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesias de Alexandre Herculano]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/09/poesias-de-alexandre-herculano/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 12:47:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/09/poesias-de-alexandre-herculano/</guid>
<description><![CDATA[
Poesias de Alexandre Herculano, é uma das mais recentes obras da colecção em língua portuguesa,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/05/books-by-funkeymunkey17-thumb.jpg?w=240&#38;h=180" alt="" /></p>
<p align="justify"><a href="http://www.gutenberg.org/etext/25925"><em>Poesias</em></a> de Alexandre Herculano, é uma das mais recentes obras da colecção em língua portuguesa, no <a href="http://www.gutenberg.org/pt">Projecto Gutenberg</a>. Deixo um excerto do poema <em>N'um Album</em>.</p>
<p>«<em>Esta poesia é tua:<br />
Eu já a ouvi e amei;<br />
Mas hoje nem a entendo,<br />
Nem repeti-la sei.</em></p>
<p><em>Assim, meu nome só<br />
Escreverei aqui;<br />
Som vão, intelligivel<br />
Apenas para ti;</em>»</p>
<p align="justify">Alexandre Herculano nasceu em Lisboa, em 1810. Frequentou o colégio dos Oratorianos e um Curso de Diplomática na Aula de Comércio. Estudou ainda francês, inglês e alemão. Ajudou a organizar a Biblioteca Pública do Porto. Foi redactor principal de <em>O Panorama</em>, publicação editada pela Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis e assumiu, em 1837, a redacção do <em>Diário do Governo</em>.</p>
<p align="justify">Em 1839,  Herculano foi nomeado director das bibliotecas reais das Necessidades e da Ajuda. Em 1851 fundou o jornal <em>O País</em> e dois anos depois <em>O Português.</em> Como sócio correspondente da Academia Real das Ciências percorreu o país à procura de documentos existentes nos arquivos episcopais e nos mosteiros, como preparação para os <em>Portugaliae Monumenta Historica</em>.</p>
<p align="justify">Entre outras actividades de relevo, Alexandre Herculano participou na revisão do projecto do Código Civil Português de 1867. Publicou diversas obras, entre elas <em><a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/#harpa">A Harpa do Crente</a></em> (1837), <em><a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/hercula1.htm">Lendas e Narrativas</a></em> (2 volumes, 1839-1844), <em><a href="http://alfarrabio.di.uminho.pt/hercula2.htm">Eurico, o Presbítero</a></em> (1844), o primeiro volume da <em>História de Portugal</em> (1846) e <em>O Monge de Cister</em> (1848).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biblioteca e espólio de Pessoa, projectos]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/06/13/biblioteca-e-esplio-de-pessoa-projectos/</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 16:51:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/06/13/biblioteca-e-esplio-de-pessoa-projectos/</guid>
<description><![CDATA[

Dois projectos de divulgação permitirão que especialistas tenham acesso online ao espólio de F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
<p align="justify"><img src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/06/fernando-pessoa-thumb.png?w=265&#38;h=209" alt="" /></p>
<p align="justify">Dois projectos de divulgação permitirão que especialistas tenham acesso <em>online</em> ao espólio de Fernando Pessoa e às páginas dos volumes pertencentes à biblioteca de que o escritor foi proprietário.</p>
<p align="justify">O projecto de digitalização da biblioteca de Pessoa conta com o apoio da Câmara de Lisboa e da Casa Fernando Pessoa. Será através <em></em><a href="http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/">webpage da Casa Fernando Pessoa</a> que no futuro se poderá folhear os livros do poeta.</p>
<p align="justify">A equipa que se encontra a trabalhar no projecto, coordenada por dois elementos do Centro de Linguística Portuguesa da Universidade de Lisboa (CLUL) - o colombiano Jerónimo Pizarro e o italiano Patricio Ferrari -,  digitalizou até agora cerca de 200 livros, previsões apontam para que brevemente se possa visualizar na Internet algumas dezenas de páginas.</p>
<p align="justify">Foi após o primeiro leilão de obras do espólio de Pessoa, organizado em Dezembro do ano passado, que o investigador Jerónimo Pizarro acordou com a família de Pessoa a digitalização dos vários documentos na posse da família.</p>
<p align="justify">Mais informação no <a href="http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Ffd%3DNEXT%26page%3D6%26dt%3D%26c%3DA">Jornal Público</a> e no site <a href="http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=47007">Universia</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fernando Pessoa, escritores e editores]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/06/08/fernando-pessoa-escritores-e-editores/</link>
<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 12:23:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/06/08/fernando-pessoa-escritores-e-editores/</guid>
<description><![CDATA[
«Acho que devíamos tratar o Pessoa de outra maneira. Assim como foi preciso um brasileiro [Luiz F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/06/fernando-pessoa.png"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/06/fernando-pessoa-thumb.png" border="0" alt="Fernando Pessoa" width="265" height="209" /></a></p>
<p align="justify">«Acho que devíamos tratar o Pessoa de outra maneira. Assim como foi preciso um brasileiro [Luiz Felipe Scolari] para nos pôr bandeiras nas janelas e nos dar brio, não sei o que é que é preciso para que a gente receba o Fernando Pessoa como cartão de Portugal.»</p>
<p align="justify">Olhe, os editores passam a vida a dizer que os escritores são seres muito estranhos, muito difíceis de aturar, mas eles são muito mais impossíveis. O que os divide é estarem muito habituados à mama da Câmara ou do Estado ou do que seja e não investirem no livro, verem-no como um negociozinho simpático. Um livro paga-se muito depressa. São caros ao consumidor mas são baratíssimos na produção. Nunca é um negócio ruinoso, hoje. Pode ter-se uma pequena editora e aguentá-la com boas contas por muito tempo. E às vezes é falta de ambição, falta de capacidade de pensar.»</p>
<p align="justify"><strong>Inês Pedrosa</strong>, directora da Casa Fernando Pessoa, <a href="http://static.publico.clix.pt/sexta/sexta.pdf">em entrevista ao Semanário <em>Sexta</em> de 6 de Junho de 2008.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Literatura]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/06/07/literatura/</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 15:15:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/06/07/literatura/</guid>
<description><![CDATA[
«Agora o despudor é completo. Acho que há lugar para uma literatura comercial. Não há lugar pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://sab687.deviantart.com/art/Beauty-Of-Literature-38159758"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/06/beauty-of-literature-by-sab687.jpg" border="0" alt="Beauty_Of_Literature_by_SAB687" width="256" height="381" /></a></p>
<p align="justify">«Agora o despudor é completo. Acho que há lugar para uma literatura comercial. Não há lugar para a confusão entre as duas e aí a comunicação social tem um papel importante em fazer a triagem, separar uma coisa da outra. A nossa comunicação social ainda não acertou o passo e uma das razões porque é um dos mais fortes segregadores dessa literatura de má qualidade. Nem sequer me estou a referir a figuras que estão dentro da comunicação social, como o Miguel Sousa Tavares, que acho um bom escritor, mas às pessoas que fazem programas de pura diversão, <em>talk- -shows </em>e que só porque têm um nome publicam um livro e intitulam-se logo de escritores.»</p>
<p align="justify"><strong>Mário Cláudio</strong>, em <a href="http://dn.sapo.pt/2008/06/04/centrais/quem_escreve_pensa_mal.html">entrevista ao <em>Diário de Notícias</em></a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Casa dos Fantasmas (Vol. I)]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/05/24/a-casa-dos-fantasmas-vol-i/</link>
<pubDate>Sat, 24 May 2008 19:48:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/05/24/a-casa-dos-fantasmas-vol-i/</guid>
<description><![CDATA[
A Casa dos Fantasmas (Vol. I), de Luiz Augusto Rebello da Silva, é uma das mais recentes obras da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/05/books-by-funkeymunkey17.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/05/books-by-funkeymunkey17-thumb.jpg" border="0" alt="_Books_by_funkeymunkey17" width="240" height="180" /></a></p>
<p align="justify"><a href="http://www.gutenberg.org/etext/25330"><em>A Casa dos Fantasmas</em> (Vol. I)</a>, de Luiz Augusto Rebello da Silva, é uma das mais recentes obras da colecção em língua portuguesa, no <a href="http://www.gutenberg.org/pt">Projecto Gutenberg</a>. É o  primeiro de dois volumes que relatam a actualidade da altura das invasões francesas. Excerto da obra:</p>
<p align="justify">«<em>Transportemo-nos um pouco antes dos successos esboçados nas paginas antecedentes aos paços da inquisição, situados no Rocio de Lisboa, aonde hoje ergue o seu frontão votado ás Musas o theatro de D. Maria II. Em algumas das salas e aposentos do antigo palacio dos Estáos, restaurado pelo marquez de Pombal, assentou Lagarde as repartições da policia geral do reino. Era justo! Ao lado do santo officio da fé o santo officio da usurpação. As duas inquisições fraternalmente hospedadas uma a par da outra não podiam offender-se do acaso que as unia! Soldados da guarda real da policia, corpo fundado e disciplinado pelo conde de Novion, emigrado francez que as victorias de Bonaparte e a invasão de 1807 lançaram outra vez nos braços dos seus compatriotas, guardavam as portas de fóra, ou de espadas em punho vigiavam os corredores e camaras, que precediam o quarto reservado aonde o proconsul se encerrava com os seus confidentes.</em>»</p>
<p align="justify">Nascido em Lisboa, em 1822, Luiz Augusto Rebello da Silva foi escritor,  professor do Curso Superior de Letras e homem público (sócio da Academia Real das Ciências desde 1854).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista de prensa literaria (5-5-2008): Roland Fraser y la guerra de Independencia española. Entrevista a Barry Gifford. Artículos sobre Benjamin Black-John Banville y la novela negra. Biografía de Luis Cernuda y otros libros de poesía. Ryszard Kapuscinski]]></title>
<link>http://escritores.wordpress.com/?p=1189</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 09:16:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscocenamor</dc:creator>
<guid>http://escritores.wordpress.com/?p=1189</guid>
<description><![CDATA[
Magazine: Roland Fraser y la guerra de Independencia española. Siempre es agradable, entre tanto s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">
<p class="MsoNormal"><strong><em><span>Magazine</span></em></strong><strong><span>: Roland Fraser y la guerra de Independencia española.</span></strong><span> Siempre es agradable, entre tanto seguidismo patriotero y militarista, escuchar voces discordantes. Es el caso de esta entrevista que la revista <em>Magazine</em> realiza al periodista e historiador inglés Roland Fraser en torno a la guerra de Independencia española frente a la ocupación francesa (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.magazinedigital.com/cultura/entrevistas/reportaje/cat_id/66">leer</a></span>). Fraser es autor del libro <em>La maldita guerra de España: historia social de la guerra de la Independencia, 1808-1814</em> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.ed-critica.es/intro_cflash.html">Editorial Crítica</a></span>, Barcelona, 2006).</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em><span>ABC de las Artes y las Letras</span></em></strong><strong><span>: Entrevista a Barry Gifford.</span></strong><span> <em><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.abc.es/abcd/index.asp">ABC de las Artes y las Letras</a></span></em> entrevista al escritor estadounidense <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.barrygifford.com/">Barry Gifford</a></span>, guionista habitual del cineasta <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.davidlynch.es/">David Lynch</a></span>, entre otros, en relación a la publicación en España de su libro de relatos <em>Una puerta al río</em> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.belacqva.com/categorias/categoria.aspx?p=Wlh4Tusv8kToDEmOCffOcvTb2R7j%2fpdU">Editorial La otra orilla</a></span>, Barcelona, 2008, trad. <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.bookbank.es/?pg=autores&#38;r_id=37">Luis Murillo</a></span>). Además de la entrevista (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=9702&#38;num=848&#38;sec=32">leer</a></span>), incluye una crítica del libro escrita por <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.juanmanueldeprada.com/">Juan Manuel de Prada</a> </span>(<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=9703&#38;num=848&#38;sec=32">leer</a></span>) y un comentario sobre un libro de poesía de este mismo autor que se editó el pasado año: <em>Las cuatro reinas/ The four queens</em> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.lafabricaeditorial.com/">Editorial La fábrica</a></span>, Madrid, 2007, ed. bilingüe de Laura Emilia Pacheco) (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=9704&#38;num=848&#38;sec=32">leer</a></span>).</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em><span>Babelia</span></em></strong><strong><span>: Artículos sobre Benjamin Black-John Banville y la novela negra.</span></strong><span> El escritor irlandés <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/John_Banville">John Banville</a></span>, bajo el seudónimo de <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.benjaminblackbooks.com/">Benjamin Black</a></span>, acaba de publicar su nueva novela policíaca <em>El otro nombre de Laura</em> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.alfaguara.santillana.es/index.php">Editorial Alfaguara</a></span>, Madrid, 2008). Con este motivo, el suplemento cultural <em><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elpais.com/suple/babelia/">Babelia</a></span></em> publica una serie de interesantes artículos: entrevista al autor (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/Dublin/negro/elpepuculbab/20080503elpbabese_3/Tes/">leer</a></span>), crítica del libro (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/Benjamin/Black/John/Banville/elpepuculbab/20080503elpbabese_5/Tes/">leer</a></span>), primer capítulo del libro (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elpais.com/articulo/cultura/Capitulo/Primero/nombre/Laura/elpepuculbab/20080503elpepucul_1/Tes">leer</a></span>), sobre otros libros suyos (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/John/Banville/John/Banville/elpepuculbab/20080503elpbabese_7/Tes/">leer</a></span>), sobre literatura irlandesa actual (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/Vida/despues/Joyce/elpepuculbab/20080503elpbabese_8/Tes/">leer</a></span>) y sobre literatura policíaca y cine (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/Muerte/misterio/peliculas/novelas/negras/elpepuculbab/20080503elpbabese_9/Tes/">leer</a></span>).</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em><span>El Cultural</span></em></strong><strong><span>: Biografía de Luis Cernuda y otros libros de poesía.</span></strong><span> <em><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elcultural.es/Default.asp">El Cultural</a></span></em> comenta en su último número varios libros de poesía. Voy a destacar un libro, no de poemas, sino una biografía de ese poeta al que, en cierto modo, debo tanto: <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.cernuda.org/">Luis Cernuda</a></span>. Es el primer tomo y ha sido galardonado con el XX Premio ‘Comillas’, y está escrito por <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://escribes.es/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=205&#38;Itemid=2">Antonio Rivero Taravillo</a></span>: <em>Luis Cernuda. Años españoles (1902-1938)</em> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.tusquets-editores.es/">Tusquets Editores</a></span>, Barcelona, 2008). El artículo sobre el mismo lo firma el también poeta <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.luisantoniodevillena.es/">Luis Antonio de Villena</a></span> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elcultural.es/HTML/20080501/LETRAS/LETRAS23043.asp">leer</a></span>). Y ya que estoy con poesía, os comento los artículos que sobre libros de poesía podemos encontrar en este suplemento: sobre el nuevo libro de <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.lbonline.net/colinas/">Antonio Colinas</a></span> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elcultural.es/HTML/20080501/LETRAS/LETRAS23042.asp">leer</a></span>), sobre la edición de la obra poética completa de <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.fundacionprincipedeasturias.org/esp/04/premiados/trayectorias/trayectoria260.html">Pablo García Baena</a></span> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elcultural.es/HTML/20080501/LETRAS/LETRAS23041.asp">leer</a></span>) y una breve reseña sobre libros de <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Isabel_Escudero">Isabel Escudero</a></span>, <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.nodo50.org/csca/agenda08/irak/arti7.html">Marc Falkoff</a></span> y <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.residencia.csic.es/bol/num5/judice.htm">Nuno Júdice</a></span> (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.elcultural.es/HTML/20080501/LETRAS/LETRAS23040.asp">leer</a></span>).</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em><span>La Jornada Semanal</span></em></strong><strong><span>: Ryszard Kapuscinski.</span></strong><span> El suplemento cultural mexicano <em><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.jornada.unam.mx/2008/05/04/sem-cara.html">La Jornada Semanal</a> </span></em>dedica dos extensos artículos a la vida y obra del fallecido escritor y periodista polaco <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ryszard_Kapu%C5%9Bci%C5%84ski">Ryszard Kapuscinski</a></span>, ejemplo de compromiso con los más desfavorecidos del planeta. Uno de ellos es una biografía (<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.jornada.unam.mx/2008/05/04/sem-maciek.html">leer</a></span>) y el otro una entrevista sobre este autor al también escritor y periodista polaco <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://varsovia.cervantes.es/FichasCultura/Ficha25414_45_1.htm">Artur Domoslawski</a> </span>(<span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.jornada.unam.mx/2008/05/04/sem-artur.html">leer</a></span>).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="text-decoration:underline;"><span><a href="http://franciscocenamor.blogspot.com/">Francisco Cenamor</a></span></span></p>
<p style="text-align:left;"><strong><a href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailverifySubmit?feedId=347895">Subscríbete aquí a Blog Escritores.</a></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><a title="Blog Literario y Cultural Blog Escritores" href="..//" target="_blank">Blog Escritores - Cursos, Concursos y Recursos - Blog Literario y Cultural</a></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-family:Times New Roman;">Blog Recomendado por <a title="Diario Directo" href="http://www.diariodirecto.com/" target="_blank">Diario Directo</a> - en la <a title="Zona Blogs de Diario Directo" href="http://www.diariodirecto.com//BLOGGER/zona-blogs.html" target="_blank">Zona Blogs</a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-family:Times New Roman;"><img src="http://www.diariodirecto.com/images/img_logo_nuevo2.gif" alt="Diario Directo - El Peródico Interactivo" width="269" height="45" align="bottom" /></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blogtopsites.com/literature/"><img style="border:medium none #000000;" src="http://www.blogtopsites.com/track_38401.gif" alt="Literature Blogs - Blog Top Sites" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blogalaxia.com/top100.php?top=1"><img style="border:0 none;" src="http://botones.blogalaxia.com/img/blogalaxia0.gif" alt="BloGalaxia" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PEN Book of the month]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/04/19/pen-book-of-the-month/</link>
<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 17:29:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/04/19/pen-book-of-the-month/</guid>
<description><![CDATA[
Margaret Jull Costa vai receber o prémio PEN/Book of the month do mês de Março, pela sua traduç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/04/51spy01lrylss500.jpg" border="0" alt="51SPY01lRYLSS500" width="383" height="383" /></p>
<p align="justify">Margaret Jull Costa vai receber o prémio <em>PEN/Book of the month</em> do mês de Março, pela sua tradução para o inglês de <em>Os Maias</em>, de Eça de Queiroz.</p>
<p align="justify">A publicação de <em>Os Maias</em> insere-se no projecto da «Dedalus Books» em conjunto com Margaret Jull Costa, cujo objectivo é a tradução para Inglês de todos os romances de Eça de Queiroz.</p>
<p align="justify">Em 1992, Margaret Jull Costa recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian de Tradução de português para inglês pela tradução do <em>O Livro do Desassossego</em>, de Bernardo Soares (heterónimo de Fernando Pessoa) e esteve na lista dos nomeados para o mesmo prémio em 1996 e 2002 pelas traduções de <em>A Relíquia</em>, de Eça de Queiroz e de <em>O Vale da Paixão</em> (<em>The Migrant Painter of Birds</em>), de Lídia Jorge. Em 2000, ganhou o Prémio Weidenfeld pela tradução do romance <em>Todos os Nomes</em>, de José Saramago.</p>
<p align="justify">Via <a href="http://www.instituto-camoes.pt/eua/tradutora-de-eca-de-queiros-para-ingles-recebe-premio-do-pen-club-2.html">IC: Tradutora de Eça de Queiroz para Inglês recebe prémio do PEN Club</a> e <a href="http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=340292&#38;visual=26&#38;rss=0">LUSA: Tradutora norte-americana recebe prémio "PEN Book of the month" por tradução de "Os Maias", de Eça de Queiroz</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poema de Eugénio de Andrade]]></title>
<link>http://luxuriante.wordpress.com/?p=1624</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 12:12:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>luxuriante</dc:creator>
<guid>http://luxuriante.wordpress.com/?p=1624</guid>
<description><![CDATA[
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://luxuriante.wordpress.com/files/2008/03/thumb_o20071208013259.thumbnail.jpg" alt="thumb_o20071208013259.jpg" /></p>
<p>É urgente o amor.<br />
É urgente um barco no mar.</p>
<p>É urgente destruir certas palavras,<br />
ódio, solidão e crueldade,<br />
alguns lamentos,<br />
muitas espadas.</p>
<p>É urgente inventar alegria,<br />
multiplicar os beijos, as searas,<br />
é urgente descobrir rosas e rios<br />
e manhãs claras.</p>
<p>Cai o silêncio nos ombros e a luz<br />
impura, até doer.<br />
É urgente o amor, é urgente<br />
permanecer.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Restolho]]></title>
<link>http://luxuriante.wordpress.com/?p=1618</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 21:56:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>luxuriante</dc:creator>
<guid>http://luxuriante.wordpress.com/?p=1618</guid>
<description><![CDATA[(Foto:mafalda veiga/google)
&#8220;Geme o restolho, triste e solitário
a embalar a noite escura e f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2" face="Comic Sans MS"><img src="http://luxuriante.wordpress.com/files/2008/03/mafalda_pagina.thumbnail.jpg" alt="mafalda_pagina.jpg" />(Foto:mafalda veiga/google)</font></p>
<p><font size="2" face="Comic Sans MS">"Geme o restolho, triste e solitário<br />
a embalar a noite escura e fria<br />
e a perder-se no olhar da ventania<br />
que canta ao tom do velho campanário</font><font size="2" face="Comic Sans MS"> .</font></p>
<p><font size="2" face="Comic Sans MS">Geme o restolho, preso de saudade<br />
esquecido, enlouquecido, dominado<br />
escondido entre as sombras do montado<br />
sem forças e sem cor e sem vontade</font><font size="2" face="Comic Sans MS"> ..</font></p>
<p><font size="2" face="Comic Sans MS">Geme o restolho, a transpirar de chuva<br />
nos campos que a ceifeira mutilou<br />
dormindo em velhos sonhos que sonhou<br />
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda.</font><font size="2" face="Comic Sans MS"> </font></p>
<p><font size="2" face="Comic Sans MS">Mas é preciso morrer e nascer de novo<br />
semear no pó e voltar a colher<br />
<em>há que ser trigo, depois ser restolho<br />
há que penar para aprender a viver</em></font><font size="2" face="Comic Sans MS"> </font><font size="2" face="Comic Sans MS"></font><font size="2" face="Comic Sans MS">e a vida não é existir sem mais nada<br />
a vida não é dia sim, dia não<br />
é feita em cada entrega alucinada<br />
prá receber daquilo que aumenta o coração"<br />
(Mafalda Veiga/Portugal)</p>
<p>PS:o itálico é meu.(Ainda não consigo postar video aqui no wordpress,...procurem no youtube a música é bonita...)</p>
<p></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[José Saramago - gênio]]></title>
<link>http://literaturaecultura.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 19:56:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye19</dc:creator>
<guid>http://literaturaecultura.wordpress.com/?p=10</guid>
<description><![CDATA[
Escritores memoráveis
José Saramago




&nbsp;
&nbsp;
José de Sousa Saramago nasceu em 1922, em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:18pt;font-family:'Bodoni MT Black';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:18pt;font-family:'Bodoni MT Black';">Escritores memoráveis</span></p>
<p><span style="font-size:36pt;color:#b80000;font-family:'Bodoni MT Black';">José Saramago</span></p>
<p><span style="font-size:36pt;color:#b80000;font-family:'Bodoni MT Black';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:36pt;color:#b80000;font-family:'Bodoni MT Black';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:36pt;color:#b80000;font-family:'Bodoni MT Black';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><img src="http://literaturaecultura.wordpress.com/files/2008/03/saramago.jpg" alt="saramago.jpg" /></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p><span style="font-family:Papyrus;">José de Sousa Saramago nasceu em 1922, em Azinhaga, aldeia ao sul de Portugal, numa família de camponeses.</span><span style="font-family:Papyrus;">Autodidata, antes de se dedicar exclusivamente à literatura trabalhou como serralheiro, mecânico, desenhista industrial e gerente de produção numa editora.</p>
<p>Iniciou sua atividade literária em 1947, com o romance Terra do Pecado, só voltando a publicar (um livro de poemas) em 1966.</p>
<p>Atuou como crítico literário em revistas e trabalhou no Diário de Lisboa. Em 1975, tornou-se diretor-adjunto do jornal Diário de Notícias. Acuado pela ditadura de Salazar, a partir de 1976 passou a viver de seus escritos, inicialmente como tradutor, depois como autor.</p>
<p>Em 1980, alcança notoriedade com o livro Levantado do Chão, visto hoje como seu primeiro grande romance. Memorial do Convento confirmaria esse sucesso dois anos depois.</p>
<p>Em 1991, publica O Evangelho Segundo Jesus Cristo, livro censurado pelo governo português - o que leva Saramago a exilar-se em Lanzarote, nas Ilhas Canárias (Espanha), onde vive até hoje.</p>
<p>Foi ele o primeiro autor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de </span><span style="font-family:Papyrus;">Literatura, em 1998.</span><span style="font-family:Papyrus;"> </span><span style="font-family:Papyrus;">Entre seus outros livros estão os romances O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), Ensaio sobre a Cegueira (1995) e O Homem Duplicado (2002); a peça teatral In Nomine Dei (1993) e os dois volumes de diários recolhidos nos Cadernos de Lanzarote (1994-7).<span style="font-size:90pt;font-family:Papyrus;"></span><span style="font-size:36pt;color:#b80000;font-family:'Bodoni MT Black';"></span><span style="font-size:28pt;color:black;font-family:'Bodoni MT Black';"> </span></p>
<p></span><span style="font-size:28pt;color:black;font-family:'Bodoni MT Black';"></span><span style="font-size:28pt;color:black;font-family:'Bodoni MT Black';"></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Ano da Morte de Ricardo Reis (O).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1982, 415 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Ano de 1993 (O).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Futura, 1975, 69 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Apontamentos (Os).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Seara Nova, 1976. 246 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Bagagem do Viajante (A).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Futura, 1973, 201 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Cadernos de Lanzarote I.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1994, 177 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Cadernos de Lanzarote II.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1995 </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Cadernos de Lanzarote III.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1996 </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Cadernos de Lanzarote IV.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1997 </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Cadernos de Lanzarote V.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1998 </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Conto da Ilha Desconhecida (O).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Expo’98/Assírio&#38;Alvim, 1997, 35 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Deste Mundo e do Outro.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Arcádia, 1971, 213 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Discursos de Estocolmo. </span></b><span style="font-family:Papyrus;">Lisboa, Caminho, 1999, 39 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Ensaio sobre a Cegueira.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1995, 310 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Ensaio sobre a Cegueira.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Círculo de Leitores, 1995, 310 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Evangelho segundo Jesus Cristo (O).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1991, 445 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">História do Cerco de Lisboa.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1989, 348 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">In nomine Dei.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1993, 164 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Jangada de Pedra (A).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1985, 330 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Levantado do Chão.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1980, 366 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Manual de Pintura e Caligrafia.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Moraes Editores, 1976, 347 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Memorial do Convento.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1982, 357 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-family:Papyrus;"><font size="3">Moby Dick em Lisboa.<span style="font-weight:normal;"> Lisboa</span><span style="font-weight:normal;">, Expo'98, 1996, 55 p. </span></font></span></b></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Noite (A).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1979, 115 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Objecto Quase.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Moraes Editores, 1978, 139 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Opiniões que o D. L. Teve (As).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Seara Nova/Editorial Futura, 1974, 222 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Poemas Possíveis (Os).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Portugália, 1966, 188 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Provavelmente Alegria.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Livros Horizonte, 1970, 97 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Que farei com este livro?</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1980, 167 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Segunda Vida de Francisco de Assis (A).</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1987, 132 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Terra do Pecado.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Minerva, 1947, 331 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Todos os Nomes.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Caminho, 1997, 279 p. </span></font></li>
<li class="MsoNormal"><font size="3"><b><span style="font-family:Papyrus;">Viagem a Portugal.</span></b><span style="font-family:Papyrus;"> Lisboa, Círculo de Leitores, 1981, 237 p.</span></font></li>
</ul>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[António Lobo Antunes recebeu mais um prémio]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/02/24/atribudo-prmio-a-antnio-lobo-antunes/</link>
<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 15:52:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/02/24/atribudo-prmio-a-antnio-lobo-antunes/</guid>
<description><![CDATA[
O escritor António Lobo Antunes recebeu o do Prémio Ibero-Americano de Letras José Donoso, atrib]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img width="297" src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/02/f1-p161.jpg" alt="F1-P161" height="214" /></p>
<p align="justify">O escritor António Lobo Antunes recebeu o do Prémio Ibero-Americano de Letras José Donoso, atribuído pela Universidade de Talca (Chile), com o apoio do Banco Santander.</p>
<p align="justify">O Prémio foi atribuído por um júri internacional, que integrou estudiosos como Jaime Concha (Chile), Alfonso García Morales (Espanha), Thomas Bremer (Alemanha), Francisco Javier Lasarte (Venezuela) e Guillermo Mariaca (Bolívia).</p>
<p align="justify">"Costumo dizer que um prémio não faz a literatura nem melhor, nem pior, mas não é tanto assim. Recebi já muitos e, às vezes, sinto-me um cavalo de corrida"- referiu Lobo Antunes, no auditório do Cervantes, local onde recebeu o prémio.</p>
<p align="justify">A informação tem como fonte o artigo do DN <a href="http://dn.sapo.pt/2008/02/23/artes/premio_honra_lobo_antunes.html">Prémio "honra" Lobo Antunes</a>. </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Não te prendas a uma onda qualquer..."]]></title>
<link>http://luxuriante.wordpress.com/?p=1258</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 03:48:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>luxuriante</dc:creator>
<guid>http://luxuriante.wordpress.com/?p=1258</guid>
<description><![CDATA[
«Esse rio que vai lento
espreguiçando-se a teus pés
não traz nunca a mesma água
não volta nun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://luxuriante.wordpress.com/files/2008/02/060906_portimao.jpg" alt="060906_portimao.jpg" /></p>
<p>«Esse rio que vai lento<br />
espreguiçando-se a teus pés<br />
não traz nunca a mesma água<br />
não volta nunca para trás<br />
Já não é o mesmo rio<br />
e nem uma das suas ondas<br />
voltará para a nascente</p>
<p>"Não te prendas a uma onda qualquer<br />
que a teus pés venha morrer<br />
Enquanto o teu pé estiver<br />
dentro dessa mesma água<br />
Muitas outras novas ondas<br />
junto dele irão morrer</p>
<p>Na cidade onde eu vivia<br />
sempre tão cheia de gente<br />
se bem que ninguém lá fique<br />
é costume ouvir cantar<br />
Uma cantiga que fala<br />
do fluir das coisas que há<br />
neste mundo, e assim começa</p>
<p>Não te prendas a uma onda qualquer<br />
que a teus pés venha morrer<br />
Enquanto o teu pé estiver<br />
dentro dessa mesma água<br />
Muitas outras novas ondas<br />
junto dele irão morrer»</p>
<p>(José Mário Branco/Fiama Hasse Pais Brandão)</p>
<div style="clear:both;"></div>
<div class="post-footer">
<p class="post-footer-line post-footer-line-2"><span class="post-labels"></span></p>
<p class="post-footer-line post-footer-line-3">PS:Fiama Hasse P.Brandão,grande escritora portuguesa, morreu em Jan/2008,em Lisboa.</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista de prensa literaria: 'ABC de las Artes y las Letras', 'Babelia', 'Página 2', 'La Vanguardia', 'Magazine' y 'Revista de libros']]></title>
<link>http://escritores.wordpress.com/2007/12/24/revista-de-prensa-literaria-abc-de-las-artes-y-las-letras-babelia-pagina-2-la-vanguardia-magazine-y-revista-de-libros/</link>
<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 10:40:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscocenamor</dc:creator>
<guid>http://escritores.wordpress.com/2007/12/24/revista-de-prensa-literaria-abc-de-las-artes-y-las-letras-babelia-pagina-2-la-vanguardia-magazine-y-revista-de-libros/</guid>
<description><![CDATA[ABC de las Arte y las Letras: Literatura infantuil y juvenil
Laura Gallego, autora de sagas fantást]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#000000"><strong><em>ABC de las Arte y las Letras</em>: Literatura infantuil y juvenil</strong></font><br />
<a href="http://www.lauragallego.com/"><u>Laura Gallego</u></a>, autora de sagas fantásticas para público juvenil, escribe en <a href="http://www.abc.es/abcd/index.asp"><u><em>ABC de las Artes y las Letras</em></u></a> su artículo principal, titulado <em>El bosque animado</em> (<a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=8745&#38;num=829&#38;sec=31"><u>leer</u></a>) . Una visita a su habitual sección 'Libros' nos acercará al panorama actual de lo que se publica en España (<a href="http://www.abc.es/abcd/libros.asp"><u>leer</u></a>).</p>
<p><strong><em>Babelia</em>: Polémico artículo de la novelista Clara Sánchez</strong><br />
Al calor del descubrimiento de que determinados <em>bestseller</em> basados supuestamente en la vida de sus autores eran falsos, la novelista <a href="http://www.barcelonareview.com/42/s_cs_int.htm"><u>Clara Sánchez</u></a> hace algo que, en mi modesta opinión, no es justo: le echa la culpa de esta supuesta estafa a los deseos de verosimilitud de los lectores (<a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/lado/oscuro/elpepuculbab/20071222elpbabese_1/Tes/"><u>leer)</u></a>. Yo no puedo estar de acuerdo por dos aspectos: el primero, porque creo que es más bien la industria del libro la que ya no sabe que hacer para ganar dinero a espuertas y la segunda y más literaria: ¿qué hay de malo en inventarse una propia vida literaria? A mi me parecen fantásticos estos juegos entre la realidad y la ficción y más si han sido creados con la suficiente calidad como para ser publicados y leídos. El problema es otro, el problema es cuando se hace por puro afán lucrativo, pero como juego literario me parece incluso genial.</p>
<p>El libro de la semana es <em>El castillo en el bosque</em>, de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Norman_Mailer">Norman Mailer</a> (<a href="http://www.anagrama-ed.es/"><u>Editorial Anagrama</u></a>, Barcelona, 2007), al que dedican un interesante artículo (<a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/poseido/demonio/elpepuculbab/20071222elpbabese_10/Tes/"><u>leer</u></a>). También podemos adentrarnos en su apartado de 'Libros', o en el reportaje, artículos y entrevista que dedican al escritor ruso, Premio Nobel de literatura, Alexandr Solzhenitsin.</p>
<p><strong><em>Página 2</em>: Matilde Asensi, la escritora más leída en España</strong><br />
El programa de La 2 de RTVE <a href="http://www.pagina2.es/#"><u><em>Página 2</em></u></a> entrevista a <a href="http://www.matildeasensi.net/">Matilde Asensi</a>, escritora considerada como la más leída actualmente en España. El reportaje semanal lo dedican al noble arte de hacer portadas de libros. Podemos <a href="http://www.pagina2.es/microrelatos.php"><u>ver y leer</u></a> también el micro relato ganador de esta semana. Y <a href="http://www.pagina2.es/librosrecomendados.php"><u>leer</u></a> la sección de 'Libros recomendados' o <a href="http://www.pagina2.es/librosmasvendidos.php"><u>leer</u></a> la de 'Libros más vendidos'.</p>
<p><strong><em>La Vanguardia</em>: Lectura gratuita de <em>El ángel de la guarda</em>, de Rafael Ramos. Muerte del escritor francés Julien Gracq</strong><br />
Es una pena porque siempre nos hablan muy bien del suplemento cultural de <em>La Vanguardia</em>, pero no cuelga sus contenidos en Internet, que sepamos. Lo que si cuelga es una novela por entregas, <em>El ángel de la guarda</em>, de Rafael Ramos. Van por el capítulo 34, pero se pueden leer y descargar también los anteriores (<a href="http://www.lavanguardia.es/novela/angeldelaguarda.html"><u>leer</u></a>).</p>
<p>Y sólo de esta novela pensaba hablar, pero al entrar en la web leo la triste noticia del fallecimiento del escritor francés <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Julien_Gracq"><u>Julien Gracq</u></a>, uno de los mejores autores del siglo XX en Francia, especializado en literatura fantástica (<a href="http://www.lavanguardia.es/lv24h/20071223/53420392269.html"><u>leer</u></a>).</p>
<p><strong><em>Magazine</em>: Entrevistas a Premios Nobel de literatura</strong><br />
Y aunque no es propiamente un suplemento cultural <a href="http://www.magazinedigital.com/"><em><u>Magazine</u></em></a>, suplemento de numerosos diarios españoles, ofrece unas interesantes entrevistas con literatos que han recibido el Premio Nobel de literatura en los últimos años: Imre Kertész, Nadine, Gordimer, José Saramago, Kenzaburo Oé... (<a href="http://www.magazinedigital.com/cultura/los_premios_nobel/reportaje/cat_id/68"><u>leer</u></a>).</p>
<p><strong><em>Revista de Libros</em>: Libros para regalar recomendados por los críticos. Entrevista a Martín Kohan</strong><br />
Un nuevo suplemento entra en nuestras reseñas semanales, empeñados en acercarnos a nuestros hermanos y hermanas del otro lado del Atlántico y también de aquí. Comenzamos reseñando el suplemento <a href="http://diario.elmercurio.com/2007/12/19/al_revista_de_libros/_portada/index.htm?id=85353C81-A33C-4296-AE25-5CB846403742"><u><em>Revista de libros</em></u></a>, del diario chileno <a href="http://diario.elmercurio.com/2007/12/24/_portada/index.htm"><u><em>El Mercurio</em></u></a>, gracias a la recomendación que de él nos han hecho los poetas Harold Alvarado Tenorio (Colombia) y Julio Espinosa Guerra (Chile-España). También ellos, y algún amigo y amiga más, nos han recomendado suplementos literarios de Colombia, Argentina, México, Perú y Estados Unidos. Si algún lector o lectora sabe de algún otro suplemento literario le agradeceremos que nos lo comunique.</p>
<p>Como no podía ser de otra manera en estas fechas, <em>Revista de libros</em> elabora una lista de libros recomendados por los críticos literarios, ideal para no pensar mucho en qué libros regalar (<a href="http://diario.elmercurio.com/2007/12/16/al_revista_de_libros/_portada/noticias/7FA6A691-E352-4B44-93F1-C80A185B08DB.htm?id={7FA6A691-E352-4B44-93F1-C80A185B08DB}"><u>leer</u></a>). En sus páginas entrevistan al escritor argentino Martín Kohan, ganador del Premio 'Herralde' de novela 2007 con <em>Ciencias morales</em> (<a href="http://diario.elmercurio.com/2007/12/16/al_revista_de_libros/_portada/noticias/6EA22CE4-64D2-4DDB-91EA-EF42590C5ACE.htm?id={6EA22CE4-64D2-4DDB-91EA-EF42590C5ACE}"><u>leer</u></a>).</p>
<p><a href="http://franciscocenamor.blogspot.com/"><u>Francisco Cenamor</u></a></p>
<p><strong><a href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailverifySubmit?feedId=347895">Subscríbete aquí a Blog Escritores.</a></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"> <span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman"><strong><a href="http://escritores.wordpress.com//" target="_blank" title="Blog Literario y Cultural Blog Escritores">Blog Escritores - Cursos, Concursos y Recursos - Blog Literario y Cultural</a></strong></font></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><br />
</span>
</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman">Blog Recomendado por <a href="http://www.diariodirecto.com/" target="_blank" title="Diario Directo">Diario Directo</a> - en la <a href="http://www.diariodirecto.com//BLOGGER/zona-blogs.html" target="_blank" title="Zona Blogs de Diario Directo">Zona Blogs</a></font></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><br />
</span>
</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal" align="center"><span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman"><img src="http://www.diariodirecto.com/images/img_logo_nuevo2.gif" alt="Diario Directo - El Peródico Interactivo" align="bottom" height="45" width="269" /></font></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blogtopsites.com/literature/"><img src="http://www.blogtopsites.com/track_38401.gif" alt="Literature Blogs - Blog Top Sites" style="border:medium none #000000;" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blogalaxia.com/top100.php?top=1"><img src="http://botones.blogalaxia.com/img/blogalaxia0.gif" alt="BloGalaxia" style="border:0 none;" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presentada en el Hotel Kafka de Madrid (España) la novela de José Luis Peixoto 'Cementerio de pianos']]></title>
<link>http://escritores.wordpress.com/2007/11/14/presentada-en-el-hotel-kafka-de-madrid-espana-la-novela-de-jose-luis-peixoto-cementerio-de-pianos/</link>
<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 01:40:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscocenamor</dc:creator>
<guid>http://escritores.wordpress.com/2007/11/14/presentada-en-el-hotel-kafka-de-madrid-espana-la-novela-de-jose-luis-peixoto-cementerio-de-pianos/</guid>
<description><![CDATA[
El pasado lunes 12 de noviembre de 2007 se presentó en el Hotel Kafka de Madrid la novela de José]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><a href="http://escritores.wordpress.com/files/2007/11/novela-cementerio-de-pianos.jpg" title="novela-cementerio-de-pianos.jpg"><img src="http://escritores.wordpress.com/files/2007/11/novela-cementerio-de-pianos.jpg" alt="novela-cementerio-de-pianos.jpg" align="left" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;">El pasado lunes 12 de noviembre de 2007 se presentó en el <a href="http://hotelkafka.com/"><span>Hotel Kafka</span></a> de Madrid la novela de José Luis Peixoto <em>Cementerio de pianos</em> (<a href="http://www.elalepheditores.com/"><span>El Aleph Editores</span></a>, 2007). En la presentación intervinieron el novelista <a href="http://hotelkafka.com/blogs/rafael_reig/"><span>Rafael Reig</span></a> y el periodista Ángel Cabo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;">La novela se dearrolla en una Lisboa sin tiempo donde viven, sueñan, aman, trabajan y mueren los personajes de esta historia. En el corazón de un taller de carpintería se encuentra el cementerio de pianos, lugar donde los instrumentos, a semejanza de los seres que los rodean, han dejado de funcionar y se encuentran suspendidos entre la vida y la muerte. Lugar de exilio voluntario donde se reflexiona y se hace el amor, lugar de lecturas clandestinas, espacio recóndito de adulterios, patio de juegos infantiles donde se encadenan las generaciones. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;color:black;">Padre e hijo actúan como narradores e intercalan sus vivencias desde épocas y prismas diferentes. Desenmascaran la historia de la familia, en un lenguaje de sombras y luces, de silencios y risas, de miedos y esperanzas, de culpabilidad y perdón. Relatan historias de amor, urgentes e inevitables, hirientes, en las que el abandono, la violencia doméstica y los errores redimidos acaban siendo anulados por el poder de la ternura y el afecto. Hablan de muerte, no para indicar un fin, si no la renovación de una generación a otra.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="right"><span style="font-family:Georgia;color:black;"></span></p>
<p><span style="font-family:Georgia;color:black;">Del autor, José Luis Peixoto, ha dicho <a href="http://saramago.iespana.es/saramago/">José Saramago</a> que “<em>es una de las revelaciones más sorprendentes de la literatura portuguesa actual. No dudo que es la promesa de un gran</em></span><span style="font-family:Georgia;color:black;"><em> escritor</em>”.</span><br />
<a href="http://escritores.wordpress.com/files/2007/11/jose_luis_peixoto.jpg" title="jose_luis_peixoto.jpg"><img src="http://escritores.wordpress.com/files/2007/11/jose_luis_peixoto.jpg" alt="jose_luis_peixoto.jpg" align="left" /></a><span style="font-size:12pt;font-family:Georgia;"><a href="http://www.joseluispeixoto.net/"><br />
José Luis Peixoto</a> (Galveias, Ponte de Sor, Portugal, 1974) es licenciado en Lenguas y Literaturas Modernas (inglés y alemán) por la Universidade Nova de Lisboa. En 2001, su novela <em>Nadie nos mira</em> (<a href="http://www.hiru-ed.com/default.htm">Hiru Argitaletxea</a>, 2001) recibió el Premio literario ‘José Saramago’. Figura en docenas de antologías de prosa y de poesía, traducidas a otras tantas lenguas. Colabora en diversas publicaciones nacionales y extranjeras. Es autor de obras teatrales representadas en algunos de los escenarios más prestigiosos de Europa. Sus novelas se han publicado en Francia, Italia, Bulgaria, Turquía, Finlandia, Países Bajos, España, República Checa, Croacia, Bielorrusia y Brasil, con ediciones en preparación en el Reino Unido, Hungría y Japón. </span><br />
<strong><a href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailverifySubmit?feedId=347895">Subscríbete aquí a Blog Escritores.</a></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"> <span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman"><strong><a href="http://escritores.wordpress.com//" target="_blank" title="Blog Literario y Cultural Blog Escritores">Blog Escritores - Cursos, Concursos y Recursos - Blog Literario y Cultural</a></strong></font></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><br />
</span>
</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman">Blog Recomendado por <a href="http://www.diariodirecto.com/" target="_blank" title="Diario Directo">Diario Directo</a> - en la <a href="http://www.diariodirecto.com//BLOGGER/zona-blogs.html" target="_blank" title="Zona Blogs de Diario Directo">Zona Blogs</a></font></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><br />
</span>
</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal" align="center"><span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman"><img src="http://www.diariodirecto.com/images/img_logo_nuevo2.gif" alt="Diario Directo - El Peródico Interactivo" align="bottom" height="45" width="269" /></font></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blogtopsites.com/literature/"><img src="http://www.blogtopsites.com/track_38401.gif" alt="Literature Blogs - Blog Top Sites" style="border:medium none #000000;" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blogalaxia.com/top100.php?top=1"><img src="http://botones.blogalaxia.com/img/blogalaxia0.gif" alt="BloGalaxia" style="border:0 none;" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista de prensa literaria: 'Babelia', 'ABC de las Artes y las Letras' y 'El Cultural' (10-11-2007)]]></title>
<link>http://escritores.wordpress.com/2007/11/11/revista-de-prensa-literaria-babelia-y-abc-de-las-artes-y-las-letras-10-11-2007/</link>
<pubDate>Sun, 11 Nov 2007 15:00:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscocenamor</dc:creator>
<guid>http://escritores.wordpress.com/2007/11/11/revista-de-prensa-literaria-babelia-y-abc-de-las-artes-y-las-letras-10-11-2007/</guid>
<description><![CDATA[Iniciamos una nueva sección en el Blog Escritores en la que iremos comentando las noticias que apar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciamos una nueva sección en el Blog Escritores en la que iremos comentando las noticias que aparezcan en los suplementos literarios y culturales de los principales diarios españoles.</p>
<p><a href="http://www.elpais.com/suple/babelia/"><em>Babelia</em></a> anuncia, qué rápido, la edición de los libros de los galardonados con el Premio 'Planeta', Juan José Millás y Boris Izaguirre. Sobre <em>El mundo</em> (<a href="http://www.editorial.planeta.es/00/00.asp">Editorial Planeta</a>, Barcelona, 2007, 233 págs.), la novela ganadora de Juan José Millás, <a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/Elogio/tristeza/elpepuculbab/20071110elpbabnar_3/Tes">dice J. Ernesto Ayala-Dip</a> que "<em>este libro es la búsqueda de un territorio moral, emocional, afectivo, doméstico, un territorio existencial, en suma, que le dé noticias a su narrador de lo que fue (y quiso ser) y de lo que ahora es (o no querría ya ser)</em>".</p>
<p>Por su parte, este mismo articulista <a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/Fidelidad/folletin/elpepuculbab/20071110elpbabnar_5/Tes">dice de la novela finalista <em>Villa Diamante</em></a> (Editorial Planeta, Barcelona, 2007, 490 págs.), de Boris Izaguirre, que "<em>optó por el folletín, cuando pudo optar por un sistema narrativo que le hubiera posibilitado mayores resultados estéticos y sociológicos puesto que es este uno de los propósitos más o menos declarados de su libro</em>". Más adelante "<em>y un mayor cuidado, dicho sea de paso, de la prosa, que se muestra a ratos de complicada digestión por lo inoperante y a veces ilegible</em>", vamos, todo un repaso le da el autor de la crítica a la novela de Boris Izaguirre.</p>
<p>Como el que esto escribe es un apasionado de la filosofía y el ensayo en general, no dejaré de citar la <a href="http://www.elpais.com/articulo/ensayo/ironia/esceptica/Odo/Marquard/elpepuculbab/20071110elpbabens_1/Tes">recomendación que hace Fernando Savater</a> en <em>Babelia</em> de leer al filósofo alemán Odo Marquard, al que califica de "<em>filósofo minimalista</em>". Especialmente recomienda la lectura de uno de sus libros traducidos al castellano y de reciente edición: <em>Las dificultades con la filosofía de la historia</em> (<a href="http://www.pre-textos.com/">Editorial Pre-Textos</a>, 2007, 268 págs., traducción de Enrique Ocaña). De este filósofo dice Savater que "<em>sus libros nunca son demasiado extensos y están compuestos por breves ensayos o conferencias, a su vez divididos en porciones aún más concisas...</em>", y que "<em>...aconseja renunciar a la búsqueda sensacional de sentido</em>".</p>
<p>Y aunque brevemente, no quiero cerrar este repaso sin mencionar dos extensos artículos. En el primero entrevistan a dos autores portugueses <a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/podemos/librarnos/mal/elpepuculbab/20071110elpbabnar_8/Tes">Gonçalo M. Tavares</a> y <a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/interesa/sabiduria/iletrados/elpepuculbab/20071110elpbabnar_9/Tes">José Luis Peixoto</a>; da la casualidad que el próximo miércoles 14 de noviembre hablaremos del nuevo libro del segundo de ellos. Parece que nos movemos en la actualidad literaria, ¿no? El otro artículo extenso es un repaso del histórico periodista de <em>El País</em> <a href="http://www.sincolumna.com/con_columna/cruz/">Juan Cruz</a> sobre el estudio, recuperación y ensalzamiento que se está haciendo en los últimos tiempos de la obra del genio uruguayo <a href="http://www.clubcultura.com/clubliteratura/clubescritores/onetti/index.htm">Juan Carlos Onetti</a> (1909-1994), titulado <a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/Volver/Onetti/elpepuculbab/20071110elpbabnar_13/Tes"><em>Volver a Onetti</em></a>.</p>
<p>Recordar que <em>Babelia</em>, suplemente cultural del diario <em>El País</em>, cuelga en su versión digital los contenidos completos del mismo. El suplemento de <em>ABC</em>, del que hablo a continuación, solo cuelga una parte, aunque abundante.</p>
<p>El <a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=8385&#38;num=823&#38;sec=31"><em>ABC de las Artes y las Letras</em></a> dedica su portada y su artículo principal al <a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=8385&#38;num=823&#38;sec=31">150 aniversario del nacimiento de Josep Conrad</a> (Jósef Teodor Konrad Korzeniowski, 1857-1924); la edición impresa incluye cuatro artículos sobre este autor, uno de ellos de uno de sus biógrafos, Jhon Stape, que precisamente acaba de editar en castellano una biografía del literato polaco, <em>Las vidas de Joseph Conrad</em> (<a href="http://www.editoriallumen.com">Editorial Lumen</a>, Barcelona, 2007, 544 págs., traducción de Ramón Vilà Vernis).</p>
<p>Jesús Marchamalo escribe en esta misma edición del suplemento del <em>ABC</em> un original artículo sobre las dedicatorias que firman los autores en sus libros. Un artículo simpático que podemos leer completo <a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=8393&#38;num=823&#38;sec=32">aquí</a>. Esto de las dedicatorias tiene su arte y sus anécdotas, en mi caso, suelo personalizar cada dedicatoria poniendo sumo cuidado en ser afectuoso.</p>
<p>Mi debilidad por el realismo del siglo XIX, especialmente de los autores rusos, me lleva a detenerme en <a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=8397&#38;num=823&#38;sec=32">el comentario que hace Almudena Guzmán</a> sobre la aparición casi simultánea de dos obras de un autor de aquella época, tal vez menos conocido, como es <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Nikol%C3%A1i_Leskov">Nikolái Leskov</a>.  Guzmán hace un repaso de las obras recientemente publicadas <em>El pavo real</em> (Maldoror Ediciones,Vigo, 2007, 89 págs., traducción de Jorge Segovia y Violetta Beck) y <em>La pulga de acero</em> (<a href="http://www.impedimenta.es/">Editorial Impedimenta</a>, Madrid, 2007, 128 págs., traducción de Sara Gutiérrez e introducción de Care Santos).</p>
<p>Para terminar. Los amantes de la novela histórica, que me consta que son muchos en los tiempos que corren, podrán disfrutar de <a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=8401&#38;num=823&#38;sec=32">una entrevista con Blas Matamoro</a>, autor de la novela recientemente publicada <em>El pasadizo</em> (Taller de Mario Muchnik, Madrid, 2007, 233 págs.), ambientada en la Roma republicana, previa al Imperio. Los que prefieran en cambio la polémica encontrarán <a href="http://www.abc.es/abcd/noticia.asp?id=8408&#38;num=823&#38;sec=32">una reseña del ensayo de Albert Boadella</a> <em>Adiós Cataluña. Crónica de amor y de guerra</em> (Editorial Espasa Calpe, Madrid, 2007, 284 págs.).</p>
<p>En un rápido repaso de <a href="http://www.elcultural.es/Default.asp">El Cultural</a>, destacaré la publicación de la que, al parecer, es la <a href="http://www.elcultural.es/HTML/20071108/LETRAS/LETRAS21613.asp">última entrevista que se le hizo al escritor estadounidense Norman Mailer </a>antes de fallecer recientemente. Además, nos ofrecen un estracto de su último libro, que publicará en España la <a href="http://www.anagrama-ed.es/">Editorial Anagrama</a>, <em>El Castillo en el bosque</em>.</p>
<p>Francisco Cenamor</p>
<p><strong><a href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailverifySubmit?feedId=347895">Subscríbete aquí a Blog Escritores.</a></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"> <span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman"><strong><a href="http://escritores.wordpress.com//" target="_blank" title="Blog Literario y Cultural Blog Escritores">Blog Escritores - Cursos, Concursos y Recursos - Blog Literario y Cultural</a></strong></font></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><br />
</span>
</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman">Blog Recomendado por <a href="http://www.diariodirecto.com/" target="_blank" title="Diario Directo">Diario Directo</a> - en la <a href="http://www.diariodirecto.com//BLOGGER/zona-blogs.html" target="_blank" title="Zona Blogs de Diario Directo">Zona Blogs</a></font></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"><br />
</span>
</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Georgia;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal" align="center"><span style="font-family:Georgia;"><font face="Times New Roman"><img src="http://www.diariodirecto.com/images/img_logo_nuevo2.gif" alt="Diario Directo - El Peródico Interactivo" align="bottom" height="45" width="269" /></font></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blogtopsites.com/literature/"><img src="http://www.blogtopsites.com/track_38401.gif" alt="Literature Blogs - Blog Top Sites" style="border:medium none #000000;" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blogalaxia.com/top100.php?top=1"><img src="http://botones.blogalaxia.com/img/blogalaxia0.gif" alt="BloGalaxia" style="border:0 none;" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sophia de Mello Breyner Andresen (1919 -2004)]]></title>
<link>http://luxuriante.wordpress.com/2007/08/10/sophia-de-mello-breyner-andresen-1919-2004-2/</link>
<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 20:34:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>luxuriante</dc:creator>
<guid>http://luxuriante.wordpress.com/2007/08/10/sophia-de-mello-breyner-andresen-1919-2004-2/</guid>
<description><![CDATA[
As pessoas sensíveis
As pessoas sensíveis não são capazesDe matar galinhasPorém são capazesDe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_oAMEYAp1xZY/RrzPBt9ASaI/AAAAAAAABAM/8UYRPIO5d5c/s1600-h/pilha_dinheiro.jpg"><img style="display:block;text-align:center;cursor:hand;margin:0 auto 10px;" src="http://bp0.blogger.com/_oAMEYAp1xZY/RrzPBt9ASaI/AAAAAAAABAM/8UYRPIO5d5c/s400/pilha_dinheiro.jpg" border="0" /></a></p>
<p>As pessoas sensíveis</p>
<p>As pessoas sensíveis não são capazes<br />De matar galinhas<br />Porém são capazes<br />De comer galinhas</p>
<p>O dinheiro cheira a pobre e cheira<br />À roupa do seu corpo<br />Aquela roupa<br />Que depois da chuva secou sobre o corpo<br />Porque não tinham outra<br />O dinheiro cheira a pobre e cheira<br />A roupa<br />Que depois do suor não foi lavada<br />Porque não tinham outra</p>
<p>"Ganharás o pão com o suor do teu rosto"<br />Assim nos foi imposto<br />E não:<br />"Com o suor dos outros ganharás o pão."</p>
<p>Ó vendilhões do templo<br />Ó constructores<br />Das grandes estátuas balofas e pesadas<br />Ó cheios de devoção e de proveito</p>
<p>Perdoai-lhes Senhor<br />Porque eles sabem o que fazem.<br />Para enfrentarmos juntos o terror da morte<br />Para ver a verdade para perder o medo.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
