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	<title>transgenero &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/transgenero/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "transgenero"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 02:18:57 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[ANTM: Conheça Isis, a primeira participante Transgênero]]></title>
<link>http://modernidades.wordpress.com/?p=156</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 02:45:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>hicaro</dc:creator>
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<description><![CDATA[
A nova temporada do seriado fashion, American Next Top Model, começa no dia 3 de setembro na terra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://modernidades.files.wordpress.com/2008/08/antm.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-157" src="http://modernidades.wordpress.com/files/2008/08/antm.jpg" alt="" width="249" height="542" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">A nova temporada do seriado fashion, American Next Top Model, começa no dia 3 de setembro na terra do Tio Sam e contará pela primeira vez com uma participante transgênero, chamada Isis (foto acima).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O presidente da GLAAD, Neil Giuliano, comentou sobre a novidade: “Trata-se de uma oportunidade única para essa comunidade se expressar na televisão, meio que os trânsgeneros são totalmente marginalizados!”. Palmas para a espertíssima Tyra Banks, produtora e apresentadora do programa que inicia sua décima primeira temporada e ainda mostra fôlego para vários bafos! </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Descubra sua tara sexual rara]]></title>
<link>http://lanhousedopurgatorio.wordpress.com/?p=319</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 05:57:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>alelex88</dc:creator>
<guid>http://lanhousedopurgatorio.wordpress.com/?p=319</guid>
<description><![CDATA[No zéguizo, a maioria dos mortais se conforma com um papai-e-mamãe caprichado, um franguinho assad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No zéguizo, a maioria dos mortais se conforma com um papai-e-mamãe caprichado, um franguinho assado, uma chupinhadinha aqui, outra ali, e talvez uma ou outra ousadia que assistiu uma vez num filme pornô/erótico, como nos clássicos eternos "Rebuceteio pra valer - E você, rebuceteia?" ou "Nove semanas e meia de be-bop-a-lula".</p>
<p>Mas, como o mundo é grande e tem gemza pra tudo, o Lan House traz hoje para vocês <del datetime="00"></del>alguns fetiches raros, entre o "hum, OK, nunca fiz, nem pensei nisso, mas até que pode pode ser excitante" e o "meda, pânica, de quem faz isso". Como de praxe em nossa Lan, faremos alguns breves comentários <span style="text-decoration:line-through;">inúteis</span> instrutivos, contextualizando cada caso para refletirmos juntos sobre a <del datetime="00"></del>(cof, cof) condição humana.</p>
<p>Vamos ao que interessa.</p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Autofelação</strong></li>
</ul>
<p>É mamar a si mesmo. Segundo um estudo zuper sério (cof, cof), apenas dois em cada três mil homens são capazes de realizar essa <del datetime="00">miséria</del> proeza, que exige 1) um megalulu e 2) coluna vertebral extremamente flexível. Trata-se provavelmente da tara mais antiga que se conhece, pois arqueólogos já encontraram hieróglifos do antigo Egito representando homens chupinhando dicumforça a própria carálea. Duas variantes dessa tara são o <em>autocunnilingus</em> (versão feminina da autofelação, ou seja, quando a menine cai de boca na própria lelé) e a autopederastia (no popular, pegar a si mesmo dicumjeito com o próprio material, ou seja, introduzir o lulu no próprio roscof, dobrando-o para trás).</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>O menine ou a menine que nunca pensou ou tentou se curvar todinho/todinha cheio de idéias na cabeça, que levante todos os dedos (dos pés e das mãos) e diga "ultramicroscopicossilicovulcanoconiótico" na língua do pê. Já pensou sim! Todo mundo já ouviu falar que o Marilyn Manson retirou cirurgicamente um par de costelas para conseguir chupinhar o próprio lulu (dizem que isso é lenda erótico-urbana), agora... autopederastia com o próprio lulu, dobrado pra trás!... Quem aí souber de um caso confirmado, avise aqui na Lan, porque, até segunda ordem, isso é ficção-erótico-científica.</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Autonepiofilia</strong></li>
</ul>
<p>Prazer que certa gemza tem em vestir uma bela fralda da Turma da Mônica (ou um moderno modelito Pamper's antivazamento), envergar um belo babador com desenho da Hello Kitty ou da Moranguinho, meter uma chupeta anatômica na boca e ser tratado como um bebê pelo menine ou menine com quem faz zéguizo. É uma prática com centenas de adeptos e fóruns na Internet, e existe até um sub-gênero pornográfico dedicado a ela. Pesquise aí, seu taradenho, sua taradenha, porque não vamos ficar linkando todo tipo de miséria pela rede.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Eu me pergunto se o mico vai ao ponto de botar o menine pra arrotar. Serviço completo, né, minha gemza. Não comentaremos sobre a papinha.</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Dendrofilia</strong></li>
</ul>
<p>Amor zemzual pelas árvores. Algumas pessoas só chegam ao clímax (que palavra breeeega: clímax...) quando se embolam litruz com o tronco ou os ramos das árvores. Dizem que as raízes dessa tara estão na infância, quando o menine descobre um inesperado prazer zeguizual cada vez que trepa num baobá-do-brejo ou num ipê-roxo.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Que tipo de lulu mutante pode sobreviver ao atrito com uma casca de árvore miserável? Fazer um buraquinho numa bananeira eu já ouvi falar litruz, dizem que é muito comum no interior; não sei como funciona, mas suponho que o miolinho ali dentro é macio. Agora, árvore?! Saycu.</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Insuflação</strong></li>
</ul>
<p>O mau costume de soprar dicumforça nos orifícios corporais alheios. Dizemos “mau” porque, em certas partes (como o buraquinho do lulu ou da lelé), a soprada da brinks pode ser prejudicial à saúde, pois existe a possibilidade de entrar ar na corrente sanguínea causando uma embolia.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Será que tem gemza que gosta de soprar no buraquinho do nariz também? No ouvido!? No roscof (uiiiii)?! O movimento de sucção me parece tão mais interessante... tem sempre quem é do contra mesmo.</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Somnofilia</strong></li>
</ul>
<p>Atração zeguizual por desconhecidos adormecidos, que o tarado chega e quer bolinar e fazer be-bop-a-lula enquanto a vítima dorme e ronca igual um anjinho lesadinhodocudele. Haja sono pesado. Mais fácil é a tara do hipnofílico, que se contenta em fazer um auto-be-bop-a-lula enquanto olha o belo ou bela adormecida dando um plá com Morfeu.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Levanta o dedo aí quem nunca pensou (mesmo que por apenas 0,0307 segundo) em se aproveitar de uma situação parecida. Se o sono da vítima é por causa de bebida, então, ctzzzzz que isso já passou pela sua cabeça. Bolinar gemza dormindo deve ter muitos adeptos, e imagino que nas velocidades 1 a 5 (sendo 1 para uma bolinada bem inofensiva em quem tem sono leve e a 5 para um be-bop-a-lula frenético completo numa menine desacordada, tipo aquela cena do filme "Kids" com a - ui! - Chloë Sevigny).</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Agrexofilia</strong></li>
</ul>
<p>É quem só se excita quando sabe que há mais gemza escutando o be-bop-a-lula a todo vapor. Tipo, aquela vizinha safadenha que berra como uma cabritaloucadocudela sempre que recebe uma visita da brinks; e depois nos sorri, felizinhadocudela, quando cruzamos com a exibidinha no corredor.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Imagino outras possibilidades além de se esgoelar ou gemer litruz pra todo mundo ouvir o be-bop-a-lula: ter uma cama toda desengonçada, com molas rangendo loucamente. Se você conhece outras modalidades, ou bons casos de agrexofilia, conte na Lan! Melhor ainda: grave a miséria e mande pra nós em mp3, que provavelmente faremos um podcast com ela.</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Candaulismo</strong></li>
</ul>
<p>Variação do voyeurismo, envolve três gemza, quase sempre o casal e um terceiro elemento desconhecido. O candaulista deixa a mulher dele arranjar um be-bop-a-lula com outro menine (ou com outra menine) e fica assistindo a tudo escondido, achando o máximo e fazendo auto-be-bop-a-lula frenético com giratória atrás da cortina ou dentro do armário.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Recomenda-se uma faxineira atenta aos detalhes para os praticantes dessa modalidade de voyeurismo, ou a cortina e o armário podem sofrer danos irreparáveis. E você? Já fez auto-be-bop-a-lula assistindo escondido outra gemza fazendo brinks litruz? Conte pra gente sua pequena aventura voyeurística.</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Olfatofilia</strong></li>
</ul>
<p>Gemza que se excita com o aroma zenital da parceira ou parceiro e que consegue chegar ao be-bop-a-lula supremo utilizando apenas a narebinha, seja cafungando diretamente sobre a região da brinks suadinha, seja cafungando calcinhas ou cuecas usadas.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Ah, o cheiro natural de gemza bem tratada e de bons hábitos é uma delícia mesmo. Há quem prefira cafungar eflúvios mais violentos, tipo os vapores da virilha de Tonhão Medonho depois de um dia inteiro virando laje (ecaaaa!), mas o Lan House recomenda: banhinho tomado, nada de desodorante antes do zéguizo (tem gosto ruim), e os aromas do campo da brinks estarão no ar, que lindo! Respira fundo... hihihi</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Altocalcifilia</strong></li>
</ul>
<p>Tesão louco por sapatos de salto alto tipo agulha. O altocalciflílico pode gostar de chupar o salto como se chupa um osso-buco, ou de ser pisado dicumforça por uma menine calçando a miséria. E não sente nada por sapatos que não tenham um salto beeeem alto e fino.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Sapatos femininos de salto alto bem fininho são realmente muito zéguizis, mas eu não queria ser pisado por nenhum, e muito menos chuparia um salto alto, ow! Prefiro descalçar o pezinho mimoso da menine com toooodo carinho e tirar ele do caminho, hihihi.</em></p>
<ul>
<li>Tara miserável: <strong>Andromimetofilia/Ginecomimetofilia</strong></li>
</ul>
<p>O nome parece complicado, mas é mais comum do que parece. Trata-se da atração zeguizual por homens vestidos de mulher, mulheres vestidas de homem, ou por transgêneros,  operadinhos/operadinhas do lulu/lelé delas ou não. Um dos mais comuns é o menine querer que a menine se vista de homem, venha por trás e vapo no roscof dele! Mas há vááárias combinações possíveis...</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Comentário da Lan</span>: <em>Sempre me fascinou a quantidade de combinações que podem ser feitas. O menine pode curtir se vestir de mulher e querer pegar dicumforça uma menine de verdade! O mesmo menine pode querer que outro menine se vista de mulher e pegue ele dicumforça pela porta dos fundos. Ou o contrário: ele invadir a porta dos fundos do menine vestido de menine. Uma menine pode querer que outra menine vestida de menine chegue nela e... ai, fiquei confuso! Façam as combinações possíveis aí na cabeça <span style="text-decoration:line-through;">imunda</span> criativa de vocês.</em></p>
<p>* * *</p>
<p>Conhece alguma tara rara interessante que não citamos? Traga pra gente. Se houver material suficiente, faremos outro post só com as taras raras da galere.</p>
<p>Para a lista completa de misérias zeguizuais raras (porém, em espanhol, e sem os nossos comentários exclusivos de alta relevância e percuciência), visite o <a href="http://www.adn.es/sexo/20080710/NWS-2216-sexo-practicas-raras.html" target="_blank">site original aqui</a>.</p>
<p>Aleléx</p>
<p>P.S.: O Lan House agradece ao Bruno pela dica do site taradenho! Gractos!</p>
<p>.<br />
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que é normal?]]></title>
<link>http://gayeok.wordpress.com/?p=134</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 01:51:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>gayeok</dc:creator>
<guid>http://gayeok.wordpress.com/?p=134</guid>
<description><![CDATA[
Hoje foi reexibida no GNT a entrevista que Thomas Beatie concedeu no início do ano à apresentado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://Nenhum"><img class="alignnone size-full wp-image-135" src="http://gayeok.wordpress.com/files/2008/07/thomas_oprah.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a></p>
<p>Hoje foi reexibida no GNT a entrevista que Thomas Beatie concedeu no início do ano à apresentadora Oprah Winfrey. Na época, grávido de 6 meses, o transgênero Thomas explicava mais sobre sua história, inicialmente divulgada pela revista People.</p>
<p>Durante a entrevista percebi que muitas vezes, tanto por ele, quanto pela família, pelos amigos e pela médica, o conceito de "normal" era abordado. Vários médicos recusaram Thomas como paciente por não ser uma gravidez "normal". Thomas e a esposa eram como um casal "normal" para as filhas dela do primeiro casamento. Os vizinhos nunca tinham percebido nada de "anormal" em Thomas até saberem da gravidez. E no <a href="http://www.advocate.com/issue_story.asp?id=52664" target="_blank">artigo escrito pelo próprio Thomas Beatie</a> para a revista The Advocate, é também evidente a idéia de "ser normal" alinhavando seus pensamentos:</p>
<blockquote><p>To our neighbors, my wife, Nancy, and I don’t appear in the least unusual. To those in the quiet Oregon community where we live, we are viewed just as we are - a happy couple deeply in love. Our desire to work hard, buy our first home, and start a family was nothing out of the ordinary. That is, until we decided that I would carry our child.</p></blockquote>
<p>Como desfecho do mesmo artigo, Thomas diz que sua história será um convite para que se admita toda a gama de possibilidades humanas e para que as pessoas definam por si mesmas o que é "normal".</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p>Não posso sequer imaginar a dimensão das dificuldades que esta família tenha passado ou esteja passando. Mas aqui, do conforto do meu lar e muito distante dos holofotes, não gosto nada dessa história de querer ser normal. Para evitar falar bobagem, recorro ao dicionário. E, segundo o Michaelis, "normal" significa "conforme à norma; regular", "conforme a um tipo dado e, portanto, presente na generalidade dos casos".</p>
<p>Uma família "normal" não seria capa da People, ou sentaria no sofá da Oprah, certo?</p>
<p>E se critico este "normal" é justamente por enxergar tanta beleza neste caso - beleza em ser singular. E é pelo reconhecimento das diferenças e pela "gama de possibilidades humanas" que deveríamos nos fazer respeitar - não pela pasteurização ou inserção forçada em padrões.</p>
<p style="text-align:center;">* * *</p>
<p>Toda felicidade a Thomas Beatie, sua esposa e sua recém-nascida filha.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carla Antonelli]]></title>
<link>http://rincontranny.wordpress.com/2008/07/11/carla-antonelli/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 04:30:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>rincontranny</dc:creator>
<guid>http://rincontranny.wordpress.com/2008/07/11/carla-antonelli/</guid>
<description><![CDATA[
ORGULLO GAY 2008 212
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]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/28301508@N05/2643286055/"><img style="border:solid 2px #000000;" src="http://farm4.static.flickr.com/3101/2643286055_a40e0dbba4_m.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size:0.9em;margin-top:0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/28301508@N05/2643286055/">ORGULLO GAY 2008 212</a><br />
Cargado originalmente por <a href="http://www.flickr.com/people/28301508@N05/">marikas.org</a></span></p>
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[• ¡Vaya, Mamita...!]]></title>
<link>http://postbaked.wordpress.com/?p=245</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 21:31:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ac528s</dc:creator>
<guid>http://postbaked.wordpress.com/?p=245</guid>
<description><![CDATA[Uno de mis conflictos internos más latentes ha sido la aparente inabilidad de poder clasificar mis ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Uno de mis conflictos internos más latentes ha sido la aparente inabilidad de poder clasificar mis ideologías en un lado u otro. Según mi familia, tengo tendecias liberales. Según la sociedad, soy conservadora. Según los cercanos, a veces creo en cosas que se contradicen y no hacen sentido (¿cómo que no hace sentido?), como creer en Dios y en los aliens, o creer en la heterosexualidad como el único orden natural de vida a la vez que tengo un corillo de panas gays bien close. Tal vez podría continuar con ejemplos, pero me niego a sufrir una crisis existencial cuando apenas comienzo este post.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-246 alignright" style="border:1px solid black;margin:4px;" src="http://postbaked.wordpress.com/files/2008/07/heel.jpg" alt="" width="175" height="381" />En fin, que me parece que el mundo evoluciona mucho y es estimulante tratar de comprender las cosas que suceden desde una justa perspectiva. Pero hay algo que no puedo entender aún. Me refiero al reguero de géneros que se ha desatado apartir de dos cosas tan naturales como lo es el ser hombre y ser mujer. Ya ni <a href="http://blog.facebook.com/blog.php?post=21089187130" target="_blank">Facebook se atreve mucho a bregar con la cuestión</a> por miedo a ofender a alguien que tenga vagina pero se sienta hombre, o una persona que se haya cambiado de sexo dos veces y no pueda decir que es una cosa u otra.</p>
<p style="text-align:justify;">No sé cómo se siente estar atrapado en un cuerpo con género equivocado pues nací mujer, me siento mujer y me encanta ser mujer, así que no tendré el atrevimiento de decir que puedo entenderlo. Sí comprendo que todos tenemos un deseo intrínseco de encontrar nuestra propia felicidad. Pero a diferencia de muchos órdenes que han sido establecidos por el hombre durante siglos y que ahora se han ido refutando a velocidad apresurada (esclavitud, matrimonio, derechos, etc.), el género sexual no es impuesto por nadie, sino que nacemos con ello.  Y a pesar de que creo que la homosexualidad no es algo que se escoge sino que se nace (o al menos muchos de los casos), pienso que una cosa es tener una preferencia sexual y otra es alterar el cuerpo propio y luego pretender negar su origen. No quiero sonar intolerante o irrespetuosa pues respeto a todo ser humano sin distinción alguna, pero me parece que jugar con la naturaleza humana es como atentar contra un órden natural (llámelo "divino", "universal", "cósmico" o como guste).</p>
<p style="text-align:justify;">Y como si no fuese lo suficientemente confusa la cuestión, ¿ahora resulta que los <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Male_pregnancy" target="_blank">hombres también pueden parir</a>? No me refiero a <a href="http://www.elnuevodia.com/diario/noticia/mundiales/noticias/da_a_luz_el_hombre_embarazado/426354" target="_blank">Thomas Beatie</a>, quien recientemente dió a luz una niña, sino a <a href="http://youtube.com/watch?v=AiU-KZ_KADY" target="_blank">Lee Mingwei</a>.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-247 alignleft" style="border:1px solid black;margin:4px;" src="http://postbaked.wordpress.com/files/2008/07/shave.jpg" alt="" width="175" height="381" />Me topé con su historia por internet hace no mucho apesar de que tiene dos años ya, so probablemente ya ustedes la saben. Pongo en duda su veracidad pues en YouTube se puede encontrar un <a href="http://youtube.com/watch?v=AiU-KZ_KADY" target="_blank">video</a> uplodeado en Septiembre 2006 en la que él alega que tiene 4 meses de embarazo, lo cual significaría que debe haber dado a luz no más tarde de Febrero o Marzo de 2007. Si me preguntan a mí, me parece que esa historia está como para haber hecho más ruido que Dolly, la oveja clonada, pero yo no he escuchado nada en los medios...</p>
<p style="text-align:justify;">Independientemente de si es una historia real o es todo un truco, sí existe un procedimiento (¿teórico o práctico?) de cómo llevar a cabo un embarazo masculino. En palabras mascadas para su digestión, se parte del hecho de que, si una mujer puede tener un embarazo fuera del útero (embarazo ectópico), entonces el mismo no es indispensable para gestar un feto, por lo que un hombre podría quedar embarazado también. Con la ayuda de buenas dosis de hormonas, se puede preparar  el cuerpo masculino para hacerlo receptivo a una implantación de embrio y se puede realizar una inseminación artificial en una membrana particular de la cavidad abdominal. Una vez haya ocurrido la implantación, el cuerpo puede abandonar las hormonas artificiales para que el embrio provea las suyas propias una vez se apodere del cuerpo, desarrollandose así la gestación de una criatura.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Suena sencillo? El peligro yace en que, como cualquier masa de tejido creciente (o como <span style="text-decoration:underline;">cualquier</span> embarazo ectópico, for that matter), el feto y/o la placenta pueden perforar y/o adherirse a cualquier órgano interno del padre "madre" al no haber un saco (ahem, ¿útero?) que lo protega y aisle su entorno, lo cual corresponde un riesgo alto para la criatura, más aún para el hombre que lo gesta, quien puede morir desangrado durante la cesárea o antes de la misma. En pocas palabras, es un procedimiento <span style="text-decoration:underline;">muy, muy, muy peligroso</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Muchos dirán que cualquier procedimiento quirúrgico es muy arriesgado en sus etapas de experimentación y que las mismas son necesarias para poder perfeccionar procedimientos médicos que pueden ser de gran ventaja en el futuro,... que si no fuera por ello, hoy no tendríamos muchas de las técnicas medicinales que día a día salvan vidas. De acuerdo. Pero no sé, a mi cada cosa con su cuestión. Hay cosas que las mujeres, por más que tratemos, nunca vamos a sentir como lo sienten los hombres y viceversa, y creo que tales ventajas/desventajas deben ser respetadas/apreciadas como un don único de cada género, hombre y mujer. Si fuera feminista, estaría hasta encojoná: después de tantos años de supremacía masculina y de toda la lucha femenina por la equidad de derechos, ¿un hombre viene a quitarnos la única cosa que nosotras tenemos y que ellos no pueden tener? ¿el don femenino por naturaleza? ¿lo que nos hace más fuerte que ellos? ¿lo que nos hace las mujeres que somos? ¡Co-Jo-Nes! Pero no soy feminista así que no me encojonaré.</p>
<p style="text-align:justify;">De todas formas, sigo pensando que ya está bien de estar traqueteando con la vida, de estar jugando a ser Dios, de estar tirando y halando nuestra identidad, lo que somos, lo que nos hace, lo que podemos y no podemos, y de buscar la forma de poder lo que biológicamente no se podría. Ahora somos hombres con tetas, mujeres con penes, she-mans, he-shes,  it-he-she's, everything, nothing, o a lo mejor aún no estamos seguros y preferimos reservárnoslo... ¿por qué dejarlo sencillo si podemos complicarlo mucho, mucho, mucho más?</p>
<p style="text-align:justify;">Aproveche: este es el momento ideal para cuestionar la existencia tangible o ilusoria de su órgano sexual, y Facebook se lo respetará.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/0SjcBPRBJ9M'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/0SjcBPRBJ9M&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil abre las puertas al turismo gay y lanza TheLoveLand.net]]></title>
<link>http://sitemarca.wordpress.com/?p=896</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 11:43:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>sitedit</dc:creator>
<guid>http://sitemarca.wordpress.com/?p=896</guid>
<description><![CDATA[
El 25 de mayo se realizará en San Pablo el desfile anual del Orgullo Gay. Se trata del mayor en su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:text-top;" src="http://static.zooomr.com/images/4777678_37b0875256.jpg" alt="" width="500" height="328" /></p>
<p>El 25 de mayo se realizará en San Pablo el desfile anual del Orgullo Gay. Se trata del mayor en su tipo del mundo. <strong><span style="color:#800000;">El año pasado convocó a 3.5 millones de personas. <a href="http://www.braziltour.com" target="_blank">Embratur</a> busca potenciar el acontecimiento para difundir otros destinos de Brasil</span></strong>.</p>
<p>Atento a la demanda turística generada por la realización del <a href="http://www.abratgls.com.br/eventos.asp" target="_blank">Desfile del Orgullo Gay</a> <strong><span style="color:#800000;">la industria del turismo brasileña lanzó el sitio <a href="http://www.theloveland.net" target="_blank">www.theloveland.net</a></span></strong>. Allí se puede encontrar información turística, programación cultural, paquetes turísticos (sugeridos por la <a href="http://www.abratgls.com.br" target="_blank">Asociación Brasileña de Turismo GLS</a>), ringtones, downloads de fotos y links relacionados.</p>
<p>La idea es ofrecerle al público GLBT (gays, lesbianas, bisexuales y transgénero) <strong><span style="color:#800000;">un completo catálogo de opciones para maximizar su estadía en Brasil</span></strong>, incentivándolo a aprovechar su visita para conocer otros destinos del país.</p>
<p>Con esta acción, Brasil busca captar uno de los segmentos más atractivos dentro de la industria turística. <strong><span style="color:#800000;">El visitante extranjero del segmento GLBT gasta aproximadamente US$ 200 por día</span></strong> –contra la media de US$ 74 de los demás turistas que llegan en busca de descanso-. Entre los países de mayor emisión de estos turistas con destino Brasil figuran Estados Unidos, Argentina, Francia, Italia, España y Alemania.</p>
<p>Según los resultados del Plan Acuarela – Márketing Turístico Internacional, <strong><span style="color:#800000;">los destinos preferidos del turismo homosexual son las ciudades de Río de Janeiro, <a href="http://www.spcvb.com.br/" target="_blank">San Pablo</a>, Salvador y <a href="http://www.diversidadefloripa.org.br/" target="_blank">Florianópolis</a></span></strong>. De hecho, Embratur promueve entre sus acciones, los viajes de prensa de periodistas extranjeros de medios especializados en el público GLBT, con la intención de divulgar los circuitos existentes en las ciudades brasileñas.</p>
<p>El <a href="http://www.abratgls.com.br/eventos.asp" target="_blank">Desfile del Orgullo Gay de San Pablo</a> es considerado el más grande del mundo en su género. <strong><span style="color:#800000;">La edición del año pasado convocó a 3.5 millones de personas</span></strong>, siendo que un 37% del total provino del exterior.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["não se deixe enganar"]]></title>
<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 03:42:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcia bechara</dc:creator>
<guid>http://ciakiwicarne.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[com vocês, a ridícula, preconceituosa e equivocada reportagem do portal IG.COM, que ensina adolesc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>com vocês, a ridícula, preconceituosa e equivocada reportagem do portal IG.COM, que ensina adolescentes brasileiros a identificar um travesti "nos primeiros cinco minutos".</p>
<p>como se os garotões da classe média brasileira não adorassem uma rola, <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/esportes/futebol/2008/04/28/ronaldo_se_envolve_em_confusao_com_travestis_no_rio_de_janeiro_1290464.html" target="_blank">assim como o atacante ronaldo</a>.</p>
<p>para ler a bobajada estúpida,<strong><a title="travecos sim" href="http://jovem.ig.com.br/oscuecas/o_que_rola/2008/04/29/nao_se_deixe_enganar_1291241.html" target="_blank"> é só clicar aqui.</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[variadas]]></title>
<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 12:02:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcia bechara</dc:creator>
<guid>http://ciakiwicarne.wordpress.com/?p=22</guid>
<description><![CDATA[
(acima: miss mina terrestre, em angola)

(transsexual female-to-male grávido) direitos reprodutivo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ciakiwicarne.wordpress.com/files/2008/04/miss1.jpg" title="miss"><img src="http://ciakiwicarne.wordpress.com/files/2008/04/miss1.jpg" alt="miss" /></a></p>
<p><em>(acima: miss mina terrestre, em angola)</em></p>
<p><a href="http://ciakiwicarne.wordpress.com/files/2008/04/trans.jpg" title="trans"><img src="http://ciakiwicarne.wordpress.com/files/2008/04/trans.jpg" alt="trans" /></a></p>
<p><em>(transsexual female-to-male grávido) direitos reprodutivos!!!!!!</em></p>
<p><a href="http://ciakiwicarne.wordpress.com/files/2008/04/trans.jpg" title="trans"></a><a href="http://ciakiwicarne.wordpress.com/files/2008/04/01437300800.jpg" title="miss mina terrestre"></a> MANCHETES:</p>
<p>* 'Chutaria a minha mulher, mas não os meus cachorros', diz Ozzy Osbourne <a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL385739-7085,00-CHUTARIA+A+MINHA+MULHER+MAS+NAO+OS+MEUS+CACHORROS+DIZ+OZZY+OSBOURNE.html" title="ozzy">(leia aqui)</a></p>
<p>* Estudo aponta que 75% das mulheres com Aids acima dos 60 anos e atendidas no Emílio Ribas, em São Paulo, foram infectadas pelos maridos.  <a target="_blank" href="http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8649" title="aids">(leia aqui)</a></p>
<p>* Elas não conseguem patrocínio nem de picolé, mas ganham TODAS. <a target="_blank" href="http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Futebol/Campeonatos/0,,MUL385842-9354,00-SELECAO+FEMININA+FAZ+A+EM+JOGOTREINO.html" title="futebol feminino">(leia aqui)</a></p>
<p>* Angola tem concurso de miss só para vítimas das minas terrestres (!!!!) <a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL386175-5602,00-ANGOLA+TEM+CONCURSO+DE+MISS+SO+PARA+VITIMAS+DAS+MINAS+TERRESTRES.html" title="angola">(leia aqui)</a></p>
<p>e, <strong>diana</strong>, vc viu o caso do transsexual FTM grávido? achei tão sensacional... <a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL385386-5602,00-TRANSEXUAL+GRAVIDO+CONTARA+SUA+HISTORIA+NA+TV+AMERICANA.html" title="transsexual grávido">(leia aqui)</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Se trata de un hombre embazarado?]]></title>
<link>http://guarrofresa.wordpress.com/?p=73</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 16:45:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Klavius</dc:creator>
<guid>http://guarrofresa.wordpress.com/?p=73</guid>
<description><![CDATA[Qué opinan ustedes estimados amigos Guarro-Fresas, acerca de una pareja Norteamericana formada por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i175.photobucket.com/albums/w145/dekraptor/embarazado.jpg" alt="Hombre embarazado" align="left" height="95" width="95" />Qué opinan ustedes estimados amigos Guarro-Fresas, acerca de una pareja Norteamericana formada por una mujer y un hombre transgénero (mujer de nacimiento) y que podría ser considerado(a) como el primer hombre en embarazarse. <!--more--></p>
<p>Debido a que la parte femenina de la pareja no pudo embarazarse a causa de una <span class="a13g">endometriosis, la pareja decidió que tendrían un hijo pero que para ello entonces, quien se embarazaría sería la parte masculina.</span><span class="a13g">Thomas Beatie, mujer de nacimiento y que se había sometido a operaciones de cambio de sexo sin afectar su órgano reproductor, logró embarazarse luego de una inseminación artificial.</span></p>
<p>Sin embargo, la pareja ha sufrido el repudio y discriminación de sus vecinos debido a que no tenían conocimiento de que el hombre era transexual, además de no obtener el trato debido de parte de los médicos quienes sufren de prejuicios religiosos o sociales.</p>
<p>Legalmente  <span class="a13g">Thomas Beatie es un hombre y así lo confirman sus papeles de cambio de sexo.  Por tal razón entonces, se podría considerar como el primer hombre que da a luz.</span></p>
<p>Pupilos de la disciplina Guarro-Fresa, este caso da mucho para meditar y analizar. Existen muchas situaciones de las cuales se puede discutir, sin embargo, es necesario tener una mente abierta y libre de prejuicios.</p>
<p>Les dejo unas preguntas de las cuales espero dejen sus opiniones.</p>
<p>¿Lo considerarías el primer hombre en dar a luz?</p>
<p>¿Dejó de ser mujer y realmente es hombre, considerando que ese instinto de maternidad siguió presente?</p>
<p>¿Debieran los médicos ignorar y desechar cualquier posición religiosa en su práctica profesional?</p>
<p>¿Crees qué el hijo de la pareja pueda entender su situacipon y crecer como un ciudadano productivo a la sociedad?</p>
<p>Se esperan sus comentarios</p>
<p align="center"><a href="http://www.afrotechmods.com/arnold/choice/Junior.jpg"><img src="http://www.afrotechmods.com/arnold/choice/Junior.jpg" alt="junior" border="0" height="475" width="323" /></a></p>
<p align="center">&#160;</p>
<p> <a href="http://www.theregister.co.uk/2008/03/27/transgender_pregnancy/" target="_blank">http://www.theregister.co.uk/2008/03/27/transgender_pregnancy/</a></p>
<p><a href="http://www.foxnews.com/story/0,2933,341595,00.html" title="http://www.foxnews.com/story/0,2933,341595,00.html" target="_blank">http://www.foxnews.com/story/0,2933,341595,00.html</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los días de la confusión]]></title>
<link>http://lavidaenazul.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 04:59:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>TheBlueGuy</dc:creator>
<guid>http://lavidaenazul.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Cuando tenía 11 o 12 años empecé a entrar en una especie de crisis; siempre me había sentido de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cuando tenía 11 o 12 años empecé a entrar en una especie de crisis; siempre me había sentido de alguna forma diferente, antes de esa edad no había sabido comprender que era lo que me hacía diferente, sin embargo, estaba conciente de ello.</p>
<p>Más o menos a esa edad el despertar de mi sexualidad empezó a causar problemas; empecé a sentir atracción por otros chavos. Al principio no fuí consciente de que lo que estaba sintiendo era una atracción sexual, a mi se me había enseñado que yo iba a sentir una atracción sexual hacia las chavas... A final de cuentas ésto no pasó y empezó a ser un problema.</p>
<p>Recuerdo que por esa edad empecé a masturbarme... aunque he de confesar que "inventé" el concepto... yo empecé a masturbarme (sin "llegar") antes de siquiera conocer el término "masturbación".</p>
<p>Para bien o para mal yo no sabía muchas cosas de la sexualidad, ni siquiera los mitos y tabús... creo que eso me permitió explorar mi sexualidad sin sentirme mal al respecto... por ejemplo, recuerdo que un par de veces me puse ropa interior femenina con brassier que rellené con trapos; recuedo que lo hice por pura curiosidad y ahi acabó. El vestirme de mujer simplemente no me gustó, a mi me gustaba ser hombre, pero me sentía confundido por lo que sentía.</p>
<p>Estaba en sexto de primaria y por aquel tiempo no pensaba mucho en mi atracción hacia los hombres...  que se yo... tal vez era que estaba confundiendo lo que sentía y la atracción hacia las mujeres no tardaría en llegar.</p>
<p>Recuerdo que una vez en la escuela vi a un chavo bromeando con su pantalón, haciendo parecer que tenía una erección; recuerdo que varios días después no entendía por que a cada rato pensaba en aquella escena. Sin duda estaba confundido; yo no tenía por que estaba pensando en eso.</p>
<p>Bueno, en sí, así fueron los días de confusión para mi, ya en otra ocasión les contaré como fui aceptandome y como salí del closet por primera vez. gracias por leer.</p>
<p>Por favor, comenta como fue que te sentiste tu a esta edad si eres gay, lesbiana, o bi.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[metasubcibertrans por dolores galindo]]></title>
<link>http://catadores.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 17:46:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>catadores</dc:creator>
<guid>http://catadores.wordpress.com/?p=75</guid>
<description><![CDATA[http://interfaceg2g.org/node/472


por Dolores Galindo

Sobre a performance metasubcibertrans
&nbsp;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 class="title"><span class="insertedphoto"><a href="http://cassandras.multiply.com/photos/hi-res/upload/R5YEBQoKCnIAAEyevco1"><font size="2">http://interfaceg2g.org/node/472</font></a></span></h2>
<h2 class="title"><font size="3"><br />
</font></h2>
<h2 class="title"><font size="3">por Dolores Galindo</font></h2>
<h2 class="title"></h2>
<h2 class="title"><span class="insertedphoto"><a href="http://cassandras.multiply.com/photos/hi-res/upload/R5YEBQoKCnIAAEyevco1"><img border="0" src="http://images.cassandras.multiply.com/image/1/photos/upload/300x300/R5YEBQoKCnIAAEyevco1/fabicooler2.jpg?et=8c1aZfvwwCloPmz9MRhVTQ&#38;nmid=&#38;nmid=78728946&#38;nmid=78728946&#38;nmid=78728946&#38;nmid=78728946&#38;nmid=78728946&#38;nmid=78728946&#38;nmid=78728946" class="alignmiddleb" /></a></span>Sobre a performance metasubcibertrans</h2>
<p class="title">&#160;</p>
<p class="title">&#160;</p>
<p align="left" style="margin-bottom:0;" class="western"><font face="Times, serif"><font size="4">Sobre a performance metasubcibertrans</font></font></p>
<p align="left" class="western"><font face="Times, serif"><font size="3">Metasubcibertrans_mutação_</font></font></p>
<p align="left" class="western"><font face="Times, serif"><font size="3">A primeira performance MetaSubCiberTrans tem seu espaço no corpo ao qual são precariamente atados dispositivos técnicos. Nos seios, mouses. No estômago, uma placa-mãe. Na boca, portas de conexão. Na vagina, um mouse. Na cabeça, um chapéu de feltro. No colo, palavras escritas em batom vermelho. E, desfazendo signos identitários, uma máscara perfaz dois olhos. </font></font></p>
<p align="left" class="western"><font face="Times, serif"><font size="3"><span style="font-style:normal;">Há a repetição do pênis, no mouse. Há a repetição da boca, na placa de conexão. Há a repetição do estômago, na placa-mãe. Há a repetição dos seios, nos mouses. Há a repetição da face, na máscara. Na repetição, perfaz-se uma sintaxe composta pela disposição dos prefixos </span><i>meta, sub, ciber e trans</i><span style="font-style:normal;"> onde o primeiro desloca os demais da sua função literal. </span></font></font></p>
<p align="left" class="western"><font face="Times, serif"><font size="3">Deparamo-nos com um dispositivo sócio-técnico feito com peças e cabos que não conectam. A força da performance não está no aprimoramento das potencialidades da interatividade ou da simbiose entre corpo e máquina – os aparatos são obsoletos. Da precariedade, inscrita na adoção do prefixo <i>sub, </i><span style="font-style:normal;">emerge grande parte da potencia da performance</span><i>. </i><span style="font-style:normal;">Sonha a metasubcibertrans com computadores vestíveis ligados a outros tantos dispositivos? Os fios, repitamos, não conectam; alguns aparatos estão, inclusive, amarelados pelo tempo. Teria a metasubcibertrans fugido de um sonho tecnológico não concretizado?</span></font></font></p>
<p align="left" class="western"><font face="Times, serif"><font size="3">No híbrido, se entrevêem os seios. A visão do contorno das pernas faz do sexo potencia de criação e de relação. Sexo também obsoleto frente ao instável arranjo atado com fita adesiva. Divisa-se uma metaficcção que questiona os limites do sexo como marcador identitário e da rede de comunicação como utopia civilizatória. Desta vez, a inscrição se dá no prefixo <i>ciber</i><span style="font-style:normal;"> e, como apontam, as integrantes do g2g, grupo do qual faz parte a performer – o ciberfeminismo nunca chegou à América Latina. Até que ponto, em nosso contexto, o tropo ciborgue funciona para a desconstrução de dicotomias e relações de poder de base tecnocráticas? </span></font></font></p>
<p align="left" class="western"><font face="Times, serif"><font size="3">Os dispositivos técnicos não compõem um exoesqueleto nem são introduzidos na espessura da carne. A performance se dá na superfície da pele. A voz está retida pelas portas de conexão cujos cabos envolvem o pescoço e instalam constrições de movimento. O dispositivo que conecta é o mesmo que depõe acerca da insuficiência no uso das redes de comunicação. O mouse se interpõe à vulva. Como na minoutaire de Dali, o corpo <i>trans </i><span style="font-style:normal;">figura-se ao desfazer os contornos nítidos entre feminino e masculino, entre humano, animal e máquina. Pensa a metasubcibertrans em cyborgs e ratos destinados a finalidades médicas? </span></font></font></p>
<p align="left" class="western"><font face="Times, serif"><font size="3">Atada por fios e cabos, a performer não se interliga a outro dispositivo – a sustentação dos aparatos está no corpo. Nos cabos que saem das portas analógicas não correm feixes de informação. Performance e política se entrelaçam num corpo que se situa às margens dos fluxos tecnológicos de comunicação. Sonha a metacibersubtrans com feixes de informações binárias percorrendo os cabos que a atam? Tem-se um corpo <i>open source, </i><span style="font-style:normal;">aberto, instável.</span></font></font></p>
<p align="left" class="western"><font face="Times, serif"><font size="3">A criatura não agoniza, sorri fixamente – linha horizontal estirada na face. Em uma das imagens do trabalho, por meio da mão em riste que segura um punhal, é instalada uma figuração ritual. A <span style="font-style:normal;">junção imperfeita entre corpo e aparatos, característica da metasubcibertrans, delineará um gesto fágico e, posteriormente, a autonomização dos aparatos em relação à ordem corpórea.</span></font></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se não é discriminação, é o quê?]]></title>
<link>http://gayeok.wordpress.com/2008/01/09/se-nao-e-discriminacao-e-o-que/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 21:48:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>gayeok</dc:creator>
<guid>http://gayeok.wordpress.com/2008/01/09/se-nao-e-discriminacao-e-o-que/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Não é por discriminação. Simplesmente entendo que esta criança tem direito a ter uma fam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>"Não é por discriminação. Simplesmente entendo que esta criança tem direito a ter uma família convencional, com uma mãe mulher e um pai homem. Não vejo porque colocá-la sob a guarda e adoção desse senhor transexual. "</em><br />
<strong>Cláudio Santos de Moraes, promotor de São José do Rio Preto, que tirou de Roberta Góes Luiz, transgênero, a guarda de seu filho adotivo</strong></p>
<p>Segundo o dicionário Houaiss, por <strong>discriminação</strong> entende-se:</p>
<blockquote><p><strong>4 </strong>Rubrica: termo jurídico.<br />
<em>ato que quebra o princípio de igualdade, como distinção, exclusão, restrição ou preferências, motivado por raça, cor, sexo, idade, trabalho, credo religioso ou convicções políticas <br />
</em> </p></blockquote>
<p>Seria bom o senhor promotor rever os seus conceitos - e os seus <strong>preconceitos</strong> também. </p>
<p>Para saber mais, veja a matéria do <a target="_blank" href="http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/01/09/promotor_que_pediu_separacao_de_bebe_de_transexual_diz_que_casal_gay_anormal_-327934459.asp">Globo Online</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transexual Chilena asesinado]]></title>
<link>http://vreer.wordpress.com/2007/12/31/transexual-chilena-asesinado/</link>
<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 15:50:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>vreer</dc:creator>
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MOVILH DENUNCIA Y REPUDIA ASESINATO DE TRANSEXUAL EN MANOS DE UNA TURBA DE NUEVE SUJETOS

Suman tre]]></description>
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<h3>MOVILH DENUNCIA Y REPUDIA ASESINATO DE TRANSEXUAL EN MANOS DE UNA TURBA DE NUEVE SUJETOS</h3>
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<strong>Suman tres los asesinatos de transexuales sólo en el 2007. El Movilh llamó a aprobar la ley contra la discriminación en breve y acusó a las autoridades de insensibilidad frente a los atropellos padecidos por la la población transexual.</strong></p>
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El Movimiento de Integración y Liberación Homosexual (Movilh) denunció y repudió hoy un brutal asesinato que anoche quitó la vida a una persona transexual, tras ser atacada por una turba de nueve hombres, presuntamente neonazis.</p>
<p>Se trata de Gabriela Alejandra Albornoz Jiménez (27), quien en momentos cuando ejercía el comercio sexual junto a un grupo de amigas, fue atacada en Avenida Eyzaguirre con Brasil, comuna de Puente Alto, donde recibió una mortal estocada en el tórax, ingresando muerta al Hospital Sótero del Río.
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El caso quedó en manos del fiscal Guillermo Adasme, y del subcomisario de la Brigada de Homicidios de Investigaciones, Francisco Sepúlveda, quienes coincidieron en indicar que dado los primeros antecedentes, los responsables del atropello serían neonazis.
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<p>"Los sujetos gritaron consignas hitlerianas, como 'viva Hitler', 'saquen las pistolas', 'saquen las granadas'", informó Adasme, luego que la madre y amigas de la víctima, Carmen Jiménez, Alexandra y Camilla, en forma respectiva, hicieran un fuerte llamado para sancionar a los responsables. </p>
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Sobre la materia, el Movilh señaló que "es tiempo ya de que las autoridades de los poderes Ejecutivo y Legislativo se pronuncien contra este tipo de brutales atropellos e implementen medidas concretas para combatir el accionar de estos grupos, pues constituyen un claro peligro para todos los sectores sociales, y en especial para los más vulnerables, como la población transexual". </p>
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El organismo recordó que con el asesinato de Gabriela ya suman tres los homicidios perpetrados este año contra la población transexual. El primero afectó en Valparaíso a Moria Donaire González (30), y el segundo en Santiago a Graciela Carrasco Berríos (54), quien participó en cursos de reconversión laboral del Movilh. </p>
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"La población transexual padece cada día de su vida la discriminación, y por falta de oportunidades laborales y educacionales, debe desenvolverse en ambientes hostiles y peligrosos, como es el comercio sexual. La insensibilidad de las autoridades frente a este tema, ya es inmoral, pues ningún sector social merece ser tratado con indiferencia frente a la violación de un derecho humano tan básico como es la vida", añadió la activista transexual del Movilh, Karin Avaria.
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A juicio de la activista, resulta urgente la implementación de planes sociales integrales de atención a la población transexual, que deriven en oportunidades ciertas para mejorar su calidad de vida.
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Añadió que el asesinato de Gabriela "pone una vez más el acento en la necesidad de aprobar en breve el Proyecto de Ley que Establece Medidas contra la Discriminación, por el cual venimos luchando hace 10 años.
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<p>"No es posible que por temas de "oportunidad política", el gobierno y el Parlamento sigan postergando la aprobación de la única herramienta legal que posibilitará que los crímenes de odio al menos no queden impunes.¡Basta ya!", puntualizó.</p>
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<title><![CDATA[Trans en España]]></title>
<link>http://vreer.wordpress.com/2007/10/25/trans-en-espana/</link>
<pubDate>Thu, 25 Oct 2007 15:41:11 +0000</pubDate>
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Hace unos días que fué en Madrid. Hice un viajito con colegas de mi empresa (XS4ALL Internet) y e]]></description>
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Hace unos días que fué en Madrid. Hice un viajito con colegas de mi empresa (XS4ALL Internet) y estuve ahí unos cuatro días. Como estoy una persona curiosa, hube chequeado si pasó algo trans en la ciudad cuando estuve ahí. Pues sí. Leí en el sitio de <a href="http://madrid.indymedia.org">Indymedia Madrid</a> que había un a reunión en Traficantes de Sueños (¡que nombre!). Atendí a la reunión y estoy poco decepcionado. El tema sería "L@s trans ilegales en España." Aunque actalmente el tema era L@s trans en España y en le resto del mundo. Es otra cosa.<br />
No me acordé con la presentatora. Ella hablaba de l@s transgener@s como especie lamentable: gente (H2M) que mas o menos quiere modificar su cuerpo; la modificación del género sería menos importante. La hé contado que no estoy de acuerdo con su interpretación.
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Parece que - contrario a las peliculas y historias - solo la gente sin permiso de residencia tienen que prostituirse sin teniendo otras medidas de sobrevivencia. Hay un seguro publico(?) en España que funciona y que cobra todos los gastos medicos de la transición. Aunque hasta ahora solo hay dos clinicas especializadas en el estado: una en Madrid y una en Andalucía (Sevilla).
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Hay un librito que vio a la luz hace dos años sobre la situación de l@s trans. No es malo. Se trata (e.o.) sobre la iglesia, la prensa, la sanidada publica, l@s gays, la sociedad... Se llama "Los expulsados del Paraiso", de Javier Montilla Valerio (ISBN (979)84-964497-03-8). "Lo que nos une a los gays y las lesbianas es que nos une a cada grupo discriminada: la discriminación." Me parece un librito buno como intorducción en la causa trans. Si no sabes mucho (o ya nada) de estó: ¡léalo!</p>
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<title><![CDATA[Escolhas]]></title>
<link>http://gayeok.wordpress.com/2007/09/29/escolhas/</link>
<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 19:18:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>gayeok</dc:creator>
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Assisti a &#8220;XXY&#8221; ontem, filme da Mostra Gay do Festival do Rio 2007, sobre o qual eu já]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" width="1" src="http://gayeok.wordpress.com/files/2007/09/xxy2.jpg" alt="Alex (Inés Efron) em “XXY”" height="1" /><img src="http://gayeok.wordpress.com/files/2007/09/xxy2.jpg" alt="Foto de uma cena de “XXY”, filme de Luc�a Puenzo exibido no Festival do Rio de 2007" /></p>
<p>Assisti a "XXY" ontem, filme da Mostra Gay do Festival do Rio 2007, sobre o qual eu já havia comentado neste blog semana passada. Apontei-o como grande promessa desta mostra, mas volto a escrever sobre o assunto hoje para acrescentar que, além disso, foi o melhor filme que vi no Festival até agora.</p>
<p>Para refrescar a memória: "XXY" conta a história de Alex, uma adolescente hermafrodita de 15 anos. Alex mora com seus pais em um vilarejo no Uruguai, para onde eles, argentinos de Buenos Aires, resolveram se mudar após saber da "condição" de sua filha. A diretora Lucía Puenzo conduz de maneira muito sensível e bonita o drama desta família, e a atriz Inés Efron transborda talento ao dar vida a Alex.</p>
<p>O tema central de "XXY" é a escolha. O pai de Alex (Ricardo Darín, sempre brilhante) decide, no momento do nascimento da menina, que ela será soberana em suas decisões. Por isso, prefere não submetê-la a qualquer tipo de cirurgia. Criada como menina, ao chegar aos 15 anos ela começa a sabotar o tratamento a que se submete - hormônios, corticóides, homeopatia. Confusa entre dois gêneros e entre identidades e orientações sexuais, questiona a real necessidade de ter de optar. E se não quiser escolher nada? E se quiser apenas ser o que é?</p>
<p>Para quem não assistiu, vale procurar na Internet ou torcer para que estréie em circuito. É desses filmes que dá vontade de rever, de ter em DVD, e que te deixa pensando por muito tempo no dia seguinte. Parabéns à Lucía Puenzo; o prêmio em Cannes foi muitíssimo merecido. E que não tarde para vermos Inés Efron novamente nas grandes telas.</p>
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