<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>operarios &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/operarios/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "operarios"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 06:51:44 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[As 65 horas]]></title>
<link>http://oescunchador.wordpress.com/?p=699</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 18:36:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>rifenha</dc:creator>
<guid>http://oescunchador.wordpress.com/?p=699</guid>
<description><![CDATA[

Parece que em Europa querem impôr as 65 horas de trabalho semanais.
Realmente, são 720 horas cad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="make avatar" href="http://picasion.com/"><img src="http://picasion.com/pic2/44f00677971a281e1448e3a49a29a2fb.gif" border="0" alt="make avatar" width="300" height="370" /><br />
</a></p>
<p><span style="color:#993366;">Parece que em Europa querem impôr as 65 horas de trabalho semanais.</span></p>
<p><span style="color:#993366;"><a href="http://picasion.com/">Realmente, são 720 horas cada 90 días, negociadas entre o operário e seu patrão directa e individualmente.O golpe de graça aos sindicatos e às negociações colectivas.</a></span></p>
<p><span style="color:#993366;"><a href="http://picasion.com/">A gente, em geral, adoita culpar de tudo aos políticos. Mas eles são só instrumentos que tocam a sinfonia do capital.<br />
</a></span></p>
<p><span style="color:#993366;"><span class="texteng"><span class="texte"><a href="http://picasion.com/">Quem dirige o mundo não são os políticos. São as grandes multinacionais desde as Bolsas de valores de Londres, Nova Iorque, Tóquio ou Paris. A culpa é nossa por nos ter subido ao carro do consumo frenético hipotecando nossos salários e nossas vidas comprando moreias de cousas desnecessárias sem perguntar-nos de onde saía tanta abundância. Quando nos anunciam o telefone celular não nos põem imagens dos coltaneiros que se deixam a vida no Congo para extrair o coltão de nosso novo modelo de artefato que previamente nos introduzem pelos olhos na tv. Ou quando corremos com nossos carros- Na Galiza, cada um da casa tem seu carro- de aquí para acolá, demandando o petróleo que a Shell, A Elf ou a Repsol roubam em Nigéria, Guiné ou América do Sul para satisfazer nossos desejos de correr sem jeito nem destino ao que ir.  E assim, mil exemplos que se podem pôr.</a></span></span></span></p>
<p><span style="color:#800080;"><span class="texteng"><span class="texte"><span style="color:#993366;"> Aos que querem nacionalizar, já sabemos o que lhe passa...</span><a href="http://picasion.com/"><br />
</a></span></span></span></p>
<p><a href="http://oescunchador.wordpress.com/files/2008/06/trabajo1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-703" src="http://oescunchador.wordpress.com/files/2008/06/trabajo1.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="color:#993366;"><span class="texteng"><span class="texte">Há anos que perdemos a consciência de classe, a solidariedade e todas as senhas de identidade dos operários. Agora que somos burguesinhos de hipoteca e pagamento adiado imos nos encontrar com que eles, os grandes, também não se perguntam se temos uma vida digna ou não, enquanto eles sigam ganhando. Mas isso  vimos fazendo-o nós há muitos anos com os paises do terceiro mundo e suas povoações. Agora imos despertar do sonho e imos nos transformar em escravos, como eles. Acabou-se a abundância. Morreremos trabalhando e consumindo.</span></span></span></p>
<p><a href="http://oescunchador.wordpress.com/files/2008/06/trabajodos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-701" src="http://oescunchador.wordpress.com/files/2008/06/trabajodos.jpg" alt="" width="283" height="374" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Operários ficam pendurados em viaduto na Imigrantes, veja imagens]]></title>
<link>http://barueriemdia.wordpress.com/?p=643</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 00:49:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>barueriemdia</dc:creator>
<guid>http://barueriemdia.wordpress.com/?p=643</guid>
<description><![CDATA[Proteção do andaime cedeu e os quatro homens foram seguros pelo cinto.
Dois trabalhadores desceram]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h5>Proteção do andaime cedeu e os quatro homens foram seguros pelo cinto.<br />
Dois trabalhadores desceram por corda e os outros dois foram resgatados por bombeiros.</h5>
<p><!-- /Título da pagina de Matéria -->VEJA VÍDEO: <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM836758-7823-OPERARIOS+FICAM+PENDURADOS+EM+VIADUTO+NA+IMIGRANTES,00.html">http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM836758-7823-OPERARIOS+FICAM+PENDURADOS+EM+VIADUTO+NA+IMIGRANTES,00.html</a></p>
<p>Quatro operários ficaram pendurados em uma plataforma suspensa a 30 metros do chão no km 50 da Rodovia dos Imigrantes, no litoral paulista, na manhã desta quarta-feira (4). O problema foi causado depois que a proteção do andaime cedeu quando eles faziam a manutenção de um viaduto. Todos passam bem.</p>
<p>O acidente ocorreu por volta de 9h, no trecho de serra. Dois trabalhadores conseguiram descer por uma corda e os outros dois foram resgatados pelos bombeiros de Cubatão, a 58 km da capital paulista. Eles foram medicados e, segundo os médicos, não ficaram feridos.<br />
<!-- Saiba mais --></p>
<div class="saibaMais box220"><span>Saiba mais</span></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL488712-5605,00.html"><strong>»</strong> Dois operários ficam feridos em desabamento de laje na Zona Leste</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL423308-5605,00.html"><strong>»</strong> Após explosão de vagão, operários consertam estragos em ferrovia</a></li>
</ul>
</div>
<p><!-- /Saiba mais --><!-- /Saiba mais VCG1 -->O serviço era de manutenção no Viaduto 50, na pista norte da Imigrantes, sentido São Paulo. De acordo com a concessionária Ecovias, que administra o sistema Imigrantes-Anchieta e contratou os operários, o acidente não teve reflexos no trânsito.</p>
<p>Pesquisa: Jr. Holanda</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vila Maria Zélia - Muros e Desejos]]></title>
<link>http://cidadesonegada.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 21:08:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cidade Sonegada</dc:creator>
<guid>http://cidadesonegada.wordpress.com/?p=11</guid>
<description><![CDATA[


Proletários em São Paulo no início do século XX - Créditos: Divulgação














Guilh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:13pt;font-family:Sylfaen;"><span style="font-family:Sylfaen;"><span style="font-size:small;"><span style="font-size:12.5pt;font-family:Sylfaen;"><em></em></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:13pt;font-family:Sylfaen;"><span style="font-family:Sylfaen;"><span style="font-size:small;"><span style="font-size:12.5pt;font-family:Sylfaen;"><em></em></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:13pt;font-family:Sylfaen;"><span style="font-family:Sylfaen;"><span style="font-size:small;"><span style="font-size:12.5pt;font-family:Sylfaen;"><em><span style="font-size:12.5pt;color:#000000;font-family:Sylfaen;"><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/05/maria_dois2.jpg"></a><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/05/maria_quatro_caioesteves1.jpg"></a></span></em></span></span></span></span></span></span><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/05/maria_um2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15" src="http://cidadesonegada.wordpress.com/files/2008/05/maria_um2.jpg" alt="" width="422" height="279" /></a></div>
<div><em>Proletários em São Paulo no início do século XX - Créditos: Divulgação</em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div>
<div><em></em></div>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>Guilherme Balza</em></strong></p>
<p style="margin:0;">Sob o comando de Lênin, Trotski e demais bolchevistas eclodiu, em 1917, a Revolução Russa, a maior revolução proletária da história. No mesmo ano, foi promulgada a Constituição Política dos Estados Unidos Mexicanos, a primeira da história que atribuiu aos direitos trabalhistas a qualidade de direitos fundamentais e que garantia liberdades ao indivíduo e direitos políticos ao cidadão.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">São Paulo também fervia em 17. Em julho, a cidade literalmente parou com a Primeira Greve Geral, influenciada, sobretudo, pelos ideais do anarcossindicalismo e do socialismo utópico.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Dois meses antes, não se sabe se prevendo o furor que se insaturaria no seio da classe trabalhadora ou se simplesmente por ser dotado de boas intenções – como deixa a entender a história oficialesca –, o industrial carioca Jorge Street, apelidado de “empresário socialista” e “poeta da indústria”, inaugurava no bairro do Belém, zona leste da Capital, a Vila Maria Zélia, a primeira vila operária do Brasil, idealizada para abrigar seus mais de dois mil funcionários da Companhia Nacional de Tecidos de Juta.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">O nome era uma homenagem a sua filha, falecida dois anos antes.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><!--more--></p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><strong></strong></p>
<p style="margin:0;"><strong>Proletários domésticos</strong></p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">A vila foi projetada pelo arquiteto Pedaurriex, baseada nas cidades européias do início do século XX. Além das 198 moradias, que possuíam de 75 a 110m², havia a capela, os jardins, a escola para meninos e para meninas, a creche, o coreto, os armazéns, o ambulatório médico, o dentista, o açougue, o salão de festas, ou seja, uma infra-estrutura completa para atender as necessidades vitais das famílias assentadas.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">O trabalhador-morador ali domesticado, então, não precisaria pegar o bonde na Celso Garcia (avenida que unia e une o Centro com as freguesias do Tatuapé, Penha e São Miguel e que era um trecho da ligação com o Rio de Janeiro, capital da República).</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Em 1924, porém, o sonho burguês (e proletário?) acabou. A fábrica de Street e a vila foram vendidas à família Scarpa (sim, a mesma do Conde Chiquinho Scarpa) que, por sua vez, em 28 as revendeu ao grupo Guinle (sim, o mesmo do Jorginho “Profissão Playboy” Guinle).</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Alguns anos depois, as dívidas fiscais acumularam-se e o IAPI (o INSS da época) assumiu o controle da vila e da indústria. Em 1936, o local foi transformado em presídio político pelo Estado Novo. Os cerca de 700 presos ali detidos, entre eles Caio Prado Jr. e Paulo Emílio Salles Gomes, transformaram a detenção em Universidade Maria Zélia.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/05/maria_dois2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-17" src="http://cidadesonegada.wordpress.com/files/2008/05/maria_dois2.jpg" alt="Vila Maria Zélia em 2003" width="500" height="354" /></a></p>
<p style="margin:0;"><em>A vila em 2003: clima de interior, "garantido" pela presença de muros - Créditos: Divulgação</em></p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">Três anos depois os moradores voltaram à vila e até 1968 permaneceram ali pagando aluguel ao IAPI. No ano seguinte, puderam se tornar proprietários das residências por meio do sistema BNH (Banco Nacional de Habitação). Em 1979, a vila deixou de ser totalmente particular para se tornar logradouro público.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Quinze anos atrás, órgãos de preservação de nível estadual e municipal (Conpresp e Condephaat) tombaram o traçado urbano, o conjunto de casas e a vegetação arbórea da vila, que deveria ser restaurada pela Prefeitura, que até hoje não o fez.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><strong>Teatro, amor, nova geração, velhos problemas</strong></p>
<p style="margin:0;">Cheguei, junto com a minha namorada, na Vila Maria Zélia não como operário ou preso político. Fomos simplesmente assistir a uma peça chamada “Arrufos”, apresentada no antigo armazém geral da Vila, escrita, concebida, dirigida e encenada coletivamente pelo Grupo XIX de Teatro.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Ao lado do Folias d'Arte, Teatro da Vertigem, Grupo Tapa, Parlapatões, Companhia do Latão, Companhia do Feijão, entre outras dezenas ou até centenas de coletivos, o XIX contribui para que o teatro em São Paulo viva possivelmente o momento artisticamente mais forte em toda sua história.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Uma geração que trata a pesquisa, a experimentação e o risco não como meras escolhas, mas sim como matérias fundamentais para a criação artística. Uma geração que transforma praças, cadeias, hospitais, passagens subterrâneas e rios poluídos em “salas de teatro” e enfrenta, com ousadia e grandeza, a brutal mercantilização da arte, o empresariado ganancioso, as incoerências da Lei Rouanet e a ditadura envergonhada imposta pelo “padrão Globo de qualidade”.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Enfim... “Arrufos” utiliza-se do tema do amor para refletir sobre as transformações sofridas pela sociedade nos séculos XVIII, XIX e XX. Recomendo a todos: texto inteligente, atores perfeitamente entrosados entre si e com a platéia, direção ousada, idéias novas e criativas em cena. Uma montagem que incomoda o ego, nos faz pensar e acreditar – ou não – na força do amor, que, diferente dos trabalhadores da vila, é “uma ave que não se pode domesticar”. O assunto que quero tratar, porém, não é o amor, nem o teatro, e sim a Vila Maria Zélia.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><strong>Na Zélia; na ZL</strong></p>
<p style="margin:0;">Ao chegar na vila, a primeira sensação que tive foi o estranhamento. O ambiente não só é completamente diferente de seu entorno – cheio de cortiços deteriorados, ruas escuras, indústrias abandonadas e lixo espalhado – como também do resto de São Paulo, onde 70% das pessoas moram mal e 30% se escondem das que moram mal.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Logo que passamos pela portaria o estranhamento deu lugar ao encantamento. A Igreja, bem em frente, é simples, pequena e singela. As pequenas casas de inspiração européia, abrasileiradas no acabamento das fechadas, convivem em perfeita harmonia. Não há disparidades. Nada é ofensivo. Não há miséria e também não há ostentação.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">No fundo do vilarejo, um pequeno clube, com churrasqueira, quadra, campo de futebol e mesinhas para jogos de cartas ou dominó. O clima interiorano é reforçado pelas hortaliças cultivadas em um canteiro e pelos gatos perambulando nas ruelas.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Mesmo há poucos metros da Marginal Tietê, o silêncio reina. Só é atrapalhado pelos gritos de crianças brincando e latidos de cachorros (isso de noite, porque de dia deve prevalecer o barulho das indústrias ao redor, como a Goodyear, por exemplo, que se instalou onde era a fábrica de Street).</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">A sensação é de estar numa verdadeira cidade cenográfica. Inclusive a vila costumeiramente é utilizada para este fim; comerciais, novelas e longas-metragens, como O Corinthiano (1966), com Mazzaropi, foram rodadados no local.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/05/maria_tresflaviotaveira1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-19" src="http://cidadesonegada.wordpress.com/files/2008/05/maria_tresflaviotaveira1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="margin:0;"><em>Casa que serviu de cenário de "O Corinthiano", com Mazzaropi; uma das poucas da vila com a fachada original preservada - Créditos: Flávio Taveira</em></p>
<p style="margin:0;"><em></em></p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Bastaram cinco minutos caminhando para vir um inevitável “queria morar aqui” na minha cabeça e de minha namorada. Cessamos a contemplação, entretanto, para irmos assistir à peça.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><strong>Contradições</strong></p>
<p style="margin:0;">Após as duas horas de apresentação, saímos do armazém geral e decidimos dar uma volta com o carro para procurar alguma casa à venda. Encontramos somente uma que definitivamente não era das mais atraentes. Não importa. Morar na Vila Maria Zélia é o que há! Anoto o telefone da imobiliária.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Na volta, enquanto percorro os quilômetros que separam o Belém do Jabaquara, na zona sul, onde moro, reflito sobre o que significaria viver na Maria Zélia. O lugar realmente é incrível e seria maravilhoso ter uma casinha lá.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Além do mais, é o sonho de todo esquerdista moderno ter como moradia um lugar que no passado fora uma vila operária, um presídio político, um antro da intelectualidade rebelde, uma representação concreta da falência das famílias burguesas e que é, nos dias atuais, um espaço tomado pelas artes. Um ambiente que, na sua essência e na sua mais pura natureza, se opõe completamente aos desvarios da metrópole exterior.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Ali parece que o caos encontrou a sua ordem. Mas qual ordem? A ordem garantida e preservada pela presença de uma portaria com vigilância, de um muro que envolve a vila e de uma cerca de arame semelhante às dos presídios norte-americanos? Sim, empolgado em descrever o lugar esqueci-me de dizer que a vila é fechada por muros e cercas elétricas. Ato falho?</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">“Ah, mas o acesso é livre!”. Livre, aberto, não é o mesmo que público, no sentido social, não legal da palavra. A Vila Maria Zélia não é pública porque pouco dialoga com o externo. Poucas pessoas sabem da sua existência e aproveitam-se do seu espaço. O teatro, o cinema e as artes em geral, diante disso, podem constituir-se como meios eficazes para ressignificar os espaços e devolvê-los o seu caráter público (acredito que essa seja a aposta do Grupo XIX).</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><strong>Mais contradições</strong></p>
<p style="margin:0;">Estava prestes a concluir que morar na Vila Maria Zélia significaria fechar-se, , elitizar-se, isolar-se, excluir-se, domesticar-se, ou seja, repetir a mesma lógica dos milionários que se fecham em condomínios ou em edge cities do Terceiro Mundo (Alphaville, Granja Vianna, etc.).</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Significaria, acima de tudo, esconder-se dos problemas urbanos que também, de alguma forma, são de minha responsabilidade. Para completar, representaria uma fuga do meu atual bairro – habitado, sobretudo, por pessoas simples – pelo qual nada fiz.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">De repente minhas reflexões, que haviam subitamente se radicalizado, deram uma pausa e eu lembrei de uma conversa que tive com uma colega.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Na ocasião, contava-lhe sobre uma visita que fiz a um prédio na Santa Ifigênia (Centrão), no qual um apartamento estava sendo vendido a um bom preço. Disse a ela que brochei completamente e abortei minha missão quando na frente do edifício vi um garoto fumando crack.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Contei também que sentia uma certa culpa por não ter coragem de morar em um lugar onde jovens se drogam na minha frente, ou seja, onde a realidade é desnuda por completo. Ela, que curiosamente era meio anarquista, meio comunista, respondeu:</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">– Cara, nosso lar tem que ser um lugar de sossego, de paz. Depois de um dia inteiro vendo injustiça, violência, passando estresse, temos que chegar em casa e relaxar. Não dá pra viver em um lugar deprê – ponderou.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><img class="size-full wp-image-21" style="vertical-align:middle;" src="http://cidadesonegada.wordpress.com/files/2008/05/maria_quatro_caioesteves1.jpg" alt="" width="235" height="358" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a href="http://cidadesonegada.files.wordpress.com/2008/05/maria_quatro_caioesteves.jpg"></a></p>
<p style="margin:0;"><em>O antigo armázem hoje abriga as peças do Grupo XIX - Crédito: Caio Esteves</em></p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">Esta lembrança me fez ponderar sobre o que seria morar na Vila Maria Zélia. Pensei que vivendo ali poderia contribuir de forma mais eficaz para a vila se abrir para o resto da cidade, para que ela se tornasse um espaço verdadeiramente público. Pensei também que morar ali não poderia ser exatamente uma fuga, já que o restante do dia inevitavelmente eu teria que enfrentar as agruras da metrópole.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><strong>Ele é quem manda</strong></p>
<p style="margin:0;">Essa reviravolta no meu pensamento, porém, não me fez chegar a uma conclusão. Permaneci com incertezas na cabeça. No dia seguinte, contudo, resolvi ligar para a imobiliária da casa que estava à venda na vila:</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">– Gostaria de informações sobre um imóvel na Vila Maria Zélia. É a única casa à venda. Você pode me ajudar? – perguntei.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">– Então, a casa é pequena. Tem cerca de 60m² apenas e precisa de reparos – respondeu uma mulher com uma voz típica de corretora: forte, agressiva, mas não maleducada, pelo menos não intencionalmente</p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">– Ela está saindo por R$ 133 mil. E logo mais estarão à venda outras duas, com o valor mais alto – completou.</p>
<p style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;">Caro demais para os meus bolsos. Toda a reflexão do dia anterior tornara-se inútil, insignificante. Meu desejo de pequeno-burguês ou de esquerdista-moderno de morar na Vila Maria Zélia morrera ali, diante da resposta da corretora. A brutalidade da voz da mulher simbolizou, naquele momento, a força do dinheiro... do Capital. Eu já deveria saber que é Ele, afinal, que determina tudo por estas bandas.</p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BONOS SALARIALES]]></title>
<link>http://derecholaboral.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 17:00:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>sysmaya</dc:creator>
<guid>http://derecholaboral.wordpress.com/?p=38</guid>
<description><![CDATA[ 
 
SALARIO ATRAVES DE BONOS
 
 
 

 


Por: Dory Stella Rojas Prieto- Abogada Laboralista
Leg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;"><a href="http://derecholaboral.files.wordpress.com/2008/05/colombia.gif"></a> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="font-size:14pt;color:#003366;">SALARIO ATRAVES DE BONOS</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="font-size:14pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><a href="http://derecholaboral.files.wordpress.com/2008/06/salario-bonos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111" src="http://derecholaboral.wordpress.com/files/2008/06/salario-bonos.jpg?w=240" alt="" width="240" height="213" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"> </p>
<div></div>
<p><span style="color:#003366;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#003366;">Por: Dory Stella Rojas Prieto- Abogada Laboralista</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#003366;">Legislación aplicable: artículo 128, 129 del Código Sustantivo del Trabajo, modificados a su vez por los artículos 15 y 16 de la Ley 50 de 1.990</span></strong><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;color:#000000;"> </span></span></strong></p>
<div></div>
<p><span style="color:#003366;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">______________________________________________________________________________________</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Hoy es cada vez más frecuente el número de empresas que fomentan su producción proponiendo metas individuales a sus empleados y premiando con un bono a los que las consigan.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Es por ello que la entrega de bonificaciones no sólo se ha generalizado, sino que ha desplazado a otro tipo de beneficios de uso frecuente, como dar participación a los empleados con acciones de la empresa. Pero específicamente respecto del tema de pagar a través de la figura de <strong>LOS BONOS</strong>, surge necesariamente la pregunta si estos son</span><span style="font-size:11pt;"> <span style="color:#000000;"><span> </span></span><strong><span style="color:#000066;">¿Factor Salarial o no?</span></strong><span style="color:#003366;"> <span> </span>Y ante este interrogante, la respuesta es sencilla, los bonos que recibe un empleado por cumplir con una meta individual son salariales; los que recibe por voluntad del patrono, no.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Así las cosas, hoy es perfectamente viable jurídicamente manejar al interior de la empresa y dentro de las políticas salariales, el pago mediante esta implementación; sin embargo existen  aspectos legales que no se deben perder de vista, dado que no sólo por vía legal sino jurisprudencial hoy se tiene establecido que toda regalía que reciba el empleado con motivo de sus labores para las que es contratado es considerado parte de su salario.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Pero ¿Qué importancia tiene que una suma de dinero que le da el patrono al empleado sea considerada salario? Pues que el salario es la base para calcular las prestaciones laborales de los trabajadores, también es fundamental para definir el monto en una liquidación laboral, el pago de obligaciones sociales con las entidades de seguridad social integral (E.P.S., AR.P. Y Fondos de Pensiones y Cesantías); además, del total de lo que se considere como salario, el patrono debe retener un porcentaje para el impuesto a la renta sobre aquellos salarios que superan la meta y deben ser gravados en este materia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Así entonces, tenemos que el trabajador puede recibir muchos beneficios o gratificaciones aparte del salario, pero si alguno responde directamente a su rendimiento laboral individual, la gratificación debe considerarse salario.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Otros rasgos definidos por la jurisprudencia laboral para que un bono se cuente como salario es que se entregue de forma periódica y habitual (cada tres meses, por ejemplo), es decir el hecho de la “habitualidad” constituye sin duda alguna un soporte serio para entenderse que lo que está remunerando éste bono es sin duda alguna los servicios prestados por el trabajador, y en esa medida se constituye entonces en factor salarial.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Ahora, igualmente se hace necesario distinguir los beneficios materiales que brinda el patrono por condiciones ajenas al desempeño laboral, de forma esporádica y por voluntad del empleador, no se considerarán salario, si obedecen entonces a la mera liberalidad del patrono y dada su espontaneidad no se constituye como elemento integrante del salario.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#000066;">Regalos Esporádicos:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Un ejemplo de una bonificación no salarial es cuando la empresa le regala una suma de dinero a un empleado que recién se casa o cumple años.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">En este caso la regalía no corresponde al rendimiento laboral del empleado, sino a una decisión unilateral del patrono.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;color:#000066;">Más que un bono:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Hay que considerar entonces, <span> </span>que las bonificaciones de desempeño implican más que el desembolso del bono mismo, ya que, a largo plazo, un sistema de bonificaciones por desempeño genera más gastos al liquidar la nómina de trabajadores al interior de una empresa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Pero bien aún frente a la posición de algunos críticos de esta forma de remunerar que los consideran como gastos adicionales, estamos frente a “una inversión”, puesto que los bonos de desempeño generan un aumento en la producción de una empresa, constituyen un estimulo para los trabajadores y por ende se revierte en el tema de las utilidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;">Para garantizar que dicha inversión deje sus frutos y evitar ser sorprendido con una demanda laboral, asegúrese de que en la implementación del sistema de bonos exista una política al interior de la empresa para tener claras las reglas del beneficio frente a la posibilidad de contingencia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;color:#003366;"><span style="font-size:9pt;font-family:'Maiandra GD';"><a href="http://derecholaboral.files.wordpress.com/2008/05/colombia.gif"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-40" src="http://derecholaboral.wordpress.com/files/2008/05/colombia.gif?w=77" alt="" width="77" height="96" /></a></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conquistas na luta e no luto]]></title>
<link>http://rodrigopaixao.wordpress.com/?p=47</link>
<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 20:56:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Paixão</dc:creator>
<guid>http://rodrigopaixao.wordpress.com/?p=47</guid>
<description><![CDATA[Revista História Viva, março de 2008 
Ao contrário do que ressalta o imaginário feminista, o 8 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Revista História Viva, março de 2008</span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"> </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Ao contrário do que ressalta o imaginário feminista, o 8 de março não surgiu a partir de um incêndio nos Estados Unidos, mas foi fruto do acúmulo de mobilizações no começo do século passado</span></b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">por Maíra Kubík Mano </span></i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span>© AKG IMAGES /LATINSTOCK </span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/img/mulher1.jpg" /></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span><i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Na Alemanha, cartaz convoca para a marcha do Dia das Mulheres, em 8 de março de 1914 na Alemanha</span></i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Se as operárias russas do início do século XX recebessem bombons e flores em comemoração ao Dia da Mulher, talvez se sentissem ofendidas. Afinal, quando os protestos do dia 8 de março foram deflagrados, o que elas queriam mesmo eram melhores condições de trabalho. Não agüentavam mais as jornadas de 14 horas e os salários até três vezes menores que os dos homens.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Na época, as fábricas dos países desenvolvidos, que fazia pouco mais de um século haviam passado pela Revolução Industrial, estavam atulhadas de homens, mulheres e crianças. O movimento operário reagia à exploração desenfreada organizando protestos, muitos com cunho socialista. Entre as reivindicações, o fim do emprego infantil e remuneração adequada. A igualdade de gênero, porém, nunca era pautada. Por mais que as trabalhadoras argumentassem, sua renda era vista como complementar à do marido ou pai, e um pedido de salários iguais parecia afetar as “exigências gerais”. É nesse contexto de eclosão popular, sindical e feminista que surge o Dia Internacional da Mulher.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Os Estados Unidos foram, sem dúvida, um dos palcos dessa luta. Desde meados do século XIX, os operários organizavam greves para pressionar os proprietários das indústrias, principalmente as têxteis. Em terras americanas foi registrado o primeiro Dia da Mulher, em 3 de maio de 1908. Segundo o jornal The Socialist Woman, “1.500 mulheres aderiram às reivindicações por igualdade econômica e política no dia consagrado à causa das trabalhadoras”. No ano seguinte, a data foi oficializada pelo partido socialista e comemorada em 28 de fevereiro. Em Nova York, reuniu cerca de 3 mil pessoas em pleno centro da cidade, na ilha de Manhattan.</span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span><span> </span>BIBLIOTECA DO CONGRESSO, WASHINGTON </span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/img/mulher2.jpg" /></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span><i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">O incêndio da fábrica Triangle Shirtwaist Company, em 25 de março de 1911, popularmente tido como o marco que deu origem ao Dia da Mulher</span></i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">A celebração foi mais um dos elementos no caldo político que irrompeu na greve geral dos trabalhadores do vestuário, em sua maioria mulheres jovens, em novembro de 1909. A paralisação durou 13 semanas e provocou o fechamento de mais de 500 fábricas de pequeno e médio portes. As condições de trabalho, no entanto, não melhoraram muito. Os proprietários das indústrias continuavam forçando o cumprimento de jornadas massacrantes. Para evitar que seus empregados saíssem mais cedo, boa parte deles trancava as portas durante o expediente e cobria os relógios de parede.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Em 1911, ocorreu um episódio marcante, que ficou conhecido no imaginário feminista como a consagração do Dia da Mulher: em 25 de março, um incêndio teve início na Triangle Shirtwaist Company, em Nova York. Localizada nos três últimos andares de um prédio, a fábrica tinha chão e divisórias de madeira e muitos retalhos espalhados, formando um ambiente propício para que as chamas se espalhassem. A maioria dos cerca de 600 trabalhadores conseguiu escapar, descendo pelas escadas ou pelo elevador. Outros 146, porém, morreram. Entre eles, 125 mulheres, que foram queimadas vivas ou se jogaram das janelas. Mais de 100 mil pessoas participaram do funeral coletivo.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Até hoje, muitas organizações e movimentos afirmam que essa tragédia aconteceu em 1857 e por isso reivindicam o mês de março como a data para comemorar a luta pelos direitos das mulheres. Como não há provas nem registros de que um evento similar tenha ocorrido, essa versão não é considerada verdadeira. Para os estudiosos, esse foi apenas mais um acontecimento que fortaleceu a organização feminina.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">De fato, o Dia Internacional da Mulher já havia sido proposto em 1910, um ano antes do incêndio, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, Dinamarca. Clara Zetkin, militante e intelectual alemã, apresentou uma resolução para que se criasse uma “jornada especial, uma comemoração anual de mulheres”. A inspiração nas trabalhadoras do outro lado do Atlântico é explícita: para Clara, elas deveriam “seguir o exemplo das companheiras americanas”.</span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span>  </span></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span>REPRODUÇÃO </span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/img/mulher3.jpg" /></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Ação política das operárias russas que desencadeou a revolução de fevereiro e deu origem ao Dia da Mulher, em 1917 </span></i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">ORIGEM REVOLUCIONÁRIA </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Sem data definida, mobilizações anuais pelos direitos das mulheres prosseguiram em meses distintos, em diversos países. Em 8 de março de 1917, uma ação política das operárias russas contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que desencadearam na revolução de fevereiro. O líder Leon Trotsky registrou assim esse evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">A situação econômica e política da Rússia era então insustentável. Mais de 90 mil pessoas marcharam, exigindo pão e paz. Os protestos e as greves subseqüentes culminaram na queda da monarquia. Alexandra Kollontai, uma das principais dirigentes feministas da revolução de outubro, afirmou que “o dia das operárias em 8 de março de 1917 foi uma data memorável na história”.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Em 1921, de acordo com a pesquisadora canadense Renée Coté, referência no estudo da história das mulheres, o 8 de março foi estabelecido como data oficial. Pesquisando arquivos da Conferência Internacional das Mulheres Comunistas, ela encontrou um documento que registrava que “uma camarada búlgara propôs o Dia Internacional da Mulher, lembrando a iniciativa das mulheres russas”.</span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span>REPRODUÇÃO </span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span><img border="0" src="http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/img/mulher4.jpg" /></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span><i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Desenho de Raul Pederneiras de 1914 retrata o movimento sufragista, por meio do qual as mulheres brasileiras reivindicavam o direito de votar</span></i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Com as duas guerras mundiais que se seguiram, o Dia da Mulher ficou em segundo plano. Foi apenas na década de 60 que o movimento feminista retomou com força as comemorações, em meio a leituras de O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir, e à fogueira de sutiãs nos Estados Unidos.</span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"> </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">A LUTA NOS TRÓPICOS </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">No Brasil, nesse mesmo período, a direita e a esquerda tensionavam o cenário político. Manifestações como a Marcha da Família com Deus e pela Liberdade, com propostas absolutamente opostas às das feministas, que pregavam a legalização do aborto, precipitaram o golpe militar de 1964 e dificultaram a ascensão das organizações de mulheres. Movimentos contra a carestia, pela anistia e clubes de mães, cuja pauta central não era a libertação da mulher, ganharam as ruas.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Mesmo assim, havia uma história de luta reivindicada pelas brasileiras, similar à européia e à americana. No início do século XX, as mulheres e crianças constituíam quase 75% dos operários têxteis. Além de péssimas condições de higiene e longas jornadas de trabalho, elas sofriam com o assédio constante de seus patrões e também tentavam se organizar. Em 1906, o jornal anarquista A Terra Livre divulgou um texto de três costureiras que criticavam a não-adesão da categoria à greve operária: “Companheiras! É necessário que nos recusemos a trabalhar também de noite porque isso é vergonhoso e desumano. Como se pode ler um livro quando se vai para o trabalho às 7 da manhã e se volta para casa às 11 da noite?”, dizia. Essas passagens, ligadas principalmente às anarquistas, ainda são pouco conhecidas em nossa trajetória. A vertente que ganhou mais notoriedade no feminismo brasileiro foi a das sufragistas, que lutaram pelo direito a voto. Fundadoras do Partido Republicano Feminino, essas mulheres da elite nacional conseguiram sua reivindicação na Constituição de 1932, promulgada por Getúlio Vargas.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Resultado de todo esse processo, em 1975 comemorou-se o Ano Internacional da Mulher e, em 1977, a ONU (Organização das Nações Unidas) reconheceu o 8 de março como Dia Internacional da Mulher. Fruto de décadas de batalhas e séculos de opressão, a data que lembra a necessária igualdade entre homens e mulheres foi mundialmente – e finalmente – assegurada.</span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span>  </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span></span></span><b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">PARA SABER MAIS</span></b><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"> </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">Uma história do feminismo no Brasil. Céli Regina Jardim Pinto. Fundação Perseu Abramo, 2003.</span></i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><i><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;">SOF – Sempreviva Organização Feminista (www.sof.org.br).</span></i></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></p>
<div style="text-align:center;"></div>
<p><span style="font-size:8.5pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[3. As condições de vida dos operários e dos camponeses]]></title>
<link>http://cvhgp1.wordpress.com/2007/04/12/3-as-condicoes-de-vida-dos-operarios-e-dos-camponeses/</link>
<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 19:53:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Vaz</dc:creator>
<guid>http://cvhgp1.wordpress.com/2007/04/12/3-as-condicoes-de-vida-dos-operarios-e-dos-camponeses/</guid>
<description><![CDATA[O texto que se segue retrata as difíceis condições de vida dos operários e camponeses no final d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:13.5pt;color:black;">O texto que se segue retrata as difíceis condições de vida dos operários e camponeses no final do século XIX. Lê-o com atenção e comenta-o, de acordo com as indicações que te são dadas.</span></p>
<p>  _______________</p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:14pt;font-family:'Courier New';color:black;">Um rápido crescimento de Lisboa e do Porto tinha criado aglomeração, fome e terríveis condições de vida para o povo das cidades, por vezes acabado de chegar da província. Entre 1890 e 1911, a população de Lisboa e do Porto aumentou cerca de 50 %. (…)<br />
Subiu o custo da comida e do alojamento, surgiram doenças, tais como (…) gastroenterite e tuberculose. Os salários dos operários não acompanhavam o aumento do custo de vida e o dia de trabalho era muitas vezes de 12 a 14 horas. (…) Os camponeses trabalhavam de sol a sol, com salários de fome (…) </span><span style="font-size:14pt;"></span></p>
<p style="text-align:right;" align="right"><span style="font-size:10pt;color:black;">D. Wheeler, <em>História de Portugal</em>, 1910-1926 (adaptado)</span></p>
<p class="MsoNormal">-------------------------------------------------------</p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">Identifica as cidades que mais cresceram no século XIX e explica como viviam os operários e os camponeses.</span></p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[3. As condições de vida dos operários e dos camponeses]]></title>
<link>http://cvhgp3.wordpress.com/2007/04/10/as-condicoes-de-vida-dos-operarios-e-dos-camponeses/</link>
<pubDate>Tue, 10 Apr 2007 13:23:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Vaz</dc:creator>
<guid>http://cvhgp3.wordpress.com/2007/04/10/as-condicoes-de-vida-dos-operarios-e-dos-camponeses/</guid>
<description><![CDATA[O texto que se segue retrata as difíceis condições de vida dos operários e camponeses no final d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#000000" size="4">O texto que se segue retrata as difíceis condições de vida dos operários e camponeses no final do século XIX. Lê-o com atenção e comenta-o, de acordo com as indicações que te são dadas.</font></p>
<table border="1" width="99%">
<tr>
<td><font size="4"><font color="#000000" face="Courier New, Courier, mono">Um        rápido crescimento de Lisboa e do Porto tinha criado aglomeração, fome e        terríveis condições de vida para o povo das cidades, por vezes acabado de        chegar da província. Entre 1890 e 1911, a população de Lisboa e do Porto        aumentou cerca de 50 %. (…) Subiu o custo da comida e do alojamento, surgiram        doenças, tais como(…) gastroenterite e tuberculose. Os salários dos operários        não acompanhavam o aumento do custo de vida e o dia de trabalho eram muitas        vezes de 12 a 14 horas. (…) Os camponeses trabalhavam de sol a sol, com        salários de fome (…) </font></font><font size="4"><font color="#000000" face="Courier New, Courier, mono">        </font></font><font size="4"><font color="#000000" face="Courier New, Courier, mono"><font face="Times New Roman, Times, serif" size="2">D. Wheeler, <em>História de Portugal</em>, 1910-1926 (adaptado) </font></font></font></td>
</tr>
</table>
<p><font size="4"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif">Identifica as cidades que mais cresceram no século XIX e explica como viviam os operários e os camponeses.</font></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As condições de vida dos operários e dos camponeses]]></title>
<link>http://cvhgp2.wordpress.com/2007/04/09/as-condicoes-de-vida-dos-operarios-e-dos-camponeses/</link>
<pubDate>Mon, 09 Apr 2007 18:57:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Vaz</dc:creator>
<guid>http://cvhgp2.wordpress.com/2007/04/09/as-condicoes-de-vida-dos-operarios-e-dos-camponeses/</guid>
<description><![CDATA[


O texto que se segue retrata
        as dif&iacute;ceis condi&ccedil;&otilde;es de vida dos oper]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<title>Untitled Document</title></p>
<table width="98%" border="0">
<tr>
<td colspan="3">
<p><font color="#000000" size="4">O texto que se segue retrata<br />
        as dif&#237;ceis condi&#231;&#245;es de vida dos oper&#225;rios<br />
        e camponeses no final do s&#233;culo XIX. L&#234;-o com aten&#231;&#227;o<br />
        e comenta-o, de acordo com as indica&#231;&#245;es que te s&#227;o<br />
        dadas.</font><br><br />
        <br>
      </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="2%" bgcolor="#FFFFFF"><font size="4"> </p>
<p align="justify"><font color="#000000"><br><br />
        </font></p>
<p>      </font></td>
<td width="94%" bgcolor="#FFFF00"><font size="4"><font color="#000000" face="Courier New, Courier, mono">Um<br />
      r&#225;pido crescimento de Lisboa e do Porto tinha criado aglomera&#231;&#227;o,<br />
      fome e terr&#237;veis condi&#231;&#245;es de vida para o povo das<br />
      cidades, por vezes acabado de chegar da prov&#237;ncia. Entre 1890 e 1911,<br />
      a popula&#231;&#227;o de Lisboa e do Porto aumentou cerca de 50 %. (&#8230;)<br />
      Subiu o custo da comida e do alojamento, surgiram doen&#231;as, tais como<br />
      (&#8230;) gastroenterite e tuberculose. Os sal&#225;rios dos oper&#225;rios<br />
      n&#227;o acompanhavam o aumento do custo de vida e o dia de trabalho era<br />
      muitas vezes de 12 a 14 horas. (&#8230;) Os camponeses trabalhavam de sol<br />
      a sol, com sal&#225;rios de fome (&#8230;)<br><br />
      <br><br />
      <font size="2" face="Times New Roman, Times, serif">D. Wheeler, Hist&#243;ria<br />
      de Portugal, 1910-1926 (adaptado)</font></font><font color="#000000"><br><br />
      </font></font></td>
<td width="4%" bgcolor="#FFFFFF">&#160;</td>
</tr>
<tr bgcolor="#FFFFFF">
<td colspan="3">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" bgcolor="#FFFF66"><font size="4"> </p>
<p><br><br />
        <font face="Arial, Helvetica, sans-serif"> Identifica as cidades que mais<br />
        cresceram no s&#233;culo XIX e explica como viviam os oper&#225;rios<br />
        e os camponeses.</font><br>
      </p>
<p>      </font></td>
</tr>
</table>
<p>&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
