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	<title>livros &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/livros/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "livros"</description>
	<pubDate>Thu, 15 May 2008 18:56:27 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Vidas Secas – Graciliano Ramos]]></title>
<link>http://resumosfuvest.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 18:45:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye21</dc:creator>
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<description><![CDATA[
 
A obra começa com a fuga de uma família da trágica seca do sertão nordestino: Fabiano, o pai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;"><a href="http://resumosfuvest.files.wordpress.com/2008/05/brazil_vidas_secas_4.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-18" src="http://resumosfuvest.wordpress.com/files/2008/05/brazil_vidas_secas_4.jpg" alt="" width="400" height="270" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;">A obra começa com a fuga de uma família da trágica seca do sertão nordestino: Fabiano, o pai, Sinhá-Vitória, a mãe, os dois filhos e a cachorra Baleia. Fabiano é um vaqueiro, homem bruto que tem enorme dificuldade em articular palavras e pensamentos, que se sente um bicho e muitas vezes age como tal, grunhindo e se portando como um selvagem. Não tem aspirações e nem esperanças, do mesmo modo como não se tolera e não tolera o mundo em que vive. Sinhá-Vitória, sua esposa, se sai melhor em seus pensamentos e diálogos, apesar de restritos. Seu sonho é uma cama de couro, como a de um homem chamado Tomás da bolandeira. Essa personagem, que nunca aparece a não ser na memória das outras personagens, é também uma espécie de herói e modelo para Fabiano: culto, detentor de sabedoria, da arte da palavra e do pensamento, por isso mesmo admirado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;">O menino mais novo parece não ter nome e nem uma forma comum de se comunicar. Sua única aspiração é ser como Fabiano. Nas mesmas situações está o filho mais velho, que só quer um amigo, conformando-se com a presença da cachorra Baleia. Esta, muitas vezes, parece ter um pensamento mais linear e humano que o resto da família, portando-se não só como um bicho, mas como um ente, uma companheira que ajuda Fabiano e sua gente a suportar as péssimas condições. </span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;">A história se desenvolve com o estabelecimento da família numa fazenda e a contratação de Fabiano como vaqueiro. Este, certa ocasião, vai até a venda comprar mantimentos e se põe a beber. Aparece um policial, chamado por Fabiano de Homem Amarelo, que o chama para jogar baralho com outros. O jogo acontece e, numa desavença com o Soldado Amarelo, Fabiano acaba sendo preso, maltratado e humilhado. Aumenta sua insatisfação com o mundo, com sua própria condição de homem bruto e selvagem do campo, e o desprezo de outras pessoas, encarnadas agora na figura do Soldado Amarelo.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;"> </p>
<p>Solto nosso herói, a vida segue na fazenda. Sinhá-Vitória começa a desconfiar do patrão, que parece roubar nas contas de Fabiano. Este se aborrece, mas não pode fazer nada. Não entende as complicadas contas que o patrão faz, e não sabe dialogar com ele. A festa de natal na cidade só serve para aumentar o descontentamento de Fabiano e sua família com o resto do mundo. Sentem-se diferentes, inferiores, desprezados e humilhados por milhares de "patrões" e "soldados amarelos". Baleia adoece e Fabiano e vê na árdua tarefa de sacrificá-la. Fere o pobre bicho com um tiro, mas não consegue matá-lo, já que este foge para longe. Baleia vem a falecer durante a noite, perto da casa, sonhando com um mundo cheio de lebres...</p>
<p> </p>
<p>Sentindo-se cada vez mais lesado pelo patrão, Fabiano resolve argumentar contra esse, mas, sob ameaça de despejo, resolve deixar o assunto quieto, o que lhe causa uma indignação cada vez maior. Sua indignação com o mundo chega ao extremo quando encontra, na volta da venda após ter tomado alguns goles, o Soldado Amarelo, que estava perdido no mato. Fabiano percebe o seu medo e seu corpo franzino em relação ao seu, e tem a idéia de matá-lo, descontar toda a sua raiva e seu descontentamento. Sentindo-se, entretanto, fraco e impossibilitado, resolve deixar pra lá, ensinando o caminho de volta para a cidade ao soldado. Seu sentimento de revolta é agora intensificado pela impotência...</p>
<p> </p>
<div><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;">Como não bastasse, a seca atinge a fazenda e faz com que toda a família fuja novamente, só que esta vez para o sul, em busca da cidade grande, sem destino e sem esperança de vida.</span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;"> </span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;color:#000080;font-family:Verdana;"></p>
<div><span style="color:#000080;font-family:Verdana;"><span style="color:#000080;font-family:Verdana;"><span style="color:#000080;font-family:Verdana;"><strong>Posts anteriores:</strong></span></span></span></div>
<p><span style="color:#000080;font-family:Verdana;"><span style="color:#000080;font-family:Verdana;"><span style="color:#000080;font-family:Verdana;"><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"></p>
<div>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><a title="Link permanente para Passar no vestibular é poss�vel?!" href="http://resumosfuvest.wordpress.com/2008/04/08/passar-no-vestibular-e-possivel/"><span style="color:#2c5f3f;">Passar no vestibular é possível?!</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><a title="Link permanente para Dom Casmurro - Machado de Assis" href="http://resumosfuvest.wordpress.com/2008/04/07/dom-casmurro-machado-de-assis/"><span style="color:#2c5f3f;">Dom Casmurro - Machado de Assis</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><a title="Link permanente para A Cidade e as Serras - Eça de Queiroz" href="http://resumosfuvest.wordpress.com/2008/04/18/a-cidade-e-as-serras-eca-de-queiroz/"><span style="color:#2c5f3f;">A Cidade e as Serras - Eça de Queiroz</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><a title="Link permanente para Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente" href="http://resumosfuvest.wordpress.com/2008/03/24/auto-da-barca-do-inferno-gil-vicente/"><span style="color:#2c5f3f;">Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente</span></a></span></p>
</div>
<p></font></font></font></font></font></span><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"></font></font></font></font></span><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"></font></font></font></span><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"></font></font></span><font face="Verdana" color="#000080"></font></span></p>
<div><span style="color:#000080;font-family:Verdana;"><font face="Verdana" color="#000080"><font face="Verdana" color="#000080"></p>
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<p><font face="Verdana" color="#000080"></p>
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<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a title="Link permanente para Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente" rel="bookmark" href="http://resumosfuvest.wordpress.com/2008/03/24/auto-da-barca-do-inferno-gil-vicente/"></a></p>
<p>----</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adam Zamoyski: quando Lenin falhou a conquista da Europa]]></title>
<link>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11468</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 18:03:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Azevedo Alves</dc:creator>
<guid>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11468</guid>
<description><![CDATA[Bernardo Calheiros sobre Warsaw 1920: Lenin&#8217;s Failed Conquest of Europe:
Adam Zamoyski, num re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ofuturopresente.blogspot.com/2008/05/varsvia-1920.html">Bernardo Calheiros</a> sobre <em><a href="http://www.amazon.co.uk/gp/product/0007225520?ie=UTF8&#38;tag=oinsu-21&#38;linkCode=as2&#38;camp=1634&#38;creative=6738&#38;creativeASIN=0007225520">Warsaw 1920: Lenin's Failed Conquest of Europe</a><img src="http://www.assoc-amazon.co.uk/e/ir?t=oinsu-21&#38;l=as2&#38;o=2&#38;a=0007225520" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important;margin:0 !important;" /></em>:</p>
<blockquote><p>Adam Zamoyski, num recente livro publicado em Londres pela Harper Collins, Warsow 1920. Lenin's failed conquest of Europe, trata justamente de combater o esquecimento a que está votada esta batalha épica que aconteceu no Verão de 1920, às portas de Varsóvia. De facto, "o milagre do Vístula", como ficou conhecida, foi uma batalha que evitou o domínio da Alemanha pela União Soviética e a futura marcha das tropas comunistas sobre todo o continente. Foi obra de muitos patriotas polacos, de lanceiros e de cossacos que, sob a liderança de Pilsudski, derrotaram as ondas de carros blindados que se abateram sobre o país. O livro de Zamoyski, de agradável leitura, é ainda completado por uma série de interessantíssimas e originais fotografias que nos trazem ao conhecimento a cara destes heróis, verdadeiros heróis europeus.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E por falar em britânicos]]></title>
<link>http://diariointramuros.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 15:41:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mrs G</dc:creator>
<guid>http://diariointramuros.wordpress.com/?p=36</guid>
<description><![CDATA[Ando numa fase de Henrique VIII.
Estou tentando lembrar quando começou, mas a memória me falha. Te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ando numa fase de Henrique VIII.</p>
<p>Estou tentando lembrar quando começou, mas a memória me falha. Tesão por reis ingleses (no sentido histórico, nao erótico, da coisa) eu sempre tive, começando com um que talvez nem tenha existido, Artur (OK, esse no sentido erótico da coisa também). Acho que esse é o único amor constante e, fora ele, as épocas variam. Agora estou num momento Tudor, avivado, acredito, pelos lugares revisitados durante a visita dos meus pais. E por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Other_Boleyn_Girl" target="_blank">The Other Boleyn Girl</a>, que estou lendo e curtindo. Resultado, muitas horas de trabalho perdidas em buscas na internet, e uma gigantesca lista de livros que quero ler sobre o cara e a época - o que provavelmente vou enrolar tanto pra fazer que, até lá, já estarei pensando em outro rei. Mas enfim.</p>
<p>Engraçado que eu nunca me empolguei pelas cortes francesa, espanhola, russa. Nem pela portuguesa, que poderia ter sido uma escolha natural pra quem 1) é metade lusa e 2) teve de engolir as malditas navegações durante tantos anos na escola. Mas minha paixão (entusiasmo, curiosidade, vício - nem sempre amor e admiração) sempre foi a ilha - dos celtas a Churchill. Cheguei até a estudar gaélico com um livro Teach Yourself, tem noção?</p>
<p>E daí?, você me pergunta. Afinal, eu não sou a primeira pessoa a me fascinar pela história alheia. E daí que eu casei com um inglês, cara. Coincidência? Profecia auto-realizável? Busca inconsciente? Não sei. Mas no momento estou botando as minhas fichas em destino.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Segredos Da Mente Milionaria]]></title>
<link>http://dinei.wordpress.com/?p=255</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 15:23:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cledinei</dc:creator>
<guid>http://dinei.wordpress.com/?p=255</guid>
<description><![CDATA[
Os Segredos Da Mente Milionaria
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]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dinei.wordpress.com/files/2008/05/ossegredosdamentemilionaria.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-254" src="http://dinei.wordpress.com/files/2008/05/ossegredosdamentemilionaria.jpg?w=234" alt="" width="188" height="210" /></a></p>
<p>Os Segredos Da Mente Milionaria</p>
<p>Tamanho: 120KB <a href="http://bitroad.net/download/272ced397895/Os-segredos-da-mente-milion-ria.rar.html">DOWNLOAD</a></p>
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VOLTAIRE: VIDA E ESCRITOS - pela editoria]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1650</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 14:49:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1650</guid>
<description><![CDATA[
François Marie Arouct, que adoptou o nome de Voltaire, nasceu em Paris a 21 de Novembro de 1694. F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;">François Marie Arouct, que adoptou o nome de Voltaire, nasceu em Paris a 21 de Novembro de 1694. Foi educado num colégio de jesuítas e ingressou bastante jovem na vida da aristocracia cortesã francesa. Mas uma disputa com um nobre, o cavaleiro de Rohan, fê-lo ir parar na Bastilha. Nos anos de 1727-29 viveu em Londres e assimilou a cultura inglesa da época. Nas Cartas sobre os ingleses, ou Cartas Filosóficas (1734), registra os vários aspectos daquela cultura insistindo especialmente sobre os temas mais característicos da sua atividade filosófica, <a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/05/voltaire-foto-voltaire.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1651 alignright" style="float:right;" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/05/voltaire-foto-voltaire.jpg" alt="" width="216" height="223" /></a>histórica, literária e política. Defende assim a religiosidade puramente interior e alheia a ritos e cerimônias dos Quacres (Lett., I-IV); põe em relevo a liberdade política e econômica do povo inglês (1b., lX, X); analisa a literatura inglesa e traduz poeticamente alguns trechos da mesma (1b., XVI11-XX111); e, na parte central, exalta a filosofia inglesa nas pessoas de Bacon, de Locke e de Newton (Ib., XII-XVII). Comparando Descartes a Newton, exalta os méritos de matemático de Descartes, mas reconhece a superioridade da doutrina de Newton (Ib., XIV). Descartes "fez uma filosofia como se faz um bom romance: tudo parece verossímil e nada é verdadeiro". No mesmo ano de 1734, Voltaire publicou o seu Tratado de metafísica, no qual versa os temas filosóficos que já abordara nas Cartas sobre os ingleses. Em 1734 foi viver em Cirey, na casa da sua amiga Madame de Châtelet, e foram esses os anos mais fecundos da sua atividade de escritor. Voltaire publicou então numerosíssimas obras literárias, filosóficas e físicas. Em 1738 apareceram os Elementos da filosofia de Newton, e em 1740 a Metafísica de Newton ou paralelo entre as opiniões de Newton e Leibniz.Em 1750, aceitou a hospitalidade de Federico da Prússia em Sans-Soucie e aí permaneceu cerca de três anos. Após o rompimento das suas relações de amizade com Federico e várias peregrinações, estabeleceu-se na Suíça, no castelo de Ferney (1760), onde prosseguiu a sua infatigável atividade graças à qual se tornou o chefe do iluminismo europeu, o defensor da tolerância religiosa e dos direitos do homem. Só aos 84 anos voltou a Paris para dirigir a representação da sua última tragédia, Irene, tendo sido acolhido com honras triunfais.</span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Faleceu a 30 de Maio de 1778. Voltaire escreveu poemas, tragédias, obras de história, romances, além de obras de filosofia e de física. Entre estas últimas, além das citadas, são importantes o Dicionário filosófico portátil (1764), que nas edições subsequentes se tornou uma espécie de enciclopédia em vários volumes, e O Filósofo Ignorante (1766), o seu último escrito<br />
filosófico. Mas também é bastante notável pelo seu conceito de história o Ensaio sobre os costumes e o espírito das nações (1740), a que antepôs mais tarde uma Filosofia da história (1765) em que procura caracterizar os costumes e as crenças dos principais povos do mundo.</span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Outros escritos menores de um certo relevo são citados adiante. Shaftesbury dissera que não há melhor remédio contra a superstição e a intolerância do que o bom humor. Voltaire pôs em prática melhor do que ninguém este princípio com todos os inexauríveis recursos de um espírito genial. O humorismo, a ironia, a sátira, o sarcasmo, a irrisão aberta ou velada, são por ele empregados de vez em quando contra a metafísica escolástica o as crenças religiosas tradicionais. Na novela Candide ou de L’optimisme, Voltaire narra as incríveis peripécias e desditas que põem à prova o otimismo de Cândido, o qual encontra sempre maneira de concluir, com o seu mestre, o doutor Pangloss, que "tudo corre o melhor possível no melhor dos mundos". Num outro romance, o Mícrómegas, do qual é protagonista um habitante da estrela Sírius, zomba da crença da velha metafísica segundo a qual o homem seria o centro e o fim do universo e, nas pisadas do Swift das Viagens de Gulliver, aborda o tema da relatividade dos poderes sensíveis, relatividade que pode ser superada somente pelo cálculo matemático. Num Poema sobre o desastre de Lisboa (1755), escrito a propósito do terremoto de Lisboa do mesmo ano, combate a máxima de que "tudo está bem" considerando-a como um insulto às dores da vida, e contrapõe a esperança de um melhor futuro construído pelo homem.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;">"Muda é a natureza que em vão interrogamos. Não é preciso um Deus que fale ao gênero humano. Só a ele cabe sua obra explicar, aconselhar o débil, o  sábio iluminar... Nossa esperança é que algum dia tudo esteja bem: Mera ilusão é que hoje tudo esteja bem.</p>
<p><strong>O MUNDO, O HOMEM E DEUS</strong></p>
<p>Diz-se habitualmente que Voltaire, no decurso de toda a sua vida, passou do otimismo ao pessimismo e que, sob este aspecto, os seus últimos escritos marcam uma orientação diferente da dos primeiros. Na realidade, não é possível distinguir oscilações dignas de relevo na atitude de Voltaire sobre este ponto. Ele sempre esteve convencido de que o mal do mundo é uma realidade tão inegável como o bem; que é uma realidade impossível de explicar à luz da razão humana e que tinha razão ao afirmar a insolubilidade do problema e criticar implacavelmente todas as possíveis soluções do mesmo. Mas, por outro lado, esteve também sempre convencido de que o homem deve reconhecer a sua condição no mundo tal qual ela é, não já para se lamentar e para negar o próprio mundo, mas para alcançar uma serena aceitação da realidade. Nas Anotações sobre os Pensamentos de Pascal (1728), que é um escrito juvenil, não pretende refutar o diagnóstico de Pascal sobre a condição humana, mas apenas extrair dela um ensinamento muito diferente. Pascal, com efeito, inferia desta situação a negação do mundo e a exigência de se refugiar no transcendente. Voltaire reconhece que tal condição é a única condição possível para o homem e que, portanto, o homem deve aceitá-la e dela tirar todo o partido possível. "Se o homem fosse perfeito, diz ele, seria Deus; e as pretensas contrariedades a que vós chamais contradições são os ingredientes necessários de que se compõe o<br />
homem, o qual é, como o resto da natureza, aquilo que deve sem. É inútil desesperar por não ter quatro pés e duas asas. E as paixões que Pascal condenava, em primeiro lugar o amor próprio, não são no homem simples aberrações porque o movem a agir, visto que o homem é feito para a ação. Quanto à tendência do homem para se. divertir, Voltaire observa: "A nossa condição é Precisamente Pensar (...)".</p>
<p>Pascal e Voltaire reconhecem, ambos, que O Homem, pela sua condição, está ligado ao mundo; mas Pascal quer que ele se liberte e afaste do mundo, ao passo que Voltaire pensa que ele o deve reconhecer e amar. A diferença está toda nisto; o pessimismo ou o Otimismo Pouco têm a ver com a questão.</p>
<p>Voltaire toma os traços fundamentais da sua concepção do mundo dos empiristas e dos deistas ingleses- Decerto que Deus existe como autor do mundo; e, conquanto se encontrem nesta opinião muitas dificuldades, as dificuldades com, que depara a opinião contrária são ainda maiores. Voltaire repete a este propósito a argumentação de Clarke e dos deístas (que reproduz o velho argumento Cosmológico): " Portanto existe alguma coisa de eterno já que nada se produz a partir do nada. Toda a obra que nos mostre meios e um fim revela um artifício: portanto, este universo composto de meios, cada um dos quais tem o seu fim, revela uni artífice potentíssimo e inteligentíssimo" (Dict. phil., art. "Dieu"; Tra@té de Mét., 2).<br />
Voltaire repudia, portanto, a opinião de que a matéria se tenha criado e organizado por si mesma. Mas, por outro lado,  recusa-se a determinar os atributos de Deus, considerando ambíguo também o conceito de perfeição, que não pode decerto ser o mesmo para o homem e para Deus. E não quer admitir qualquer intervenção de Deus no homem e no mundo humano. Deus é apenas o autor da ordem do mundo físico. O bem e o mal não são ordens divinas, mas atributos do que é útil ou nocivo à sociedade. A aceitação do critério utilitarista da verdade moral permite a Voltaire afirmar terminantemente que ela não interessa de modo algum à divindade. "Deus pôs os homens e os animais sobre a terra, e eles devem pensar em conduzir-se o melhor possível". Tanto pior para os carneiros que se deixam devorar pelo lobo. "Mas se um carneiro fosse dizer a um lobo: tu desprezas o bem moral e Deus castigar-te-á, o lobo responder-lhe ia: eu procedo de acordo com o meu bem físico e, pelo visto, Deus pouco se importa que eu te coma ou não"</p>
<p>É do interesse dos homens conduzirem-se de modo a tornar possível a vida em sociedade; mas isto requer o sacrifício das paixões próprias, que são indispensáveis, como o sangue que lhes corre nas veias; e não se pode tirar o sangue a um homem, porque pode ser acometido de uma apoplexia.</p>
<p>No que toca ao conhecimento, Voltaire considera, tal como Locke, que o seu ponto de partida são as sensações e que de se desenvolve mantendo-as e dando-lhes forma. Voltaire repete os argumentos que Locke empregou sobre a existência dos objetos exteriores; e acrescenta um, por sua conta: o homem é essencialmente sociável e não poderia ser sociável se não houvesse<br />
uma sociedade e, por consequência, outros homens fora de nós. As atividades espirituais que se encontram no homem não permitem afirmar a existência de uma substância imaterial chamada alma. Ninguém pode dizer, de fato, o que é a alma; e a disparidade das opiniões a este propósito é muito significativa. Sabemos que é algo de comum ao animal chamado homem e àquilo que se chama animal. Este algo poderá ser a própria matéria? Diz-se que é impossível que a<br />
matéria pense. Mas Voltaire não admite tal impossibilidade. "Se o pensamento fosse um composto da matéria, eu reconheceria que o pensamento deveria ser extenso e divisível. Mas, se o pensamento é um atributo de Deus dado à matéria, não vejo que seja necessário que tal atributo seja extenso e divisível. Vejo, de fato, que Deus comunicou à matéria outras propriedades que não têm nem extensão nem divisibilidade: o movimento, a gravitação, por exemplo, que atua sem corpo intermediário na razão direta da massa o não da superfície, e na inversa do quadrado das distâncias, é uma qualidade real demonstrada, cuja causa é tão oculta como a do pensamento".</p>
<p>Além disso, é absurdo sustentar que o homem pense sempre; sendo assim, é absurdo admitir no homem uma substância cuja essência seja pensar. Será mais verossímil admitir que Deus organizou os corpos tanto para pensar como para comer e para digerir. Posta em dúvida a realidade de uma substância pensante, a imortalidade da alma converte-se em pura matéria de fé. A sensibilidade e o intelecto do homem nada têm de imortal; como se poderia, pois, chegar a demonstrar a eternidade? Não existem certamente demonstrações válidas contra a espiritualidade e a imortalidade da alma; tais demonstrações são destituídas de toda a verossimilhança e é injusto e despropositado pretender efetuar uma demonstração onde somente são possíveis conjecturas. Além disso, a mortalidade da alma não é contrária ao bem da sociedade, como o provaram os antigos hebreus que consideravam a alma material e mortal</p>
<p>O homem é livre, mas dentro de limites bastante restritos. "A nossa liberdade é débil e limitada, como todas as nossas faculdades. Nós fortificamo-la habituando-nos a refletir e este exercício torna-a um pouco mais vigorosa. Mas, apesar de todos os esforços que façamos, nunca poderemos conseguir que a nossa razão impere como senhora de todos os nossos desejos; existirão sempre na nossa alma, como no nosso corpo, impulsos involuntários. Se fôssemos sempre livres, seríamos o que o próprio Deus é". Na sua última obra filosófica, Le Philosophe Ignorant (1766), Voltaire insiste na limitação da liberdade humana, que não consiste nunca na ausência de qualquer motivo ou determinação. "Seria estranho que toda a natureza, todos os astros obedecessem a leis eternas, e que houvesse um pequeno animal com a altura de cinco pés que, a despeito destas leis, pudesse agir sempre como lhe aprouvesse, segundo o seu capricho. Agiria ao acaso, e sabe-se que o acaso não é nada; nós inventamos esta palavra para exprimir o efeito conhecido de toda a causa desconhecida" (Phil. ign., 13).</p>
<p><strong>A HISTÓRIA E O PROGRESSO </strong></p>
<p>No decurso da sua atividade historiográfica, Voltaire dilucidou sempre os conceitos em que ela se inspirava. É como filósofo que ele pretende tratar a História, isto é, colhendo, para lá do amontoado dos fatos, uma ordem progressiva que revele o significado permanente deles. A primeira exigência é a de depurar os fatos de todas as superestruturas fantásticas de que o fanatismo, o espírito romanesco e a credulidade os revestiram. "Em quase todas as nações, a História é desfigurada pela fábula até ao momento em que a filosofia vem iluminar os homens; e quando, por fim, a filosofia surge no meio destas trovas, encontra os espíritos tão obnubilados por séculos de erros que mal logra esclarece-los; deparam-se-lhe cerimônias, fatos, monumentos, estabelecidos para sustentar mentiras" (Essais Sur les Moeurs, cap. 197). A filosofia é o espírito crítico que se opõe à tradição e separa o verdadeiro do falso.</p>
<p>Voltaire manifesta aqui com idêntica força a exigência histórica e antitradicionalista que Bayle representara. Mas a esta primeira exigência junta-se uma segunda, a de escolher, entre os próprios fatos, os mais importantes e significativos para delinear a "história do espírito humano". Deste modo, cumpre escolher, na massa do material bruto e informe, o que é necessário para construir um edifício; é mister eliminar os pormenores das guerras, tão nocivos como falsos, as pequenas negociações que são apenas velhacarias inúteis, as aventuras particulares que abafam os grandes acontecimentos, o é preciso conservar apenas os fatos que, pintam os costumes e fazem nascer desse caos um quadro geral e bem articulado. Voltaire seguiu este ideal, sobretudo no Ensaio sobre os costumes e o espírito das nações, em que dá o máximo relevo precisamente ao nascimento e morte das instituições e das crenças fundamentais dos povos. Mas em toda a sua obra historiográfica o que importa a Voltaire é pôr em luz o renascimento e o progresso do espírito humano, isto é, as tentativas da razão humana para se libertar dos preconceitos e erigir-se em guia da vida social do homem. O progresso da história consiste precisamente e apenas no êxito progressivo de tais tentativas, já que a substância do espírito humano permanece inalterada e imutável. Resulta de quadro, diz Voltaire, que tudo o que concerne intimamente à natureza humana se assemelha de um extremo ao outro do universo; que tudo o que pode depender dos costumes é diferente e se assemelha apenas por acaso. O império do costume é muito mais vasto do que o da natureza; estende-se aos hábitos e a todos os usos, e expande-se na sua variedade por todo o universo. “A natureza manifesta assim a sua unidade: estabelece por toda a parte um pequeno número de princípios invariáveis, de modo que o fundo é em toda a parte o mesmo, mas a cultura produz frutos diversos”. Na verdade, <strong>o que é susceptível de progresso não é o espírito humano nem a razão, que é a essência dele, mas sim o domínio que a razão exerce sobre as paixões em que se radicam os preconceitos e os erros</strong>. A História apresenta-se assim a Voltaire como história do iluminismo, do esclarecimento progressivo que o homem faz de si mesmo, da progressiva descoberta do princípio racional que o rege; e implica uma alternância incessante de períodos sombrios e de renascimentos.</p>
<div><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;">O conceito voltairiano da História liga-se estreitamente ao iluminismo, porque, na realidade, não é mais do que a historicização do iluminismo, o seu reconhecimento no passado. Mas com isto não se pretendeu aniquilar a problematicidade da História, e Voltaire sente-se ele mesmo um instrumento daquela força libertadora da razão, cuja história pretende descrever.</span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;"> </span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;"> </span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Verdana;"> </p>
<p></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TARDE DEMAIS - poema de jorge barbosa filho]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1649</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 14:29:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1649</guid>
<description><![CDATA[velo esta tarde engomada
florida com tanto alinho
que parece que o homem
é o último dentro do inú]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">velo esta tarde engomada</span></span></h2>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">florida com tanto alinho</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">que parece que o homem</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">é o último dentro do inútil agora.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">meu olhar vestido de terno</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">acompanha o cortejo</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">e tenta crer com respeito</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">no suspiro final da cidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">o sol que eternamente enterro</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">na carne de minhas palavras</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">é o nosso morto presente</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">e feito fóssil fogo-fátuo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">sussurra baixinho meu epitáfio: </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">- tarde de mim, tarde de tudo, tarde demais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 0 141.6pt;"><span style="font-size:12pt;"><span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fotografia, uma Filosofia?]]></title>
<link>http://leandronunesfoto.wordpress.com/?p=161</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 14:23:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>leandronunesfoto</dc:creator>
<guid>http://leandronunesfoto.wordpress.com/?p=161</guid>
<description><![CDATA[Dica do fotógrafo Gustavo Longo
Mais um LIVRO, para fazer parte do nosso contínuo estudo sobre fot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dica do fotógrafo Gustavo Longo</p>
<p>Mais um LIVRO, para fazer parte do nosso contínuo estudo sobre fotografia!!!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-162" src="http://leandronunesfoto.wordpress.com/files/2008/05/fcp_top_feature.jpg" alt="" width="125" height="250" /></p>
<p>Publicado por Kadu Oliveira UOL notícias</p>
<p>A um tempo atrás quando tive aula de Imagem e Mídia no meu curso de Planejamento Estratégico e Marketing Digital, tive contato com um material de um tal de “<strong>Vilém Flusser</strong>” chamado “<strong>Filosofia da caixa preta - Ensaios para uma futura filosofia da fotografia</strong>“, <a href="http://www.relumedumara.com.br/" target="_blank"><span style="color:#d72917;">Editora Relume Dumará</span></a> onde o autor repassa os aspectos da imagem e sua relação com o contexto social, a relação Fotógrafo-máquina-fotografia e a finalidade em se ter uma filosofia na faculdade.<br />
O conteúdo do livro foi tão bem explicado na Aula, inserido sutilmente no material apresentado, que na mesma hora me deu vontade em parar o curso e fazer uma pós em Fotografia.</p>
<p>Agora já comprei o meu exemplar e nesse final de semana vou ler e depois conto o que mais achei sobre essa viagem fotográfica.</p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SEM AS POEIRAS DE VOLTAIRE - poema de tonicato miranda]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1648</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 13:16:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1648</guid>
<description><![CDATA[Uma mariposa cinza
com a ponta de uma das asas quebrada,
mas com um desenho magistral,
mais trabalha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">Uma mariposa cinza</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">com a ponta de uma das asas quebrada,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">mas com um desenho magistral,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">mais trabalhado que kambé,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">mais variado do que Roman</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">mais surpresa do que Poty,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">mais elegante do que Mazé,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">muito menor do que o sorriso da Desi</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">desceu em queda livre</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">de Piraquara a Morretes.</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">Depois de quase ser comida por um pombo,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">uma gralha sobrevivente</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">e um gavião ancião;</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">depois de quase cair num canavial,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">quase beijar uma grande pedra</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">às margens do Marumbi,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">após a descida vertiginosa do cimo </span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">dos picos da Serra do Mar,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">pousou a teu pés.</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">Não declamou para ti</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">Ana Cristina César,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">como era de se esperar,</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">mas Voltaire</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">"<em>eu não beijo a poeira dos vossos pés,</em></span></p>
<p style="margin:0;"><em><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">porque vós quase não caminhais,</span></em><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="margin:0;"><em><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">vós levitais nos meus pensamentos</span></em><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">".</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Site quer mudar a forma como nos relacionamos com os livros]]></title>
<link>http://pcangelo.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 13:07:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>pcangelo</dc:creator>
<guid>http://pcangelo.wordpress.com/?p=118</guid>
<description><![CDATA[
Está aí um projeto que acredito ser interessante acompanhar o desenvolvimento. É o BookLamp. Tem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/garotalivro01.jpg" alt="garotalivro01.jpg" /></p>
<p>Está aí um projeto que acredito ser interessante acompanhar o desenvolvimento. É o <a href="http://beta.booklamp.org/" target="_blank">BookLamp</a>. Tem um objetivo ambicioso. Assim como a Google quer organizar toda a informação no mundo, o <a href="http://beta.booklamp.org/" target="_blank">BookLamp </a>quer mudar a forma como nos relacionamos com os livros.</p>
<p>Basicamente, é um sistema de recomendação de livros. Você entra com o nome de uma obra e o sistema vai recomendando outras, de acordo com os seus hábitos de leitura. Funciona semelhante ao <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/01/14/pandora-o-saco-de-pancadas/" target="_blank">Pandora</a>, sendo que este é voltado para música.</p>
<p>Sistemas de recomendação de livros existem há bastante tempo - a <a href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/pt/wiki/Amazon" target="_blank">Amazon</a> tem um. Mas o <a href="http://beta.booklamp.org/" target="_blank">BookLamp</a> tem um grande diferencial. Para fazer as recomendações, ele se baseia em critérios mais subjetivos e menos mecânicos. Estilo da escrita do autor, características e diálogos entre personagens, ambientação etc.</p>
<p><img src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/booklamp01.jpg" alt="booklamp01.jpg" /></p>
<p>Para conseguir fazer as recomendações, o <a href="http://beta.booklamp.org/" target="_blank">BookLamp</a> trabalha com conceitos de inteligência artificial e técnicas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Minera%C3%A7%C3%A3o_de_dados" target="_blank">data mining</a>. O projeto ainda está em testes, mas começa a chamar a atenção - por enquanto, existem apenas 180 livros cadastrados e em inglês.</p>
<p>Existe um detalhe que ajuda a criar mais burburinho em torno do <a href="http://beta.booklamp.org/" target="_blank">BookLamp</a>. A ferramenta foi criada por Aaron Stanton. O nome não soa familiar?</p>
<p>Stanton é aquele americano que, no ano passado, montou um site, o <a href="http://www.cangooglehearme.com/" target="_blank">CanGoogleHearMe</a>, com o objetivo de mostrar a sua peregrinação para mostrar uma “idéia genial” à empresa Google.</p>
<p>Pelo visto, a sua “idéia genial” já começa a ser vista pela <a href="http://www.gooole.com/">Google</a> e, meio de longe, pela <a href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/pt/wiki/Amazon" target="_blank">Amazon.</a></p>
<p><a href="http://www.brasilquele.com.br/texto_ler.php?id=2664&#38;page=9" target="_blank">Fonte: brasilquele</a><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/04/02/site-quer-mudar-a-forma-como-nos-relacionamos-com-os-livros/" target="_blank"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre livros e livros]]></title>
<link>http://simplereverie.wordpress.com/?p=54</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 12:10:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ger</dc:creator>
<guid>http://simplereverie.wordpress.com/?p=54</guid>
<description><![CDATA[Acabei de descobrir o video da Enya cantando May It Be no YouTube. Bateu uma nostalgia&#8230;  Bons ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de descobrir o video da Enya cantando <a href="http://br.youtube.com/watch?v=hitAHKGqJZI&#38;feature=related">May It Be</a> no YouTube. Bateu uma nostalgia...  Bons tempos em que eu ia ler o Senhor dos Anéis sábado de manhã na sacada do apartamento. Era início de maio, e era um friozinho tão bom...</p>
<p>Não é mais meu livro favorito (nem sei se, hoje, tenho algum), mas sempre vou me lembrar dele como um dos livros mais impactantes da minha vida.</p>
<p>E por falar em livros importantes na minha vida, quanto será que um sebo ou os hippies cult da UFSC pagariam por minha coleção de Harry Potter's quase completa e em ótimo estado? É que ao contrário dos Tolkien's, os Rowling's são completamente dispensáveis da minha prateleira. Gostava deles, sim, mas outra pessoa pode fazer melhor uso deles do que deixá-los pegando pó eternamente num canto esquecido.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Klein Doctrine]]></title>
<link>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11537</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 07:55:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel</dc:creator>
<guid>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11537</guid>
<description><![CDATA[&#8220;The Klein Doctrine: The Rise of Disaster Polemics&#8221; de Johan Norberg
Naomi Klein&#8217;s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cato.org/pub_display.php?pub_id=9384">"The Klein Doctrine: The Rise of Disaster Polemics"</a> de Johan Norberg</p>
<blockquote><p>Naomi Klein's The Shock Doctrine purports to be an exposé of the ruthless nature of free-market capitalism and its chief recent exponent, Milton Friedman. Klein argues that capitalism goes hand in hand with dictatorship and brutality and that dictators and other unscrupulous political figures take advantage of "shocks"—catastrophes real or manufactured—to consolidate their power and implement unpopular market reforms. Klein cites Chile under General Augusto Pinochet, Britain under Margaret Thatcher, China during the Tiananmen Square crisis, and the ongoing war in Iraq as examples of this process.</p>
<p>Klein's analysis is hopelessly flawed at virtually every level. Friedman's own words reveal him to be an advocate of peace, democracy, and individual rights. He argued that gradual economic reforms were often preferable to swift ones and that the public should be fully informed about them, the better to prepare themselves in advance. Further, Friedman condemned the Pinochet regime and opposed the war in Iraq. </p>
<p>Klein's historical examples also fall apart under scrutiny. For example, Klein alleges that the Tiananmen Square crackdown was intended to crush opposition to pro-market reforms, when in fact it caused liberalization to stall for years. She also argues that Thatcher used the Falklands War as cover for her unpopular economic policies, when actually those economic policies and their results enjoyed strong public support.</p>
<p>Klein's broader empirical claims fare no better. Surveys of political and economic freedom reveal that the less politically free regimes tend to resist market liberalization, while those states with greater political freedom tend to pursue economic freedom as well.</p></blockquote>
<p>Texto completo <a href="http://www.cato.org/pubs/bp/bp102.pdf">pdf</a>/<a href="http://www.cato.org/pubs/bp/html/bp102/bp102index.html">html</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leis do Livro, um incentivo &agrave; leitura]]></title>
<link>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/05/15/leis-do-livro-um-incentivo-leitura/</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 03:44:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
<guid>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/05/15/leis-do-livro-um-incentivo-leitura/</guid>
<description><![CDATA[
Parece que a questão da leitura em crise é comum a vários países, mesmo os ricos e desenvolvido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2008/05/42-18506413.jpg"><img style="border-width:0;" height="370" alt="42-18506413" src="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2008/05/42-18506413-thumb.jpg" width="492" border="0"></a>
<p align="justify">Parece que a questão da leitura em crise é comum a vários países, mesmo os ricos e desenvolvidos estão sofrendo com a diminuição do número de leitores. Os problemas variam da falta de interesse até a inexistência de bibliotecas. Além disso, em muitos países, principalmente nos do chamado Terceiro Mundo, se é que esta nomenclatura ainda é valida e existe num mundo globalizado, a educação ser precariamente valorizada e o analfabetismo é uma realidade.
<p align="justify">No México, por exemplo, a situação é tão calamitosa quanto no Brasil. Entretanto, uma lei de valorização da leitura e do livro foi votada e entrará em vigor. Esta lei é conhecida como <i></i><i><a href="http://www.leydellibro.org.mx/ley.shtml"><font color="#0080c0">Ley de Libro ou Ley de Fomento para la Lectura y el Libro</font></a></i> , que pode servir de parâmetro para algumas políticas de incentivo à leitura no Brasil como a questão do preço fixo dos livros.
<p align="justify">Assim como no Brasil, uma grande quantidade de municípios não dispõem de bibliotecas. Em percentual real são 94% dos municípios mexicanos que são “órfãos” de livros. Um número absurdo e que não está tão longe da realidade brasileira.
<p align="justify">Um país que deu <a href="http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/01/10/juan-rulfo-e-seu-pedro-paramo/"><font color="#0080c0">Juan Rulfo</font></a>, <a href="http://www.releituras.com/opaz_menu.asp"><font color="#0080c0">Octavio Paz</font></a>, <a href="http://www.metodista.br/ppc/multiplas-leituras/multiplas-leituras-01/dialogos-literarios-dom-quixote-subvertido-na-narrativa-de-carlos-fuentes/"><font color="#0080c0">Carlos Fuentes</font></a> e recentemente <a href="http://paginas.terra.com.br/arte/dubitoergosum/arq83.htm"><font color="#0080c0">David Toscana</font></a>, sofre dos mesmos males que a maioria dos países latino-americanos.
<p>Veja algumas leis do livro que existem em vários países.
<p><strong>Alemanha</strong>
<p><a href="http://www.boersenverein.de/global/php/force_dl.php?file=%2Fsixcms%2Fmedia.php%2F686%2FWortlaut%2520Buchpreisbindungsgesetz_20%2520Juli%25202006.pdf"><font color="#0080c0">Versão em alemão</font></a> (pdf)
<p><a href="http://www.leydellibro.org.mx/documentos/ley-alemana.doc"><font color="#0080c0">Versão em espanhol</font></a> (doc)
<p><a href="http://www.editores.org.ar/25542.html"><strong><font color="#0080c0">Argentina</font></strong></a> (em espanhol)
<p><strong>França</strong>
<p><a href="http://www.legifrance.gouv.fr/affichTexte.do?cidTexte=LEGITEXT000006068716&#38;dateTexte=20080515"><font color="#0080c0">Versão em francês</font></a>
<p><a href="http://www.leydellibro.org.mx/leylang.shtml"><font color="#0080c0">Versão em espanhol</font></a>
<p>Imagem que ilustra este artigo:
<p>Blank Book with Letters © Tony Latham/zefa/Corbis</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprenda a Crescer no seu Trabalho]]></title>
<link>http://rafaelfeijo.wordpress.com/?p=288</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 01:02:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Feijó</dc:creator>
<guid>http://rafaelfeijo.wordpress.com/?p=288</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rafaelfeijo.files.wordpress.com/2008/05/crescer_trabalho.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-289" src="http://rafaelfeijo.wordpress.com/files/2008/05/crescer_trabalho.jpg" alt="" width="649" height="354" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Linhas ao abraço" ou três rascunhos meus]]></title>
<link>http://pietracr.wordpress.com/?p=30</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 01:00:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>sam</dc:creator>
<guid>http://pietracr.wordpress.com/?p=30</guid>
<description><![CDATA[	Linhas ao abraço
1. O Singelo
Só então eu descobri
quão vital é um abraço
quanta falta sinto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>	<strong>Linhas ao abraço</strong></p>
<p><strong>1. O Singelo</strong></p>
<p>Só então eu descobri<br />
quão vital é um abraço<br />
quanta falta sinto eu<br />
do corpo que enlaço.</p>
<p>Porque o singelo<br />
que da vida reconheço<br />
é [simples] o mais belo<br />
do qual jamais esqueço.</p>
<p>Tão carente que me faço<br />
	[um pedido que lhe clama:<br />
		seu amor e seu abraço.</p>
<p><strong>2. O Infinito</strong></p>
<p>Só então eu descobri<br />
quão vital é um abraço<br />
quanta falta sinto eu<br />
do corpo que enlaço.</p>
<p>Porque o singelo<br />
que da vida reconheço<br />
é [simples] o mais belo<br />
do qual jamais esqueço.</p>
<p>Tão carente que me faço<br />
	[um pedido que lhe clama:<br />
		seu amor e seu abraço.</p>
<p>Apenas isso é o que lhe peço<br />
“Que não seja imortal, posto que é chama<br />
Mas que seja infinito enquanto dure.”</p>
<p><strong>3. O Permanecer</strong></p>
<p>Só então eu descobri<br />
quão vital é um abraço<br />
quanta falta sinto eu<br />
do corpo que enlaço.</p>
<p>Porque o singelo<br />
que da vida reconheço<br />
é [simples] o mais belo<br />
do qual jamais esqueço.</p>
<p>Tão carente que me faço<br />
	[um pedido que lhe clama:<br />
		seu amor e seu abraço.</p>
<p>Apenas isso é o que lhe peço<br />
aqui fala quem lhe ama<br />
pois de ti jamais me despeço.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chegou a Sua Vez]]></title>
<link>http://rafaelfeijo.wordpress.com/?p=285</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 00:57:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Feijó</dc:creator>
<guid>http://rafaelfeijo.wordpress.com/?p=285</guid>
<description><![CDATA[Chegou a Sua Vez&#8230;Masi uma mensagem poderosa de crescimento espiritual com o Pastor Marcus Greg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou a Sua Vez...Masi uma mensagem poderosa de crescimento espiritual com o Pastor Marcus Gregório</p>
<p><a href="http://rafaelfeijo.files.wordpress.com/2008/05/chegou_a_sua_vez1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-287" src="http://rafaelfeijo.wordpress.com/files/2008/05/chegou_a_sua_vez1.jpg" alt="" width="649" height="354" /></a></p>
<p> </p>
<p><a href="http://rafaelfeijo.files.wordpress.com/2008/05/chegou_a_sua_vez.jpg"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livros]]></title>
<link>http://catscout.wordpress.com/2008/05/15/livros/</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 00:46:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>catscout</dc:creator>
<guid>http://catscout.wordpress.com/2008/05/15/livros/</guid>
<description><![CDATA[Normalmente leio dois livros ao mesmo tempo, um mais leve e outro mais denso.
Por exemplo, agora and]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Normalmente leio dois livros ao mesmo tempo, um mais leve e outro mais denso.</p>
<p>Por exemplo, agora ando a ler o <strong>Diário de um teólogo (1946-1956)</strong> de <span style="font-style:italic;">Yves Congar</span>, célebre teólogo francês que se dedicou ao ecumenismo na Igreja e que foi um dos teólogos especialistas participantes no II Concilio Vaticano. Não é a edição francesa, mas uma tradução espanhola da Editorial Trotta (foi a que encontrei na livraria)</p>
<p>Vou também lendo <strong>Tieta do Agreste</strong> de <span style="font-style:italic;">Jorge Amado</span>, numa edição especial das Publicações D. Quixote. Lembro-me que foi uma das novelas mais interessantes que já vi na televisão, na época em que as novelas era feitas a partir de clássicos da literatura, brasileira.</p>
<p>PS - Já me esqueci como se fazem as citações dos livros, tenho de ir procurar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A ARTE ESTÁ DE LUTO, MORREU MÁRIO SCHOEMBERGER]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1646</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 23:33:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=1646</guid>
<description><![CDATA[                  Aos 56 anos, morre o ator curitibano Mário Schoemberger.
 

 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 style="margin:auto 0;"><span style="font-size:medium;font-family:Times New Roman;">                  <span style="color:#000000;">Aos 56 anos, morre o ator curitibano Mário Schoemberger.</span></span></h3>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/05/mario-schoemberger-tn_620_600_marioschoemberger.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1647 aligncenter" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/05/mario-schoemberger-tn_620_600_marioschoemberger.jpg" alt="" width="499" height="355" /></a></p>
<p>                   foto de Jonathan Campos/Arquivo/Gazeta do Povo.</p>
<p style="line-height:12pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Com trabalhos em inúmeros filmes e peças de teatro, ele foi um dos representantes mais importantes de sua geração. Versátil, com currículo extenso e atuações na televisão, teatro e cinema. <strong>Mário Schoemberger</strong>, ator curitibano capaz de transitar com tranqüilidade entre papéis cômicos e trágicos, que já passava por problemas de saúde há mais de um ano, morreu nesta quarta-feira (14) aos 56 anos.</span></p>
<p style="line-height:12pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O velório está marcado para esta quarta-feira (14) às 23h, na Sala de Exposições do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade, s/n.º). O corpo do ator deixa o teatro às 16h desta quinta-feira, e segue para o Crematorium Metropolitan em São José dos Pinhais, onde será cremado.</span></p>
<p style="line-height:12pt;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Carreira longa no teatro, televisão e cinema</span></strong></p>
<p style="line-height:12pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Em sua carreira de longos 37 anos, Schoemberger já passou pelos palcos do teatro, pela telinha da televisão e pelo cinema.</span></p>
<p style="line-height:12pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Alguns destaques dentro de seu vasto currículo no teatro, destacam-se a obra “Memória Póstumas de Brás Cubas”, com direção de Nauttíulio Portela, “Pinha, Pinhão, Pinheiro”, sob direção de Fátima Ortiz, “As Bruxas de Salém”, trabalho dirigido por Marcelo Marchioro, “A Casa do Terror”, de João Luiz Fiani e as mais recentes “Jantar Entre Amigos (Pequenos Terremotos)”, de Felipe Hirsch e “Três Versões da Vida”, com direção de Elias Andreatto. </span></p>
<p style="line-height:12pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Ele trabalhou também como diretor teatral em várias montagens como “O Processo”, com texto de Fátima Ortiz, “A Ceia dos Cardeais”, de Júlio Dantas e “Trancentina II”, de Enéas Lour.</span></p>
<p style="line-height:12pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">No cinema, pode ser visto no curta “A Loura Fantasma” e no média-metragem “Vítimas da Vitória”, com direção de Berenice Mendes. Schoemberger também pode ser visto no filme “Trair e Coçar É Só Começar”, “O Cheiro do Ralo”, e também na comédia “Os Normais – O Filme”, no qual faz um oficial do navio.</span></p>
<p style="line-height:12pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Na televisão, seu trabalho pode ser visto em várias séries da TV Globo, como no seriado “Os Aspones”, “A Diarista” e “A Grande Família”. Ele já recebeu o Troféu Gralha Azul na categoria ator pela peça “Os Mistérios de Curitiba”, obra baseada no texto de Dalton Trevisan e pelo qual recebeu ótimas críticas, entre outros prêmios.</span></p>
<p style="line-height:12pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p><em>por <span style="font-family:Courier New;">Angela Antunes e Irinêo Netto.</span></em></p>
<p><em>fonte RPC.com</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A alegria em três versões]]></title>
<link>http://michellaub.wordpress.com/?p=116</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 23:05:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Michel Laub</dc:creator>
<guid>http://michellaub.wordpress.com/?p=116</guid>
<description><![CDATA[  
Primeiro, a descrita por J.M.Coetzee neste trecho de A vida dos animais (Companhia das Letras, 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Primeiro, a descrita por J.M.Coetzee neste trecho de <em>A vida dos animais </em>(Companhia das Letras, 144 págs.):</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">“Como é ser um morcego? Nagel sugere que antes de podermos responder essa pergunta, precisamos ser capazes de experimentar a vida do morcego por meio das modalidades sensoriais de um morcego. Mas ele está errado; ou pelo menos está nos colocando na trilha errada. Ser um morcego vivo é estar cheio de ser. Ser plenamente morcego é igual a ser plenamente humano, o que quer dizer também estar cheio de ser. Ser-morcego no primeiro caso, ser-humano no segundo, talvez, mas essas considerações são secundárias. Estar cheio de ser é viver como corpo-alma. Nosso nome para a experiência de ser pleno é <em>alegria</em>”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Depois, a que Guimarães Rosa descobre no meio do jardim numa das novelas de <em>Corpo de baile </em>(Nova Fronteira, 266 págs.):<em></em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">“(...) deixavam-no engatinhar no chão, meio àquele fresco das folhas, ele apreciava o cheiro da terra, das folhas, mas o mais lindo era o das frutinhas vermelhas escondidas por entre as folhas - cheiro pingado, respingado, risonho, cheiro de alegriazinha.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">E finalmente, como uma transposição da alegriazinha para a cidade nossa de cada dia, aquilo que o sujeito sente ao abrir a página de quadrinhos, no café da manhã, e se deparar com isto:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><a href="http://michellaub.files.wordpress.com/2008/05/laerte.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-117" src="http://michellaub.wordpress.com/files/2008/05/laerte.jpg?w=300" alt="" width="432" height="140" /></a>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Coupe a Plat - Modelagem de Lingerie]]></title>
<link>http://modachaodefabrica.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 22:56:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacranes</dc:creator>
<guid>http://modachaodefabrica.wordpress.com/?p=9</guid>
<description><![CDATA[190 páginas com diagramas e alterações para lingerie.
Em francês
La Coupe a Plat  4Shared  Rapid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>190 páginas com diagramas e alterações para lingerie.</p>
<p>Em francês</p>
<p><span style="font-size:12pt;">La Coupe a Plat <span> </span><a href="http://www.4shared.com/account/file/47603067/1cc5ccd7/La_Coupe_a_Plat.html">4Shared</a> <span> </span><a href="http://rapidshare.com/files/114921714/La_Coupe_a_Plat.rar.html">Rapidshare</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Erik von Kuehnelt-Leddihn (2)]]></title>
<link>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11511</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 22:40:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Azevedo Alves</dc:creator>
<guid>http://oinsurgente.wordpress.com/?p=11511</guid>
<description><![CDATA[Passagens da obra Liberty or equality: The challenge of our time (disponível online aqui), de Erik ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Passagens da obra <em><a href="http://www.amazon.co.uk/gp/product/B0000CI660?ie=UTF8&#38;tag=oinsu-21&#38;linkCode=as2&#38;camp=1634&#38;creative=6738&#38;creativeASIN=B0000CI660">Liberty or equality: The challenge of our time</a><img src="http://www.assoc-amazon.co.uk/e/ir?t=oinsu-21&#38;l=as2&#38;o=2&#38;a=B0000CI660" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important;margin:0 !important;" /></em> (disponível online <a href="http://www.mises.org/books/liberty.pdf">aqui</a>), de Erik von Kuehnelt-Leddihn, seleccionadas por <a href="http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/05/it-is-virtually-certain.html">Pedro Arroja</a> e <a href="http://ventosueste.blogspot.com/2008/05/catolicismo-e-guerra.html">Carlos Novais</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Estresse e o Vestibular]]></title>
<link>http://dicasvestibular.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 19:51:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye7</dc:creator>
<guid>http://dicasvestibular.wordpress.com/?p=24</guid>
<description><![CDATA[Dica Anti-TPV (Tensão Pré-Vestibular) 
Já que você está nessa, você está estressado. E tem qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Dica Anti-TPV (Tensão Pré-Vestibular) </span></em></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Já que você está nessa, você está estressado. E tem que estar, porque o estresse é uma reação natural do seu organismo que ocorre quando você está diante de qualquer situação que represente ameaça ou exija mudança. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">E mesmo que seja lá no fundinho a ameaça está aí: Você pensa que poderá ser reprovado ou não conseguir entrar na sua primeira opção. Obviamente a situação exige mudança: estudar mais, ir para uma universidade, encarar seus objetivos de vida e pensar como vai chegar lá... </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">É estresse que não dá pra por defeito. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span>Mas você pode: </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">1)</span></em></strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> permitir que ele aumente e impeça que você dê conta do recado de vestibulando, sofra um ano inteiro e corra o risco da reprovação ou </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">2)</span></em></strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> usar os benefícios do próprio estresse para ter mais pique, compreender e memorizar mais as matérias, e aumentar suas chances de aprovação. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Se você optou pela segunda alternativa, aqui vai uma dica:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Troque a quantidade exagerada pela qualidade. Em vez de entrar para o "Bloco dos Camelos" e estudar 24 horas, organize suas tarefas para que você possa estudar em blocos de 55' (cinqüenta e cinco minutos) no máximo. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Passados os 55’, faça uma atividade de 15' que permita com que você se desligue completamente do estudo e se ligue na atividade. Faça o que você mais gosta de fazer.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">Veja mais em:</p>
<p class="MsoNoSpacing"><a href="http://dicasvestibular.wordpress.com/2008/05/12/nervosismo-na-hora-da-prova/" target="_blank">Nervosismo na hora da prova</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Estresse e o Vestibular ]]></title>
<link>http://cursinhovestibular.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 19:34:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye6</dc:creator>
<guid>http://cursinhovestibular.wordpress.com/?p=24</guid>
<description><![CDATA[Dica Anti-TPV (Tensão Pré-Vestibular) 
 
Já que você está nessa, você está estressado. E tem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Dica Anti-TPV (Tensão Pré-Vestibular) </span></em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Já que você está nessa, você está estressado. E tem que estar, porque o estresse é uma reação natural do seu organismo que ocorre quando você está diante de qualquer situação que represente ameaça ou exija mudança. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">E mesmo que seja lá no fundinho a ameaça está aí: Você pensa que poderá ser reprovado ou não conseguir entrar na sua primeira opção. Obviamente a situação exige mudança: estudar mais, ir para uma universidade, encarar seus objetivos de vida e pensar como vai chegar lá... </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">É estresse que não dá pra por defeito. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span> </span>Mas você pode: </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">1)</span></em></strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> permitir que ele aumente e impeça que você dê conta do recado de vestibulando, sofra um ano inteiro e corra o risco da reprovação ou </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">2)</span></em></strong><em><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> usar os benefícios do próprio estresse para ter mais pique, compreender e memorizar mais as matérias, e aumentar suas chances de aprovação. </span></em></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Se você optou pela segunda alternativa, aqui vai uma dica:</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Troque a quantidade exagerada pela qualidade. Em vez de entrar para o "Bloco dos Camelos" e estudar 24 horas, organize suas tarefas para que você possa estudar em blocos de 55' (cinqüenta e cinco minutos) no máximo. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Passados os 55’, faça uma atividade de 15' que permita com que você se desligue completamente do estudo e se ligue na atividade. Faça o que você mais gosta de fazer. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">Post anterior:</p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><a href="http://cursinhovestibular.wordpress.com/2008/05/12/nervosismo-na-hora-da-prova/" target="_blank">Nervosismo na hora da prova</a></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Emma Bovary c’est moi (Emma Bovary sou eu)]]></title>
<link>http://dannycsv.wordpress.com/?p=278</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 19:28:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Danny</dc:creator>
<guid>http://dannycsv.wordpress.com/?p=278</guid>
<description><![CDATA[Estou melhor&#8230; bem melhor&#8230; nada que duas noites bem dormidas não resolvam. E compras. Na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://PostURL"></a><a href="http://PostURL"></a><a href="http://dannycsv.files.wordpress.com/2008/05/divisoria.jpg"></a><a href="http://Nenhum"></a>Estou melhor... bem melhor... nada que duas noites bem dormidas não resolvam. E compras. Nada que uma boa aquisição não resolva.</p>
<p style="text-align:center;"> <a href="http://PostURL"><img class="alignleft size-medium wp-image-281" src="http://dannycsv.wordpress.com/files/2008/05/madame-bovary1.jpg?w=200" alt="Madame Bovary" width="200" height="280" /></a></p>
<p><strong>Madame Bovary, Gustave Flaubert</strong> - É uma edição comemorativa que acompanha o processo que o autor sofreu do Governo Francês e sua defesa, na época.</p>
<p>Na Cinelândia está acontecendo a <strong><span style="text-decoration:underline;">Feira do Livro</span></strong>. É uma perdição para quem é tarado por leitura. Novos, usados, lançamentos, best sellers, desconhecidos. Tudo num ótimo preço. O meu custou uma bagatela de R$ 10,00. Foi realmente um achado. Numa banca com <em>trocentos</em> livros achei justamente o que queria. Dê uma passadinha lá. Se você não é do Rio e quer algum livro em especial, mande um e-mail com o nome do livro e o autor que tento achar lá e envio pelo correio. Não me custa nadinha... aliás, todo dia na hora do almoço estou por lá. Mas tem que ser rápido, porque pode acabar a qualquer momento.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
