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	<title>jeannot-szwarc &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/jeannot-szwarc/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jeannot-szwarc"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 04:32:04 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Somewhere In Time.]]></title>
<link>http://desafogos.wordpress.com/?p=196</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 02:56:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://desafogos.es.wordpress.com/2008/08/06/somewhere-in-time/</guid>
<description><![CDATA[Ainda não nasceu quem vai me explicar de forma objetiva o que acontece no filme Em algum lugar do p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://desafogos.files.wordpress.com/2008/08/ghd.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-197" src="http://desafogos.wordpress.com/files/2008/08/ghd.jpg?w=266" alt="" width="266" height="213" /></a>Ainda não nasceu quem vai me explicar de forma objetiva o que acontece no filme <strong>Em algum lugar do passado</strong>. O titulo em inglês é em algum lugar no tempo “<strong>Somewhere in Time</strong>” o que deixa ainda mais confuso entender os “porquês” da seqüência dos acontecimentos.</p>
<p>Vamos aos fatos:</p>
<p>1-	<strong>Richard Collier (Christopher Reeve</strong>, pré-queda do cavalo) ira estrear uma peça como roteirista, uma senhora vem até ele e lhe presenteia com um relógio. Misteriosamente pede a ele que volte para ela, ele não entende.</p>
<p>2 – Ele se hospeda em um hotel para pensar em um novo roteiro, 8 anos depois (1980), e descobre numa espécie de museu do lugar uma foto de uma mulher muito bonita, <strong>Elise McKenna (Jane Seymour)</strong>. Ao pesquisar a respeito, descobre que ela esteve hospedada no hotel no ano de 1912, e nessa época estrelava uma peça encenada no hotel.</p>
<p>3 – Quem o ajuda a descobrir o nome da moça é Arthur, ele também indica os lugares onde estão guardados os livros de registro. Arthur, o carregador, é funcionário vitalício do hotel, tendo seu pai trabalhado lá na mesma época na qual Elise McKenna os visitou. Arthur tem a impressão de conhecer Richard de algum lugar. Ele descobre que, além do nome de Elise McKenna, o nome dele também estava nos registros.</p>
<p>4 – Collier então vai à biblioteca local e descobre que a senhora que lhe deu o relógio é a senhorita McKenna.</p>
<p>5 – Ele vai à procura da mulher que escreveu um artigo sobre a atriz, e leva consigo o relógio, a mulher diz que o relógio sumiu no dia de morte de Mckenna. Somando um mais dois, o mesmo dia em que ela entregou o relógio a Richard.</p>
<p>6 – Ele então resolve voltar ao passado (!) usando uma teoria de regressão, que consiste em auto-sugestão para conseguir viajar (!) no tempo. Usando roupas de época, repetindo em voz alta o lugar aonde esta e quem é. Ele consegue.</p>
<p>7 – Quando chega a recepção do hotel, encontra Arthur, o carregador, ainda pequeno. Brincando pelo “hall”.</p>
<p>8 – Uma vez em 1912, conhece a Elise, a seduz, tenta explicar a situação, e não consegue. Dentre vários acontecimentos, um dos importantes a citar, é a hora em que ela sorri, no exato instante que o vê quando vai tirar a foto, a mesma que aparece no museu do hotel. Sendo assim, aquele sorriso da foto de 1980 era para ele, em 1912.</p>
<p>9 – No final, ele, ao descobrir uma moeda no bolso do seu paletó, acaba voltando do passado, “acordando” ou “viajando” no tempo enquanto Elise grita seu nome. Ele não poderia ter nenhum objeto pertencente ao futuro, a sua época.</p>
<p><a href="http://desafogos.wordpress.com/files/2008/08/jf75d.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-198" src="http://desafogos.wordpress.com/files/2008/08/jf75d.jpg?w=300" alt="" width="300" height="202" /></a>Conclusão. Agora eu pergunto, se ele reencarnou e encontrou-se com Elise já velha, quando ele morreu? Se ele some da vida dela, exatamente no momento em que retorna ao futuro, o que teria acontecido no passado, quando pertencia a mesma época, que o fez abandonar Elise, morrer e reencarnar, para que ela pudesse encontrá-lo no dia da morte dela? Ou será que a história é infinita? Não. Se não eles não teriam se encontrado no céu dos anjinhos para viverem felizes para sempre. Então, o que faltava era coincidir a hora de sua morte, com a de Elise. Porque, quando ele morreu e a abandonou quando faziam parte da mesma época, porque ele teve que reencarnar para poder morrer novamente, para voltar, para depois encontrar com ela no céu?</p>
<p>Acho que se o filme tivesse uma lógica obvia, não existiria filme. Eles teriam se amado, ele teria morrido em 1912, e ela em 1972, e se encontrariam normalmente na pós-vida.<br />
Mas ele reencarnou, e ao morrer novamente, se não voltasse ao passado, encontraria com ela naturalmente, caso ela não re-reencarnasse novamente. O mote do filme foi, entre uma encarnação e outra dele, Elise tê-lo encontrado, e naquele instante ter pedido que ele voltasse. Ele voltou e tirou o curso natural das coisas. Ou não.</p>
<p>- - - - - - - - - -</p>
<p>Deixando de lado toda essa teoria, o filme é uma história de amor de classe. Daquelas de marcar a década, e isso já atesta sua qualidade. Uma cena fantástica, é o momento em que Elise, atuando em sua peça, ignora a todos e sai completamente do texto, dedicando palavras a Richard na platéia.</p>
<p>Pesquisando no site do IMDB, descobri que a hora em que Richard vê a foto de Elise no “museu” é a primeira vez que Christopher Reeve vê a foto durante as filmagens. Assim, conseguindo do rosto dele uma reação de autentica surpresa.</p>
<p>A trilha sonora entrou para a história, fazendo mais sucesso até que o filme. <strong>John Barry</strong> escolheu a melodia perfeitamente triste e tocante para o drama.</p>
<p>Com direção de <strong>Jeannot Szwarc</strong>, Somewhere in Time foi indicado ao oscar de melhor figurino.</p>
<p>Acreditas em reencarnação?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Barbara Stanwyck of aphids]]></title>
<link>http://dcairns.wordpress.com/?p=1201</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 09:51:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>dcairns</dc:creator>
<guid>http://dcairns.es.wordpress.com/2008/07/04/the-barbara-stanwyck-of-aphids/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;In my blood.&#8221;
Yes, BUG. Rather impressive. You have to see it just for the concept of ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dcairns.files.wordpress.com/2008/07/vlcsnap-228849.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1202" src="http://dcairns.wordpress.com/files/2008/07/vlcsnap-228849.png" alt="" width="450" height="253" /></a></p>
<p><em><span style="color:#808080;">"In my blood."</span></em></p>
<p>Yes, BUG. Rather impressive. You have to see it just for the concept of "the Barbara Stanwyck of aphids." Can you really live with your lack of knowledge of what that expression signifies?</p>
<p>Let's be clear, this is the William Friedkin BUG, not the Jeannot Szwarc BUG, which was a rather enjoyable William Castle production about fire-raising insects with a group mind. Castle should be celebrated not only for his gimmicks (Emerg-O, Percepto) but for the weird ideas permeating his mainly macabre <em>oeuvre</em>(I spelled it right!) PROJECT X features cloning and virtual reality in a goddamn SIXTIES film, while THE TINGLER famously posits a parasite that lives on our spines, feeds on fear, and is deactivated by screaming. In this light, Castle productions like ROSEMARY'S BABY (a Manhattan coven breeds the antichrist in the Dakota Building) and even LADY FROM SHANGHAI (a rich weirdo hires someone to kill him) can be slotted neatly into Castle's world. And don't even get me started on <a title="s" href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,911476,00.html" target="_blank">SHANKS</a>. An electro-galvanist love story silent film with Marcel Marceau and an undead motorcycle gang? RESPECT!</p>
<p><a href="http://dcairns.files.wordpress.com/2008/07/vlcsnap-226499.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1203" src="http://dcairns.wordpress.com/files/2008/07/vlcsnap-226499.png" alt="" width="450" height="253" /></a></p>
<p><em><span style="color:#808080;">Smoke alarms: more radioactive than plutonium, apparently.</span></em></p>
<p>HOWEVER, Friedkin's BUG is a different beast (though Friedkin more <em>schlockmeister</em> than Castle), a genuinely paranoid drama that, like THE EXORCIST, has already <em>claimed a life</em> (according to last month's <em>Fortean Times</em>, which I don't have handy, somebody who saw the film cut somebody else open, in order to "get the bugs out"). I would advise, if you think you may be a paranoid schizophrenic (and one of the symptoms is a lack of insight, so if you think you aren't, that might mean you ARE) you probably should stay away from this film.</p>
<p>But if not, how can you resist the Stanwyck aphid? And here's another one: <em>Harry Connick's sausage truck</em>. You won't see the truck in the film (Harry's sausage-hauling days are of yesteryear), but you will hear about it, and you can readily picture Harry rumbling up the nocturnal highways, munching a Yorkie Bar and delivering meaty goodness to sundry destinations.</p>
<p>You're really best seeing this knowing as little as possible, because it has a fascinatingly unpredictable journey. I won't say "narrative arc" because it's more like a twisted zigzag with bits missing.</p>
<p><a href="http://dcairns.files.wordpress.com/2008/07/vlcsnap-228436.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1204" src="http://dcairns.wordpress.com/files/2008/07/vlcsnap-228436.png" alt="" width="450" height="253" /></a></p>
<p>Ashley Judd is excellent, Connick Jnr. is amazingly hateful ("Will somebody please fuck Harry Connick up?" I demanded after half an hour, and you know what a peaceable fellow I am) and Michael Shannon is the man of the match. A sort of unspoiled Ray Liotta. Very very interesting guy. The interviews on the DVD make him seem uncomfortably like his character, too, which makes me think maybe we need a raving lunatic like Friedkin to hire someone as... disconcerting as this.</p>
<p>When he tells Judd his father was a preacher, she asks what church, and he says no church. "Where did he... meet his people?" she asks. "Well... he didn't really have any," shrugs Shannon. A likeable guy!</p>
<p>Believe me, asides from the lovely odd concepts flung up by Tracy Letts' unique script (from his play), I could stick in some dazzling and bewildering screen grabs here, but I really don't want to spoil this one for you. Whether you like it or not in the end, you'll get more out of it by going in virginal.</p>
<p>My only worry about the piece is an uncertainty as to whether it actually has any purpose beyond the usual Friedkin shock tactics (which are very effective here). It's a study of paranoia, sure, and a love story about lonely, damaged people (and its outsider sympathy feels genuine), but as some helpless and angry-sounding punter on the IMDb Message Boards puts it, "<span style="color:#003399;">What do you Honestly think this MOVIE IS ABOUT???" </span></p>
<p><span><a href="http://dcairns.files.wordpress.com/2008/07/vlcsnap-225716.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1205" src="http://dcairns.wordpress.com/files/2008/07/vlcsnap-225716.png" alt="" width="450" height="253" /></a></span></p>
<p><span>If it's Friedkin's best work in years (decades?) it may be because this is all he can manage now -- an eye-grabbing, disorienting little chamber piece with no particular point to make, just a strong handle on its own passion. Friedkin himself, I'm told, regards the inane JADE as one of his best works, which suggests a man who values a certain surface gloss over everything else, but his peculiar, sadistic talents have always been better served by works that can embrace confusion of purpose, extreme sensation, and some kind of heightened but recognisable reality. The best results are always morally questionable (I think Friedkin may actually be something of a psychopath), sleazy, and hysterically intense. The quality of thinking is never as high as the adrenalin level, but some kind of interesting ideas will at least be thrown up. BUG manages all this, plus some convincing, screwed-up humanity, which is a relief after CRUISING, TO LIVE AND DIE IN L.A. and THE GUARDIAN.</span></p>
<p><a href="http://dcairns.files.wordpress.com/2008/07/vlcsnap-229146.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1206" src="http://dcairns.wordpress.com/files/2008/07/vlcsnap-229146.png" alt="" width="450" height="253" /></a></p>
<p>A stray point: BUG features, by way of opening out the play, a sympathetically-presented lesbian honky tonk bar, which could be read as atonement for the shrill homophobic terror marketed by CRUISING. If so, it's WAY too little too late, but at least it's something.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recordando traileres de antaño: 'Supergirl']]></title>
<link>http://cinefagos.wordpress.com/?p=2765</link>
<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 18:50:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Karelia</dc:creator>
<guid>http://cinefagos.es.wordpress.com/2008/04/19/recordando-traileres-de-antano-supergirl/</guid>
<description><![CDATA[
Corría 1983 cuando la Warner decidía llevar al cine a la prima del hombre de acero, Supergirl. Pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3194/2425041619_67201ffa9d.jpg" alt="" /></p>
<p>Corría 1983 cuando <strong>la Warner decidía llevar al cine a la prima del hombre de acero, </strong><a title="Supergirl" href="http://www.imdb.com/title/tt0088206/" target="_blank"><strong>Supergirl</strong></a>. Pero el fiasco en taquilla de Superman III hizo que <strong>fuese al final TriStar Pictures</strong>, la que la estrenara en la gran pantalla <strong>en 1984</strong>, con idéntico resultado de "fracaso". Aunque lo curioso es que el DVD esta editado por Warner Home Video.</p>
<p>El hecho de que Superman III no recibiera el éxito esperado, hizo que Christopher Reeves deshechara el pequeño papel que le tenían reservado como rehén de la bruja (algo un poco ilógico desde mi punto de vista, ya que saldría como Superman, pero eso es otra historia). En su lugar <a title="Marc McClure" href="http://www.imdb.com/name/nm0566013/" target="_blank">Marc McClure</a>, <strong>el intrépido fotógrafo Jimmy Olsen de las anteriores entregas, sería el responsable de dar cierto toque de "amistad" entre las películas de Superman y Supergirl.</strong></p>
<p><!--more--></p>
<p>El<strong> encargado</strong> de realizar esta adaptación cinematográfica fue <a title="Jeannot Szwarc" href="http://www.imdb.com/name/nm0844358/"><strong>Jeannot Szwarc</strong></a>, que había dirigido ya algunos capítulos de series famosas por aquel entonces. Mientras <strong>se rodeaba de un gran elenco de actores como secundarios, la protagonista era una desconocida </strong><a title="Helen Slater" href="http://www.imdb.com/name/nm0000644/" target="_blank"><strong>Helen Slater</strong></a>, a la que pocos recordarán, y que <strong>últimamente se ha dedicado a aparecer en algunos capítulos de distintas series, como Anatomia de Grey y más recientemente en Smallville</strong>, encarnando a la madre de Kal-el, <strong>Lara</strong> (no olvidemos que muchos actores que han intervenido en Smallville en papeles más o menos principales de la vida de Superman, han salido directamente de sus películas, además de que 9 capítulos de la misma han sido dirigidos por el artífice de Supergirl).</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2120/2425082453_5418faea60_o.jpg" alt="" /></p>
<p>¿Y de qué trata la película? <strong>Kara</strong>, una adolescente (demasiado inocente para mi gusto) que vive en "el espacio interior", <strong>es testigo y artífice de que "El Omegahedro</strong>", una de las 2 fuentes de energía que dan vida a la Ciudad Argho, <strong>se pierda en el espacio llegando a La Tierra</strong>.</p>
<p> <img class="alignleft" style="float:left;" src="http://farm3.static.flickr.com/2173/2425042225_e3f047f305_o.jpg" alt="" width="151" height="163" /></p>
<p>Y como responsable de lo sucedido, se embarcará en su busca. Así llegará a La Tierra, con una serie de poderes increibles conferidos por el Sol que baña a nuestro planeta. <strong>Una vez conocidos la mayoría de todos ellos, se dirigirá a buscar "el omegahedro" entre faldas estudiantiles y besos de jardineros.</strong></p>
<p><strong>El villano</strong>, será esta vez una villana, <strong>una pseudo bruja que se hará con el omegahedro para aumentar su poder</strong>. Pudiendo dar fuerza a sus pociones y embrujos, y que metera en algún apurillo a la joven Supergirl.</p>
<p> La verdad es que <strong>el guión deja mucho que desear</strong>.  <strong>La inocencia de la joven Kara/Linda Lee es más que sobreactuada.</strong> <strong>Los efectos especiales</strong> de los vuelos o los otros superporderes que posee la joven heroina <strong>son de risa</strong> (no olvidemos que Superman se estrenó mucho antes y no daban tanta "risa"). Y no olvidemos <strong>las menciones a Superman/Clark Kent, que parece que se cartearan demasiado "a menudo", desde Metropolis a la Ciudad Argho ¿?.</strong></p>
<p><img class="alignright" style="float:right;" src="http://farm3.static.flickr.com/2371/2425042561_12be032ea0_o.jpg" alt="" width="142" height="139" /></p>
<p>Eso sin hablar de <strong>la "mala de turno</strong>". No nos toca una mente inteligente, o una villana con fuerza sobrehumana, sino una bruja que esta <strong>más interesada en buscarse un novio que en dominar la tierra</strong>.</p>
<p>Sin embargo, si que hay algunas <strong>"cosas" buenas a destacar, como son sus secundarios</strong>, un gran <a title="Peter O'Toole" href="http://www.imdb.com/name/nm0000564/" target="_blank">Peter O'Toole</a> como Zaltar (haga el papel que haga, siempre estará inmenso en sus actuaciones) o una malvada <a title="Faye Dunaway" href="http://www.imdb.com/name/nm0001159/">Faye Dunaway</a> como la bruja Selena (otra cosa muy diferente son los papeles que debían realizar y los diálogos estupidos que debían mantener).</p>
<p> Y aunque se consideró un <strong>fracaso en taquilla con una recaudación de 14.296.438$</strong> (frente a los 229 millones de dolares recaudados por Cazafantasmas el mismo año) según el<a title="Taquilla" href="http://www.boxofficemojo.com/movies/?id=supergirl.htm" target="_blank"> Box Office</a>, siempre tendrá un lugar reservado en mi videoteca. De ahí que <strong>no haya podido resistirme a hacer una pequeña reseña</strong> <strong>incluida en esta sección de traileres de antaño</strong>, que por fin os dejo a continuación:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/nOpOAEG6270'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/nOpOAEG6270&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>En su tiempo, hace ya 24 años, no me digais que ¿<strong>no os entraron ganas de ir corriendo al cine a ver a esa prima del superhéroe más famoso en el mundo entero</strong>?</p>
<p style="text-align:center;"><strong><a title="Asi es mi vida" href="http://www.lacoctelera.com/aereon" target="_blank">Karelia <img src="http://farm2.static.flickr.com/1438/1479486910_c4d2493993_s.jpg" alt="" /></a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>

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