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	<title>joaquim &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/joaquim/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "joaquim"</description>
	<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 16:38:52 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[E o teatro pede passagem ao maior espetáculo da terra...  O Nascimento]]></title>
<link>http://blogdosirmaos.wordpress.com/?p=4747</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 23:32:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<description><![CDATA[Andando pelo trânsito caótico de São Paulo, percebo que todos estão loucos para chegar em suas r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Andando pelo trânsito caótico de São Paulo, percebo que todos estão loucos para chegar em suas residências e os bares tem muita gente comemorando o final de mais uma semana, afinal é sexta feira o dia tradicional do encontro de departamentos fora dos escritórios.</p>
<p align="justify">As gravatas estão soltas, o velho sapato alto de bico fino das mulheres, largados de lado e nesse momento os pés respiram aliviados, cerveja e petiscos desfilam nas mãos de habilidosos garçons, o velho conjunto de samba toca um tamborim desafinado, regado a um bom partido de cavaco, com pandeiro e um violão que só sabe pronunciar dois acordes...</p>
<p align="justify">Estou em meio a Avenida Paulista, cena típica do cenário Paulistano, o trânsito anda em velocidade máxima de 20Km/h a primeira marcha é muito usada, e chegou a comemorar muito quando o trânsito passa dos 20 KM/h e consigo engatar a segunda marcha, vejo a mesma pessoa transitar a pé e passar diversas vezes por mim. Não estou esperando a ligação de ninguém, mas o celular esta ligado, nunca se sabe quem pode querer falar com você, pode ser um amigo das antigas, a namorada, a mãe, o pai, um amigo de trabalho, em cobrador, um convite... sei lá.</p>
<p align="justify">E o telefone enfim toca, nesse momento eu tenho que abixar o rádio, pois estou ouvindo um cd com coletâneas de musicas que eu escolhi, peço licença ao “The Fugees” e abaixo o som.</p>
<p>Eu - Alô<br />
Mosca - Fala mano beleza<br />
Eu – Beleza cara, e ai já voltaram do Chile...<br />
Mosca – Já, voltei ontem a noite...<br />
Eu – E como foi a viagem?<br />
Mosca – Maravilhosa estou com varias fotos, mas te liguei pra falar outra coisa<br />
Eu – O que é mano?<br />
Mosca – Vc vai ser Tio!<br />
Eu – Pó, não vai me dizer que a Fabi esta grávida?<br />
Mosca – Esta. Acabamos de pegar o exame.<br />
Eu – Nossa mano, estou sem palavras, não sei mesmo o que dizer ... Que Deus abençoe muito.<br />
Mosca – Amém, também estou explodindo de felicidades.<br />
Eu – Não sei realmente o que falar, estou muito feliz, ainda ontem pensei: Pó que saudades daqueles tempos em que comíamos pão italiano com salame no aprtamento do Mosca....<br />
Mosca – Amanhã nós vamos nos reunir pra comemorar, e espero você lá...<br />
Eu – Pode contar comigo, mas vou ter que desligar se não daqui há pouco eu bato o carro...<br />
Mosca –Beleza, então espero você, lá ...<br />
Eu – Então até amanhã, mano.<br />
Mosca – Até amanhã ...<br />
Eu- Abraço, fica com Deus e da um beijo na Fabi por mim...<br />
Mosca – Outro mano, pode deixar...</p>
<p align="justify">Volto a realidade do volante, estou muito feliz com a situação e claro que eu não consegui comparecer pra comemorar a chegada de uma nova luz ao mundo.</p>
<p align="justify">Se for menina, que seja, Clara, Ana, Izabela, Kátia, Yolanda, Denise, Rosangela, Renata, Raissa, Michaela, Giovana, Domenica ou Dominique, Jesualda, Priscila, Suelen ou Sueli ...Não importa o nome, apenas importa que venha com saúde, pois muita alegria encontrará...</p>
<p align="justify">E se for Homem que seja Anderson (não sei por que, mas eu gosto desse nome), Giovani, Marcelo, Douglas, Sérgio, Paulo, Domenico, Joaquim , Mario, Jorge, Alexandre, Adriano... ...Não importa o nome, apenas importa que venha com saúde, pois muita alegria encontrará...</p>
<p align="justify">Essa foi uma pequena homenagem ao casal que tenho uma grande consideração, pois é muito gratificante saber que essa nova luz que chega ao mundo, terá um tio de pele negra e alma branca, e como diria Chico Buarque:</p>
<p>Olha ai, é o meu Guri...</p>
<p><img src="http://blogdosirmaos.wordpress.com/files/2008/08/image2.png" alt="" width="447" height="45" class="alignnone size-full wp-image-4634" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Desafinados: Desafios de Santoro]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/?p=2673</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 01:47:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/?p=2673</guid>
<description><![CDATA[Do Terra:
Rodrigo Santoro encarna o pianista Joaquim no novo filme de Walter Lima Jr., Os Desafinado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/05/santoro_rodrigo.jpg" align="right">Do Terra:</p>
<blockquote><p>Rodrigo Santoro encarna o pianista Joaquim no novo filme de Walter Lima Jr., Os Desafinados, que estréia em 29 de agosto. "Fiquei intimidado por um piano gigante de cauda", confessou ele nesta segunda-feira, em São Paulo, ao lado de Ângelo Paes Leme, André Moraes e Jair Oliveira.</p>
<p>O ator contou que no primeiro dia de ensaio, em um estúdio de música em Laranjeiras, Rio de Janeiro, se assustou ao se deparar com Oliveira, Leme e Moraes totalmente familiarizados com seus instrumentos.</p>
<p>"A gente não se conhecia e quando cheguei lá eles já faziam um som", continuou.</p>
<p>Segundo Santoro, antes do filme ele tocava "apenas a campainha e um pouco de violão". Mas após seis semanas de aula de piano e outras tocando nas filmagens, o ator já se sentiu confiante o bastante para tocar em rodas de amigos.</p></blockquote>
<p>Leia mais <a target="_blank" href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI3109588-EI1176,00-Fiquei+intimidado+por+um+piano+diz+Rodrigo+Santoro.html">clicando aqui</a>.</p>
<p>Leia mais posts sobre Os Desafinados <a href="http://cinemagia.wordpress.com/?s=Os+Desafinados">clicando aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[joaquim]]></title>
<link>http://luciabraga.wordpress.com/?p=89</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 01:24:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>luciabraga</dc:creator>
<guid>http://luciabraga.wordpress.com/?p=89</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luciabraga.files.wordpress.com/2008/08/pic1_pb.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-90" src="http://luciabraga.wordpress.com/files/2008/08/pic1_pb.jpg" alt="" width="500" height="365" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o pirata e a joaninha]]></title>
<link>http://luciabraga.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 21:22:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>luciabraga</dc:creator>
<guid>http://luciabraga.wordpress.com/?p=40</guid>
<description><![CDATA[joaquim e bruna
(by kkw)
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_41" align="alignnone" width="300" caption="joaquim e bruna"]<a href="http://luciabraga.files.wordpress.com/2008/08/piratinhaejoaninha.jpg"><img class="size-medium wp-image-41" src="http://luciabraga.wordpress.com/files/2008/08/piratinhaejoaninha.jpg?w=300" alt="piratajoana" width="300" height="200" /></a>[/caption]
<p>(by <a title="me notar" href="http://www.menotar.blogspot.com/" target="_blank">kkw</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Babaçu x Pecuária X Siderúrgicas: Sobre-vimento para quem?]]></title>
<link>http://ayres1000.wordpress.com/?p=159</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 13:05:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>ayres1000</dc:creator>
<guid>http://ayres1000.wordpress.com/?p=159</guid>
<description><![CDATA[Abaixo segue interessante texto sobre a história da luta da quebradeiras de coco babaçu e seus atu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo segue interessante texto sobre a história da luta da quebradeiras de coco babaçu e seus atuais conflitos.</p>
<p>Texto retirado de http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=521</p>
<p>03/04/2006</p>
<h1 class="titulo_noticia">Babaçu livre</h1>
<p><em>A expansão da pecuária e de outros interesses econômicos na região dos babaçuais ameaça o trabalho das quebradeiras de coco, fundamental para a sobrevivência de diversos grupos extrativistas do meio-norte do país</em></p>
<p>Texto e fotos: André Campos</p>
<table style="width:238px;height:224px;" border="0" width="238" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403quebradeiras.jpg" border="0" alt="" width="230" height="172" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">Quebradeira de coco em ação: uma atividade predominantemente feminina</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Do babaçu, tudo se aproveita. Essa é uma frase comum na chamada região dos babaçuais, localizada na faixa de transição para a floresta Amazônica. Com cerca de 18,5 milhões de hectares (algo equivalente a 75% do estado de São Paulo), sua área inclui terras de várias unidades da federação, principalmente do Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins. Locais onde, para milhares de famílias, babaçu é quase um sinônimo de sobrevivência. Da folha dessa palmeira, que pode chegar a 20 metros de altura e tem inflorescência em cachos, faz-se telhado para as casas, cestas e outros objetos artesanais; do caule, adubo e estrutura de construções; da casca do coco produz-se carvão para fazer o fogo, e, do seu mesocarpo, o mingau usado na nutrição infantil; da amêndoa obtêm-se óleo, empregado sobretudo na alimentação mas também como combustível e lubrificante, e na fabricação de sabão.</p>
<table style="width:215px;height:307px;" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403casa.jpg" border="0" alt="" width="200" height="266" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">O caule do babaçu é usado como estrutura na construção de casas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Que eu conheça, o babaçu tem 49 utilidades diferentes,<!--more--> mas acredito que sejam mais”, conta Emília Alves, de 53 anos, dos quais mais de 30 coletando o coco que cai da palmeira. Trata-se de uma atividade tradicionalmente feminina, muito cantada nas músicas das “quebradeiras de coco” (como elas mesmas se autodenominam) e indissociável do modo de vida de diversas comunidades da região, onde, diz-se, toda mulher foi, é ou será um dia quebradeira de coco. Há várias gerações, lá estão elas com um machado preso sob uma das pernas e um porrete de madeira na mão, arrebentando diariamente centenas de cocos para extrair as amêndoas. Apesar de não haver dados oficiais, calcula-se que, no Brasil, entre 300 mil e 400 mil extrativistas sobrevivam dessa atividade. Para se ter uma idéia, é um número semelhante ao total de índios aldeados que, segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), vivem atualmente no Brasil.</p>
<p>Emília mora no município de São Miguel do Tocantins, localizado no extremo norte daquele estado. “Cheguei em 1971. Naquela época, o pessoal plantava roça e quebrava coco onde queria”, lembra. A partir de 1973, diz ela, as coisas começaram a mudar, por conta de “gente que apareceu do nada e se pôs a dizer que era dona da terra”. Relatos semelhantes são comuns por toda a região dos babaçuais; histórias de terrenos que foram cercados e de mulheres que se viram impedidas de coletar o coco do babaçu. Nesse contexto, surgiram formas de exploração do trabalho, como, por exemplo, a “quebra de meia” (na qual quebradeiras de coco precisam ceder ao dono da terra metade das amêndoas) e o “barracão” (em que elas são obrigadas a entregar tudo nas mãos do proprietário, de acordo com as condições financeiras impostas por ele).</p>
<table style="width:225px;height:226px;" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403cerca.jpg" border="0" alt="" width="230" height="172" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">Quebradeiras de coco atravessam cerca para chegar aos babaçuais, a maioria das palmeiras está em terras de fazendeiros</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A partir da década de 1980, as dificuldades enfrentadas impulsionaram o aparecimento de organizações em defesa dessas mulheres. Atualmente, Emília é coordenadora executiva da Regional do Tocantins do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), presente em quatro estados brasileiros (Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins). A entidade tem como principal bandeira aquela que, historicamente, é a grande reivindicação das quebradeiras de coco: o direito de livre acesso aos babaçuais.</p>
<p>A discussão política em torno desse tema atingiu novo patamar a partir de 1997, quando foi aprovada, no município de Lago do Junco, região central do Maranhão, a Lei do Babaçu Livre. Basicamente, ela garante às quebradeiras de coco do município e às suas famílias o direito de livre acesso e de uso comunitário dos babaçus (mesmo quando dentro de propriedades privadas), além de impor restrições significativas à derrubada da palmeira. Essa iniciativa vem se alastrando e, atualmente, 13 municípios (oito no Maranhão, quatro no Tocantins e um no Pará) possuem legislação do gênero.</p>
<table style="height:303px;" border="0" width="186" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403terezinha_fernades.jpg" border="0" alt="" width="200" height="267" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">Terezinha Fernandes, autora do projeto de lei para garantir o livre acesso aos babaçuais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em 2003, o debate sobre o assunto passou a integrar a agenda política nacional, com a criação de um projeto de lei que, em resumo, estende a Lei do Babaçu Livre para toda a área dos babaçuais. Terezinha Fernandes (PT-MA), a deputada federal autora do projeto, acredita que sua aprovação é estratégia fundamental para garantir a sobrevivência de diversos grupos extrativistas do Brasil. “Neste momento, é fundamental garantir meios para a manutenção da atividade das quebradeiras de coco. Trata-se de um trabalho penoso, mas é o único que existe hoje para as mulheres da região”, afirma.</p>
<p>José Hilton de Sousa, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Maranhão (Faema), declara-se favorável à lei, desde que existam regras claras para o uso comum do espaço das propriedades. “É necessário que as partes discutam para chegar a uma definição", diz. "Existem pessoas de todos os tipos, inclusive as aproveitadoras, que podem cometer improbidades nas fazendas.”</p>
<p>Entre proprietários de terra da região, são comuns reclamações de que as quebradeiras de coco estariam cortando cercas com o objetivo de fazer um caminho mais curto até os babaçuais. Muitas vezes também estariam deixando a casca do coco espalhada pelo chão, provocando ferimentos nos casos dos animais. Além disso, a realização de “caieiras” – método artesanal para a fabricação do carvão a partir da queima casca do coco – dentro das propriedades é criticada sob a alegação de que traz risco de incêndios.</p>
<p>Para Sousa, o acesso das mulheres aos babaçuais é atualmente muito mais bem aceito na região, e ocorre mesmo nos locais onde não há Lei do Babaçu Livre. “Funciona na base da boa vizinhança. Eu mesmo tenho uma fazenda no município de Fortuna (MA) onde há ocorrência de babaçu, e lá as pessoas entram sem nenhum problema.” A receptividade dos fazendeiros à lei, no entanto, é questionada por Terezinha Fernandes, que afirma existir forte pressão para evitar a sua aprovação na Câmara Federal. “Já houve inclusive fazendeiro que veio me abordar nos corredores do Congresso, reclamando que o projeto era prejudicial a suas atividades econômicas.”</p>
<table style="height:153px;" border="0" width="151" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403babacual.jpg" border="0" alt="" width="230" height="172" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">Áreas de babaçuais, na região de transição para a Amazônia, estão sendo devastadas, inclusive em áreas de conservação</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A expansão da fronteira agrícola e, principalmente, da atividade pecuária tem gerado um aumento significativo do desmatamento e dos conflitos de interesse relacionados à utilização dos babaçuais. Diversas áreas estão sendo devastadas para dar lugar ao pasto, situação que provoca tensões inclusive em unidades de conservação oficialmente reconhecidas, como as reservas extrativistas do Ciriaco e Mata Grande, além do Parque Estadual do Mirador, todos no Maranhão. No início de 2005, uma ação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) daquele estado resultou na retirada de 9 mil cabeças de gado de dentro do parque.</p>
<table style="width:217px;height:357px;" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403terezinha_cruz.jpg" border="0" alt="" width="200" height="267" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">A atividade é fundamental para a sobrevivência de centenas de milhares de famílias agroextrativistas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há quatro reservas extrativistas na região dos babaçuais, todas criadas em 1992. Até o momento, porém, apenas uma delas (a Reserva Extrativista Quilombo do Flexal, no Maranhão) tem condições minimamente aceitáveis de regularização fundiária. Maria Querubina da Silva, coordenadora executiva da regional do MIQCB em Imperatriz (MA), defende a regularização das outras três como tema de fundamental interesse para as quebradeiras de coco. “Mas existe hoje uma forte ação política para impedir que isso aconteça”, afirma ela.</p>
<p>Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que prevê a extinção de duas dessas reservas (Mata Grande e Extremo Norte do Estado do Tocantins). Em dezembro do ano passado, ele estava pronto para ser votado e foi retirado da pauta após pedido da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ao presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PC do B-SP).</p>
<p><strong>Privado x coletivo</strong></p>
<p>O argumento de que a Lei do Babaçu Livre viola o direito de propriedade privada marca aquele que é, sem dúvida, o ponto mais polêmico dos debates em torno do tema. E foi justamente com base nessa alegação que o relator do projeto no Congresso Nacional, deputado federal Wagner Lago (PDT-MA), fez alterações profundas em seu texto original. São mudanças que, na prática, removem a garantia de livre acesso das quebradeiras de coco aos babaçuais, mantendo apenas aspectos referentes à preservação da palmeira.</p>
<p>Segundo seu relatório, ao afirmar que as matas de babaçu são de usufruto comunitário das populações extrativistas, o projeto praticamente dá a elas o direito exclusivo sobre tais áreas (algo que ele insinua constituir “desapropriação indireta”). Essa preocupação é compartilhada pelo presidente da Faema: “Tenho medo de que toda essa liberdade seja usada como argumento para mais invasões, e isso nós não agüentamos mais”.</p>
<p>Para Terezinha Fernandes, esse discurso não condiz com a realidade. Ela afirma ainda que, com as modificações feitas, nem vale a pena colocar o projeto em votação. “A Constituição também garante que a terra tem de cumprir sua função social, e é com base nesse ponto que criamos o projeto”, diz. “As florestas de babaçu são hoje quase todas propriedades privadas; então como é que vamos preservar a atividade das quebradeiras de coco?”</p>
<p>Joaquim Shiraishi Neto, professor do Programa de Pós-Graduação em Direito Ambiental da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e pesquisador do tema, questiona a suposta ênfase dada à propriedade privada em detrimento dos interesses coletivos nessa discussão. “A Constituição reconhece o país como formado por uma sociedade pluriétnica, identificando inclusive alguns grupos com realidades e direitos específicos”, explica ele. “Pelo princípio de igualdade, o Estado também tem de reconhecer as quebradeiras de coco e as formas de reprodução social desse grupo.”</p>
<p>Desde 2002, o Brasil é signatário da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), documento que dá sustentação a esse tipo de argumento ao determinar a necessidade de o Estado proteger o modo de vida de populações cujas condições sociais, culturais e econômicas as distingam de outros setores da coletividade nacional. Em dezembro de 2004, foi criada pelo governo federal a Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável das Comunidades Tradicionais, que, entre outras incumbências, deve sugerir critérios para a regulamentação das atividades de agroextrativismo próprias dessas populações específicas. As quebradeiras de coco são uma das 15 identidades étnicas com assento na comissão, juntamente com outras como, por exemplo, índios, quilombolas, ciganos e seringueiros.</p>
<p><strong>Lei só no papel</strong></p>
<p>Quando a estrada de terra não alaga (algo comum na época das chuvas, de dezembro a março), cerca de uma hora de ônibus separa a cidade de Imperatriz do pequeno povoado de Petrolina, localizado no mesmo município e onde vivem cerca de 230 famílias de agricultores. Imperatriz já aprovou a Lei do Babaçu Livre, mas Terezinha Cruz, presidente da Associação das Quebradeiras de Coco de Petrolina, é categórica em afirmar: a lei só existe no papel. Diariamente, ela e outras mulheres percorrem cerca de 4 quilômetros até o local onde normalmente trabalham. E, no caminho, passam por fazendas em que os donos não permitem a realização da atividade. “Quando pegávamos coco nas vizinhanças, dava para trazer em casa e quebrar aqui”, lembra ela. “Mas, agora, faça chuva ou faça sol, a gente tem de trabalhar lá no meio do mato.”</p>
<p>Situações ligadas à proibição do acesso já foram denunciadas ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), um dos órgãos responsáveis pela fiscalização da Lei do Babaçu Livre. E por conta disso, diz Terezinha Cruz, as mulheres da comunidade já sofreram ameaças. “Chegaram a dizer que, qualquer dia desses, ia amanhecer quebradeira com a boca cheia de formiga”, afirma ela. Essa é a realidade também em outras áreas de babaçu. Em outubro de 2005, o MIQCB publicou o estudo Guerra Ecológica nos Babaçuais, coordenado pelo antropólogo Alfredo Wagner Berno de Almeida. Entre outras informações, ele cataloga 12 situações recentes que colocam em risco a integridade física das quebradeiras de coco, incluindo ameaças de morte, surras e estupro.</p>
<p>Atualmente, a Fazenda Eldorado é a principal área onde trabalham as mulheres da Associação das Quebradeiras de Coco de Petrolina. Trata-se de uma propriedade da Ferro Gusa Carajás, siderúrgica criada a partir de parceria entre a Companhia Vale do Rio Doce e a norte-americana Nucor Corporation. Há aproximadamente oito anos, motivadas pelas crescentes dificuldades de acesso aos babaçuais, as quebradeiras procuraram os donos da fazenda e firmaram com eles um contrato de comodato que permite a coleta e a quebra do coco em uma área de 307 hectares da propriedade. A Fazenda Eldorado possui eucaliptos que são utilizados na produção de carvão vegetal, que abastece os fornos da siderúrgica.</p>
<p>O contrato estabelece restrições como, por exemplo, só permitir a entrada na área das quebradeiras de coco que pertencem à associação. Além disso, há previsão de multas caso ele não seja renovado anualmente. Mesmo após a aprovação da Lei do Babaçu Livre no município, ocorrida em 2003, o contrato continua em vigor, apesar de, em princípio, contrariar as disposições básicas dessa lei.</p>
<p>Segundo Silas Zen, gerente de exportação da Ferro Gusa Carajás, a empresa entende que a Lei do Babaçu Livre viola o direito de propriedade garantido pela Constituição. “Entretanto, sem entrar no mérito quanto à constitucionalidade dela, os babaçuais encontram-se em áreas gravadas junto ao IBAMA como Reserva Florestal Legal (porcentagem de cada propriedade destinada à preservação ambiental). Desse modo, a empresa está obrigada a garantir que não seja realizada qualquer exploração nestas áreas, salvo autorização do IBAMA”, diz ele. “O contrato preconiza um número limitado de pessoas para evitar a depredação e, conseqüentemente, garantir o uso continuo e sustentado da mesma pelos membros da comunidade.”</p>
<p><strong>Siderúrgicas x quebradeiras</strong></p>
<table style="width:217px;height:357px;" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403siderurgica.jpg" border="0" alt="" width="230" height="334" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">Uso do côco para a produção de carvão vegetal acirrou conflito de acesso ao babaçu</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em Petrolina, assim como em muitos outros locais, ocorreu uma intensificação nas disputas em torno do babaçu durante os últimos três anos, motivada pela consolidação de um novo interesse econômico na região: o uso do coco para a produção de carvão vegetal. “Isso foi a pior dificuldade que já enfrentamos”, afirma Terezinha Cruz. Diversas fazendas têm sido arrendadas para essa atividade, cujo mercado consumidor é formado por empresas de óleos vegetais, cerâmicas e, principalmente, pelas siderúrgicas ligadas ao Projeto Carajás.</p>
<p>Maior reserva de ferro do mundo, a serra dos Carajás, no sul do Pará, converteu-se, a partir da década de 1980, em palco de um dos mais ambiciosos projetos de mineração da história do Brasil. Segundo a Associação das Siderúrgicas de Carajás (Asica), que congrega as 15 usinas atuantes na região, o pólo gera cerca de 34 mil empregos diretos e indiretos, exportando o equivalente a US$ 800 milhões por ano.</p>
<p>Em setembro de 2005, no entanto, um relatório apresentado pelo Ibama mostrou que o franco crescimento da atividade tem sido sustentado pelo uso de carvão vegetal proveniente de desmatamentos ilegais. Com base em dados apresentados pelas próprias siderúrgicas, o Ibama identificou, entre 2000 e 2004, o consumo de 7,7 milhões de metros cúbicos de carvão ilegal e de 15,4 milhões de metros cúbicos de toras de madeira exploradas sem autorização. Tal situação gerou, no ano passado, mais de R$ 500 milhões em multas para as siderúrgicas. A Ilegalidade, segundo o Ibama, movimentou R$ 385 milhões.</p>
<p>Nesse contexto, a utilização do carvão feito a partir da queima do coco do babaçu ganhou força como alternativa para suprir o déficit energético do setor. Segundo Cynthia Martins, doutoranda em antropologia social pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e uma das pesquisadoras do estudo Guerra Ecológica nos Babaçuais, tal fato incentivou um refinamento nas técnicas para impedir o acesso ao babaçu – “situações como a instalação de cercas elétricas e a ação de vigias que disparam tiros para amedrontar as mulheres”, exemplifica. De forma geral, organizações extrativistas não são contrárias ao uso do coco pelas siderúrgicas, desde que o carvão seja originário somente da casca. No entanto, diversas entidades alertam para o crescimento da produção de carvão feito com o coco inteiro – prática que impede as quebradeiras de obterem a amêndoa, principal subproduto da economia familiar do babaçu.</p>
<p>Em toda a região dos babaçuais, não está claro quais são as usinas que estariam fazendo uso de carvão proveniente da queima do coco inteiro. A Companhia Siderúrgica do Maranhão (Cosima), por exemplo, é freqüentemente apontada por organizações agroextrativistas como uma delas. No entanto, a empresa afirma que sempre utilizou apenas carvão feito a partir da casca. “O carvão do coco inteiro tem alto teor de óleo e gera muito alcatrão, causando sérios transtornos ao processo produtivo”, explica Fernando Rangel, superintendente de energia da Cosima. “Essa é mais uma razão pela qual não nos interessa receber esse tipo de matéria-prima.”</p>
<p>Mesmo no que diz respeito à casca do coco, há queixas relacionadas ao surgimento de novas formas de exploração associadas à cadeia produtiva do carvão vegetal. “Identificamos situações em que uma pessoa chamada de ‘fornecedor’ contrata mulheres sem-terra para quebrar coco o dia inteiro, obrigando-as a vender a amêndoa por um preço muito baixo e a dar para ele toda a casca”, diz Cynthia. Não é um caso isolado de trabalho precário associado às atividades do pólo siderúrgico de Carajás, visto que as carvoarias que abastecem as usinas são freqüentemente apontadas como um dos principais focos de incidência de trabalho escravo e degradante do país.</p>
<p>A utilização do coco na produção de carvão vegetal também preocupa entidades ligadas ao meio ambiente. “Muitas vezes, quem queima o coco inteiro o colhe de forma indiscriminada: força a retirada antes do tempo de amadurecimento, cortando o cacho ou mesmo queimando a palmeira”, explica a gerente executiva do Ibama em Imperatriz, Adriana Soares de Carvalho. Para piorar, diz ela, as siderúrgicas não possuem capacidade de plantio e de reposição florestal que dê sustentação à cadeia produtiva. “A falta de planejamento faz com que esse tipo de coisa aconteça”, acrescenta. Além disso, Adriana afirma que a inexistência de um zoneamento ecológico-econômico adequado pode gerar conflitos entre as diversas atividades. “Eu não sei dizer hoje qual é a potencialidade que deve ser priorizada em várias das regiões do Maranhão, simplesmente porque o assunto não foi discutido.”</p>
<p><strong>Alternativas econômicas</strong></p>
<table style="height:287px;" border="0" width="157" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403amendoa.jpg" border="0" alt="" width="200" height="267" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">A venda da amêndoa do côco é a principal fonte de lucro para a economia familiar do babaçu</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A importância da amêndoa para a economia familiar não se restringe à venda direta, já que a maioria dos projetos de geração de renda direcionados às quebradeiras de coco também a utilizam. O óleo comestível e o sabonete feitos dela são dois dos principais produtos com os quais organizações extrativistas buscam melhorar os rendimentos das trabalhadoras, através da criação de sistemas de comercialização e produção em maior escala. Por exemplo, no extremo-norte do Tocantins, na região conhecida como Bico do Papagaio, 1 quilo de amêndoa é comprado por um preço entre R$ 0,50 e R$ 0,60, enquanto 1 litro de óleo de babaçu (que é obtido com 2 quilos de amêndoa) chega a ser vendido por R$ 5. Uma quebradeira de coco extrai, em média, 5 quilos de amêndoa por dia.</p>
<p>Segundo Emília Alves, no Bico do Papagaio vivem cerca de 2 mil quebradeiras de coco. Entre 1992 e 2004, conta ela que a Associação das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio (Asmubip) chegou a produzir óleo do babaçu em larga escala através de uma prensa adquirida pela entidade. A Asmubip comprava amêndoas de cerca de 700 trabalhadoras, por preços maiores do que o do mercado, mas dificuldades financeiras acabaram levando ao fim da iniciativa. “No último ano em que o projeto funcionou, o preço de compra foi de R$ 0,80 o quilo e, nessa época, o atravessador chegava a pagar R$ 0,75. Mas quando paramos, eles voltam para R$ 0,60 ou até R$ 0,50 o quilo.”</p>
<table style="width:217px;height:357px;" border="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20060403oleo.jpg" border="0" alt="" width="200" height="267" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="legenda">Em cooperativas e associações, produzir e comercializar óleo permite agregar valor ao produto</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com Emilia, seria necessário um investimento de R$ 30 mil para que a prensa voltasse a funcionar de forma auto-sustentada. A Asmubip, no entanto, enfrenta dificuldades para obter esse crédito. “Os governantes não acreditam que as mulheres são capazes”, diz ela. Historicamente, apenas 10% do crédito rural no Brasil é destinado a pessoas do sexo feminino.</p>
<p>Quase sempre, há uma grande quantidade de intermediários entre o trabalho das quebradeiras de coco e o consumidor final. Organizações como a Associação em Áreas de Assentamento no Estado do Maranhão (Assema) buscam mudar essa realidade através de sistemas cooperativistas de produção e comercialização de produtos do babaçu. A Assema, que congrega dezenas entidades de trabalhadores rurais e de quebradeiras de coco, vende produtos como carvão, sabonete e tortas provenientes de subprodutos da palmeira, inclusive exportando para os Estados Unidos e a Europa.</p>
<p>Além disso, organizações de quebradeiras de coco reivindicam atualmente o desenvolvimento de tecnologias apropriadas para a conversão das amêndoas do babaçu em biodiesel. O próprio governo destaca o amplo potencial produtivo da agricultura familiar no fornecimento de insumos para a produção do combustível, uma das principais apostas do Governo Federal visando a diversificação do modelo energético brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Papel higiênico]]></title>
<link>http://risadas.wordpress.com/?p=595</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:54:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Meerstempel Badist</dc:creator>
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<description><![CDATA[A mando de seu pai Joãozinho vai a mercearia comprar papel higiênico, chegando lá ele pergunta ao]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A mando de seu pai Joãozinho vai a mercearia comprar papel higiênico, chegando lá ele pergunta ao português:<br />
- O Sr. tem papel pra limpar o cú?<br />
O português todo constrangido, pois a mercearia estava cheia, o chama de canto:<br />
- Ô Joãzinho não é assim que se fala, você tem que pedir papel higiênico....<br />
Joãozinho todo educado lhe pede:<br />
-  Português me vê dois rolos de papel higiênico então.<br />
O português todo feliz por ver que o menino tinha aprendido a lição lhe pergunta:<br />
- É pra embrulhar?<br />
E Joãozinho:<br />
- Não, é pra limpar o cú!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Puig se compromete a reforzar el papel de la militancia en un proyecto político abierto a todos  “por encima de los personalismos”]]></title>
<link>http://socialistesmorella.wordpress.com/?p=901</link>
<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 16:48:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>socialistesmorella</dc:creator>
<guid>http://socialistesmorella.wordpress.com/?p=901</guid>
<description><![CDATA[
El precandidato socialista a la secretaria general del PSPV-PSOE, Joaquim Puig, ha reivindicado la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;"><a href="http://socialistesmorella.wordpress.com/files/2008/04/reunion-valencia-2.jpg"></a><a href="http://socialistesmorella.wordpress.com/files/2008/04/reunion-valencia-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-903" src="http://socialistesmorella.wordpress.com/files/2008/04/reunion-valencia-2.jpg?w=500" alt="" width="500" height="375" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">El precandidato socialista a la secretaria general del PSPV-PSOE, Joaquim Puig, ha reivindicado la necesidad de reforzar el papel de la militancia, en un proyecto político abierto en el que no caben los personalismos”. Puig ha realizado estas declaraciones en una reunión de trabajo que ha celebrado en Valencia a la que han asistido unas ochenta personas, entre las que había representantes de todas las comarcas, destacados alcaldes como José Manuel Orengo, de Gandía, José María Angel, de l’Eliana o Francesc Colomer, de Benicàssim, diputados autonómicos y estatales, entre otros. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><!--more--> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Puig ha distribuido un documento marco “totalmente abierto y al que iremos incorporando todas las aportaciones que sean necesarias, porque este proyecto es un proyecto de todos y sólo entre todos seremos capaces de acertar en el diagnóstico, marcar la estrategia y modernizar el partido con el que ganar la Generalitat en el 2010”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">En el <em>nuevo socialismo valenciano, </em>añadió Puig, “no sobra nadie y todos deben de tener un papel, los que tienen experiencia, jóvenes y todo aquél que tenga ganas de trabajar y que esté dispuesto a dar todo por ganar las próximas elecciones”. “La Historia de nuestro presente es nuestro pasado y hay que aprender de los aciertos y de los errores del pasado para conseguir el mejor futuro”. “El partido –añadió- no debe girar ni a la izquierda ni a la derecha, sino hacia la modernidad, hacia el futuro”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">En esta línea, el candidato socialista utilizó el símil del automovilismo para aseverar que “en estos momentos, tenemos un vehículo en un circuito dominado por el contrario y sin buenas condiciones para competir. </span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Por eso tenemos que empezar a trabajar a fondo para poner el coche a punto y, cuando llegue el momento, poner de piloto a la persona que esté en las mejores condiciones para pilotarlo”. Para ello, Puig insiste en la necesidad de empezar a trabajar desde abajo, “porque la militancia no puede servir simplemente para reunirse de forma puntual cada vez que hay unas elecciones generales. Tenemos que potenciar la principal baza que tiene el partido y que es su gente”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Por este motivo, se ha comprometido a duplicar el número de militantes antes del 2010. Otro de los aspectos que más destacó fue el papel que debe desempeñar el PSPV, “una federación muy fuerte y sólida que aporta un millón de votos al conjunto de España y que, por tanto, no se puede decir en ningún caso que sea un partido en decadencia”. Precisamente por ello, tanto Puig como algunos de los que intervinieron en el acto, insistieron en la necesidad de reivindicar esa fuerza en el conjunto del Estado, “pero desde la complicidad y la corresponsabilidad”, apuntó Puig. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Por otra parte, dejó claro que “no somos un partido que debamos renegar del pasado. Me siento orgulloso de ser socialista, porque el socialismo es una historia de éxitos, de avances para siempre y sólo con políticas progresistas podemos llegar a niveles de bienestar como los que se están dando en países como Suecia o Finlandia”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">Por último, insistió en que “estoy absolutamente convencido de que si todos trabajamos como toca y somos capaces de conectar de nuevo con los ciudadanos y ciudadanas, conseguiremos en el 2010 la mayoría progresista que necesita la Comunitat Valenciana.”.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[À fala com... Joaquim Esteves Saloio]]></title>
<link>http://capeiaarraiana.wordpress.com/?p=4006</link>
<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 12:15:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>jclages</dc:creator>
<guid>http://capeiaarraiana.wordpress.com/?p=4006</guid>
<description><![CDATA[O sabugalense Joaquim Esteves Saloio teve engenho e arte para concretizar uma difícil passagem de t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O sabugalense Joaquim Esteves Saloio teve engenho e arte para concretizar uma difícil passagem de testemunho enquanto presidente da Mesa da Assembleia Geral dos anteriores órgãos sociais da Casa do Concelho do Sabugal. Vamos conhecer um pouco melhor este carismático bancário-advogado.</strong></p>
<p><img src="http://capeiaarraiana.wordpress.com/files/2008/04/afc-joaquimsaloio01a.jpg" align='left' hspace='10' width='225' height='160' class="wp-image-4007" />Joaquim Esteves Saloio, é natural da Torre, no concelho do Sabugal. Nasceu no seio de uma família de agricultores e foi o quinto de seis filhos de Manuel José Saloio e Maria Domingas Martins Esteves.<br />
Frequentou a Escola Primária na Torre mas nesse tempo o exame da 4.ª classe era feito no Sabugal. A custo lá confessou que sabia muito bem a data, 1956, porque tinha ganho o prémio do melhor exame desse ano no concelho do Sabugal. Insistimos para que nos explicasse como tudo aconteceu apesar de nos ir dizendo que «talvez fosse melhor não pôr isso no artigo»:<br />
<em>– Era um tipo muito envergonhado na terceira classe. Houve uma altura em que a professora da classe feminina adoeceu e levavam as raparigas à tarde para a nossa sala. Invariavelmente tinha dores de barriga para me deixarem ir mais cedo para casa. O exame da quarta classe no Sabugal foi feito pelo director e pela professora Nina, que dava aulas na Colónia Agrícola de Martim-Rei. Trocavam muitos segredinhos e como pensei que eram namorados fui respondendo descontraidamente às perguntas. No final deram os parabéns à minha professora, a D. Isabel Baltasar, mulher de José Maria Baltasar, que foi presidente da Câmara Municipal do Sabugal antes do 25 de Abril.</em><br />
Nesse ano ingressou no Seminário Menor da Guarda (instalado no Fundão) onde estudou durante cinco anos. Mas logo nas primeiras férias do Natal quando chegou à aldeia o primo, António Esteves Morgado (que veio a ser presidente do município sabugalense), correu a dizer-lhe: <em>«Oh Quim! Tens que ir à escola porque a professora tem uma caixa com 36 livros e um diploma do melhor exame para te dar.»</em> E assim ficou registada a data para sempre.<br />
Joaquim Saloio frequentou o Seminário Maior na cidade da Guarda durante sete anos. Foi jogador-treinador da equipa dos seminaristas entre 1965 e 67 e recorda os renhidos desafios com o Colégio de São José, do Outeiro de São Miguel, do Reformatório do Mondego e com o Liceu da Guarda onde alinhava o célebre Cameira que chegou a ser internacional português.<br />
Concluiu o curso de Teologia com 23 anos e o padre Joaquim Teles Sampaio, da Amoreira, levou-o para Moçambique para a paróquia de Macuti, na Beira, onde foi responsável pelo canto coral, catequese e escutismo acumulando com as aulas de Moral na Escola Industrial e Comercial Freire de Andrade. <em>«Não fui ordenado padre porque ainda não tinha feito 24 anos. Eu teria requerido a dispensa da idade se o bispo me proporcionasse trabalhar em equipa com os padres Pereira de Matos e Bernardo José Guerra Ribeiro»,</em> esclareceu-nos a propósito.<br />
Passado um ano foi incorporado na tropa em Lourenço Marques, primeiro com a especialidade de secretariado e depois em Nampula, como alferes na chefia dos Serviços de Contabilidade e Administração. Aproveitou para dar aulas e ganhar algum dinheiro extra na Escola Industrial e Comercial Neutel de Abreu.<br />
<em>– Um dia entra pela repartição dentro um tipo a dizer que era da Guarda. «E eu também», respondi-lhe. «Sou do Sabugal», acrescentou então. «E eu também», repeti. Olhámos um para outro incrédulos. E foi lá longe em Moçambique que conheci o Morgado Carvalho do Soito. Foi uma festa.</em><br />
Em 1974, a seguir ao 25 de Abril, regressou ao continente e ao Sabugal.<br />
<em>– Concorri e entrei no BES (antigo Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa) tendo ficado colocado nos serviços centrais na sede. Passei pela secção de letras, pelo departamento Internacional e finalmente fui secretário do Conselho de Administração do BES durante cerca de 13 anos. Pertenci durante muitos anos à direcção do Grupo Desportivo do banco onde em colaboração com Nuno Espinal fundámos o BESCLORE (Grupo de Danças e Cantares do BES).</em><br />
Decidiu matricular-se na Universidade de Direito tendo-se licenciado em Direito em 1982.<br />
Em Outubro de 2000 ingressou nos corpos sociais do Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) como presidente do Conselho Geral e desde 2003 é presidente da Mesa Unificada da Assembleia e Conselho Geral.<br />
<em>– Uma dia, José Cunha, director do banco combinou comigo ir comer lebre com feijão branco a um restaurante na Baixa. Fiquei sentado ao lado do dono dos armazéns Capelo. E a propósito do Sabugal, o senhor Manuel Capelo diz-me que ainda era primo de uma tal Ti Domingas. Na Torre apenas duas mulheres tiveram esse nome e uma já tinha morrido <em>– Só pode ser a minha mãe –</em> disse-lhe concluindo que acabava de conhecer mais um primo.</em><br />
As <em>estórias</em> das férias de Verão de Joaquim Saloio enquanto andou no Seminário foram mais que muitas. Entre as publicáveis aqui ficam duas:<br />
– <em>Com os nossos 18 ou 19 anos eu e o meu primo, António Morgado, iamos até ao Ozendo e costumavamos visitar a Ti Isabel, mãe da Alexandrina Pereira. Nesse tempo as mulheres sentavam-se nas escaleiras das casas à fresca da tarde. Comentando o pagamento das <strong>patentas*</strong> uma das senhoras presentes virou-se para nós e disse </em>– Vocês os dois! Se algum vier casar ao Ozendo não paga de patenta menos de cinco contos de réis! –<em> ficámos, estupefactos, a olhar um para o outro mas rematámos «Não importa! Arranjamos melhor sem ter que pagar a patenta!» e fomos embora. </em>Aqui fica outra...<em> Uma vez na Capeia de Quadrazais, como andava no seminário, tive um lugar reservado só para mim na janela da casa da Olinda, filha da Ti Maria do Balhezinho. A meio da capeia apareceram duas raparigas na janela do lado. A dona da casa apresentou-nos e diz-me – Éh Quim! Atira-te a elas! São universitárias!</em><br />
E terminou com música: <em>«Na altura o Rádio Altitude era conhecido como o Rádio Moca. No top das músicas pedidas esteve durante muito tempo a Baby Baby Camback. Outras modas!»</em><br />
Fez-se sócio da Casa do Concelho do Sabugal por influência da então estudante Amélia Martins, de Rendo. <em>«Colaborei com a Casa no Conselho Fiscal e ultimamente como presidente da Mesa da Assembleia Geral onde passei uma das mais atribuladas fases da instituição. Felizmente que tudo está no bom caminho. Agora é preciso olhar para a frente.»</em><br />
Joaquim Esteves Saloio na primeira pessoa.</p>
<p><em>* A <strong>«Patenta»</strong> ou <strong>«Pagar o vinho»</strong> era uma moda que caiu em desuso nas terras raianas em que os forasteiros que quisessem namorar raparigas da aldeia eram obrigados a pagar uma borga para todos os solteiros. Só depois lhe era permitido circular e permanecer junto da casa da sua amada.</em><br />
<em><strong>jcl</strong></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[a cria olha a leoa]]></title>
<link>http://alexandriaxxi.wordpress.com/?p=114</link>
<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 10:38:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>subtil</dc:creator>
<guid>http://alexandriaxxi.wordpress.com/?p=114</guid>
<description><![CDATA[

serralves 06 
fotografia de luis duarte
um excelente fim-de-semana*
(saudades dos pic&#8217;nics ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://alexandriaxxi.wordpress.com/files/2008/04/joaquim_serralves_foto_by_luis-duarte.jpg" title="joaquim_serralves_foto_by_luis-duarte.jpg"></a></p>
<p><a href="http://alexandriaxxi.wordpress.com/files/2008/04/joaquim_serralves_foto_by_luis-duarte_final.jpg" title="joaquim_serralves_foto_by_luis-duarte_final.jpg"><img src="http://alexandriaxxi.wordpress.com/files/2008/04/joaquim_serralves_foto_by_luis-duarte_final.jpg" alt="joaquim_serralves_foto_by_luis-duarte_final.jpg" /></a></p>
<p>serralves 06 </p>
<p>fotografia de <a target="_blank" href="http://sais-de-prata.blogspot.com/">luis duarte</a></p>
<p>um excelente fim-de-semana*</p>
<p>(saudades dos pic'nics em serralves)</p>
<p>em baixo um presentinho: a maravilhosa cibelle</p>
<p><a target="_blank" href="http://rapidshare.com/files/13191866/Cibelle_-_The_Shine_Of_Dried_Electric_Leaves__2006_.rar">The Shine Of Dried Electric Leaves (2006)</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resumo da reunião de 25 de Março]]></title>
<link>http://netbairros.wordpress.com/2008/03/26/resumo-da-reuniao-de-25-de-marco/</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 19:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>netbairros</dc:creator>
<guid>http://netbairros.wordpress.com/2008/03/26/resumo-da-reuniao-de-25-de-marco/</guid>
<description><![CDATA[A reunião de hoje veio em seguimento das metas propostas pelo professor Rui Raposo e consequentemen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A reunião de hoje veio em seguimento das metas propostas pelo professor Rui Raposo e consequentemente com os pressupostos pré-definidos pelo grupo com a finalidade de atingir essas metas.</p>
<p>A primeira meta diz respeito à prototigem (em t) de um ramo do projecto. O grupo deliberou que existem dois ramos possíveis para a prototipagem, tendo em vista os pressupostos da reutilização e complexidade:<br />
- O primeiro ramo ponderado é o do perfil do utilizador com integração do api do google maps, respectiva ligação à Base de Dados e possível interacção. Esta possibilidade tem como vantagens associadas o facto de ser um dos ramos mais complexos da aplicação a desenvolver, no entanto apresenta um cariz pouco reutilizável.<br />
- O segundo ramo ponderado foi a da área de conteúdos, com integração do api do google maps e ligação à Base de Dados, visto também apresentar uma grande complexidade e ser conferido de um grande potencial de reutilização, visto que as 4 áreas de conteúdos que compõem o projecto apresentam características muito semelhantes.<br />
Após discussão com as docentes orientadoras, concluímos que a melhor opção seria a prototipagem em T do ramo da área de conteúdos, mais especificamente dos eventos.Neste sentido foi já apresentada uma proposta de interface para esta área de conteúdos. Na reunião foram feitas as devidas alterações, com base nas opiniões dadas pelas docentes e preferências do grupo.</p>
<p>O desenho da Base de Dados foi outra das metas a realizar até Sexta-feira desta semana. Foi realizado na aula um esquiço do desenho da base de dados que foi mais tarde apresentado e discutido com as orientadoras. Foram feitas algumas alterações com base na revisão. O grupo começou, após a correcção do esboço, a realizar o desenho em formato digital. Foram igualmente discutidos alguns aspectos relacionados com o servidor e com as tecnologias a adoptar, visando o envio do e-mail com as especificidades técnicas finais.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manuel e Joaquim construções]]></title>
<link>http://pontodvista.wordpress.com/?p=92</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:15:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>loscarrj</dc:creator>
<guid>http://pontodvista.wordpress.com/?p=92</guid>
<description><![CDATA[A foto abaixo foi tirada de alguma construção em algum lugar dos nossos colonizadores portugueses.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A foto abaixo foi tirada de alguma construção em algum lugar dos nossos colonizadores portugueses. Comprova que eles estão sempre um passo a frente!</p>
<p><a href="http://pontodvista.wordpress.com/files/2008/03/escada-1.jpg" title="escada-1.jpg"></p>
<div style="text-align:center;"><img width="369" src="http://pontodvista.wordpress.com/files/2008/03/escada-1.jpg" alt="escada-1.jpg" height="399" style="width:373px;height:336px;" /></div>
<p></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Piadinha]]></title>
<link>http://okuluz.wordpress.com/2008/02/01/piadinha-5/</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 01:38:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>okuluz</dc:creator>
<guid>http://okuluz.wordpress.com/2008/02/01/piadinha-5/</guid>
<description><![CDATA[Uma mulher viaja por dois dias para visitar uma amiga doente. Quando ela volta ao apartamento, o seu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mulher viaja por dois dias para visitar uma amiga doente. Quando ela volta ao apartamento, o seu filhinho a abraça dizendo:<br>- Mamãe, mamãe, adivinha o que aconteceu? Ontem, enquanto eu estava brincando dentro do seu armário, o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, e o papai pulou em cima dela e...<br>A mãe pega a mão do filhinho e diz<br>- Não diga mais nada. Vamos esperar seu pai voltar e você vai repetir isso, da mesma maneira que você me contou.<br>O pai volta do trabalho e a mulher lhe joga na cara:<br>- Vou embora. Vou fazer as malas e vou embora.<br>- Mas por quê???<br>A mãe, volta-se para o filhinho e diz:<br>- Fala, filho. Conta pra ele o que você me contou.<br>E o garotinho:<br>- Ontem, enquanto eu estava brincando dentro do seu armário, o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa, deitaram na cama, e o papai pulou em cima dela e eles fizeram igualzinho ao que você e o tio Manoel fizeram quando o papai viajou no mês passado</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["sem título"]]></title>
<link>http://ocodigo.wordpress.com/2008/01/20/sem-titulo/</link>
<pubDate>Sun, 20 Jan 2008 00:42:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thyago Charme</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sentada no degrau em frente ao açougue, estava Nonela. Triste e com os olhos chorosos, pedia moedas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Sentada no degrau em frente ao açougue, estava Nonela. Triste e com os olhos chorosos, pedia moedas a cada cliente que deixava o estabelecimento após as compras. A cena repetia-se todos os dias, durante meses. P</span><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">or longos anos sua atividade foi esta.<span>  </span>Nunca passou em sua cabeça pedir algo de comer, de agasalhar. Sempre moedas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Joaquim comprava sua refeição todos os dias naquele açougue. E durante anos deixava os trocados, que lhe sobravam das compras, na mão negra e suja de Nonela que permanecia por horas estendida aguardando um pouco de gratidão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Em um desses costumeiros dias em que Joaquim foi ao açougue e deixou os trocados na mão de Nonela, perguntou-se sobre aquilo ser algum tipo de recompensa. Se fosse, referia-se a quê? Não havia nada que Nonela fizesse para merecer tais moedas.<span>  </span>O simples fato de estar ali, sem condições de se sustentar, não lhe dava o direito de receber caridades. Mas não dependia de caridade. Nonela era bonita, robusta, aparentava ter uns 30 anos apesar de já completar 43. Havia coisas que seu corpo e sua mente poderiam fazer para merecer a pequena contribuição. E isso Joaquim estivera a suspeitar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Joaquim morava a quatro quadras do açougue.<span>  </span>Caminhava de sua casa até lá todos os dias. E do açougue tomava o trem até seu trabalho. A maratona bem lhe servia, visto que seus 44 anos lhe agradeciam. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">A quarta-feira nublada não impediu a figura chorosa de estar no degrau de costume para mendigar. E lá estava Joaquim, selecionando o melhor pedaço da carne para os bifes do almoço. Paga ao caixa a quantia de R$6,00 com uma de suas notas de R$10. O troco estava certo que iria parar nas mãos de Nonela. Joaquim fez um comentário qualquer com o açougueiro, que lhe questionou sobre algumas moedas deixadas nos degraus da calçada. O homem, sem entender muito, disparou um insulto de indignação pelo que acabara de ouvir. Deu de ombros e foi tirar satisfação com a pobre coitada Nonela a fim de conhecê-la melhor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Próximo à pedinte pediu para sentar-se ao lado dela. Nonela, de forma indialogável, emudeceu a solicitação. No entanto, Joaquim mantém seu propósito e inicia uma série de perguntas, na sua maioria, sem obter respostas, a não ser a que respondia com gestos e olhares. Do balcão do açougue podia-se ver a imagem no degrau. O açougueiro presenciava um diálogo um tanto estranho. Observava Joaquim gesticulando com os braços, boca, mas não conseguia enxergar nada nem ninguém além daquilo. Talvez este alguém estivesse afastado, longe do seu campo de visão. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span>            </span>Joaquim tivera a noite mais confusa da sua vida. As palavras e frases ditas por Nonela o deixaram perdido em seu próprio sono. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span>            </span>Nonela perdeu o filho de quatro anos e o marido quando um terrível incêndio pôs fim a sua casa. As figuras mais importantes da vida dela haviam se tornado cinzas. Desde aquele dia, Nonela esteve perturbada, na busca por respostas. Alienada em um mundo que lhe foi ainda mais cruel. A justiça lhe daria a casa, os móveis, e tudo o que era concreto. Mas, obviamente, não lhe devolveria a família. Seu mundo tornara-se escuro e sombrio. Essa história ela relatou a Joaquim, que ficou atordoado prometendo dar uma nova vida a ela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span>            </span>No dia seguinte, guiado pelo mesmo trajeto, Joaquim tem seu pensamento voltado a Nonela. Pensava sobre um projeto de vida que prometeria a ela. A cada metro percorrido, a tensão aumentava. Seu coração acelerado não via o momento de estar em frente à solitária Nonela. Os olhos deste homem avistavam o açougue e, portanto, os degraus. Os mesmos degraus em que Nonela permanecia horas e horas durante anos, mendigando centavos. O que Joaquim menos esperava era não encontrá-la, visto que era de costume aquela imagem aos seus olhos. Aquele foi o primeiro dia em que a triste Nonela não fora vista sentada no concreto degraudeado. E Joaquim, com muitas dúvidas em sua confusa mente, adentrou no açougue e, rapidamente, perguntou sobre Nonela. Sobre a mulher negra e triste que sempre estivera ali. Queria saber o seu paradeiro. A resposta do açougueiro soou estranha aos ouvidos dele: <i>“Não me lembro de nenhuma mulher sentada em frente ao meu estabelecimento. Aliás, ontem percebi que falavas com alguém, talvez fosse esta mesma pessoa, mas confesso que nunca a vi antes”. </i></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span>            </span>Joaquim era um poço de dúvidas e, partiu dali para o seu trabalho sem mesmo ter feito as compras de sempre. Completamente perdido e, com mais perguntas que antes tivera, inconformado com o que ele julgava ter sido um misterioso desaparecimento. Queria entender o porquê durante tantos anos ela agia desta forma. Para ele, o incêndio e a perda da família foram, sem sombra de dúvidas, as principais causas do trauma. Mas o que ele não compreendia era porque Nonela sumiria assim, da noite para o dia, mesmo ele prometendo ajudá-la.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span>            </span>Era comum o trem estar lotado. As pessoas espremidas e mal podiam respirar. Alguns vagões eram mais lotados que outros. Para os cidadãos trabalhadores que tomavam o transporte diariamente, pegar um vagão com espaços e lugares livres, era sinal de um dia de sorte.<span>  </span>Depois de começar um dia medonho, nada melhor a Joaquim do que um lugarzinho para sentar e um ar para respirar, sem pessoas amontoando-se umas em cima das outras. Se isso era motivo de começar bem o dia, então Joaquim estava em seu dia de sorte.<span>  </span>Mas se dependesse de tudo que viera lhe acontecendo, nem mesmo um vagão vazio iria deixá-lo menos preocupado. Apoiou-se em um corrimão de teto e, sem perceber que era o único ser humano daquele vagão que estava de pé, avistou uma linda mulher. Negra, com um fino rosto que disfarçava o olhar triste, coberta por uma linda roupagem, levantava-se para deixar o coletivo. Se Joaquim não tivesse estado um largo tempo conversando com Nonela, fixando seu olhar no dela, não teria tanta certeza de estar enxergando a mesma mulher que, por dias, a via pedindo trocados para seu sustento, e que sofrera tanto com a morte do filho e do marido lhe causando esse trauma. Naquele mesmo instante, muitas imagens, perguntas e respostas embaralhavam-se em sua mente. Como uma espécie de reflexo de pensamento acordava e o trem tornava a andar. Pela janela, do lado fora, ele percebera a linda mulher despedir-se com um olhar rápido para Joaquim que, ensandecido, se desespera para descer naquela estação. Não alcançou seu objetivo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span>            </span>Mais uma noite de insônia e de pensamentos repletos de ambigüidades. Joaquim não cisma em outra coisa a não ser em Nonela e na mulher que vira no trem.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';"><span>            </span>Um novo dia nasce. E Joaquim percebe o insuportável despertador avisar que está na hora de partir. Ele percebe o quão inútil foi o mecanismo do relógio pelo fato de ter permanecido acordado noite adentro. Levanta-se e parte para o seu caminho, na esperança de encontrar Nonela, no mesmo lugar em que estivera ausente o dia anterior, mas que, mais uma vez, lhe abate a visão de que ela não está lá, sentada e esmolando. Não vê outra saída a não ser contar a alguém tudo o que lhe ocorrera com a finalidade de saber e entender sobre o paradeiro desta, que lhe trouxe um mar de confusões para sua cabeça. Chega ao açougue faz ao açougueiro a mesma pergunta do dia anterior o qual lhe dá a mesma resposta. Joaquim, então, resolve lhe contar tudo o que lhe acontecera nos últimos dias e, espantosamente, ouve o seguinte relato:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><i><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">“Talvez o que eu vá lhe contar agora, lhe deixe tão espantado quanto como eu fiquei ao ouvir toda sua história. Mas é tudo o que sei: Há quatro anos, um terrível incêndio abalou esta cidade. Uma família composta de três pessoas, aparentemente felizes, teve sua casa completamente tomada pelas chamas. A mulher, desesperada, gritava e chorava do lado de fora da casa. Seu filho e seu marido estavam lá dentro. Não puderam escapar e morreram carbonizados. Durante dias ela permaneceu vagando nas ruas, solitária e triste. Não dirigia a palavra a ninguém. Muitas vezes sentava nos degraus aqui em frente e chorava quase que um dia inteiro. Os órgãos públicos lhe deram uma nova casa, uma nova mobília, mas, infelizmente, não poderiam trazer seus entes de volta. Algumas semanas depois, nestes mesmos degraus, a mulher não suportou a pressão que a vida lhe dera e atirou contra seu próprio peito. Houve tentativa de resgate pelos médicos, mas o destino a levou. Ou pior, o desespero. O que mais me espanta nisso tudo é o nome dela. Virginia Nonela Ndour.” </span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Joaquim voltou pra casa, na esperança de dormir tranqüilamente. Momentos antes de seu relógio despertar, uma cena surge em seu sonho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><i><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">“Sentada no degrau em frente ao açougue, estava Nonela. Triste e com os olhos chorosos, pedia moedas a cada cliente que deixava o estabelecimento após as compras. A cena repetia-se todos os dias, durante meses. Por longos anos sua atividade foi esta. Nunca passou em sua cabeça pedir algo de comer, de agasalhar. Sempre moedas.” </span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Este foi o último sonho que ele teve antes de acordar e ver seu quarto tomado pelas chamas e de ouvir gritos desesperadores de seu filho vindos do quarto ao lado e, supostamente, de sua mulher, vindos do lado de fora da casa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Arial','sans-serif';">Na página de obituários do jornal do dia seguinte, a despedida a Joaquim Abelardo Ndour e a João Otávio Ndour, pai e filho vítimas de um incêndio, aparentemente, acidental. A esposa e mãe Virgínia Nonela Ndour sobreviveu a este trágico episódio.</span></p>
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<title><![CDATA[VIAGENS CHAVEZ E CASTRO]]></title>
<link>http://osexoeacidade.wordpress.com/2007/11/18/viagens-chavez-e-castro/</link>
<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 22:29:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>o sexo e a cidade</dc:creator>
<guid>http://osexoeacidade.wordpress.com/2007/11/18/viagens-chavez-e-castro/</guid>
<description><![CDATA[Latina América -Viagens que vão dar que falar: 
Visita de Hugo Chavez a Lisboa - Portugal
Estadias]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><font color="#00ff00"><em>Latina América -Viagens que vão dar que falar: </em></font></strong></p>
<p align="center">Visita de Hugo Chavez a Lisboa - Portugal</p>
<p align="center">Estadias de Chave<em>z</em> e Castro em Santos - Brasil</p>
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