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	<title>literatura-juvenil &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/literatura-juvenil/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "literatura-juvenil"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 20:49:24 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Aluno lê 1,7 livro ao ano por vontade própria]]></title>
<link>http://literaturaecultura.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 15:55:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye19</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pesquisa inédita mostra que outros 5,5 exemplares lidos são didáticos
Os estudantes brasileiros l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:12pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#292929;">Pesquisa inédita mostra que outros 5,5 exemplares lidos são didáticos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Os estudantes brasileiros lêem 7,2 livros por ano, mas 5,5 deles são didáticos ou indicados pela escola. Apenas 1,7 livro é lido por vontade e escolha própria. Esses são alguns dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura que o Instituto Pró-Livro divulga hoje em Brasília, obtidos com exclusividade pelo Estado. Foi a primeira vez que os hábitos de leitura dos alunos de todas as idades foram analisados no País.</span></p>
<p>O resultado condiz com o mau desempenho dos alunos brasileiros em leitura em avaliações internacionais, como o Pisa. No último exame, feito em 2006, mais de 50% ficaram nos mais baixos níveis de compreensão e interpretação de textos.</p>
<p>A quantidade de livros aumenta conforme a classe social, a escolaridade e a região onde vivem. Entre os que ganham mais de 10 salários mínimos, por exemplo, são 5,3 livros por ano, sem contar os didáticos. O índice é próximo dos registrados em outros países, como Espanha (5 livros por ano) ou Argentina (5,8). Na França, são mais de 7. Já na Região Norte do Brasil, praticamente só se lê o que a escola pede.</p>
<p>Especialistas são unânimes em salientar a importância do livro didático para incentivar a leitura entre estudantes. Mas acreditam que menos de dois livros por ano é uma média baixa. Mesmo com essa média baixa, os estudantes ainda lêem mais do que a população em geral, cujos dados serão divulgados hoje.</p>
<p>"Um bom trecho literário num livro didático leva o aluno a procurar o livro todo, a buscar o autor", diz a educadora e especialista em leitura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Maria Antonieta Cunha.</p>
<p>Para o coordenador da pesquisa, Galeno Amorim, isso mostra a importância dos programas de distribuição de livros didáticos do governo, que existem desde os anos 90. O Ministério da Educação compra exemplares - didáticos e de literatura, para as bibliotecas - para todas as escolas do País.</p>
<p>Apesar disso, 46% dos estudantes do País dizem não freqüentar bibliotecas. "Muitas vezes as escolas têm os acervos enviados pelo governo, mas não montam a biblioteca por falta de funcionário, de espaço. Existe também essa dificuldade de acesso físico ao livro", completa a pesquisadora do Instituto Fernand Braudel, Patrícia Guedes, que coordena um programa que estimula a leitura nas escolas públicas.</p>
<p>Ela conta que, muitas vezes, o estudante afirma não gostar de ler "porque não teve alguém que despertasse essa paixão nele". "Não há políticas públicas nesse sentido, só práticas isoladas de alguns professores", afirma. Na pesquisa, 17% afirmaram não gostar de ler.</p>
<p>TV, música, sair com amigos e descansar são itens que vêm antes da leitura na preferência dos estudantes para ocupar o tempo livre. "Eles não percebem que o livro, assim como a TV e o cinema, também relaxa. A leitura é vista como uma obrigação", diz Maria Antonieta.</p>
<p>As gêmeas Camila e Bianca Silva de Moura, de 9 anos, são exemplos de que há exceções. "Ler é muito mais legal do que ver TV, do que mexer no computador", diz Bianca, que contabiliza "uns 50 livros" lidos desde que foi alfabetizada.</p>
<p>As duas moram no Itaim Paulista, estudam em escola pública e seus pais nem sequer terminaram o ensino médio. A mãe, Laura, sempre incentivou a leitura, trocando livros com os vizinhos e emprestando exemplares da escola. Nesse ponto, a família Silva entra nas estatísticas: 62% dos estudantes dizem que a mãe é uma das pessoas que mais os influenciam a ler.</p>
<p>"O último livro que li foi na 5ª série", diz o estudante do ensino médio Leonardo Matsumura, de 16 anos. Ele conta que, quando os professores solicitam a leitura de um livro, ele procura resumos na internet. Na pesquisa, 8% dos estudantes dizem ler com freqüência na internet.</p>
<p>O Instituto Pró-Livro é uma entidade fundada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros). "Os índices vêm melhorando, mas ainda são insuficientes", diz o presidente da Abrelivros e do instituto, Jorge Yunes.</p>
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<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Veja os posts anteriores:</span></p>
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<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"><a title="Link Permanente para Machado, Rosa e o Brasil" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/05/20/machado-rosa-e-o-brasil/"><span style="color:#265e15;">Machado, Rosa e o Brasil</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#707070;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;"><a title="Link Permanente para Exposição dedicada a Gilberto Freyre em SP segue até o dia 18 de maio" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/05/12/exposicao-dedicada-a-gilberto-freyre-em-sp-segue-ate-o-dia-18-de-maio/"><span style="color:#265e15;">Exposição dedicada a Gilberto Freyre em SP segue até o dia 18 de maio</span></a></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;"><a title="Link Permanente para Manifesto surrealista de André Breton vai a leilão em Paris" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/05/07/manifesto-surrealista-de-andre-breton-vai-a-leilao-em-paris/"><span style="color:#265e15;">Manifesto surrealista de André Breton vai a leilão em Paris</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;"><a title="Link Permanente para Um pouco mais de Chico. Budapeste" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/04/16/um-pouco-mais-de-chico-budapeste/"><span style="color:#265e15;">Um pouco mais de Chico. Budapeste</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;"><a title="Link Permanente para Biblioteca Virtual" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/04/08/biblioteca-virtual/"><span style="color:#265e15;">Biblioteca Virtual</span></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De lectura y literatura juvenil]]></title>
<link>http://darabuc.wordpress.com/?p=387</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 04:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>darabuc</dc:creator>
<guid>http://darabuc.wordpress.com/?p=387</guid>
<description><![CDATA[Elisa habla de varias cuestiones de literatura y lectura juvenil en este post: un decálogo de la AE]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Elisa habla de varias cuestiones de literatura y lectura juvenil <a href="http://actimoliner.wordpress.com/2008/05/18/de-lectura-escritura-y-literatura-juvenil/" target="_blank">en este post</a>: un decálogo de la AELE, dos novedades editoriales (<em>Los secretos del inmortal Nicolás Flamel</em> y <em>Muerte de tinta</em>) y el tercer número de la revista digital <em>El templo de las mil puertas</em>.</p>
<p>Al hilo del decálogo, Elisa constata esto: «También me ha gustado que tengan secciones para adolescentes, ya que la mayoría de las páginas de literatura infantil y juvenil dedican más atención a lo infantil que a lo juvenil». Yo no puedo alegar nada en mi defensa: he llegado a quitar la mención de «juvenil» del título del blog porque, en la práctica, hablaba más de infantil y de ilustración, y no estoy seguro de que los títulos deban reflejar aspiraciones (al menos, cuando falta aún mucho por recorrer). Otros espacios sí dedican mucha atención a la juvenil: el <a href="http://lij-jg.blogspot.com/" target="_blank">blog de Jorge Gómez</a> o <a href="http://librosjuveniles.blogspot.com/" target="_blank">Libros juveniles</a>, por ejemplo.</p>
<p>No por eso quito la aspiración. Pero la literatura juvenil es tan compleja como la adolescencia y yo me encuentro, personalmente, con varias paradojas que hacen que por ahora tenga la sección a medio gas. Algunas se leen en una próxima nota, dedicada a José María Latorre. Otras tienen que ver con lo poco que me gustan determinados superventas de juvenil (no importa cuáles). Y otras, por último, y quizá las más esenciales: que no he resuelto cómo escribir para esa edad tan hermosa en unas cosas, tan dura en otras.</p>
<p>Tal vez sea esta una nota demasiado personal; pero creo que el crítico (ya sea profesional, aficionado, lector de su casa o su familia, da igual: el que habla sin renunciar a su capacidad crítica) debe reconocer sus limitaciones con más frecuencia de lo que suele hacerse. Abundaré sobre eso en la nota de Latorre.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Momo, de Michael Ende]]></title>
<link>http://nynaevesedai.wordpress.com/?p=47</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 09:15:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nynaeve</dc:creator>
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<description><![CDATA[En el post original de La Bombilla, tengo puesto un artículo sobre este libro, en esta entrada, qui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">En el post original de <a title="Post de La Bombilla" href="http://lacomunidad.elpais.com/la-bombilla/2007/7/10/momo-michael-ende" target="_blank">La Bombilla</a>, tengo puesto un artículo sobre este libro, en esta entrada, quiero explicar porqué es uno de mis libros favoritos.</p>
<p><img src="http://www.rafacaballero.es/imposibles/wp-content/uploads/momo1.jpg" alt="" /></p>
<p>Momo, es a mi juicio uno de los mejores libros escritos para la literatura infantil/juvenil. Recuerdo haberlo leido de un tirón y lo he leido bastantes veces.</p>
<p style="text-align:justify;">La crítica sobre la vida de hoy, que hace que vayamos corriendo a todos lados y no sepamos disfrutar de la vida, también me ha marcado en mi forma de ser. No digo que a veces, los hombres grises no me hayan visitado, pero afortunadamente, hay una niña y la tortuga que la acompaña, que velan porque no me pase de ralla. Nos viene a decir que nuestro tiempo es una riqueza y si dejas que la proporción del tiempo que gastamos en "obligaciones" frente al que gastamos en vivir, sea demasiado alta, nos perdemos a nosotros mismos. Por todo ello recomiendo este libro a cualquiera que tenga más de doce años. Si eres un niño, te encantará, y disfrutarás de la aventura de Momo, si eres un adulto, te encantará, porque además de disfrutar de una prosa muy bien escrita, verás reflejada la sociedad de hoy y quizá consiga que atiendas más a los detalles, pequeños pero ricos de nuestra existencia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El diario azul de Carlota]]></title>
<link>http://veves.wordpress.com/?p=46</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 10:40:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nieves</dc:creator>
<guid>http://veves.wordpress.com/?p=46</guid>
<description><![CDATA[
Título: El diario azul de Carlota
Autora: Gemma Lienas
Editorial: Círculo de Lectores 2007
Carlot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veves.files.wordpress.com/2008/05/diario-azul.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47" src="http://veves.wordpress.com/files/2008/05/diario-azul.jpg?w=82" alt="" width="82" height="123" /></a></p>
<p>Título: El diario azul de Carlota</p>
<p>Autora: <a href="http://www.clubcultura.com/clubliteratura/clubescritores/lienas/index.html">Gemma Lienas</a></p>
<p>Editorial: Círculo de Lectores 2007</p>
<p>Carlota decide hacer un trabajo sobre la violencia, escribe en su diario todo lo que va aprendiendo y decubriendo sobre todo tipo de violencia: de género, escolar, acoso, etc.</p>
<p> Este breve comentario intentará recoger las  aportaciones de los miembros de este club de lectura sobre el libro de Gemma Lienas.</p>
<p>Nieves comentaba que es un libro con una intencionalidad clara y es la de reflejar un hecho de mucha actualidad y resonancia social,  como es el de la violencia en sus diferentes manifestaciones, es una obra "de encargo" a la autora por parte de la editorial.</p>
<p>Araceli comentaba que habia echado de menos durante  su lectura la parte más narrativa, le falta trama y le sobran datos, estadísticas, hay una sobreabundancia de información muy diversificada, hubiera sido más impactante si se hubiera centrado en un tipo de vilencia concreta.</p>
<p>A Laura tenemos que agradecerle que nos hubiera recomendado este libro que los mayores no conocíamos. Ella lo había leído y le habia gustado mucho, se queda con la historia de amistad entre Mireia y Carlota, que a pesar de los problemas, continúa hasta el final.</p>
<p>Blanca considera que en la obra se plantean los personajes masculinos de una forma excesivamente estereotipada y que,  no se corresponden con la  vida cotidiana, lo mismo que los tests ( sus alumnos piensan igual). Ha destacado, junto con Araceli, la relación entre Carlota y el amigo internauta homisexual. como una situación que puede ocurrir en la realidad, lo importante que es contar con el apoyoo de alguién que te ayuda a mantener la fortaleza ante una situación difícil.</p>
<p>La lectura del libro nos ha llevado a reflexionar y a debatir después sobre cómo es posible que en esta sociedad nuestra con tanta sobreinformación, sim embargo sigan ocurriendo estos hechos todos los días. La respuesta creemos que va más allá de las relaciones que se establezcan entre hombres y mujeres _ que son muy importantes- sino como valoramos a las personas con independencia de su condición sexual, social, física, etc. por el hecho de ser personas. Es muy imprtante cuidar a la gente que tenemos a nuestro alrededor y cuidar  sobre todo la amistad .</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guanyador del Premi Protagonista Jove (13 - 14 anys)]]></title>
<link>http://queemllegeixo.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 19:18:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>queemllegeixo</dc:creator>
<guid>http://queemllegeixo.wordpress.com/?p=29</guid>
<description><![CDATA[HIGGINS, F. E. El llibre negre dels secrets. Barcelona: Cruïlla, 2007. (A partir d&#8217;12 anys ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>HIGGINS, F. E. <em>El llibre negre dels secrets. </em>Barcelona: Cruïlla, 2007. (A partir d'12 anys aprox.)</p>
<p><img src="http://www.cavallfort.net/docroot/cavallfort/triairemena/includes/fitxers/entrada7892/foto321/llibre_03_P.png" alt="" width="90" height="141" /></p>
<p>M'agradat molt.</p>
<p>És un llibre molt original i diferent. I és que mira que treballar de "guarda-secrets"!! ....</p>
<p>És una novel·la de fantasia, però no massa.</p>
<p>Martí J.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La princesa manca de Gustavo Martín Garzo]]></title>
<link>http://veves.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 17:09:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>agguel</dc:creator>
<guid>http://veves.wordpress.com/?p=41</guid>
<description><![CDATA[
Título: La princesa manca
Autor: Gustavo Martín Garzo
Editorial Ave del Paraíso. 1996
Un conjunt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://veves.files.wordpress.com/2008/05/princesa1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-43" src="http://veves.wordpress.com/files/2008/05/princesa1.jpg?w=67" alt="" width="67" height="100" /></a></em></p>
<p>Título: La princesa manca</p>
<p>Autor: <a href="http://www.clubcultura.com/clubliteratura/clubescritores/garzo/index.htm">Gustavo Martín Garzo</a></p>
<p>Editorial Ave del Paraíso. 1996</p>
<p>Un conjunto de relatos con un hilo conductor, un cuento de hadas a la usanza ; así comienza: "Hace muchos años, en el corazón de un remoto bosque, vivió un muchacho bondadoso. Se llamaba Esteban y era leñador......"</p>
<p>Es la historia de un chico generoso, que conoce la amistad y el amor.</p>
<p> </p>
<p>Miguel León nos escribe lo que se comento en la reunión del Club de lectura:</p>
<p> </p>
<p>Sentaros junto al fuego y mientras oigáis el crepitar de la madera ardiendo, hundiros en esta deliciosa aventura, en este delicioso cuento de hadas que os cogerá por sorpresa, para no soltaros hasta terminar.</p>
<p>    Bueno, ¿qué queréis que os diga?, no soy adicto a los <a href="http://www.terra.es/personal/galeia/cuentos.htm">cuentos de hadas</a> fantásticos hasta el punto de creer que pueda aparecer una mano blanca que actúa con vida propia, soy aficionado a la fantasía desenfrenada, pero razonada. Por eso, puede que a muchos la historia os parezca chocante, al ver como una mano sale por ahí dando saltos y chupando la sangre de un mozo que la ha encontrado en una caja. En una caja, en una caja donde había una mano, ¡Jolin!</p>
<p>    Pero, de todas formas, se ha de aceptar que leer este libro es como comer un dulce: suave, empalagoso, con un sabor final que se queda en la memoria y, que, a día de hoy, no se me olvida, y no se os olvidará.</p>
<p>    Dentro de todo ello, dentro de esa extraña historia de una mano y un mozo viviendo en el bosque, se ve el amor, un amor extraño y multifacético dentro de las <a href="http://www.darklyrics.com/lyrics/lujuria/cuentosparamayores.html">mil y una historias </a>que hay dentro del libro (o no tantas) que se van superponiendo una después de la otra hasta tal punto que te pierdes sin remedio y  tienes que releer páginas  para saber bien quién es el que está contando la historia y dentro de qué historia.</p>
<p>    En definitiva, la historia es una delicia pasajera que deja un buen sabor de boca, que nos cuenta la historia de un muchacho bondadoso, que cree en la amistad y en el amor, que vive en pleno corazón del bosque y que ama cada centímetro cuadrado de éste. Un muchacho que llegará hasta horizontes increíbles, lleno de castillos y vivencias fantásticas y... <a href="http://es.youtube.com/watch?v=hgG2nFZU4DQ">siempre en busca de una mano.</a></p>
<p>    Los que aquí leemos, los miembros de "Yo leo... y ¿Tú?" hemos llegado a una conclusión común: "A todo el mundo le gusta <a href="http://www.terra.es/personal/kokopaco/">escuchar un cuento</a>"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El niño del pijama a rayas de John Boyne]]></title>
<link>http://veves.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 16:49:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nieves</dc:creator>
<guid>http://veves.wordpress.com/?p=39</guid>
<description><![CDATA[ 
Título: El niño del pijama a rayas
Autor: John Boyne
Editorial Salamandra . 2007
 Bruno es un ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://veves.files.wordpress.com/2008/05/nino-con-pijama3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-40" src="http://veves.wordpress.com/files/2008/05/nino-con-pijama3.jpg?w=64" alt="" width="64" height="103" /></a> </p>
<p>Título: El niño del pijama a rayas</p>
<p>Autor: <a href="http://www.lecturalia.com/autor/1569/john-boyne">John Boyne</a></p>
<p>Editorial Salamandra . 2007</p>
<p> Bruno es un niño de nueve años que intenta comprender lo que sucede a su alrededor, el autor no quiere que leamos un resumen, por eso no vamos a desvelar de qué trata, sólo la mirada inocente de un niño puede hacernos recordar episodios históricos que a veces nos gustaría borrar.</p>
<p> </p>
<p>Es un libro que no nos deja indiferentes, hace que queramos que nuestros amigos, conocidos, alumnos, compañeros, etc. lo lean.</p>
<p>Marta es una estupenda y colaboradora estudiante de 2º de E.S.O. que se ha incorporado al club y cuyos comentarios son interesantes.</p>
<p>El autor juega con la forma narrativa, presentando el conflicto de una forma innovadora pues sólo cuando el lector está inmerso en la novela, se percata realmente del contexto real al que el novelista le ha conducido. Bruno, un niño de nueva años se embarca en una gran aventura al mudarse de su casa en donde aprenderá un montón de cosas nuevas, desarrolla sentimientos y experiencias hasta entonces desconocidas para él, entre otras   la verdadera amistad. La obra está al alcance de todo aquel que lo desee, pues no es de gran complejidad.</p>
<p>  Desde el punto de vista de Marta, el protagonista del libro es demasiado simple, pues no llega a darse cuenta de la situación en la que vive,, es demasiado iluso comparado con cualquier persona y más, teniendo en cuenta su condición de niño, en la que su afán es descubrir constantemente y no cree que se conformara con las escasas respuestas que le otorgan , ni mucho menos que se negara a relacionar su realidad, con lo que va viendo en sus descubrimientos. Por otro lado, el argumento no tiene mayor complejidad que sus personajes, lo único destacable del libro es su forma innovadora que tampoco le ha llenado lo suficiente como para suplir el vacío que su narrativa le ha causado.</p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOS VELAS PARA EL DIABLO de Laura Gallego García]]></title>
<link>http://laberintoliterario.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 21:54:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiwanacu</dc:creator>
<guid>http://laberintoliterario.wordpress.com/?p=12</guid>
<description><![CDATA[DOS VELAS PARA EL DIABLO
de GALLEGO GARCIA, LAURA


EDICIONES SM
500 páginas.
Lengua: CASTELLANO 
E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="tit_ficha"><strong>DOS VELAS PARA EL DIABLO</strong><br />
de </span><span class="autor2">GALLEGO GARCIA, LAURA<br />
</span></p>
<p><img style="vertical-align:middle;" src="http://www.casadellibro.com/l/im/0/9788467527520+.jpg" alt="" width="120" height="183" /></p>
<div class="edicion_ficha">EDICIONES SM<br />
500 páginas.</div>
<div class="edicion_ficha"><span class="tit_ficha2"><strong>Lengua</strong>: CASTELLANO </span><br />
<strong>Encuadernación</strong>: Tapa blanda<br />
<span class="tit_ficha2"><strong>ISBN</strong>: 9788467527520 </span><br />
<span class="tit_ficha2"><strong>Nº Edición</strong>:1ª </span><br />
<strong>Año de edición:</strong>2008<br />
<span class="tit_ficha2"><strong>Plaza edición</strong>: MADRID</span></div>
<div class="edicion_ficha"></div>
<div class="edicion_ficha">Una batalla mucho más antigua que el ser humano parece tener, al fin, un claro vencedor. Pero en los albores del siglo XXI, Cat, la hija de un ángel, está dispuesta a desafiar a los mismos demonios con tal de vengar el asesinato de su padre.</div>
<div class="edicion_ficha"></div>
<div class="edicion_ficha">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0;margin-top:0;" align="justify">Un itinerario en busca de pistas por Polonia, Valencia, Madrid, Berlín, Shanghai,  Florencia, México (pirámide maya) y por ultimo, un edificio ultramoderno de una  farmacéutica en Canadá (Edén Pharmacorp).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0;margin-top:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0;margin-top:0;" align="justify">Fantasía anclada en nuestro mundo  actual pero con Ángeles (con grandes alas blancas) y Demonios (con grandes alas  negras). Dos jóvenes protagonistas: Cat y Ángelo (un chico joven aunque tiene  miles de años como Demonio).</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Historia de España para niños.]]></title>
<link>http://hechizos.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 08:50:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>hechizos</dc:creator>
<guid>http://hechizos.wordpress.com/?p=141</guid>
<description><![CDATA[
Pequeña historia de España de Manuel Fernández Álvarez. Edit. Espasa. Madrid, 2008. 286 página]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border:1px solid black;" src="http://farm3.static.flickr.com/2055/2442881303_d5306fb948.jpg" alt="" width="465" height="190" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.diariosigloxxi.com/texto-ep/mostrar/20080417221950" target="_blank">Pequeña historia de España</a></span></em><span style="font-family:Arial;"> </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">de Manuel Fernández Álvarez. Edit. Espasa. Madrid, 2008. 286 páginas. 19,90 euros. <strong><em><a href="http://www.librerialemus.com/index.php/CLARA-CAMPOAMOR-LA-SUFRAGISTA/12+M56b38b51efb/0/" target="_blank">Clara Campoamor, la sufragista</a> </em></strong>de Víctor Vilardell. Edit. El Rompecabezas. Madrid, 2007. 2008. 144 páginas. 8,50 euros. <strong><em><a href="http://www.casadellibro.com/fichas/fichabiblio/0,,2900001228461,00.html?codigo=2900001228461&#38;nombre=MI%20PRIMER%20LIBRO%20SOBRE%20GOYA" target="_blank">Mi primer libro sobre Goya</a> </em></strong>de Fernando Marías. Edit. Anaya. Madrid, 2008. 32 páginas. 5 euros. <strong><em><a href="http://www.alfaguarainfantilyjuvenil.com/index.php?s=libro&#38;id=695" target="_blank">1808. Los cañones de Zaragoza</a> </em></strong>de Fernando Lalana, José María Almárcegui. Edit. Alfaguara Infantil y Juvenil. Madrid, 2008. 220 páginas. 8,50 euros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;color:#888888;">Fuente │<a href="http://www.elpais.com/articulo/ensayo/Historia/Espana/ninos/elpepuculbab/20080426elpbabens_3/Tes/">El Pais</a>.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biblioteca Virtual]]></title>
<link>http://literaturaecultura.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 17:47:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye19</dc:creator>
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<description><![CDATA[Oi pessoal
Vou recomendar um site que descobri recentemente e achei muito bacana.
É só clicar na i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal</p>
<p>Vou recomendar um site que descobri recentemente e achei muito bacana.</p>
<p>É só clicar na imagem aqui em baixo que ele abre automaticamente. Aproveitem a sessão dos professores web e essa biblioteca virtual. Muito bacana!</p>
<p>Abraços</p>
<p>:0)</p>
<p><a title="Clique e descubra um mundo novo." href="http://www.educacao24horas.com.br?origem=e19" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-15" src="http://literaturaecultura.wordpress.com/files/2008/04/cultura.jpg?w=500" alt="Educação 24 Horas" width="500" height="488" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Pequeños y verdes]]></title>
<link>http://www.encuentos.com/2008/03/25/pequenos-y-verdes-los-heroes-infantiles-regresan-a-la-literatura-y-se-mezclan-con-el-respeto-a-la-naturaleza/</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 19:04:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>EnCuentos</dc:creator>
<guid>http://www.encuentos.com/2008/03/25/pequenos-y-verdes-los-heroes-infantiles-regresan-a-la-literatura-y-se-mezclan-con-el-respeto-a-la-naturaleza/</guid>
<description><![CDATA[ Los héroes infantiles regresan a la literatura y se mezclan con el respeto a la naturaleza 
Anima]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em> Los héroes infantiles regresan a la literatura y se mezclan con el respeto a la naturaleza</em> <!--more--></p>
<p><img class="alignleft" width="208" src="http://www.encuentos.com/wp-content/uploads/2008/03/heroes-de-papel.jpg" alt="Héroes de papel" height="216" />Animar a la lectura se ha convertido en objetivo primordial de las editoriales dedicadas a la publicación de libros infantiles y juveniles. Así, las ediciones dedicadas a este público potencial han dejado de ser hojas impresas con atractivos dibujos y letras de gran formato, para convertirse en completas ofertas de ocio que incluyen desde pegatinas y tatuajes hasta imanes y puzzles.</p>
<p>Así, el año ha comenzado fuerte para este sector literario, cuyo primer trimestre ha supuesto el regreso a la literatura infantil de algunos de sus héroes más admirados, como Pocoyó, los Pokémon o Tea Stilton, que vuelven para contar sus nuevas aventuras y mezclarse con libros ecológicos, con los que los pequeños aprenden a amar la naturaleza, y libros que invitan a la creatividad.</p>
<p>Así, Timun Mas Infantil incluye entre sus novedades libros de cartón con adhesivos y solapas con las originales historias de Pocoyó creados para prelectores y primeros lectores: Pocoyó la estrella, Pocoyó en el cumpleaños de Elly o Pocoyó juega al escondite.</p>
<p>Para los más chiquitines Planeta Junior también ha hecho que unos de sus personajes más queridos, los Pokémon, vuelvan con más fuerza en su décimo aniversario, gracias a títulos en los que se invita a colorearlos con acuarelas y rotuladores y a autodecorarse con sus tatuajes.</p>
<p>Brujas y princesas</p>
<p>Esta misma editorial saca a la venta una nueva entrega de la colección Witch (unas brujitas con poderes y famosas entre las pequeñas de cada casa), que lleva vendidos más de medio millón de ejemplares, así como nuevos títulos de Disney que tienen como protagonistas a sus princesas.</p>
<p>También ha llegado a España, de la mano de Destino Infantil &#38; Juvenil, la colección de libros de Tea Stilton, la resuelta, intrépida y fascinante enviada especial del Eco del Roedor, el famoso periódico de su hermano, Geronimo Stilton, en los que Tea narra las aventuras de un grupo de cinco jóvenes investigadoras: el Club de Tea.</p>
<p>Por su parte, la escritora Marisa López Soria, con la colaboración de su amiga, la pintora e ilustradora Katarzyna Rogowicz, ha publicado Violeta y el dinosaurio (Ed. Beascoa), una aventura mágica que parte del cuento más corto del mundo, de Augusto Monterroso, como inspiración e invita a sus pequeños lectores ha convertirse en escritores, ilustradores, investigadores y contadores, dándoles una base para empezar.</p>
<p>Las tres 'R'</p>
<p>SM incluye asimismo una nueva colección, Ecomanía, entre sus libros de divulgación, en los que con títulos como Regala originalidad, Diseña tus joyas, Disfrázate con estilo o Decora todo, invitan a reciclar y a poner en marcha las habilidades manuales y la creatividad de los niños con libros que ayudan a convertir todo tipo de objetos desechables en regalos originales, poniendo en práctica desde la más temprana edad la ecológica regla de las tres 'R': reducir, reciclar y reutilizar. De esta forma, los libros ayudan a concienciar a los pequeños de cómo el reciclado preserva los recursos naturales y protege el medio ambiente.</p>
<p>Para niños de 6 a 12 años, SM saca este mes Egipto en tiempos de las pirámides, con los que los chavales descubren a qué jugaban los niños del antiguo Egipto; Cuida tu planeta, Descubriendo las maravillas de la selva o Descubre el espacio, en los que libros interactivos ayudan a saber más cosas sobre la Tierra.</p>
<p>Elemental, querido Watson</p>
<p>Las historias de detectives siempre han tenido un gancho especial con los más pequeños y Lumen lo aprovecha publicando Sherlock Holmes y el caso de la joya azul, una historia basada en la obra original de Arthur Conan Doyle, adaptado por Rosa Moya y con unas magníficas ilustraciones de Roger Olmos, en las que narra el misterioso robo de una joya de incalculable valor que investigan el famoso detective y su ayudante, el doctor Watson. Esta aventura hará las delicias de los miles de seguidores de las hazañas del detective más famoso.</p>
<p>Y coincidiendo con la salida en España del último libro de Harry Potter, SM edita un libro puzzle sobre el niño mago en el que pone a prueba la habilidad infantil y juvenil con puzzles de 96 piezas.</p>
<p>También Pearson ayuda a los pequeños a descubrir cómo se producen los fenómenos naturales con Tiempo y Espacio, en los que, además, se enseña cómo sabemos el tiempo qué hará o por qué se producen los cambios meteorológicos.</p>
<p>Para los más mayores, Destino Infantil &#38; Juvenil edita Corre, Jimmy, huye, para lectores a partir de 12 años, y Arcanus 3. Ekki domina las tinieblas, con una nueva entrega de esta serie que mezcla fantasía y realidad. </p>
<p>Fuente: EFE</p>
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</item>
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<title><![CDATA[A busca pelo assunto é enorme, aqui estão algumas das palavras que são buscadas quando se pensa em Literatura e Cultura:]]></title>
<link>http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/03/17/a-busca-pelo-assunto-e-enorme-aqui-estao-algumas-das-palavras-que-sao-buscadas-quando-se-pensa-em-literatura-e-cultura/</link>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 16:54:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye19</dc:creator>
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<description><![CDATA[a historia da literatura, a importancia da literatura, a importancia da literatura como cultura, a l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">a historia da literatura, a importancia da literatura, a importancia da literatura como cultura, a literatura brasileira, a literatura de cordel, a literatura infantil, american literature, amor, arabe cultura, arte, arte cultura, arte literatura, artes, aula de literatura, autor, autores, autores cultura, autores da literatura, autores da literatura brasileira, barroco, barroco na literatura, biblioteca, caracteristicas da literatura, china cultura, classicos da literatura, clássicos da literatura, conceito de literatura, concurso de literatura, concurso de poesia, concurso literatura, contexto historico, conto, contos, cordel, crônicas, cultura, cultura arabe, cultura arte literatura, cultura azteca, cultura brasileira literatura, cultura caracteristicas, cultura colombiana, cultura contemporanea, cultura da literatura, cultura egipcia, cultura espanola, cultura español, cultura española, cultura gaucha, cultura grecoromana, cultura grega literatura, cultura hispanoamericana, cultura historia, cultura importancia, cultura inca, cultura latinoamericana, cultura literaria, cultura literatura, cultura maya, cultura medieval, cultura medieval literatura, cultura mexicana, cultura moderna, cultura na literatura, cultura peruana, cultura poemas, cultura poesia, cultura popular literatura, cultura revista, cultura romana, cultura romana literatura, cultura romantica, cultura social, cultura teatro, curso de literatura, dia da poesia, editora, english literature, ensino de literatura, escritor, escritores, exercicios de literatura, exercícios de literatura, ficção, filosofia, folclore cultura, folclore literatura, formação da literatura brasileira, funções da literatura, geografia, grecia cultura, grecia literatura, hispanoamericana, historia da literatura, historia da literatura brasileira, historia literatura, história, história da literatura, história da literatura brasileira, humanismo literatura, importancia cultura, importancia da literatura, importancia da literatura como cultura, importancia literatura, importância da literatura, india cultura, india literatura, itau cultural literatura, itaú cultural literatura, jornada de literatura, jornal da poesia, jornal de poesia, leitura, literatura, literatura africana, literatura americana, literatura arabe, literatura arte, literatura autores, literatura barroca, literatura barroco, literatura brasileira, literatura brasileira romantismo, literatura caracteristicas, literatura classica, literatura clássica, literatura colombiana, literatura comentada, literatura como cultura, literatura comparada, literatura contemporanea, literatura contemporânea, literatura cordel, literatura cultural, literatura da cultura medieval, literatura de cordel, literatura de cordeu, literatura de informaçao, literatura de informação, literatura do brasil, literatura economia, literatura egipcia, literatura escritores, literatura espanhola, literatura espanola, literatura español, literatura española, literatura estrangeira, literatura fantastica, literatura fantástica, literatura folclore, literatura francesa, literatura gaucha, literatura gotica, literatura grecia, literatura grega, literatura gótica, literatura hispanoamericana, literatura historia, literatura importancia, literatura inca, literatura infantil, literatura infantil brasileira, literatura infanto juvenil, literatura informativa, literatura inglesa, literatura italiana, literatura juvenil, literatura latina, literatura latinoamericana, literatura lirica, literatura literaria, literatura marginal, literatura medieval, literatura mexicana, literatura moderna, literatura modernismo, literatura modernista, literatura mundial, literatura nacional, literatura narrativa, literatura no brasil, literatura norte americana, literatura obras, literatura on line, literatura oral, literatura peruana, literatura piauiense, literatura poemas, literatura poesia, literatura poetas, literatura popular, literatura portuguesa, literatura realismo, literatura renascentista, literatura romana, literatura romantica, literatura romantismo, literatura russa, literatura social, literatura teatro, literatura trovadorismo, literatura tv cultura, literatura vestibular, literatura é, literature, livraria, livrarias, livro, livro de literatura, livros, livros da literatura brasileira, livros de literatura, livros de literatura infantil, livros literatura, matemática, medieval cultura, mesopotamia cultura, mestrado em literatura, mexicana cultura, modernismo, mulher na literatura, música, narrativa, neoclasicismo, nobel de literatura, nobel literatura, novela cultura, novela literatura, novelas, o que é literatura, o que é literatura de cordel, o que é literatura infantil, o que é poesia, obras literarias, origem da literatura, origem da literatura de cordel, poema, poemas, poemas cultura, poesia, poesia 1, poesia amizade, poesia amor, poesia brasileira, poesia concreta, poesia cultura, poesia de amigo, poesia de amizade, poesia de amor, poesia de aniversario, poesia erotica, poesia infantil, poesia lirica, poesia mulher, poesia mãe, poesia romantica, poesias, poetas, português, premio nobel de literatura, projeto de literatura, projeto literatura, projetos de literatura, prosa literatura, prova de literatura, provas de literatura, questões de literatura, realismo, realismo na literatura, renascimento cultural literatura, renascimento literatura, resumo de literatura, resumo literatura, revisao de literatura, revista cultura, revista literatura, revisão da literatura, revisão de literatura, romana literatura, romance, romances, romantismo, romantismo na literatura, sites de literatura, teatro, teatro cultura, tem poesia, tem poesia 1, tempo de poesia, tempo poesia, teoria da literatura, tudo sobre literatura, www literatura</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma Aventura]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/03/08/uma-aventura/</link>
<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 21:50:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/03/08/uma-aventura/</guid>
<description><![CDATA[ 
A colecção de livros Uma Aventura (Editorial Caminho), de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://companhiaanimais.wordpress.com/files/2008/03/pic_avent_1.jpg" title="pic_avent_1.jpg"><img width="246" src="http://companhiaanimais.wordpress.com/files/2008/03/pic_avent_1.jpg" alt="pic_avent_1.jpg" height="306" style="width:190px;height:251px;" /></a> </p>
<p align="justify">A colecção de livros <em><a target="_blank" href="http://www.uma-aventura.pt/">Uma Aventura</a></em> (<a target="_blank" href="http://html.editorial-caminho.pt/default_main__q1area_--_3Dpag_inicial__q236__q30__q41__q5.htm">Editorial Caminho</a>), de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, alcançou este mês o seu 50.º título.</p>
<p align="justify"><em>O Diário de Notícias</em> e o <em>Jornal de Notícias</em> associaram-se ao aniversário. Como resultado de amanhã a dia 24 de Março os diários distribuirão com as suas edições o 50.º título da colecção, <em>Uma Aventura no Alto Mar,</em> por mais 4, 90 euros.</p>
<p align="justify">O lançamento de <em>Uma Aventura no Alto Mar</em> está marcado para dia 15, às 16.00, na Livraria Byblos das Amoreiras, em Lisboa. Estarão presentes as autoras e o cientista integrou a equipa responsável pela concepção do livro.</p>
<p align="justify">A colecção <em>Uma Aventura</em> teve início em 1982, com o volume <i>Uma Aventura na Cidade</i>, tendo sido sempre ilustrada por Arlindo Fagundes.</p>
<p align="justify">Via <a target="_blank" href="http://dn.sapo.pt/2008/03/05/centrais/26_anos_uma_coleccao_sucesso.html">Diário de Notícias: 26 anos de uma colecção de sucesso</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflexions sobre literatura juvenil a La panxa del bou]]></title>
<link>http://darabuccatala.wordpress.com/2008/01/22/reflexions-sobre-literatura-juvenil-a-la-panxa-del-bou/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 09:05:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>darabuc</dc:creator>
<guid>http://darabuccatala.wordpress.com/2008/01/22/reflexions-sobre-literatura-juvenil-a-la-panxa-del-bou/</guid>
<description><![CDATA[M&#8217;enduc aquestes notes de la Júlia Costa, a La panxa del bou:
«Ahir, a la tertúlia de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>M'enduc aquestes notes de la Júlia Costa, a <a href="http://lapanxadelbou.blogspot.com/2008/01/divagacions-literries-sense-pretensions.html" target="_blank">La panxa del bou</a>:</p>
<p>«Ahir, a la tertúlia de l'editorial [<a href="http://www.editorialmeteora.com/" target="_blank">Meteora</a>] ... parlàvem també del conservadurisme en l'edició d'obres per a públic juvenil, conservadurisme que arrosseguem des de fa anys i que ve de la síndrome <i>patufetista</i> i <i>cavallfortista</i>. Ni temes massa espinosos, ni una excessiva originalitat, ni finals massa durs, ni més de vuitanta pàgines, encara que després es tradueixin autors d'altres països que han aconseguit èxit, precisament, amb moltes pàgines i amb temes molt més oberts. És clar que també caldria analitzar si això de <i>literatura juvenil </i>existeix o si hauria d'existir o quins límits té. Parlàvem, a més, de la servitud que representa destinar aquestes publicacions a les escoles, on es venen de forma majoritària, i de com també els mestres no volen −no volem− embolics amb les famílies, en general, cosa ben comprensible. Fa poc, en una presentació de novetats, em van ensenyar un conte per a petits, molt ben il·lustrat, sobre una princesa que busca el seu príncep però que acaba trobant <i>una altra princesa amb la qual és feliç</i>. La veritat és que ningú no havia gosat, encara, explicar-lo al seu cole. No cal dir que l'autor era estranger.»</p>
<p>Són paral·leles, i la coincidència no deu ser pas irrellevant, amb <a href="http://darabuc.wordpress.com/2008/01/16/panorama-critico-y-negro-de-la-literatura-infantil/" target="_blank">aquestes altres notes de Luis Daniel González i Gustavo Puerta</a>. L'escola afavoreix la lectura, sense dubte, però no sempre de textos literàriament tan valuosos com caldria; i em refereixo, sobre tot, a textos on els valors estiguin integrats a la forma, no siguin un afegitó de bones intencions. La llàstima és que, a la llarga, la literatura que enganxa és la que senzillament és bona, no la que pretèn de vendre'ns motos, morals, ecològiques, o de cap mena. Cal triar bé les llavors, per tant.</p>
<p><i>No tinc la sensació d'haver-me explicat bé; faré un afegit. Que el meu text no va </i>contra l'escola<i> i menys encara, </i>contra els mestres <i>no caldrà que ho digui, espero: són paraules d'una mestra en actiu i aquest bloc col·labora, principalment, amb mestres d'escola i institut. La idea és, més aviat, que societat i editorials haurien de deixar un camp més ample i lliure a les escoles, més adient al que cerquem a la literatura els adults que ens agrada llegir. (Amb </i>societat <i>parlo alhora de les famílies i de la pressió social i dels mitjans de comunicació.) Perquè no hi busquem, ben cert, instrucció moral. En notes futures espero parlar-ne més. </i></p>
<p>Sobre les editorials, jo he de dir poc; són, essencialment, un negoci com un altre i el vernís cultural no ens hauria de fer confondre el fet que produiran més els croissants que més sortida tinguin i siguin més econòmics de produir, publicitar, etc.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carmen Pacheco, premio Leer es Vivir, de Everest]]></title>
<link>http://darabuc.wordpress.com/2007/11/08/fallo-del-premio-leer-es-vivir-de-everest/</link>
<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 17:51:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>darabuc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Según una nota de Europa Press, Carmen Pacheco, escritora novel de 27 años, que en la actualidad t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Según una nota de Europa Press, <strong>Carmen Pacheco</strong>, escritora novel de 27 años, que en la actualidad trabaja en una agencia de publicidad madrileña, ha obtenido el premio Leer es Vivir de literatura juvenil por su obra <em>El misterioso asesinato de Oz</em>. Se trata de una novela breve, que mezcla ciencia-ficción y literatura policiaca.</p>
<p>El premio de literatura infantil ha quedado desierto, por segundo año consecutivo y por quinta ocasión en los últimos nueve años. En <a href="http://www.leeresvivir.com/premios.asp" target="_blank">esta página de Everest</a> se puede consultar la lista de premiados desde 1997.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Análise da obra de Gil Vicente – Auto da Barca do Inferno]]></title>
<link>http://dicasparaovestibular.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 18:31:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye27</dc:creator>
<guid>http://dicasparaovestibular.wordpress.com/?p=38</guid>
<description><![CDATA[Antes de qualquer coisa, &#8220;auto&#8221; é uma designação genérica para peça, pequena repres]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Antes de qualquer coisa, "auto" é uma designação genérica para peça, pequena representação teatral. Originário na Idade Média tinha de início caráter religioso; depois se tornou popular, para distração do povo. Foi Gil Vicente (1465-c. 1537) que introduziu esse tipo de teatro em Portugal.</span></p>
<p style="text-align:justify;">O "Auto da Barca do Inferno" (c. 1517) representa o juízo final católico de forma satírica e com forte apelo moral. O cenário é uma espécie de porto, onde se encontram duas barcas: uma com destino ao inferno, comandada pelo diabo, e a outra, com destino ao paraíso, comandada por um anjo. Ambos os comandantes aguardam os mortos, que são as almas que seguirão ao paraíso ou ao inferno.</p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Resumo do enredo</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Os mortos começam a chegar. Um fidalgo é o primeiro. Ele representa a nobreza, e é condenado ao inferno por seus pecados, tirania e luxúria. O diabo ordena ao fidalgo que embarque. Mas ele, arrogante, julga-se merecedor do paraíso, pois deixou muita gente rezando por ele. Recusado pelo anjo, encaminha-se, frustrado, para a barca do inferno; mas tenta convencer o diabo a deixá-lo a rever sua amada, pois esta "sente muito" sua falta. O diabo destrói seu argumento, afirmando que ela o estava enganando.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
Um agiota chega a seguir. Ele também é condenado ao inferno por ganância e avareza. Tenta convencer o anjo a ir para o céu, mas não consegue. Também pede ao diabo que o deixe voltar para pegar a riqueza que acumulou, mas é impedido e acaba na barca do inferno.</span></p>
<p>O terceiro indivíduo a chegar é o parvo (um tolo, ingênuo). O diabo tenta convencê-lo a entrar na barca do inferno; quando o parvo descobre qual é o destino dela, vai falar com o anjo. Este, agraciando-o por sua humildade, permite-lhe entrar na barca do céu.</p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Mais personagens</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">A alma seguinte é a de um sapateiro, com todos os seus instrumentos de trabalho. Durante sua vida enganou muitas pessoas, e tenta enganar também o diabo. Como não consegue, recorre ao anjo, que o condena como alguém que roubou do povo.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
O frade é o quinto a chegar... com sua amante. Chega cantarolando. Sente-se ofendido quando o diabo o convida a entrar na barca do inferno, pois, sendo representante religioso, crê que teria perdão. Foi, porém, condenado ao inferno por falso moralismo religioso. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
Brísida Vaz, feiticeira e alcoviteira, é recebida pelo diabo, que lhe diz que seu o maior bem são "seiscentos virgos postiços". Virgo é hímen, representa a virgindade. Compreendemos que essa mulher prostituiu muitas meninas virgens, e "postiço" nos faz acreditar que enganara seiscentos homens, dizendo que tais meninas eram virgens. Brísida Vaz tenta convencer o anjo a levá-la na barca do céu inutilmente. Ela é condenada por prostituição e feitiçaria.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Judeus e "cristãos novos"</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">A seguir, é a vez do judeu, que chega acompanhado por um bode. Encaminha-se direto ao diabo, pedindo para embarcar, mas até o diabo recusa-se a levá-lo. Ele tenta subornar o diabo, porém este, com a desculpa de não transportar bodes, o aconselha a procurar outra barca. O judeu fala então com o anjo, porém não consegue aproximar-se dele: é impedido, acusado de não aceitar o cristianismo. Por fim, o diabo aceita levar o judeu e seu bode, mas não dentro de sua barca, e, sim, rebocados. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
Tal trecho faz-nos pensar em preconceito anti-semita. É necessário entender, porém, que durante o reinado de dom Manuel, de 1495-1521, muitos judeus foram expulsos de Portugal, e os que ficaram, tiveram que se converter ao cristianismo, sendo perseguidos e chamados de "cristãos novos". Ou seja, Gil Vicente segue, nesta obra, o espírito da época.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Representantes do judiciário</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O corregedor e o procurador, representantes do judiciário, chegam, a seguir, trazendo livros e processos. Quando convidados pelo diabo para embarcarem, começam a tecer suas defesas e encaminham-se ao anjo. Na barca do céu, o anjo os impede de entrar: são condenados à barca do inferno por manipularem a justiça em benefício próprio. Ambos farão companhia à Brísida Vaz, revelando certa familiaridade com a cafetina - o que nos faz crer em trocas de serviços entre eles e ela...</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
O próximo a chegar é o enforcado, que acredita ter perdão para seus pecados, pois em vida foi julgado e enforcado. Mas também é condenado a ir ao inferno por corrupção.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
Por fim, chegam à barca quatro cavaleiros que lutaram e morreram defendendo o cristianismo. Estes são recebidos pelo anjo e perdoados imediatamente. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">O bem e o mal</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Como você percebeu, todos os personagens que têm como destino o inferno possuem algumas características comuns, chegam trazendo consigo objetos terrenos, representando seu apego à vida; por isso, tentam voltar. E os personagens a quem se oferece o céu são cristãos e puros. Você pode perceber que o mundo aqui ironizado pelo autor é maniqueísta: o bem e o mal; o bom e o ruim são metades de um mundo moral simplificado.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Características</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O "Auto da Barca do Inferno" faz parte de uma trilogia (Autos da Barca "da Glória", "do Inferno" e "do Purgatório"). Escrito em versos de sete sílabas poéticas, possui apenas um ato, dividido em várias cenas. A linguagem entre os personagens é coloquial - e é através das falas que podemos classificar a condição social de cada um dos personagens.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">Valores de duas épocas</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">Escrita na passagem da Idade Média para a Idade Moderna, a obra oscila entre os seus valores morais de duas épocas: ao mesmo tempo em que há uma severa crítica à sociedade, típica da Idade Moderna, a obra também está religiosamente voltada para a figura de Deus, o que é uma característica medieval.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
A sátira social é implacável e coloca em prática um lema, que é "rindo, corrigem-se os defeitos da sociedade". A obra tem, portanto, valor educativo muito forte. A sátira vicentina serve para nos mostrar, tocando nas feridas sociais de seu tempo, que havia um mundo melhor, em que todos eram melhores. Mas é um mundo perdido, infelizmente. Ou seja, a mensagem final, por trás dos risos, é um tanto pessimista.</span></p>
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<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;">NÃO DEIXE DE VER:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;"><a href="http://dicasparaovestibular.wordpress.com/2008/06/26/cartao-de-inscricao-sera-enviado-ate-18-de-agosto/" target="_blank">Cartão de inscrição será enviado até 18 de agosto</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Análise da obra de Gil Vicente – Auto da Barca do Inferno]]></title>
<link>http://dicasvestibular.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 18:06:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye7</dc:creator>
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<description><![CDATA[Antes de qualquer coisa, &#8220;auto&#8221; é uma designação genérica para peça, pequena repres]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Antes de qualquer coisa, "auto" é uma designação genérica para peça, pequena representação teatral. Originário na Idade Média tinha de início caráter religioso; depois se tornou popular, para distração do povo. Foi Gil Vicente (1465-c. 1537) que introduziu esse tipo de teatro em Portugal.</p>
<p>O "Auto da Barca do Inferno" (c. 1517) representa o juízo final católico de forma satírica e com forte apelo moral. O cenário é uma espécie de porto, onde se encontram duas barcas: uma com destino ao inferno, comandada pelo diabo, e a outra, com destino ao paraíso, comandada por um anjo. Ambos os comandantes aguardam os mortos, que são as almas que seguirão ao paraíso ou ao inferno.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Resumo do enredo</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Os mortos começam a chegar. Um fidalgo é o primeiro. Ele representa a nobreza, e é condenado ao inferno por seus pecados, tirania e luxúria. O diabo ordena ao fidalgo que embarque. Mas ele, arrogante, julga-se merecedor do paraíso, pois deixou muita gente rezando por ele. Recusado pelo anjo, encaminha-se, frustrado, para a barca do inferno; mas tenta convencer o diabo a deixá-lo a rever sua amada, pois esta "sente muito" sua falta. O diabo destrói seu argumento, afirmando que ela o estava enganando.</p>
<p>Um agiota chega a seguir. Ele também é condenado ao inferno por ganância e avareza. Tenta convencer o anjo a ir para o céu, mas não consegue. Também pede ao diabo que o deixe voltar para pegar a riqueza que acumulou, mas é impedido e acaba na barca do inferno.</p>
<p>O terceiro indivíduo a chegar é o parvo (um tolo, ingênuo). O diabo tenta convencê-lo a entrar na barca do inferno; quando o parvo descobre qual é o destino dela, vai falar com o anjo. Este, agraciando-o por sua humildade, permite-lhe entrar na barca do céu.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Mais personagens</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A alma seguinte é a de um sapateiro, com todos os seus instrumentos de trabalho. Durante sua vida enganou muitas pessoas, e tenta enganar também o diabo. Como não consegue, recorre ao anjo, que o condena como alguém que roubou do povo.</p>
<p>O frade é o quinto a chegar... com sua amante. Chega cantarolando. Sente-se ofendido quando o diabo o convida a entrar na barca do inferno, pois, sendo representante religioso, crê que teria perdão. Foi, porém, condenado ao inferno por falso moralismo religioso.</p>
<p>Brísida Vaz, feiticeira e alcoviteira, é recebida pelo diabo, que lhe diz que seu o maior bem são "seiscentos virgos postiços". Virgo é hímen, representa a virgindade. Compreendemos que essa mulher prostituiu muitas meninas virgens, e "postiço" nos faz acreditar que enganara seiscentos homens, dizendo que tais meninas eram virgens. Brísida Vaz tenta convencer o anjo a levá-la na barca do céu inutilmente. Ela é condenada por prostituição e feitiçaria.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Judeus e "cristãos novos"</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">A seguir, é a vez do judeu, que chega acompanhado por um bode. Encaminha-se direto ao diabo, pedindo para embarcar, mas até o diabo recusa-se a levá-lo. Ele tenta subornar o diabo, porém este, com a desculpa de não transportar bodes, o aconselha a procurar outra barca. O judeu fala então com o anjo, porém não consegue aproximar-se dele: é impedido, acusado de não aceitar o cristianismo. Por fim, o diabo aceita levar o judeu e seu bode, mas não dentro de sua barca, e, sim, rebocados.</p>
<p>Tal trecho faz-nos pensar em preconceito anti-semita. É necessário entender, porém, que durante o reinado de dom Manuel, de 1495-1521, muitos judeus foram expulsos de Portugal, e os que ficaram, tiveram que se converter ao cristianismo, sendo perseguidos e chamados de "cristãos novos". Ou seja, Gil Vicente segue, nesta obra, o espírito da época.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Representantes do judiciário</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O corregedor e o procurador, representantes do judiciário, chegam, a seguir, trazendo livros e processos. Quando convidados pelo diabo para embarcarem, começam a tecer suas defesas e encaminham-se ao anjo. Na barca do céu, o anjo os impede de entrar: são condenados à barca do inferno por manipularem a justiça em benefício próprio. Ambos farão companhia à Brísida Vaz, revelando certa familiaridade com a cafetina - o que nos faz crer em trocas de serviços entre eles e ela...</p>
<p>O próximo a chegar é o enforcado, que acredita ter perdão para seus pecados, pois em vida foi julgado e enforcado. Mas também é condenado a ir ao inferno por corrupção.</p>
<p>Por fim, chegam à barca quatro cavaleiros que lutaram e morreram defendendo o cristianismo. Estes são recebidos pelo anjo e perdoados imediatamente. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">O bem e o mal</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Como você percebeu, todos os personagens que têm como destino o inferno possuem algumas características comuns, chegam trazendo consigo objetos terrenos, representando seu apego à vida; por isso, tentam voltar. E os personagens a quem se oferece o céu são cristãos e puros. Você pode perceber que o mundo aqui ironizado pelo autor é maniqueísta: o bem e o mal; o bom e o ruim são metades de um mundo moral simplificado.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Características</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O "Auto da Barca do Inferno" faz parte de uma trilogia (Autos da Barca "da Glória", "do Inferno" e "do Purgatório"). Escrito em versos de sete sílabas poéticas, possui apenas um ato, dividido em várias cenas. A linguagem entre os personagens é coloquial - e é através das falas que podemos classificar a condição social de cada um dos personagens.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Valores de duas épocas</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Escrita na passagem da Idade Média para a Idade Moderna, a obra oscila entre os seus valores morais de duas épocas: ao mesmo tempo em que há uma severa crítica à sociedade, típica da Idade Moderna, a obra também está religiosamente voltada para a figura de Deus, o que é uma característica medieval.</p>
<p>A sátira social é implacável e coloca em prática um lema, que é "rindo, corrigem-se os defeitos da sociedade". A obra tem, portanto, valor educativo muito forte. A sátira vicentina serve para nos mostrar, tocando nas feridas sociais de seu tempo, que havia um mundo melhor, em que todos eram melhores. Mas é um mundo perdido, infelizmente. Ou seja, a mensagem final, por trás dos risos, é um tanto pessimista.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Especial sobre literatura infantil y juvenil en Babelia]]></title>
<link>http://darabuc.wordpress.com/?p=409</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 05:51:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>darabuc</dc:creator>
<guid>http://darabuc.wordpress.com/?p=409</guid>
<description><![CDATA[Babelia trae este sábado una serie de artículos sobre literatura infantil y, especialmente, juveni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Babelia </em>trae este sábado una serie de artículos sobre literatura infantil y, especialmente, juvenil, con notas de Carmen Mañana, Elisa Silió y Victoria Fernández.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/estela/Harry/Potter/elpepuculbab/20080531elpbabnar_4/Tes" target="_blank">La estela de Harry Potter</a></li>
<li><a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/madurez/libro/juvenil/elpepuculbab/20080531elpbabnar_3/Tes" target="_blank">La madurez del libro juvenil</a></li>
<li><a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/Cortazar/Faulkner/otros/grandes/elpepuculbab/20080531elpbabnar_5/Tes/" target="_blank">Cortázar, Faulkner y otros grandes</a></li>
<li><a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/Picos/zarpas/rugidos/elpepuculbab/20080531elpbabnar_6/Tes/" target="_blank">Picos, zarpas y rugidos</a></li>
<li><a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/chicas/chicos/quieren/saber/elpepuculbab/20080531elpbabnar_7/Tes/" target="_blank">Lo que las chicas (y los chicos) quieren saber</a></li>
<li><a href="http://www.elpais.com/articulo/narrativa/padres/maestros/deberian/saber/elpepuculbab/20080531elpbabnar_8/Tes/" target="_blank">Lo que los padres y los maestros deberían saber</a></li>
</ul>
<p>El primer artículo recoge la importancia de la fantasía en la producción actual y el segundo, declaraciones de varios editores y autores superventas sobre la situación de la lectura entre los jóvenes. El tercero se hace eco del notable trabajo de Gadir y Libros del Zorro Rojo y los tres últimos se ocupan de libros divulgativos o de ensayo.</p>
<p>A mi entender, el conjunto adolece en su primera parte de los defectos habituales: no se puede hablar de infantil y juvenil sin supeditarlo todo a Potter o a las ventas y, en general, importa más el nombre (da igual Rowling o Faulkner) que la calidad en sí: parece que aún hace falta lo externo, el gancho, la referencia que disculpe al articulista de ocuparse de algo tan menor como es la LIJ. El problema es que, cuando te has dado cuenta, la excusa se ha comido la mayor parte del espacio.</p>
<p>Aun así, considero una buena noticia que aparezcan seis artículos en un diario muy leído, que no destaca por prestar atención constante a la LIJ.</p>
<p>No tengo claro si la LIJ es un género propio, literatura de género antes que literatura; pero creo que para la mayoría de los medios de comunicación sí lo es, pues suelen darle solo trato de especiales, algo parecido a lo que ocurre con la novela negra o el cómic. Algún día, espero, será normal hablar de un buen libro para niños, de ficción o divulgativo, en el marco cotidiano de cualquier suplemento cultural.</p>
<p><em>Nota adicional</em>: Para conocer el estado real de la lectura entre los adolescentes, yo empezaría por dejar de lado el tópico de que sus profesores son una masa desesperada, desanimada y sin recursos. (Sin que la situación sea idílica: dejémonos de extremos.) Ana Lorenzo me pone en la pista de una nota de <a href="http://olahjl2.blogspot.com/2008/06/el-hit-parade-de-la-crtica.html" target="_blank">Profesor en la Secundaria</a>, que dibuja un panorama muy distinto. Para empezar, a Joselu no le gustan determinadas «fórmulas de la llamada "literatura juvenil"», que considera carentes de sustancia, y propone a los chavales de quince o dieciséis años leer a Vian, Melville, García Márquez, King, V. C. Andrews o John Boyne, entre otros muchos.</p>
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