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	<title>litio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/litio/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "litio"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 21:01:56 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Entre os dois pólos do humor]]></title>
<link>http://bartolote.wordpress.com/?p=205</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 12:56:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rebeca Bartolote</dc:creator>
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<description><![CDATA[De 13/05/2008
Melancolia (1514), por Albrecht Dürer
Em 2006 T.M. participou de uma viagem com um gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>De 13/05/2008</p>
[caption id="attachment_206" align="alignleft" width="225" caption="Melancolia (1514), por Albrecht Dürer"]<a href="http://bartolote.files.wordpress.com/2008/07/melancolia.jpg"><img class="size-medium wp-image-206" src="http://bartolote.wordpress.com/files/2008/07/melancolia.jpg?w=225" alt="Melancolia (1514), por Albrecht Dürer" width="225" height="286" /></a>[/caption]
<p>Em 2006 T.M. participou de uma viagem com um grupo de alunos de uma universidade carioca. Os professores seguiram em uma Kombi, e mais atrás foi um ônibus com 52 alunos. Lá dentro, alguns estudantes começaram a beber e fumar, causando um verdadeiro rebuliço. "Não agüentei, falei um monte de desaforos, segurei no bagageiro e aumentei muito a voz", contou. "O pessoal se assustou, eles não esperavam uma reação minha daquelas. Foi fora do meu comum, eu jamais faria isso. Não teria uma reação explosiva do jeito que eu tive."</p>
<p>A reação "fora do comum" relatada pelo estudante provavelmente não teria ocorrido caso ele não sofresse do transtorno afetivo bipolar, um conjunto de sinais e sintomas que podem durar semanas ou meses e que causa o estado do humor a variar de maneira periódica ou cíclica apresentando-se de forma normal, elevada -- chamada de mania -- ou deprimida.</p>
<p>Ao longo da vida, as pessoas apresentam estados de humor variados, mas ainda se sentem no controle. No transtorno afetivo bipolar, no entanto, essa sensação de controle é perdida, gerando muito sofrimento para os que convivem com o problema.</p>
<p>Até os anos 80, o transtorno bipolar era conhecido como psicose maníaco-depressiva. A partir daí passou a ser chamada de transtorno afetivo bipolar, uma síndrome que acomete, segundo estimativas, 1% da população mundial e de 1,8 a 15 milhões de brasileiros, nas suas mais diversas formas de apresentação.</p>
<p>O médico e professor de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, Valentim Gentil Filho, <a href="http://drauziovarella.ig.com.br/entrevistas/valentim_bipolar.asp" target="_blank">em entrevista ao Dr. Dráuzio Varella</a>, afirma que a síndrome mudou de nome porque analisando separadamente, a denominação antiga carregava uma carga negativa, estigmatizada.</p>
<p>"Maníaco [de psicose maníaco-depressiva] é um termo técnico derivado do grego e significa loucura. De fato, na fase de hiperexcitabilidade, o indivíduo é o estereótipo do louco já que suas atitudes destoam, e muito, do padrão normal de seu comportamento. Depressivo era o termo mais brando dos três e que menos impacto causava. Por isso, considerou-se que a expressão psicose maníaco-depressiva era pesada demais para designar uma doença que, de certa forma, não era tão terrível quanto o nome fazia supor".</p>
<p>Para o psiquiatra e pesquisador Diogo Lara, em seu livro <em>Temperamento Forte e Bipolaridade: dominando os altos e baixos do humor</em> (ed. Revolução das Idéias), o humor bipolar poderia ser comparado a ter um par de patins: "em alguns lugares é difícil de caminhar, em outros anda-se muito mais rápido do que quem está sem eles. Quanto menor o controle maior a emoção!" Desta forma, para aqueles que conhecem bem os seus patins -- aprendendo a minimizar os riscos e andando em terrenos mais favoráveis -- tê-los pode até ter suas vantagens.</p>
<p><strong>Altos e baixos</strong></p>
<p>O termo bipolar expressa os dois pólos de humor: o da mania e o da depressão. Diferente de como muitas pessoas utilizam, equivocadamente, a palavra mania -- como mania de limpeza, de conferir as coisas, ou até maníaco no sentido de assassino, psicopata -- o termo médico é descrito de outra forma. Um episódio maníaco é descrito por Benjamin e Virginia Sadock, autores do livro <em>Compêndio de Psiquiatria</em><em>,</em> como um determinado período de humor fora do normal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável.</p>
<p>Aquele que passa por uma crise de mania costuma falar muito, falar rápido, ter idéias de grandeza, se sentir muito poderoso, capaz, inteligente, bonito, rico, gastar de maneira desmedida, se sentir com mais energia que o normal e a sua libido tende a aumentar. O doutorando T. M., de 27 anos, foi diagnosticado como bipolar em 2007. Ele se descontrolava com seus gastos durante as crises maníacas. "Gosto muito de ler, mas acabava comprando uma quantidade de livros que eu não conseguia dar conta. Depois que eu comecei a me tratar, os excessos diminuíram bastante."</p>
<p>O recém-formado administrador de empresas F. F., de 24 anos, já passou por crises de mania em que ficava tão cheio de energia que passava noites sem dormir. "Eu já fiquei sete dias sem dormir no período de mania. A coisa que eu mais queria era dormir, mas não conseguia. Posso querer ficar um, dois dias assim, mas sete não. Eu já não agüentava mais, estava ficando pirado."</p>
<p>Assim como F. F, durante essas crises de humor "para cima", muitos bipolares passam a dormir menos horas por noite e não ficam cansados. Além disso, emendam um assunto no outro -- mesmo sendo capazes de manter uma coerência lógica. Costumam ficar muito desinibidos, perdendo a noção crítica do que é aceitável para cada situação, fazendo besteiras e achando tudo normal. É como se o bipolar estivesse em pleno carnaval, se divertindo e brincando com todos, mas de maneira, muitas vezes, inadequada.</p>
<p>No outro pólo do humor, durante as crises de depressão, as pessoas costumam ter idéias negativas, de ruína, sentem-se tristes e com energia baixa. Atividades simples e cotidianas, como tomar banho e escovar os dentes, podem até ser deixadas de lado. A perda do apetite é comum, mas às vezes pode-se ganhar mais peso. O indivíduo fica mais lento, sem vontade de sair da cama, e costuma ter dificuldades de concentração. Em casos mais graves, pode pensar em cometer suicídio, chegando até as últimas conseqüências.</p>
<p>Segundo a psiquiatra Magda Vaissman, a depressão é uma das maiores causas de suicídio e afastamento do trabalho, trazendo enormes prejuízos pessoais. "No caso de álcool e drogas, a maior parte dos pacientes, eu diria que 60% ou 70% dos pacientes, têm um transtorno afetivo associado".</p>
<p>Estimativas publicadas no site da <a href="http://www.abtb.org.br/" target="_blank">Associação Brasileira de Transtornos Bipolares</a> apontam que até 50% dos portadores tentem o suicídio ao menos uma vez em suas vidas, enquanto cerca de 15% efetivamente o cometem. Trata-se, portanto, de um transtorno grave que não só pode incapacitar o indivíduo -- que não conseguirá levar uma vida normal de trabalho ou social --, mas que também põe em risco a própria vida.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Os principais tipos da doença</strong></p>
<p>Para entender um pouco mais sobre o transtorno afetivo bipolar, é preciso saber como a doença é classificada. De acordo com a classificação do livro <em>Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders </em>(DSM), um dos parâmetros utilizados pelos médicos, os transtornos bipolares são enquadrados em tipo I e tipo II.</p>
<p>O tipo I é aquele em que o paciente apresenta os quadros clássicos de mania e depressão, podendo um ser mais freqüente do que o outro. Em geral, as crises depressivas são mais freqüentes e ocorrem por períodos mais longos do que as crises maníacas. Estima-se que cerca de 1% da população mundial seja bipolar do tipo I. O tipo II -- manifestado por 6 a 8% das pessoas -- ocorre quando existem crises depressivas e crises de mania mais leves, chamadas de hipomania.</p>
<p>Essas alterações leves de humor eufórico são geralmente de difícil diagnóstico e podem não ser detectadas pelo médico. "Como é um quadro mais leve e não causa problema nenhum, o indivíduo fica mais ativo. Na verdade, ele fica melhor e todo mundo gosta", diz o Dr. Elie Cheniaux. O paciente costuma trabalhar melhor, por mais tempo, e pensa de maneira mais criativa. Na vida pessoal, costuma ser mais fácil conhecer novas pessoas, pois ele tende a se tornar mais sociável.</p>
<p>E é aí que mora o perigo. O bipolar, em crise de mania, pode nem chegar ao médico por considerar positivo aquele tipo de humor ou por achar que episódios como aqueles são perfeitamente normais. Por isso, as crises de mania leve podem não ser relatadas pelo paciente ou não ser detectadas pelo especialista. A depressão é mais facilmente diagnosticada, por outro lado. Esta dificuldade pode ser refletida no tratamento, já que antidepressivos podem desencadear a mania no paciente bipolar.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Conheça as áreas afetadas no cérebro de um bipolar e o que os cientistas estão começando a descobrir:</span></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://bartolote.files.wordpress.com/2008/07/cerebro1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-207" src="http://bartolote.wordpress.com/files/2008/07/cerebro1.jpg?w=274" alt="" width="274" height="204" /></a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<table class="MsoTableGrid" style="border:medium none;border-collapse:collapse;height:504px;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="475">
<tbody>
<tr>
<td style="border:1pt solid windowtext;width:122.4pt;padding:0 5.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
</td>
<td style="width:144.05pt;padding:0 5.4pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Como atua</span></p>
</td>
<td style="width:161.95pt;padding:0 5.4pt;" width="216" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">O que ocorre</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:122.4pt;padding:0 5.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">1 –   Estriato</span></p>
</td>
<td style="width:144.05pt;padding:0 5.4pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Ajuda o cérebro a <strong>processar</strong> recompensas</span></p>
</td>
<td style="width:161.95pt;padding:0 5.4pt;" width="216" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Perda de 30% da massa cinzenta na região. Isso interfere na capacidade de julgamento. A pessoa pode gastar demais, por exemplo</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:122.4pt;padding:0 5.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">2 –   Córtex pré-frontal</span></p>
</td>
<td style="width:144.05pt;padding:0 5.4pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Regula as emoções, a capacidade   de planejamento e a motivação</span></p>
</td>
<td style="width:161.95pt;padding:0 5.4pt;" width="216" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Até 40%   de redução da massa cinzenta. A pessoa tem <strong>dificuldades</strong> para desenvolver uma atividade constante</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:122.4pt;padding:0 5.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">3 –   Amígdala</span></p>
</td>
<td style="width:144.05pt;padding:0 5.4pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Ajuda a   <strong>reconhecer </strong>expressões faciais. As   transmissões entre os neurônios aumentam em resposta aos estímulos emocionais</span></p>
</td>
<td style="width:161.95pt;padding:0 5.4pt;" width="216" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Lentidão   na resposta aos estímulos, reações fora do tempo normal</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:122.4pt;padding:0 5.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">4 –   Hipocampo</span></p>
</td>
<td style="width:144.05pt;padding:0 5.4pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">É um   dos centros da memória. Parte dele ajuda no reconhecimento de perigos ou <strong>recompensas</strong></span></p>
</td>
<td style="width:161.95pt;padding:0 5.4pt;" width="216" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Ansiedade   constante e dificuldade para diferenciar situações seguras das de risco</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:122.4pt;padding:0 5.4pt;" width="163" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">5 –   Tronco cerebral</span></p>
</td>
<td style="width:144.05pt;padding:0 5.4pt;" width="192" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Onde o   neurotransmissor serotonina é <strong>produzido</strong> para ser espalhado pelas diferentes partes de cérebro</span></p>
</td>
<td style="width:161.95pt;padding:0 5.4pt;" width="216" valign="top">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:#999999;">Bipolares   têm menos serotonina, o que pode contribuir para a atrofia dos neurônios e   levar à depressão</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#999999;">Principais causas</span> </strong></p>
<p>Como para a maioria dos transtornos mentais, o componente genético desempenha um dos papéis mais importantes no desenvolvimento do transtorno afetivo bipolar. Segundo dados do livro <em>Temperamento Forte e Bipolaridade: dominando os altos e baixos do humor, </em>há uma chance razoável de um pai e uma mãe bipolares terem filhos com as mesmas características. No caso de um par de gêmeos idênticos, se um deles tem o transtorno afetivo bipolar, há 80% de chances de que o outro também o tenha. Por isso, uma avaliação psiquiátrica completa não pode deixar de levar em conta a história familiar do paciente.</p>
<p>F.F. conta que seu avô tinha o mesmo transtorno que ele descobriu ter na infância. "Ele era Procurador Geral da República e ganhava bastante dinheiro, só que torrava tudo. Ele nunca teve uma vida estável, muito pelo contrário."</p>
<p>Além do componente genético, acontecimentos da vida podem ajudar a desencadear as crises. Em geral é muito comum ocorrer algum episódio ruim, alguma ocorrência de estresse. Depois da primeira crise, passa a ser menos freqüente que um evento seja o causador destas crises.</p>
<p>Apesar de ser uma doença cujos sintomas sejam bem definidos, ainda se sabe muito pouco sobre as suas causas. Os casos típicos são simples porque não se tratam de meras flutuações do humor, de sentimentos de alegria ou tristeza. "Existe todo um conjunto de alterações em que o individuo fica muito diferente do normal, o leigo percebe que ele não está normal, embora possa não saber o nome da doença", alerta o Dr. Elie Cheniaux.<br />
<strong><br />
Tratamento</strong></p>
<p>Apesar de se tratar de um transtorno que pode causar graves alterações no humor do bipolar, afetando a sua vida diretamente, a boa notícia é que existe tratamento eficaz. O objetivo principal do especialista é tentar reduzir os fatores que desestabilizam o humor do paciente, embora a doença não tenha cura. O acompanhamento farmacológico deve ser feito por toda a vida.</p>
<p>O lítio é um dos primeiros medicamentos que surgiram e ainda é uma dos mais usados como estabilizador de humor -- embora funcione melhor na prevenção de crises maníacas do que para crises depressivas. Como qualquer medicamento, o lítio também pode causar efeitos colaterais. A.L., de 28 anos, teve sucesso com este medicamento, mas sentiu seus efeitos negativos: "No meu caso, o lítio foi o estabilizador de humor que mais funcionou, porém os efeitos colaterais foram bem ruins". Ela conta que a sua pele ficou mais ressecada, teve queda de cabelo -- e perda de brilho -- e aumento de peso. "Eu bebia muita água também, já que a sensação de sede é constante".</p>
<p>Alguns antipsicóticos -- usados para tratar esquizofrenia e outros quadros psicóticos -- e anticonvusivantes funcionam, embora não se saiba exatamente o motivo.</p>
<p>Tratar a depressão bipolar é mais complicado do que tratar a <a href="http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=13290" target="_blank">depressão unipolar</a> -- que ocorre sem que existam episódios de mania --, já que ela é muito menos estudada. Existe um grande risco de o depressivo bipolar mudar para a mania. "Os antidepressivos favorecem isso, pois o paciente melhora, melhora, melhora tanto que vai para a outra crise", ressalta o Dr. Elie Cheniaux. Surge, então, uma polêmica: antidepressivos devem ou não ser usados no tratamento da depressão bipolar? Alguns médicos apóiam a sua indicação, com muita cautela, enquanto outros são totalmente contra.</p>
<p>Acima de tudo, o tratamento contra a depressão é extremamente importante porque o bipolar costuma permanecer mais tempo em depressão do que em mania. Em casos de episódios mistos -- em que o bipolar apresenta características tanto de mania quanto de depressão --, o risco de suicídio aumenta ainda mais. Isso porque a tristeza e a desesperança, que fazem o indivíduo ter vontade de morrer, são sinais típicos da depressão. No entanto, o indivíduo não se mata porque ele se sente tão desprovido de energia que não tem sequer forças para levar a cabo o seu desejo. No episódio misto, então, ele pode manter essa desesperança, mas tem forças suficientes para tentar se matar.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Como ajudar?</strong><br />
Ainda que para a maioria das pessoas que estejam vendo de fora seja difícil entender o que está acontecendo com um bipolar, a ajuda de amigos e familiares é fundamental. "Quem está de fora pode ajudar com mais sucesso oferecendo apoio, compreensão e disponibilidade para atenuar os prejuízos do momento", afirma o Dr. Diogo Lara. Ele ressalta em seu livro que muitas vezes é um familiar que toma a decisão de procurar ajuda especializada, já que o doente não tem energia, pode negar a necessidade de tratamento ou porque teme ir a um psiquiatra ou psicólogo.</p>
<p>Existem casos, no entanto, em que a própria família do paciente tem dificuldade de entender e encarar a doença, daí a importância de se informar da melhor maneira possível. Há aqueles que chegam a achar que a depressão não é nada mais que preguiça, e a mania, "falta de vergonha na cara". Isso porque, para grande parte das pessoas, as enfermidades mentais não são consideradas doenças e porque ainda há um estigma por trás do tratamento psiquiátrico.<br />
<strong>Criatividade</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Embora existam alguns estudos acerca deste tema, não há comprovação de que haja uma relação direta entre a criatividade e o transtorno bipolar. Mesmo assim, uma rápida busca pela internet nos revela uma lista enorme de personalidades famosas -- e extremamente criativas -- que foram diagnosticadas ou que se aponte como sendo bipolares: Kurt Cobain, Vincent Van Gogh, Janis Joplin, Elizabeth Taylor, Edgar Allen Poe, Ulysses Guimarães, Leon Tolstoy, Jackson Pollock, Mozart, Virginia Woolf, Winston Churchill...</p>
<p>Para a Dra. Magda Vaissman, uma teoria para responder a esta dúvida poderia ser o fato de que muitas pessoas que sofrem do transtorno afetivo bipolar são extremamente sensíveis. "Elas vêem a vida de uma maneira colorida demais, por extremos. Isso provoca reflexões nas pessoas e a produção artística está relacionada a isso."</p>
<p><a href="http://bartolote.files.wordpress.com/2008/07/kurtcobain2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-216" src="http://bartolote.wordpress.com/files/2008/07/kurtcobain2.jpg" alt="" /></a>O bipolar Thiago Marinho ressalta o lado negativo que existe por trás de um falso "glamour" conferido ao transtorno. Muitos adolescentes, que têm como ídolos roqueiros como Kurt Cobain (foto), Axl Rose, entre outros, acabam querendo incorporar aquela atitude do ídolo, associada às pretensas características de um bipolar. "Não gosto desse glamour que estão dando para o transtorno bipolar, não é brincadeira."</p>
<p>Apesar da gravidade da doença, é necessário repetir que um bipolar pode, sim, levar uma vida normal como qualquer outra pessoa, desde que seja bem assessorado por profissionais qualificados.</p>
<p><a href="http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=16286" target="_blank">Clique aqui</a> para conhecer sites de instituições nacionais e internacionais que esclarecem dúvidas sobre o transtorno bipolar.</p>
<p><a href="http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=16289" target="_blank">Livros e filmes</a> que abordam o assunto.<br />
<a href="http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=16338" target="_blank">Onde achar tratamento?</a></p>
<p>Por <strong>Giovana Chichito </strong>( fonte ; opiniaoenoticia.com.br )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mindset Six50 auto solar]]></title>
<link>http://entregeeks.wordpress.com/?p=1122</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:54:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>lockogeek</dc:creator>
<guid>http://entregeeks.wordpress.com/?p=1122</guid>
<description><![CDATA[Mindset Six50 auto solar

La compañia  sueca Mindset AG esta desarrollando un prototipo de auto sol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mindset Six50 auto solar</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.inhabitat.com/wp-content/uploads/mindset_1.jpg" alt="" /></p>
<p>La compañia  sueca Mindset AG esta desarrollando un prototipo de auto solar como alternativa de remplazo a los autos de gasolina, el Six50 aun esta en fase de prueba y pretende ser una de las soluciones mas eficientes en automoviles hibridos, al tener la capacidad de recorrer 100 Km con una batería de Litio alimentada previamente con paneles solares. Este vehiculo estara recorriendo las calles hasta el 2009 y costara aproximadamente $78,000 dollares, demonios!!! realmente imposible para mis bolsillos!. Creo que este es uno de los factores que ha hecho imposible el remplazo total de los autos de gasolina, el costo de los nuevos autos solares es desorvitadamente elevado. Actualmente es necesario y urgente cambiar hacia nuevas alternativas energéticas pero aun asi sigue siendo un lujo tener este tipo de vehiculos. :(</p>
<p>------</p>
<p>moviendo con energía alternativa desde <a href="http://www.engadget.com/2008/07/08/mindset-six50-solar-electric-concept-is-light-green-and-a-bit/">Engadget</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuida tu batería]]></title>
<link>http://4switchers.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 10:17:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>s1do</dc:creator>
<guid>http://4switchers.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[En la actualidad hay dos tipos de batería, las de carbono y las de litio. Las baterías de carbono ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.somosmac.com/wp-content/uploads/2008/02/macbook_baterias.jpg" alt="" width="154" height="112" />En la actualidad hay dos tipos de batería, las de carbono y las de litio. Las baterías de carbono tienen un problema comunmente llamado "memoria", ésto significa que si siempre utilizas un 50% de la batería y luego la cargas, después de un tiempo tu batería tendrá una vida del 50% y el resto quedará inutilizado. Ésto también es aplicable a las baterías de litio (las que actualmente utilizan la mayoría de portátiles y dispositivos móviles), pero en menor grado, tienen muchísima más vida útil que una de carbono y su efecto memoria es casi irrisorio, pero aún así existe.</p>
<p><a href="http://4switchers.wordpress.com/2008/06/27/cuida-tu-bateria/#experiencias">Experiencias personales</a></p>
<p><a href="http://4switchers.wordpress.com/2008/06/27/cuida-tu-bateria/#principios_basicos">Principios básicos para el cuidado de la batería</a></p>
<p><!--more--></p>
<p><strong><a name="experiencias">Experiencias personales</a></strong></p>
<p><em>Hace unos 5 años, coincidiendo con el comienzo de curso del ciclo superior en "Desarrollo de Aplicaciones Informáticas", me compré un portátil Ahtec, pesaba 4,5 kgs, tenía un switch incorporado, una muy buena tarjeta gráfica, wifi... para entonces era el ordenador perfecto para mi (no para mi espalda), durante el curso me funcionó todo muy bien y no tube ningún problema con él, al contrario. Llegado el verano dejé de utilizarlo lo dejé con el cable de la corriente enchufado y comencé a usar, exclusivamente, el ordenador de sobremesa. Cuando pasó el verano y cogí el portátil me di cuenta de que la batería había muerto, totalmente, y deducí que mínimo debía hacer un ciclo de batería cada 15 o 20 días. Posteriormente leí por internet que, efectivamente, la batería no puede dejarse tanto tiempo conectada a la corriente.</em></p>
<p><em>Un año más tarde, con mi siguiente portátil, un Dell X300 (que por cierto <a href="http://www.fluzo.org/blog/post/dell-x300-vs-macbook-air">no es muy diferente al Macbook Air</a>), decidí hacerle los ciclos correctamente y conectaba la batería a la corriente sólo cuando se me acababa suspendiendo el ordenador por falta de batería. El hecho es que un par de años más tarde la batería estaba intacta.</em></p>
<p><em>En la actualidad, hago más o menos lo mismo con el Macbook y tengo la salud de la batería a un 97%, por contra, a raiz del tema de los ciclos de batería, un amigo mío intenta estar siempre conectado a la corriente y su batería está peor que la mía (bueno, ahora no, que se lo acaba de cambiar a un Macbook Pro, pero con su Macbook le pasaba).</em></p>
<p><strong><a name="principios_basicos">Principios básicos para el cuidado de la batería</a></strong></p>
<ol>
<li>No dejar el portátil conectado a la corriente en exceso cuando la batería ya está cargada (la corriente va matando poco a poco a la batería)
<ol>
<li>Resultado de la anterior, no quitar la batería del portátil para utilizar sólo la corriente. La batería aguanta las fluctuaciones de corriente y si no la tienes puesta...</li>
</ol>
</li>
<li>Intenta hacer ciclos completos en carga y descarga: Dejalo siempre que puedas hasta que el indicador del cable se ponga en verde y luego desconéctalo y espérate a que se suspenda antes de volver a conectarlo (guarda por si acaso tu trabajo antes de que se suspenda).</li>
<li>No permitas que el equipo duerma durante más de 5 horas, mejor apágalo.</li>
<li>Nunca dejes el ordenador mucho tiempo sin hacer almenos un ciclo de batería (hazle uno, como mínimo, cada 15-30 días)</li>
</ol>
<p>Más consejos en <a href="http://www.iniciomac.com/?p=56">InicioMac.com</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolivia excluye a empresas privadas de la explotación de litio en el salar de Uyuni]]></title>
<link>http://boliviasol.wordpress.com/?p=759</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 20:32:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>boliviasol</dc:creator>
<guid>http://boliviasol.wordpress.com/?p=759</guid>
<description><![CDATA[Bolivia excluirá a las compañías privadas del negocio de la explotación directa del litio en el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Bolivia excluirá a las compañías privadas del negocio de la explotación directa del litio en el Salar de Uyuni que será dominado por el Estado, informó hoy el ministro de Minería, Luis Alberto Echazú.</p>
<p>Echazú comentó la decisión del Ejecutivo dos días después de que el presidente Evo Morales inaugurara en Uyuni, en el occidente del país, las obras para la construcción de una pequeña planta para el tratamiento de salmueras y la obtención de carbonato de litio.</p>
<p><a id="r-4_1212334361" href="http://news.google.com/news/url?sa=t&#38;ct=es/4-0&#38;fp=48280542543ca426&#38;ei=Z6MoSJXtOY3q_AGfppWMBA&#38;url=http%3A//actualidad.terra.es/nacional/articulo/bolivia_uyuni_excluye_empresas_privadas_2467754.htm&#38;cid=1212334361&#38;usg=AFrqEzdSQcpk26Ukm7pGTSYe4AovZT58Iw">Bolivia excluye a empresas privadas de la explotación de litio en el salar de Uyuni</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mandatario boliviano inaugura obra de industrialización en Uyuni]]></title>
<link>http://boliviasol.wordpress.com/?p=750</link>
<pubDate>Sun, 11 May 2008 22:32:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>boliviasol</dc:creator>
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<description><![CDATA[LIMA, 10 may (Xinhua) &#8212; El mandatario boliviano, Evo Morales, inauguró hoy el inicio de const]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>LIMA, 10 may (Xinhua) -- El mandatario boliviano, Evo Morales, inauguró hoy el inicio de construcción de una planta de industrialización de recursos evapóriticos a un costo de seis millones de dólares en el Salar de Uyuni, en el departamento de Potosí.</p>
<p>Refirió que esta obra abre un polo de desarrollo en la provincia de Nor Lípez sobre la base de una nueva energía y velando por el medio ambiente tanto de Bolivia como del mundo.</p>
<p>Morales, en su discurso, subrayó que la Pachamama (Madre Tierra) sigue proporcionando a Bolivia más recursos naturales.</p>
<p><span><a id="u-AFrqEzfNSuqJ3MntUZ6yeIQJKmlf9wZGIQ" href="http://news.google.com/news/url?sa=t&#38;ct=es/4-1&#38;fp=482700804717d91f&#38;ei=Q3AnSIDTCobq_AHS0uTiCA&#38;url=http%3A//www.spanish.xinhuanet.com/spanish/2008-05/11/content_629718.htm&#38;cid=1212334361&#38;usg=AFrqEzfNSuqJ3MntUZ6yeIQJKmlf9wZGIQ">Mandatario boliviano inaugura obra de industrialización en Uyuni</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[_moBiles_for_free_]]></title>
<link>http://eblogdepedro.wordpress.com/?p=245</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 21:03:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>eblogdepedro</dc:creator>
<guid>http://eblogdepedro.wordpress.com/?p=245</guid>
<description><![CDATA[Cierto; no tenía intención de comprar, ni de cambiar siquiera de móvil, pero me acerqué a la tie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cierto; no tenía intención de comprar, ni de cambiar siquiera de móvil, pero me acerqué a la tienda (<a href="http://www.google.es/aclk?sa=L&#38;ai=BsvZ1zxQ0SJW9MZ6ewQG5n9m1AYuPwD215r6YBJ-9qSCgnAEIABABGAEgtlQ4AVC5gLSY-_____8BYNX114L0CMgBAakC-qT_koBLuj7IAtO2wATZA6mLYPL8EWUy&#38;ggladgrp=5297097443115893028&#38;gglcreat=1430640198549157699&#38;sig=AGiWqtxqPVnaFHUS_OYUJ4R2S-yTPkL1og&#38;q=http://www.movistar.es" target="_blank"><span style="color:#99cc00;">de Movistar</span></a>) el otro día a hacer un duplicado de tarjeta y bueno, acabé 'adquiriendo' <strong>dos</strong> <span style="color:#99cc00;"><strong>Samsung SGH J700</strong></span> grátis.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://img.xatakamovil.com/2008/04/sgh_j700_l5.jpg" target="_blank"><img src="http://news.tecnozoom.it/img/samsung_j700.jpg" alt="" width="147" height="217" /></a></p>
<p>El diseño está muy conseguido, es bonito, atractivo en el uso, la calidad de la imagen es de muy buena calidad, cómodo de llevar encima ya que apenas pesa y su espesor es mínimo. Salvo que tengas que escribir un mensaje o marcar un número que no tengas guardado en la agenda, no hace falta deslizar el teclado y todas las funciones son accesibles desde el cursor y los dos botones de función. Es totalmente configurable, el comportamiento al deslizar arriba, al deslizar abajo, al presionar teclas de volumen, de función, realiza búsquedas instantáneas en la agenda conforme vamos introduciendo dígitos del número al que vamos a llamar discriminando las no coincidencias, en fin. La única carencia que le veo es la cámara de fotos, de 1.3mega. Por otro lado la tarjeta de memoria es miniSD de 1GB.</p>
<p>Otra curiosidad es que recuerda la última seleción de cada menú, de modo que cuando entras en tu galería ya está preseleccionada la ruta que elegimos la última vez que accedimos a ella, así como en el menú de configuración, de extras, de mensajes... en todos.</p>
<p>El sonido está muy conseguido y además del reproductor y las listas de reproducción que podemos guardar, tenemos la radio y la posibilidad de memorizar emisoras y establecerla como señal de alarma de modo que en vez de timbres nos despertamos escuchando la radio. Tiene editor de imágenes, grabador de voz, juegos (yo los he borrado todos), cinco alarmas diferentes, calendario, reloj mundial con su correspondiente mapa del mundo, calculadora, conversor, etc. lo típico, temporizador, cronómetro, yo qué sé. Graba vídeos, deja escoger la memoria predeterminada, si tarjeta o móvil, la conexión con el pc es USB2.0 y otro detalle es la seguridad; permite cerrar determinados menus o aplicaciones que escogemos y seleccionamos sin llegar a bloquear el teléfono por completo. El teclado... bueno, defines la franja horaria en la que quieres que sí se encienda y ahí lo llevas. En fin, la batería es de litio y aguanta una burrada. A día de hoy lo he cargado dos veces, el día que lo compré y hace tres días, es decir, de momento ha pasado 13 días con una carga y podéis imaginaros, toqueteándolo y sin parar indagando. Esto evidentemente irá disminuyendo con el uso, pero bueno, para empezar está bastante bien.</p>
<p>No sé, me ha gustado mucho, demasiado para ser sincero. ¡Y tengo dos! Son iguales, claro, y es lo que más llama la atención, y les he puesto la misma melodía, el mismo fondo... ¡triunfito!.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lo que no cuentan sobre China y el Tibet.]]></title>
<link>http://guiyotinne.wordpress.com/?p=345</link>
<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 13:17:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mr. Guiyotinne</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estamos viendo a los activistas tratando de detener la antorcha olímpica y a gente colgada de puent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos viendo a los activistas tratando de detener la antorcha olímpica y a gente colgada de puentes. China es mala. Tibet necesita su libertad. Pero no dicen por qué.</p>
<p>Aparte del asalto a las libertades y a los derechos humanos hay otro tema pendiente que no se cuenta y del que depende el destino del mundo. O al menos de su dinero.</p>
<p>Estamos ante un cambio de paradigma. Donde antes se levantaban las banderas de Exxon y BP pronto lo van a hacer las de Endesa o EON. En el momento en que los vehículos eléctricos lleguen a la calle por petición general se va a crear una guerra por la electricidad.</p>
<p>¿Qué tiene que ver esto con el Tibet?</p>
<p>El Hidrógeno. O su falta de él.</p>
<p>El peak oil va a llegaaarl y la industria del Hidrógeno no se ha desarrollado lo bastante rápido como los políticos y las petroleras querían. No hay estaciones de servicio del que dependan millones de personas y su transporte es caro y peligroso. La alternativa real es el de las baterías de Litio para los PHEVs (plug in hybrid vehicles) o los coches eléctricos del todo y ahí es donde entra el Tibet.</p>
<p>Las mayores reservas de Litio se encuentran en el lago salado de Chabyer.</p>
<p>Mi libro favorito de ciencia ficción es Dune y en él se cita una de las más grandes verdades del mundo. Quien controla la especia, controla el universo. La especia es el Litio, que ahora está en manos chinas y puede cambiar el destino del transporte tal y como lo conocemos ahora (coches baratos y eléctricos) y el de las comunicaciones y cacharritos. Es, por ahora y a falta de una alternativa mejor, el futuro oro negro. Seguro que las grandes petroleras disfrutarían sabiendo que pueden poner el barril de Brent a trescientos dólares y no habría alternativa porque tienen las patentes y controlan el litio. Pero todos sabemos por donde se pasan los chinos las patentes.</p>
<p>El futuro del mundo, el peak oil y el estado del bienestar están en las manos del Tibet. No os dejéis engañar, informaos y tomad vuestra propia decisión. Los chinos cometen barbaridades, pero el resto del mundo también.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Protones como neurotransmisores y Litio para enfermos mentales ¿cómo funcionan?]]></title>
<link>http://francisthemulenews.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 08:57:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>emulenews</dc:creator>
<guid>http://francisthemulenews.wordpress.com/?p=104</guid>
<description><![CDATA[




Los músculos se contraen cuando una molécula neurotransmisora se libera desde las células ne]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/be/CrawlingCelegans.gif"></p>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="219" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/be/CrawlingCelegans.gif" alt="CrawlingCelegans.gif" height="115" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><img border="0" width="440" src="http://www.jcb.org/content/vol180/issue2/images/medium/251bfig1.gif" alt="Figure 1" height="185" /></div>
<p></a></p>
<p>Los músculos se contraen cuando una molécula neurotransmisora se libera desde las células nerviosas hasta las células musculares correspondientes. En enero de 2008 se publicó una noticia sorprendente: Protones (partículas elementales subatómicas, que conforman los núcleos del átomo de hidrógeneo, es decir, iones de <a target="_blank" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hidr%C3%B3geno">hidrógeno</a> H+) pueden actuar como neurotransmisores, al menos para el gusano (nemátodo o lombriz intestinal) <a target="_blank" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Caenorhabditis_elegans">Caenorhabditis elegans</a>. Lo sorprendente está en que se pensaba que los <a target="_blank" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Neurotransmisor">neurotransmisores</a> tenían que ser moléculas "complejas" con muchos átomos, como las famosas serotonina, antidepresivo, dopamina, para tratamientos de adicción a cocaína, glutamato ("<a target="_blank" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Glutamato_Ye-ye">glutamato yeyé</a>"), además, hacía 20 años que no se descubría una nueva molécula neurotransmisora ("<a target="_blank" href="http://www.jcb.org/cgi/content/full/180/2/251-b">H+, the tiniest transmitter</a>", "<a target="_blank" href="http://www.unews.utah.edu/p/?r=112707-3">Proton Powered Pooping</a>").</p>
<p>El descubrimiento ha sido llevado a cabo por el grupo de investigación del profesor Erik Jorgensen, director del Brain Institute de la  University of Utah, especialista en el C. elegans, animal extremadamente simple con poco más de 1000 células, y ha sido publicado en el artículo A.A.  Beg et al. "<a target="_blank" href="http://dx.doi.org/10.1016/j.cell.2007.10.058">Protons Act as a Transmitter for Muscle Contraction in C. elegans</a>," Cell, 2008. Los investigadores además han caracterizado las vías metabólicas y sus bases genéticas para los receptores de protones. Ratones modificados genéticamente para que estos receptores estén inhibidos tienen grandes dificultades de aprendizaje. Quizás estos receptores de protones sean claves en nuestra capacidad de aprendizaje. Sólo estudios futuros podrán avanzar en esta línea.</p>
<p>¿Actúan en humanos? Posiblemente sí. Los protones son claves en los ácidos del intestino para nuestra digestión y parece sorprendente que también se encuentren en el cerebro. "Hay bombas de protones presentes en las células intestinales de humanos y ratones. Se piensa que algunas de las bombas producen ácido para digerir los alimentos. ¿Pero por qué existen bombas de protones en el cerebro?"</p>
<p>Hablando de protones como neurotransmisores me viene la cabeza el <a target="_blank" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Litio">litio </a>como medicamento, utilizado para tratar el <a target="_blank" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bipolar">transtorno bipolar</a> (síndrome maníaco-depresivo, una de las causas más importantes de suicidio en la sociedad occidental) y otras enfermedades relacionadas con estados "depresivos". Hace unos 50 años se descubrió por casualidad sus efectos terapéuticos ("<a rel="bookmark" target="_blank" href="http://www.alpoma.net/tecob/?p=869">Litio, manía y un error afortunado</a>") pero hasta hace muy poco tiempo no se ha descubierto cómo actúa realmente ("<a target="_blank" href="http://www.apa.org/monitor/sep98/lith.html">Lithium's mood-stabilizing effect is explained</a>"). Parece que el litio interactúa en un "tira y afloja" con el glutamato, el neurotransmisor más importante en el cerebro humano, llamado GABA, al menos según el estudio del grupo de Lowell Hokin de la University of Wisconsin Medical School (John F. Dixon and Lowell E. Hokin, "Lithium acutely inhibits and chronically up-regulates and stabilizes glutamate uptake by presynaptic nerve endings in mouse cerebral cortex," Proceedings of the National Academy of Sciences, Vol. 95, No. 14, p. 8363-8368).</p>
<p>Normalmente, una neurona para enviar una señal a su entorno libera un "chorro" (bombea) de glutamato en el espacio entre ella y otra neurona vecina. Para apagar la señal, la neurona emisora reabsorbe el glutamato, mediante el efecto inverso de la bomba. Este glutamato en el interior de esta neurona se almacena para su uso posterior. Cualquier problema en el funcionamiento de este proceso de liberación-reabsorción conduce a niveles inapropiados de glutamato (el inhibidor cerebral es realmente el ácido gamma-aminobutírico GABA que deriva del ácido glutámico mediante descarboxilación).</p>
<p>¿Podrían ser la causa de las depresiones niveles bajos de glutamato? ¿Podrían ser la causa de la euforia (manía) niveles altos de glutamato? Aunque no está demostrado científico, es una hipótesis bastante factible que está siendo estudiada por muchos investigadores. ¿Qué relación tiene el litio con el glutamato (sistema glutamínico)?</p>
<p>Los estudios en ratones han encontrado que el nivel de litio en sangre puede tanto retrasar el sistema de reabsorción de glutamato como acelerarlo. Los investigadores del grupo de Lowell E. Hokin han estudiado tanto muestras de tejido cerebral extraído de ratones y monos, como ratones vivos, que han expuesto a ciertas dosis de litio y han observado cómo varían en éstos los niveles de glutamato. Sus conclusiones van en la línea de que el lito parece que permite estabilizar los niveles de glutamato en un estrecho márgen (homeostásis). En este sentido se empieza a entender cómo el litio tiene un doble efecto que le permite ser útil en maníaco-depresivos tanto estabilizando los periódos de euforia como los depresivos en efermos de síndrome bipolar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mitos y leyendas de las pilas de lithio...]]></title>
<link>http://elblogueroanonimo.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 21:21:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>elblogueroanonimo</dc:creator>
<guid>http://elblogueroanonimo.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[Estaba a punto de escribir algo al respecto pues un amigo vino a mi casa y me enseño su celular nue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estaba a punto de escribir algo al respecto pues un amigo vino a mi casa y me enseño su celular nuevo, lo quise prender y me dijo "Nooo", "En la tienda me dijeron que no lo encendiera que primero lo cargara 12 horas" lo cual me dió muchisima risa por tanto me puse a averiguar del tema mas a fondo, se perfectamente que las pilas de lithio no guardan "memoria"  por tanto no se deben tener cargas iniciales largas y algunas otros detallitos.</p>
<p ALIGN="left">Bueno al ponerme a "googlear" encontre un blog muy interesante del famosisimo</p>
<p ALIGN="left">Francotirador, que por cierto recomiendo mucho mas abajo pondre los links respectivos:</p>
<p ALIGN="left">&#160;</p>
<p ALIGN="left">"Me pasó cuando compré el teléfono y me hizo gracia. Ya no lo fue tanto cuando se repitió con la Palm pero, cuando además sucedió con el notebook… definitivamente comencé a preocuparme.</p>
<p>Al parecer, hoy es común que los vendedores ofrezcan a sus clientes indicaciones anacrónicas respecto a cómo deben usar las baterías de sus dispositivos. No los culpo: la tecnología avanza más rápido de lo que uno logra actualizarse, no así sus empresas que tienen el deber de proveer la capacitación necesaria e incluso llegan al extremo de entregar instructivos errados con sus aparatos (para variar, Movistar).</p>
<p>Reproductores de MP3, de DVD, teléfonos celulares, cámaras digitales, PDAs, consolas portátiles o notebooks. Prácticamente todos utilizan baterías de Litio-Ion (Li-Ion), mucho más eficientes que sus antecesoras de Níquel-Metal (NiMH) o Níquel-Cadmio (NiCd) y por tanto dueñas de sus propias particularidades. Someterlas al mismo trato que una batería basada en Níquel no sólo es innecesario, sino que puede reducir su vida útil.</p>
<p>Y aunque hace unos meses escribí para Mouse un extenso artículo donde me refería al tema, sé que para ustedes la flojera es una religión el tiempo es muy valioso, por lo que decidí crear esta pequeña guía en formato de pregunta y respuesta que desenmarañe - de una vez y para siempre - los mitos que rondan sobre los cuidados de nuestras invaluables baterías.</p>
<p>Por cierto, la información la he recolectado desde un sinnúmero de bitácoras, proveedores, la incondicional Wikipedia, pero principalmente el sitio de BatteryUniversity.com, una de las fuentes más reconocidas en la materia. Ahora, vamos a lo nuestro…</p>
<p>¿Es verdad que antes de usar por primera vez mi dispositivo debo cargarlo durante 10 a 12 horas?</p>
<p>NO. Las baterías de Litio-Ion son mucho más eficientes que las basadas en Níquel, por lo que no requieren una carga inicial prolongada. De hecho, ninguna batería Li-Ion actual requiere cargas superiores a 8 horas, independiente de las circunstancias.</p>
<p>¿Es verdad que la batería debe pasar varios ciclos de carga/descarga antes de alcanzar su máximo rendimiento?</p>
<p>NO. Las baterías de Litio-Ion no requieren un periodo de “rodaje” debido a que su capacidad máxima está disponible desde el primer uso. A una batería de Li-Ion le es indiferente que una carga sea la número 1, 5 ó 50.</p>
<p>¿Es verdad que debo agotar por completo la batería antes de volver a cargarla para mejorar su desempeño?</p>
<p>Absolutamente NO. Esta es una de las confusiones más comunes legadas por el ‘efecto memoria’ que sufrían las baterías de Níquel-Cadmio y, en menor medida, las Níquel-Metal.</p>
<p>La composición de las baterías de Litio-Ion hace preferibles las descargas parciales a una completa. Peor aún, si es sometida con frecuencia a pérdidas totales de energía, sus circuitos pueden asumir un desperfecto que gatillará un mecanismo de bloqueo. Un 80% a 90% de baterías consideradas ‘defectuosas’ llegan a servicios técnicos por este motivo.</p>
<p>Pero hay una excepción: Las baterías de dispositivos grandes - como los notebooks - dotadas con válvulas de medición, pueden descalibrarse con el uso y entregar lecturas equivocadas. Por ello es recomendable agotarlas completamente una vez cada 30 ciclos, a fin de que sus niveles vuelvan a cero.</p>
<p>¿Es perjudicial mantener la batería conectada al cargador si ya ha completado la carga?</p>
<p>NO. Contrario a las baterías basadas en Níquel - cuya permanencia prolongada en el cargador puede dañarlas e incluso provocar un incendio - las baterías de Litio-Ion poseen un circuito que corta el paso de energía una vez que la carga se ha completado. Usualmente, esto se indica por una luz en el dispositivo.</p>
<p>Eso sí, siempre está la posibilidad de un fallo o sobrecarga en el transformador, por lo que tampoco se lo debe dejar conectado a la red eléctrica en forma permanente.</p>
<p>¿Es perjudicial para la batería de un notebook que este trabaje siempre conectado a la corriente?</p>
<p>Qué bueno que lo pregunten porque no sólo ES perjudicial, sino que una computadora portátil es el escenario más nocivo sobre el cual puede funcionar una batería debido a dos factores letales: calor y estrés.</p>
<p>El calor actúa disminuyendo la resistencia de la batería, por lo que su capacidad para retener electricidad será cada vez menor. De hecho una batería de Litio-Ion nunca debiera trabajar a temperaturas sobre 60ºC (rango que se aproxima a los 40ºC a 50ºC de algunos notebooks). A su vez, mantener la computadora conectada a la corriente estando en uso le genera un ‘estrés’ constante, debido a que la fuerza a conservar un 100% de su carga.</p>
<p>El daño es tal, que una batería cuya carga se mantiene al 100% a 60ºC, luego de tres meses conservará sólo el 60% de su capacidad total, reduciendo su vida útil a escasos 12 meses.</p>
<p>¿Qué hacer para evitarlo? Si ocupas el notebook como reemplazo de un equipo de escritorio, lo más aconsejable es retirar la batería. Pero, como al quitarla queda abierto su compartimento, no se recomienda si la habitación donde trabajas está demasiado expuesta a la humedad o el polvo.</p>
<p>En el caso de mi PDA o teléfono móvil, ¿da igual cargarla usando el transformador que el cable USB?</p>
<p>Según informa Palm, debe preferirse el uso del cargador pues provee siempre el amperaje correcto. El puerto USB de algunos computadores - en especial los notebooks - no siempre mantendrán los 500mA requeridos, por lo que tomará hasta tres veces más completar la carga.</p>
<p>No voy a usar mi dispositivo durante algunos meses, ¿cómo debo almacenar la batería?</p>
<p>Según estudios conducidos por BatteryUniversity, toda batería de Litio-Ion resiste mejor el paso del tiempo con un 40% de su carga. Por ejemplo, una batería guardada a temperatura ambiente con un 40% de carga mantendrá un 96% de su capacidad total después de un año; mientras que una almacenada con el 100% de su carga sólo retendrá el 80%, en igual periodo.</p>
<p>Es por este motivo, que la mayoría de los dispositivos traen de fábrica una pequeña carga inicial: justo un 40%.</p>
<p>Lo que sí está claro es que una batería de Litio-Ion NUNCA debe almacenarse descargada. Puede provocarle un daño irrecuperable.</p>
<p>¿Cuánto dura una batería de Li-Ion?</p>
<p>Si hablamos de su vida útil, cada vez se introducen nuevas mejoras en la tecnología por lo que - bien cuidadas - pueden durar entre 500 a 1000 ciclos de carga/descarga, lo que se traduce en un promedio de dos a tres años (luego se produce desgaste químico).</p>
<p>Si hablamos de la duración de una carga, entonces dependerá de las características de cada batería y dispositivo, pero aquí tienes siete medidas que nos ayudarán a maximizarla:</p>
<p>Aléjalas del calor: Las baterías de Li-Ion son sumamente susceptibles a las altas temperaturas, por lo que usar tus dispositivos en un ambiente fresco extenderá su funcionalidad.</p>
<p>Apaga las transmisiones inalámbricas: Los infrarrojos (IrDA), Bluetooth y Wi-Fi son verdaderos vampiros de electricidad, siendo equivalentes a mantener un celular en uso todo el tiempo. Apaga estas funciones cuando no sean necesarias.</p>
<p>Evita usar tu unidad de CD o DVD: El gasto no sólo corre por cuenta del láser, sino también del motor que hace girar el disco. Y mejor ni hablar de los grabadores…</p>
<p>Reduce el brillo de la pantalla: Algunos equipos lo hacen en forma automática pues, entre menos luz generen, menos energía demandarán.</p>
<p>Retira tarjetas de memoria o llaves USB: No dejes que sus dimensiones reducidas te engañen, pues energizarlas requiere un flujo adicional de electricidad. Esto es especialmente válido para dispositivos pequeños, como teléfonos o PDAs.</p>
<p>Evita usar aplicaciones de audio: Aún con audífonos, la generación de sonido requiere un gasto constante de energía. Peor todavía si se alimentan parlantes externos.</p>
<p>Evita usar el equipo: La mejor forma de ahorrar energía… ¡Ja! =)"</p>
<p ALIGN="left">Que tal eh?? Ni pintado quedo esta información</p>
<p ALIGN="left">Agradezco mucho al Francotirador por haber hecho tan excelente trabajo, aqui los links a su blog:</p>
<p ALIGN="left">Articulo:</p>
<p ALIGN="left">http://www.elfrancotirador.cl/2006/09/04/baterias-de-litio-ion-mitos-y-leyendas/</p>
<p ALIGN="left">Blog:</p>
<p ALIGN="left">http://www.elfrancotirador.cl/</p>
<p ALIGN="left">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nueva batería de Litio para el conejito de Duracell ¡y duran, y duran, ...! (o la nanotecnología hasta en la sopa)]]></title>
<link>http://francisthemulenews.wordpress.com/?p=79</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 23:42:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>emulenews</dc:creator>
<guid>http://francisthemulenews.wordpress.com/?p=79</guid>
<description><![CDATA[

La sección &#8220;Horizons&#8221; de la revista Nature presenta artículos que merece la pena lee]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://francisthemulenews.wordpress.com/files/2008/02/dibujo07feb2008baterias.jpg" title="dibujo07feb2008baterias.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://francisthemulenews.wordpress.com/files/2008/02/dibujo07feb2008nanohilos.jpg" title="dibujo07feb2008nanohilos.jpg"></a><a href="http://francisthemulenews.wordpress.com/files/2008/02/dibujo07feb2008bateriasdos.jpg" title="dibujo07feb2008bateriasdos.jpg"><img src="http://francisthemulenews.wordpress.com/files/2008/02/dibujo07feb2008bateriasdos.jpg" alt="dibujo07feb2008bateriasdos.jpg" /></a></div>
<p>La sección "Horizons" de la revista Nature presenta artículos que merece la pena leer, porque no decepcionan. El artículo "<a target="_blank" href="http://dx.doi.org/10.1038/451652a">Building better batteries</a>", Armand &#38; Tarascon,<br />
Nature 451, 652-657 (7 February 2008), no es la excepción que confirma la regla.</p>
<p>Todas las baterías están compuestas por dos electrodos conectados por un electrolito (un material conductor de iones) que tienen diferentes potenciales químicos de forma que los electrones fluyen espontáneamente del electrodo de potencial más negativo al de más positivo cuando se conectan a un circuito externo. El electrolito permite el transporte de iones que equilibran el desequilibrio de carga por el transporte de electrones. En las baterías recargables, la aplicación de un voltaje suficientemente alto en la dirección opuesta logra que la batería se rearga (se restituyen los iones transportados).</p>
<p>Maximizar la cantidad de energía almacenada en la batería requiere (1) una gran diferencia de potencial químico entre los electrodos, (2) minimizar el volumen de reactivos por electrón intercambiado, y (3) garantizar que el electrolito no se consume en la batería. Esta tercera propiedad es la gran ventaja de las baterías de las baterías de ión-litio (Sony, 1991) de nuestros teléfonos móviles.</p>
<p>El uso de las baterías ión-litio en automóviles eléctricos, hay unos 800 millones de coches en el mundo, por ejemplo, con baterías típicas de ión-litio de 15-kWh consumiría el 30% de las reservas mundiales conocidas de litio. Sin embargo, el océano contiene cantidades "casi" ilimitadas de litio que hoy en día no se pueden explotar de forma barata. Por supuesto, estos números se minimizan con una buena política de reciclado. Además, las baterías de ión-litio no son todo lo "ecológicas" que nos gustaría, producen unos 70 kg de CO2 por kWh.</p>
<p>Aún así, si queremos que el futuro de la automoción esté en vehículos eléctricos, es necesario desarrollar nuevas tecnologías de baterías. Las baterías nanotecnológicas y baterías biológicas son la gran esperanza. Entre las primeras, destaca el artículo "<a target="_blank" href="http://dx.doi.org/10.1038/nnano.2007.411">High-performance lithium battery anodes using silicon nanowires</a>," Chan et al., Nature Nanotechnology 3, pp. 31 - 35 (2008), escrito por investigadores del grupo del Dr. Cui (Universidad de Stanford, EEUU). El silicio es un material ideal como ánodo en baterías de litio ya que tiene un potencial químico de descarga muy bajo y la capacidad de carga (calculada teóricamente) más alta conocida (ideal para automoción eléctrica y para almacenar energía eléctrica utilizando paneles solares). Pero tiene un problema.</p>
<p><a href="http://francisthemulenews.wordpress.com/files/2008/02/dibujo07feb2008nanohilos.jpg" title="dibujo07feb2008nanohilos.jpg"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://francisthemulenews.wordpress.com/files/2008/02/dibujo07feb2008nanohilos.jpg" alt="dibujo07feb2008nanohilos.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p> El ánodo de silicio tiene que absorber iones de litio cargados positivamente durante la carga y devolverlos durante el uso, pero en este proceso su volumen varía muchísimo (hasta un 400%). Por ello, la cantidad de litio que puede almacenar el ánodo de silicio es más pequeña de lo deseable. Para superar esta barrera el Dr. Cui proponen el uso de un "bosque" de nanohilos de silicio (cuyo diámetro es mil veces más pequeño que el grosor de una hoja de papel) sobre un sustrato de acero, un excelento conductor, que permiten almacenar muchos más iones de litio (se hinflan hasta alcanzar 4 veces su tamaño descargados) y permite producir hasta 10 veces más electricidad que una batería ión-litio convencional (ya que el ánodo alcanza el 75% de la capacidad de descarga máxima teórica). Los investigadores creen que esta tecnología se podrá comercializar próximamente.</p>
<p>Los americanos ven la "veta comercial" rápidamente y el Dr. Cui ya está pensando en crear una empresa para colaborar con los fabricantes de baterías. Afortunadamente, la teoría de crecimiento de nanohilos de silicio está bastante avanzada.</p>
<p>Hagamos un poco de futurología. ¿Qué pueden suponer estas baterías "a pie de calle"? <a target="_blank" href="http://www.stanford.edu/group/cui_group/press/YahooArticle.pdf">Un portátil típico podrá funcionar 40 horas seguidas</a>. <a target="_blank" href="http://www.stanford.edu/group/cui_group/press/TechnologyReviewArticle.pdf">Los coches eléctricos podrán recorrer cientos de kilómetros sin necesidad de recarga</a>.</p>
<p>Por supuesto, hay un problema todavía no resuelto: conseguir mejores cátodos (actualmente la gran esperanza de muchos grupos de investigación por todo el mundo).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Donde tiro las pilas?]]></title>
<link>http://laterminalrosario.wordpress.com/2008/02/05/%c2%bfdonde-tiro-las-pilas/</link>
<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 15:53:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Claudio Scabuzzo</dc:creator>
<guid>http://laterminalrosario.wordpress.com/2008/02/05/%c2%bfdonde-tiro-las-pilas/</guid>
<description><![CDATA[
Las pilas y baterias constituyen uno de los residuos electrónicos más comunes, y, algunas pueden ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 align="justify" class="MsoNormal"><a href="http://laterminalrosario.wordpress.com/files/2008/02/pilas.jpg" title="pilas.jpg"><img width="268" src="http://laterminalrosario.wordpress.com/files/2008/02/pilas.jpg" alt="pilas.jpg" height="509" style="width:295px;height:333px;" /></a></h3>
<h5 align="justify" class="MsoNormal">Las pilas y baterias constituyen uno de los residuos electrónicos más comunes, y, algunas pueden contaminar por más de 10 siglos, llegando hasta las napas de agua subterranea con metales pesados. A la falta de información sobre la peligrosidad y disposición final de las pilas, se suma un estudio del INTI de mediados de 2007 que estableció que una de cada tres pilas de zinc-carbón en el mercado argentino<span>  </span>eran defectuosas y contaminantes. En Rosario no existe información pública sobre este tema, ni sobre otros artefactos electrónicos que se transforman en basura.</h5>
<p> <!--more--></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal">En noviembre de 1996<span>  </span>se reunieron en la Universidad Nacional de Rosario legisladores provinciales y municipales, Presidentes Comunales, organizaciones ambientalistas, especialistas en materia ambiental, de defensa al consumidor y autoridades universitarias con representantes de las empresas de pilas más importantes del país.</p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><span> </span><span> </span></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal">El encuentro organizado por la Diputada Mónica Tomei (UCR), se desarrolló en el marco del Proyecto de Ley que presentó en la legislatura y que tiene por objeto la recuperación, separación, tratamiento y disposición final de pilas, baterías y acumuladores, proyecto sin resolución a la fecha.</p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><span>  </span></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal">La Dra. Susana Strunz y el Lic. Daniel La Capria - representantes en Argentina de Duracell, Energizer, Everredy - señalaron que desde 1993 las pilas alcalinas que comercializan, es decir aquellas que no son recargables, no contienen elementos contaminantes y sostuvieron que las mismas tienen que ser tratadas como residuos domiciliarios.</p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><span></span></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal">La legisladora radical cuestionó duramente este argumento al señalar que “de ser cierto, porque los fabricantes nunca informaron a la población que las pilas no contenían mercurio agregado, las campañas de difusión fueron inexistentes por lo que muchas localidades continúan haciendo la separación y acumulación de las mismas.”</p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><span> </span><span> </span></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal">Las empresas rechazaron la responsabilidad de hacerse cargo de las pilas desechadas, punto central en el proyecto de Tomei, que establece una Cadena de Retornabilidad por la cual las industrias fabricantes e importadores de pilas, baterías y/o acumuladores tendrían la obligación de recibir las mismas luego de su utilización siguiendo la cadena de ventas a la inversa a partir del vendedor minorista.</p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><span></span></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal">Es así que las pilas deben ser recolectadas por el municipio. Pero ¿Dónde las recolecta? ¿Dónde debe tirar las pilas el vecino o comerciante?. Quizás las empresas puedan justificar menos riesgo ambiental en sus pilas alcalinas, pero las de zinc-carbón y las litio son contaminantes. Es decir, una pequeña pila de reloj desechada es suficiente para iniciar un proceso de contaminación imposible de revertir en cientos de años. Pero esas pilas se tirán a la basura común.</p>
<p>Cuando se determinó que buena parte de las pilas que se venden son peligrosas, muchas de ellas de marcas extrañas o falsificadas, creí que iban a desaparecer del mercado. Nada que ver. En las calles céntricas de Rosario se siguen vendiendo, y se ofrecen en mayoristas y minoristas  de electrónica barata, muchos de ellos en la Calle San Luis. Además en ciertos juguetes importados viene la pila incluída, a veces sulfatada. </p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal">El tema es más preocupante cuando evaluamos el resto de los residuos electrónicos que se tiran con la basura domiciliaria. En el blog <a href="http://quehacemosconlaspilas.wordpress.com/">http://quehacemosconlaspilas.wordpress.com/</a> encontramos un artículo que transcribimos y que resulta sumamente claro sobre este problema.</p>
<blockquote>
<p style="margin-right:0;"><font color="#3366ff">Hay en desuso, en Argentina, cerca de un millón de CPUs, un millón de impresoras de facturas/cajas registradoras, 2 millones de teclados, 500.000 monitores y 700.000 impresoras </font><font color="#3366ff">La basura electrónica sigue en aumento impulsada por el boom del consumo.</font></p>
</blockquote>
<blockquote>
<blockquote><p><font color="#3366ff">La Cámara Argentina de Máquinas de Oficina, Comerciales y Afines (CAMOCA) estima que éste año quedarán en desuso cerca de 35.000 toneladas<span>  </span>sólo considerando computadoras, impresoras, monitores, teclados, fotocopiadoras y afines. </font></p></blockquote>
<blockquote><p><font color="#3366ff">Si a ello se le suman la línea blanca (heladeras, microondas), línea gris (audio y video) y la línea marrón (TV, ampliamente recambiados por LCD y plasmas), se puede estimar que los argentinos estarán tirando 2 Kg. de de residuos electrónicos por habitante en el 2008, o unas 80.000 toneladas.... y eso ya se ve en las equipos depositados en las noches en la veredas, en los carritos de cartoneros/chatarreros, en las plantas de separación de residuos y en los Operadores de Residuos Electrónicos. Pensemos que una heladera pesa unos 80 kg, y una aire acondicionado unos 30 kg. Ambos además de chatarra y plásticos, tienen aceite en el compresor y gases fluorcarbonados que destruyen la capa de ozono.</font></p>
<p><font color="#3366ff">Aunque para las Autoridades el problema no esté, hay cientos de familias que ya generar valor a partir de la chatarra electrónica. El reciclaje de los viejos aparatos electrónicos ahorra recursos y protege el medio ambiente porque no es necesario extraer metales nuevos. Pero, algunos productos electrónicos contienen altos niveles de sustancias altamente tóxicas, como plomo, cromo o cadmio, que los convierte en residuos peligrosos cuando el Aparato Electrónico que las contiene se rompe (un monitor, un teléfono celular triturados en un basural pueden liberar una alta contaminación ambiental. </font></p>
<p><font color="#3366ff">Hoy, tanto en el CEAMSE como en diversos rellenos sanitarios y/o basurales dispersos por el país, se están encontrando altos niveles de cadmio, plomo, cromo, bromo o PCB, que en gran parte de los casos es por este tipo de residuos, que al ser pisoteados por la maquinaria de los rellenos o quemados en los basurales, liberan en el relleno un alta dosis de toxicidad, muy por encima de estándares nacionales e internacionales de lixiviación permitida. Si dicho lixiviado debería ser tratado, el costo se hace muy alto, y lo que habitualmente sucede es que esos contaminantes llegan al ambiente afectando gravemente la salud de la población y los ecosistemas.</font></p>
<p><font color="#3366ff">La Ley Nacional N° 24.051 sobre Residuos Peligrosos, que incorpora los lineamientos de la Convención de Basilea, expresa, en el Artículo Nº 2; - "Será considerado peligroso, a los efectos de esta ley, todo residuo que pueda causar daño, directa o indirectamente, a seres vivos o contaminar el suelo, el agua, la atmósfera o el ambiente en general". Ahora, ¿dónde está el riesgo potencial del e-scrap. Veamos:</font></p>
<p><font color="#3366ff">Los Circuitos Impresos y Circuitos Integrados: que fueron asignados en el Anexo VIII de la Convención de Basilea, entrada A 1180, como “residuos de ensamblajes eléctricos y electrónicos...” y a la entrada A 1020 “antimonio y compuestos de antimonio” y “berilio y compuestos del berilio”. Estos ensamblajes eléctricos y electrónicos contienen compuestos brominados y óxidos de antimonio como retardantes de llama, plomo en soldaduras; así como aleaciones de Berilio y Cobre como conectores. </font></p>
<p><font color="#3366ff">Más del 90% en las pilas recargables tiene cadmio (Y 26) y/o plomo (Y31). Las baterías de Níquel-Cadmio, que están asignadas en el Anexo VIII, entrada A 1170 como “residuos de baterías en desuso”. También se usa plomo en soldaduras de las plaquetas, en las lámparas y en tubos de rayos catódicos (CRT: cathode ray tubes), junto al fósforo.</font></p>
<p><font color="#3366ff">También son peligrosos los cilindros o tambores de selenio; el mercurio presente en las pilas y censores de posición, con una pequeña contribución por parte de los relés y tubos fluorescentes; así como pantallas de LCD; el cromo hexavalente utilizado como inhibidor de corrosión en el sistema de refrigeración de los refrigeradores por absorción; el material óptico que indio, galio, arseniuros y cadmio y los plásticos viejos por tener retardadores de llama Brominados (Brominated Flame Retardants –BFRs-).</font></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><span><font color="#3366ff"></font></span></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><font color="#3366ff">La mayoría de los aparatos electrónicos contienen una cantidad de elementos, incluyendo metales, que se pueden reciclar. El reciclaje de los viejos aparatos electrónicos ahorra recursos y protege el medio ambiente. Hoy se habla de la minería urbana, es decir, que en lugar de obtener los metales de las montañas, con el alto impacto ambiental generado por la extracción de oro o cobre de la roca, se puede obtener un porcentaje creciente del reciclado y refinado de metales. Un kilo de e-scrap de teléfonos celulares tiene 10 veces más oro que la mejor roca de la mejor mina aurífera.</font></p>
<p><font color="#3366ff">Ahora, el gran tema que tiene que debatir la Argentina, es cómo recolectar en forma diferenciada éste tipo de residuos a fin de poder valorizarlos antes de su reciclado y refinado. Acá surgen dos alternativas a partir de dos modelos:</font></p>
<p><font color="#3366ff"><em>El Modelo de EEUU:</em> A partir de una serie de restricciones ambientales municipales, el e-scrap o e-waste no puede ingresar a los rellenos sanitarios. En ése país, se han probado todas las alternativas, y la conclusión fue dejar actuar a la mano oculta del mercado, basado en una poderosa industria del reciclado que cuenta con subsidios, pero que cada vez es más eficiente: más del 70 % de aluminio, el 65 % del cobre y el 60 % del acero proviene del reciclado de metales. Eso sí, para aquellos residuos como las TV, que no tienen interés para los recicladores, el Estado aporta para su tratamiento.</font></p>
<p><font color="#3366ff"><em>Modelo Europeo: </em>A partir de la Directiva comunitaria RAEE, o en inglés WEEE, involucra a los productores (IBM, Dell, Sony) y comercializadores (cadenas de electrodomésticos, shopings, etc.) en lograr separar de la corriente general de residuos sólidos domésticos todos aquellos residuos que posean alguna característica de peligrosidad y que, por lo tanto, constituyen una corriente especial que debe recibir adecuado tratamiento y/o disposición final. Y para ello fijaron metas de reciclar hasta el 65 % de los RAEE (residuos electrónicos) en el 2005.</font></p>
<p><font color="#3366ff">Para la Argentina, la solución estaría más cerca del modelo americano, gracias a una fuerte red de recicladores y recuperadores urbanos que pueden participar en al recolección selectiva del e-scrap. Esto también tendría un gran impacto positivo en cuanto a la generación de fuentes de empleo semi especializadas: serían los "escraperos" encargados de desmontar los residuos electrónicos y valorizar cada una de las piezas para mandar a refinar.</font></p>
<p><font color="#3366ff">Para concluir, el gran paso que tiene que dar el Gobierno y las empresas, será evitar que los RAEE terminen su ciclo de vida en rellenos sanitarios, basurales (legales o clandestinos) o arrojados por ahí. El siguiente paso, será involucrar a empresas y municipios para que intervengan activamente en la separación y acopio de rezagos electrónicos, previos al retiro por empresas de reciclado. Finalmente, los gobiernos deberán ser muy estrictos en auditar que las empresas recicladoras gestionen, ya sea en reciclado o en la disposición final, el e-scrap para que no impacten en el ambiente y la salud humana.</font></p>
<p><font color="#3366ff"><em>Lic. Gustavo F. Protomastro </em></font></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><font color="#3366ff"><em>Biólogo (UBA) y Master en Ingeniería y Gestión Ambiental (Univ. Politécnica de Cataluña).</em></font></p>
</blockquote>
</blockquote>
<p>El tema no es tan sencillo como parece. Nos falta mucho a los rosarinos para lograr una eficiente gestión de los residuos tanto comunes como peligrosos, es algo desordenada la información, deliberadamente desordenada.</p>
<p>No conocemos exactamente como desechar estos residuos, desde una simple pila a una computadora vieja, y en eso hay un gran déficit de los responsables gubernamentales.</p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><em>Claudio Scabuzzo</em></strong></p>
<p align="justify" style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><em>La Terminal</em></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trasporto in aereo di batterie al Litio]]></title>
<link>http://angeloferrillo.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 10:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Angelo Ferrillo</dc:creator>
<guid>http://angeloferrillo.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[Il Dipartimento dei Trasporti statunitense (DOT) ha introdotto nuove regole più restrittive per il ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:0;">Il <strong>Dipartimento dei Trasporti</strong> statunitense (DOT) ha introdotto nuove regole più restrittive per il trasporto in aereo sul terrritorio degli Stati Uniti di <strong>batterie al litio 'spare'</strong>, cioè non inserite in dispositivi elettronici. Dallo scorso 1 gennaio questo tipo di batterie è proibito nei bagagli che vengono caricati nella stiva dell'aereo, a meno che non siano inserite in apparecchi come computer o fotocamere digitali. Le batterie al litio 'sfuse', che tipicamente si portano come riserva per i casi in cui quelle in uso nei dispositivi si scaricano, dovranno essere messe <strong>in sacchetti trasparenti</strong> e portate a bordo come <strong>bagaglio a mano</strong>.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Le nuove regole fissano inoltre per ogni passeggero un massimo di due batterie al litio 'extended-life', che sono quelle con contenuto superiore a 8 grammi equivalenti di litio, come mostra il <a href="http://www.phmsa.dot.gov/portal/site/PHMSA/menuitem.ebdc7a8a7e39f2e55cf2031050248a0c/?vgnextoid=24e4ffc638ef6110VgnVCM1000001ecb7898RCRD&#38;vgnextchannel=8fd9f08df5f3f010VgnVCM1000008355a8c0RCRD&#38;vgnextfmt=print">comunicato del DOT</a>. <strong>Tutti i particolari</strong> della nuova normativa sono consultabili inoltre sul sito <a href="http://safetravel.dot.gov/index_batteries.html">SafeTravel.dot.gov</a>.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Le pile al litio sono considerate pericolose in quanto <strong>potenziali origini di incendi</strong> a bordo: quando danneggiate o soggette a corto circuito, infatti, possono generare un forte calore. Nel febbraio 2006 per esempio un aereo del colosso delle spedizioni UPS ha dovuto compiere un <strong>atterraggio di emergenza a Philadelphia</strong> per un incendio a bordo, e le successive ispezioni hanno riscontrato nel carico alcune batterie per laptop bruciate.</p>
<p style="margin-bottom:0;">“Negli ultimi anni abbiamo accertato diversi incidenti causati da batterie al litio, compreso un incendio accaduto meno di due mesi fa su un aereo <strong>all'aeroporto di Chicago</strong>”, ha dichiarato un rappresentante dell'Agenzia federale per la sicurezza nei trasporti (NTSB) in una recente udienza durante l'inchiesta per l'incidente di Philadelphia. Per inciso, recentemente diversi produttori di computer e telefoni cellulari, tra cui <strong>Dell e Nokia</strong>, hanno richiamato migliaia di batterie a causa di difetti che aumentavano il rischio di provocare incendi.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Ulteriori informazioni su:</p>
<p style="margin-bottom:0;"><a href="http://www.tsa.gov/travelers/airtravel/assistant/batteries.shtm" title="http://www.tsa.gov/travelers/airtravel/assistant/batteries.shtm">http://www.tsa.gov/travelers/airtravel/assistant/batteries.shtm</a></p>
<p style="margin-bottom:0;"><a href="http://safetravel.dot.gov/index_batteries.html">http://safetravel.dot.gov/index_batteries.html</a></p>
<p style="margin-bottom:0;">&#160;</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evanescence: Lithium - Tradução(Com vídeo legendado)]]></title>
<link>http://hitslovers.wordpress.com/2007/09/30/evanescence-lithium-traducaocom-video-legendado/</link>
<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 17:38:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago A.</dc:creator>
<guid>http://hitslovers.wordpress.com/2007/09/30/evanescence-lithium-traducaocom-video-legendado/</guid>
<description><![CDATA[
Lítio
Lítio - Não quero me trancar por dentro
Lítio - Não quero esquecer como é sentir falta
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/8c-teZiQV5Y'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/8c-teZiQV5Y&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Lítio</p>
<p>Lítio - Não quero me trancar por dentro<br />
Lítio - Não quero esquecer como é sentir falta<br />
Lítio - Eu quero permanecer apaixonada por minha<br />
tristeza<br />
Oh mas Deus, eu quero deixar isso passar</p>
<p>Venha pra cama, não me faça dormir sozinha<br />
Não pude esconder o vazio que você deixou à mostra<br />
Nunca quis que isso fosse tão frio<br />
Apenas não bebeu o bastante para dizer que me ama</p>
<p>Eu não posso me acalmar<br />
O que há de errado comigo?</p>
<p>Lítio - Não quero me trancar por dentro<br />
Lítio - Não quero esquecer como é sentir falta<br />
Lítio - Eu quero permanecer apaixonada, com minha<br />
tristeza</p>
<p>Oh, não quero deixar isso me derrubar dessa vez<br />
Afogar minha vontade de voar<br />
Aqui na escuridão, eu me conheço<br />
Não consigo me libertar antes que eu deixe isso passar<br />
Deixe-me ir!</p>
<p>Querido, eu te perdôo depois de tudo<br />
Qualquer coisa é melhor do que ficar sozinha<br />
E no fim, eu acho que tinha que cair<br />
Sempre encontro meu lugar entre as cinzas</p>
<p>Eu não posso me acalmar<br />
O que há de errado comigo?</p>
<p>Lítio - Não quero me trancar por dentro<br />
Lítio - Não quero esquecer como é sentir falta<br />
Lítio - Permaneço amando você<br />
Oh, eu vou deixar isso passar</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uso de baterías de litio en portátiles (Resumen)]]></title>
<link>http://rubengomez.wordpress.com/2006/10/15/15/</link>
<pubDate>Sun, 15 Oct 2006 16:29:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rubén Gómez</dc:creator>
<guid>http://rubengomez.wordpress.com/2006/10/15/15/</guid>
<description><![CDATA[Un resumen de sugerencias prácticas, algunas también beneficiosas para las baterías de los móvil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Un resumen de sugerencias prácticas, algunas también beneficiosas para las baterías de los móviles:</p>
<ul>
<li> Inicialmente, cargar y descargar completamente la batería (mediante la calibración de la BIOS en el portátil), no esta de más hacerlo un par de veces.</li>
<li> En el portátil, es recomendable recalibrar cada 30 ciclos completos de carga y descarga, (parciales cuentan porcentualmente), si poco uso, mínimo una vez al año.</li>
<li> El calor del portátil las perjudica a la larga, pero aún es más perjudicial para un portátil recibir una subida de tensión y no disponer de batería para estabilizar la corriente. Cada cual decida que hacer. En cualquier caso no es buena idea usar el portátil como un equipo de sobremesa, (permanentemente enchufado), con la batería en su interior.</li>
<li> No agotarlas completamente en el uso diario, en lo posible no descargarlas a menos del 20% de su capacidad total.</li>
<li>En el caso de pilas recargables, usar siempre que sea posible los cargadores originales, menos posibilidades de llevarnos sustos, por si acaso no está de más estar presentes en el proceso de carga.</li>
<li> Evitar comprar baterías que lleven tiempo en stock o en el mostrador de una tienda, o con la idea de usarlas sólo como reserva, se oxidan inevitablemente con el tiempo, así que, recién fabricadas equivale a más tiempo de uso.</li>
<li> Para mantenerlas guardadas lo mejor es dejarlas a una carga del 40%, y en un sitio fresco, preferentemente el refrigerador (ojo, no el congelador).</li>
</ul>
<p>Fuente: <a href="http://www.batteryuniversity.com/parttwo-34.htm">Cómo alargar la vida de baterías de litio</a> (inglés)</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
