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	<title>informacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/informacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "informacao"</description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 18:21:44 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Rússia: País recebe o apoio de vizinhos e mostra que ainda detém poder sobre o Mar Negro]]></title>
<link>http://correiointernacional.wordpress.com/?p=277</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 14:30:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinternacional</dc:creator>
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<description><![CDATA[Asia Times - Hong Kong
Se a luta no Cáucaso foi causada pelo petróleo ou pela agenda da OTAN (Orga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Asia Times - Hong Kong</em></strong></p>
<p>Se a luta no Cáucaso foi causada pelo petróleo ou pela agenda da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) para a Ásia Central, então os Estados Unidos sofreram um retrocesso colossal essa semana. O Cazaquistão, casa de máquinas do Mar Cáspio e personagem-chave na Ásia Central, decidiu se posicionar lado a lado com a Rússia no conflito com a Geórgia, e o controle <em>de facto</em> da Rússia sobre dois dos mais importantes portos do Mar Negro foi consolidado.</p>
<p>Em um encontro na Capital do Tajiquistão, Dushanbe, na última quinta-feira [28 de agosto], nos bastidores do encontro da Organização de Cooperação de Shangai (OCS), o presidente do Cazaquistão Nurusultan Nazarbayev disse ao presidente russo Dimitry Medvedev que Moscou podia contar com o apoio de Astana na atual crise.</p>
<p>Na sua conferência de imprensa em Dushanbe, Medvedev sublinhou que seus homólogos da OCS, incluindo a China, mostravam compreender a posição russa. Moscou parece satisfeita que o encontro de líderes de Estado também publicou um parecer sobre o desenvolvimento do Cáucaso que, <em>inter alia</em>, dizia: "Os líderes dos Estados membro do OCS abraçam a assinatura em Moscou dos seis princípios para regular o conflito na Ossétia do Sul, e apóiam o papel ativo da Rússia em assistir à paz e à cooperação na região." A OCS compreende a China, a Rússia, o Cazaquistão, o Tajiquistão, o Uzbequistão e o Quirguistão.</p>
<p>Havia sinais denunciando que alguma coisa estava em andamento quando o Ministério das Relações Exteriores do Cazaquistão fez uma declaração em 19 de agosto insinuando um amplo entendimento da posição russa. A declaração exigia uma "avaliação imparcial e equilibrada" dos eventos e apontava que uma "tentativa (havia sido feita) para resolver um complicado problema etno-territorial com o uso da força", o que levou a "graves conseqüências". A declaração dizia que Astana apoiava o "caminho que as lideranças russas propuseram para resolver a questão" respeitando as diretrizes da Carta das Nações Unidas, da Ata Final de Helsinki, de 1975, e da lei internacional.</p>
<p>A longa declaração se inclinava em direção à posição russa, mas oferecia uma explanação elaborada para tanto. Desde então, o Cazaquistão adentrou o grosso das apostas diplomáticas e endossou de peito aberto a posição russa. Isto representa uma guinada de direção para a diplomacia russa no espaço pós-soviético. Nazarbayev disse: "Estou surpreso que o Ocidente simplesmente ignorou o fato de que as forças armadas da Geórgia atacaram a cidade pacífica de Tskhinvali [na Ossétia do Sul]: eu acho que tudo originalmente começou neste ponto. E a resposta da Rússia podia tanto ter sido de permanecer quieta ou proteger seu povo e assim em diante. Eu acredito que todos os passos subseqüentes dados pela Rússia foram designados para parar o derramamento de sangue de residentes ordinários nessa cidade a muito tempo sofrida."</p>
<p>Do ponto de vista de Moscou, as palavras de Nazarbayev valem o seu peso em ouro. O Cazaquistão é o maior produtor de energia na Ásia Central e é um peso-pesado na região. Faz fronteira com a China. Toda a estratégia regional dos Estados Unidos para a Ásia Central visa a, em última instância, substituir a Rússia e a China como principal parceiro do Cazaquistão. As grandes empresas petrolíferas norte-americanas começaram a fazer fila no Cazaquistão após a queda da União Soviética em 1991 - incluindo a Chevron, à qual a Secretária de Estado Condoleezza Rice estava associada.<br />
Os Estados Unidos foram até o fim da linha para cultivar laços com Nazarbayev, com a esperança fervente de que, de alguma forma, o Cazaquistão podia ser persuadido a escoar seu petróleo para o oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan, cuja viabilidade ainda é duvidosa. O oleoduto é um componente crucial do jogo dos EUA no Cáspio.</p>
<p>Os EUA haviam ido longe para realizar o projeto do oleoduto, contra chances aparentemente sem esperança. Na verdade, Washington dirigiu o palco da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Colour_revolution" target="_blank">revolução pós-comunista</a> na Geórgia em novembro de 2003 (que catapultou Mikheil Saakashvili ao poder em Tbilisi), na véspera de comissionar o oleoduto.</p>
<p><strong>Suporte de Bielorrússia </strong></p>
<p>Outro país vizinho, a Bielorrússia, também demonstrou apoio a Moscou. O presidente da Bielorrússia Alexander Lukashenko visitou Medvedev em Sochi [cidade russa nas margens do Mar Negro] em 19 de agosto para expressar sua solidariedade. "A Rússia agiu calmamente, sabiamente e de forma bela. Esta foi uma resposta calma. A paz foi estabelecida na região, e ela vai durar", comentou.<br />
O que é ainda mais impactante é que a Rússia e a Bielorrússia decidiram assinar um tratado este outono criando um sistema de defesa aérea unificado. Isto é fortemente vantajoso para a Rússia no contexto das recentes tentativas dos EUA para instalar equipamentos antimísseis na Polônia e na República Tcheca.</p>
<p>A atenção agora se desloca para o encontro da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC), que deverá ocorrer em Moscou no dia 5 de setembro. O posicionamento do OTSC sobre a crise no Cáucaso será observado de perto.</p>
<p>Parece que o Cazaquistão e a Rússia estão colaborando de perto para acertar uma agenda para a OTSC, cujos membros são a Armênia, a Bielorrúsia, o Cazaquistão, o Quirguistão, a Rússia, o Tajiquistão e o Uzbequistão. A grande questão é como a OTSC se prepara para equiparar-se aos planos de expansão da OTAN.</p>
<p>A realidade geopolítica emergente é de que, com o reconhecimento por parte da Rússia da Ossétia do Sul e da Abkházia, moscou deu virtualmente um cheque-mate na estratégia norte-americana para o Mar Negro, derrotando o plano para fazer deste um "lago sob controle exclusivo da OTAN". Poucos analistas entenderam a importância militar dos movimentos russos em reconhecer as repúblicas separatistas da Geórgia.</p>
<p><strong>A China se mostra compreensiva</strong></p>
<p>Moscou chegará ao encontro da OTSC satisfeita com o apoio da OCS, mesmo que ele não tenha sido sem ressalvas. Medvedev disse no encontro da OCS: "Claro, eu tive de contar aos nossos parceiros o que realmente aconteceu, uma vez que a imagem pintada pela mídia do Ocidente tristemente diferia dos fatos reais quanto a quem era o agressor, quem começou tudo isso, e quem deveria carregar a responsabilidade política, moral e, por último, legal, para o que aconteceu..."</p>
<p>Deve ter sido um alívio para Moscou que a China tenha concordado em se alinhar a uma formulação tão positiva. Na quinta-feira, o ministro de Relações Exteriores de Moscou também parecia ter tido o seu primeiro contato com a embaixada chinesa em relação a esta questão. Significativamente, uma declaração do Ministério disse que o encontro ocorreu por iniciativa chinesa.<br />
A declaração afirmava que "o lado chinês foi informado das razões políticas e legais por trás da decisão russa e <em>expressou uma compreensão delas</em>" (itálico nosso). É muito improvável que, em um assunto tão sensível, Moscou tenha unilateralmente pronunciado uma declaração de tal importância sem algum grau de consentimento tácito a partir do lado chinês, o que é uma prática diplomática comum.</p>
<p>A agência de notícias oficiais russa foi um pouco mais longe e sublinhou que "a China havia expressado sua compreensão da decisão russa de reconhecer as regiões separatistas da Geórgia, Ossétia do Sul e Abkházia."</p>
<p>A posição favorável da Bielorrússia, do Cazaquistão e da China melhoram significativamente o posicionamento russo. Em termos reais, a garantia de que os três grandes países que cercam a Rússia permanecerão em termos amigáveis independentemente da ameaça do Ocidente de desencadear uma nova Guerra Fria, tem grande impacto na capacidade de manobra de Moscou.<br />
A situação serve aos propósitos de Moscou enquanto a comunidade mundial enxergar a analogia entre o Kosovo e as duas províncias separatistas. De qualquer forma, as duas províncias já eram totalmente dependentes da Rússia para sustentar-se economicamente.</p>
<p>Nessas circunstâncias, os grandiosos esquemas da OTAN para ocupar o Mar Negro como um lago privado parecem distantes agora. Deve haver muitos rostos pálidos entre os cérebros da OTAN em Bruxelas e seus patronos em Washington e Londres.</p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>M. K. Bhadrakumar*</em></strong></p>
<p style="text-align:right;"><em>Acesse o texto original clicando <a href="http://www.atimes.com/atimes/Central_Asia/JH30Ag02.html" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>* <span style="font-size:11pt;font-family:Calibri;">Embaixador M K Bhadrakumar foi um diplomata de carreira no serviço de Relações Internacionais indiano. Suas missões incluíram a União Soviética, a Coréia do Sul, o Sri Lanka, a Alemanha, o Afeganistão, o Paquistão, o Uzbequistão, o Kuait e a Turquia.</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2 Recadados: ]]></title>
<link>http://cafufpr.wordpress.com/?p=380</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 14:20:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cascão</dc:creator>
<guid>http://cafufpr.wordpress.com/?p=380</guid>
<description><![CDATA[1) Estamos montando uma comissão para organização da X JOFAR. Ano que vem o PET tem outras coisas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="western"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><strong>1) </strong>Estamos montando uma <span style="color:#ff0000;"><strong>comissão para organização da X JOFAR.</strong></span> Ano que vem o PET tem outras coisas pra organizar e não poderá encabeçar a construção da Jornada. Precisamos de muitas pessoas pra ajudar! A próxima reunião<strong> será dia 17 de setembro, 12h no CAF.</strong> Assim que a comissão estiver formada podemos marcar as reuniões nos dias e horários que sejam melhores pra todos/as.</span></span></p>
<p class="western"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><strong>2) </strong>Quem comprou bolsa/mochila esse semestre e <strong>teve problemas</strong> (com a bolsa ou mochila!), favor <strong>devolver no CAF até dia 18</strong> de setembro <strong>para conserto. </strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VERDADES E MENTIRAS SOBRE A BEBIDA]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/?p=96</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 14:04:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
<guid>http://edsonrodrigues.wordpress.com/?p=96</guid>
<description><![CDATA[



A cerveja é menos nociva que outros tipos de bebidas alcoólicas.
MITO. Uma lata de cerveja, um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr">
<div class="gmail_quote">
<div dir="ltr">
<div style="color:#000000;font-family:georgia,serif;">
<h3><span style="color:#ff0000;">A cerveja é menos nociva que outros tipos de bebidas alcoólicas.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou um martelinho de cachaça são igualmente nocivos. A única coisa que varia é a quantidade.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">O problema não é beber, e sim misturar.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Misturar cerveja, vinho, cachaça e etc, vão é acabar com seu estômago e fígado, mas não são mais prejudiciais do que beber apenas um tipo de bebida. Álcool é álcool.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">Uma ducha fria, café bem forte e ar fresco te deixarão sóbrio.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Somente o tempo vai eliminar o álcool de seu organismo. Seu organismo levará aproximadamente uma hora para eliminar a maior parte do álcool presente em uma cerveja, por exemplo. A ducha fria pode, no máximo, te manter acordado, mas o álcool não sairá de seu corpo.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">Café te deixa acordado o suficiente para dirigir após beber.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Dê uma xícara de café à um bêbado e a única coisa que você terá é um bêbado acordado. A <em>energia</em> dada pela cafeína não é capaz de mantê-lo alerta e recuperar a velocidade na tomada de decisões perdidas com o consumo de álcool.</span></p>
<h3><em><span style="color:#ff0000;">"Eu bebo apenas cerveja e não tenho problemas para dirigir."</span></em></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Basta apenas uma latinha de cerveja e sua percepção de distância e velocidade já ficam alteradas. Veja a relação abaixo:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:#ff0000;">0,2 a 0,3g/l (1 copo cerveja, 1 cálice pequeno de vinho, 1 dose uísque ou de outra bebida destilada): As funções mentais começam a ficar comprometidas. A percepção da distância e da velocidade são prejudicadas.</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;">0,31 a 0,5g/l (2 copos cerveja, 1 cálice grande de vinho, 2 doses de bebida destilada): O grau de vigilância diminui, assim como o campo visual. O controle cerebral relaxa, dando a sensação de calma e satisfação.</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;">0,51 a 0,8g/l (3 ou 4 copos de cerveja, 3 copos de vinho, 3 doses de uísque): Reflexos retardados, dificuldades de adaptação da visão a diferenças de luminosidade;superestimação das possibilidades e minimização de riscos; e tendência à agressividade.</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;">0,81 a 1,5g/l (grandes quantidades de bebida alcoólica): Dificuldades de controlar automóveis; incapacidade de concentração e falhas de coordenação neuromuscular.</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;">1,51 a 2g/l (grandes quantidades de bebida alcoólica): Embriaguez, torpor alcoólico, dupla visão.</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;">2,1 a 5g/l (grandes quantidades de bebida alcoólica): Embriaguez profunda.</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;">acima de 5g/l (grandes quantidades de bebida alcoólica): Coma alcoólico.</span></li>
</ul>
<p><span style="color:#ff0000;">Fonte: </span><a href="http://www.detran.ce.gov.br/" target="_blank"><span style="color:#ff0000;">Detran</span></a><span style="color:#ff0000;">.</span></p>
<h3><em><span style="color:#ff0000;">"Se eu bebo, eu compenso dirigindo mais devagar e em segurança."</span></em></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Beber e dirigir não é seguro, não importa sua velocidade. Na verdade, se dirigir devagar demais pode acabar atrapalhando o trânsito e causar acidentes de qualquer maneira.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">Comer bem antes de beber vai te manter sóbrio.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Beber com o estômago cheio vai apenas atrasar a absorção de álcool na sua corrente sanguínea, mas não impedi-la. Comer antes de beber não vai impedi-lo de ficar bêbado.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">Cada um reage de maneira diferente ao consumo de álcool.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>VERDADE.</strong> Quem nunca ouviu falar que "<em>Fulano</em> é que nem Miojo! Cozinha em três minutos!"? Muitos fatores influenciam ao modo com que cada um reage ao álcool: peso, metabolismo, sexo, etc… Uns toleram mais, outros menos.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">É possível enganar o bafômetro colocando pedras de gelo na boca antes de assoprar o aparelho. O gelo libera hidrogênio e faz com que o álcool não seja percebido pelo medidor.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Para começar, gelo não libera hidrogênio ao derreter. Nem mesmo sua associação com a Coca-cola irá liberar algo além de água e gás carbônico. Não há qualquer embasamento químico para esta afirmação.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">É possível enganar o bafômetro usando alguns truques simples: chupar pastilhas de menta extra-fortes, comer cebola, beber anti-séptico bucal ou colocar uma moeda na boca após beber.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Até mesmo os </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MythBusters" target="_blank"><span style="color:#ff0000;">MythBusters</span></a><span style="color:#ff0000;"> já fizeram estes testes e comprovaram que nenhum truque é capaz de enganar o bafômetro. Aliás, o anti-séptico bucal é capaz de aumentar a concentração de álcool no sangue caso ingerido.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">O bafômetro não é um instrumento preciso.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>VERDADE.</strong> O bafômetro faz apenas um estimativa da concentração de álcool em seu sangue, porém é suficiente para determinar se uma pessoa está embriagada ou não, mesmo com uma margem de erro de até 30%.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">O "bafo" de álcool é o que determina se alguém está bêbado ou não.</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>MITO.</strong> Na verdade, não é o álcool que causa o mau hálito (o famoso <em>bafo-de-onça</em>) e sim as substâncias que compõe as bebidas alcoólicas. O cheiro do álcool puro é quase imperceptível pelas pessoas.</span></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">Resumindo</span></h3>
<p><span style="color:#ff0000;">Não adianta, a única maneira de passar no teste do bafômetro é não bebendo. Nenhum truque vai fazê-lo escapar de uma multa/prisão caso seja pego ao dirigir embriagado, como prova a manchete abaixo:</span></p>
<blockquote><p><span style="color:#ff0000;">No Canadá, um homem acusado de conduzir seu veículo sob a influência do álcool <strong>encheu a boca de fezes</strong> em uma tentativa fracassada de enganar o bafômetro da polícia.</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#ff0000;">O homem foi detido no último domingo pela polícia de South Simcoe, depois que o seu caminhão foi obrigado a parar na Rodovia Provincial 11 em Stroud, Ontário, Canadá.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">A caminho da estação de polícia, o homem de 59 anos vomitou, urinou, e defecou no carro policial. O sargento James Buchanan disse que ao chegar à estação, o preso encheu as mãos com seus próprios resíduos e colocou na boca, com a intenção de enganar a máquina de bafômetro.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Todavia, mesmo assim, a máquina registrou em duas leituras que o homem tinha mais do que o dobro do limite permitido de álcool no sangue.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">O homem foi autuado por ter guiado seu veículo embriagado e acima do limite de velocidade. Ele foi solto sob a condição de aparecer em Bradford, tribunal de Ontário no dia 12/05/2005.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Fonte: </span><a href="http://pt.wikinews.org/wiki/Motorista_enche_a_boca_de_fezes_para_enganar_o_baf%C3%B4metro" target="_blank"><span style="color:#ff0000;">WikiNews</span></a></div>
</div>
</div>
<p><span style="color:#ff0000;">--<br />
CAMPANHA POR UMA INTERNET SEGURA<br />
Proteja o endereço de seus amigos como estou protegendo o seu. Ao enviar mensagens use SEMPRE o "Cco" (cópia oculta ou "Bcc" (Blind carbon copy). Assim TODOS os endereços estarão preservados. E, claro, antes de encaminhar um e-mail, delete todas as informações que apareçam no corpo do e-mail e que possam ser usadas por hackers.<br />
</span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dica: computadores Dell super baratos]]></title>
<link>http://binario10.wordpress.com/?p=596</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 12:13:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Vitor</dc:creator>
<guid>http://binario10.wordpress.com/?p=596</guid>
<description><![CDATA[ 
Você quer comprar um computador ou notebook, mas está com pouca grana e vai acabar comprando um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pliniotorres.wordpress.com/2008/09/04/dica-computadores-dell-a-preco-de-banana/"></a><a href="http://pliniotorres.wordpress.com"></a><a href="http://binario10.files.wordpress.com/2008/09/dell-outlet.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-597" title="dell-outlet" src="http://binario10.wordpress.com/files/2008/09/dell-outlet.jpg" alt="" /></a> </p>
<p>Você quer comprar um computador ou notebook, mas está com pouca grana e vai acabar comprando um ruizinho por ai? Que tal uma máquina <a href="http://www.dell.com.br/" target="_blank"><strong><span style="color:#0066cc;">Dell</span></strong></a> por um precinho camarada?</p>
<p style="text-align:left;">O programa de venda de computadores seminovos da Dell (Dell Outlet) é uma ótima opção para quem deseja adquirir um micro zero quilômetro por um preço baixissimo. É possível ainda adquirir notebooks e servidores, além de periféricos.</p>
<p style="text-align:left;">Fiquei sabendo desta oportunidade através deste blog:<a href="http://pliniotorres.wordpress.com">http://pliniotorres.wordpress.com</a>, que tem um amigo que comprou um micro seminovo Dell e ficou surpreso ao ver que o micro era novinho, sem nenhum tipo de defeito ou problema.</p>
<p style="text-align:left;">Eis a descrição do programa no site da Dell: <span class="para">Os produtos seminovos Dell são sistemas e periféricos que retornam à nossa fábrica dentro do período de 7 dias após recebimento pelo cliente. São todos revistos, retestados e reembalados, antes de disponibilizados para ARB (Asset Recovery Business). O sistema de testes adotado para os seminovos Dell é mais rigoroso do que o aplicado na nossa linha de produção. Desta forma, os produtos adquirem o status ETN (Equivalent to New) no final do processo. Ainda assim, caso haja qualquer insatisfação, o cliente poderá devolver o sistema à Dell, dentro do prazo de 07 dias após o recebimento.</span></p>
<p style="text-align:left;">A melhor parte realmente são os preços. É possível comprar, por exemplo, um desktop modelo Optiplex CORE 2 DUO 2.20GHZ, sem monitor, com 2GB de memória RAM, 250 GB de HD e Windows XP Professional Original pela bagatela de <strong>R$649,00 (mais valor de frete)</strong>. Os micros ainda possuem 1 ano de garantia total e pagamento facilitado.</p>
<p style="text-align:left;">Como esse tipo de moleza é muito disputada, uma listagem com os micros seminovos disponíveis para venda é colocada no site e rapidamente retirada quando todos são vendidos, por isso é preciso estar sempre de olho.</p>
<p style="text-align:left;">Muitos fabricantes americanos fazem este tipo de negociação e acredito que, com o suporte total ao produto dado pela própria Dell Brasil, realmente vale a pena dar uma conferida.</p>
<p><em>Fonte:<a href="http://pliniotorres.wordpress.com/2008/09/04/dica-computadores-dell-a-preco-de-banana">http://pliniotorres.wordpress.com/2008/09/04/dica-computadores-dell-a-preco-de-banana</a>/</em></p>
<p>Mais informações aqui: <a href="http://www1.la.dell.com/content/topics/reftopic.aspx/gen/pt/computadores_seminovos_form?c=br&#38;cs=brdhs1&#38;l=pt&#38;s=dhs">http://www1.la.dell.com/content/topics/reftopic.aspx/gen/pt/computadores_seminovos_form?c=br&#38;cs=brdhs1&#38;l=pt&#38;s=dhs</a></p>
<p>E aqui: http://www1.la.dell.com/content/topics/reftopic.aspx/gen/pt/computadores_seminovos?c=br&#38;cs=brdhs1&#38;l=pt&#38;s=dhs<a href="http://www1.la.dell.com/content/topics/reftopic.aspx/gen/pt/computadores_seminovos?c=br&#38;cs=brdhs1&#38;l=pt&#38;s=dhs"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[05 de Setembro - CUIDADO NAS ESTRADAS. FERIADO = PERIGO!]]></title>
<link>http://radioloandafm.wordpress.com/?p=3426</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 11:22:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>radioloandafm</dc:creator>
<guid>http://radioloandafm.wordpress.com/?p=3426</guid>
<description><![CDATA[Movimento nas estradas deve ser 15% maior no feriado  
Equipes extras de monitoramento de tráfego]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Movimento nas estradas deve ser 15% maior no feriado  </em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://radioloandafm.files.wordpress.com/2008/09/estardas-perigo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3427" title="estardas-perigo" src="http://radioloandafm.wordpress.com/files/2008/09/estardas-perigo.jpg" alt="" width="314" height="209" /></a></em></strong>Equipes extras de monitoramento de tráfego estarão de prontidão durante todo o feriado<br />
Rodovias administradas pela concessionária Rodonorte terão operação especial para o feriado da Independência. Previsão é de que o tráfego de veículos seja até 15% superior aos dias normais.</p>
<p> </p>
<p>Cerca de 260 mil veículos devem circular pelos 480 quilômetros das rodovias BR-376, 277, 373 e PR-151, administrados pela RodoNorte, durante o feriado da Independência. A previsão é de que entre sexta e segunda-feira, o movimento seja até 15% superior ao verificado em dias normais. O acréscimo é decorrente do movimento gerado pelas comemorações de Sete de Setembro e também por conta do feriado em homenagem à Padroeira de Curitiba, que é celebrado na segunda-feira.</p>
<p>De acordo com as estatísticas do setor de Planejamento da RodoNorte, o fluxo de veículo deve ser mais intenso já a partir das 16 horas de sexta-feira. Contudo, o horário de pico é previsto para as 18 horas, quando cerca de 6 mil veículos devem trafegar pelas rodovias administras pela concessionária. Desse total, a maior parte é de veículos que saem da capital rumo ao interior do Estado. Por isso, a expectativa é de que cerca de 1,8 mil veículos estejam em circulação pela região de São Luís do Purunã entre as 18 e as 19 horas de sexta-feira.<br />
No sábado, o movimento também deve ser intenso ao longo de todo o dia em todo o trecho administrado pela concessionária. Para atender a demanda extra de veículos, a RodoNorte vai ampliar o número de equipes de monitoramento de tráfego, atendimento pré-hospitalar e na área de controle operacional. Além disso, as obras em andamento nas BR-277 e BR-376 devem ser temporariamente interrompidas, para facilitar a fluidez do tráfego. "Vamos trabalhar com toda a atenção destinada para o atendimento dos usuários, garantindo boas condições de trafegabilidade, mesmo nos horários de maio movimento", comentou o gestor de Atendimento ao Cliente da RodoNorte, Sidnei Zanetti.<br />
Aos motoristas que vão utilizar as rodovias neste final de semana, a concessionária recomenda prudência. Para evitar acidentes, é fundamental respeitar os limites de velocidade e a sinalização de pista. A atenção deve ser redobrada nos perímetros urbanos, onde existe uma concentração maior de pedestres e motociclistas. Quem precisar de apoio no trecho administrado pela RodoNorte pode ligar para o telefone gratuito 0800 421500.</p>
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<title><![CDATA[Identidade e Individualidade Nacional Portuguesa - Revista do Militar]]></title>
<link>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=789</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 09:59:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spitfire</dc:creator>
<guid>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=789</guid>
<description><![CDATA[Identidade e Individualidade Nacional Portuguesa
 
 
Tenente‑Coronel PilAv João José Brandã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family:Verdana;font-size:medium;"><strong><span style="color:#008080;">Identidade e Individualidade</span> <span style="color:#ff0000;">Nacional Portuguesa</span></strong></span></div>
<div> </div>
<div><img src="http://www.revistamilitar.pt/UserFiles/Image/autores/TCor_PilAv_Brandao_Ferreira.jpg" alt="" /> </div>
<div><em>Tenente‑Coronel PilAv</em> João José Brandão Ferreira*<em></em></div>
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<div><em>“A falta de personalidade das elites portuguesas</em></div>
<div><em>constitui um perigo nacional permanente”</em></div>
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<div>Artur Ribeiro Lopes</div>
<div>(in “Política”, 141)</div>
<div> </div>
<div>Falar de identidade e individualidade nacional é um assunto de todos os tempos e de todos os cidadãos. Sem embargo, a sua relevância varia com a conjuntura quer nacional, quer internacional e a sua importância abrange os portugueses de todas as condições sociais sem todavia pôr em causa a prioridade que deve ser dada àqueles que se destinam a ocupar lugares de responsabilidade.</div>
<div> </div>
<div>Actualmente, vivemos tempos em que a reflexão sobre estes conceitos é mais importante do que nunca. Por um lado, vivemos tempos de globalização em todos os aspectos da actividade humana – e não quero deixar passar a oportunidade para frisar que a primeira globalização foi feita pelos portu gueses, não só porque puseram todo o mundo em comum mas, ainda, porque tentaram construir um projecto de unidade espiritual sob a égide portuguesa. Ora só sobreviveremos a esta globalização se conseguirmos manter uma mais valia colectiva em termos qualitativos e quantitativos.</div>
<div> </div>
<div>Por outro lado, o mundo cada vez é mais atravessado por internacionalismos e por organizações de carácter transversal. E Portugal pertence ainda a diversas organizações internacionais políticas, económicas e de segurança e defesa.</div>
<div> </div>
<div>A nível da União Europeia existem teses de futuro de carácter federalista e de ambos os lados da fronteira Luso‑Espanhola continuam vivos sonhos de União Ibérica. As ameaças à identidade e individualidade portuguesa são pois vastas e de muitos matizes. Mas não ficamos por aqui – o nível da consciencialização da sociedade para esta problemática está cada vez mais frágil.</div>
<div> </div>
<div>Primeiro pela escola que não ensina; depois pela acção deletéria dos media; por correntes doutrinárias e filosóficas com preponderância em meios intelectuais e artísticos; pelo fim do serviço militar obrigatório, etc. E também pela desagregação da família tradicional. Não nos devemos esquecer que uma Nação não é mais do que um conjunto de famílias, se quisermos, uma família grande.</div>
<div> </div>
<div>Finalmente pelo próprio discurso oficial que maioritariamente esquece estes conceitos. E quando fala limita‑se a aspectos de identidade – como a língua, por exemplo – deixando cair o termo individualidade que obviamente está ligado à soberania e independência.</div>
<div> </div>
<div>Ora, caros leitores, eu não sei como se consegue manter uma sem a outra. E pergunto ainda para que é que nos serve a identidade se não quisermos assumir uma individualidade... Vou tentar ilustrar o que estou a dizer com um pequeno exemplo. Todos os 1º de Dezembro comemora‑se o feriado do 1º de Dezembro, onde se comemora a restauração da independência nacional, ou melhor dizendo, se comemora a data em que a coroa portuguesa deixou de estar associada à coroa espanhola.</div>
<div> </div>
<div>Quantos dos leitores já participaram nas cerimónias? E no 10 de Junho, onde se comemora o dia de Portugal? Muito poucos, certamente! Mas não fiquem acabrunhados, a maioria de quem está a ler este escrito faz parte do esmagador número de portugueses para quem os feriados são apenas um dia para folgarem. E o mesmo se vai passando com as entidades oficiais, que se limitam a promover pequenas cerimónias algo soporíferas.</div>
<div> </div>
<div>Ora se quase ninguém no País liga ao significado dos feriados, justifica‑se que eles existam? E notem que não estou a falar de feriados religiosos que apenas vinculam os crentes, nem de datas que possam não ser consensuais na sociedade portuguesa, como sejam o 5 de Outubro ou o 25 de Abril, por exemplo, mas sim a duas efemérides em que se comemora e exalta a nação dos portugueses e a Independência Nacional.</div>
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<div><em>“Eis aqui, quase cume da cabeça da Europa toda, o Reino Lusitano, onde a terra se acaba e o mar começa.</em></div>
<div><em>E onde Febo repousa no Oceano.</em></div>
<div><em>Este quis o Céu Justo que floresça</em></div>
<div><em>Nas armas contra o Torpe Mauritano,</em></div>
<div><em>Deixando‑se de si fora; e lá na ardente</em></div>
<div><em>África estar quieto o não consente”.</em></div>
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<div>Lusíadas</div>
<div>Canto III, 20</div>
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<div>Creio que um pequeno bosquejo histórico é importante para nos situarmos melhor neste tema, e quero também frisar que o silêncio e deturpação da História, tem sido uma das armas usadas para quebrar a memoria colectiva da nação e enfraquecer a nossa identidade e independência.</div>
<div> </div>
<div>Em primeiro lugar é necessário entender porque é que Portugal se constituiu País independente.</div>
<div> </div>
<div>Na sequência da reconquista cristã iniciada nas Astúrias (a Península Ibérica estava ocupada pelos Árabes e Berberes, desde a batalha de Guadalete, em 711, à excepção de uma pequena área com centro em Covadonga no Noroeste da Península), veio para o Reino de Leão, um fidalgo borgonhês, de nome Henrique, em 1094, a fim de participar naquela que era conhecida por Cruzada do Ocidente. De tal modo se houve que o Rei de Leão lhe concedeu a mão da sua filha Teresa e o senhorio das Terras de entre Douro e Minho. Desta união nasceu um primogénito, Afonso Henriques que decidiu quebrar os laços de suserania ao Rei de Leão. Afonso VII, começando por bater os partidários de sua mãe, no combate de S. Mamede, em 24 de Junho de 1128. Porque o fez? Podemos apontar várias razões:</div>
<div> </div>
<div>Em primeiro lugar razões políticas, derivadas do desejo natural dos grandes senhores se libertarem da tutela de outros – este desejo foi potenciado pelo intento dos principais “barões” do Condado Portucalense se quererem furtar à influência que os barões galegos exerciam sobre D. Teresa. Ainda por razoes económicas, para permitir que a riqueza produzida ficasse no Condado e das boas perspectivas de comércio que o Porto proporcionava.</div>
<div> </div>
<div>Também por razões religiosas já que a Diocese de Braga pretendia autonomizar‑se de Compostela e Toledo (o Bispo de Braga D. João Peculiar foi um dos principais apoiantes e conselheiros de Afonso Henriques). Menos por razões de raça, a não ser alguma predominância na época, dos Suevos que tinham estabelecido um reino com capital em Braga, no século VI. Segundo os etnólogos, Portugal é constituído por uma mestiçagem de 13 grupos étnicos principais. A independência do Condado foi ainda facilitada por alguns acidentes geográficos; a luta contra o infiel; o apoio das ordens militares, nomeadamente os Templários, cujo 1º Grão‑Mestre Gualdim Paes foi também um dos braços direitos do nosso primeiro rei; a existência de uma longa fronteira marítima e pelo Milagre de Ourique. Sim, pelo Milagre de Ourique. Independentemente de ter havido milagre ou não – essa é uma questão de Fé – Afonso Henriques não perdeu tempo a fazer a exploração política do fenómeno: além de ser aclamado rei pelos seus homens no fim da batalha (até então era apenas Duque), reuniu mais tarde testemunhas (as principais figuras do Condado), e na Igreja de Santa Cruz de Coimbra, fez publicar sob juramento a descrição do aparecimento de Cristo. Ou seja o reino de Portugal passou a existir por direito Divino, tinha uma missão no mundo e Afonso Henriques, ele próprio, abençoado por Deus. Foi isto que nos levou à Índia e nos tem servido de escora maior da nossa existência!</div>
<div> </div>
<div>Até D. Dinis expulsa‑se o Agareno; consolidam‑se as fronteiras leste e sul e povoa‑se o território. O Tratado de Alcanizes, de 1297, fixa a fronteira leste, resolvendo os problemas existentes relativo às Terras de Riba Coa e ao termo de Olivença. Marcam as fronteiras mais antigas de toda a Europa e provavelmente de todo o mundo, que permanecem até hoje, havendo a lamentar o conflito que existe – embora não se dê por ele oficialmente – relativo à ocupação militar espanhola de Olivença, ilegal desde 1815.</div>
<div> </div>
<div>Agora reparem o que aconteceu no reinado desse notável monarca que foi D. Dinis: foi criada a Universidade – uma das mais antigas do mundo – por ordem régia todos os documentos passaram a ser escritos em português e não em latim; foi reestruturada a Marinha de Guerra em termos permanentes; idem para o Exército com a criação dos Besteiros de Conto e das milícias dos Concelhos, um verdadeiro embrião da nação em armas; reconstruíram‑se as principais fortalezas e deu‑se foral a vilas e cidades; nacionalizaram‑se as Ordens Militares; fomentou‑se o comércio e a agricultura para o reino se poder auto sustentar e deu‑se início às comemorações do culto do Espírito Santo, de cariz templário, que veio a moldar significativamente todo o catolicismo português. Em boa verdade se pode dizer que com D. Dinis, Portugal estava feito e podia viver de vida própria. Ou seja a individualidade e independência estavam consolidadas. Mas consolidadas não quer dizer que não pudessem ser ameaçadas. Foi isso que aconteceu logo na crise de 1383‑85, como de resto em todas as 18 vezes que sofremos invasões castelhanas e espanholas bem como das três terríveis invasões francesas. Isto claro sem contar com as centenas/milhares de ataques de corsários vários, tanto no mar como em terra, e das consequências da permanência de tropas estrangeiras em território nacional. E estamos apenas a confinarmo‑nos ao continente europeu.</div>
<div> </div>
<div>A crise resolveu‑se em termos nacionais, sendo curioso realçar que a vontade de independência se sobrepôs a conceitos identitários da época. Estamos a falar dos laços de suserania feudais que levaram a maioria da nobreza e muitas povoações do reino a terçar armas contra o mestre de Avis.</div>
<div> </div>
<div>Portugal salva‑se devido ao esforço do povo e burguesia das principais cidades marítimas e do patriotismo, fé e saber militar desse grande capitão que foi o Condestável D. Nuno Alvares Pereira, também Beato Nuno de Santa Maria, estando neste momento a correr o processo que o conduzirá, espero, à categoria de Santo.</div>
<div> </div>
<div>A História, caros leitores, ao contrário das teses marxistas em voga no nosso país desde os idos de 74/75, não é feita de movimentos de massas, lutas de classes ou resultante dos choques de interesses entre os factores de produção. A História faz‑se com Homens que tenham Ideias, competências específicas e Liderança. E sejam servidos por vontade forte, escorada em preserverança (fé) e coragem.</div>
<div> </div>
<div>Com o reino salvo, sobravam soldados, determinação e riqueza. D. João I torna as Ordens Militares – que eram os maiores depositários do saber e da riqueza e núcleo duro da força militar – reais, pondo à frente de cada uma, um dos seus filhos e a elite governante dá‑se conta que, em termos estratégicos, necessitava de apoios externos para se salvaguardar da potência continental com a qual partilhava a totalidade da fronteira terrestre. Nasce a aliança com a potência marítima e vai‑se a Ceuta, que o espírito de Cruzada potencia.</div>
<div> </div>
<div>Daí em diante só parámos na China e no Japão. Esta saga, única na História Universal, foi prejudicada, apesar de tudo, por várias tentativas em que a coroa portuguesa se tentou apoderar da castelhana/espanhola, através de casamentos. E foi preciso afastar os espanhóis para Ocidente, daí o tratado de Toledo e o de Tordesilhas e o fenómeno Cristovam Colom. Fomos então, no dizer do cronista à procura de pimenta e cristãos. Só que a ordem dos termos, no início era ao contrário, pois primeiro fomos à procura de cristãos e só depois da pimenta. Era a união dos cristãos do Ocidente com os do Oriente sob a égide portuguesa. A esfera armilar, que ainda hoje consta da Bandeira Nacional, aí está como símbolo deste desígnio. Só que no reinado de D. Manuel I os termos da equação inverteram‑se, isto é, passámos a procurar mais pimenta e menos cristãos. Ou seja o material ficou à frente do espiritual. Perdeu‑se a cabeça e com ela a iniciativa e o controle estratégicos. O dispositivo estendeu‑se para além do que era razoável e o declínio deu‑se. Os portu gueses perderam sobriedade ganharam alguma soberba e a abundância de riqueza e escravos, criou hábitos de ócio, ostentação e vaidade. E exacerbou a inveja, que é o nosso mais terrível defeito. E faz parte da identidade...</div>
<div> </div>
<div>Por causa da conjuntura internacional, crise financeira, factores religiosos, e outros ainda mal estudados D. João III, intentou mudar os pressupostos estratégicos – abandono do que não era essencial no norte de África – racionalização dos pontos de apoio e do comércio com o Oriente, início da colonização do Brasil. Mas foi mais longe e tocou em aspectos importantes da identidade, alterando, quanto a nós, a matriz cultural e social da sociedade portuguesa. Pediu e veio a conseguir da Santa Sé, o estabelecimento em Portugal da Inquisição e do Tribunal do Santo Ofício, reformou a Universidade, aceitou a vinda para o reino da Ordem dos Jesuítas – que logo fundaram outra Universidade – encarregou um frade espanhol de reformar – enclausurando‑as – as Ordens Militares.</div>
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<div>O “Refluxo” português tinha começado e iria durar 400 anos.</div>
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<div>Houve reacção a tudo isto no reinado, muito mal estudado, de D. Sebastião. Alcácer Quibir, a crise da sucessão e sobretudo o suborno das maiores casas nobres e do Alto Clero, levou à perda da independência, que não, note‑se, à perda da individualidade. Infelizmente para nós, Álvaro Paes não era João das Regras e o Prior do Crato, apesar da sua abnegação, não se igualava a Nuno Álvares. Reparem, porém, que Filipe II não nos retirou nada, nem a moeda, coisa que deixámos de ter desde que estamos na União Europeia...</div>
<div> </div>
<div>A União das Coroas de Portugal e de Espanha punham porém um problema insolúvel que derivava do nosso país não ter uma política externa própria. Ora isto fazia, por exemplo, que Filipe não pudesse, como Rei de Espanha, estar em guerra com um certo número de potências e, como Rei de Portugal, estar em paz com elas.</div>
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<div>Ou seja, ganhámos todos os inimigos da Espanha sem usufruir de nenhum ganho ou protecção.</div>
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<div>Os 60 anos que se seguiram foram difíceis e terríveis. A identidade portuguesa não foi beliscada, porém, e logo que as condições estiveram reunidas o desejo de sermos donos do nosso destino veio ao de cima naturalmente. Os espanhóis foram expulsos, mas só se convenceram ao fim de 28 anos e tinham tal influência na Cúria Romana, que o Papa ainda levou mais dois anos a convencer‑se.</div>
<div> </div>
<div>Os custos foram, mais uma vez, enormes. Um dos traços da nossa identidade é construirmos Portugal para onde vamos, independentemente da geografia, do clima, das gentes, da cultura, da riqueza, da religião, com que topamos. Este traço marcou toda a nossa expansão no mundo e a especificidade da colonização portuguesa.</div>
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<div>A obra maior que fizemos, muito mal estudada, também, tanto cá como lá, foi esse colosso chamado Brasil. Fizemo‑lo em 300 anos, Sem embargo, das vezes em que a nossa independência correu perigo, nomeadamente, na guerra da Sucessão de Espanha e dos Sete Anos, sem falar dos numerosos combates que fomos travando em quatro continentes.</div>
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<div>Acabámos por perder o Brasil. Tal deveu‑se às consequências das invasões francesas, que se estendem, aliás, até aos dias de hoje. O assunto mereceria por isso de uma reflexão alargada, porque não pôs em causa apenas a nossa individualidade como toldou de alguma forma a nossa identidade.</div>
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<div>Numa das muitas vezes em que o Exército nacional foi abandonado pelo Poder Político, o país viu‑se confrontado com uma grave crise internacional que ultrapassava o continente europeu. Como só é neutro quem pode e não quem quer, Portugal viu o seu território metropolitano virar campo de batalha durante quase quatro anos. Tendo ficado literalmente devastado, a economia destruída e mortos cerca de 200 000 pessoas, perto de 10% da população! Foi a maior calamidade da História de Portugal, da qual hoje em dia não guardamos memória e que espero seja condignamente comemorado quando perfizerem dois séculos da 1ª invasão (1807).</div>
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<div>A saída da família real para o Brasil, onde ficou até 1821, permitiu salvaguardar o Poder Político.</div>
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<div>Os franceses não se limitaram a devastar o país. Deixaram cá as ideias, da Revolução Francesa que eram defendidas e propaladas pelas lojas maçónicas, cuja origem em Portugal remontava ao reinado de D. João V, mas cujo desenvolvimento se deu apenas com a governação de Pombal e sofrido retrocesso com a “Viradeira”. Estas ideias deram origem à frustrada revolta militar de Gomes Freire de Andrade, em 1817, e depois à revolução liberal de 1820, no Porto, que teve sucesso.</div>
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<div>Esta revolução, que obrigou o Rei a regressar a Lisboa e deu origem à primeira Constituição Portuguesa, de 1822, veio a dividir a família real, o Exército, o Clero e o povo. Isto é cindiu a família portuguesa.</div>
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<div>O Brasil aproveita‑se da confusão, da rebeldia do primogénito, o Infante D. Pedro, da influência das lojas maçónicas favoráveis, desde a Revolução Americana. a todas as independências no hemisfério e ainda favorecidos pelos interesses ingleses que se querem apoderar do rico comércio brasileiro, para dar o grito do Ipiranga.</div>
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<div>A cisão política agrava‑se e leva à mais cruenta guerra civil, entre 1832 e 34, que em Portugal já houve.</div>
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<div>Contra todas as expectativas os liberais ganharam e tal tem a ver sobretudo com liderança militar. A partir daqui dá‑se uma mudança extensa na sociedade portuguesa. A velha nobreza morre ou emigra. Cria‑se uma nova, reorganiza‑se toda a administração pública e o ensino, os pilares da antiga ordem são desmontados; as ordens religiosas, que possuíam cerca de 1/3 do país, são extintas.</div>
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<div>A agitação política não pára e desemboca noutra guerra civil, a Patuleia, em 1847. A economia desfeita desde as invasões francesas e a independência do Brasil, não recupera, o pouco que funciona está em mãos inglesas. As finanças estão em bancarrota quase permanente.</div>
<div> </div>
<div>Em 1851, na sequência de mais um golpe do Marechal Saldanha, as forças políticas chegam a um entendimento: criar um partido mais à direita e outro mais à esquerda, que se alternariam no Poder, numa tentativa de imitação do parlamentarismo inglês. A acalmia social resultante; a conjuntura internacional favorável e o aparecimento de um estadista – Fontes Pereira de Melo – permitem algum progresso e paz social até 1890, quando por via do ultimatum, nova crise financeira e o aparecimento de ideias socialistas, anarquistas e sobretudo do Partido Republicano, se começa a pôr em causa a própria Monarquia. Esta agoniza durante 20 anos e cai em 18 horas, em 5 de Outubro de 1910.</div>
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<div>Com a perda do Brasil surgiu, em 1836, pela mão de Sá da Bandeira, um novo desígnio estratégico, que era o de criar novos Brasis, em África.</div>
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<div>Mas todo o quadro já descrito impediu que algo de substancial se fizesse. Portugal acorda para África quando a cobiça e expansão das principais potências estrangeiras sobre aquele continente se começam a fazer sentir e o nosso país apareceu como o principal óbice àquela expansão verdadeiramente imperial. O ponto fulcral de toda esta expansão veio a ser a Conferência de Berlim, de 1884/5.</div>
<div> </div>
<div>Apesar das muitas vulnerabilidades que tínhamos, foi feito um esforço económico, financeiro, diplomático e militar, notável, na salvaguarda e até expansão do património português em África e até no Oriente. Muito se conseguiu salvar, e o esforço de pacificação estendeu‑se até aos anos 30 do século XX.</div>
<div> </div>
<div>Em 1910 a República ganha, sendo a maioria do país, monárquica – na sequência de contradições que acompanharam a nossa História até hoje. Mais uma vez a Maçonaria tem um papel fundamental e a organização da Carbonária, que já tinha liquidado D. Carlos e o herdeiro do trono, tem uma acção decisiva. A família real é posta a recato em Inglaterra, potência que tinha mais uma vez, dado o “agrement” à revolta e muita gente emigra. Os republicanos não têm, porém, experiência de governo, organizam o novo sistema político em bases pouco eficazes e dividem‑se. A instabilidade social e a crise política e financeira instalam‑se durante 16 longos anos. As quarteladas sucedem‑se. Chegou a haver um duelo de artilharia dentro de Lisboa de que resultaram mais de 500 mortos. Em média os governos da I República duraram três meses...</div>
<div> </div>
<div>Pelo meio meteram‑nos e metemo‑nos na I Grande Guerra onde combatemos em quatro frentes: Angola, Moçambique, a Flandres e o Atlântico. O esforço foi algo homérico e os custos muito elevados.</div>
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<div>Com o país mais uma vez destroçado – e lembro que esta situação era recorrente desde 1807, passava dos cem anos! – as Forças Armadas – elas próprias no zero naval como a classificou um almirante e quase no zero terrestre e aéreo como as classificamos nós, que andavam desde 1817 a ter intervenções políticas, resolveram actuar de uma forma mais concertada e pôr ordem no descalabro. Estávamos no mês de Maio de 1926.</div>
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<div>Mas os chefes militares sabiam o que não queriam, mas não se entenderam no que fazer a seguir. Até que um já conhecido professor de Coimbra foi chamado a pôr ordem nas finanças. E com tal sucesso que passou a imprescindível. Era íntegro e impoluto e soube concitar apoios. Possuía uma Ideia de Portugal e desenvolveu uma doutrina que a sustentava.</div>
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<div>Foi a Presidente do Conselho de Ministros para a implementar. A reorganização do Estado, a credibilização do país, a consolidação financeira e recuperação económica, tanto da Metrópole como do Ultramar, a ordem nas ruas, a segurança nas fronteiras, a recuperação do Exército e da Armada, mais tarde o lançamento da industrialização do país, a partir do I Plano de Fomento em 1951 o virtuosismo diplomático, que permitiu ajudar a derrotar o Comunismo em Espanha; a manter a neutralidade na 2ª Guerra Mundial; a ser membro fundador da NATO e da EFTA; aguentar durante 10 anos os ataques da União Indiana sobre Goa, Damão e Diu e todos aqueles que se seguiram via ONU e outros organismos internacionais contra a presença política de Portugal fora da Europa, granjearam‑lhe o respeito nacional e internacional. Mais impor tante ainda, tentou‑se o reaportuguesamento de Portugal nas referências mais telúricas da sua identidade e que remontam ao início da nacionalidade.</div>
<div> </div>
<div>Sem embargo, no início dos anos 60, organizou‑se a nível mundial, a mais poderosa ofensiva que jamais se montara contra a maneira portuguesa de estar no mundo. Portugal foi atacado militarmente, primeiro em Angola, depois na Índia, mais tarde na Guiné e Moçambique. Timor e Macau estiveram sob permanente ameaça e não se podia descurar a vigilância em qualquer outra parte do território.</div>
<div> </div>
<div>A ofensiva política e diplomática – com reflexos económicos e financeiros – era global contra o nosso país. Poucas vezes se encontram momentos na nossa História em que Portugal estivesse no seu melhor como nos 13 anos que durou a guerra e a tropa portuguesa não conduzia uma campanha tão brilhantemente desde os tempos de Afonso de Albuquerque. E isto sem almirantes ou generais importados. Porém, o sucessor de Salazar no governo deixou‑se enredar em contradições; tergiversou no rumo a seguir e não conseguiu manter a acção psicológica interna.</div>
<div> </div>
<div>Acções subversivas contra a ordem existente desenvolveram‑se nos meios universitários, artísticos e católicos progressistas. Sem embargo, a questão primordial foi vivida no seio das FAs. O prolongamento da guerra fez diminuir o número de candidatos às Academias Militares enquanto que a necessidade de quadros aumentava. No sentido de minorar este problema o governo, através do MDN, legislou no sentido de permitir aos oficiais milicianos passarem ao quadro depois de frequentarem um curso condensado na Academia Militar mantendo a sua antiguidade na promoção. Esta questão evoluiu pessimamente e disparou o descontentamento nas fileiras levando uma minoria de oficiais a evoluírem para o derrube do próprio regime. Mais uma vez os militares sabiam o que não queriam mas não se puseram de acordo sobre o dia seguinte. O resultado foi perderem no próprio dia o controle dos acontecimentos. No espaço de um ano o Portugal do Minho a Timor ficou reduzido ao de Bragança ao Corvo, com muita água pelo meio. Perdeu cerca de 90% do território e 60% da população.</div>
<div> </div>
<div>O corte com o passado foi traumático – a economia e as finanças levaram 10 anos a estabilizar – socialmente houve mudanças radicais de referências e cortes transversais na maneira de ser e estar dos cidadãos em termos individuais, familiares, regionais e nacionais. Fez‑se 180º relativamente a conceitos estratégicos que tinham seis séculos e não existe consolidação sobre os que se pretendem seguir.</div>
<div> </div>
<div>Voltámos às fronteiras de 1415 com excepção dos Açores e Madeira. O poder nacional decaiu catastroficamente. Lá fora, o mundo muda mais depressa do que a maneira que conseguimos acompanhar. As incertezas são grandes e as ameaças, por mais que espíritos cândidos as enjeitem, continuam a existir. É neste ambiente que temos hoje que equacionar a identidade e individualidade nacionais.</div>
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<div><em>“Mas sirvo‑o com pureza de minha obrigação,</em></div>
<div><em>de que resulta não me moverem mercês prometidas;</em></div>
<div><em>que foi o laço em que cahio Portugal;</em></div>
<div><em>porque fora do que devo nenhuma couza</em></div>
<div><em>me poderá mover a troco de vender a honra,</em></div>
<div><em>a lealdade, que não tem preço, nem há</em></div>
<div><em>nenhum que eu tanto estime;</em></div>
<div><em>lição que a muitos fidalgos esqueceo”.</em></div>
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<div>Cipriano de Figueiredo,</div>
<div>governador das ilhas dos Açores,</div>
<div>em carta a Filipe II de Espanha</div>
<div>(13 de Marco de 1582).</div>
</blockquote>
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<div><span style="text-decoration:underline;">Identidade versus Individualidade</span></div>
<div> </div>
<div>Já vimos que os conceitos de identidade e individualidade no que diz respeito aos povos, andam juntos, interligam‑se e potenciam‑se. De pouco serve manter a identidade – embora haja casos de sobrevivência ao longo dos tempos, o mais notável dos quais é o dos judeus – que subsistem. Mas é preciso não esquecer que inúmeros povos feneceram ou foram assimilados por outros, além do que, por exemplo, os judeus não descansaram enquanto não conseguirem um território para neles implantarem um Estado. Que dizer dos Curdos ou dos Arménios que mantêm a sua identidade, mas não são livres de decidir o seu destino? Vivem aprisionados pela sua própria identidade. Por outro lado de pouco serve haver individualização, isto é, soberania e independência, em povos a quem falta a identidade. São párias deles próprios. Estão neste caso a maioria dos países de África, cuja referência identitária – quando não foi destruída – está apenas ao nível da tribo.</div>
<div> </div>
<div>O que marca a geopolítica dos países é a geografia e o carácter da população, por serem os dois factores mais permanentes. De facto a geografia não muda e o carácter dos povos muda muito devagar, quando muda.</div>
<div> </div>
<div>Só se consegue governar as pessoas que se conhecem, do mesmo modo que os oficiais e sargentos só conseguirão comandar os seus homens se os conhecerem.</div>
<div> </div>
<div>Conhecer as pessoas que connosco partilham a cidadania faz parte do cartão de identidade de cada nação. Por isso não resisto a dar‑vos um pequeno apontamento sobre o modo de ser português.</div>
<div> </div>
<div> </div>
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<div><em>“Sendo nos Portugueses convém</em></div>
<div><em>saber o que é que somos”.</em></div>
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<div>Fernando Pessoa</div>
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</blockquote>
<div> </div>
<div>Que se poderá então dizer dos portugueses? Comecemos por uma frase do Professor Jorge Dias em “Ensaios Etnológicos”: “é um povo paradoxal e difícil de governar, os seus defeitos podem ser as suas virtudes e as suas virtudes os seus defeitos, conforme a égide do momento”.</div>
<div> </div>
<div>O povo português é profundamente individualista, tem grande dificuldade em trabalhar em grupo e em se entender com os outros. É muito cioso das suas ideias, o que por vezes revela uma certa intolerância. É vaidoso, no sentido de gostar de ostentação, de riqueza e do luxo, e susceptível quanto aos seus preconceitos, formulas e ilusões. Possui temperamento amoroso e é humano e bondoso. Usa mais o coração que a cabeça.</div>
<div> </div>
<div>É desorganizado e imprevidente, mas possui um extraordinário poder de improvisação. A sua capacidade de adaptação a outras gentes, culturas, climas, línguas e profissões é tremenda, com a particularidade de não perder o seu carácter. Tudo isso, ligado ao sentido humanista, caracteriza e explica a colonização portuguesa. Possui espírito aventureiro e messiânico, que é bem demonstrado pela emigração. O português é independente e gosta da sua liberdade. Tem dificuldade em aceitar regras e autoridade. Só trabalha bem quando é bem dirigido. Leva as coisas pouco a sério. Não é persistente, o que de certo modo está ligado ao seu espírito aventureiro e ao ser sonhador. Apesar de possuir grande dose de solidariedade não deixa de ser invejoso em relação ao que outros alcançam. O português é idealista, emotivo e imagi nativo, não é dado a reflexão, não quer discutir o mundo nem a vida, contenta‑se em viver exteriormente. O português possui pouca alegria e exuberância, mas um forte sentido do ridículo, tendo em conta as opiniões alheias. O seu sentido de humor traduz‑se mais em forte sentido de crítica, troça e ironia. O português não é fraco nem cobarde. É, de certo modo, derrotista ou fatalista, revela ainda um certo pendor para a imitação – tendendo até a pôr as coisas nacionais em segundo plano em relação ao estrangeiro – o que se traduz em falta de iniciativa e actividade criadora. Possui grande afectividade, não gosta de fins trágicos, não devendo ser por acaso que em Portugal não há pena de morte e nas touradas os touros vêm embolados e não são mortos. A sua religiosidade foi moldada ao longo dos tempos pelas suas características. Por fim, há a saudade, esse estado de espírito muito próprio do português, que tantas coisas podem querer significar, e que a tantas coisas pode conduzir.</div>
<div> </div>
<div>Para termo gostaria de recordar um trecho de Eça de Queirós em “A Ilustre Casa de Ramires”:</div>
<div>“... A fraqueza, a doçura, a bondade, a imensa bondade que o senhor padre Soeiro... os fogachos e entusiasmos, que acabam logo em fumo e juntamente muita persistência, muito aferro, quando se fila a sua ideia... a generosidade, o desleixo. A constante trapalhada nos negócios e senti mentos de muita honra, uns escrúpulos quase pueris, não é verdade?...</div>
<div>A imaginação que o leva sempre a exagerar até a mentira e ao mesmo tempo um espírito prático, sempre atento à realidade útil. A viveza, a facilidade em compreender, em apanhar... a Esperança constante nalgum milagre, no velho milagre de OURIQUE que sanará todas as dificuldades, o gosto de se arrebicar, de luzir, e uma simplicidade tão grande, que da na rua o braço a um mendigo... Um fundo de melancolia apesar de tão palrador, tao sociável. A desconfiança terrível de si mesmo, que o acobarda, o encolhe, até que um dia se decide e aparece um herói, que tudo arrasa...</div>
<div>Até aquela antiguidade de raça, aqui pegada a sua velha torre, há mil anos... Até agora aquele arranque para a África. Assim todo completo, com o bem, com o mal, sabem vocês quem ele me lembra?</div>
<div>– Quem?</div>
<div>– Portugal”</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div><span style="text-decoration:underline;">Em conclusão</span></div>
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<div><em>“Mouros em terra, moradores às armas!”</em></div>
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<div>Brado que existiu em Portugal</div>
<div>desde o tempo de D. Afonso II</div>
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<div> </div>
<div>Portugal é desde o início do século XII (1128), uma entidade autónoma no concerto das nações, por vontade própria e, a crer em alguns autores, por inspiração divina. Desde o século XIV constituiu‑se como estado‑nação, talvez o mais antigo e perfeito que há no mundo, com fronteiras definidas e estáveis sem fracturas étnicas ou rácicas; uma língua; uma religião; uma cultura e projectos comuns de futuro.</div>
<div> </div>
<div>Com esta base sólida, ao Estado é fácil ser apenas a emanação da nação politicamente organizada.</div>
<div> </div>
<div>Uma longa História partilhada nas suas glórias e fracassos nas suas realizações e incapacidades, na solidariedade, nas desgraças e ameaças na vivência e evolução dos costumes nas obras que produziu, no próprio aspecto exterior e maneira de ser que permitem identificar um português à distância, foi criando elos de empenhamento comum, segredos de família, coesão nas hostes.</div>
<div> </div>
<div>Portugal tem desde há muito, um caminho próprio, uma pintura própria, uma literatura própria, música própria, escultura própria; teatro e cinema próprio; pensamento próprio; ciência própria e até paisagem e clima próprio. Somos nós e não outros, sem embargo de termos espalhado humanidade pelos quatro cantos do mundo. Talvez seja esse o maior legado que deixamos em herança.</div>
<div> </div>
<div>Tudo isto interage, resultando numa maneira portuguesa de estar no mundo, e reforçando o espírito de independência. Tudo isto deve ser projectado na política externa portuguesa que não se deve reduzir a um mero exercício de relações internacionais, antes a projecção dos nossos objectivos nacionais permanentes históricos e a defesa dos interesses conjunturais.</div>
<div> </div>
<div>Por isso, caros concidadãos, mantenhamo‑nos portugueses. É até um dever que temos para com as 50 gerações que nos precederam. Não sabemos o futuro que nos está reservado, nem podemos, sobre isso, fazer experiências em laboratório. O único laboratório do futuro é o conhecimento da História.</div>
<div> </div>
<div>O mundo está sempre em mudança, mas há coisas que permanecem. Os princípios são de sempre, o modo como se aplicam é que varia com a situação. E não devemos sacrificar mais valias consolidadas por aventuras de futuros incertos. Muito menos devemos cair em equívocos.</div>
<div>O laboratório da História aconselha prudência.</div>
<div> </div>
<div>____________</div>
<div> </div>
<div>*      Sócio Efectivo da Revista Militar.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Armadilha no Brasil]]></title>
<link>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=787</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 08:48:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spitfire</dc:creator>
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<description><![CDATA[D.Duarte Nuno de Bragança, pai do actual herdeiro da coroa portuguesa Duarte Pio, casou-se em 1942 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>D.Duarte Nuno de Bragança, pai do actual herdeiro da coroa portuguesa Duarte Pio, casou-se em 1942 com D. Maria Francisca, bisneta de D. Pedro II, imperador do Brasil. O enlace formalizado em Petrópolis despertou interesse a Salazar, que exerceu pressões junto da Causa Monárquica, para contrariar eventuais efeitos decorrentes das simpatias anglófilas manifestadas pelo então pretendente ao trono e seus apoiantes.</p>
<p>Sessenta e seis anos volvidos, o antigo jornalista João Amaral edita um livro surpreendentemente conciso, recheado de citações de documentos inéditos, sobre um importante período da nossa História. Em ‘O Roubo do Príncipe – Salazar e o casamento do Duque de Bragança’, da editora Tribuna da História, o autor defende a tese de que através de manobras, Salazar, monárquico convicto, furtou Duarte Nuno à influência dos seus partidários. Curiosamente, o processo, no decorrer do qual Salazar cruzou armas com as autoridades britânicas, levou o ditador a abandonar de vez a ideia de restaurar a monarquia.<br />
A questão do casamento de D. Duarte Nuno de Bragança com D. Maria Francisca de Orleães e Bragança despontou para João Amaral nos anos 50, ainda criança, ao ouvir contar a seu pai a história da intervenção no caso do tio João do Amaral. A figura desse parente, jornalista e político monárquico, adepto do Integralismo Lusitano e de Salazar, suscitou viva curiosidade ao sobrinho. “Quis conhecer a relação do meu tio João com Salazar, de quem se tornou homem de confiança”, diz ao CM. Amante de História, João Amaral falou com o próprio tio, questionou pessoas, consultou arquivos, descobriu documentação. Durante décadas, no entanto, não se sentiu impelido a escrever sobre o tema. “Depois vi na internet que em Inglaterra havia um processo relativo ao casamento”, conta. Partiu para Londres e recolheu elementos elaborados pelo Foreign Office no âmbito da política externa inglesa durante o período crítico da Segunda Guerra Mundial. Foi neste ponto da investigação que lhe surgiu a ideia de fazer o livro. O impulso final aconteceu aquando da descoberta, pelo seu cunhado José Teixeira da Mota, antiquário e alfarrabista, de umas cartas abandonadas numa casa que comprara no Rato, em Lisboa. Assinada pelo conde de Torrão, antigo camarista de D. Duarte Nuno, uma dessas epístolas agora pertença de Marcelo Rebelo de Sousa revela nomes de potenciais noivas do pretendente ao trono. <br />
Em 172 páginas, o livro agora editado é um bom exemplo de como um tema histórico pode ser tratado de forma rigorosa e simultaneamente cativante, capaz de interessar o grande público. <br />
<strong>PESSOAL</strong><br />
PREFERÊNCIA<br />
“Sempre gostei muito de História, e se tivesse escolhido o curso em plena liberdade, em vez de Direito, que concluí, teria optado por História.” <br />
ESTILO<br />
“Tentei um estilo quase jornalístico na escrita deste livro. De resto, sinto-me jornalista, o que, aliás, já fui, embora hoje exerça as funções de director-coordenador no grupo editorial Leya.”<br />
VIDA<br />
“O período de quatro anos que vivi em África com a minha família, na década de 50, foi marcante para a narrativa que agora construí desta história.”<br />
CLAREZA<br />
“Escrevi rápido este livro, que é o primeiro. Depois, deixei aboborar, para na segunda versão ganhar clareza, concisão e distância.”</p>
<p>Fonte : http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=00277813-3333-3333-3333-000000277813&#38;channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fundação da Casa de Bragança]]></title>
<link>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=785</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 08:47:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spitfire</dc:creator>
<guid>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=785</guid>
<description><![CDATA[A Fundação da Casa de Bragança é uma fundação com fins culturais, religiosos, artísticos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Fundação da Casa de Bragança</strong> é uma <a title="Fundação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o">fundação</a> com fins culturais, religiosos, artísticos e sociais, com objectivos de beneficência e de utilidade pública, sediada em <a title="Portugal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a>.</p>
<p>Foi instituída como "pessoa colectiva de substrato patrimonial, de direito privado e utilidade pública" pelo Decreto-Lei n.º 23240, de 21 de Novembro de 1933, alegando dar cumprimento à cláusula 14ª do testamento de 20 de Setembro de 1915, de D. <a title="Manuel II de Portugal" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_II_de_Portugal">Manuel II</a>, que reinou em Portugal de 1908 até à implantação da República. O seu património foi constituído pelos bens pessoais de D. Manuel II, recém falecido, e pelos bens integrantes do património da Casa de Bragança, onde se incluíam o <a title="Paço Ducal de Vila Viçosa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%A7o_Ducal_de_Vila_Vi%C3%A7osa">Paço Ducal de Vila Viçosa</a> e muitas propriedades espalhadas pelos Concelhos de <a title="Vila Viçosa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Vi%C3%A7osa">Vila Viçosa</a>, <a title="Estremoz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estremoz">Estremoz</a>, <a title="Portel (Portugal)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Portel_%28Portugal%29">Portel</a>, <a title="Vendas Novas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vendas_Novas">Vendas Novas</a>, <a title="Ourém (Portugal)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Our%C3%A9m_%28Portugal%29">Ourém</a> e <a title="Lisboa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa">Lisboa</a>, entre outras.</p>
<h2><span class="mw-headline">Uma originalidade jurídica</span></h2>
<p>O diploma legal que criou a Fundação - um Decreto-lei - não foi um acto materialmente legislativo, faltando-lhe o indispensável carácter de generalidade e de abstracção, sendo antes um documento instituidor, como o são os pactos sociais ou institucionais privados. A anomalia ou originalidade jurídica do diploma que criou esta Fundação, talvez sem paralelo no mundo ocidental, radica na busca arbitrária de uma solução jurídica para um problema político: o governo de <a class="mw-redirect" title="Oliveira Salazar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oliveira_Salazar">Oliveira Salazar</a> quis evitar que os bens vinculados da Casa de Bragança fossem atribuídos ao então seu legítimo herdeiro, o senhor D. Duarte Nuno de Bragança.</p>
<h2><span class="mw-headline">O protesto do Duque de Bragança</span></h2>
<p>Um protesto contra o Decreto-Lei nº 23240, de 21 de Novembro de 1933, foi entregue no dia 19 de Fevereiro de 1934 ao presidente do Governo, <a class="mw-redirect" title="Oliveira Salazar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oliveira_Salazar">Oliveira Salazar</a>, pelo <a title="Conde de Almada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_Almada">conde de Almada</a>, acompanhado por <a class="new" title="João de Azevedo Coutinho (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jo%C3%A3o_de_Azevedo_Coutinho&#38;action=edit&#38;redlink=1">João de Azevedo Coutinho</a>. O protesto, assinado por <a class="mw-redirect" title="Duarte Nuno de Bragança" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_Nuno_de_Bragan%C3%A7a">D. Duarte Nuno de Bragança</a>, então no exílio, era formulado perante o Governo e perante o Povo Português, indo acompanhado de um <em>Parecer Jurídico</em> subscrito por <a class="new" title="José Augusto de Queirós Ribeiro Vaz Pinto (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jos%C3%A9_Augusto_de_Queir%C3%B3s_Ribeiro_Vaz_Pinto&#38;action=edit&#38;redlink=1">José Augusto de Queirós Ribeiro Vaz Pinto</a>, <a title="Luis Carlos de Lima de Almeida Braga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Carlos_de_Lima_de_Almeida_Braga">Luís Carlos de Lima de Almeida Braga</a>, <a class="new" title="Simeão Pinto de Mesquita (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Sime%C3%A3o_Pinto_de_Mesquita&#38;action=edit&#38;redlink=1">Simeão Pinto de Mesquita</a>, com o acordo de <a class="new" title="António Pinto de Mesquita Carvalho Magalhães (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ant%C3%B3nio_Pinto_de_Mesquita_Carvalho_Magalh%C3%A3es&#38;action=edit&#38;redlink=1">António Pinto de Mesquita Carvalho Magalhães</a> e <a title="Domingos Pinto Coelho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_Pinto_Coelho">Domingos Pinto Coelho</a>.</p>
<p>No essencial, D. Duarte Nuno de Bragança protestava contra a "<strong>disposição de confisco</strong>" contida no referido Decreto-lei, lembrando "que <strong>pela expressa vontade dos instituidores do vínculo e pelas leis seculares que informam a posse e sucessão na Casa de Bragança, esta constitui uma propriedade particular de natureza especial, não partilhável nem susceptível de disposição testamentária"</strong>. D. Duarte Nuno referia que o seu protesto não era motivado por "impulso de ambição": tendo "nascido e criado em um lar proscrito", aprendera no desterro a viver na pobreza, mas sempre "a amar e a servir Portugal". Importava-lhe, porém, como dizia, "defender e assegurar a função histórica de uma Casa que foi durante séculos verdadeira Instituição Nacional, garantida pela posse da Sua Família e por leis que não foram legitimamente revogadas." Concluía o seu protesto, dizendo que o seu silêncio "<em>poderia ser levado à conta de assentimento tácito à flagrante, injusta e por todos os títulos bem inesperada violação de direitos, que são meus e dos meus sucessores, direitos aos quais não renuncio nem me é dado renunciar, porque pertencerão no futuro, como hoje, ao Chefe da Casa de Bragança, à qual cumpre continuar na história da Pátria as gloriosas tradições do seu passado</em>". O <em>Parecer Jurídico</em> que acompanhava este protesto, explicava os fundamentos jurídicos dos direitos de sucessão na pessoa de D. Duarte, e as razões pelas quais o vínculo em causa era uma instituição de direito privado, ainda não abolido por via legislativa.</p>
<p>Em resposta ao protesto e ao parecer dos juristas, <a class="new" title="Fernando Martins de Carvalho (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Fernando_Martins_de_Carvalho&#38;action=edit&#38;redlink=1">Fernando Martins de Carvalho</a> escreveu duas cartas, publicadas em 7 e 8 de Março de 1934 no <em>Diário de Notícias</em><sup class="reference"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o_da_Casa_de_Bragan%C3%A7a#cite_note-1">[2]</a></sup>, que suscitou de imediato réplicas <sup class="reference"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funda%C3%A7%C3%A3o_da_Casa_de_Bragan%C3%A7a#cite_note-2">[3]</a></sup> , abrindo-se uma larga controvérsia na imprensa sobre o destino dado aos bens da Casa de Bragança.</p>
<p>Em defesa do diploma do Governo, Martins de Carvalho advogou no essencial a tese da caducidade automática do vínculo com o desaparecimento da entidade “príncipe real”, ao que os vários juristas responderam que o vínculo brigantino subsistia, como se demonstrava antes de mais pela legislação da República - o Decreto de 15 de Outubro de 1910 proscrevera a Família Real, mas, no seu Art.º 5º, reservava para mais tarde a solução do problema dos seus bens. O período revolucionário fora encerrado e o assunto ficara por resolver. Demonstrava-o o facto da Casa de Bragança ter continuado a receber as suas inscrições da <a class="new" title="Junta do Crédito Público (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Junta_do_Cr%C3%A9dito_P%C3%BAblico&#38;action=edit&#38;redlink=1">Junta do Crédito Público</a> e a votar, na qualidade de jurista, para a referida Junta. O regime republicano, ao não extinguir o vínculo da Casa de Bragança, encontrara afinal uma fórmula cómoda de conciliar os interesses particulares do rei D. Manuel II com o sossego e as amizades da República. Martins de Carvalho advogava também que os vínculos estariam extintos, mas na época existia outra instituição vincular de direito privado, como o “<a class="new" title="Casal de Familia (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Casal_de_Fam%C3%ADlia&#38;action=edit&#38;redlink=1">Casal de Família</a>”, criada na vigência da Constituição de 1911, pelo Decreto nº 7033, de 16 de Outubro de 1920.</p>
<p>Fonte : Wikipédia</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a Moral]]></title>
<link>http://impolutos.wordpress.com/?p=980</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 04:14:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ЯMAX</dc:creator>
<guid>http://impolutos.wordpress.com/?p=980</guid>
<description><![CDATA[
 
Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div>
<p align="center"><span style="font-family:Tahoma;"><span> <br />
<span style="color:#000000;"><span>Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo.<br />
O urso se vira para ele e diz:  - Hei, coelhinho, você solta pêlos?<br />
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:  - De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa...<br />
Então o urso pegou o coelhinho e limpou o cú com ele.</span></span></span></span></p>
</div>
<p align="center"><span style="font-family:Tahoma;"><span><span style="color:#000000;"></span></span></span><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:small;font-family:Tahoma;"><span>MORAL DA HISTÓRIA: CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS, PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!</p>
<p>No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:  - Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão,<br />
bombado! Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo. Já contei pra todo mundo!!!</span></span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Tahoma;"><span></p>
<p align="center">
MORAL DA MORAL: VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!</p>
<p></span></span><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span><br />
</span></span><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;font-family:Tahoma;"><span><strong>O problema do Brasil é que, quem elege os governantes não é o pessoal que lê jornal, mas quem limpa o  ....   com ele!</strong></span></span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<div></div>
</p>
<p align="center"><span style="font-size:small;color:#ff0000;font-family:Times New Roman;"><span><strong></strong></span></span></p>
<div></div>
<p align="center"><span style="font-size:small;color:#ff0000;font-family:Times New Roman;"><span><strong></strong></span></span></p>
<div></div>
<p align="center"><span style="color:#ff0000;font-family:Tahoma;"><span><strong><span style="font-size:x-large;">Pense bem antes de votar!!!!!</span></strong></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VP da Microsoft confirma lan&ccedil;amento do Windows 7 para janeiro de 2010]]></title>
<link>http://alfamundo.wordpress.com/2008/09/05/vp-da-microsoft-confirma-lanamento-do-windows-7-para-janeiro-de-2010/</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 02:53:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>juliana1234</dc:creator>
<guid>http://alfamundo.wordpress.com/2008/09/05/vp-da-microsoft-confirma-lanamento-do-windows-7-para-janeiro-de-2010/</guid>
<description><![CDATA[São Paulo - Em carta a clientes corporativos, Bill Veghte diz que plano é lançar o Windows 7 trê]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo - Em carta a clientes corporativos, Bill Veghte diz que plano é lançar o Windows 7 três anos após janeiro de 2007, data de lançamento do Vista. </p>
<p>A Microsoft vai <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2008/04/04/microsoft-da-indicios-de-que-pode-lancar-windows-7-no-proximo-ano/">lançar o Windows 7</a>, próxima versão do seu sistema operacional, em janeiro de 2010 ou em uma data próxima, disse o vice-presidente sênior da empresa Bill Veghte em uma carta a clientes corporativos nesta terça-feira (24/06).<br />Na carta, ele diz que o “plano é lançar o Windows 7 aproximadamente três anos após janeiro de 2007, data de lançamento geral do Windows Vista".<br />Veghte escreveu: "Vocês nos disseram que queriam um cronograma mais regular e previsível para o lançamento do Windows” e disse que esta era a razão para a definição da data de 2010. </p>
<p>O Windows Vista vem sendo alvo de críticas por não ter atendido as expectativas do mercado e sofre com práticas de downgrade para o seu antecessor XP, mesmo às vésperas da sua aposentadoria.<br />O executivo relata ainda que o Windows 7 terá a mesma arquitetura central do Vista, para evitar os problemas de compatibilidade enfrentados no último upgrade do sistema operacional. </p>
<p>Fonte:IDG Now </p>
<p>Att </p>
<p>Juliana Prado Uchôa </p>
<p>Microsoft Student Partner </p>
<p>Líder do grupo CHANNEL TI </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chrome: Google muda termo de uso ap&oacute;s protesto por direitos de conte&uacute;do]]></title>
<link>http://alfamundo.wordpress.com/2008/09/05/chrome-google-muda-termo-de-uso-aps-protesto-por-direitos-de-contedo/</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 02:52:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>juliana1234</dc:creator>
<guid>http://alfamundo.wordpress.com/2008/09/05/chrome-google-muda-termo-de-uso-aps-protesto-por-direitos-de-contedo/</guid>
<description><![CDATA[São Paulo - Após protestos online por licença irrevogável e perpétua sobre conteúdo publicado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo - Após protestos online por licença irrevogável e perpétua sobre conteúdo publicado pelo Chrome, Google muda Termos de Uso do navegador.  </p>
<p>O Google mudou o contrato de uso do navegador<a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/09/02/conheca-as-principais-novidades-do-browser-google-chrome/">Chrome</a> após protesto sobre uma cláusula que supostamente transferia ao buscador direitos totais sobre conteúdo publicado pelo usuário por meio do browser.<br />Na versão original dos termos de uso, o artigo 11 dava ao Google "uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva para reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar" conteúdos publicados pelo usuário dentro do Chrome.  </p>
<p>"Tudo bem, temos outra teoria da conspiração para desmontar. Após ler o Termo de Serviço do Chrome, algumas pessoas estão preocupadas que o Google está tentando tomar os direitos de tudo que você faz no Chrome", afirmou Matt Cutts, líder da divisão Antispam do Google, <a href="http://www.mattcutts.com/blog/google-chrome-license-agreement/">em seu blog</a>.<br />Cutts pediu explicações para a conselheira sênior de produtos do Google, Rebecca Ward, que afirmou que o buscador estava trabalhando para remover determinada linguagem do artigo 11 dos termos.<br />No final desta quarta-feira (03/09), o Google oficialmente <a href="http://www.google.com/chrome/eula.html">mudou o documento</a>, abrindo o artigo com a frase "Você retém direitos autorais e quaisquer outros direitos que já possui sobre Conteúdo enviado, publicado ou reproduzido em ou por Serviços". Segundo Ward, o novo texto terá validade retroativa, atingindo aqueles que baixaram e já usam o navegador.  </p>
<p>Fonte:IDG Now</p>
<p>Att</p>
<p>Juliana Prado Uchôa</p>
<p>Microsoft Student Partner</p>
<p>Líder do grupo CHANNEL TI </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre as funções de um RP]]></title>
<link>http://pieronaunisinos.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 22:59:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Piero Barcellos</dc:creator>
<guid>http://pieronaunisinos.wordpress.com/?p=6</guid>
<description><![CDATA[
Um RP, diferente do que os leigos afirmam, podem atuar em diversas áreas, e não só em organizaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Relações Públicas - Novas perspectivas de comunicação" src="http://www.smarts.co.uk/Ireland/images/stories/services/public_relations.jpg" alt="" width="456" height="281" /></p>
<p>Um RP, diferente do que os leigos afirmam, podem atuar em diversas áreas, e não só em organização de festinhas. Das funções atribuídas ao profissional de Relações Publicas, duas delas me chamam a atenção – ser responsável pela comunicação interna de uma instituição e intermediar a relação da mesma com a sociedade.</p>
<p>Então você me pergunta: “Intermediar a relação da empresa com a sociedade não é função de assessoria de imprensa?” Eu digo que não. A assessoria de imprensa possui um publico-alvo bem definido, que são os jornalistas. Cabe a eles orientar seu assessorado sobre como portar-se diante da mídia – como se comportar, como falar, que tipo de informações passar. Até mesmo a forma de se vestir pode ser influenciada pelos assessores, de modo que o assessorado, mesmo calado, passe uma boa imagem para o público final.</p>
<p>Para exemplificar o que quis dizer com relação empresa-sociedade, vou citar o caso da <a href="http://www.alphaville.com.br/" target="_blank">Alphaville Urbanismo</a> S/A. A empresa responsável por desenvolver projetos de revitalização de áreas urbanas cria um projeto social para cada empreendimento instalado. No Paraná, um dos produtos Alphaville foi instalado próximo a uma região de favelas, com altos índices de violência. Baseando-se nos dados apresentados, a empresa desenvolveu um projeto social envolvendo ensino de técnicas de artesanato, recreação esportiva e coleta seletiva do lixo. Além de diminuir os números da violência na periferia do empreendimento, o projeto deu empregos e novas perspectivas para os moradores de baixa renda.</p>
<p>No caso da atuação interna, percebo o seguinte: pequenas empresas possuem uma interação maior entre seus colaboradores graças ao tamanho físico e número de pessoas atuantes. Em grandes empresas não há essa interação. O funcionário de um setor não sabe o que faz o funcionário de outro. Até mesmo colegas que sentam lado a lado mal se conhecem. Este é um ponto negativo que as grandes empresas precisam superar. Um colaborador que esteja ciente de como atuam os diferentes setores da empresa valoriza mais a sua função, por saber que seu trabalho é importante para os demais, e permite que ele colabore futuramente com idéias para otimizar resultados e demandas. E a interação entre os funcionários “quebra” o clima pesado e estressante do local de trabalho, transformando-o em um lugar agradável, que estimula a produtividade e a criatividade. Nestes casos, bem que organizar uma festinha não seria tão mal assim...</p>
<p><strong>Fontes:</strong><br />
<a href="http://www.sinprorp.org.br/Relacoes_Publicas/relacoes.htm" target="_blank">Sindicato dos Profissionais Liberais de Relações Públicas de São Paulo</a><br />
<a href="http://www.mundorp.com.br/rp.htm" target="_blank">Mundo das Relações Públicas</a><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_P%C3%BAblicas" target="_blank">Artigo da Wikipedia<br />
</a><a href="http://www.alphaville.com.br/pages.php?recid=206" target="_blank">Alphaville Urbanismo S/A - Social</a><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rela%C3%A7%C3%B5es_P%C3%BAblicas" target="_blank"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blip.Fm! o que é isso?]]></title>
<link>http://binario10.wordpress.com/?p=590</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 21:05:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Vitor</dc:creator>
<guid>http://binario10.wordpress.com/?p=590</guid>
<description><![CDATA[Acabei de conhecer o serviço Blip.Fm e estou achando muito bom, ainda estou procurando uma definiç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de conhecer o serviço Blip.Fm e estou achando muito bom, ainda estou procurando uma definição exata para explicar o que é o serviço.</p>
<p><a href="http://binario10.files.wordpress.com/2008/09/blip.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-592" title="blip" src="http://binario10.wordpress.com/files/2008/09/blip.jpg" alt="" width="674" height="222" /></a></p>
<p> </p>
<p>Mas vou tentar assim mesmo. Basicamente o conceito do site ao é: escute as músicas que os outros escutam, e mostre aos outros o que você escuta. Facil né?</p>
<p>O conceito é muito similar ao do twitter, onde você “segue” o que pessoas interressantes, ou não, andam fazendo e visitando estas mesmas pessoas atacam de djs coletivos sugerindo músicas e tendências.</p>
<p>O que mais me agradou é o fato de montar seu próprio playlist, inclusive com Upload's, (por favor, não me falem de problemas com direito autoral) e ele permanecer on-line, e com isso você pode ouvi-lo onde quiser...Claro, além da interação com outros usuários!!!!</p>
<p>Ah! E se o usuário ainda tiver o Twitter, poderá sincronizar as duas contas...</p>
<p>O site tem um grande potêncial para se tornar mais uma “Hype” da web 2.0.</p>
<p>O site está em inglês, mas é bem intuitivo... Consegui me cadastrar e ouvir as músicas sem ler nada...</p>
<p>Vale a pena dar uma conferida: <a href="http://blip.fm/home">http://blip.fm/home</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Visita de D.Duarte e do IDP a Boticas - Vídeo #2]]></title>
<link>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=783</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 20:40:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spitfire</dc:creator>
<guid>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=783</guid>
<description><![CDATA[
Fonte : Diogo Dantas
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ygEMgZPiX18'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/ygEMgZPiX18&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Fonte : Diogo Dantas</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quase 90% dos funcionários de TI roubariam senhas]]></title>
<link>http://binario10.wordpress.com/?p=584</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 19:45:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Vitor</dc:creator>
<guid>http://binario10.wordpress.com/?p=584</guid>
<description><![CDATA[
Um estudo conduzido pela firma de segurança Cyber-Ark com 300 profissionais da área de TI em uma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" class="texto_corrido">
<p>Um estudo conduzido pela firma de segurança Cyber-Ark com 300 profissionais da área de TI em uma feira na Europa indicou que, se demitidos, 88% dos funcionários considerariam roubar senhas e dados confidenciais da empresa.</p>
<p>Os resultados do estudo, batizado de "Trust, Security and Passwords" (na tradução algo como "Confiança, Segurança e Senhas"), mostram o que poderia ser um grande risco para as empresas. Nove entre dez funcionários estariam dispostos a prejudicar seus empregadores caso se sentissem lesados.</p>
<p>Um terço dos entrevistados disse que capturaria a lista de senhas dos usuários da rede, um problema sério para qualquer infra-estrutura de TI, noticiou o site Ars Technica.</p>
<p>Embora os dados sejam alarmantes, o site Gizmodo, afirma que o estudo deve ser olhado com cautela, já que foi produzido por uma firma especializada na defesa de dados internos e o alarmismo costuma ser uma ferramenta de marketing bastante convincente. Mesmo assim, embora os números possam ser exagerados, o problema existe e não pode ser ignorado.</p></div>
<p><strong>Quase 90% é um número assustador! Significa dizer que em um grupo de dez pessoas, somente uma <del datetime="00">besta</del> pessoa não faria isso... </strong> </p>
<p><em>Fonte</em>:<a href="http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=38633&#38;sec=5">http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=38633&#38;sec=5</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Político beija cavalo após perder aposta]]></title>
<link>http://willbill.wordpress.com/?p=324</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 17:05:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>willbill</dc:creator>
<guid>http://willbill.wordpress.com/?p=324</guid>
<description><![CDATA[
Beijar um cavalo. Foi o que fez Alan Hanses depois de perder uma aposta realizada entre amigos no c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://willbill.files.wordpress.com/2008/09/848022-6962-it2.jpg"><br />
<img class="alignright size-medium wp-image-323" style="border:10px solid #ffffff;" title="beijo_cavalo" src="http://willbill.wordpress.com/files/2008/09/848022-6962-it2.jpg?w=268" alt="" width="268" height="300" /></a>Beijar um cavalo. Foi o que fez Alan Hanses depois de perder uma aposta realizada entre amigos no condado de Farmington, Estados Unidos.</p>
<p>Comissário do local, Hanses pagou a prenda no último dia 19 ao chegar no trabalho e se deparar com Reno, o cavalo, parado frente a porta.</p>
<p>A brincadeira é realizada todos os anos entre os empregados do condado e os do Centro Médico de Davis. Ganha a equipe que perder mais peso.</p>
<p>No ano passado, os funcionários do condado ganharam e o líder rival beijou uma vaca. Neste ano, a equipe médica venceu a competição ao perder 180 kg somando todos os membros.</p>
<p>Entretanto, quem pensa que Alan Hanses ficou chateado se engana. "Isso é mais difícil para você do que para mim", disse ele para o cavalo antes de beijá-lo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://cbs4denver.com/watercooler/Alan.Hansen.horse.2.799916.html">CBS Denver</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[150 anos da chegada a Portugal da da Rainha Dona Estefânia - revista da Armada]]></title>
<link>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=781</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 16:18:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spitfire</dc:creator>
<guid>http://causamonarquica.wordpress.com/?p=781</guid>
<description><![CDATA[








150 anos da chegada a Portugal
da Rainha Dona Estefânia












No passado dia 17 de M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<tr>
<td width="520" height="257" valign="top">
<div>
<div>
<div>
<table id="table5" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td valign="middle">
<p class="MsoNormal" align="center"><strong><span>150 anos da chegada a Portugal</span></strong></p>
<p align="center"><strong><span>da Rainha Dona Estefânia</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<div>
<table id="table6" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="justify"><strong><span style="font-family:'Times New Roman';color:#2f66b9;font-size:xx-large;">N</span></strong><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">o passado dia 17 de Maio completaram-se 150 anos sobre a data em que a Rainha Dona Estefânia entrou na barra do Tejo, a bordo da corveta “Bartolomeu Dias”, escoltada por numerosos navios e embarcações, em ambiente de grande festa, como era próprio de um acontecimento desta natureza. Uma imagem viva desse ambiente pode ser apreciada num excelente quadro de João Pedroso, existente no Palácio da Ajuda. No dia seguinte, na igreja de S. Domingos, confirmava o casamento com D. Pedro V e dava início a um curtíssimo reinado que, apesar de tudo, deixou uma indelével marca na sociedade portuguesa, quer pelo carácter da jovem rainha, quer pelas notáveis obras que lhe estão associadas. O hospital pediátrico de Lisboa – Hospital Dona Estefânia – apesar de ter sido inaugurado alguns anos depois da sua morte, pode dizer-se que corporiza um dos seus objectivos humanitários mais significativos. A Rainha chocada com o sofrimento das crianças vítimas de cólera, internadas em S. José, ofereceu o seu dote para que fosse construída uma enfermaria própria, onde fossem tratadas separadamente. E foi com este espírito que o marido mandou construir as instalações que ainda hoje existem, inauguradas década e meia depois, pelo rei D. Luís. Mas foram muitas mais as obras ligadas à protecção à infância, à educação e muitos outros dramas sociais de Portugal oitocentista que exigiam uma sensibilidade como a da Rainha.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table id="table7" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Estefânia nasceu em 1837 no castelo de Krauchenwies, perto de Sigmaringen, no então principado governado pela família Hohenzollern, de que era descendente. Em 1848, quando o pai abdicou do governo do principado cedendo-o ao rei da Prússia, mudou a residência para a cidade de Dusseldorf, onde viveu a juventude envolta pelo mais peculiar ambiente romântico das florestas do vale do Reno.</span></p>
</td>
<td width="425">
<p align="center"><img src="http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_ago2008/pag14_1.jpg" border="0" alt="Chegada a Lisboa da Rainha Dona Estefânia a bordo da corveta &#34;Bartolomeu Dias&#34;." width="425" height="237" /></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:xx-small;">Chegada a Lisboa da Rainha Dona Estefânia a bordo da corveta "Bartolomeu Dias".</span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:xx-small;">J. Pedroso - 1859. Palácio Nacional daAjuda.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table id="table8" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Naturalmente, recebeu uma educação esmerada, que lhe permitia dominar quase todos os assuntos da época, mas que, sobretudo, lhe apurou uma sensibilidade humanística sem paralelo. Ainda hoje a cidade de Dusseldorf guarda uma memória viva da princesa, comemorando o aniversário da sua partida para Portugal, e este ano – completando-se 150 anos sobre essa data – a cidade organizou uma especial celebração, deslocando ao nosso país uma delegação de prestígio, que inaugurou um pequeno busto no Paço das Necessidades, e visitou em romagem diversos lugares que a Rainha considerou com especial carinho ou importância. Um desses lugares foi, aliás, o Palácio do Alfeite, na altura Paço Real do Alfeite, restaurado pelo próprio D. Pedro V pouco tempo antes do seu casamento, e de que adiante falaremos com mais pormenor.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Dona Estefânia morreu, vítima de difteria, pouco mais de um ano depois de ter chegado a Lisboa, e o taciturno rei seu marido não duraria muito mais tempo, sucumbindo a uma febre tifóide em 1861. Portugal assistia à tragédia de um reinado que se tornou mítico, não só pela força dramática dos acontecimentos vividos, como pelas qualidades humanas e políticas que o soberano teve ocasião de revelar, nos pouco mais de cinco anos que ocupou o trono. Para isso concorreram também as circunstâncias da vida nacional na primeira metade do século XIX, e é útil revisitá-la nalguns dos seus pormenores, para melhor entender o ambiente em que viveu o régio casal, e perceber como a sua morte prematura foi lamentada pelo povo, que neles depositara as esperanças de quem sofre as agruras de uma crise continuada, como a que o país viveu na primeira metade do século XIX.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">D. Pedro V era o filho primogénito de D. Maria II, a rainha herdeira de D. Pedro IV, imperador do Brasil e rei de Portugal num curto período que se seguiu à revolução e à guerra civil que terminou em 1834. Quem efectivamente reinou na ressaca do período revolucionário foi Dª Maria, e suportou todas as agruras próprias de um regime de tipo novo, num país que estava há décadas em guerra. O atraso económico e social era enorme, e tanto mais notório quanto a Europa vivia um progresso efervescente, com novas máquinas, novos meios e novas ideias. Ideias que se espalhavam pelo centro do continente à velocidade dos comboios, mas que só chegavam a Lisboa nos velhos veleiros do século anterior. E o príncipe tinha a noção disso. Soubera-o desde muito novo, quando tomou consciência das suas responsabilidades como futuro rei e quando começou a devorar em catadupas os livros que lhe falavam daquela Europa. Da Revolução Francesa, do Imperador, da Áustria, da Prússia, da Itália, da Inglaterra. Sobretudo da Inglaterra e do seu liberalismo, do desenvolvimento económico, da iniciativa, do regime político, do peso das tradições, do carácter das pessoas, de tudo. Em Inglaterra tudo o seduzia e tudo o encantou quando teve oportunidade de a visitar em 1854. As relações que manteve com seu tio Alberto, príncipe consorte casado com a Rainha Vitória, foram mais cúmplices e próximas do que as que manteve com o seu próprio pai. A vasta correspondência que com ele manteve, antes e depois de subir ao trono, em 1855, demonstra a admiração (nalguns casos veneração) que tem pelo regime britânico e, especialmente, pelas singularidades que lhe introduzira o Príncipe Alberto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">É importante perceber que a Europa de meados do século XIX tinha um restrito grupo de famílias que ocupavam quase todos os tronos nacionais, disputando-se ou aliando-se conforme as circunstâncias. Mesmo a Revolução Francesa e o vendaval Napoleónico não tinha destruído esse pequeno grupo onde se contavam os Habsburgos, Orleães, Bourbons e Saxe Coburgo. A esta última pertenciam D. Fernando II de Portugal, Leopoldo da Bélgica e o próprio Alberto que actuava com o peso inerente ao Império Britânico num dos seus mais áureos períodos. Ele próprio desenvolveu e estimulou um estilo de política internacional de influência, que revalorizou o papel dos monarcas dos regimes constitucionais, conferindo-lhe uma nova importância na política externa feita na base da influência pes-soal, à margem dos governos e dos parlamentos. Estou a falar de reis que se relacionavam entre si, de forma directa, tratando-se carinhosamente por primos, tios, irmãos, e que conseguiam coisas que as chancelarias podiam levar anos a resolver. E, por isso mesmo, os contratos de casamento tinham uma enorme importância, porque equilibravam ou desequilibravam algumas famílias em relação a outras, ordenando e reordenando alianças, onde pesavam mais os interesses de alguns patriarcas, como era o caso de Alberto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Por influência de seu pai, Fernando II, o rei português esteve à beira de contrair matrimónio com Carlota, filha de Leopoldo da Bélgica (Saxe Coburgo), mas ela acabaria por casar com Maximiliano Habsburgo, o malogrado Imperador do México fuzilado em 1867. Esta questão ia causando um pequeno incidente diplomático, em que Pedro pediu ajuda a Alberto para evitar embaraços com Leopoldo, e acabou por desencadear o projecto de casamento com Estefânia Hohenzollern, cuja iniciativa foi claramente inglesa, merecendo a aprovação total de Pedro.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table id="table9" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td width="272" align="center"><img src="http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_ago2008/pag15_1.jpg" border="0" alt="Rei D. Pedro V." width="272" height="382" /></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;font-size:xx-small;">Rei D. Pedro V.</span></strong></td>
<td align="center"><img src="http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_ago2008/pag15_2.jpg" border="0" alt="Rainha Dona Estefânia." width="292" height="383" /></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;font-size:xx-small;">Rainha Dona Estefânia.</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table id="table10" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Os melhores biógrafos do rei português afirmam que nunca o entusiasmou verdadeiramente o casamento, apesar de o aceitar como dever de quem tem de dar continuidade à dinastia. Eu, contudo, acho que o rei português estava desagradado do projecto de seu pai, e não queria casar com a prima Carlota, que já conhecera em Bruxelas, mas aceitou com entusiasmo inusitado o projecto de Estefânia, por variadíssimas razões: porque fora ele e não D. Fernando a tratar dele; porque era o projecto de agrado dos reis britânicos; e porque supôs Estefânia, pela idade e pela educação, muito mais adequada à sua maneira de ser, aos seus sentimentos e, sobretudo, à angústia e solidão que o seu cargo lhe determinava. Como disse, Pedro olhava a Europa emergente com fascínio e angustiava-o o atraso português que atribuía à incúria das pessoas e dos governantes. O rei tinha certamente alguns amigos, de entre a nobreza portuguesa (Conde do Lavradio, Sá da Bandeira, Alexandre Herculano), mas faltavam-lhe os verdadeiros companheiros. Como ele próprio disse, o casamento trar-lhe-ia a companhia de alguém com quem não precisava de ter segredos. E disse-o com tamanha convicção que não podemos duvidar dos seus sentimentos. De forma que também não me parece correcto que tenha visto o casamento com Estefânia apenas como um dever a cumprir, sem entusiasmo e sem a chama que seria normal num jovem.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">As primeiras cartas que escreve à noiva dão um panorama do que era a sua vida de monarca. Exprime-lhe a ideia de que vem para um exílio num país distante, que pouco ou nada tem a ver com a Renânia verdejante onde estava habituada a viver, e admira-a pela forma como aceita essa sua missão. É uma forma gongórica de se relacionar com uma princesa que ele sabe ter sido educada no mais requintado ambiente romântico do século XIX, no estreito contacto com artistas da mais fina craveira. Mas o seu sonho íntimo é o de encontrar nela a figura erudita, lúcida e sensível que possa ombrear consigo próprio, partilhando os pensamentos que só ousava confidenciar ao seu tio Alberto ou, ocasionalmente, ao Conde do Lavradio, que considerava uma verdadeira excepção dentro do panorama político e intelectual português. As primeiras cartas de Pedro são as de um homem só que não sabe bem o que escrever a uma princesa alemã que vai ser a sua mulher. Quando lhe fala de amor, recorre às grandes frases ditas e reditas pelos poetas, num discurso pouco fluido e demasiado formal. De resto, lamenta-se da penúria portuguesa, das crises políticas, do parlamento, do governo, da epidemia de febre amarela e da revolta que sente contra algumas figuras gradas do governo e do parlamento, que considera inúteis ou negligentes. Fala-lhe de que está afogado em deveres e, sem deixar de dizer que é esse o seu destino e que o aceita de boa vontade, o que lhe pede é que o ajude a suportar o que lhe parece insuportável. Aliás, o sentimento que se tem, lendo a vastíssima correspondência de D. Pedro para diversas figuras do seu tempo, é a de que é alguém que não suporta a vida que lhe está destinada. E o projecto de casamento com Estefânia foi, para ele, uma lufada de ar fresco na multiplicidade de problemas que o afligiam e que lhe impunham uma vida emocionalmente violenta.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">O contrato de casamento foi negociado pelo Conde do Lavradio e, em finais de Julho, já estavam noivos. O país encarou o projecto com entusiasmo e preparou-se para a festa. O parlamento aprovou as verbas a despender e preparou-se tudo para que a futura rainha fosse recebida condignamente. Em 28 de Agosto de 1857, Pedro escreve ao tio Alberto dizendo-lhe que a Marinha Portuguesa não tem um navio de guerra em condições para a viagem que a futura rainha teria de fazer até Portugal, e pede-lhe conselho sobre a possibilidade de adquirir no seu país uma “fragata de 1500 toneladas”. O navio em causa foi a “Bartolomeu Dias”, cuja primeira guarnição embarcou para Inglaterra em 25 de Fevereiro de 1858, a tempo do navio ainda fazer a viagem desejada em Maio desse mesmo ano.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">A Rainha casou por procuração na igreja de Santa Hedwige, em Berlim, no dia 29 de Abril de 1858, regressando a Dusseldorf no dia 2 de Maio e partindo para Lisboa no dia 3. Foi de comboio até Ostende, onde embarcou no vapor “Mindelo”, de caminho para Plymouth, onde a “Bartolomeu Dias” a aguardava para a trazer a Lisboa. As primeiras impressões que Estefânia dá de Portugal – a sua nova pátria, como era entendido por uma rainha – constam de uma longa carta que escreve à mãe, relatando-lhe em pormenor o primeiro encontro com Pedro, ainda a bordo, a confirmação do casamento na igreja de S. Domingos, e os dias que se seguiram.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Fala-lhe das dificuldades da viagem e do mar calmo que encontrou na costa portuguesa. Avistou Mafra, Sintra, a Pena e o maciço da Serra que emerge de “forma pitoresca”. Depois a Roca e a entrada do Tejo, surgindo no horizonte a cidade de Lisboa “que se estende e se eleva nas suas colinas”. E, depois fala do imenso número de navios e embarcações “pavesados e enfeitados de flores, cheios de gente que vinha ao seu encontro”. Recebeu no tombadilho a visita de todas as entidades, da Família Real e, finalmente do próprio Pedro, com quem teve um encontro comovente. As cartas da Rainha para a mãe são minuciosas sobre a sua vida comum e sobre o seu enquadramento na sociedade portuguesa. São cartas íntimas, escritas em francês (porque era essa a língua culta da época) onde se misturam expressões em alemão, quando sente que lhe faltam as palavras para exprimir os mais profundos sentimentos. Quase todas elas são a expressão de uma imensa saudade das margens do Reno, da vegetação exuberante, dos parques e da frescura que contrasta com o calor português. Gostou de Sintra, que lhe fez lembrar o castelo de Sigmaringen (onde nasceu), mas não se sente bem com a presença do sogro, corroborando, aliás, o sentimento que o próprio Rei tem em relação à maneira de estar do pai. Mafra foi o lugar mais aprazível que conheceu e onde se sente mais feliz na vida íntima e familiar.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Procedeu a alguns arranjos e obras na parte do Palácio Real e deleita-se com os passeios na tapada onde o Rei passa muito tempo à caça. Mafra está à distância certa dos problemas da corte e da governação: nem tão longe que impeça qualquer contacto indispensável, nem tão perto que permita o corrupio das audiências e das festas. É muito difícil distinguir aquilo que lhe agrada ou desagrada por moto próprio e o que vem na sequência dos gostos do Rei, com quem procura ter um contacto próximo, de grande solidariedade e companhia.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Ela percebe a solidão de Pedro e entende o seu ponto de vista sobre a mediocridade que o rodeia, mas o discurso do Rei sempre foi particularmente destrutivo em relação ao ambiente social lisboe-ta, sendo difícil dizer se partilharia essa opinião caso ela não viesse do próprio marido.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">O que parece claro em toda a correspondência com a mãe é que a Rainha não gosta muito de Lisboa e não suporta, especialmente, o calor e a aridez de uma cidade que não tem a exuberância dos bosques e parques de Dusseldorf.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">E, como o marido, também não lhe agradam as festas e celebrações, que considera aborrecidas e maçadoras.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table id="table11" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td width="340">
<p align="center"><img src="http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_ago2008/pag16_1.jpg" border="0" alt="Palácio do Alfeite." width="340" height="227" /></p>
<p align="justify"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:xx-small;">Palácio do Alfeite.</span></strong></p>
</td>
<td>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Digamos que a sua vida é feita de pequenos momentos, quando está em Sintra ou em Mafra e no Tejo. Adora passear no rio e, apesar de D. Pedro não ser um apaixonado pelos desportos náuticos, a Rainha deleita-se com os dias que passa num pequeno iate do Infante D. Luís. E, naturalmente, um dos seus pequenos locais de felicidade é a Quinta do Alfeite, onde o Rei vai caçar patos, e onde passam períodos curtos, lanchando nos jardins com convidados mais íntimos, sem o peso dos saraus de Lisboa.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table id="table12" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">O conjunto de quintas e propriedades que vieram a constituir o Real Sítio do Alfeite, pertenceu em tempos remotos a Nuno Álvares Pereira, mas foi comprada pela coroa, integrando a Casa do Infantado, extinta em 1834.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">No local do palácio sempre ali existiu um edifício com uma ponte de cais e acesso, que foi reformulado em 1837, com melhores condições para albergar a Família Real, mas as instalações que hoje conhecemos resultam da transformação mandada fazer por D. Pedro V, em 1857, de acordo com um desenho do arquitecto Possidónio da Silva.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Não é uma construção complexa nem requintada, mas tinha as condições necessárias para pequenas estadias, com a vantagem de estar muito perto de Lisboa, num local mais fresco, e onde era possível caçar. Foi, aliás, muito frequentado pelos monarcas seguintes, até D. Carlos, de que se dizia que estava “nas suas sete quintas” (eram sete as quintas do Real Sítio do Alfeite) quando para ali ia à caça.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Era no jardim que, por vezes, se efectuavam pequenos piqueniques para convidados restritos, que desembarcavam numa ponte de cais existente em frente do palácio, antes do aterro que, no século XX, permitiu a construção da rotunda, das estruturas da Base Naval e do Arsenal.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">E Dona Estefânia gostava particularmente destes locais recatados, com vegetação mais exuberante, onde sentia o Rei mais descansado e calmo, e onde podia ter pequenos momentos de intimidade feliz, como relata à mãe em sucessivas cartas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Durante o ano de 1859 vai-se sentindo o progressivo entristecimento e infelicidade da Rainha, entrecortado apenas pelas visitas semanais à Imperatriz, viúva de D. Pedro IV, aos pequenos passeios que faz com Pedro e aos retiros em locais como o Alfeite e Mafra. A actividade política do marido aflige-a cada vez mais, dando a ideia de que está mergulhado numa teia de gente de mau carácter que o obriga a rever papéis até altas horas da noite, sem um dia de descanso. Teme pela sua saúde e, em determinadas alturas, zanga-se com tanto empenho político. Quase todas as cartas desse ano repetem o desejo obsessivo de que a mãe a consiga visitar em Lisboa, mas tem consciência de que isso será muito difícil, porque a Europa vive à beira da guerra.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table id="table13" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;"><span>No princípio de Julho desse ano, o Rei e a Rainha deslocaram-se a Vendas Novas para assistir a uns exercícios de tiro com uma nova arma, adquirida no contexto de um dos múltiplos projectos de modernização que D. Pedro andava sempre a estudar e a tentar promover.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;"><span>No regresso sentiu uma dor forte na garganta que se prolongou por alguns dias. Fazia 22 anos em 15 de Julho e ainda recebeu as felicitações de algumas pessoas mais chegadas, mas piorou de imediato e morreu no dia 17, atacada por difteria. Doença terrível que hoje seria tratada sem grande dificuldade, na altura vitimava mais de 50% das pessoas que a adquiriam.</span></span></p>
</td>
<td width="325">
<p align="center"><img src="http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_ago2008/pag16_2.jpg" border="0" alt="Delegação da cidade de Dusseldorf no Palácio do Alfeite." width="325" height="268" /></p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:xx-small;">Delegação da cidade de Dusseldorf no Palácio do Alfeite.</span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table id="table14" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="580">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Atacava, sobretudo, as vias respiratórias superiores, com sintomas dolorosos na garganta e com o desenvolvimento de pseudo-membranas que dificultavam a respiração.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Para D. Pedro V esta perda foi tão trágica quanto a vinda de Estefânia tinha sido esperançosa e auspiciante. O seu carácter taciturno, dado à angústia e depressão, agravaram-se cada vez mais, com um paliativo no trabalho e estudo desmesurados.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Apenas a caça o distraía, como disse uma vez a Rainha, e foi pela caça que acabou por encontrar a morte, poucos anos depois. Estando em vila Viçosa, com três dos seus irmãos, beberam água estagnada e conspurcada de um qualquer poço ou charca onde passaram.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Pouco depois de regressarem, morreu o Infante D. Fernando, logo seguido do Rei D. Pedro e do Infante D. João. D. Luís estava fora, embarcado na “Bartolomeu Dias”, de que era comandante, quando recebeu a terrível notícia de que era Rei de Portugal.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Algo com que nunca sonhara e que não desejaria que acontecesse de forma tão trágica. Dos dois infelizes soberanos ficou a memória de um povo que os apreciou muito mais do que eles próprios se aperceberam, e o nome de “Estefânia” foi honrado por uma das corvetas mistas que veio a seguir à “Bartolomeu Dias”.</span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" align="right"><span style="font-family:Arial;font-size:xx-small;"><span>J. Semedo de Matos</span></span></p>
<p class="MsoNormal" align="right"><span style="font-family:Arial;font-size:xx-small;"><span>CFR FZ</span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>Fonte : revista da Armada</div>
<div></div>
</td>
</tr>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moda animal: macacos casam na China]]></title>
<link>http://willbill.wordpress.com/?p=317</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 16:09:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>willbill</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um casamento diferente chamou a atenção da província de Zhejiang, na China. Nesta quinta-feira, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://willbill.files.wordpress.com/2008/09/015423683-fmm00.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-318" style="border:10px solid #ffffff;" src="http://willbill.wordpress.com/files/2008/09/015423683-fmm00.jpg?w=300" alt="" width="300" height="213" /></a>Um casamento diferente chamou a atenção da província de Zhejiang, na China. Nesta quinta-feira, o casal de macacos Wukong, de sete anos, e a fêmea Xiaoya, de seis, celebrou a união numa festa requintada realizada no zoológico de Wenling.</p>
<p>Vestidos a rigor, os animais cumpriram a missão: atrair mais visitantes ao local (e também a imprensa mundial!).</p>
<p>Elegante e irreverente, Wukong recebeu os convidados com entusiasmo. Apaixonada, Xiaoya não largou o noivo durante a cerimônia.</p>
<p>Talvez estivesse ansiosa pela lua-de-mel. Talvez quisesse mostrar o quanto o ama. Ou ainda apenas desejava estar perto do amado.</p>
<p>Não importa. Até no mundo animal é possível encontrar o amor. Então, que eles sejam felizes para sempre!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.news.com.au/dailytelegraph/story/0,22049,24294482-5012895,00.html">The Daily Telegraph</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Celular da Semp Toshiba com TV Digital]]></title>
<link>http://binario10.wordpress.com/?p=578</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 15:50:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Vitor</dc:creator>
<guid>http://binario10.wordpress.com/?p=578</guid>
<description><![CDATA[
Ver TV digital e falar ao telefone no mesmo dispositivo está entre as novidades da Semp Toshiba In]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://binario10.files.wordpress.com/2008/09/sti.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-577" src="http://binario10.wordpress.com/files/2008/09/sti.jpg" alt="" width="133" height="320" /></a></p>
<p>Ver TV digital e falar ao telefone no mesmo dispositivo está entre as novidades da Semp Toshiba Informática para 2008.</p>
<p>Chamado CTV41, o telefone celular vem com um receptor de TV digital no padrão 1seg integrado. Ele tem uma tela sensível ao toque de 2,2 polegadas que também tem reconhecimento de escrita manual por meio de uma canetinha.</p>
<p>O aparelho traz ainda uma câmera de 2 megapixels e toca arquivos em MP3 e MPEG-4. O celular suporta cartões SD de até 2 GB para armazenar músicas e vídeos e também tem Bluetooth integrado.</p>
<p>O preço do celular CTV41, da STI, ainda não está confirmado, mas deve ficar entre 800 e 1,2 mil reais dependendo do plano escolhido. Por enquanto, ele será vendido na Vivo.</p>
<p><strong>Meu maior questionamento quanto aos smartphones é o seguinte: Por quê nenhum deles é completo? Um tem Wi-fi, camera de 5 MP com flash e lente Carl Zeiss, mas não tem TV digital. O outro tem tudo isso, inclusive TV digital, mas peca por não ter wi-fi...</strong></p>
<p><strong>Smartphone para fazer sucesso no Brasil terá que abranger muita dessas características e ainda não chamar atenção.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portabilidade faz dois mil trocarem de operadora]]></title>
<link>http://binario10.wordpress.com/?p=571</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 13:57:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Vitor</dc:creator>
<guid>http://binario10.wordpress.com/?p=571</guid>
<description><![CDATA[Anatel diz que, em dois dias, dois mil usuários pediram a troca de operadora fixa ou móvel. 
O re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Anatel diz que, em dois dias, dois mil usuários pediram a troca de operadora fixa ou móvel. </p>
<p>O recurso da portabilidade estreou em oito regiões do país espalhadas por sete Estados. No total, os DDDs já atendidos respondem por 9% do total de linhas fixas e móveis disponíveis no país. </p>
<p>De acordo com balanço da Anatel, as primeiras 48 horas de validade do recurso dois mil usuários pediram para trocar de operadora, mas manter seu número original. O troca-troca é mais intenso na telefonia móvel, em função do maior número de concorrentes e promoções entre as operadoras. </p>
<p>A agência acredita que a troca da operadora deve intensificar-se na medida em que o recurso se torne mais conhecido pelos usuários e, especialmente, as pessoas ganhem confiança no processo. </p>
<p>Quem está nas áreas atendidas pela portabilidade e pedir a troca de operadora deve ser atendido em até 5 dias corridos. No momento da troca, o usuário não pode ficar mais que 2 horas desconectado. </p>
<p>Mudar de telecom pode custar até R$4 para o usuário. A maior parte das teles, a fim de atrair novos clientes, no entanto, abre mão desta cobrança. </p>
<p>Se, após pedir a modificação, o usuário se arrepender, pode cancelar o pedido em até 48 horas após efetuá-lo, diz regra da Anatel.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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