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	<title>parte-i &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/parte-i/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "parte-i"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 08:09:03 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Relacionamentos Iluminados - Parte I]]></title>
<link>http://michelleeandre.wordpress.com/?p=69</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 00:55:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>andreladocruz</dc:creator>
<guid>http://michelleeandre.wordpress.com/?p=69</guid>
<description><![CDATA[Antes de ler, veja a(s) seguinte(s) referência(s):

De onde surgiu a Idéia?

ENTRE NO AGORA ONDE Q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ler, veja a(s) seguinte(s) referência(s):</p>
<ul>
<li><a href="http://michelleeandre.wordpress.com/2008/07/21/em-breve-na-coluna-filosofando/" target="_self">De onde surgiu a Idéia?</a></li>
</ul>
<p><strong>ENTRE NO AGORA ONDE QUER QUE VOCÊ ESTEJA</strong></p>
<p><em>Sempre pensei que a verdadeira iluminação fosse algo impossível, a não ser através do amor entre um homem e uma mulher. Não é isso que nos faz sentir completos? Como alguém pode ter uma vida plena sem que isso aconteça?</em></p>
<p>A sua experiência pessoal já lhe mostrou que isso é verdade? Já aconteceu com você?</p>
<p><em>Ainda não, mas como poderia ser de outro modo? Sei que isso vai acontecer.</em></p>
<p>Em outras palavras, você está esperando por um acontecimento no tempo que venha lhe salvar. Não é esse o erro principal que temos comentado? A salvação não está em lugar nenhum do tempo e do espaço. Está aqui e agora.</p>
<p><em>O que quer dizer a frase "a salvação está aqui e agora"? Não entendo isso. Nem mesmo sei o que significa salvação.</em></p>
<p>Muitas pessoas buscam prazeres físicos, ou formas variadas de gratificação psicológica, porque acreditam que essas coisas trazem felicidade ou as libertam de uma sensação de medo ou de falta de alguma coisa. A felicidade é vista como uma sensação intensa de vivacidade obtida através do prazer físico, ou como uma sensação de um eu interior mais firme ou mais completo, obtida através de uma forma de gratificação psicológica. Essa é uma busca de salvação que tem origem num estado de insatisfação ou de insuficiência de alguma coisa. Invariavelmente, a satisfação conseguida desta maneira tem curta duração e, assim, a condição de satisfação ou plenitude é geralmente projetada, mais uma vez, sobre um ponto imaginário, distante do aqui e agora. "Quando eu conseguir <em>isto </em>vou me livrar <em>daquilo</em>, vou me estar bem." Essa é uma disposição mental inconsciente que cria a ilusão de salvação no futuro.</p>
<p>A verdadeira salvação é a satisfação, paz, vida em toda a sua plenitude. É ser quem somos, sentir dentro de nós o bem que não tem opositores, a alegria do Ser que não depende de nada que esteja fora de nós. Não é sentida como uma experiência passageira, mas como uma presença permanente. Na linguagem dos que crêem em Deus é "conhecer Deus", não como algo externo a nós, mas sim como a nossa essência mas profunda. A verdadeira salvação consiste em conhecermos a nós mesmos como parte inseparável da Vida Única, livre do tempo e da forma, de onde se origina tudo o que existe.</p>
<p>A verdadeira salvação é um estado de liberdade - do medo, do sofrimento, de uma sensação de insuficiência e de falta de alguma coisa e, portanto, de todos os desejos, necessidades, cobiça e dependência. É libertar-se do pensamento compulsivo, da negatividade e, acima de tudo, do passado e do futuro como uma necessidade psicológica. A nossa mente está dizendo que, do jeito que as coisas estão agora, não vamos conseguir chegar lá. Tem de acontecer alguma coisa, ou temos de nos tornar isso ou aquilo. Ela está dizendo, na verdade, que precisamos do tempo, que precisamos encontrar, negociar, fazer,conseguir, adquirir, compreender ou nos tornar alguém, antes de nos sentirmos livres e satisfeitos. Vemos o tempo como um meio de salvação, quando, na verdade, ele é o grande obstáculo para a salvação. Imaginamos que não podemos chegar lá a partir do ponto em que estamos ou de quem somos neste momento, porque não nos sentimos ainda completos ou bons o bastante. Mas a verdade é que o aqui e agora é o único ponto de partida para <em>poder</em> chegar lá. "Chegamos" lá ao perceber que já <em>estamos lá</em>. Encontramos Deus no momento em que descobrimos que não precisamos procurar Deus. Portanto, não existe apenas <em>um</em> caminho para a salvação. Várias circunstâncias podem ser usadas, não é necessário uma em particular. Entretanto, só existe um ponto de acesso: o Agora. Não existe salvação longe deste momento. Você está só, sem uma companhia? Acesse o Agora a partir de sua solidão. Você tem um relacionamento? Acesso o Agora a partir deste relacionamento.</p>
<p>Não existe nada que possamos fazer, ou obter, que nos aproxime mais da salvação do que o momento presente. Não podemos fazer isso no futuro. Ou fazemos agora ou simplesmente não fazemos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo Segundo - Parte I]]></title>
<link>http://historiaocultadelaciudad.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 18:11:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>historiaocultadelaciudad</dc:creator>
<guid>http://historiaocultadelaciudad.wordpress.com/?p=20</guid>
<description><![CDATA[
“La llevaba atada/
con los cordones del botín/
entre los defensores/
se hacía un festín” 

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">“La llevaba atada/</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">con los cordones del botín/</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">entre los defensores/</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">se hacía un festín” </span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">poesía “La llevaba atada” del libro “El Crack de la Poesía” </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">de <em>Jacinto Buenaventura (1905-1969)</em> en homenaje </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">al centro-foward Juan Alberto “Beto” Miglioranza, </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><span style="font-size:8pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">jugador del equipo de Jorge Newbery en la década de 1950.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Cada uno de los integrantes del Grupo, a lo largo de toda su historia, ha tenido y tiene, interés por una temática específica dentro de las investigaciones, como en el caso del mencionado Marquitos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Otro que se dedico al estudio de los grupos de la ciudad fue Héctor “Salamín” Baviera, eximio jugador de bochas y frustrado centro-foward, cuyo interés rondaba entre las agrupaciones deportivas de nuestra ciudad.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Muchas fueron las noches que despuntó el vicio de la narración, haciendo un exhaustivo recuento de las mismas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Recuerdo, en este momento, su relato sobre la Agrupación de Preparación Física Gustavo Adolfo Bécquer, que fuera fundada allá por los años 1930. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Por sus filas pasaron los deportistas más destacados de nuestra ciudad en el primer medio siglo del 1900. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Figuras de la talla de Benito Gaspar, Octavio “Fino” Tossi, Pablo Ezequiel De La Marre, Augusto Osvaldo Tisón, Federico Urtibáñez, Narciso Camarea, etc.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Sendos trofeos lucían las vitrinas del hall central de la sede, ubicada en una antigua casona de la familia Rattcliff, sobre calle Marconi, entonces Independencia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Podían leerse al pie de las copas, Benito Gaspar, 1º Premio Regata de las Lagunas del Sur, Octavio “Fino” Tossi, 1º Premio Campeonato Nacional de Carrera de Embolsados, Pablo Ezequiel De La Marre, 1º Puesto Torneo Regional de Bolitas – Disciplina Hoyito, Augusto Osvaldo Tisón, 1º Puesto I Competencia Interprovincial de Ajedrez Sin Tablero, Federico Urtibáñez y Narciso Camarea 1º Premio Remontada de Barriletes por Parejas – Estilo Americano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Infinidad de disciplinas eran practicadas en su polideportivo, detrás de su sede.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Algunos de los representantes de la Agrupación, llegaron a instancias mundiales, como el joven piloto de karting a rulemanes Abel Antúnez, quedando en un meritorio segundo lugar en el campeonato mundial de esta disciplina, en la categoría de hasta 48 kilos, disputada en 1936 en Zaragoza, España.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Otro joven de reputación internacional, fue Rosendo Durand, subcampeón mundial de tiro con gomera, en la categoría profesional, disputa realizada entre los seis mejores tiradores del mundo, en la ciudad de Mozambique, donde se coronó campeón el insuperable Tunecino, Mohamed Abdul Shamir, quien en sus declaraciones al diario La Opinión de nuestra ciudad, único medio periodístico que cubrió la competencia, dijo “el verdadero oponente a vencer fue sin dudas Rosendo Durand, a quien vi practicar con latas de durazno en almíbar el día anterior a la competencia, y sinceramente metió miedo”. Una verdadera sentencia de la puntería y el pulso de nuestro representante gaucho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Entrada la década de 1970, y con el auge de los clubes deportivos, y los gimnasios, la agrupación se vio obligada a cerrar sus puertas, por la falta total de practicantes de los<span>  </span>deportes más nobles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Los jóvenes se volcaron a deportes más turbios y menos caballerescos, como el fútbol, el bascketball, el automovilismo e incluso el tenis.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Las figuras de Caparros, Walter Hermann, el “Colo” Lussenhoff, El “Tati” Buljuvasich, o incluso Guillermo Coria, disfrutan de una gloria que sin dudas fue gestada desde los muchachos que entrenaban de sol a sol en la Agrupación de Preparación Física Gustavo Adolfo Bécquer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Georgia;">Ya nadie los recuerda, pero aún se dejan ver, al ojo educado, personas octogenarias como el “Fino” Tossi, que al cruzar la avenida Santa Fe, hacia la panadería donde compra regularmente los biscochitos de grasa, al bajar el cordón comienza a dar saltitos cortos y rítmicos, característica inconfundible de quien lleva la carrera de embolsados en lo mas profundo de su corazón.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo Primero - Parte I]]></title>
<link>http://historiaocultadelaciudad.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 04:39:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>historiaocultadelaciudad</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 

Si (como dijo el griego en su Cratilo)
el nombre es arquetipo de la cosa
estará todo el grupo e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;"> </p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;">Si (como dijo el griego en su Cratilo)<br />
el nombre es arquetipo de la cosa<br />
estará todo el grupo en la palabra grupo<br />
y todo el misterio en la palabra misterio.<span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;"><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;"><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;"><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;">Y, hecho de consonantes y vocales,<br />
habrá un secreto nombre, que la memoria<br />
de Dios y que la Omnipotencia<br />
guarde en las letras T. V.</span></span></span></span></p></blockquote>
<p style="text-align:right;"> <strong><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;">Extracto de la poesía al Grupo de Investigaciones TV, </span><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;">del libro <em>“Borges lo decía Mejor”</em> </span><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;">de Joaquín Bustamante Andrade.</span></strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Muy bien, creo que una forma de empezar el relato, es hablar de los inicios del Grupo de Investigaciones T.V. (Trataremos en Vano). Así que procederé en los párrafos siguientes, a una enjuta descripción de tal grupo, y a parte de su historia.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Sepan disculparme, si no coloco datos actuales, tales como los nombres de los integrantes o su localización geográfica, pero ellos aún persiguen sólo el conocimiento, y no la gloria de figurar en los medios de comunicación o en el programa de Susana Jiménez.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Aquí traigo una fotografía del grupo fundador, donde podemos ver de izquierda a derecha: parados, Arnaldo José Vanegas (Tesorero), Francisco Real Nuñez de Vizcaya (1º Vocal Titular), Cristo Benito Uzandizaga (Revisor de Cuentas), Antonino Benvenuto Mascardi<span>  </span>(1º Vocal Suplente), José Martín Bordeaux (Vicepresidente), agachados,</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Manuel Xavier Barrenechea (Secretario), Juan Eustaquio Flores (2º Vocal Titular) y Osvaldo Sergio Sosa (2º Vocal Suplente).</p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:14pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;"><a href="http://historiaocultadelaciudad.files.wordpress.com/2008/06/3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5 aligncenter" src="http://historiaocultadelaciudad.wordpress.com/files/2008/06/3.jpg?w=300" alt="" width="300" height="207" /></a></span></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">No estando presente en este retrato, su presidente y fundador Don Esteban Filippo Franconi, ya que fue quien tomara la fotografía.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Cabe aclarar, dado el tenor de la fotografía, que este grupo de amigos se conocieron en las instalaciones del Club Social, Cultural y Deportivo “Primeras Impresiones”, que luego, allá por 1930, diera paso a la eximia Agrupación de Preparación Física Gustavo Adolfo Bécquer. Aquí puede vérseles luego de concluir el campeonato de basquetball local, consiguiendo un merecido 7º puesto.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Ese mismo año, y luego de descubrir que su habilidad no estaba en las canchas de basquetball, deciden, por iniciativa de Don Esteban, conformar un grupo de investigaciones de aquellos temas que inquietaban a la sociedad burguesa de la época.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Muchas fueron las dificultades que debieron sortear, como la protesta constante de sus esposas y novias, los despidos reiterados de sus respectivos lugares de trabajo, y una persecución hacia ellos, por considerarlos parte de una secta, que los llevó a sumirse en el anonimato, y fingir que el Grupo se había disuelto.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Nada más lejos de la verdad.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Los primeros años, fueron los más fructíferos, pues disponían de un campo de estudio que aún era virgen.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Mitos, fantasmas, aparecidos, quinieleros, luces malas, lobizones, lloronas, duendes, extranjeros, los burdeles, la vieja tapada, el chancho rengo, el chupacabra, fueron algunas de las investigaciones de este primer grupo de inquietos muchachos, en busca del conocimiento.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">A 1950, treinta y un años después de su fundación, contaban con un caudal de información e investigaciones que ocupaba cientos de tomos escritos a mano en las repisas de la biblioteca que tenían en su sede.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Tomando hoy, uno de estos tomos al azar, podemos leer en su índice:</p>
<ul>
<li>
<p style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;">25-11-1928 / Caso # 1831 / Venado Tuerto / Aparición Fantasmal / Resuelto</p>
</li>
<li>
<p style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;">12-11-1928 / Caso # 1830 / Venado Tuerto / Ánima en Pena / Sin Resolver</p>
</li>
<li>
<p style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;">30-10-1928 / Caso # 1829 / Carmen / Chupacabra / Sin Resolver</p>
</li>
<li>
<p style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;">16-10-1928 / Caso # 1828 / Venado Tuerto / Ganador consecutivo de tres loterías / Sin Resolver</p>
</li>
<li>
<p style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;">02-10-1928 / Caso # 1827 / Villa Cañás / Aparición Fantasmal / Resuelto</p>
</li>
<li>
<p style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;">21-09-1928 / Caso # 1826 / Rufino / Luz Mala / Resuelto</p>
</li>
<li>
<p style="text-indent:-18pt;text-align:justify;margin:0 0 0 36pt;">03-09-1928 / Caso # 1825 / Venado Tuerto / Inmigrante Japonés / Sin Resolver</p>
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Y así continúa el índice enumerando fecha, número de caso, lugar, tipo y resolución, favorable o no.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">De todos hacían informes, se resuelvan o no, dado que quizá los apuntes de un viejo caso sirvieran para resolver otro.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Ya dentro de los tomos, podemos ver el minucioso detalle con que llevaban a cabo el registro de las investigaciones, ya que están anexados incluso los comprobantes de gastos, tales como boletas de café, boletos de tren, alquiler de caballos, billetes de lotería, etc.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Desde su fundación, por el grupo han pasado ya, hasta nuestros días, los siguientes presidentes:</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1919-23 Don Esteban Filippo Franconi</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1923-27 Don Esteban Filippo Franconi</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1927-31 Arnaldo José Vanegas</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1931-35 Don Esteban Filippo Franconi</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1935-39 Don Esteban Filippo Franconi</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1939-43 Antonino Benvenuto Mascardi<span>  </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1943-47 Antonino Benvenuto Mascardi<span>  </span></p>
<p style="margin:0;">1947-51 Juan Bautista Bonacorsi</p>
<p style="margin:0;">1951-55 Manolo Do Santos</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1955-59 Anastasio Francisco Alonso</p>
<p style="margin:0;">1959-63 Faustino Leguizamón</p>
<p style="margin:0;">1963-67 Gervasio Expósito Zárate</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1967-71 Elio Martín Medina</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1971-75 Walter Alexander</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1975-79 Adrián Hoffmann</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1979-83 Ricardo Rubén Durand</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1983-87 Antonio Rodríguez</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1987-91 Gabriel Fernández</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1991-95 Héctor Ricardo Figueroa</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1995-99 Juan Marcelo Rufino</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Hasta aquí llegaremos, pues por regla interna, no revelaremos la identidad de las dos últimas comisiones, pues aún se encuentran en funciones miembros que deberíamos nombrar.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Algunos hitos en la historia del grupo son los siguientes:</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1931 – Adquisición del terreno para la construcción del edificio propio.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1936 – Ganan la lotería nacional.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1936 – Inauguran la sede propia, con los fondos del premio de la lotería nacional.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1947 – Son invitados por su par francés, el Groupe d'investigation "se fera ce que l'on peut" (Grupo de Investigación “Se hará lo que se pueda”) con sede en París, a dictar una serie de charlas sobre sus estudios. No concurren por falta de fondos.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1961 – Ampliación de la sede y construcción de la biblioteca. 1969 – Doña Saturnina Esther Márquez, primera mujer (y última) que accede como miembro al grupo. Ingresa como encargada de organizar los festejos ocultos por el cincuentenario del grupo. Se reúnen todos los miembros anteriores con vida. </p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:8pt;color:#3c3c3c;font-family:Georgia;"><a href="http://historiaocultadelaciudad.files.wordpress.com/2008/06/21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-7 aligncenter" src="http://historiaocultadelaciudad.wordpress.com/files/2008/06/21.jpg?w=300" alt="" width="300" height="205" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1970 – Creación del Grupo de Investigaciones T.V. (Trataremos en Vano) en Inglaterra, gestión realizada por correspondencia con Sir James Mc Laren, con sede en Londres y bajo la denominación de Group of Investigation WWTU (We Will Treat Uselessly)</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1971 – Año del nacimiento de uno de los miembros más destacados del grupo, aún en funciones.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1978 – Presencia completa por parte de la comisión, en todos los partidos del equipo argentino en la Copa Mundial de fútbol.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1985 – Se declara Patrimonio Arquitectónico al edificio de la sede.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1990 – Adquisición del primer computador personal. Durante los siguientes tres años, cumpliría la función de soporte de la maceta del potus añejo.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">1999 – Festejos por los ochenta años de existencia ininterrumpida del grupo. Reunión de los miembros anteriores, al menos los que estaban vivos (que eran menos que en 1969).</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Llegado este año, no puedo decir más, al menos por el momento, sin caer en descubrimientos no deseados por parte del Grupo.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Pero sin dudas, es a este señor, a Don Esteban Filippo Franconi, a quien debemos honrar, pues él ha sido el portador de la mente más brillante del siglo pasado, a la vez que un visionario, al fundar este Grupo de Investigaciones.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Aquí pongo a su alcance un documento histórico extraído del Archivo General del Grupo de Investigaciones T.V. </p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-8 aligncenter" src="http://historiaocultadelaciudad.wordpress.com/files/2008/06/esteban-filippo-franconi.jpg?w=188" alt="" width="188" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Don Esteban Filippo Franconi vivió hasta los 89 años, tiempo suficiente para arrepentirse de su creación, cuando aún era un mozuelo de 34 años.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Nótese la mirada hacia lo desconocido, el mentón propio de los cazadores de historias, el bigote característico de los destinados a pertenecer a la pequeña franja de los que escriben la historia, y no a la de los fracasados que la leen.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Un verdadero prócer de nuestras tierras, un adelantado a su tiempo.</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">Sus compañeros del Grupo, en su lápida, colocaron una memorable semblanza que reza:</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;">"Aquí yace nuestro Honorable Fundador que seguramente Tratará en Vano de volver de la muerte."</p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obsessão - Parte I (Estudo de Novela de Folhetim)]]></title>
<link>http://inacabado.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 03:40:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>camilokardozo</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Pedro era obcecado.
Seus olhos, ouvidos, pele e narinas interceptavam cada tola repetição eventua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://inacabado.files.wordpress.com/2008/06/pedro1p.jpg"><img class="size-full wp-image-15 aligncenter" src="http://inacabado.wordpress.com/files/2008/06/pedro1p.jpg" alt="" width="333" height="467" /></a></p>
<p>Pedro era obcecado.</p>
<p class="MsoNormal">Seus olhos, ouvidos, pele e narinas interceptavam cada tola repetição eventual <span> </span>de uma vez mais de uma coisa feita por pessoa ou acontecida ao acaso mesmo.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Repetiu-se. Havia então de ser considerado enquanto padrão. <span> </span></p>
<p class="MsoNormal">UM gesto, um piscar. Olhos e ouvidos atentos. Os primeiros giram incessantemente à volta, à procura de DOIS gestos, DUAS piscadelas. E voltam e reviram-se como que rolando os dados ao cérebro, num jogo de conexões.</p>
<p class="MsoNormal">UM latido, a porta que range. A cabeça agita quando é das orelhas que lhe vêm as verdades. Estica-se porém, quando ainda à busca, e ele achará DOIS rangidos, mais um ladrar. Por fim, o pescoço é forçado pela incredulidade satisfeita, doentia, orgasmática do Pedro satisfeito. Ele afasta diametralmente o rosto da evidência dizendo “NÃO!” Que poderia estar acompanhado do perplexo “como é possível?!” ou do canastrão “macacos me mordam!”</p>
<p class="MsoNormal">NÃO SE DEVE CRER NISTO!</p>
<p class="MsoNormal">Ele, com isso, diz “sim”! Diz “sim” e põe suas narinas e mãos à serviço do defloramento daquilo que seria a verdade por detrás das pequenas coisas que para ele,<span> </span>cheiravam aos rastros deixados pela substância divina mais pura quando aqui esteve a ordenar o mundo.</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://inacabado.files.wordpress.com/2008/06/vialivre.jpg"></a>Mas no quesito humano destes rastros sacro-ordenatórios, Pedro, não ficaria contente com a simples descoberta. <span> </span>Pedro, era ob-ce-ca-do.<span> </span>Pois, se deus lhe deixou perceber o mundo em suas minúcias mais secretas, era que mais que saber como operavam-se as coisas da terra em sua perfeição, ele haveria de sê-las – em toda a extensão humana da perfeição.</p>
<p class="MsoNormal">E a perfeição original, estava nos padrões - Nas repetições perfeitas.</p>
<p class="MsoNormal">Ora, se lhe encontrávamos enamorado da procura, não há obscenidades que descrevam sua absorção e mimese.<span> </span>Acene para o sinal de trânsito como o jovem que segue à frente de Pedro, e como ele veja satisfeito o sinaldos pedestres ficar verde. Siga-o à próxima esquina, pois Pedro já o segue. Satisfeito com a sorte ele o faz de novo, e mais uma vez a sorte lhe sorri.</p>
<p class="MsoNormal">Bastou.</p>
<p class="MsoNormal">Retoma seus passos no caminho de origem. O garoto se fora, mas ficara em sua perfeição original. Em um terceiro sinal, Pedro trava um duelo, desta vez solitário, contra o acaso. Sem o jovem virtuoso para tomar a dianteira, ele acena e a faixa de pedestres reflete o verde sinal de sua vitória.</p>
<p class="MsoNormal">Sua obsessão pode prosseguir. De fato, acaso, destino ou ambos podem ser irônicos.</p>
<p class="MsoNormal">Prosseguiria ao encontro da mulher que lhe foi destinada. Hannah Eve, uma estrangeira que conheceu na internet. Seus pais eram matemáticos e lhe batizaram com um nome DUPLO palíndromo, cada nome se lia do mesmo jeito de frente para trás e de trás para frente. <span> </span>Ela possuía um irmão gêmeo “Renner Eve” e, Seu telefone era 8642-2468.</p>
<p class="MsoNormal">Algo estava para lhe acontecer.</p>
<p class="MsoNormal">(mas não até quinta que vem)<strong></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Quem estava comigo aqui: O Fabuloso destino de Amelie Poulain (Filme e trilha sonora)</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuaderno de Filosofía (1) | Platón y su Caverna]]></title>
<link>http://republicavirtual.wordpress.com/?p=415</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 17:16:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ccy</dc:creator>
<guid>http://republicavirtual.wordpress.com/?p=415</guid>
<description><![CDATA[Aquí va Ccy casi en compañía de mi maestro de filosofía Iesu
Juguemos a perder la cabeza… Part]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="color:#666699;">Aquí va <a title="NOCTURNO " href="http://kaosis.spaces.live.com" target="_blank"><span style="color:#333333;">Ccy</span></a> casi en compañía de mi maestro de filosofía <a title="imagina4ever" href="http://superjesuimagine.spaces.live.com" target="_blank"><span style="color:#333333;">Iesu</span></a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="color:#666699;">Juguemos a perder la cabeza… </span><span style="color:#003300;">Parte I</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="color:#666699;">Las reglas son estas: Les propongo el tema, les doy mi opinión y espero la de ustedes.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="color:#666699;">Al mismo tiempo, cualquier lector o autor puede proponer y tratar el tema que desee.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="color:#003300;">C u a d e r n o   F i l o s ó f i c o</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">Quiero comenzar con Platón y el mito de la caverna...</p>
<p class="MsoNoSpacing">El mundo de las sombras...</p>
<p class="MsoNoSpacing">Según lo que recuerdo Platón hablaba de que:</p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">Había una caverna, había unos hombres en ella atados de pies y cuello con cadenas, ellos sólo podían mirar hacia atrás a la pared de la caverna.</p>
<p class="MsoNoSpacing">A su espalda se encontraba un pasillo donde había un fuego enorme y después la entrada de dicho lugar.</p>
<p class="MsoNoSpacing">Los hombres sólo conocían lo que el fuego les reflejaba, sólo sombras, ellos creían como verdadero aquello que miraban pensaban que eran objetos, no<span> </span>podían conocer la realidad puesto que su condición no se los permitía, al<span> </span>percibir esas sombras sólo con los sentidos lo creían verdadero.</p>
<p class="MsoNoSpacing">El fuego que estaba en aquel pasillo reflejaba la sabiduría que aquellos hombres no poseían, afuera de esa caverna estaba la verdad, el mundo de las ideas, las ideas que eran tangibles y que sólo se podían entender por medio del conocimiento.</p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><strong>Platón, le acompañamos?</strong></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><img src="http://www.inf.ufsc.br/~adriana/fase_01/tgs/trab_01/caverna1.jpg" alt="" width="359" height="147" /></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">El hombre cuando se funde sólo en lo material y vano de la vida no es capaz de quitarse las ataduras y salir a la realidad y evocarla como tal, sólo cree en lo que ve más no lo razona.</p>
<p class="MsoNoSpacing">Según mi punto de vista podemos tomar este relato como punto de partida, como una forma de abrir la mente hacia el mundo real, razonar y hacer cuestionamientos, no creer en todo lo que vemos ni en todo lo que nos dicen, hay que conocerle para poder hablar de ello.</p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">Hasta luego</p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="color:#666699;">Éxito...</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="color:#666699;">Ciudadana</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><a title="NOCTURNO " href="http://kaosis.spaces.live.com" target="_blank"><span style="color:#000080;">Ccy</span></a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ERRORES DEL DISEÑO, parte I]]></title>
<link>http://santomiky.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 16:38:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>santomiky</dc:creator>
<guid>http://santomiky.wordpress.com/?p=10</guid>
<description><![CDATA[
    
Desde quecomencea estudiar diseño grafico, hace ya casi 10 años, (se me cayo la cedula) r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a title="tiorico" href="http://santomiky.wordpress.com/files/2008/02/tiorico.jpg"></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-family:Calibri;"> </span><a title="tio_rico_logo.jpg" href="http://santomiky.wordpress.com/files/2008/02/tio_rico_logo.jpg"><img src="http://santomiky.wordpress.com/files/2008/02/tio_rico_logo.jpg" alt="tio_rico_logo.jpg" /></a>   <img src="http://santomiky.wordpress.com/files/2008/02/tiorico1.jpg" alt="tiorico1.jpg" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Desde quecomencea estudiar diseño grafico, hace ya casi 10 años, (se me cayo la cedula) recuerdo con mucho interes una materia que me enseño la base de lo que absolutamente uso en cada momento a la hora de diseñar algo.<br />
</span><span><!--more--><br />
<span style="font-family:Calibri;">En esta materia me enseñaron lo que es PSICOLOGIA DE LA LINEA, DEL COLOR, DE LA FORMA, y de tantas cosas, y su funcionamiento como un todo, es decir PSICOLOGIA DE LA GESTALT. Luego de haber aprendido esto realmente le tome pasión a este conglomerado de directrices que solo una imagen pueden ocasionar simplemente al verlas. La cantidad de sensaciones que produce un LOGOTIPO o un SIMBOLO son infinitas si no se han plasmado correctamente, sin embargo si el creativo que lo diseño estaba en sus cabales, pudo haber logrado concretamente lo que queria el y su cliente, y enfocar en un grafico la visión la misión, y la mistica de una empresa e inclusive a que target va dirigido.</span></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Fijense lo importante que puede ser saber exactamente que color colocar y que forma hacer. Logicamente a veces uno agrega un veneno que no tiene absolutamente nada que ver con la empresa, y sin embargo FUNCIONA...!!! Ahi es cuando entra mejor la satisfaccion creativa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;">El caso es el siguiente, despues de tanto tiempo haciendo, vieno, estudiando, rediseñando, pensando, analizando (..y mucho mas) LOGOS y SIMBOLOS me he encontrado con ciertos errores, o simplemente desaciertos graficos. Algunos mas terribles que otros, pero en este caso les voy a hablar de algunos que realmente me han llamado la atención. Es el caso de la marca de Helados TIO RICO en VENEZUELA, en otros paises tiene otro nombre, lo cierto es que la maneja la empresa UNILEVER ANDINA aqui en mi pais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Fijense, hace algunos cuantos años cuando la empresa decidio cambiar el logo de HELADOS TIO RICO, la UNILEVER hizo una version un poco discorde con loq ue estaban vendiendo. Fijense colocaron un corazón ROJO y con una tipografía ROJA, y esto es solo la simplificación de lo que había sido en un principio que era el mismo corazón ROJO con un fantasma de la misma forma pero esta vesz AMARILLO. Entonces que pasa con esto?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Resulta que particularmente esto va en contra de mis principios y mis conocimientos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;">¿¿¿ Como una marca de HELADOS va a tener una imagen corporativa con colores CÁLIDOS ??? realmente al ver por primera vez ese logo en lo<span>  </span>primero que pense fue en POLLO, HAMBURGUESAS o algo semejante, nada que ver con HELADOS...<span>  </span>=S</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Eso quiere decir que aqui hay un mal uso de los recrsos del diseño, quizá por eso es que ha decaido la venta de helados????</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um prêmio impossível]]></title>
<link>http://eltonpacheco.wordpress.com/?p=152</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 17:12:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elton Pacheco</dc:creator>
<guid>http://eltonpacheco.wordpress.com/?p=152</guid>
<description><![CDATA[ Parte I - Um emprego invejável
- Bom dia, o Sr. Elton está?, uma voz muito simpática parece gri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong> Parte I - Um emprego invejável</strong></p>
<p>- Bom dia, o Sr. Elton está?, uma voz muito simpática parece gritar ao telefone.<br />
- Olá, ahn...hum.. sou eu. Quem é?<br />
- Recebemos o seu currículo e gostamos muito. É para trabalhar em uma assessoria de imprensa com enorme reputação no mercado em Brasília. Sem dúvida, uma experiência extraordinária, você gostaria?<br />
- Ahn, hum... claro, quando começo? Digo, quando é a entrevista?<br />
- Agora, pode ser?</p>
<p>Eram oito da manhã do dia 1° de julho de 2007 e minhas antenas ainda não funcionavam direito. Desde que voltei ao Brasil, me sentia mesmo um estrangeiro por aqui. Os longos dias se resumiam à ficar em casa vendo filmes e os infinitos <em>box </em>de seriados americanos, além de livros, muito livros, é claro. Mas essa ligação recebida parecia ser o início da minha vida profissional pós-Europa.  Sem qualquer vestígio de engarrafamentos, cheguei até o local combinado em menos de 40 minutos. Gostei de lá, mas logo fiquei triste quando soube que não era o lugar que eu trabalharia. Eu só estava na agência de recursos humanos responsável pela contratação do novo estagiário da assessoria, que, aqui, vou chamar carinhosamente de agência <em>Who</em>. Fiz testes e mais testes com a mesma ladainha de sempre. – Ligo pra você para dizer o resultado. O início é imediato, portanto, pode esperar pelas próximas 24 horas - , a psicóloga disse.</p>
<p>E assim foi. Embora eu já tivesse certeza que aquele estágio seria meu, confesso que tive uma péssima noite de sono, quando, às 6h30 da manhã, meu telefone celular toca. – Bom dia, quem fala é a jornalista Kate Camel, da agência <em>Who</em>, recebi do recursos humanos os seus dados e os testes feitos anteriormente. Pode comparecer aqui nas próximas duas horas?, uma voz ativa e com um tom seguro demais para meu gosto, falou. – Hum, é claro. Posso sim, é só me passar o endereço. – Você não sabe onde fica a agência <em>Who</em>?; - Ah, desculpe-me, é que eu não conheço a agência, mas certamente isso não será um problema se puder me passar o endereço.</p>
<p>Menos de duas horas depois eu estava sentado na sala de recepção da <em>Who</em>. Enquanto escutava a voz, aquela mesma da ligação anterior, falando alto com alguém dentro da sala, a assistente principal da jornalista me fitava. Ela era loira, alta, magra, com um ar humilde, mas parecia simpática. Senti que poderíamos ser amigos. Quando ela percebeu que eu havia notado a fixação dela pra mim, ela corou, mas resolveu falar... ou melhor, sussurrar. – Ela é uma cobra. Se você não precisa desse emprego, vá embora. Ninguém dura mais que uma semana aqui. E com você não será diferente.</p>
<p>Não costumo ficar nervoso em entrevistas de emprego, mas com a declaração de um próprio funcionário da agência <em>Who,</em> e tratando-se de que ela havia chamado a própria chefe de cobra, eu fiquei nervoso. Afinal, se ninguém permanecia muito tempo por lá, o que aquela loira com uma aparência de travesti estava fazendo na agência? Estranho, mas, como sempre faço, agradeci pelo conselho. Quando escutei a porta abrindo, Kate Cumel se apresentou com um sorriso e um alto e sonoro bom dia e, confesso, aconchegante. Ela usava um vestido rocho, um colar enorme até barriga e tinha uma forma um tanto quanto gordinha. Tá, nem tanto. Mas ela era gordinha, embora tentasse disfarçar isso a todo custo. E, por alguns minutos, pensei. – Que assistente cachorra! Será que ela não foi com a minha cara?</p>
<p>Apertei a mão de Kate e estávamos com o que parecia ser o início de uma grande dupla de profissionais. Eu, ainda aprendendo, e ela, com um currículo invejável, que fazia questão de demonstrar para quem quer que estivesse em seu escritório. Em uma olhada rápida pela sala, contei mais de 20 diplomas. Vários deles de Cuba e eu não entendia bem o porquê. Ta certo que consegui ver alguns da Espanha e outros dos Estados Unidos. – Essa mulher é fenomenal -, pensei com a inocência de um garoto de 20 anos que não teve malícia suficiente para entender que, a partir daquele momento, sua vida mudaria.</p>
<p>- Que camiseta bonita. Onde comprou?<br />
- Hum.. na verdade, eu não ligo para marcas, não me lembro onde possa ter comprado -, eu disse, mas ao mesmo tempo, me perguntando que tipo de gente, em uma entrevista de emprego, se preocuparia com marcas de roupa.<br />
- Você tem um currículo impecável para um garoto da sua idade. Já fez intercâmbio, não? Valorizo muito isso em um ser humano. Se consegue ver, tenho diplomas de vários cursos que fiz no exterior. Jantou no restaurante <em>Le frontier</em> quando esteve em Paris?<br />
- Ahm, hum, na verdade não lembro nomes de restaurantes que freqüentei -, eu respondi surpreso.</p>
<p>E isso era uma verdade. Que tipo de gente (de novo) se lembraria do restaurante que jantou em Paris? Tipo de gente como Kate Camel, falsamente simpática, mas com um ego do tamanho da capital francesa. Ou maior, mas isso eu só descobri nos 30 dias que trabalhei com ela. A partir daquele dia, eu era o mais novo estagiário-funcionário da agência <em>Who </em>e tinha um emprego que milhões de jovens estudantes de jornalismo desejariam.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 2: Um arrepio]]></title>
<link>http://oerotofilo.wordpress.com/2008/01/18/2-um-arrepio/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 16:34:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergiorodrigo</dc:creator>
<guid>http://oerotofilo.wordpress.com/2008/01/18/2-um-arrepio/</guid>
<description><![CDATA[Trouxe o homem para meu apartamento. Ele abraçava-me cada vez mais forte, enquanto suas lágrimas e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Trouxe o homem para meu apartamento. Ele abraçava-me cada vez mais forte, enquanto suas lágrimas encharcavam todo seu rosto. Ele tão frágil, tão homem... Ele estava lindo! Sentia uma vontade louca de protegê-lo de tudo e de todos, de fazê-lo feliz. Ele tão ele, tão aberto aos seus sentimentos. Ouvi-o dizer entre os ruídos de sua tristeza “Está doendo”. Perguntei algumas vezes o que doía, mas ele não conseguia pronunciar uma palavra sequer. Entendi, então, que a dor não era física...</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://oerotofilo.wordpress.com/files/2008/01/2.jpg" title="2.jpg"><img src="http://oerotofilo.wordpress.com/files/2008/01/2.jpg" alt="2.jpg" align="left" height="273" width="245" /></a>Ele foi ficando mole. Tanta lágrima, tanto suor... Como um biscoito molhado, foi perdendo as forças até cair devagar no chão. Agarrou-se a minha perna. Eu sentado no sofá deixei que ele apoiasse a cabeça em meus joelhos. Eu não sabia lidar com aquela situação que me era muito constrangedora. Por não saber o que dizer, calei-me. Devagar e timidamente comecei a acariciá-lo. Passava meus dedos por entre os fios macios de seu cabelo. Da raiz a ponta, da raiz a ponta... Lentamente. Às vezes, esfregava vagarosamente seu couro cabeludo. Seu choro foi diminuindo pouco a pouco. Pouco a pouco ele ia se calando. Num momento, tocou-me o joelho e com a ponta dos dedos suavemente acariciou minhas coxas. Mantinha uma expressão pensativa, como se não estivesse ali, como se estivesse em lembranças-mil. Fui tomado por um arrepio que iniciava na base da espinha dorsal e subia pelas costas abrindo-se na forma de uma árvore cuja copa acabava em meus ombros. Os vasos sangüíneos do meu sexo preencheram-se revelando minha excitação. Temi que ele percebesse. De repente, de forma natural, quase mecânica,  deitou-se sobre mim – e me fez deitar ao mesmo tempo – abraçou-me, encostou o rosto no meu e disse no meu ouvido “Obrigado”. Não via nada a não ser partes de seu rosto desfocadas devido a proximidade em que estávamos. E ele, sussurrando, continuou:</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 1: Dois]]></title>
<link>http://oerotofilo.wordpress.com/2008/01/17/capitulo-1-dois/</link>
<pubDate>Thu, 17 Jan 2008 17:51:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>sergiorodrigo</dc:creator>
<guid>http://oerotofilo.wordpress.com/2008/01/17/capitulo-1-dois/</guid>
<description><![CDATA[A enorme placa de metal lisa e cromada racha-se ao meio e deixa a luz invadir a ante-sala e iluminar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A enorme placa de metal lisa e cromada racha-se ao meio e deixa a luz invadir a ante-sala e iluminar a face do jovem de óculos escuros. Dois passos e ele está dentro da estreita cabine pondo um brilho verde no botão do oitavo andar do elevador.</p>
<p style="text-align:justify;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<div align="left"><a href="http://oerotofilo.wordpress.com/files/2008/01/cap1.jpg" title="cap1.jpg"><img align="left" width="194" src="http://oerotofilo.wordpress.com/files/2008/01/cap1.jpg" alt="cap1.jpg" height="194" /></a></div>
<p style="text-align:justify;" class="MsoNormal">Encostado no espelho que toma toda uma parede, um outro jovem observa todos seus movimentos. Dois homens, dois espíritos. De um lado, barba por fazer, camisa preta com listras brancas, calça escura e justa e olhos cobertos com uma enorme lente negra. Ostenta um rosto duro, imóvel e imaculável... Do outro, bermuda caqui, tênis, cordão de prata e um penteado com aspecto de molhado. Mascando chiclete, baixa a cabeça e olha o sujeito que acabara de entrar na cabine no fundo dos olhos. Segura o cós da bermuda puxa-a para baixo para que apareçam os pêlos pubianos. O veículo põe-se em movimento. O sujeito curva-se projetando a pelve e seus pêlos a mostra em direção ao outro. Em seu olhar provocante vê o homem a sua frente levantar a sobrancelha, logo depois contrair a testa, seguida de uma surpreendente torrente de lágrimas e de seu corpo atirando-se, abraçando-o e chorando compulsiva e sofregamente em seu ombro.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
