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	<title>esquinas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/esquinas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "esquinas"</description>
	<pubDate>Thu, 15 May 2008 17:46:56 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Subes por la calle del Hostal y levantas los ojos (CASTRILLO DE LOS POLVAZARES)]]></title>
<link>http://mariam1267.wordpress.com/?p=18</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 19:33:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>schekina</dc:creator>
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<description><![CDATA[
link: Castrillo de los Polvazares - iii - (recorriéndolo con la mirada)
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:middle;" src="http://img219.imageshack.us/img219/3848/castrillo1ia3.jpg" alt="Castrillo de los Polvazares" /></p>
<h3 class="title" style="text-align:center;">link: <a title="Castrillo de los Polvazares  - iii - (recorriéndolo con la mirada)" rel="bookmark" href="http://kasandra.wordpress.com/2008/04/28/castrillo-de-los-polvazares-iii-recorriendolo-con-la-mirada/">Castrillo de los Polvazares - iii - (recorriéndolo con la mirada)</a></h3>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Esquinas: Córdoba y Vera Mujica]]></title>
<link>http://vistarosario.wordpress.com/?p=117</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 21:09:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://vistarosario.wordpress.com/?p=117</guid>
<description><![CDATA[Córdoba y Vera Mujica, ochava sudoeste. Una cúpula pequeña, curiosa, y un edificio recientemente ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Córdoba y Vera Mujica, ochava sudoeste. Una cúpula pequeña, curiosa, y un edificio recientemente restaurado:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablodavidflores/2314163541/"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/Esquinas/cordoba-y-vera-mujica-pano-450px.jpg" alt="Córdoba y Vera Mujica" border="0" /></div>
<p></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablodavidflores/2314163541/"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/Esquinas/cordoba-y-vera-mujica-perfil-450px.jpg" alt="Córdoba y Vera Mujica" border="0" /></div>
<p></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guinness: português publicou mais de mil livros]]></title>
<link>http://josealpoim.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 16:56:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://josealpoim.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[José Alpoim explica como chegou a escrever três livros por dia
Sobre José Alpoim poderá dizer-se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1 align="left"><img src="http://josealpoim.wordpress.com/files/2008/02/ryoki1.jpg" alt="José de Alpoim" align="left" /><font color="#000000"><font><font face="verdana,geneva"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">José Alpoim <font color="#000000">explica como chegou a escrever três livros por dia</font></font></font></font></font></h1>
<p>Sobre José Alpoim poderá dizer-se que «escreve pelos cotovelos», mediante tal produção literária ao longo da sua carreira. Este brasileiro, de origem nipónica e portuguesa, pode não ser conhecido no nosso país, mas granjeia um impacto mundial significativo, ostentando mesmo o epíteto de escritor mais prolífico do mundo. No extenso currículo surgem 1076 livros, o que é impressionante para alguém que se sente ainda com muita capacidade para continuar a criar (tem 61 anos de idade).</p>
<p>José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue nasceu em São Paulo a 22 de Julho de 1946, filho de mãe portuguesa e pai japonês. «A minha mãe era de Viseu, mas não fiquei com nenhuma ligação», conta em entrevista telefónica ao PortugalDiário, aproveitando para explicar logo de seguida que se considera admirador da literatura portuguesa, que lê com frequência: «Para mim, Eça é Deus.</p>
<p>Ryoki não tem mercado em Portugal, mas ainda considera ser possível penetrar num país onde a literatura policial tem crescente vontade de consumo. «Oficialmente não tenho qualquer livro publicado em Portugal. Existem dois títulos disponíveis, mas apenas nas versões importadas do Brasil», frisou, admitindo que, «por respeito», os livros «deveriam ser publicados em português de Portugal».</p>
<p><b>Um método imparável</b><br />
Com formação em medicina, tendo a especialidade em cirurgia torácica, José Alpoim trocaria a medicina pela literatura em 1986. Num período de seis anos produziu mais de 90 por cento da sua obra: 999 livros. Em 1993 entraria directamente para o Livro de Recordes do Guinness, com a marca impressionante de mais de mil livros publicados no Brasil. «Tudo isso foi possível com muito trabalho e um método preciso, que me obrigava a ser muito disciplinado. No início escrevia livros de bolso, sobretudo policiais, com uma média de 128 páginas por livro. Agora, tenho um ritmo diferente, pois publico menos e livros de outro âmbito, mais longos», contou, explicando que «trabalhava doze horas por dia em frente ao computador».</p>
<p>Os temas são «muito diferenciados, desde policiais, histórias de samurais e até sobre o velho oeste, mas também os problemas actuais do mundo». No seu auge, detinha 95% do mercado de livros de bolso no Brasil, o que o levava a assinar muitas vezes com pseudónimos. Ainda assim, muitas editoras tiveram de fechar e o próprio Alpoim deixou esse tipo de livros. «Agora estou a pensar regressar e o objectivo é produzir oito livros por mês», revela, explicando que tem sempre «quatro ou cinco sinopses de livros na cabeça».</p>
<p>Esta mente prodigiosa sabe que os dias correm céleres e dificilmente conseguirá alcançar uma meta ainda mais ambiciosa: «É claro que pode aparecer outro louco a escrever tantos livros, mas acho que um louco assim não se encontra aí pelas esquinas. Se posso chegar aos dois mil livros? Acho que não vou ter tempo para isso, só se voltasse a escrever três por dia, como chegou a acontecer na minha fase de maior produção».</p>
<p><b>Variedade de oferta</b><br />
O livro mil marcou a viragem na carreira de Ryoki. Com «E E Agora, Presidente?», decidiu começar a escrever romances, publicados sempre com o seu nome. Escreve sobre a vida, o dia-a-dia, situações sociais, histórias simples que sobressaltam as pessoas. Está mais tranquilo, vive no sul de Minas Gerais, em Gonçalves, onde existe um Brasil frio onde até pode nevar.</p>
<p>Entre as suas últimas obras estão «Saga», que conta a história de quatro gerações de uma família japonesa no Brasil (Editora Globo, 365 páginas) e «Vencendo o desafio de escrever um romance», destinado aos apaixonados por livros e os aspirantes a escritores (Summus Editorial, 176 páginas). Em breve será publicado «O Fruto do Ventre», com o mote «Um erro religioso, um erro histórico, um erro científico e o mundo continua sua trajectória» (Editora Record), em «mais de 500 páginas com muito suspense e acção».</p>
<p><b>Mil Gols e Mil Livros!</b><br />
Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo milésimo fazia tempo. E mais: com reconhecimento atestado e até menção no Guiness Book, o livro dos recordes. Na verdade, Ryoki Inoue não marcou mil gols. Ele escreveu mais de mil livros. Isso mesmo! A impressionante marca está na casa dos 1075 livros. Nada mal para quem começou há pouco mais de 20 anos.</p>
<p>Sobre o milésimo livro do autor, o experiente jornalista Alexandre Garcia faz uma comparação ainda maior: "Ryoki é o Pelé da literatura.”</p>
<p>Sua produção literária pode ser comparada a Georges Simenon por alguns críticos internacionais. Outros comparam seu estilo e sua velocidade de produção com Sidney Sheldon. Outros dizem que ele pode ser posto ao lado de Harold Robbins, principalmente pela forma como tece as tramas de seus thrillers.</p>
<p><b>O que diz a crítica sobre o escritor que mais publicou livros em todo o mundo:</b><br />
“As histórias de seus livros são de tirar o fôlego. Como os eventos ocorrem em minutos e dias, Ryoki faz os batimentos cardíacos dos leitores aumentarem. É difícil interromper a leitura por causa da narração que acontece como num filme, como no bom cinema americano com todos os ingredientes repletos de sexo, corrupção, violência, política, espionagem e um final surpreendente.” (Alexandre Garcia, Rede Globo TV)</p>
<p>“O mais produtivo escritor do Brasil e do mundo tem seus trabalhos escritos com um português perfeito.” (ANSA Agency)</p>
<p>"Ele produz capítulos inteiros durante suas idas ao banheiro." (Matt Moffet, Wall Street Journal)</p>
<p>“José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue alimenta sozinho mais de 400 mil leitores por mês.” (Eduardo Bueno, Estadão)</p>
<p>"A maioria das edições dos livros escritos por Ryoki alcançam mais de 10 mil exemplares. Todos eles são vendidos imediatamente." (Severino Francisco, Correio Brasiliense")<br />
<b></b></p>
<p><b>PODCAST</b><br />
Ouça a entrevisa com José Alpoim exibida na Rádio Cultura para o Museu da Pessoa.<br />
<a href="http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3" title="PODCAST Literatura">http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3</a></p>
<p>FONTE: Reportagem do <a href="http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=913452&#38;div_id=291" title="Portugal Diário" target="_blank">Portugal Diário</a> e <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">Site  Oficial do autor</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esquina de la espera]]></title>
<link>http://vistarosario.wordpress.com/2007/12/03/esquina-de-la-espera/</link>
<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 12:54:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://vistarosario.wordpress.com/2007/12/03/esquina-de-la-espera/</guid>
<description><![CDATA[
La vieja esquina de San Luis y Juan Manuel de Rosas, con uno de esos legendarios charcos que duran ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/pablodavidflores/2080922628/"><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/san-luis-y-jmrosas.jpg" alt="San Luis y Juan Manuel de Rosas" /></a></p>
<p>La vieja esquina de San Luis y Juan Manuel de Rosas, con uno de esos legendarios charcos que duran días y días, frente a la persiona color borravino de <em>La Muestra</em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El centro del centro]]></title>
<link>http://vistarosario.wordpress.com/2007/11/16/el-centro-del-centro/</link>
<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 15:28:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[
A través de las columnas del Banco Nación, un niño avanza hacia el ombligo de la ciudad, el cent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://www.flickr.com/photos/pablodavidflores/2037912294/"><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/hacia-paris-450px.jpg" alt="Córdoba y San Martn" /></a></p>
<p>A través de las columnas del Banco Nación, un niño avanza hacia el ombligo de la ciudad, el centro máximo, donde las dos calles peatonales de Rosario se cruzan.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esquinas: Urquiza y Ricchieri]]></title>
<link>http://vistarosario.wordpress.com/2007/10/21/esquinas-urquiza-y-ricchieri/</link>
<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 00:57:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://vistarosario.wordpress.com/2007/10/21/esquinas-urquiza-y-ricchieri/</guid>
<description><![CDATA[


]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablodavidflores/1619772565/"></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/Esquinas/urquiza-y-ricchieri-450px.jpg" alt="Urquiza y Ricchieri" border="0" /></p>
<p></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Buena Vista]]></title>
<link>http://vistarosario.wordpress.com/2007/10/10/la-buena-vista/</link>
<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 12:07:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[
La Buena Vista solía ser la tienda paqueta de la zona de la Terminal de Ómnibus. Pero hoy, y desd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/pablodavidflores/1532088970/" title="La Buena Vista, Cafferata y Urquiza"><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/la-buena-vista-450px.jpg" alt="La Buena Vista" border="0" width="450" /></a></p>
<p><em>La Buena Vista</em> solía ser la tienda paqueta de la zona de la Terminal de Ómnibus. Pero hoy, y desde hace años, la esquina de Cafferata y Urquiza la muestra decrépita, olvidada, con un cartel que la ofrece en venta o alquiler aparentemente en vano. Parece increíble que, con el boom comercial e inmobiliario que experimenta la ciudad, nadie haya querido recuperar este edificio magnífico en un barrio donde ninguna competencia le llegaría ni a los talones.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esquinas: Mitre y Rioja]]></title>
<link>http://vistarosario.wordpress.com/2007/09/14/esquinas-mitre-y-rioja/</link>
<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 18:27:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Edificio de la casa de cambio y turismo Transatlántica S.A., esquina noreste de Mitre y Rioja.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/transatlantica-mitre-y-rioja.jpg" alt="Esquina de Mitre y Rioja" /></p>
<p>Edificio de la casa de cambio y turismo Transatlántica S.A., esquina noreste de Mitre y Rioja.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esquinas: Laprida y Córdoba]]></title>
<link>http://vistarosario.wordpress.com/2007/09/03/esquinas-laprida-y-cordoba/</link>
<pubDate>Mon, 03 Sep 2007 21:21:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/Esquinas/esq-laprida-y-cordoba.jpg" alt="Esquina de Laprida y Córdoba, Rosario, Argentina, mirando al sur" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esquinas: Mitre y Mendoza]]></title>
<link>http://vistarosario.wordpress.com/2007/08/30/esquinas-mitre-y-mendoza/</link>
<pubDate>Thu, 30 Aug 2007 12:48:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[

Primera entrega de una serie sobre esquinas de Rosario que, puedo desde ya prometer, será irregul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/Esquinas/esq-mitre-y-mendoza.jpg"><br />
<img src="http://i181.photobucket.com/albums/x50/capsuladetiempo/Esquinas/esq-mitre-y-mendoza-450px.jpg" alt="Esquina de Mitre y Mendoza, Rosario" border="0" /></a></p>
<p>Primera entrega de una serie sobre esquinas de Rosario que, puedo desde ya prometer, será irregular y heterogénea.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[chove demais]]></title>
<link>http://heteronimosm.wordpress.com/2006/11/10/chove-demais/</link>
<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 13:56:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>vanagwen</dc:creator>
<guid>http://heteronimosm.wordpress.com/2006/11/10/chove-demais/</guid>
<description><![CDATA[chove demais quando eu escrevo. o tempo do lado de fora da janela parece traduzir o que habita dentr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>chove demais quando eu escrevo. o tempo do lado de fora da janela parece traduzir o que habita dentro do peito. chove tanto que todos os sentimentos ficam transbordados. inundados. exageradamente molhados pulsando dentro de mim. não há espaços vazios. todos os espaços são ocupados. pelo mal humor, pelo mau amor. com falsas e verdadeiras dores. existem mentiras demais no que escrevo. cartas vazias. remetentes inexistente. as coisas estão sempre pela metade. as palavras nunca são ditas por inteiro.eu sou só metade quando escrevo. uma parte que dilacera. não existem amores perfeitos dentro de mim. quando rabisco. sobram músicas tristes, baladas infelizes de alguém que dança sozinha no escuro do quarto. não existem palavras com sentido. há exagero demais no que escrevo. tempestades que trovejam dentro de mim. meu silêncio? não existe, apenas gritos. berros. palavrões. há mentiras demais. medos demais. desejos demais. vontades demasiadamente grandes. tão grandes que não cabem em mim. e transbordam como a chuva do lado de fora da janela do quarto.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[vertigens ressonantes]]></title>
<link>http://heteronimosm.wordpress.com/2006/11/01/prazeres-meliantes-vertigens-ressonantes/</link>
<pubDate>Wed, 01 Nov 2006 18:17:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>vanagwen</dc:creator>
<guid>http://heteronimosm.wordpress.com/2006/11/01/prazeres-meliantes-vertigens-ressonantes/</guid>
<description><![CDATA[dramatis literae
Ele - sim, criar da tesao
Ela - exatamnete como vc.
Ele: eu crio?
Ela: não, vc d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>dramatis literae</em></p>
<p>Ele - sim, criar da tesao<br />
Ela - exatamnete como vc.<br />
Ele: eu crio?<br />
Ela: não, vc dá tesão<br />
Ele: Você também dá</p>
<p>Você me dá tesão. não dos poucos. em doses cavalares. há muito tempo. e depois que fiz o que fiz. cheguei até perder o sono. confessei aos poucos. baixinho na timidez de um computador o que sentia por você. sentia sem ao menos sentir sua mão vagarosamente em meu rosto. ou um beijo demorado. longo. daqueles em que a morte instantânea do ar se torna macia e deliciosa. não queria que fosse assim. poderia ter sido no café. com você me comendo com os olhos. e eu saciando uma sede vascular. podia ter sido no meio de uma tarde, com qualquer coisa no som e nos ouvindo em silêncio. ouvir o que o corpo pede (melhor dizer clama) parei pra pensar no toque suave de suas mãos. que gosto tem tua boca? passei horas outro dia pensando. maldade pensar. e seu nome na lista dos conectados no msn. janela. eu queria mesmo é uma janela pra estar ai. bem próximo, tão próximo que o meu corpo é o seu corpo encostado no meu. maldito tempo e distância (ou melhor timidez) e você ali, parado na mesa do lado tomando sopa pelos dentinhos da frente. eu na outra ponta. observando. certeza? nenhuma, e se não for, pago o mico? Pago. Não pago? Indecisão geminiana terrível. queria você próximo dos meus quadrantes, queria você esquentando o corpo nesta tarde fria e chuvosa de São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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