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	<title>imperios &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/imperios/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "imperios"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 08:10:13 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[La caída del Imperio Estadounideño tuvo lugar el año del Señor de dos mil ocho]]></title>
<link>http://undabeitia.wordpress.com/?p=463</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 16:02:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Löss d’èl Dhêsbánn</dc:creator>
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<description><![CDATA[No hará más de unos días que llegaron Los Romanos al desván, diciendo que nunca hubo crisis del ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No hará más de unos días que llegaron Los Romanos al desván, diciendo que nunca hubo crisis del Imperio Romano, que los imperios no tienen krisis, sólo caídas. Traían muchos libros y muchas ideas y muchas palabras, propias y ajenas. Nos hablaron de La solución para crisis Catilina, y de Max Gallo, un profesor que la recuerda: "... César ya no se mueve. Esperar es sabio, pero otros, como Catilina, son impacientes. Saben agitar a las masas... alimentan con sueños los rencores y las esperanzas de los pobres. Seducen a la juventud y a los ambiciosos y prometen la abolición de las deudas. ¿Y qué romano no tiene los colmillos de sus acreedores clavados en la nuca? Los endeudados viven bajo la amenaza de perderlo todo: su casa, sus hijos, vendidos como exclavos, su parcela de tierra y su vida. ¿Cómo no escuchar a Catilina, que les garantiza la condonación de sus deudas? Y que juega con el espejismo de la venganza y el beneficio, prometiendo condenar a los ricos y conceder magistraturas y los sacerdocios a los más pobres, y, naturalmente, todo acompañado de los beneficios del pillaje que siempre acompaña a la violencia."<br />
Sabemos que estás pensando que la cita es larguísima, por eso te proponemos que intentes definir la Solucion para Krisis Catilina con menos palabras y que, si lo consigues, nos mandes rápido tu propuesta, que publicaremos sin demora en estas belogas. Ni que decir tiene que ellos, Los Romanos, viendo las cosas con la perspectiva que dan dos mil años, se decantan por la Solución para Krisis César, y nos piden que te digamos que hagas como él y ya no te muevas, por lo menos durante el tiempo en el que termina de caer El Imperio Estadounideño Tardío, que dejará a su paso un vacío gigantesco que absorberá todo lo que no haya sabido estarse quieto.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[LLUVIA]]></title>
<link>http://anelaisi.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 00:56:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>anelaisi</dc:creator>
<guid>http://anelaisi.es.wordpress.com/2008/09/13/lluvia/</guid>
<description><![CDATA[Vemos como en estos dias va pasado los huracanes ,precisamente por los àises que peor estan ,
parec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vemos como en estos dias va pasado los huracanes ,precisamente por los àises que peor estan ,</p>
<p>parece que esos paises no tienen derecho a vivir dignamente igual que los demas paises desarrollados ,una y otra vez ,los golpea ,elclima.</p>
<p>Haiti ,cuba ,y los demas paises,.</p>
<p>que pasa que hasta el mismo planeta tierra parece que a unos favorece mas que a otros ,</p>
<p>que ocurre, todo parece indicar que si .</p>
<p>deberiamos  irnos a la historia , panteologia ,geografia y a nuestros antepasados .</p>
<p>el mapa mundi no era lo que es ,y no quedara asi ,</p>
<p>hemos tenido transfrormaciones al cabo de los siglos y seguiremos teniendolos , y ahora con este tiempo mas que antes,ya que todo va acelerado, .</p>
<p>todo tiene un tiempo ,un tiempo de nacer y un tiempo para morir.</p>
<p>Nace unas civilizaciones se pasa los tiempos y vienen otras,.</p>
<p>Unas con mas brillo mas elevadas.</p>
<p>y otras mas oscuras ,y con mas retrosezo en la evoluccion del ser humano .</p>
<p>Viene los imperios , y cada imperio porezo lo son ,han tenido que imponerse , a los otros .</p>
<p>Cada cual cometiendo las barbaridades que supone imponerse a otros .</p>
<p>Unos mas otros menos ,pero nadie se queda atras ,si no que se mire la historia,.</p>
<p>Todabia vez que para que unos esten arriba ,tienen que tener a otros abajo.</p>
<p>Imperios ,pero todos caen ,tarde mas ,tarde menos ,peron todos caen.</p>
<p>Hubo un tiempo que no habia nada en el planeta llamado tierra ,.</p>
<p>Luego mas avanzados dinosarios ,y desaparecieron ,y ahora hasta cuando estara aqui el humano ,,</p>
<p>Ya que no estabamos y llegara el dia que tampoco estaremos.</p>
<p>Imperios y hemos visto como han caido ,y ya vemos como va la historia ,miremos el sueño de Nabuconosor y tenemos las señales ya ,.</p>
<p>El que tenga oidos que oiga  ,pero tienen oidos y no oyen ,ojos pero no ven.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[LOS ESCLAVOS DE MANUEL VICENT]]></title>
<link>http://juanguillermotejeda.wordpress.com/?p=1946</link>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 12:08:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>jgtejeda</dc:creator>
<guid>http://juanguillermotejeda.es.wordpress.com/2008/09/07/los-esclavos-de-manuel-vicent/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://juanguillermotejeda.files.wordpress.com/2008/09/pompei2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1949" title="pompei2" src="http://juanguillermotejeda.wordpress.com/files/2008/09/pompei2.jpg" alt="" width="314" height="229" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[VIII - A guerra na Ossétia do Sul ou o duelo Eixo Atlântico vs Império Russo]]></title>
<link>http://esferadohorizonte.wordpress.com/?p=191</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 22:13:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>maverick47</dc:creator>
<guid>http://esferadohorizonte.es.wordpress.com/2008/08/10/191/</guid>
<description><![CDATA[A Geórgia invadiu uma sua província independentista chamada Ossétia do Sul, para restaurar a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Geórgia invadiu uma sua província independentista chamada Ossétia do Sul, para restaurar a 'unidade nacional'. A Federação Russa respondeu com uma intervenção militar de 'libertação' de um povo que pretende a autodeterminação. <em>Mais uma confusão lá nos confins da Eurásia</em>. O que é que isto mostra?</p>
<p>Mostra, em primeiro lugar, que há um grande erro por aí. As pessoas têm tratado o caso com circunstancialismo, circunscrevendo-se aos acontecimentos desta pequena guerra, e daí tirando as suas ilações.</p>
<p>Na verdade, não é preciso olhar muito longe para verificar a existência duma cadeia de acontecimentos. Voltando um pouco mais atrás, a minha história começa com o desmoronamento da URSS. Enfim, o triunfo de um Mundo sem impérios ou blocos, em que os Estados-Nação voltariam a reinar, num espírito de cooperação e de aliança entre quase todos, exceptuando uns pontos negros que eventualmente surgissem. Caso paradigmático é a invasão do Iraque por uma coligação internacional em 1991, após ter sido invadido um soberano Estado-nação. É ainda com base nesse esquema intelectual que GWB elenca o eixo do mal: um conjunto de países distantes e pouco conhecidos, marginais - as ovelhas negras de um rebanho tendencialmente bondoso.</p>
<p>Mas, desde cedo, essa concepção começa a ser posta em causa, quando a Rússia, então liderada por Gorbatchev, ameaça com o seu arsenal nuclear, após uns episódios durante a intervenção da NATO nos Balcãs (até aí, zona de influência russa). No entanto, essa demonstração de força foi interpretada mais como um último rugido do velho leão do que como o primeiro grito de uma Fénix prestes a eclodir.</p>
<p>A China, marginalizada pelo Ocidente depois da chacina de Tiananmen e com uma população pobre e em excesso, era vista como um caldeirão de problemas políticos emergentes da intolerância étnica e das reformas iniciadas por Deng Xiaoping.</p>
<p>Toda esta percepção começa a mudar logo após a guerra do Golfo. E começa aqui, com o Tratado de Maastricht, de 1992/3; nasce a União Europeia, primeira instituição europeia contemporânea verdadeiramente política. O sonho europeu começa finalmente a concretizar-se: cidadania europeia, PESC, CoPoJuP - funções de soberania começam subtilmente a entrar no léxico do Direito Comunitário, até aí eminentemente económico. Surge uma potência, diminuida do ponto de vista político e inexistente no prisma militar, mas ainda assim uma potência, a maior em termos económicos, e a segunda maior democracia do Mundo (com o reforço das competências do Parlamento Europeu).</p>
<p>Acaba o século e acaba a transição russa para a Oligarquia. O Primeiro-Ministro Vladimir Putin substitui Boris Ieltsin, o combatente anti-URSS, e inicia o processo de reformas musculadas que vão culminar na centralização do poder e no exercício de uma política externa dura e imperialista.</p>
<p>A China sofre um boom económico, com a crescente abertura da sua economia ao capitalismo e com o esforço de toda a máquina do poder absoluto centrado no crescimento económico (a qualquer custo).</p>
<p>Se, para norte, migram as indústrias pesadas e baratas, para a Índia começam a rumar as empresas tecnológicas e de prestação de serviços, em busca da mão-de-obra altamente qualificada e a bom preço. E nem os temores iniciais, relacionados com a crise social e com as catástrofes naturais, impedem este processo.</p>
<p>No Atlântico sul, um gigante adormecido começa a emergir, após as décadas de empobrecimento do fim da ditadura militar e das convulsões do início da democracia. Embora surjam cada vez mais pobres, a criminalidade catapulte e a corrupção se alastre, o Brasil de Fernando Henrique Cardoso cria uma nova e bem sucedida moeda que traz de volta a estabilidade há muito perdida, mas incapaz de conter a inflação. Um misto de liberalismo com um Estado incompreensivelmente grande, com elevados impostos, dificultam o objectivo, mas a República lusófona melhora o clima social com o populista Lula da Silva.</p>
<p>Voltando aos confins da Europa, o início do século marca uma ofensiva da União contra o inexistente Pacto de Varsóvia, conseguindo o que, pouco mais de uma década antes, seria visto como impossível: a UE toma de assalto mais de uma dezena de satélites da velha URSS, isto sem fazer tombar uma gota de sangue.</p>
<p>A ofensiva prossegue, e entre a coligação supranacional e o império oligarca começa uma guerra de bastidores e de financiamentos aos restantes países do leste europeu, culminando na maior vitória europeia: a revolução laranja, insurreição popular contra a Rússia no seio do seu maior aliado - a Ucrânia. Mas a guerra prossegue e a Rússia consegue marcar pontos na Bielorrússia e na batalha do gás natural, colocando a sustentabilidade energética da Europa em xeque.</p>
<p>É aqui que se dá a sucessão de eventos que referia. Já neste ano, o satélite russo Sérvia é golpeado por uma insurreição nacionalista no Kosovo. A União Europeia divide-se, mas a balança pende inelutavelmente a favor do princípio da autodeterminação dos povos, com o apoio do 2.º vector do eixo atlântico. E nasce um novo 'Estado de facto'.</p>
<p>Insatisfeita, a Rússia continua a aumentar o tom das suas ameaças. A oportunidade de agir <em>à bruta </em>surge quando um território georgiano com uma pequena população revoltosa é atacado pela pátria-mãe. A pretexto de defender a autodeterminação dos povos, a Rússia intervém, visando ganhar um satélite (ainda que minúsculo) - e outras não poderiam ser as razões para a intervenção militar desta semana. A Rússia nunca defendeu o princípio do Estado-Nação; ela própria é um conjunto de um povo maioritário e de vários outros que a ele estão submetidos. O que está em causa são os interesses do Império Russo.</p>
<p>Qual é a consequência de tudo isto? É simples. Uma análise a longo prazo, e não circunstancial, facilmente denota o movimento de forças antagónicas, numa luta entre diversas potências territoriais pelo controlo de territórios, em regra adjacentes. Ou seja, atravessamos um momento de formação de impérios. A guerra na Geórgia é mais um caso. Os povos desse país e da Ossétia são peões num jogo maior, que se joga entre os EUA/UE (cujos interesses têm vindo a conciliar-se, exceptuando na Guerra de 2003), China, e, num segundo patamar Índia, Rússia e Brasil.</p>
<p>Por isso, ao contrário do que defendem alguns, a questão que se coloca neste caso concreto da Ossétia do Sul não é uma dialéctica entre o princípio da integridade do território e o da autodeterminação. A questão é entre a entente Washington-Bruxelas e Moscovo. Tanto a UE e os EUA como a Rússia estão do lado oposto ao que costumam estar, o que, por si só, corrobora esta tese.</p>
<p>Uma última consequência é a extinção do ideal novecentista do Estado-nação, que se torna impossível perante a força gravitacional irresistível dos planetas deste sistema solar. Restarão como exemplos mais próximos desse ideal aqueles estados que optem por ceder a vários impérios ao mesmo tempo (caso provável do Cazaquistão), e os que se integrem em organizações supranacionais como a UE, o Mercosul e a UA (enquanto estas não assumirem, elas próprias, as vestes de impérios proprio sensu).</p>
<p>Nota (1): Utiliza-se a expressão império na falta de outro mais adequado. Os impérios do séc. XXI de que falo não devem ser entendidos como sinónimos dos impérios em sentido tradicional. Mas são a realidade geopolítica mais semelhante, daí a utilização da palavra.</p>
<p>Nota (2): Também não são os impérios na acepção bloquista de <a href="http://arrastao.org/sem-categoria/com-que-argumento/">Daniel Oliveira</a>:</p>
<blockquote><p>O resumo é simples: os Impérios pensam e agem como Impérios. No meio usam argumentos morais, políticos e jurídicos. Quase nunca valem nada. As razões são sempre as mesmas: as do mais forte. O Império está acima da razão. Seja qual for o Império.</p></blockquote>
<p>Como é óbvio, isto não tem qualquer cabimento. O mesmo tipo de argumentos poderia ser utilizado contra os Estados "não imperiais". São aquelas máximas genéricas do costume. Qualquer estrutura política, desde a Antiguidade Clássica até aos dias de hoje, faz muitas vezes prevalecer os seus interesses sobre a coerência e mesmo sobre princípios consagrados - o que não é irracional. É certo que isso ocorre em graus diferentes. Mas considerar que um Império é necessariamente pior do que um Estado nessa questão é simplesmente uma demonstração da demagogia e do populismo a que alguma esquerda nos vem habituando.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿EXISTE UN DESTINO PLANIFICADO? ]]></title>
<link>http://segundaera.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 07:56:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>esacosis</dc:creator>
<guid>http://segundaera.es.wordpress.com/2008/08/05/%c2%bfexiste-un-destino-planificado/</guid>
<description><![CDATA[Tal cabría desprender de una correspondencia que se conserva en la biblioteca del Museo Británico ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tal cabría desprender de una correspondencia que se conserva en la biblioteca del Museo Británico en Londres: se trata de las cartas cruzadas en el siglo antepasado entre Albert Pike y Giuseppe Mazzini, dos calificados miembros de la cúpula masónica y luciferina de los iluminados o illuminatis (no todas las logias masónicas son luciferinas). En ellas se diseñaron las tres guerras mundiales.<br />
Así, en carta dirigida a Mazzini con fecha del 15 de agosto de 1871-hace mas de un siglo-Pike le comunica que:</p>
<p><!--more--> <strong>La primera Guerra Mundial</strong> se debía generar para permitir a los Iluminados derrocar el poder de los zares en Rusia, y transformar este país en la fortaleza del comunismo ateo. Las divergencias provocadas por los agentes de los Iluminados entre los imperios británicos y alemán - y también la lucha entre el pangermanismo y el paneslavismo- se debían aprovechar para fomentar esta guerra. Una vez concluida, se debía edificar el comunismo y utilizarlo para destruir otros gobiernos y debilitar a las religiones.<br />
<strong>La Segunda Guerra Mundial</strong> debía fomentarse aprovechando las diferencias entre fascistas y sionistas políticos. La lucha debía iniciarse para destruir el nazismo e incrementar el sionismo político, con tal de permitir el establecimiento del Estado soberano de Israel en Palestina.<br />
<strong>La Tercera Guerra Mundial</strong> se debe de fomentar aprovechando las diferencias promovidas por los agentes Iluminados entre el sionismo político y los dirigentes del mundo musulmán. La guerra debe de orientarse de forma tal que el Islam y el sionismo político se destruyan mutuamente, mientras que otras naciones se verán obligadas a entrar en la lucha, hasta el punto de agotarse física, mental, espiritual y económicamente.<br />
Albert Pike le escribió a Giuseppe Mazzini el 15 de agosto de 1871 que, al final de la Tercera Guerra Mundial, quienes pretenden la completa dominación mundial provocaran el mayor cataclismo social jamás conocido en el mundo.</p>
<p>Las masas, decepcionadas ante la nula respuesta de las autoridades políticas y religiosas serían llevadas a tal nivel de desesperación que "destruirán al mismo tiempo al cristianismo y los ateísmos" y "vagarán sin dirección en busca de un ideal". Sólo entonces, según Pike, se revelaría "la luz verdadera con la manifestación universal de la doctrina pura de Lucifer, que finalmente saldrá a la luz.</p>
<p>Los llluminati presentarían al mundo a un nuevo líder capaz de devolver la paz y la normalidad al planeta (y que sería identificado como la nueva encarnación de Jesucristo para los cristianos, pero al mismo tiempo como el mesías esperado por los judíos y el mahdi que aguardan los musulmanes) y todo el proceso desembocaría en la anhelada síntesis.</p>
<p><strong>OBJETIVO: EL NUEVO ORDEN MUNDIAL (NOVUS ORDUM SECLORUM)</strong></p>
<p>La idea del judío alemán Adam Weishaupt, que fundo la cúpula de los Iluminados o Illuminatis el 1 de mayo de 1776, era el camino a través de la anarquía. El que su fundación tuviese lugar el día siguiente de la noche de Walpurgis, y el hecho de que este día fuera consagrado mundialmente festivo -El "día del trabajo"-aclara todavía mas la estrecha relación que existe. El hecho que además el sello de los iluminados aparezca con la fecha de 1776 en el dolar americano, asombra aquellos que no saben que Washington fue tan illuminati como Jefferson, Rossvelt, Ronald Reagan, Bush padre e hijo.<br />
Si hablamos del poder efectivo, debemos mencionar a los Rockefeller y mas importantes aun a los Rothschild. En sucesión ascendente siguen los Bilderberg, un club formado en mayo de 1954 e integrado por los 500 hombres y organizaciones más ricas e influyentes del mundo, que se propone la instauración del "Nuevo orden Mundial". A estas personas se les conocen como "hombres grises" del "Gobierno Invisible".</p>
<p>Más arriba está el «Consejo de los 33», los 33 más altos masones iniciados del mundo. Por encima de ellos, el «Gran Consejo de los 13», 13 Grandes Druidas, por encima de los cuales aún actúa «El Tribunal» y, finalmente, el inmencionable nombre de grado 72 de los cabalistas, que —dicho sea de paso—también significa «Iluminado». Para los Iluminados Lucifer es Dios, y Jesús es el imitador. De la misma forma que para los cristianos Satanás es el imitador de Jesús.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Si Alejandro lo hizo... estamos fregados...]]></title>
<link>http://homohominilupus.wordpress.com/?p=1136</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 20:37:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>condottiero</dc:creator>
<guid>http://homohominilupus.es.wordpress.com/2008/08/04/si-alejandro-lo-hizo-estamos-fregados/</guid>
<description><![CDATA[
A los 10 años el jóven Alejandro demostró ser el amo idóneo del legendario Bucéfalo.  A los 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.1stmuse.com/frames/Face2.jpg" alt="" width="200" height="247" /></p>
<p>A los 10 años el jóven Alejandro demostró ser el amo idóneo del legendario Bucéfalo.  A los 16 años Alejandro era ya regente de Macedonia mientras su padre Filipo realizaba empresas en Bizancio.  A los 20 años Alejandro fue elegido Rey de Macedonia tras el asesinato de su padre; y en tan sólo un año como rey se aseguró: el apoyo de la asamblea griega reunida en el Istmo de Corintio, el apoyo de tracios e ilirios y organizó un ejército para enfrentar a los persas.  A los 21 años Alejandro sometió a las ciudades de Tebas y Atenas asesinado a quienes oponían resistencia a la hegemonía macedona.</p>
<p>Luego, junto a 42,000 soldados el rey de Macedonia inició su empresa de conquista y cruzó el Helesponto.  Ganó su primera batalla contra los persas en Granicus y tiempo después el imperio Aqueménida sería el primero de muchos en caer a sus pies. Murió jóven.</p>
<p style="text-align:center;">Y me digo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:center;">MiMismo, ¿qué haces acá a los 23 años?</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maps of war]]></title>
<link>http://laconcurrencia.wordpress.com/?p=142</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 20:37:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>dsomilleda</dc:creator>
<guid>http://laconcurrencia.es.wordpress.com/2008/06/23/maps-of-war/</guid>
<description><![CDATA[Hoy quiero recomentar una pagina muy interesante, nos muestra en una serie de mapasa animados la evo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoy quiero recomentar una pagina muy interesante, nos muestra en una serie de mapasa animados la evolucion que ha tenido la democracia, la religion, y los territorios cubiertos por los imperios en el planeta entero. vale la pena visitarla. en tan solo 90 segundos conoces la evolucion de 4,000 años de la historia del hombre.</p>
<p>Denle clic a la imagen para entrar a la pagina principal de Maps of wars</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.mapsofwar.com/"><img class="size-medium wp-image-143  aligncenter" src="http://laconcurrencia.wordpress.com/files/2008/06/title4.jpg?w=300" alt="" width="300" height="174" /></a></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Imperio Americano - Sin Precedentes - Hacia Un Nuevo Orden Mundial]]></title>
<link>http://franciscosiglo21.wordpress.com/?p=279</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 19:25:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Frank Rodríguez</dc:creator>
<guid>http://franciscosiglo21.es.wordpress.com/2008/05/17/el-imperio-americano-sin-precedentes-hacia-un-nuevo-orden-mundial/</guid>
<description><![CDATA[Es solo una observación, nada mas. Adjunto tres mapas de los últimos tres imperios mundiales de la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;">Es solo una observación, nada mas. Adjunto tres mapas de los últimos tres imperios mundiales de la historia: la Española (Rojo) <span> </span>y La Portuguesa (Morado) – <strong>Mapa 1</strong>; La Británica (Gris) <strong>Mapa 2</strong> y, <span> </span>La Americana – todo, menos el color blanco, donde no hay "influencias",  ni bases, presencia militar o observadores americana…<strong>Mapa 3</strong>. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"> </span></p>
<div><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;">Para simplificar muchismo, definimos “<em>Imperio</em>", la influencia (cultural, politico, social, economico...) o presencia militar (con tus tropas, bases, observadores, instructores…) en otros países ajenos.<br />
</span></div>
<div><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"> </span></div>
<p><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"> </p>
<p></span></p>
<p><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"><strong>MAPA 1</strong> – Imperio Español y Portugués</span></p>
<p><a href="http://franciscosiglo21.files.wordpress.com/2008/05/800px-spanish_empiretotal_expansion.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-281" src="http://franciscosiglo21.wordpress.com/files/2008/05/800px-spanish_empiretotal_expansion.jpg?w=300" alt="" width="300" height="204" /></a><br />
<span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"><strong>MAPA 2</strong> – Imperio Británico<br />
</span><br />
<a href="http://franciscosiglo21.files.wordpress.com/2008/05/british.gif"></a><a href="http://franciscosiglo21.files.wordpress.com/2008/05/british1.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-280" src="http://franciscosiglo21.wordpress.com/files/2008/05/british1.gif?w=300" alt="" width="300" height="176" /></a><br />
<span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"><strong><br />
MAPA 3</strong> – Imperio Americano </span></p>
<p><a href="http://franciscosiglo21.files.wordpress.com/2008/05/usmap1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-277" src="http://franciscosiglo21.wordpress.com/files/2008/05/usmap1.jpg" alt="" width="500" height="303" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"><br />
A simple vista, los tamaños de los Imperios han ido creciendo en su dimensión y expansión hasta el Americano que es el más grande de la historia.  <strong>¿Cómo será el próximo imperio?</strong></span></div>
<div><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"><font face="Georgia"></font></span></p>
<div></div>
<div><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;">Si seguimos estas observaciones <span> </span>y,  me permites especular e imaginar ¿el proximo podría ser un Imperio Global/Universal, bajo una sola "influencia" Mundial?<br />
</span></div>
</div>
<p><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"> </p>
<p></span></p>
<div><span style="font-size:18pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Para hacer eso habrá que conquistar otros territorios y países (otros colores)<strong> ¿no?</strong> ¿Cómo? ¿Quizas argumentar que hay que asegurar el progreso, la democracia, la libertad y la seguridad contra el enemigo - </p>
<div><strong>los otros colores?<br />
</strong></div>
<p></span></span></p>
<div><span style="font-size:18pt;"></span></div>
<p><span style="font-size:18pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"></p>
<div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/NHETHsG0WVk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/NHETHsG0WVk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></span></span></p>
</div>
<p> </p>
<p></span></span></div>
<p><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;"><font face="Georgia"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p></font></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:18pt;font-family:Georgia;">No, no puede ser, el video es solo una película y,  los mapas son una cosa histórica, una tendencia con muchísimas interpretaciones y  yo un chiflado. La razón nos llevara por el buen camino <strong>¿no?</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LAS PROFECÍAS DE DANIEL CONCERNIENTES AL ANTICRISTO]]></title>
<link>http://apologista.wordpress.com/?p=1383</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 00:04:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>apologista</dc:creator>
<guid>http://apologista.es.wordpress.com/2008/05/15/las-profecias-de-daniel-concernientes-al-anticristo/</guid>
<description><![CDATA[




















 
 



¡Un Estudio que desafia la creencia generalizada entre los evangél]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><strong><em></em></strong></div>
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<p><strong><em><span style="font-size:12pt;"></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img src="http://antesdelfin.com/ilustrations/statuenabucodonosor3.jpg" border="0" alt="" width="178" height="106" /></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></em></strong></p>
<p align="center"><img src="http://antesdelfin.com/ilustrations/statuenabucodonosor6.jpg" border="0" alt="" width="178" height="106" /></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img src="http://antesdelfin.com/ilustrations/statuenabucodonosor8.jpg" border="0" alt="" width="178" height="106" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:14.25pt;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><em><span style="font-size:14pt;color:#0000ff;">¡Un Estudio que desafia la creencia generalizada entre los evangélicos conservadores y “evangelicatólicos” de que el Anticristo será un líder Europeo!</span></em></strong></p>
<p align="center"><span style="font-size:14pt;">Tdo. Ingª Mario A Olcese (Apologista)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><em></em></strong><span style="font-size:12pt;">¿Está usted interesado en el futuro? ¿Se ha preguntado alguna vez a dónde se dirige nuestro mundo? Si es así, entonces la profecía bíblica es lo que usted debiera estar estudiando.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Revelación (Apocalípsis), el último libro de la Biblia, es la más famosa expresión sobre profecía. Se encuentra por encima de otros libros proféticos, empujando la imaginación hacia el límite con sus ramas imágenes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Sin embargo, la llave para entender Revelación son las profecías del Antiguo Testamento. Detrás de las visiones elaboradas de Revelación descansan las cinco visiones de Daniel. Sin entender Daniel es difícil entender Revelación. El propósito de este estudio es colocar un cimiento o fundamento para el adecuado entendimiento de la profecía Neo Testamentaria, comenzando con Daniel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Como está indicado por este título, el foco de este libro es el anticristo. “Anti” significa “contra”, así tenemos “contra Cristo”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La palabra “anticristo” nunca aparece en Daniel, o en cualquier libro del Antiguo Testamento. Aparece exclusivamente en las cartas de Juan, pero el significado de ella es claro. “Hijitos, ya es el último tiempo; y según vosotros oísteis que el anticristo viene, así ahora han surgido muchos anticristos; por eso conocemos que es el último tiempo” (1 Juan 2:18). Aquí Juan reconoce que su audiencia ha oído del anticristo, un único y simple hombre perverso que se opondrá a Cristo en los últimos días; y desde que “muchos anticristos” (personas que enseñan cosas “contra Cristo”) han surgido, Juan se dio cuenta que la venida de ese anticristo individual estaba cerca. Y él está aún más cerca que lo que estaba en la época de Juan, y para estar seguros; el espíritu del venidero anticristo puede ser visto en muchos cines, TV, libros, cultos religiosos, políticos, etc (ver 1 Juan 4:3-6).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El propósito de este estudio es un tanto estrecho. Es una piedra fundamental, el cimiento de la edificación, el libro de texto sobre profecía. Este examina la visión daniélica sobre la historia mundial y el venidero anticristo, con un énfasis en la localización geográfica de su imperio malvado. Es mi oración de que aquellos que leen este estudio continuarán estudiando la profecía bíblica y proclamen a Cristo y su Reino lo más posible mientras el fin se vaya acercando.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Capítulo 1</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">LAS PROFECÍAS DE DANIEL</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El libro de Daniel está lleno de visiones e imágenes, monstruos, imperios, y guerras. Desde la imagen del capítulo 2 a las elaboradas campañas de guerras del capítulo 11, encontramos multitudes de símbolos. El propósito de este folleto es la de examinar aquellos pasajes que tratan con el anticristo y su reino; capítulos 2,7,8,9,11-12.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Los Antecedentes</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel fue profeta que vivió en el siglo VI AC (1:1). El fue uno de los muchos jóvenes judíos que fue capturado y llevado a Babilonia para servir en la corte del rey Nabucodonosor (1:3-4,6). Su situación fue muy similar a José en Egipto (Gén. 41:40), porque él tenía dotes para dirigir los asuntos de un reino gentil (Dan. 6:2,3) y ayudó a fomentar la esperanza entre los Judíos que estuvieron en cautiverio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">A Daniel también se le mostró el plan de Dios para el mundo en cinco detalladas profecías sucesivas que abarcaba desde el tiempo de Babilonia en el siglo VI, en donde Daniel vivió, hasta el reino eterno de Dios. De acuerdo a estas visiones, cuatro imperios mundiales preceden al reino de Dios. El cuarto reino es el reino del anticristo, y es en este reino que estamos muy interesados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">La Imagen</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La primera profecía se encuentra en el segundo capítulo de Daniel, Allí leemos que una imagen (estatua) apareció a Nabucodonosor, rey de Babilonia, en un sueño. Daniel le contó al rey lo que éste soñó y lo que significa el sueño.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Tú, oh rey, veías, y he aquí una gran imagen. Esta imagen, que era muy grande, y cuya gloria era muy sublime, estaba en pie delante de ti, y su aspecto era terrible.  La cabeza de esta imagen era de oro fino; su pecho y sus brazos, de plata; su vientre y sus muslos, de bronce;  sus piernas, de hierro; sus pies, en parte de hierro y en parte de barro cocido.  Estabas mirando, hasta que una piedra fue cortada, no con mano, e hirió a la imagen en sus pies de hierro y de barro cocido, y los desmenuzó.  Entonces fueron desmenuzados también el hierro, el barro cocido, el bronce, la plata y el oro, y fueron como tamo de las eras del verano, y se los llevó el viento sin que de ellos quedara rastro alguno. Mas la piedra que hirió a la imagen fue hecha un gran monte que llenó toda la tierra (Daniel 2:31-35).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel inmediatamente fue o siguió adelante interpretando el sueño del rey (v.36). Después de decirle al rey que Dios le había dado autoridad (v.37), Daniel dijo: “Tú eres la cabeza de oro” (V.38). Daniel identificó a Babilonia como la cabeza de oro desde Nabucodonosor en adelante. Luego dice sobre el pecho y los brazos de plata: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Y después de ti se levantará otro reino inferior al tuyo…” (v. 39ª)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel no identificó al segundo imperio hasta este punto. Este será revelado después. Por ahora necesitamos reconocer que el segundo reino representado por el pecho y brazos de plata iba a seguir a Babilonia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Y luego un tercer reino de bronce, el cual dominará sobre toda la tierra” (v.39b).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Nuevamente, el tercer imperio no es nombrado. Este también será revelado en una visión diferente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El cuarto reino es representado tanto por las piernas de hierro y los pies hechos de hierro y barro (vv.40-43).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La roca que desmenuza la estatua, explica Daniel, era el Reino de Dios:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Y en los días de estos reyes el Dios del cielo levantará un reino que no será jamás destruido, ni será el reino dejado a otro pueblo; desmenuzará y consumirá a todos estos reinos, pero él permanecerá para siempre”</span><span style="font-size:10pt;"> </span><span style="font-size:12pt;">(v.44).</span><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El reino de Dios, explicó Daniel, cubrirá la tierra y reemplazará todos los imperios gentiles previos. Además, este poderoso reino divino nunca terminará. Qué promesa!<strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Capítulo 2</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">EL SEGUNDO Y TERCER REINOS</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Acabamos de ver que cuatro reinos preceden el Reino de Dios. Estos fueron mostrados a Nabucodonosor en la forma de estatua. La cabeza de oro, se mostró, fue Babilonia (2:38). Tres reinos más harían de sucederlo, y luego el reino de Dios aparecería en la tierra (2:44). El Capítulo 2 no identifica al segundo, tercero, o cuarto reinos. Es al segundo y tercer reinos que nos volvemos ahora.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Los<span>  </span>Antecedentes</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">En el capítulo 8 de Daniel, leemos que Daniel estaba transportado en una visión a Susa, que estaba cerca de 250 millas al este de Babilonia (v.2). Susa fue una ciudad prominente de Persia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">El Segundo Reino</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel entonces vio algo un poquito raro:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“…y miré, y he aquí un carnero y tenía dos cuernos, uno era más alto que el otro…” (v.3).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Este símbolo es interpretado en el versículo 20:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“En cuanto al carnero que viste, que tenía dos cuernos, éstos son los reyes de Media y de Persia.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Aparentemente, uno de los cuernos representó a Media y el otro a Persia. Los Medos y Persas trabajaron juntos uno y otro-pero Persia pronto ganó el dominio del imperio. Esto es porque el cuerno “más nuevo” o “reciente” (Persia) creció más largo que el otro (Media).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Es asombroso que 15 años después de que esta profecía fuera registrada, Babilonia cayó ante Medio-Persia-y Daniel estaba vivo para verlo (1:21)! El reino que estaba por levantarse después de Babilonia, entonces, era Medo-Persia, que fue visto en Daniel 2 como el pecho y brazos de plata.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">El Tercer Reino</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La visión de Daniel entonces continúa. Recuerde, él había recién visto un carnero con dos cuernos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Mientras yo consideraba esto, he aquí un macho cabrío venía del lado del poniente sobre la faz de toda la tierra, sin tocar tierra; y aquel macho cabrío tenía un cuerno notable entre sus ojos.  Y vino hasta el carnero de dos cuernos, que yo había visto en la ribera del río, y corrió contra él con la furia de su fuerza.  Y lo vi que llegó junto al carnero, y se levantó contra él y lo hirió, y le quebró sus dos cuernos, y el carnero no tenía fuerzas para pararse delante de él; lo derribó, por tanto, en tierra, y lo pisoteó, y no hubo quien librase al carnero de su poder.  Y el macho cabrío se engrandeció sobremanera; pero estando en su mayor fuerza, aquel gran cuerno fue quebrado, y en su lugar salieron otros cuatro cuernos notables hacia los cuatro vientos del cielo”. (Dan. 8:5-8) </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Esto también fue interpretado por Daniel:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“El macho cabrío es el rey de Grecia, y el cuerno grande que tenía entre sus ojos es el rey primero” (v. 21).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel no vivió lo suficiente para ver esto cumplido, sin embargo ocurrió justo como la visión lo había mostrado. Desde el 334 al 331 AC Alejandro el Grande vino velozmente del oeste (Grecia) y conquistó todo el Medio-Este hasta lo más lejano como la India.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Hasta donde la visión le compete, el reino de Grecia (representado por la cintura y caderas de bronce en el capítulo 2) no vino a ser oficialmente el tercer reino hasta que conquistó Persia y se estableciera firmemente en el área de Mesopotamia. Ya que Alejandro fue el rey que realizó esto, él fue el primer rey del imperio. Igualmente, Medio-Persia existió mucho antes que conquistara Babilonia, pero no vino a ser un reino prominente hasta que conquistó el área Mesopotámica donde Babilonia, el primer reino, estuvo situado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Gabriel continuó explicando el significado de los cuatro cuernos que reemplazaron a Alejandro el Grande:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Y en cuanto al cuerno que fue quebrado, y sucedieron cuatro en su lugar, significa que cuatro reinos se levantarán de esa nación, aunque no con la fuerza de él” (v.22).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Cuando Alejandro el Grande murió a la edad de 33 años, sus generales combatieron entre ellos para ganar control del reino. Cuatro generales ganaron las batallas y dividieron el imperio de Alejandro entre ellos. Casandro tomó Macedonia; Lisímaco, Tracia y la mayor parte de Asia menor, Seleuco; Y Ptolomeo, Egipto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">En tanto veamos retrospectivamente la historia y veamos alrededor la situación actual, podremos comentar la condición desesperada de las naciones y reinos. Hay héroes, generales, y reyes, pero habrá un día en que todos éstos se desvanecerán y no significarán nada. Sólo viviendo en Cristo podremos tomar parte de un reino que significará mucho, y ese reino es el reino de Dios. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Capítulo 3</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Las Bestias del Capítulo 7</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Hasta este punto nos hemos ocupado en identificar los reinos de Daniel 2. La cabeza de oro, vimos, fue Nabucodonosor (2:38). El pecho y brazos de plata era Medo-Persia, visto en el capítulo 8 como un carnero con dos cuernos (8:20). La cintura y caderas de bronce era Grecia, vista en el capítulo 8 como un macho cabrío (8:21). El cuarto reino, de las piernas y hierro, no es nombrado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Por esta razón nos abstendremos en la identificación del cuarto reino hasta que exploremos el resto del estudio con más detalle. El contexto por sí mismo debe dictar la identificación de los reinos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Por ahora volveremos nuestra atención a las bestias del capítulo 7.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Las Bestias</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Cuando leemos el capítulo 7 nos topamos inmediatamente con la comprensión que exactamente como el capítulo 2 reveló cuatro reinos precediendo al reino de Dios, así el capítulo 7 revela cuatro reinos existentes antes del reino de Dios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“La primera era como león, y tenía alas de águila. Yo estaba mirando hasta que sus alas fueron arrancadas, y fue levantada del suelo y se puso enhiesta sobre los pies a manera de hombre, y le fue dado corazón de hombre.  Y he aquí otra segunda bestia, semejante a un oso, la cual se alzaba de un costado más que del otro, y tenía en su boca tres costillas entre los dientes; y le fue dicho así: Levántate, devora mucha carne.  Después de esto miré, y he aquí otra, semejante a un leopardo, con cuatro alas de ave en sus espaldas; tenía también esta bestia cuatro cabezas; y le fue dado dominio. Después de esto miraba yo en las visiones de la noche, y he aquí la cuarta bestia, espantosa y terrible y en gran manera fuerte, la cual tenía unos dientes grandes de hierro; devoraba y desmenuzaba, y las sobras hollaba con sus pies, y era muy diferente de todas las bestias que vi antes de ella, y tenía diez cuernos” (7:4-7).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La mayor parte de los eruditos creen que las cuatro bestias del capítulo 7 son paralelas a los cuatro metales del capítulo 2; por ejemplo, la primera bestia es Babilonia, la segunda bestia es Medo-Persia, la tercera es Grecia, etc. Esto es posible, pero otra interpretación es tal vez más probable. Nuestra pregunta es: ¿Corresponden las cuatro bestias del capítulo 7 con los cuatro metales del capítulo 2?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">En el versículo 17 se le dice a Daniel que “estas cuatro grandes bestias son cuatro reyes que SE LEVANTARÁN en la tierra” (énfasis mío). Esta declaración es importante para nuestra comparación. A Daniel se le dijo específicamente que las cuatro bestias, que representaron cuatro naciones, se levantarían EN EL FUTURO (“se levantarán”). ¿Por qué es importante esto?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El verso uno nos dice que la visión ocurrió “en el primer año que Belsasar era rey de Babilonia, y Daniel…está hablando de algo todavía por ocurrir; mientras…el imperio Babilónico no es algo que va a levantarse sino algo que se levantó hace mucho y está ahora acercándose a su fin.1</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La interpretación informó a Daniel que las cuatro bestias serán aún futuras: “se levantarán”. Pero Babilonia ya se había alzado a la supremacía mundial, y estaba realmente bastante cerca a su fin, porque la visión fue en el primer año del breve reinado de su último rey.2</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>1.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">La Biblia del Intérprete, Arthur George Buttrick, ed. (Abingdom Press: N.Y), 1956, Vol.6, pág. 463</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>2.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">G.H. Lang, Las Historias y Profecías de Daniel (London: The Paternoster Press), 1950, p.80</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El punto es, si las cuatro bestias serían aún futuras (en el tiempo de Daniel) y Babilonia estaba cerca a caer, entonces parece que Babilonia parece no ser la primera bestia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Aunque algunos sostienen que Babilonia es la primera bestia, dicen que el desmembramiento de las cuatro alas de la bestia representa la humillación de Nabucodonosor (4:31-33) y el levantamiento de la bestia representa su exaltación después del arrepentimiento (4:34-37). Esto suena lógico, pero nuevamente, la primera bestia era aún futura, y Nabucodonosor había estado como muerto por seis años!</span></p>
<div></div>
<p><span style="font-size:12pt;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Otra cuestión que debemos preguntar es: ¿Son los cuatro reinos vistos en orden (p.e., el primer reino es conquistado por el segundo, el cual es conquistado por el tercero, etc) o son ellos vistos existiendo contemporáneamente (es decir, al mismo tiempo)?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El verso 11 de Daniel 7 describe la muerte de la cuarta bestia. El verso 12 dice luego:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Habían también quitado a las otras bestias su dominio, pero les había sido prolongada la vida hasta cierto tiempo (v.12).”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Si los primeros tres reinos sobrevivieron al cuarto, ellos deben existir AL MISMO TIEMPO con el cuarto animal salvaje o bestia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Hemos visto, entonces, que las cuatro bestias del capítulo 7 no parecen corresponder como un “guante en la mano” con los cuatro metales del capítulo 2. Debido 1). La primera bestia no es Babilonia y 2) los primeros tres reinos duran más que el cuarto. ¿Qué significa entonces esta visión de las bestias?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Las Cuatro Divisiones de la Grecia Revivida</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El verso 2 nos dice que los cuatro vientos del cielo combatían en el gran mar. ¿Qué es el “gran mar”? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El gran mar, como Lang ha mostrado in extenso (pp-78-80) es un término usado invariablemente del Mediterráneo. Compare Números 34:6,7; Josué 1:4 (<strong><em>3)</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Puesto que “el gran mar” se refiere al Mediterráneo en cualquier parte de la Escritura, hay todo el motivo o razón para retener ese uso aquí (El Hebreo y el Arameo no tienen mayúsculas, de modo que no importa si nuestra traducción española se lea “gran mar” o “Gran Mar”).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Las cuatro bestias, de acuerdo al verso 3, salen del “Gran Mar”, o el Mediterráneo. Todas las cuatro bestias (reinos), entonces, bordearán en el Mediterráneo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El hecho de que el verso 2 describe los vientos como combatiendo o conmoviendo al mar indica que van a amenazar en el Mediterráneo, fuera del cual cuatro reinos se levantarán, cada uno luchando por la supremacía. Los versos 19 y 20 indican que la cuarta bestia terrible con diez cuernos someterá a otros tres. Esto puede ser visto en Revelación 13:1,2 donde todas las cuatro bestias son vistas como que la cuarta bestia ha conquistado a las otras tres y formado con ellas su propio<span>  </span>reino.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Aunque parezca que las tres primeras bestias no son idénticas con los tres primeros reinos del Capítulo 2, hay cualquier razón para creer que la cuarta bestia de Daniel 7 es idéntica con el cuarto reino de Daniel 2. Compare:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel 2:40</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Y el cuarto reino será fuerte Como el hierro; y como el hierro desmenuza y rompe todas Cosas, desmenuzará y quebrantará todo”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel 7:7</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Después de esto miraba yo en las visiones de la noche, y he aquí la cuarta bestia, espantosa y terrible y en gran manera fuerte, la cual tenía unos dientes grandes de hierro; devoraba y desmenuzaba, y las sobras hollaba con sus pies…”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Es también claro que los diez cuernos de la cuarta bestia, los cuales representan diez reyes (v.24), son idénticos a los diez dedos de la estatua en el capítulo 2. Puesto que este cuarto reino del capítulo 7 es el más fuerte de los cuatro, hay cualquier razón para creer que ese es el reino que es visto seguir a Grecia en el capítulo 2.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Para resumir lo que se ha visto hasta ahora:</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>1.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">Los cuatros reinos de Daniel 2 aparecen uno después del otro.</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>2.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">El primero es Babilonia (2:38) representado por la cabeza de oro.</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>3.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">El segundo es Medo-Persia (8:20) representado por los brazos y pecho de plata.</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>4.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">El tercero es Grecia (8:21) representado por los brazos y pecho de plata.</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>5.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">El cuarto no es nombrado, pero es igual a la cuarta bestia del capítulo 7.</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>6.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">Los cuatro reinos de Daniel 7 aparecen al mismo tiempo (7:12).</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>7.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">Ellos aparecen reunidos alrededor del Mediterráneo (7:2,3). Esto es muy similar con la situación ocurrida cuando Alejandro el Grande murió, de modo que no es irrazonable esperar que los cuatro futuros reinos serán los reinos revividos de los generales de Alejandro (Más evidencia de esto será visto en el capítulo siguiente).</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;margin:0 0 10pt 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>8.<span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">Diez reyes salen de este cuarto reino (compare 2:41-43).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">El Anticristo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Sabemos además que el cuarto reino produce el anticristo porque el “cuerno pequeño” iguala a la descripción del anticristo. El hablará “palabras contra el Altísimo (Dios) y a los santos del Altísimo quebrantará”- el perseguirá al pueblo de Dios. También “el pensará cambiar los tiempos y la ley (tal vez un intento de cambiar las costumbres y rituales de los Judíos, y por extensión, los de la iglesia); y serán entregados en su mano hasta tiempo, y tiempos y medio tiempo, o sea tres y medio años. Compare 9:27 y Apo. 13:5.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El cuerno pequeño, o anticristo, emergió como el onceavo entre los diez cuernos de la cuarta bestia (7:7,8,24) y desgarró tres cuernos (o reyes), de modo que quedaron ocho (incluyendo al anticristo).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel siguió describiendo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Pero se sentará el Juez, y le quitarán su dominio para que sea destruido y arruinado hasta el fin, y que el reino, y el dominio y la majestad de los reinos debajo de todo el cielo, sea dado al pueblo de los santos del Altísimo, cuyo reino es reino eterno, y todos los dominios le servirán y obedecerán” (7:26,27). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Capítulo 4</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">El Cuerno Pequeño del Capítulo 8</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Acabamos de ver que el anticristo es representado en Daniel 7 como un “cuerno pequeño”. Esto inmediatamente origina otro asunto, porque estamos encarando otro cuerno pequeño en el capítulo 8. Nuestra pregunta es ésta: ¿Es el cuerno pequeño del capítulo 8 el mismo que aparece en el capítulo 7?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Antíoco Epífanes</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Antíoco IV Epífanes, quien fue ciertamente un tipo del anticristo por venir, reinó en Siria desde 175-164 AC. El fue un Seleucida. Seleucida, como vimos (cap. 2), fue una de las cuatro divisiones del imperio de Alejandro. Antíoco fue un verdadero Hitler. El persiguió a los Judíos, combatió la religión Judía, y paró los sacrificios del templo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Antíoco aun erigió una estatua pagana en el templo y sacrificó un cerdo en el altar!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:12pt;">La Profecía de Daniel 8</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La primera cosa que quisiera señalar es que Daniel 8:17b dice: “La visión pertenece al tiempo del fin”. El verso 19b también habla del “tiempo señalado del fin”. Claramente ALGO acerca del capítulo 8 tiene que ver con el fin, el cual ciertamente es todavía futuro. Encuentro difícil que esta conclusión pueda ser eludida. El fin es el fin! <strong><em>4</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel 8:11 dice que “él (el cuerno pequeño) se engrandecerá contra el príncipe de los ejércitos”. El Príncipe de los ejércitos es Dios <strong><em>5</em></strong>. El capítulo 11:36 también habla de esto, como lo hace 2 Tes. 2:4. Esta persona se engrandecerá a sí mismo como Dios. De modo que sabemos que esto hará el anticristo.</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span><strong><em>3.</em></strong><span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">C.G Oznne, El Cuarto Reino Gentil (West Sussex: H.E. Walter Ltd.) 1982, p.34.</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span><em><strong>4.</strong></em><span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">Ver Interpreter’s Bible, vol.6. pp.478-479</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="text-indent:-18pt;line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt 36pt;"><span style="font-size:12pt;"><span><em><strong>5.</strong></em><span style="font:7pt;">      </span></span></span><span style="font-size:12pt;">Ver Brown, Driver, &#38; Briggs, Hebrew and English Lexicon of the old Testament., Pág. 979.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel 8:11 continúa diciendo que el cuerno pequeño (gobernante impío) “detuvo los sacrificios diarios” que fueron ofrecidos a Dios. Antíoco Epìfanes realmente detuvo los sacrificios judíos en la historia. Sin embargo, el verso continúa diciendo que “el lugar de su santuario fue echado por tierra”. Antíoco nunca destruyó el templo. Cuando los revolucionarios Macabeos reclamaron el templo en 164AC, éste estaba en una forma deplorable, pero aún estaba de pie (1 Macabeos 4:38).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Leemos en 8:14 que “hasta dos mil trescientas tardes y mañanas; luego el santuario será purificado”. 2,300 días equivale a seis años, cuatro meses y veinte días. En la historia, sólo tomó tres años para los Judíos restituir los sacrificios. Así, esto debe ser aún futuro. Desde el tiempo que el templo es destruido (este debe ser el tiempo de la “abominación de la desolación” o del “horror espantoso” sea puesta en el santuario; Dan. 9:27; 11:31; 12:11, Mateo 24:15) hasta su construcción, pasan aproximadamente seis años. Esto extenderá cerca de tres años dentro de los mil años de Cristo. Así, el templo será reconstruido algunos años después de haber comenzado el reino milenario de Cristo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">El anticristo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Hasta donde hemos visto, la visión del capítulo 8 “pertenece al tiempo del fin” (v.17). Hemos visto también que Antíoco Epífanes nunca destruyó el templo como el cuerno pequeño va a hacer (v.11), y una vez que el templo sea destruido tomará seis años, cuatro meses, y veinte días para reconstruirlo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Los versículos 23-25 nos dicen más acerca del cuerno pequeño:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Y al fin del reinado de éstos, cuando los transgresores lleguen al colmo, se levantará un rey altivo de rostro y entendido en enigmas. Y su poder se fortalecerá, mas no con fuerza propia; y causará grandes ruinas, y prosperará, y hará arbitrariamente, y destruirá a los fuertes y al pueblo de los santos. Con su sagacidad hará prosperar el engaño en su mano; y en su corazón se engrandecerá, y sin aviso destruirá a muchos; y se levantará contra el Príncipe de los príncipes, pero será quebrantado, aunque no por mano humana” (8:23-25). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Es interesante notar que este gobernante perverso aparecerá cuando “el fin de aquellos reinos esté cerca”. “Aquellos reinos” se refiere a los cuatro reinos del v. 22 que reemplazaron a Alejandro el Grande, aquellos de Casandro, Lisímaco, Seleuco, y Ptolomeo. Desde este punto en adelante nos referiremos como los imperios Helenísticos”. El cuerno pequeño de este capítulo, está escrito, aparecerá cuando esté cerca el fin de la historia, porque Antíoco Epífanes apareció en el medio del periodo Helenístico—no en el final. Este hecho milita en contra de un cumplimiento histórico (es decir, ya realizado).</span><span style="font-size:12pt;"> </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<div></div>
<p><span style="font-size:12pt;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El cuerno pequeño del capítulo 8 es claramente futuro. Antíoco no encaja con la descripción dada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;">“Nunca desde la derrota de su padre, Antíoco ha vivido bajo la sombra de Roma. Hasta donde podemos decir, sus expediciones militares difícilmente encajan con aquellas atribuidas al cuerno pequeño de Daniel 8:9 y el rey del norte en Daniel 11:22”</span></strong><span style="font-size:12pt;"> (Ferch, “The Book of Daniel and the Maccabean Thesis, Andrews University Seminary Studies, Vol. 21, Nº 2, 1983, p.135).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">En objeción a esta teoría se ha preguntado cómo el cuerno pequeño puede levantarse cerca al final de los imperios helenísticos y vivir hasta los años de la segunda venida de Cristo. La respuesta es bastante evidente: que los imperios helenísticos deben ser reconstruidos. Así, podemos ver levantarse cuatro reinos y luchar por la supremacía en torno al Mediterráneo-y eso exactamente lo que vimos en el capítulo 7.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Cuando examinamos la evidencia, entonces vemos que 1). Antíoco nunca destruyó el templo, 2) No tomó seis años para restaurar el templo<span>  </span>propiamente, 3) La visión pertenece al tiempo del fin, y 4) Antíoco no se levantó cuando el fin de los imperios helenísticos estaba cerca.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">De otro lado, note las similitudes entre el cuerno pequeño del capítulo 7 y la del capítulo 8. Ambos se opondrán al Altísimo, ambos perseguirán a sus santos, y ambos serán conquistados por medios sobrenaturales (compare 7:25 y 8:23-25).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;">“La no identidad de los dos envuelve dificultades de la mayor magnitud-tan grande que la suposición puede ser considerada una imposibilidad moral”</span></strong><span style="font-size:12pt;"> (Tregelles, Remarks on the Prophetic Visions in the Book of Daniel, London: Sovereign Grace, 1965,p.83).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Es cristalinamente claro, entonces, que el cuerno pequeño del capítulo 8 es el mismo que el cuerno pequeño del capítulo 7 de Daniel; el cuerno pequeño es el anticristo, y él está por salir de uno de los imperios helenísticos reconstruidos-específicamente del cuarto, que es también el cuarto reino (cronológicamente) en la visión del capítulo 2.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Capítulo V</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Las Setenta Semanas del Capítulo 9</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El capítulo 9 de Daniel contiene la más interesante profecía: Aquella de las setenta semanas. ¿Qué precisamente es esta profecía y qué significa?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Antecedentes</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel justo había terminado de estudiar el libro de Jeremías. Entonces él nos dice en 9:2, así:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“En el año primero de su reinado, yo Daniel miré atentamente en los libros el número de los años de que habló Jehová al profeta Jeremías, que habían de cumplirse las desolaciones de Jerusalén en setenta años”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Jeremías 29:10, el pasaje que probablemente Daniel estaba leyendo, dice:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Porque así dijo Jehová: Cuando en Babilonia se cumplan los setenta años, yo os visitaré, y despertaré sobre vosotros mi buena palabra, para haceros volver a este lugar”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Hasta este punto setenta años estaba cerca a cumplirse, de modo que Daniel ayunó y oró por Jerusalén. El ángel Gabriel vino a él aún antes que terminara de orar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Los Setenta Sietes</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Gabriel entonces le dijo a Daniel que setenta semanas habían sido decretadas para su pueblo. La palabra hebrea para “semana” Shabua es un grupo indefinido de siete, y debió ser traducida “siete”. El contexto necesita decirnos si el grupo de siete significa siete días (una semana), siete meses, siete años, o lo que sea. Por ejemplo, Daniel 10:2, dice:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“En aquellos días yo Daniel estuve afligido por espacio de tres semanas” (tres sietes completos).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">¿Debe leerse Daniel 9:24 leerse: “setenta semanas” o “setenta periodos de siete años? En el contexto encontramos que el verso 2 habla de “setenta años”. Así, debemos aceptar la Traducción Buenas Nuevas de la Biblia aquí: “Siete veces setenta años es la longitud de tiempo que Dios ha fijado para…tu pueblo.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">7x70=490. Así, 490 años han sido decretados para el pueblo de Daniel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Algunos tal vez puedan preguntar por qué Daniel no fue directo en decir “490 años es el periodo de tiempo que Dios ha establecido para tu pueblo”. ¿Por qué el usa imágenes mentales secretas? La respuesta es que en el Cercano Este antiguo, los números frecuentemente tiene un valor simbólico. El número 6 es menos que completo, y 8, por otro lado, es más que completo, entonces 7 es perfecto completo. En Revelación hay 7 sellos, 7 trompetas, etc que significan que la tierra está por recibir la completa medida de la cólera de Dios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">En Mateo 18:21 Pedro le preguntó a Jesús si él debía perdonar a su hermano 7 veces. “Jesús respondió: “No te digo siete, sino aun hasta setenta veces siete” (18:22). Jesús estaba diciendo simbólicamente que Pedro debía perdonar a su hermano tantas veces como fuese necesario. La frase “setenta sietes” en Daniel tiene ambos significados, literal y simbólico. Significa literalmente 490 años-y, simbólicamente, que Dios ha hecho un plan perfecto para su pueblo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel 9:24 nos dice que estaba por ocurrir al final de los 490 años:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Setenta semanas están determinadas sobre tu pueblo y sobre tu santa ciudad, para terminar la prevaricación, y poner fin al pecado, y expiar la iniquidad, para traer la justicia perdurable, y sellar la visión y la profecía, y ungir al Santo de los santos”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Esta es claramente la era del Reino. Al final de los 490 años, entonces, el reino sería establecido. Pero, ¿cuándo comienzan los 490 años? Capítulo 9:25:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Sabe, pues, y entiende, que desde la salida de la orden para restaurar y edificar a Jerusalén hasta el Mesías Príncipe, habrá siete semanas, y sesenta y dos semanas; se volverá a edificar la plaza y el muro en tiempos angustiosos”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Sería un error sugerir que los detalles de este versículo son fáciles de interpretar. Sin embargo, una de las mejores teorías que he oído es que 457 AC<span>  </span>es el punto de partida de la profecía. Por el final de los siete sietes, o 49 años del decreto de 457 AC (Esdras 7:6), la plaza pública y muro han sido completados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Setenta y dos sietes, o 434 años después, el Mesías Jesús de Nazaret comenzó su ministerio en el 27AD.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel luego prosigue para describir un evento que ocurrió después de los 69 sietes, pero no necesariamente en la 70ava semana. Esto indica una ruptura entre la 69 y 70 sietes. “El mesías será cortado (muerto); y no será más suyo el pueblo…” (V:M). Esto ocurrió en la crucifixión de Jesús.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El versículo 27 describe el periodo de los siete años del gobierno del anticristo o la “70ava semana de Daniel”. El anticristo (el príncipe que ha de venir, v.26) hará la paz con Israel pero romperá el acuerdo en la mitad de la semana (del siete) es decir, tres y medio años. Este es el tiempo donde coloca la abominación desoladora (Mat. 24:15).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">La Destrucción del 70 DC</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Un asunto sobre Dan. 9:26 nos concierne aquí a todos:</span><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Y después de las sesenta y dos semanas se quitará la vida al Mesías, mas no por sí; y el pueblo de un príncipe que ha de venir destruirá la ciudad y el santuario; y su fin será con inundación, y hasta el fin de la guerra durarán las devastaciones”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Mucha gente cree que esta es una profecía de la destrucción de Jerusalén en el 70 DC por Tito. Pero la forma cómo vierten este pasaje algunas traducciones o versiones hacen pensar eso. Pero el asunto es éste: ¿Será el príncipe destruido por una inundación? De acuerdo al original hebreo, sí. El pronombre debe referirse atrás al antecedente próximo; así, en lugar de “<strong><em>el</em></strong> fin vendrá con una inundación”, debe decir, “<strong><em>su</em></strong> fin vendrá con una inundación”, como bien lo vierte en este caso la versión Reina-Valera 1960 en español. La Biblia de Jerusalén, Sociedad Judía de Publicaciones, Keil, y la Revisión Estándar sostienen esta interpretación. Como Keil traduce éste:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Después de 62 semanas el Mesías será muerto, de modo que nada queda para él, y la ciudad y el santuario serán destruidos por el pueblo de un príncipe que ha de venir, quien hallará su fin en la inundación; pero la guerra continuará hasta el fin”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Así, la destrucción debe ser aún futura, porque Tito no vino a su fin en la destrucción del año 70 DC, y menos, con inundación.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Las 69 semanas de las 70 semanas de Daniel ocurrieron y se fueron. El reloj se detuvo entre la 69 y 70ava semana, y el último periodo de siete años será el gobierno del anticristo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La última mitad de ese periodo será el comienzo de una terrible tribulación “cual no lo ha habido desde el principio del mundo hasta ahora, ni la habrá” (Mateo 24:21).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Capítulo 6</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Los Reyes del Norte y del Sur</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El capítulo 11 de Daniel contiene la más detallada profecía de todo el libro, y su adecuada interpretación es absolutamente crucial para nuestra discusión. Como las profecías previas que hemos visto, ésta se extiende hacia el tiempo del fin (10:14).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Persia y Grecia</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El verso 2 “pone a girar la bola”. Como en el capítulo 8, Persia, el segundo reino de la profecía de Daniel, es tratado primero:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;"><span> </span>“Y ahora yo te mostraré la verdad. He aquí que aún habrá tres reyes en Persia, y el cuarto se hará de grandes riquezas </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Ocho (358-38), y Dario Codomano (335-31).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">más que todos ellos; y al hacerse fuerte con sus riquezas, levantará a todos contra el reino de Grecia” (Dan. 11:2). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La identidad precisa de estos reyes no es importante para nuestra discusión, porque ya ha sido indudablemente cumplido; por lo tanto, la voy a mencionar brevemente con C.G. Ozanne, que los cuatro reyes persas son: Dario Nato (423-05), Artarjerjes Mnemon (404-359), Artajerjes Ocho (358-38), y Dario Codomano (335-31) (Ver Ozanne, The Fourth Kingdom, pp. 47-48).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Además, el verso 3, como 8:21, describe a Alejandro el Grande, y el verso 4, como el 8:22, describe la división del imperio de Alejandro en cuatro partes</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;">Los Reyes del Norte y del Sur</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Los versículos 5-45 describen las guerras produ</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">cidas entre el rey del Norte (Siria) y el Rey del Sur (Egipto). La Biblia “Buenas Nuevas” (inglesa) apropiadamente traduce “norte” como Siria y “sur” como Egipto, y esto en dirección y en relación con Israel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Para resumir los eventos del capítulo, el rey del Sur crece más fuerte como uno de los “príncipes” o “generales” quien funda aún un reino más magnífico que el norte (V.5). Después de un tiempo, es arreglado un matrimonio político en donde la hija del rey del Sur se casa con el rey del Norte. Ella es asesinada junto con sus sirvientes y su padre (v.6). Un descendiente del rey del Sur invade victoriosamente el Norte y toma gran tesoro y lo lleva a Egipto (vv.7,8). El rey del Norte invade el Sur, pero sin resultado (v.9). El hijo del rey del Norte entonces invade (v.10) y el rey del Sur vuelve a invadir. Muchos, incluyendo Judíos apóstatas, se reúnen en contra del rey del Sur. La invasión del Norte aumenta en intensidad y el rey del Sur se encuentra indefenso (vv. 11-15). El victorioso rey del Norte gobierna como le place e ingresa a la tierra santa (Israel) con intención de destruirla (v.16). Luego él se vuelve al Sur y ofrece la paz por medio de un matrimonio político entre su hija y el rey del Sur-sólo para su destrucción (v.17). Luego èl ataca las islas del oeste, pero es afligido por sus comandantes (v.18). El regresa a su casa, pero cae (v.19). Otro rey se levanta en su lugar, pero para ser destruido dentro de pocos días (v.20).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">En el versículo 21 un terrible rey reemplaza al último rey del Norte. El gana el reino con intrigas (v.21), destruye a sus enemigos (v.22), realiza campañas que sus antecesores nunca realizaron (v.24), y continuó la guerra en contra del Sur (vv. 25-30). El sigue el consejo de los apóstatas (v. 30), profana y coloca la Abominación de la desolación (v.31), y persigue a los santos (vv. 32-35). El rey luego se opone a todos los dioses (v.36) y choca con el rey del Sur (v.40). El vence, y luego continúa conquistando otras tierras (vv. 41-43). El oye rumores del este y del norte y se prepara para la batalla. El coloca sus tiendas entre el Mediterráneo y Jerusalén y llega a su final allí (v.45; compare 9:26).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El primer verso del capítulo 12 se extiende hacia atrás a algún punto en el capítulo 11, describiendo “un tiempo de angustia, cual nunca fue desde que hubo gente hasta entonces”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Los versos 2 y 3 describen la resurrección, verso 4 concluye, y vv 5-13 son la post data a la visión. Este es el final del libro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Es claro que la visión alcanza hasta el fin del siglo. La resurrección es futura (12:2), como también la gran tribulación (12:1; citado por Jesús en Mateo 24:21). Es también claro que los últimos versos del capítulo 11 son futuros y describen al anticristo. Y la totalidad de 11:5-45, como hemos cisto, trata con los reyes del Norte y del Sur.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">El Asunto</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La cuestión por responder es ésta: ¿Cuánto del capítulo 11 es historia y cuánto queda por cumplirse? Continuando nuestro viaje hacia atrás (pasado), el verso 40 describe el conflicto entre el rey del Norte y el rey del Sur “en el tiempo del fin”:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Pero al cabo del tiempo el rey del sur contenderá con él; y el rey del norte se levantará contra él como una tempestad (el rey del Sur), con carros y gente de a caballo, y muchas naves; y entrará por las tierras, e inundará, y pasará”.  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Cuando la hora final del rey de Siria haya casi llegado, el rey de Egipto le atacará, y el rey de Siria volverá a pelear…” (Biblia Buenas Nuevas, en inglés).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Es también claro que el verso 36 es todavía futuro, porque Pablo hace alusión a él en 2 Tes. 2:4, señalando que este terrible rey se exaltará a sí mismo sobre Dios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El verso 31, que describe la colocación de la Abominación Desoladora, fue citado por Jesús en Mateo 24:15,16:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Por tanto, cuando veáis en el lugar santo la abominación desoladora de que habló el profeta Daniel (el que lee, entienda),  entonces los que estén en Judea, huyan a los montes”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La Abominación Desoladora es mencionado tres veces en Daniel: primero, en 9:27; segundo, en 11:31; y tercero, en 12:11. Casi cada uno admite que Jesús se estaba refiriendo a ambos 9:27 y 12:11, pero a pocos les gusta admitir que 11:31 es aún futuro, alegando que 11:31 fue cumplido por Antíoco Epífanes, quien colocó una estatua pagana en el templo. Pero vea el 12:11:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Y desde el tiempo que sea quitado el continuo sacrificio hasta la abominación desoladora, habrá mil doscientos noventa días”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Este debe referirse atrás a la visión que fue dada hace unos minutos. ¿Por qué 12:11, el cual es parte de la postdata a Daniel 11 no debe referirse a esa visión sino a otra que fue dada dos años atrás? Simplemente no tiene sentido. El capítulo 11:31 debe ser aún futuro, junto con 9:27 y 12:11. El libro de Daniel conoce sólo una abominación desoladora, así como conoce a un solo cuerno pequeño, y sólo un anticristo final.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El versículo 31 está apretado entre dos versículos que hablan de “los que abandonan el santo pacto” (vv.30,32). Esta rebelión religiosa es referida por Pablo como la apostasía o caída (2 Tes. 2:3) y está asociada con el anticristo (mismo verso).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Hemos visto en un capítulo anterior que Antíoco Epífanes fue un Sirio histórico rey del Norte. Muchos comentaristas, deseando desvincular el anticristo del rey del Norte dicen que 11:36-12:3 es futuro, pero 11:21-35 fue cumplido por Antíoco en la historia. Un nuevo rey, dicen, es introducido, y este rey, el anticristo, es una persona separada del rey del norte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Esta maniobra es contraria al contexto de Daniel 11. El capítulo entero, desde el 5-45, trata de ocurrencias entre los reyes de Norte y del Sur. Una tercera persona simplemente no puede ser introducida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">La teoría dada aquí es que 11:21-45 describen al anticristo, quien es el rey del norte, porque ellos no han sido exactamente cumplidos por Antíoco. Comentando sobre el v. 21, el PULPIT COMMENTARY dice:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Ciertamente él (Antíoco) fue suficientemente malo moralmente, aunque casi no tan malo como algunos reyes de Egipto, sus contemporáneos, o algunos de sus propios antecesores…” </span><span style="font-size:12pt;">(J.E.H. Thomson, The Pulpit Commentary, grand Rapids: Wm. B. Berdmans Pub. Co., 1950, p.314.).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El verso 21 describe al rey del Norte como no teniendo el honor de la dignidad real pero usará de los halagos (astucia) para ganar el reino. Pero ciertamente este no es el caso; él (Antíoco) tuvo el reino tanto como lo tuvo su hermano; él fue conocido como rey” (ibid).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Antíoco no cumplió 11:21-35 más de lo que cumplió en el 11:36-45. Simplemente él no cuadra con la descripción.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel 11 (específicamente vs. 36-39 y también Dan. 8:9-12) demuestran bastante interés en el carácter de tirano blasfemador y lo describe en términos que sobrepasan lejos cualquier otra cosa que conocemos concerniente al carácter, pretensiones, y acciones de Antíoco Epífanes…hasta donde podemos determinar, sus expediciones militares difícilmente igualan a aquellas atribuidas al cuerno pequeño de 8:9 y el rey del Norte en Daniel 11:22.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Daniel 11:21-45 es aún futuro y describe al anticristo, quien es también el rey del Norte. El va a obtener el reino con astucia (v.21), y destruirá a sus enemigos (v.22), y abrazará la apostasía de la rebelión religiosa (11:30,32; compare con Mateo 24:15). Perseguirá a los santos (11:33-35), se exaltará a sí mismo sobre todo dios (11:36; compare con 2 Tes. 2:4).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“…mas llegará a su fin, y no tendrá quien le ayude” (11:45b).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">                                                            </span><strong><span style="font-size:12pt;">Capítulo 7</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">El Cuarto reino</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Ahora que hemos examinado el libro de Daniel podemos construir un argumento para la identidad del cuarto reino gentil. Los primeros tres son. Babilonia, Medo-Persia y Grecia. ¿Pero cuál es la identidad del reino del anticristo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Argumento de Daniel 2</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Detengámonos por un momento y contemplemos las implicancias de la imagen de Nabucodonosor. Babilonia fue el primer reino (cabeza de oro), que cubrió el área de Mesopotamia (ésta fue también la que Asiria cubrió). Persia existió mucho antes que conquistara Babilonia, pero no fue hasta que conquistara Babilonia e hiciera el área Mesopotámica el centro de su poder mundial que éste vino a ser el segundo reino de la profecía de Daniel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">De igual manera, Grecia existió mucho antes de que existiera Persia; sin embargo, éste no vino a ser el tercer reino de la profecía de Daniel hasta que hizo del área Mesopotámica el centro de su poder mundial. Esta es la única forma que podemos explicar el hecho de que Alejandro el Grande fue el primer rey (8:21). Alejandro no fue el primer rey de Grecia, sin embargo él fue el primer rey de Grecia con el área de Mesopotamia como el centro mundial de su imperio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">¿Es Roma el cuarto imperio? Es verdad que por un periodo de siete años Roma alcanzó el río Indo, pero ésta fue débil posesión por algunos años y Roma nunca estableció su poder mundial en el área de Mesopotamia. Roma nunca fue asiática, nunca fue oriental; nunca por lo tanto fue un legítimo sucesor de los tres primeros imperios de estos grandes imperios (Cowless, Ezekiel and Daniel, N.Y: D. Appleton, 1868, pág. 355.)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Los cuatro reinos mundiales se desarrollaron sin excepción en el único y mismo teatro geográfico…así armonizando con la representación bíblica bajo el símbolo de una simple imagen colosal (Zockler, The Book of Daniel, NY: Lange, 1876, p.84).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Roma nunca pisoteó o dominó Babilonia o Persia, y ciertamente nunca consolidó allí su poder.” (Zockler, The Book of Daniel, NY: Lange, 1876, p.84).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Si para el cuarto reino debemos mirar a Europa, y desde allí, la venida del anticristo; los hechos, sin embargo, apuntan hacia el Medio Este para este evento daniélico y apocalíptico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Argumento de Daniel 7 y 8</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Hemos visto que el cuarto reino del capítulo 2 es el mismo cuarto reino del capítulo 7. Hemos visto el cuerno pequeño o anticristo en ambos informes (cps. 7 y 8) y hemos visto que él sale del cuarto reino (cp.7), específicamente aquella parte que cubre el territorio Sirio (Seleucida) del dividido Imperio Griego (Cp. 8) C.G Ozanne ha remarcado correctamente esto, con estas palabras:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">“Si este reino es Roma, es difícil ver cómo un retoño de Grecia pueda referirse al anticristo” (Ozanne, The Fourth Gentile Kingdom, p. 37)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El anticristo se levantará del territorio de la antigua Grecia, que es también el territorio de la antigua Persia, la que es también de la antigua Babilonia. La única manera satisfactoria para evadir esta conclusión es considerar el capítulo 8 como histórico-pero nosotros hemos visto que es futuro (8:17.19). Nuevamente, el reino del anticristo será uno del Medio Este.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Argumento de Daniel 11</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">En Daniel 11 es claro que el anticristo será “el rey del Norte” (vv. 21-45), o, como traduce la versión inglesa “Buenas Nuevas”, “El rey de Siria”. A través del pasaje encontramos inconsistencias con el relato y el Antíoco Epífanes de la historia. El Rey del Norte aquí va a necesitar ganar el reino con truco (v.21), mientras Antíoco ya era rey. El rey del Norte destruirá a todos los que se le opongan (v.22), mientras que Antíoco careció de ese poder. El rey del Norte realizará lo que sus padres nunca hicieron (v.24), pero Antíoco no lo hizo. El rey del Norte colocará la abominación desoladora (v.31) lo cual es futuro (12:11; Mat. 24:15). Todas las evidencias apuntan a un cumplimiento futuro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Y, muy natural, si el anticristo tiene que aparecer del área de Mesopotamia, así también su reino.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Una Objeción</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;"><span>  </span>Se ha dicho que Daniel 9:26 indica que el anticristo será un romano, porque la ciudad y el santuario fueron destruidos por el “pueblo de un príncipe que ha de venir”. Puesto que Jerusalén fue destruido en el año 70 DC por los romanos, “el príncipe que ha de venir” será un romano. Sin embargo, como hemos visto, el General Tito no “llegó a su fin” en esa invasión. Este versículo no describe la caída de Jerusalén en el año 70 DC.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;">Conclusión</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Montgomery señala que “todas las cuatro visiones de la segunda mitad del libro (Daniel) culminan en uno y el mismo execrable tirano, en una y la misma catástrofe esperada de la nación y la Santa Ciudad” (International Critical Commentary, Edinburg: T&#38;T Clark, 1926, p.60).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El libro de Daniel como un todo unificado señala a un cuarto reino situado en el área de Mesopotamia en el Medio Este, en el área de Siria/Iraq hoy. Fuera de este cuarto reino saldrá el anticristo, quien es “el cuerno pequeño” (7:8; 8:9) y “el rey del Norte” (11:21-45). Isaías lo llama “el asirio” (20:31, comparar con 11:4; que es citado del “hombre de pecado” en 2 Tes. 2:8 como hace Miqueas (5:5). Juan habla de un sistema religioso-comercial llamado “Babilonia” (Rev. 17:5; 18:2,10,21) y no veo razón para considerarlo un “apodo-alias” para Roma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">El libro de Daniel, como los otros libros, señala a un anticristo futuro que se levantará de esta área (Asiria revivida, no Roma revivida).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;">Autor: B.Th Mark M. Mattison.</span><span style="font-size:12pt;"><span> </span></span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;"><span><a href="http://www.yeshuahamashiaj.org">www.yeshuahamashiaj.org</a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;"><span><a href="http://www.elevangeliodelreino.org">www.elevangeliodelreino.org</a></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[IMPERIOS TERRENALES]]></title>
<link>http://apologista.wordpress.com/?p=898</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 16:52:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>apologista</dc:creator>
<guid>http://apologista.es.wordpress.com/2008/04/21/imperios-terrenales/</guid>
<description><![CDATA[








Cómo las iglesias evangélicas toman prestado del manual de negocios




       
Sli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table class="MsoNormalTable" style="width:100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="background-color:transparent;border-color:#ece9d8;padding:0;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0;" align="center"><strong></strong><span style="font-size:9pt;color:#0033cc;font-family:'Helvetica','sans-serif';"></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="background-color:transparent;border-color:#ece9d8;padding:0;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 12pt;" align="center"><strong><span style="font-size:12pt;color:#333333;font-family:'Book Antiqua','serif';">Cómo las iglesias evangélicas toman prestado del manual de negocios</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal" style="line-height:11.25pt;margin:0 0 7.5pt;"><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:'Arial','sans-serif';"><a href="http://images.businessweek.com/ss/05/05/religion/index_01.htm" target="toc"><span style="font-size:11pt;color:windowtext;font-family:'Calibri','sans-serif';text-decoration:none;"><span><strong><span style="font-size:9pt;color:#064599;font-family:'Arial','sans-serif';"></span></strong></span></span><strong><span style="color:#064599;"></span></strong></a>       <a class="image" title="Crystal Cathedral" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:CrystalCathedral.jpg"><img class="thumbimage" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/56/CrystalCathedral.jpg/320px-CrystalCathedral.jpg" border="0" alt="Crystal Cathedral" width="320" height="240" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:9pt;margin:0 0 3.75pt;"><strong><span style="font-size:8.5pt;color:#064599;font-family:'Arial','sans-serif';"><a href="http://images.businessweek.com/ss/05/05/religion/index_01.htm" target="toc"><span style="color:#064599;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;">Slide Show &#62;&#62;</span></span></span></span></a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:11.25pt;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:'Arial','sans-serif';"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';"><a class="image" title="Pastor Joel Osteen" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Joel_Osteen_Smiling.jpg"></a><a href="//www.slate.com/id/2127615/slideshow/2127739/','_blank','width=940, height=675, left=, top=, resizable=no,status=yes,fullscreen=no,location=no,menubars=no,scrollbars=no,titlebar=no,toolbar=no,'));"><img src="http://img.slate.com/media/1/123125/2079215/2112767/2127613/2127614/Slideshow_LaunchModule.jpg" alt="" width="205" height="180" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Joel Osteen</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">En Houston, Texas, no hay ninguna escasez de iglesias. Así que es sorprendente que la más grande (La mega iglesia Lakewood)-  que existe en la ciudad y en todo el país- esté metida  en una esquina deprimida que la mayor parte de Houstonianos nunca soñaría con visitar. Incluso los 30,000 concurrentes soportan el castigo del tráfico en los caminos estrechos que conducen a esta megaiglesia Lakewood cada fin de semana para oír los mensajes de esperanza que entrega el Pastor Joel Osteen.<span>  Con u</span>n aspecto juvenil de 42 años, y con una sonrisa lista, él tranquiliza a los miles que se presentan en cada uno de sus cinco servicios de fin de semana y les dice que "Dios tiene un gran futuro para ellos en Su almacén para usted." Sus servicios tocan asuntos cotidianos que a menudo incluyen la participación de su esposa, Victoria, oraciones y a su madre, Dodie, quien habla o explica pasajes de la Biblia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';"><br />
Osteen es tan popular que él ha cuadruplicado casi la asistencia de su iglesia desde que asumió el púlpito de su padre difunto en 1999, persuadiendo a creyentes de otras iglesias, así como a multitudes de “no salvados". Muchos son atraídos primero por su presencia ubicua por la televisión. Cada semana 7 millones de personas sintonizan la emisión hábilmente producida de sus sermones del domingo del cable nacional y conectan a la red de canales, para los cuales Lakewood desembolsa 15 millones de dólares por año. Los adherentes a menudo vienen trayendo una copia del éxito de librería de Osteen, <em>Su Mejor Vida Ahora</em>, que ha vendido 2.5 millones de copias desde su publicación el otoño pasado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:'Book Antiqua','serif';"><br /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Para mantenerlos regresando, Lakewood les ofrece orientación financiera gratuita, canasta de alimentos económico, hasta "un grupo de fidelidad" para hombres con "adicciones sexuales." La demanda es enérgica para las sesiones de autoayuda. Angie Mosqueda, 34, quien fue criada Católica, dice que ella y su marido, Mark, primero fueron a Lakewood en el 2000 cuando ellos estuvieron al borde de un divorcio. Mark hasta la lanzó de la casa después de que ella admitió<span>  </span>la infidelidad. Pero con el tiempo, los consejeros de Lakewood "realmente nos ayudaron a perdonarnos el uno al otro y empezamos todo de nuevo," dice ella.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:'Book Antiqua','serif';"><strong>Apariencia de Disney</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">La prosperidad de la empresa de Lakewood de Osteen hizo ingresar 55 millones de dólares en contribuciones el año pasado, cuatro veces la cantidad de 1999, dicen los funcionarios de la iglesia. Con éxito repentino y total, Osteen ha dispuesto de 90 millones de dólares para transformar el Centro de Compaq masivo en el centro de la cuidad Houston - la antigua casa de los Rockets de Houston de la NBA - en una iglesia que asentará a 16,000 personas, completo con un estrado de alta tecnología para sus programas de televisión y Escuela dominical para 5,000 niños. Después de que esto se abra en julio, él predice que la asistencia de fin de semana se disparará a 100,000. Dice Osteen: "otras iglesias no se han mantenido, y ellas pierden a la gente por no cambiar con los tiempos."</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">El pastor Joel es uno de una nueva generación de empresarios evangélicos que transforman su rama del protestantismo en uno de crecimiento más rápido y los grupos religiosos más influyentes en América. Su éxito descontrolado es modelado descaradamente de los negocios mundanos. Como Osteen, muchos pastores evangélicos se concentran atentamente en un enorme mercado potencial - los millones de americanos que se han alejado de las denominaciones Protestantes tradicionales o simplemente nunca se han afiliado a una iglesia en primer lugar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Para alcanzar estas masas sin explotar, los líderes inteligentes están creando Escuelas Dominicales Escuelas que se parecen al Mundo Disney (DIS) y cafeterías de iglesia con el atractivo de Starbucks (SBUX). Aunque la mayor parte sostienen estrictos puntos de vista religiosos, ellos desechan los serios himnos a favor de la adoración multimedia y adaptan una pompa de servicios para satisfacer todas las clases de necesidades del consumidor, desde la orientación de divorcio hasta ayudar para los padres de niños autistas. Como Osteen, muchos ofrecen un mensaje alegre entrelazado con uno religioso. Para hacer que los recién llegados se sientan como en casa, unos suprimen el simbolismo religioso estándar - hasta fundamentos como cruces y bancos - y diseñan iglesias para mirar más bien pasillos o estrados de entretenimiento modernos que lugares de culto tradicionales.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Iglesias al Gusto del Cliente</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Tan exitosos son algunos evangélicos que ellos abren sucursales como tantos nuevos Almacenes comerciales de Casa (Home Depots) o Metro. Este año, los 16.4 millones de miembros de la Convención Bautista del Sur planean "plantar" 1,800 nuevas iglesias usando la táctica de mercadotecnia. "Tenemos iglesias cowboys para la gente que trabaja en ranchos, iglesias de música country, hasta varias iglesias de motocicletas dirigidas a motociclistas," dice Martin King, un portavoz de la junta de la Misión Norteamericana de los Bautistas del Sur</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';"><img src="http://newsweek.washingtonpost.com/onfaith/rick_warren/rick_warren.jpg" alt="Rick Warren" width="145" height="100" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Pastor Rick Warren</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Los nuevos líderes de la iglesia están extiendo sus ideas a través de cada punto disponible. Una línea de "Biblezines" embala el Nuevo Testamento en revistas impresas en papel glaseado apuntadas a segmentos de mercado diferentes - hay una versión de hip-hop y una dirigida a muchachas adolescentes. La música cristiana apela a millones de jóvenes, algunos de los que por otra parte nunca podrían dar a iglesia un segundo pensamiento, sirviendo todo, desde<span>  </span>rock alternativo, el punk y hasta "screamo" (gritan poemas líricos religiosos). El libro <em>La Vida Conducida</em> del pastor de la megaiglesia de California Rick Warren, se ha hecho el libro de no ficción más rápida<span>  </span>venta de todos los tiempos, con más de 23 millones de copias vendidas, en parte por una novedosa<span>  </span>estrategia “pyro mercadotecnia". Luego existe el fenómeno <em>Dejado Atrás</em>, una serie excitante, llenos de acción, y apocalípticas, sobre aquellos dejados en la tierra después de la segunda venida de Cristo, vendiendo más de 60 millones de copias desde 1995.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Los deseos de los Evangélicos de implementar estrategias de crecimiento de estilo corporativo les da una ventaja tremenda en la batalla por la cuota de mercado religioso, dice Roger Finke, un profesor de sociología de Universidad de Estado de Pensylvania y el coautor de un nuevo libro, “el iglesiamiento de América, 1776-2005: Ganadores y Perdedores en Nuestra Economía Religiosa". Un nuevo Papa ha dado al catolicismo un estallido de publicidad global, pero su crecimiento de su miembros estadounidenses es en gran parte del influjo de inmigrantes mejicanos. En general, la decadencia a largo plazo de la Iglesia Católica en la asistencia estadounidense acelerada después de los escándalos de abuso sexual recientes, hay una escasez de sacerdotes severa, y las iglesias de parroquia y las escuelas se cierran como consecuencia de una crisis financiera. </span><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Del mismo modo, los llamados Protestantes de línea tradicional que dominaron América del siglo 20, se han hecho el equivalente religioso de la Corp. De la General Motors (General Motors). Las grandes denominaciones - incluso la Iglesia Metodista Unida y la Iglesia Episcopal - han estado encogiéndose durante décadas y han perdido a más de 1 millón de miembros sólo en los 10 años pasados. Hoy, los Protestantes tradicionales sólo cuentan con el 16 % de la población estadounidense, dice la Universidad del científico político Akron John C. Verde.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">En contraste, la flexibilidad teológica del evangelicalismo le da la libertad de adaptarse a la cultura contemporánea. Sin autoridades predominantes como el Vaticano, los líderes no tienen que luchar con una jerarquía burocrática que dicta el comportamiento aceptable. "Si usted tiene una visión para el ministerio, usted sólo lo hace, que hace mucho más fácil responder a la demanda del mercado," dice el profesor de la Universidad de Carolina del Norte de sociología en<span>  </span>la Capilla de la Colina, Christian Smith.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Con tales pocas barreras para el ingreso, el número de mega iglesias evangélicas - definido cuando aquellos que atraen a al menos 2,000 adoradores semanales - han crecido hasta 880 de tan solo 50 en 1980, calcula John N. Vaughan, fundador de la investigación sobre el Crecimiento de Iglesia Hoy de Bolívar, Mo. Él calcula que una nueva mega iglesia surge en los Estados Unidos<span>  </span>en promedio cada dos días. En conjunto, los evangélicos blancos constituyen más de un cuarto de los americanos hoy, estiman los expertos. Los números son poco claros porque no hay una ninguna definición común de evangélico, que típicamente se refiere a Cristianos que creen que la Biblia es la obra literal de Dios. Ellos pueden incluir a muchos Bautistas del Sur, iglesias no confesionales, y algunos Luteranos y Metodistas. Hay también casi 25 millones de Protestantes negros que se consideran evangélicos, pero en gran parte no comparten la política conservadora de la mayoría de los blancos. Dice el encuestador George Gallup, que ha estudiado las tendencias religiosas durante décadas: "Los evangélicos son la rama más vibrante del cristianismo.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">El triunfo del cristianismo evangélico reforma profundamente muchos aspectos de política <span> </span>y la sociedad americana. Históricamente, la mayor parte de la élite política y comercial estadounidense ha sido Protestante tradicional. Hoy, el Presidente George W. Bush y más de una docena de congresistas, incluso el vocero de la Casa Dennis Hastert, son evangélicos. Lo que es más importante, el Derecho Republicano ha sido abastecido de combustible por las filas que se hinchan de evangélicos, cuyos líderes tienden a ser conservadores políticamente a pesar de sus métodos de mercadotecnia progresivos. En los años 1960 y años 70, los evangélicos prominentes como Billy Graham guardaron una separación cuidadosa de púlpito y política - aunque él sirviera como un consejero espiritual al Presidente Richard M. Nixon. Esto comenzó a cambiar a principios de los años 1980, cuando Jerry Falwell formó la Mayoría Moral para expresar las opiniones políticas de los evangélicos. Muchos de los evangélicos de hoy esperan ampliar su influencia aún más. Ellos también están ganando posiciones, llevando sus opiniones dentro de la América Corporativa. </span><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:'Book Antiqua','serif';">Mientras ellos prosperan, sin embargo, hay relaciones tensas crecientes, con algunos Protestantes de línea tradicional ofendidos por su política conservadora y mercadotecnia descarada. "Jesús no era un capitalista; compruebe lo que [Él] dice sobre cómo con dificultad usted entrará en el reino si es un hombre rico," dice el Reverendo Robert W. Edgar, el secretario general del Consejo Nacional liberal de Iglesias.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';"></p>
<p style="margin:0;" align="center"><strong><img src="http://searchlight.org.za/images/stories/creflodollar01.jpg" alt="creflodollar01.jpg" hspace="6" align="left" /></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Sobre todo polémicos son líderes como Osteen y el extravagante Creflo A. Dollar, pastor de la Iglesia Internacional de Cambiadores Mundial en el Parque del Colegio, Ga., quienes predican "el evangelio de la prosperidad." Ellos respaldan la riqueza material y dicen a sus seguidores que Dios quiere que ellos sean prósperos. En su libro, Osteen habla de cómo su esposa, Victoria, una rubia asombrosa que se viste a la moda, quiso comprar una casa de fantasía hace algunos años, antes que el dinero llegara. Él pensó que no era posible. "Pero Victoria tenía más fe," escribió él. "Ella me convenció que podríamos vivir en una casa elegante y varios años más tarde, esto vino realmente a pasar." Creflo A. Dólar, también defiende el éxito materialista. "Dólar posee dos Rolls Royces (RYCEY) y viaja en un avión a reacción Gulfstream 3. "Practico lo que predico, y la Biblia dice ... que "Dios toma el placer en la prosperidad de sus siervos," dice Dólar, 43, elegantemente ataviado con puños franceses y saco a rayas.</p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:'Book Antiqua','serif';">¿Buhoneros?</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Algunos líderes evangélicos reconocen que el materialismo flagrante puede levantar el espectro de “buhonerismo religioso". Nuestro objetivo no es convertir la iglesia en un negocio," insiste Rick Warren, el fundador de la mega iglesia Saddleback en el Bosque de Lago, California. Después de que su libro de la Vida Conducida por un objetivo le dio millones, él reembolsó a Saddleback todo el sueldo que él había obtenido durante los años y aún vive modestamente. Advierte Kurt Frederickson, un director del Seminario Teológico Fuller en Pasadena, California: "tenemos que tener cuidado cuando un pastor se mueve en el modo de un presidente y se vuelve demasiado orientado por el mercado, o podría haber una reacción contra las mega iglesias así como lo hay contra Wal-Mart."</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Muchos evangélicos dicen que ellos tratan sólo de satisfacer las demandas no satisfechas por las iglesias tradicionales. Craig Groeschel, que lanzó la Iglesia de Vida en Edmond, Okla., en 1996, comenzó haciendo estudio de mercado con no feligreses en el área - y consiguió un reproche. "Ellos dijeron que las iglesias estaban llenas de hipócritas y eran aburridas," recuerda él. Entonces él diseñó la Iglesia de Vida para responder a aquellas preconcepciones, con servicios animados, llenados por multimedia en un ajuste que es algo entre un concierto de rock y una cafetería.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;font-family:'Book Antiqua','serif';">Una vez establecida, algunas iglesias ambiciosas hacen un comercio en gran escala de la extensión de su maestría. La Iglesia de Comunidad de Cala de Sauce en Barrington del sur, Mal., formó un brazo consultor llamado la Asociación de Cala de Sauce. Este ganó 17 millones de dólares el año pasado, en parte vendiendo mercadotecnia y consejo de dirección a iglesias con 10,500 miembros de 90 denominaciones. Jim Mellado, MBA de Harvard quien lo dirige, el año pasado condujo a 110,000 iglesias y a los líderes y los llevó a 