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	<title>monografia-de-sociologia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/monografia-de-sociologia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "monografia-de-sociologia"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 02:03:02 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[TRABALHO INFANTIL - ACABAR OU NAO - tema de monografia e tcc]]></title>
<link>http://monografiando.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 04:23:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiando</dc:creator>
<guid>http://monografiando.es.wordpress.com/2008/06/13/trabalho-infantil-acabar-ou-nao-tema-de-monografia-e-tcc/</guid>
<description><![CDATA[Esta é uma polêmica gerada pela falta de comunicação entre os envolvidos na questão: as crianç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Esta é uma polêmica gerada pela falta de comunicação entre os envolvidos na questão: as crianças, as famílias e os proprietários das políticas sociais.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://www.monografiaac.com.br">AC Monografias Prontas - tema de monografia e TCC em Geografia</a>, elaborou este artigo referente à fundamentalidade de tal discussão.</p>
<p style="text-align:justify;">As agências internacionais têm elaborado programas de eliminação do trabalho infantil baseados no princípio de que a criança é um ser em formação e que a infância é um período de preparo para a vida adulta.</p>
<p style="text-align:justify;">É prejudicial para o seu pleno desenvolvimento assumir tarefas e responsabilidade de adulto. Quais são as possibilidades de futuro para uma criança que cata lixo, trabalha em minas ou costura sapatos? Um adulto que estará sempre no limiar da sobrevivência e que gerará filhos sem perspectivas de uma vida melhor. Este quadro não mudará sem que assim desejem todas as partes envolvidas.</p>
<p style="text-align:justify;">A inclusão de crianças e adolescentes nas discussões trouxe polêmica para a posição monolítica de que é preciso, a qualquer custo, eliminar o trabalho infantil. Não caberia aqui afirmar que eles estejam simplesmente defendendo seus empregos, mas que precisam de garantias para largar aquilo que duramente conseguiram para ajudar os seus a viver. Quem conhece a fome sabe que sonhos não enchem a barriga. Os programas são elaborados nos gabinetes, longe dos olhos de quem pretende beneficiar.</p>
<p style="text-align:justify;">A erradicação do trabalho infantil deve ser de responsabilidade de vários seguimentos da sociedade, ou seja, de órgãos públicos, de empresas privadas, de organizações não-governamentais e da população. O <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">time de monografias prontas em Geografia Alpha Monografia</a> acredita que as ações devem se dar em várias frentes de forma planejada e coordenada. A questão do trabalho infantil no Brasil é complexa. Está associada, embora não esteja restrito, à pobreza, à desigualdade e à exclusão social existente no país, mas outros fatores de natureza cultural, econômica e de organização social da produção respondem também pelo seu agravamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Há de forma regionalmente diferenciada no país, uma cultura de valorização do trabalho que insere crianças na força de trabalho com o objetivo de retira-las do ócio e da possível delinqüência. Por outro lado, existem fatores vinculados a formas tradicionais e familiares de organização econômica, em especial na pequena produção agrícola, o mobilizam o trabalho infantil.</p>
<p style="text-align:justify;">Ademais, as oportunidades oferecidas pelo mercado de trabalho urbano influenciam sobre modo a participação das crianças na força de trabalho que, a respeito dos direitos que lhes asseguram o ordenamento jurídico, elas continuam à margem da rede de proteção, quer na esfera dos direitos humanos, quer na esfera social e trabalhista.</p>
<p style="text-align:justify;">Caso necessite de <a href="http://www.monografiaad.com.br">monografia de embasamento para seu TCC sobre trabalho </a>infantil, conte conosco</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas vezes a comprovação do trabalho infantil é difícil. O empregador geralmente não contrata a criança, mas empreita seus pais para a realização de uma tarefa. Obrigados a cumprir cota de produção, esses pais põem toda a família a trabalhar em casa, onde a fiscalização não é possível.</p>
<p style="text-align:justify;">As condições das crianças no Brasil representam um verdadeiro desafio às famílias, à sociedade e ao Estado. Uma política de proteção e desenvolvimento integral de nossas crianças e adolescentes vem sendo aplicada, usando por meio o Estatuto da Criança e do Adolescente e também instituições não governamentais que levantam bandeiras em prol do trabalho infantil na conscientização.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho de nossas crianças e adolescentes, à margem da lei e da moralidade. E, quando aqui falamos em trabalho, efetivamente estamos a abordar todas as formas de exploração infantil; do verdadeiro abandono das crianças do nosso País, e, particularmente, do nosso Estado, quando, de acordo com o artigo 227 da Constituição Federal, é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar, às crianças e adolescentes, com absoluta prioridade, os direitos à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência comunitária, além de colocá-los a salvo de todas as formas de discriminação, negligência, exploração, violência, crueldade e opressão.</p>
<p style="text-align:justify;">Tendo em vista a ampla diversidade de ofícios existente hoje em dia com as mais diversas remunerações salariais, não é difícil encontrarmos crianças e adolescentes sendo exploradas pelos empregadores que, por sua vez, visam aumentar seus lucros através da não observância das leis trabalhistas que versam sobre os menores de idade.</p>
<p style="text-align:justify;">Exemplos claros disso podem ser vistos não só no Brasil, mas também ao redor do mundo. Podemos observar diariamente crianças e adolescentes trabalhando sem condições favoráveis para o seu bom desenvolvimento e, geralmente não estando de acordo com os dispositivos legais que versam sobre este tema.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, as relações entre educação e trabalho precoce também são triviais. A natureza do problema demanda, por conseguinte, ações do Estado em várias frentes. A questão exige a mobilização da energia social, criatividade na concepção do marco legal e mecanismos eficazes para sua aplicação , além da elaboração e do desenvolvimento de programa eficientes a esse fenômeno socialmente indesejável.</p>
<p style="text-align:justify;">Após a pesquisa e a discussão acalorada a respeito do trabalho infantil e seu engajamento na estrutura da sociedade moderna, entramos em consenso de que o problema do abuso do trabalho infantil não se restringe às letras legais, mas principalmente a inobservância dessas. Desta forma, pensamos que a sociedade em geral deve dedicar de algum tempo considerável para que possam ser discutidas e elaboradas novas soluções para tão relevante problema.</p>
<p style="text-align:justify;">Nossas crianças não precisam de lágrimas: elas precisam de comida, remédio, escola, casa, desenvolvimento de programas aos pais e inseri-los no mercado de trabalho, para suprir essas necessidades básica da criança e além disso, fazer um acompanhamento emocional e educacionalmente as famílias , com vista produtiva e sociável. Somente assim as crianças e adolescente terão direito dignos de viver a vida como seres humanos que são.</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, os menores não são capazes de pedir para si com a força dos adultos. São os maiores que precisam lutar por elas, impedindo que lhe seja tirado o fundamental, "seu direito a vida". Onde a responsabilidade não é tão somente do estado, mais de cada um de nós cidadãos brasileiros.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A IGUALDADE ENTRE OS HOMENS E A LEI - tema de monografia e tcc]]></title>
<link>http://monografiatccpronta.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 01:31:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiatccpronta</dc:creator>
<guid>http://monografiatccpronta.es.wordpress.com/2008/05/31/a-igualdade-entre-os-homens-e-a-lei-tema-de-monografia-e-tcc/</guid>
<description><![CDATA[A igualdade não pode ser interpretada como absoluta, matemática, senão no sentido de que todos os]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A igualdade não pode ser interpretada como absoluta, matemática, senão no sentido de que todos os homens devem ser igualmente protegidos pela lei; que os ônus devem ser não aritmeticamente iguais, senão proporcionais.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://www.monografiaac.com.br">AC Monografias Sociais e Juridicas</a> realizou este artigo</p>
<p style="text-align:justify;">É preciso não esquecer jamais do que querendo realizar a igualdade matemática dos homens, corre-se forte risco de criar a desigualdade</p>
<p style="text-align:justify;">Em concordância com isso, o ordenamento jurídico, fundado na Constituição, tem de reconhecer o âmbito da igualdade e discernir no campo das desigualdades, a fim de avaliar com critério objetivo quais são as normas que devem plasmar idêntico tratamento para todos e quais, pelo contrário, têm que prever conseqüências jurídicas diferentes para hipóteses diferentes. Esta é uma excelente <a href="http://www.monografiaac.com.br/monografiasdireito.html">tematica para uma monografia de Direito Constitucional</a></p>
<p style="text-align:justify;">Então, não realiza este princípio o sistema legal que outorgue privilégios injustificados ou estabeleça discriminações arbitrárias entre iguais, nem o que atribua iguais conseqüências a supostos dissimiles, nem o que desconheça aos mais débeis o direito fundamental que a Carta Política lhes confere a ser especialmente protegidos, tida conta da debilidade em que se encontram frente aos demais.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde então, as distinções que estabeleça o legislador têm por limite a preceptiva constitucional, muito especialmente os direitos que ela reconhece e os deveres que impõe às pessoas e à sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora, motivos de interesse coletivo, de justiça social ou de equidade podem tornar indispensável que, em desenvolvimento de postulados constitucionais, consagrem-se exceções às regras gerais, cujo sentido não pode interpretar-se como ruptura do princípio de igualdade se encaixam razoavelmente dentro de um conjunto normativo harmônico, orientado à realização dos fins do Estado.</p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Monografias - pesquisas jurisdicionais</a> terá o maior prazer em lhe auxiliar em monografias embasadoras no ramo do Direito</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PENSAMENTO COMPLEXO E SISTEMAS ORGANIZACIONAIS]]></title>
<link>http://educacaomonografia.wordpress.com/2008/04/02/pensamento-complexo-e-sistemas-organizacionais/</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 02:34:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>educacaomonografia</dc:creator>
<guid>http://educacaomonografia.es.wordpress.com/2008/04/02/pensamento-complexo-e-sistemas-organizacionais/</guid>
<description><![CDATA[O pensamento complexo constitui um ponto de partida para um pensamento mais rico e menos mutilante]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O pensamento complexo constitui um ponto de partida para um pensamento mais rico e menos mutilante...<!--more--></p>
<p align="justify">Este artigo foi trazido pelo setor de <a title="Administração e Marketing do grupo Monografia AD" href="http://www.monografiaad.com.br" target="_blank">Administração e Marketing do grupo Monografia AD </a></p>
<p align="justify">Que pretende ser o pensamento complexo então? Tem a ver, fundamentalmente com um entendimento holístico, integral, daqueles fenômenos sob análises. Fundamentalmente se trata de uma disciplina intelectual que tenta perceber, explicar, compreender os fenômenos desde uma perspectiva multidimensional, assumindo desde o plano teórico que o conhecimento absoluto é impossível, mas também o reconhecimento dos laços entre as entidades que nosso pensamento deve distinguir, mas não isolar, entre si.</p>
<p align="justify">A esta altura, resulta oportuno e esclarecedor apresentar claramente três princípios propostos por André-Yves Portnoff que podem ajudar a pensar a complexidade. Eles são: o dialogístico, a recursão e a hologramática.</p>
<p align="justify">O dialogístico: Este princípio nos referência a coexistência de termos antagonistas e ao mesmo tempo complementares no seio da unidade. Ordem e Entropia, Bem e Mau, Vida e Morte, centralização e descentralização, etc. Um não existe sem o outro, por sua vez, batalham pela exclusão mútua.</p>
<p align="justify">A recursão - A causalidade recursiva expressa o conflito da alteração das relações de causa-efeito lineares. A empresa é um todo, organizado e organizador, que produz e é produzida pelos indivíduos que a compõem. Segundo o dizer de Hervé Serieyx, "...organizando a produção de objetos e serviços se auto-organiza, se auto-mantém e, caso necessário, se auto-repara para garantir sua própria sobrevivência..."</p>
<p align="justify">O princípio hologramático - Inscreve-se no espírito do paradoxo de Pascal, que declara não poder conceber o todo sem conhecer as partes, e ao inverso. Mas, avança ainda mais.</p>
<p align="justify">A partir daí, tem-se um ótimo tema para uma <a title="monografia de Administração, uma monografia de Marketing ou até mesmo uma monografia ou TCC de Sociologia Organizacional" href="http://www.monografiaad.com.br/03_escolhadotema.html" target="_blank">monografia de Administração, uma monografia de Marketing ou até mesmo uma monografia ou TCC de Sociologia Organizacional</a></p>
<p align="justify"> Segundo descreve Edgar Morín:</p>
<p align="justify">"...Primeira etapa da complexidade: temos conhecimentos simples que não ajudam a conhecer as propriedades do conjunto. Uma constatação banal que tem conseqüências não banais: uma tela é mais do que a soma das pinceladas que a constroem. Um todo, é mais do que a soma das partes que o constituem.</p>
<p align="justify">Segunda etapa da complexidade: o fato de que há uma tela, faz com que as qualidades de tal ou qual tipo de fibra não possam explicar-se plenamente em sua totalidade. Essas qualidades são inibidas ou virtualizadas. O todo é, então, menos do que a soma das partes.</p>
<p align="justify">Terceira etapa: esta etapa apresenta dificuldades para nosso entendimento e nossa estrutura mental: O todo é mais e, ao mesmo tempo, menos do que a soma das partes..."</p>
<p align="justify">Desde já advirto que o presente artigo, não pretende aportar a posições concludentes nem terminantes. Estamos tentando propor algumas linhas de ação intelectual explicar e compreender melhor as organizações e sua dinâmica de funcionamento.</p>
<p align="justify">Entenda-se bem, não renego nem rejeito nem desconheço a utilidade do pensamento cartesiano. Simplesmente reconheço suas limitações para o entendimento de fenômenos particulares, em nosso caso, organizacionais.</p>
<p align="justify">A <a title="Monografia Alpha pode lhe auxiliar em sua pesquisa em pensamento complexo" href="http://www.monografiaalpha.com.br" target="_blank">Monografia Alpha pode lhe auxiliar em sua pesquisa sobre pensamento complexo</a></p>
<p align="justify">Creio que se abre uma nova perspectiva, mas estamos no princípio do começo. Encontrar as "estruturas subjacentes", elaborar o complexo, abordar o caos como uma característica inerente ao sistema organização, são alguns dos desafios que nos propõe a evolução do pensamento científico.</p>
<p align="justify">A busca de leis universais explicativas de fenômenos que resultam ser complexos, mostra-se insuficiente. É necessária e imperiosa a construção de um marco conceitual específico, que nos permita compreender que devemos aceitar a imprevisibilidade sem temer a anarquia, aceitando o risco como motor da inovação e a criatividade. Creio, sem dúvidas, que estamos no bom caminho.</p>
<p align="justify">Tem-se então um panorama dificilmente abordado em um curso de <a title="graduação de Administração e Marketing a partir de monografias ou TCC" href="http://www.monografiaad.com.br/06_graduacao.html" target="_blank">graduação de Administração e Marketing a partir de monografias ou TCC</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EUTANASIA - DIGRESSOES SOBRE O TEMA]]></title>
<link>http://sumonografiacda.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 00:06:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://sumonografiacda.es.wordpress.com/2008/03/17/eutanasia-digressoes-sobre-o-tema/</guid>
<description><![CDATA[Com a legalização há alguns anos na Holanda da eutanásia ativa sob certas circunstâncias, o vel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Com a legalização há alguns anos na Holanda da eutanásia ativa sob certas circunstâncias, o velho “direito a pedir por uma morte digna” passou já a ser o “direito a dar uma morte digna” (o salto do pedir ao dar não é de pouca importância). <!--more--></font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Esse salto –que foi já imitado em outros lugares– contribuiu para reavivar o velho debate da eutanásia, ainda que esta vez de forma bastante mais inquietante. Um debate que a todos nos interessa, porque, quando se fala da vida e da morte, todos temos coisas a dizer. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri"><a target="_blank" href="http://www.monografiaad.com.br" title="Pela Monografia AD - Sistema de apoio didático ao aluno a partir de monografias de direito">Pela Monografia AD – Sistema de apoio didático ao aluno a partir de monografias de direito</a></font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Mas parece que querer morrer dignamente é uma aspiração legítima, sensata e coerente. A dignidade e a doçura são duas qualidades que tornam o homem mais humano, e é natural que todos estejam um pouco seduzidos pela idéia de que ambas estejam presentes em nossa própria morte. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">O problema vem à hora de pensar em como se morre dignamente. Porque, que é mais digno, esperar pacientemente a chegada da morte, lutando no possível por mitigar a dor, ou morrer sem dor pela mãos de outro homem? Porque neste ponto se dá não poucas vezes uma verdadeira manipulação das palavras, apresentando a eutanásia como algo mais inócuo do que é. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Diz-se morte doce, ou morte digna para propiciar sua aceitação social, como se não existisse, ou como se fosse secundário o fato central de que, na eutanásia, um ser humano dá morte –consciente e deliberadamente– a outro ser humano inocente. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">O respeito à dignidade da vida humana é um fundamento essencial da sociedade. Por isso a eutanásia deve considerar-se sempre como um ato de intolerância inaceitável, por muito supostamente nobres ou altruístas que apareçam as motivações que animem a executar tal ação, e por suaves e doces que sejam os meios que se utilizem para realizá-la.</font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri"><span> </span>Quem aplica a eutanásia não permite continuar uma vida que ele considera inútil ou sem sentido. Mas…quem é ele para decidir que uma vida sobra, é inútil, não faz sentido, ou não tem direito a viver? </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Através do <a target="_blank" href="http://www.monografiaalpha.com.br" title="time de monografias Monografia Alpha - Monografias de Direito Constitucional">time de monografias Monografia Alpha – Monografias de Direito Constitucional </a></font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Sanha terapêutica —De acordo. Mas se pode admitir uma eutanásia passiva, para não cair no processo. Conviria precisar bem os termos. Costuma-se denominar de eutanásia ativa à morte provocada por uma ação, e passiva se o é por omissão. Mas fazer uma valoração moral da eutanásia baseando-se em se é ativa ou passiva, conduz facilmente a equívocos. Desde logo, a eutanásia ativa é sempre imoral. Mas a passiva também pode sê-lo. Por exemplo, deixar afogar a um menino, ou esvair em sangue a um acidentado, sem fazer nada por auxiliá-los –podendo fazê-lo sem correr um risco desproporcionado–, são casos de eutanásia passiva: mas, por muito passiva que seja, são moralmente inaceitáveis. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Por isso, mais do que falar de licitude da eutanásia passiva, convém falar de que auxílios, ou que remédios médicos são proporcionados num caso ou outro. Por exemplo, não se deve confundir a eutanásia com a interrupção de um tratamento inútil, de comum acordo entre médicos, familiares e o próprio enfermo, quando este entrou numa fase terminal. Isso não é eutanásia: é evitar a obstinação terapêutica. A este respeito, se poderiam fazer algumas precisões:· Ante a iminência de uma morte inevitável, é lícito em consciência tomar a decisão de renunciar a alguns tratamentos que tentariam unicamente um prolongamento precário e penoso da existência. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Não se devem interromper, no entanto, as curas normais devidas ao enfermo em casos similares.· Não se pode impor a ninguém um tipo de cura que, ainda que já esteja em uso, ainda não esteja livre de perigo ou seja demasiado custosa. Sua rejeição não equivaleria ao suicídio: significaria mais propriamente a uma serena aceitação da chegada da morte, ou ainda uma vontade de não impor gastos ou trabalhos excessivamente pesados à família ou à coletividade.</font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Através da <a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br" title="equipe de monografias prontas em sociologia e direito - Monografia AC">equipe de monografias prontas em sociologia e direito – Monografia AC</a></font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">A falta de outros meios, é lícito recorrer, com o consentimento do enfermo, a meios terapêuticos ainda em fase experimental e não livres de todo risco.· É igualmente lícito interromper a aplicação desses meios se os resultados defraudam as esperanças que se tinham posto neles. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Deverá ter-se em conta o justo desejo do enfermo e de seus familiares, bem como o parecer de médicos verdadeiramente competentes. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O MUSEU VIRTUAL]]></title>
<link>http://educacaomonografia.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 02:38:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>educacaomonografia</dc:creator>
<guid>http://educacaomonografia.es.wordpress.com/2008/03/14/o-museu-virtual/</guid>
<description><![CDATA[O conceito básico por trás do museu virtual seria, segundo MacDonald (1992), o de &#8220;connected]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O conceito básico por trás do museu virtual seria, segundo MacDonald (1992), o de "connectedness" ou<br />
<!--more--><br />
"o recurso básico do museu virtual, com a apresentação integrada e interdisciplinar da informação museística, com o auxílio do multimídia, capacidade de transcender o museu físico na habilidade de apresentar informação".</p>
<p align="justify">Através da <a target="_blank" href="http://www.monografiaad.com.br/09_monografiapronta.html" title="equipe de elaboração de monografias - Monografia AD">equipe de elaboração de monografias - Monografia AD</a></p>
<p align="justify">O conceito do museu virtual demonstra como as limitações impostas pelo método tradicional de organizar e apresentar informação podem ser superadas no contexto das visitas ao museu.</p>
<p align="justify">Rapidamente, o Museu Virtual proporciona múltiplos níveis, perspectivas e dimensões de informação a respeito de determinado tópico: proporciona não só multimídia (texto, imagens visuais através de fotografias, ilustrações ou video, e áudio), senão também informação que não foi filtrada por estes métodos tradicionais.</p>
<p align="justify">De forma que o grande diferencial do museu virtual residiria na capacidade de estabelecer vinculações entre os objetos, dar a oportunidade ao visitante de centrar-se em seus tópicos de interesse e estabelecer um diálogo interativo com o museu, o que implicaria a mudança de paradigma desde o enfoque na coleção -no objeto- para a audiência -as pessoas- conforme comentado anteriormente.</p>
<p align="justify">Assim, além da capacidade de realizar interconexões entre os blocos de informação, um dos principais requisitos dos museus virtuais seria o reconhecimento de que o ambiente virtual é interativo e que portanto, o enfoque se encontra no usuário (Bearman, 1995).</p>
<p align="justify">Sintetizando todas estas matizações, Schweibenz, (1998) propõe a seguinte definição:</p>
<p align="justify">O museu virtual é uma coleção de objetos digitais logicamente relacionados compostos de uma variedade de meios, e, devido a sua capacidade de proporcionar "connectedness" e vários pontos de acesso, presta-se a transcender os métodos tradicionais de comunicação e a interação com o usuário é flexível em relação com suas necessidades e interesses; não possui lugar ou espaço real, seus objetos e a informação relacionada podem disseminar-se através de todo mundo.</p>
<p align="justify">Características e tipologia dos museus virtuais</p>
<p align="justify">Uma classificação da tipologia dos museus virtuais freqüentemente utilizada é a realizada por Piacente (1996), que identifica três tipos de páginas Web que representam aos museus em Internet. A primeira categoria seria o "folheto eletrônico", em sua essência um formato de propaganda como os folhetos utilizados na promoção do museu.</p>
<p align="justify">O folheto eletrônico apresentaria informação básica sobre o museu, como sua história, fotos do exterior e do interior, fotos de alguns conteúdos disponíveis, horários de abertura, preços e tarifas e dados de contato. A segunda categoria seria o "museu no mundo virtual", ou seja, projeção do museu físico no ambiente virtual, com a representação de planos, informação sobre coleções e exibições, além de exibições online.</p>
<p align="justify">Algumas vezes estes tipos de museus utilizam o espaço virtual para arquivar exibições retiradas ou para ensinar elementos de suas coleções que não se encontram disponíveis para o público do museu real através de bases de dados interativas.</p>
<p align="justify">Por fim, nos "verdadeiramente interativos", existe alguma relação com o museu físico, mas também se reinventa ou se adicionam elementos ao museu, envolvendo de passagem aos visitantes em atividades interativas.</p>
<p align="justify">Em outro nível, os museus deveriam incentivar a participação e a tomada de decisões por parte do público, potenciando a participação intelectual, a interação social e permitindo a síntese das informações.</p>
<p align="justify">Um exemplo, aplicado aos museus e centros de ciência, seriam as enquetes interativas de avaliação sobre a atitude ante determinados temas científicos, com a oportunidade do visitante de comparar suas respostas pessoais com as de população geral, aumentando a consciência de como suas próprias atitudes se encaixam dentro de um contexto mais amplo.</p>
<p align="justify">Segundo Roberts (1997), estas diferentes perspectivas, e o estabelecimento de tensões e conflitos entre diferentes concepções permitiriam a reconstrução de visões do mundo, uma vez que a diferença entre a cultura do visitante e a cultura apresentada no museu passaria por um processo de negociação e de construção do significado. Isto suporia uma mudança do paradigma "lógico-cientista" (especialista) a um paradigma "narrativo", no qual as múltiplas interpretações do visitantes substituem a "verdade" inquestionável.</p>
<p align="justify">Através do time de<a target="_blank" href="http://www.monografiaad.com.br" title="monografias prontas e em desenvolvimento - Monografia AD"> monografias prontas e em desenvolvimento - Monografia AD</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PAPEL DOS MUSEUS - tema de tcc ou monografias]]></title>
<link>http://termpapermonografia.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 02:08:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>termpapermonografia</dc:creator>
<guid>http://termpapermonografia.es.wordpress.com/2008/03/14/papel-dos-museus-tema-de-tcc-ou-monografias/</guid>
<description><![CDATA[Fugindo das definições oficiais, Teather (1998) enfatiza que o conceito de museu se encontra intri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Fugindo das definições oficiais, Teather (1998) enfatiza que o conceito de museu se encontra intrinsecamente relacionado com outros três: o objeto, o significado e a pessoa.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Através do <a target="_blank" href="http://www.monografiaalpha.com.br" title="suporte acadêmico em monografias elaboradas - Alpha Monografia">suporte acadêmico em monografias elaboradas - Alpha Monografia</a></p>
<p align="justify">O primeiro conceito, o de objeto, é quiçá o mais associado com o conceito de museu, uma vez que se relaciona com sua própria evolução histórica.</p>
<p align="justify">Neste sentido, Burcaw (1975) assinala que "um museu pode ser definido como uma instituição sem ânimo de lucro que coleciona, preserva e mostra objetos com fins educativos ou estéticos", de forma que a definição estaria estritamente vinculada ao objeto físico".</p>
<p align="justify">O segundo conceito, o de significado, encontra-se relacionado com a informação e com a idéia de que os objetos possuem valor pela informação intrínseca a eles, mais do que por seu valor material.</p>
<p align="justify">Segundo Macdonald e Alsford (1992) "todos os museus estão, em seu nível mais fundamental, envolvidos com informação: sua geração, sua perpetuação, sua organização, sua disseminação".</p>
<p align="justify">Esta concepção implica a transformação do museu de repositório ou receptáculo passivo a um recurso de informação.</p>
<p align="justify">O terceiro destes conceitos, o relacionado com as pessoas, devem do fato de que estas são o centro da experiência museística, os receptores dos significados que se estão transmitindo na experiência de visita.</p>
<p align="justify">Desta maneira, se poderia dizer que são as pessoas que dão sentido à existência do museu e que se aproveitam de suas atividades de investigação, inspiração, educação ou entretenimento. Esta linha de pensamento toma principal importância hoje, com a introdução da questão dos museus virtuais, pois está profundamente relacionada com a concepção destes últimos.</p>
<p align="justify">Por sua vez, os museus de ciência se podem classificar tipologicamente com base em seus objetivos, mais do que na área temática que representam. Assim, os museus que tiveram suas origens em coleções de curiosidades, máquinas ou instrumentos, tinham como objetivo mostrar a ciência, através da enumeração das realizações técnicas de um país numa determinada época.</p>
<p align="justify">Os museus criados no primeiro terço do século XX tinham como objetivo demonstrar a ciência, "adicionando à conservação e apresentação do patrimônio científico e técnico uma decidida vontade pedagógica e cultural".</p>
<p align="justify">Por fim, a partir dos sessenta uma nova tendência orientou cada vez mais um grande número de instituições, com o objetivo de comunicar a ciência, "centros de percepção" nos quais se despertaria a curiosidade dotados de atrativo estético e pedagógico, também conhecidos como centros de ciência (Pérez et ao., 1998).</p>
<p align="justify">Segundo a definição proposta por Wagensberg (2000): Um museu de ciência (MC) é um espaço dedicado a criar, no visitante, estímulos a favor do conhecimento e do método científico (o que se consegue com suas exposições) e a promover a opinião científica no cidadão (o que se consegue com a credibilidade e prestígio que suas exposições dão ao resto das atividades que se realizam no museu: conferências, seminários e congressos...).</p>
<p align="justify">Por outro lado, o papel de um museu científico numa sociedade democrática se situa como interface e mediador de quatro setores específicos relacionados com o sistema de ciência e tecnologia de um país: a sociedade mesma entendida como o cidadão que se beneficia e sofre a ciência, a comunidade científica onde se cria o conhecimento científico, o setor produtivo e de serviços onde se usa a ciência e a administração onde se gere a ciência.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br" title="AC Monografias - Empresa de elaboração de monografia">AC Monografias - Empresa de elaboração de monografia</a></p>
<p align="justify">Nesta rede de relações, um dos aspectos mais discutidos do papel dos museus científicos se encontra relacionado com mudar a relação do público geral com a ciência, caracterizada por uma falta de interesse e hostilidade em relação com à ciência e por um baixo nível de entendimento da ciência e seus métodos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ESPACO SOCIAL DO JOVEM - tema de monografia e tcc de psicologia e sociologia]]></title>
<link>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=80</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 01:35:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://monografiasalpha.es.wordpress.com/2008/03/13/o-espaco-social-do-jovem-tema-de-monografia-e-tcc-de-psicologia-e-sociologia/</guid>
<description><![CDATA[O meio em que habita o jovem é tanto um fenômeno social como físico;

o mundo construído pelo ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">O meio em que habita o jovem é tanto um fenômeno social como físico;<br />
<!--more--><br />
o mundo construído pelo homem, seja do tipo que for, é uma expressão particular do sistema social que determina em geral as atividades e as relações que os jovens mantêm entre si. Isto significa ou nos reporta a idéia de que o espaço não só existe para estar nele senão também para ser. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Através da <a target="_blank" href="http://www.monografiaad.com.br" title="academia de monografias sob medida - Monografia AD">academia de monografias sob medida - Monografia AD</a></font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">O exterior do jovem é um componente a mais de sua própria definição como sujeito humano, com o qual podemos extrair a idéia de que os problemas de exclusão de alguns coletivos juvenis e outros podem ser interpretados segundo a dimensão contextual dos mesmos. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">É possível que, atendo-nos a tal variável, obtenhamos índices de intervenção nas circunstâncias contextuais de cada coletivo que minimizem algumas das deficiências em matéria de desigualdade ou marginação social até agora não resolvidas, em boa parte, pelas políticas comunitárias existentes.</font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Mais ainda, desde os espaços construídos, vemos também como as cidades, os edifícios, as habitações, etc, são meios físicos que incidem sobre o comportamento deste coletivo. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Os critérios econômicos predominantes à hora de gerir as políticas urbanas não prestaram suficiente atendimento à adaptação dos ambientes construídos às características de seus usuários, principalmente os jovens, cuja grande parte de sua vida decorre em torno desses espaços. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Neste sentido, nossa proposta vem destacar a necessidade de contemplar ao jovem como interlocutor de seus próprios espaços. O fato de que este coletivo ocupe uma gama de espaços e habitats diferentes constitui um fator importante na diferenciação de uns e outros e, portanto, pode e deve ser uma coordenada a ter em conta para paliar as desigualdades sociais fruto de políticas homogêneas, já que cada habitat ou território particular não só permite senão que, até certo ponto, precisa um modo de vida diferente (Hawley, 1989).</font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Na linha que vimos expondo se encontra a raiz de nossa preocupação e interesse. O espaço engloba tudo; as relações humanas e sociais ficam compreendidas, e os fatos físicos que se acham ao alcance dos jovens estão igualmente alojados, são parte desse espaço. </font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">"O espaço é pois, a situação física na qual se produzem todas as relações humanas e sociais" (Sánchez, 1979) e isso não deve passar inadvertido nos postulados ou linhas de argumentação política dentro do espaço ocidental brasileiro ao que nos vimos referindo.</font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Portanto, o espaço é a "ferramenta" de análise da distribuição social dos jovens como aspecto importante de seu processo educativo quanto que é, por um lado, socializador e, por outro, produto da socialização, causa e efeito. Neste sentido, qualquer transformação social e política devem ter seu correlato numa coerente adequação da estrutura espacial, sem a qual não é viável a manutenção daquela estrutura social, nem dos postulados políticos correspondentes. Daí a importância de considerar o espaço como variável a ter presente no estudo das relações sociais e nas propostas político-educativos.</font></p>
<p align="justify" style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">Através da equipe de <a target="_blank" href="http://www.monografiaalpha.com.br" title="elaboração de monografias sob medida - Monografia Alpha">elaboração de monografias sob medida - Monografia Alpha</a></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COTIDIANO E SOCIEDADE DO JOVEM NO MUNDO GLOBAL]]></title>
<link>http://termpapermonografia.wordpress.com/?p=21</link>
<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 22:58:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>termpapermonografia</dc:creator>
<guid>http://termpapermonografia.es.wordpress.com/2008/03/13/cotidiano-e-sociedade-do-jovem-no-mundo-global/</guid>
<description><![CDATA[Frente à tradicional tendência homogeneizante das ações políticas existentes, e com objeto de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Frente à tradicional tendência homogeneizante das ações políticas existentes, e com objeto de lutar contra a exclusão ou marginação social que se origina em conseqüência,<br />
<!--more--><br />
passamos a propor o que desde nosso ponto de vista pode e deve ser o eixo de progressão ao mesmo tempo que de inflexão à hora de gerir as políticas educativas de juventude.</p>
<p align="justify">A partir do <a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br" title="time de monografias e desenvolvimento - Monografia AC">time de monografias e desenvolvimento - Monografia AC</a></p>
<p align="justify">Referimo-nos concretamente a resgatar a valia do contexto, espaço ou território, como agente sócio-educativo de primeira ordem e elemento educativo do jovem. Os fatores e problemas dominantes na juventude, inseridos nas tramas de significação de sua cultura, podem e devem encontrar soluções ou alternativas políticas desde propostas territoriais.</p>
<p align="justify">Vivemos numa época paradoxal; por um lado a era da globalização, o mundo tecnificado que nos faz comunicar-nos com qualquer lugar em segundos, nossas moradias cheias de imagens de todas classes, muitas das atividades que requereram tradicionalmente deslocamentos e contato físico entre as pessoas vão poder-se realizar de forma diferente, teletrabalho, telecompra, etc. Isto é, vivemos num mundo globalizado, localizado na sociedade da informação e do conhecimento que sustenta e dá cabida a todos estes processos globais.</p>
<p align="justify">Não obstante, enquanto a unidade do espaço se torna pensável graças ao reforço das grandes redes informacionais e comunicacionais, se acrescenta o clamor dos particularismos, daqueles que almejam a solidão numa casa, ter sua própria moradia ou poder voltar a ter pátria, daqueles que se emocionam com tudo o que tem relação com sua terra, sua pátria.</p>
<p align="justify">Tanto uns como outros pensam de um modo espacial seus problemas de identidade, o qual reforça o interesse desta variável.Junto a esta idéia e desde a idiossincrasia do jovem, vemos como o espaço ajuda a definir sua vida cotidiana; seus afazeres são conseqüência do território que os emoldura, precisam espaços onde realizar suas atividades para conseguir manter-se na vida.</p>
<p align="justify">Os jovens são num lugar e fazem sentido dentro de um espaço que outorga significado a suas paixões, sentimentos, tristezas, alegrias, relações, isto é, todo esse cúmulo de aspectos que terminam por configurar educativamente ao moço. E inclusive seu pensamento também é espacial.</p>
<p align="justify">Não só são olhos que vêem ou ouvidos que escutam, senão também corpo que pensa, que precisa do espaço para ser. É mais, segundo o lugar que ocupam têm uma imagem ou reconhecimento social concreto, e inclusive, segue-se pensando que o jovem que não acede a determinados cargos é um jovem sem importância.</p>
<p align="justify">Isto é, a imagem social, o reconhecimento do jovem, sua identidade, é conseqüência do lugar ou posição que se tem no espaço social.O jovem, por tanto, que por natureza é um ser social, também por natureza é um ser espacial, contextual, já que toda sociedade é de lugares, isto é, de pontos ou níveis que conformam uma verdadeira estrutura espacial.</p>
<p align="justify">Conheça mais sobre <a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br/artigocientifico.html" title="artigo cientfico em sociologia e filosofia - AC Monografias Prontas">artigo científico em sociologia e filosofia - AC Monografias Prontas</a></p>
<p align="justify">Da mesma forma, todo espaço estruturado é um espaço social, já que é a sociedade quem converte um espaço não definido em espaço com sentido, território. Em conseqüência, não se pode falar de um meio espacial ou social, senão que simultaneamente é espacial e social.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RISCO X PERIGO - tema para monografias e tcc]]></title>
<link>http://monografiatccpronta.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 22:45:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiatccpronta</dc:creator>
<guid>http://monografiatccpronta.es.wordpress.com/2008/03/04/risco-x-perigo-tema-para-monografias-e-tcc/</guid>
<description><![CDATA[As sociedades modernas diferenciam-se das pré-industriais, em função da distribuição de seus ri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">As sociedades modernas diferenciam-se das pré-industriais, em função da distribuição de seus riscos.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Fundamentalmente, trata-se da distinção entre "sociedade de risco" e "sociedades de perigo". Desta forma, aquelas coletividades pré-industriais se identificam claramente ao predominar nelas as situações de perigo frente às de risco.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaad.com.br" title="AD Suporte em Monografia livre">Ad Suporte em monografia livre de risco</a></p>
<p align="justify">No entanto, as sociedades ocidentais atuais (pós-industriais) vieram-se determinando quanto ao alcance global de seus riscos. Mas, qual é a diferença entre um e outro conceito?</p>
<p align="justify">Em ambos os casos se trata da possibilidade futura de receber dano ou prejuízo algum devido a uma situação concreta. O perigo normalmente surge de forma natural e objetiva sem necessidade de intervenção humana, além de que, pelo geral é suscetível de ser observado diretamente, sem mediação alguma.</p>
<p align="justify">O risco, ao contrário, desprende-se de forma direta de uma atuação humana. Isto é, a diferença estriba, fundamentalmente, numa "questão de atribuição ou imputabilidade"(López Cerejeira e Luján;2000: p.23).</p>
<p align="justify"> O risco é a percepção social do perigo; trata-se, portanto, de uma questão subjetiva (o que para alguns é um grave risco para outros é perfeitamente assumível) e se precisa de um intermediário especializado para fazê-lo reconhecível.</p>
<p align="justify">As decisões dos indivíduos derivam em riscos devido às características da sociedade moderna, na qual as pretensões de domínio racional de seus atos não são cumpridas, senão que em realidade as conseqüências escapam todo o possível de tal controle instrumental, aspectos tratados, entre outros, por autores como Adorno ou Horkheimer.</p>
<p align="justify">Beck argumenta que, ao contrário dos perigos incontroláveis, frutos de uma natureza alheia por completo ao ser humano, e característicos das sociedades pré-modernas; na atualidade existe um novo caráter que radica em sua simultânea construção científica e social. O qual quer dizer que a ciência se converte, ao instrumentalizar-se ao serviço do homem, em causa, instrumento de definição e fonte de solução de riscos.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br" title="Monografias Prontas AC - Suporte para seu TCC">Monografias Prontas AC - Suporte para seu TCC</a></p>
<p align="justify">Do mesmo modo, a não prevenção (e inclusive a mesma prevenção) tecno-científica, política, econômica ou individual de um perigo se converte necessariamente num risco ao introduzir-se a variável humana da ciência.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[monografias O RISCO ATUAL]]></title>
<link>http://termpapermonografia.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 22:02:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>termpapermonografia</dc:creator>
<guid>http://termpapermonografia.es.wordpress.com/2008/03/04/monografias-o-risco-atual/</guid>
<description><![CDATA[Os riscos atrelados ao avanço da sociedade já não se circunscrevem de nenhum modo aos limites fic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Os riscos atrelados ao avanço da sociedade já não se circunscrevem de nenhum modo aos limites fictícios das fronteiras, pelo que não é possível expulsar nem apartar para fora os perigos potenciais de nossos atos.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Qualquer atuação (seja positiva ou não) tem umas conseqüências que são suscetíveis de atingir a todo indivíduo do planeta, seja para bem ou para mau.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaad.com.br" title="AD Monografias - Consultoria em Monografia">AD Monografias - Consultoria em Monografia </a></p>
<p align="justify">Por conseguinte, seguindo a Giddens e A Beck, pode-se afirmar que a modernidade é uma cultura do risco.</p>
<p align="justify">Eliminaram-se riscos que anteriormente podiam ter conseqüências catastróficas para os indivíduos, mas ao mesmo tempo se foram criando outros novos.</p>
<p align="justify">Através dos avanços tecno-científicos, criamos novos fatores de risco desconhecidos até a data.</p>
<p align="justify">A fase atual da modernidade (ou da pós-modernidade) caracteriza-se, portanto e a partes iguais, pela criação e proporção do bem-estar bem como pela produção de riscos cada vez mais dificilmente controláveis pelas instituições encarregadas de sua vigilância.</p>
<p align="justify">O inovador da situação não é já, como dizíamos, a existência do risco, senão sua verdadeira magnitude e a prática impossibilidade de mantê-lo, em certa medida, "sob controle".</p>
<p align="justify">Nas sociedades tradicionais, os riscos existiam e de igual forma eram incontroláveis ou imprevistos, mas a diferença consiste em que a previsão de que sucedessem poderia situar-se numas margens "razoáveis".</p>
<p align="justify">A modernidade, pelo contrário, trouxe uns riscos incalculáveis atrelados à tomada de decisões públicas.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaalpha.com.br" title="Equipe Monografia Alpha - Estudos sociais">Equipe Monografia Alpha - Estudos sociais</a></p>
<p align="justify">É mais, a organização social já não descansa tão somente sobre a administração e distribuição dos recursos. Agora, mais do que nunca, temos que ter em conta a distribuição das conseqüências não desejadas ou "colaterais" dos atos que se derivam da mencionada tomada de decisões de relevância pública.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sugestao para monografia - RISCO SOCIAL E COMUNICACAO]]></title>
<link>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=77</link>
<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 21:41:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://monografiasalpha.es.wordpress.com/2008/03/04/sugestao-para-monografia-risco-social-e-comunicacao/</guid>
<description><![CDATA[Indubitavelmente, as sociedades modernas pós-industriais estão condicionadas e determinadas pela c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Indubitavelmente, as sociedades modernas pós-industriais estão condicionadas e determinadas pela chegada da cultura do risco.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Numerosos autores analisaram e escrito a respeito das características da nova sociedade global, conformada invariavelmente pelas potencialidades (positivas e negativas) da ciência, pelo que aqui só esboçaremos brevemente alguns pontos de interesse.</p>
<p align="justify">Pela equipe de <a target="_blank" href="http://www.monografiaalpha.com.br" title="Alpha Monografias - Sugestão de temas de monografia">Alpha Monografias - Sugestão de temas de monografia</a></p>
<p align="justify">A globalização supôs o desbaratamento dos supostos fundamentais a partir dos quais pensamos, organizamos e vivemos a sociedade como uma unidade territorial que se torna coesa em torno de instituições políticas nacionais (Beck; 1998).</p>
<p align="justify">Significa que a unidade do Estado e da sociedade nacional se derruba.</p>
<p align="justify">Na nova sociedade seu papel foi ocupado e desenvolvido pelas empresas multinacionais e organismos supranacionais, que são os autênticos protagonistas e principais atores de uma economia organizada em escala mundial.</p>
<p align="justify">O processo de mundialização pode ser definido, portanto, como "a progressiva extensão das formas de relação e de organização social que extravasam os espaços tradicionais e se expandem até absorver o mundo inteiro" (Vallespín; 2000: p.31)</p>
<p align="justify">Tudo isso significa, fundamentalmente, que já quase nada do que sucede no mundo limita suas repercussões a um espaço geopolítico concreto. A interdependência de sistemas se produziu em todos os aspectos da sociedade, desde os mais puramente econômicos até os humanos, os políticos ou os culturais.</p>
<p align="justify">Como conseqüência e causa disso, surgiu a chamada "sociedade-rede", amplamente tratada por Castells (Castells; 1999) na qual o imediatismo de relações, fundamentado nos avanços tecnológicos (em especial as telecomunicações), ocupa um lugar essencial.</p>
<p align="justify">A nova sociedade da informação domina de modo marcante as interações do sujeito com seu meio, mas entendido este não como seu contexto mais direto e concreto, senão como o total das sociedades industrializadas que têm acesso a tais telecomunicações (não podemos obviar que, ainda que estendida a nível mundial, a transferência de informação não é senão unidirecional já que o acesso a tal informação se limita em grande parte aos países mais industrializados, pelo que ainda não podemos falar da culminação do processo).</p>
<p align="justify">À sombra de tal processo globalizador, surgiu uma sociedade em que a multiplicidade de recursos e opções se encontra à ordem do dia. Não obstante, do mesmo modo que as potencialidades do sistema se viram aumentadas de maneira substancial, produziu-se a expansão dos riscos derivados delas.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br" title="Monografias de Sociologia e Risco - Time AC Monografia para seu TCC">Monografias de Sociologia e Risco - Time AC Monografia para seu TCC</a></p>
<p align="justify">Cresce, portanto, "a incontrolabilidade das conseqüências perversas da modernidade" (Beiraín; 1996: p.13) Hoje em dia os riscos se converteram numa característica a mais da sociedade, não porque antes não existissem, senão por sua própria natureza e extensão, agora definitivamente global.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RISCO E CONTEMPORANEIDADE - tema para estudo]]></title>
<link>http://educacaomonografia.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 21:27:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>educacaomonografia</dc:creator>
<guid>http://educacaomonografia.es.wordpress.com/2008/03/04/risco-e-contemporaneidade-tema-para-estudo/</guid>
<description><![CDATA[ Se por algo se caracterizaram as sociedades pós-industriais é, sem dúvida, por terem criado con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"> Se por algo se caracterizaram as sociedades pós-industriais é, sem dúvida, por terem criado condições de vida tais que os grandes riscos se fizeram algo cotidiano.<br />
<!--more--><br />
Convivemos com eles de tal maneira que os interiorizamos e aceitamos como uma parte a mais da realidade cotidiana.</p>
<p align="justify">Não obstante, alguns destes riscos são assumidos voluntariamente e sem conflitos aparentes, enquanto muitos outros se vêem envolvidos em graves polêmicas e protestos.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br" title="AC Monografia - Monografias Prontas sem risco">Ac Monografia - Monografias Prontas sem risco</a></p>
<p align="justify">O curioso do assunto é que são precisamente aquelas situações que mais freqüentemente produzem danos as mais facilmente assumidas pela sociedade. Os riscos da vida diária (o fumo, os acidentes de circulação, os crimes...) são aceitos como "normais" apesar de que o número de mortes que produzem são muito maiores do que as grandes catástrofes, objeto habitual de contestação e de protesto social; conquanto é verdadeiro que são estes últimos sobre os quais menos controle pode exercer o indivíduo.</p>
<p align="justify">Do mesmo modo, as diferentes formas de enfrentar os riscos aos quais continuamente nos vemos expostos são tão diversas como diferentes os indivíduos uns dos outros. Portanto, o que para alguns é tolerável, para outros se converte em totalmente inadmissível.</p>
<p align="justify">Paralelamente, a gestão de tais riscos se estabelece através de uma dupla atuação; por um lado, a ação individual de cada um, e pelo outro, a administração de tais potencialidades por parte dos poderes públicos (governos, empresas, organizações, etc.)</p>
<p align="justify">É nesta dupla vertente, com freqüência contraditória, onde os riscos cotidianos são objeto de debate. Por exemplo, a gestão (individual e coletiva) dos riscos derivados da exposição à fumaça do cigarro se torna extremamente complicada em função da multiplicidade de interesses que atuam sobre o tema.</p>
<p align="justify">Não obstante, na sociedade atual não somente existe uma globalização dos riscos individuais (na prática totalidade dos países industrializados aparecem numa medida ou outra os riscos antes mencionados) senão que os grandes riscos atuam potencialmente em todo mundo, superando as fronteiras criadas pelo homem. Está a sociedade atual tão integrada que o que afeta a algumas coletividades repercutirá necessariamente no resto, tanto direta como indiretamente.</p>
<p align="justify">Devido, portanto, à presença constante do risco nas sociedades modernas e ao imediatismo de suas conseqüências se faz necessário um esclarecimento do que significa hoje por hoje o conceito de "sociedade do risco", expressão unida necessariamente a outros conceitos tão estendidos como o de "sociedade da informação" ou "globalização".</p>
<p align="justify">Definição de <a target="_blank" href="http://www.monografiaad.com.br" title="Monografia Pronta contemporanea - Monografias AD">Monografia Pronta contemporanea - Monografias AD</a></p>
<p align="justify">Precisamente o objetivo deste artigo não é outro que nos acercar à noção que existe do risco nestes anos iniciais do século XXI, caracterizado, até o momento, por uma interconexão global nunca antes conhecida.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[tcc - PERSEGUICAO CRIMINOSA E O MINISTERIO PUBLICO III - tema para monografia]]></title>
<link>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 04:47:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://monografiasalpha.es.wordpress.com/2008/03/02/tcc-perseguicao-criminosa-e-o-ministerio-publico-iii-tema-para-monografia/</guid>
<description><![CDATA[O custo provável do delito, que é uma função do tempo e esforço dedicado a sua comissão e da s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O custo provável do delito, que é uma função do tempo e esforço dedicado a sua comissão e da sanção esperada, pode (e deveria) ser considerado na política de perseguição penal do Ministério Público, dado que a sanção esperada é uma função composta pela probabilidade de ser detido pelo delito, a razão que existe entre o número de detentos e o de condenados por essa classe de delitos (quanto mais se acerca esta razão a 1, mais se aumenta o custo do delito), e a classe e duração da sanção que efetivamente se aplica (quanto mais tempo duram efetivamente as penas privativas de liberdade impostas, mais aumenta o custo do delito).</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaalpha.com.br" title="Alpha Monografia - Porta para o conhecimento para seu TCC ou Monografias">Alpha Monografia - Porta para o conhecimento para seu TCC ou Monografias</a></p>
<p align="justify">São estes dois últimos aspectos os que o Ministério Público pode objetivar ao estabelecer as metas de desempenho e outros estímulos, como uma forma de desenhar uma política de perseguição penal orientada ao propósito de reduzir a atividade criminosa.</p>
<p align="justify">Antes de seguir, vale notar que o modelo descrito, por mais economista que pareça, nada mais é do que uma modernização, em termos matemáticos e econométricos, das propostas de Beccaria, de quem é a afirmação de que "não é a dureza das penas um dos maiores freios dos delitos, senão a infalibilidade delas", por uma parte; e, pela outra, de Bentham, para quem "o valor da pena não deve ser menor em nenhum caso que o que é suficiente para compensar o benefício do delito".</p>
<p align="justify">Por outro lado, se como se afirma por todos os estudos, a maior parte dos delitos se comete por um grupo determinado de pessoas a uma idade determinada (entre 18 e 40 anos), quanto mais tempo pessoas desse grupo se encontrem cumprindo penas privativas de liberdade, menos delitos poderão cometer. Este efeito de incapacitação é uma externalidade positiva das penas privativas de liberdade que uma política de perseguição criminosa orientada à redução do delito poderia considerar, favorecendo a obtenção de penas efetivas de prisão e da maior duração possível dentro dos limites legais.</p>
<p align="justify">No entanto, aqui é necessário ter em conta também as externalidades negativas das penas privativas de liberdade, enquanto sua execução não é gratuita para a comunidade (devem prover-se prisões, carcereiros, alimentação, etc.) e, ademais, gera nos enclausurados fenômenos de dessocialização importantes que, quando são liberados, atuam aumentando suas probabilidades de voltar a delinqüir.</p>
<p align="justify">Pelo mesmo, na fixação de metas de desempenho em relação a este aspecto deveria tomar cuidadosamente em conta o verdadeiro benefício de longas penas privativas de liberdade, do que deve descontar-se os danos sociais que delas se derivam, os quais parecem conduzir a que, marginalmente, o benefício seja muito menos relevante do que o de outras medidas, como aumentar o número de polícias disponíveis em tarefas de prevenção situacional.</p>
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</item>
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<title><![CDATA[tema para tcc - PERSEGUICAO CRIMINOSA E O MINISTERIO PUBLICO II ]]></title>
<link>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 04:43:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://monografiasalpha.es.wordpress.com/2008/03/02/tema-para-tcc-perseguicao-criminosa-e-o-ministerio-publico-ii/</guid>
<description><![CDATA[Ao contrário, ainda que o Ministério Público não pode fixar as plantas policiais, sua própria p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Ao contrário, ainda que o Ministério Público não pode fixar as plantas policiais, sua própria política de perseguição penal influi no fator relativo ao número de polícias disponíveis e à gestão de sua atividade: já que o Ministério Público utiliza recursos policiais em suas investigações e na apresentação de seus casos ante os tribunais, seria desejável que pudessem quantificar-se esses recursos (especialmente as horas-homens), para poder determinar:</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Por <a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br" title="Monografia AC Pronta ajuda em Monografias sobre Policiamento">Monografia AC Pronta ajuda em Monografias sobre Policiamento</a></p>
<p align="justify">a) a eficiência de seu uso no sucesso das investigações; e</p>
<p align="justify">b) o custo alternativo (em termos de redução das taxas de delitos) que isso tem com relação a sua distração das funções de prevenção situacional e do chamado "gestão policial" (patrulhas de rua, relações com a comunidade, vigilância focalizada, etc.).</p>
<p align="justify">Mas onde mais claramente parece do que de alguma maneira a atuação do Ministério Público reflete a afirmação contida num documento de sua Comissão de Políticas Criminosas, segundo a qual, "na atualidade, a separação entre prevenção e repressão do delito se diluiu bastante",é em relação com os fatores vinculados aos tempos de duração das condenações e o número de pessoas cumprindo penas privativas de liberdade.</p>
<p align="justify">Efetivamente, segundo o modelo dominante na criminologia baseada em estudos econométricos, ao menos quanto aos delitos de motivação pecuniaria (furtos e roubos), que conformam a massa das estatísticas dos denominados "de maior conotação social", os resultados da forma como o Ministério Público sustenta a ação penal devem considerar-se para quantificar o custo relativo da comissão de delitos num tempo e momento determinados, custo que, em tanto medida da capacidade de dissuasão do sistema penal, influi na maior ou menor probabilidade de que esses delitos se cometam.</p>
<p align="justify">O modelo considera a aplicação efetiva de penas e o tempo de duração destas, como custos que se tomam em conta à hora de decidir envolver-se numa atividade criminosa.</p>
<p align="justify">Segundo este modelo, existe maior probabilidade de se imiscuir numa atividade ilícita quando é menor o custo de fazê-lo do que de integrar-se a atividades legais. Já que o custo de integrar-se às atividades legais está regulado pela situação econômica do país e o capital social que tenha acumulado a pessoa, não está ao alcance do Ministério Público desenhar políticas para seu controle, e portanto, para efeitos desta análise, deve considerar-se uma constante.</p>
<p align="justify">Estudos sobre o crime organizado e o <a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br/monografia.html" title="ministério público - Monografia e conceitos de monografias">ministério público - Monografia e conceitos de monografias</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PERSEGUICAO CRIMINOSA E O MINISTERIO PUBLICO I - monografia sobre violencia ]]></title>
<link>http://monografiasalpha.wordpress.com/?p=73</link>
<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 04:38:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>monografiasalpha</dc:creator>
<guid>http://monografiasalpha.es.wordpress.com/2008/03/02/perseguicao-criminosa-e-o-ministerio-publico-i-monografia-sobre-violencia/</guid>
<description><![CDATA[É quase um lugar comum afirmar que quem esteja de alguma maneira envolvido na administração de po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">É quase um lugar comum afirmar que quem esteja de alguma maneira envolvido na administração de políticas públicas vinculadas à atividade criminosa é mais propenso a supor que seu aumento se deve a fatores sociais ou pessoais incontroláveis e, ao invés, atribuir-se como lucro de sua própria gestão o descenso nas taxas de delitos.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Por <a href="http://www.monografiaad.com.br" title="AD Monografias e Pesquisa Social">AD Monografias e Pesquisa Social</a></p>
<p align="justify">No entanto, apesar de que os fatores a que se atribui o aumento e a diminuição da atividade criminosa são múltiplos e de diferente origem, não são tantos como para renunciar a seu estudo, nem tão alheios aos estímulos criados pela própria comunidade que não existam certas possibilidades de controle.</p>
<p align="justify">A lista é curta e, sem dúvida, bastante estudada (ainda que não no Brasil), e inclui:</p>
<p align="justify">a situação econômica nacional,</p>
<p align="justify">as regulações sobre controle de armas,</p>
<p align="justify">a quantidade de policiais para cada cem mil habitantes,</p>
<p align="justify">as políticas de gestão policial tipo "tolerância zero" e "polícias comunitárias",</p>
<p align="justify">o aumento do tempo de duração das penas e de sua gravidade,</p>
<p align="justify">o número de pessoas em prisão,</p>
<p align="justify">as mudanças demográficas,</p>
<p align="justify">as mudanças no mercado das drogas ilícitas</p>
<p align="justify">e as taxas de filhos não desejados.</p>
<p align="justify">Dessa lista de fatores, é evidente que se encontra fora do campo de ação do Ministério Público adotar políticas econômicas, sociais e demográficas, ainda que pode destinar recursos ao estudo de sua influência na atividade criminosa.</p>
<p align="justify">Também não lhe corresponde modificar a regulação legal do controle de armas e, em geral, dos delitos e as penas que se atribuem a estes.</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="http://www.monografiaac.com.br/tcc.html" title="Definição de TCC - Como aplicar para monografia ">Definição de TCC - Como aplicar para monografia </a></p>
]]></content:encoded>
</item>

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