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	<title>vihsida &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "vihsida"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 05:42:51 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[ZIMBABWE: Novo governo dá esperança a seropositivos]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1182</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 08:07:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/10/zimbabwe-novo-governo-da-esperanca-a-seropositivos/</guid>
<description><![CDATA[HARARE, 9 Outubro 2008 (PlusNews) - Activistas esperam que o novo governo do Zimbábue cumpra suas p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="reportbody" style="text-align:justify;"><span>HARARE, 9 Outubro 2008 (PlusNews) - Activistas esperam que o novo governo do Zimbábue cumpra suas promessas de melhorar com urgência o acesso a serviços e tratamento do HIV/SIDA em hospitais públicos.</p>
<p>Os três partidos políticos do país – ZANU-PF e as duas facções do partido majoritário, o Movimento para a Mudança Democrática (MDC, em inglês) – assinaram um acordo de partilha do poder em 15 de Setembro, pondo um fim a um dos piores períodos da violência política inter-partidária desde a independência do país em 1980.</p>
<p>Apesar do cepticismo quanto ao fato de que os três partidos possam trabalhar juntos, o acordo trouxe esperança para o cidadão comum, principalmente as pessoas que vivem com o HIV, que têm lutado para sair-se bem num contexto económico e político difícil.</p>
<p>Estima-se que, das 320 mil pessoas que necessitam de tratamento antiretroviral (ARV), apenas 100 mil tenham acesso aos medicamentos nos centros de saúde públicos. Além desta lacuna no tratamento, os hospitais do governo estão a batalhar para fornecer seus serviços apesar da escassez de medicamentos, equipas médicas e capital estrangeiro.</p>
<p>O ministro do bem-estar social do Zimbábue proibiu as actividades de todas as organizações não-governamentais (ONG) durante a preparação do segundo turno das eleições presidenciais, piorando ainda mais a lacuna de serviços do sector público de saúde. Estavam incluídas na proibição cerca de 400 ONGs que fornecem serviços a seropositivos, tais como cuidados domiciliares, cuidados de órfãos e tratamento ARV.</p>
<p>Apesar da proibição ter sido suspendida após protestos dos activistas dos direitos humanos a nível internacional, somente as organizações que dirigem programas de tratamento ARV foram autorizadas a retomar suas actividades. As pessoas que se beneficiavam de outros serviços de apoio, inclusive órfãos e crianças vulneráveis, foram obrigadas a cuidar de si mesmas.</p>
<p>As ONGs afectadas pela proibição esperam agora receber autorização para continuar seu trabalho sem interferências injustificadas e restrições governamentais.</p>
<p><strong>Altas expectativas para o governo </strong></p>
<p>Bernard Nyathi, presidente do Sindicato de Activistas do HIV/Sida do Zimbábue, que é seropositivo, disse que com a nova administração, o parlamento poderia deixar de ser o “carimbo” que foi durante os últimos 28 anos de domínio do ZANU-PF.</p>
<table style="border:1px solid #800000;width:165px;background-color:#e5ccbf;margin:2px 8px 8px;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td style="color:#800000;font-family:tahoma;" align="left" bgcolor="#e5ccbf"><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotopenPN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="left" /><strong>O bem-estar dos zimbabueanos seropositivos tem sido ignorado por muito tempo.</strong><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotclosePN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="absmiddle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></span></span></p>
<p>“Com formatos legais adequados, os membros do parlamento... poderiam ajudar a melhorar as vidas dos seropositivos. Não temos nenhuma dúvida quanto a isto e somos muito optimistas”, disse Nyathi. “O bem-estar dos zimbabueanos seropositivos tem sido ignorado por muito tempo.”</p>
<p>Benjamin Mazhindu, presidente da Rede Nacional de Pessoas vivendo com o HIV/SIDA no Zimbábue, compartilha o optimismo de Nyathi. “Nos anos anteriores, as verbas atribuídas a ministérios importantes como o da saúde e o do bem-estar social foram insuficientes, enquanto outros como o da defesa foram considerados como prioritários”, disse ele.</p>
<p>“Num governo multipartidário, a decisão da alocação de verbas não será a decisão de um só partido majoritário, como era antes. Nossa esperança, como pessoas vivendo com o HIV/SIDA, é de que as propostas de orçamento serão de agora em diante debatidas no parlamento.”</p>
<p>Mazhindu acrescentou que assim que o novo gabinete for empossado, o ZNNP+ mobilizaria seus membros para começar a fazer pressão para uma acção urgente para o acesso ao tratamento, e para o aumento da verba atribuída ao sector da saúde.</p>
<p>Um outro desafio para o novo governo será melhorar as relações com os doadores, para garantir mais fundos estrangeiros destinados à resposta ao HIV/SIDA. Devido à crise política, muitos doadores acabaram por deixar o Zimbábue de lado, provocando um grande déficit para os programas HIV/SIDA.</p>
<p>Mas levará tempo para que o novo governo faça mudanças importantes, e nesse meio tempo, as vidas do 1,7 milhão de pessoas vivendo com o HIV/SIDA no Zimbábue, continuará a ser uma luta.</p>
<p>Com a taxa de inflação a 11,2 milhões por cento, os seropositivos que recebem tratamento estão a ter cada vez mais dificuldade para conseguir comprar comida, essencial para o sucesso do tratamento. Aqueles ainda na lista de espera para começar o tratamento, ter uma alimentação correcta também é essencial para retardar a progressão da doença.</p>
<p>(PlusNews - 10.10.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Ganhadores do Nobel de Medicina elogiam programa antiaids do Brasil ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1179</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 21:35:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/08/ganhadores-do-nobel-de-medicina-elogiam-programa-antiaids-do-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Os médicos franceses vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2008, em reconhecimento à descober]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Os médicos franceses vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2008, em reconhecimento à descoberta do vírus HIV nos anos 1980, elogiaram nesta quarta-feira (8), em Paris, a política de atendimento universal e gratuito de pacientes infectados, o uso de medicamentos genéricos e a luta por drogas mais baratas no Brasil. Para Luc Montagnier, entretanto, o país precisa evoluir na atenção às pessoas que portam o vírus, mas que desconhecem o contágio, não são tratadas e continuam a disseminar a doença.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Montagnier e Françoise Barré-Sinoussi foram informados na segunda-feira (6) de que haviam recebido o Nobel de Medicina, concedido pelo Instituto Karolinska, de Estocolmo, na Suécia. Apenas hoje (8), porém, retornaram a Paris, onde foram homenageados no Instituto Pasteur e na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), antes de serem recebidos pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy. Os dois estavam em compromissos no Camboja (Ásia) e na Costa do Marfim (África), quando receberam a notícia de que dividiriam a edição de 2008 da honraria com o médico e pesquisador alemão Harald zur Hausen, descobridor do papilomavírus humano - causador do câncer de colo de útero.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Em entrevista na sede da Unesco, hoje (8) à tarde, Françoise e Montagnier defenderam esforços governamentais - mesmo em meio à crise financeira - para que a meta de universalização do atendimento a pacientes portadores do HIV seja alcançada até 2010. Questionados pela reportagem sobre a eficiência do Programa DST/Aids do Ministério da Saúde do Brasil, os cientistas elogiaram a política. "A comunidade internacional felicita com razão o tratamento universal aos pacientes com o vírus no Brasil", disse Françoise. "Temos também de louvar a briga pela utilização de medicamentos genéricos, mais baratos. É verdade que o Brasil se mostra um exemplo."</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Em setembro, o Ministério da Saúde voltou a evocar regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) para derrubar as patentes do laboratório norte-americano Merk. Com a medida, o país poderá produzir genéricos do Efavirenz, um dos 17 remédios do coquetel antiaids previstos no protocolo médico nacional de aids.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Em tom mais crítico, Montagnier pediu a palavra a fez uma ressalva ao programa, que trata 200 mil pacientes no país. "O Estado brasileiro decidiu tratar há muito tempo todos os seus pacientes contaminados pelo HIV. Mas o problema é que o que são declaradamente portadores são tratados. Os que não são declarados, ficam fora de circuito, em especial índios da Amazônia, que não têm acesso aos medicamentos."</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Françoise se disse emocionada pelo reconhecimento ao trabalho de uma equipe multidisciplinar formada no Instituto Pasteur no início da década de 1980. "Tenho certeza que Montagnier compartilha da emoção que toma todas as equipes multidisciplinares que se mobilizaram rapidamente para investigar o que se passava no início dos anos 80", disse a primeira mulher a receber o Nobel de Medicina na história. "Penso também nos doentes que se propuseram à época a nos ajudar a encontrar o caminho da pesquisa. Eles não estão mais conosco, porque não puderam usufruir dos avanços representados pelos anti-retrovirais."</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Montagnier também lembrou as adversidades que o grupo de pesquisadores enfrentava à época da descoberta do HIV. "Desde os anos 60, houve um grande trabalho universal sobre os retrovírus em animais que nos permitiu alcançar nossos objetivos nos anos 80", lembrou, projetando: "O trabalho deve continuar. É preciso pensar nos que hoje estão mortos, mas também nos que estão vivos e sofrem. Meu trabalho não está terminado."</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">A equipe liderada por Montagnier trabalha no desenvolvimento de uma vacina contra a progressão do HIV no organismo contaminado. "Esta doença criou condições para um grande avanço científico que nos encoraja a continuar as pesquisas", ressaltou. O francês também elogiou cientistas que contribuíram para a descoberta, como o norte-americana Robert Gallo, diretor do Instituto de Virulogia Humana da Universidade de Maryland, que também reivindicava a descoberta nos anos 1980. </span></span></span></p>
<p>(JC ONLINE - 08.10.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais de 7 mil testes de aids foram realizados no Paraná]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1177</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 20:50:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/08/mais-de-7-mil-testes-de-aids-foram-realizados-no-parana/</guid>
<description><![CDATA[A Secretaria da Saúde realizou cinco mil testes para identificar a presença do vírus HIV durante ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria da Saúde realizou cinco mil testes para identificar a presença do vírus HIV durante a segunda semana da campanha “Fique Sabendo”, que incentiva a população a fazer o teste para diagnosticar a aids. Somados aos 2.670 testes da primeira semana, eles levam o Paraná a superar a marca de 7 mil procedimentos em duas semanas.</p>
<p>Os resultados da segunda semana, ainda preliminares, identificaram 22 casos positivos de contaminação pelo HIV. Na primeira semana, os testes mostraram que 17 amostras continham o vírus. A Saúde estima que 20 mil pessoas têm aids e não sabem no Paraná. A campanha “Fique Sabendo”, uma das estratégias para reduzir esse número, segue até 15 de outubro em todos os municípios do Estado.</p>
<p>O coordenador do Programa DST/Aids do Paraná, Francisco Carlos dos Santos, explica que a ação, iniciada há 20 dias, é uma oportunidade para o diagnóstico precoce da doença. “É preciso que as pessoas enfrentem o medo e realizem o teste. Quanto mais cedo for diagnosticado, melhor será a qualidade de vida do portador do vírus graças ao tratamento adequado”, enfatiza.</p>
<p>Apesar da maioria das contaminações ocorrerem entre 13 e 19 anos, a maior procura pelos testes continua ocorrendo na faixa etária dos 20 a 39 anos, especialmente entre mulheres. É também nessa faixa que está a maioria dos testes com resultado positivo.</p>
<p>“Os adolescentes ainda têm pouca consciência dos riscos da doença, e por isso a maioria não procura o teste. Os adultos jovens, mais maduros, decidem fazer o teste após um comportamento de risco, como manter relação sexual sem preservativo”, explica Francisco.</p>
<p>O teste tem três etapas. Na primeira, profissionais de saúde explicam o que é a aids, como acontece o contágio e quais os tratamentos. Ao receber o resultado, o paciente recebe orientações finais, conforme seu caso.</p>
<p>A maioria dos testes realizados pela campanha (4.079) foram rápidos, com resultados em até 40 minutos para ficarem prontos. Os demais foram convencionais, que ficam prontos em até 10 dias. Quem deseja participar da campanha deve procurar a unidade mais próxima no endereço www.saude.pr.gov.br ou procurar uma unidade básica de saúde para saber onde fazer o teste.</p>
<p>Qualquer pessoa que tenha sido exposta a situação de risco —compartilhamento de agulhas e seringas contaminadas ou relações sexuais sem o uso de preservativo — deve fazer o teste.</p>
<p>A DOENÇA — Aids é a sigla em inglês para Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. O primeiro caso confirmado da doença no Brasil foi registrado em 1980 — em 1984, a doença chegou ao Paraná. A aids se manifesta após a infecção do organismo pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). O vírus destrói os linfócitos — células que fazem a defesa de organismo. Com isso, a pessoa infectada fica vulnerável a doenças oportunistas.</p>
<p>Uma pessoa pode passar até 10 anos após ser infectada pelo HIV sem manifestar sintomas, o que facilita a transmissão involuntária da doença. A principal forma de prevenção é evitar situações de risco, como manter relação sexual sem o uso do preservativo e compartilhar agulhas e seringas.</p>
<p>(BemParaná - 08.10.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EEUU bloquea programas de anticoncepción en África]]></title>
<link>http://concienciafeminista.wordpress.com/?p=579</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 19:32:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>feminista</dc:creator>
<guid>http://concienciafeminista.es.wordpress.com/2008/10/08/eeuu-bloquea-programas-de-anticoncepcion-en-africa/</guid>
<description><![CDATA[10:24 AM Londres.- La Agencia de Desarrollo Internacional    de Estados Unidos (USAID) impide la apl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>10:24 AM</strong> <strong>Londres</strong>.- La Agencia de Desarrollo Internacional    de Estados Unidos (USAID) impide la aplicación de programas    de anticoncepción en algunos países de África,    denunció hoy la organización de salud sexual Marie    Stopes International (MSI).</p>
<p style="text-align:justify;">MSI, que tiene sede en Londres y opera en más de cuarenta    países en todo el mundo, afirmó hoy que USAID presiona    a diversos gobiernos africanos para que dejen de suministrar    a esa organización material anticonceptivo sufragado    por el Gobierno de Washington, reseñó Efe.</p>
<p style="text-align:justify;">En un comunicado divulgado en Londres, el director de MSI,    Dana Hovig, subrayó que la medida "perturbará gravemente"    sus programas de planificación familiar en, al menos,    seis países africanos (Gana, Malawi, Sierra Leona, Tanzania,    Uganda y Zimbabue).</p>
<p style="text-align:justify;">Los programas de MSI en el continente se abastecen, en gran    parte, de productos anticonceptivos suministrados por gobiernos    africanos pero financiados por el Ejecutivo norteamericano.</p>
<p style="text-align:justify;">Según Marie Stopes International, la Administración    norteamericana ha adoptado la medida porque esa entidad trabaja    con el Gobierno chino, al que el Departamento de Estado de    EEUU acusa de practicar "abortos coercitivos y esterilizaciones    involuntarias".</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, Hovig negó hoy que MSI apoye "los abortos    coercitivos o la esterilización involuntaria en China    o cualquier otro sitio", al tiempo que tildó la decisión    de Estados Unidos de "puramente política y peligrosa    para la vida de las mujeres".</p>
<p style="text-align:justify;">"Las mujeres en esos países (africanos) no tendrán    más alternativas que el aborto, la mayoría de los    cuales serán inseguros y probablemente resultarán    en su muerte o invalidez", insistió el director.</p>
<p style="text-align:justify;">USAID -apunta el comunicado- basa su decisión en una    ley llamada "Enmienda Kemp-Kasten", que prohíbe la ayuda    estadounidense a cualquier organización que "apoye o    participe en la gestión de un programa de aborto coercitivo    o esterilización involuntaria".</p>
<p style="text-align:justify;">De acuerdo con MSI, los diferentes gobiernos republicanos    que han dirigido EEUU desde los años ochenta han utilizado    esa ley para denegar financiación al Fondo de Naciones    Unidas para la Población (UNFPA) por su colaboración    con el Gobierno chino.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.eluniversal.com/2008/10/01/ten_ava_eeuu-bloquea-program_01A2033523.shtml" target="_self">ENLACE A LA FUENTE</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irã: Dois importantes médicos ativistas contra a AIDS continuam na prisão]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1173</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 17:17:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/08/ira-dois-importantes-medicos-ativistas-contra-a-aids-continuam-na-prisao/</guid>
<description><![CDATA[O Global Voices reportou [En] em agosto que os doutores Arash e Kamyar Alaei, dois especialistas em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Global Voices <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/08/04/iran-international-campaign-to-support-jailed-physicians/">reportou</a> [En] em agosto que os doutores Arash e Kamyar Alaei, dois especialistas em HIV/Aids internacionalmente renomados, foram presos em Teerã no mês de junho.</p>
<p>Infelizmente eles continuam na prisão até hoje, e não tiveram nenhuma representação legal. Os irmãos Alaei são acusados de planejar a derrubada do governo iraniano.</p>
<p>A organização Médicos pelos Direitos Humanos (Physicians for Human Rights, PHR) organizou um protesto em apoio à libertação dos irmãos enquanto <a href="http://globalvoicesonline.org/2008/09/30/iran-mr-ahmadinejad-in-new-york/">Mahmoud Ahmadinejad participava de uma Reunião Geral das Nações Unidas</a> [En], na semana passada em Nova Iorque.</p>
<p><em>Susannah Sirkin</em>, vice-diretora de políticas internacionais e advocacia da PHR, <a href="http://www.iranfreethedocs.org/">disse</a> [En] durante o encontro:</p>
<blockquote><p>Today, our colleagues, Drs. Kamiar and Arash Alaei, are sitting in a prison cell in Tehran. These young physicians have helped organize clinics for injecting drug users and sex workers, and have developed, supported and promoted an enlightened public health approach to the prevention and treatment of HIV/AIDS within these most vulnerable and stigmatized groups in their home province of Kermanshah. They advised the Iranian Ministry of Health, helped secure funds for the government’s HIV/AIDS programs, trained health workers in Iran, and neighboring countries — areas with the highest rates of injecting drug addicts in the world.</p></blockquote>
<div class="translation">“Hoje, nossos colegas Drs. Kamiar e Arash Alaei estão sentados em uma cela de prisão em Teerã. Estes jovens médicos ajudaram a organizar clínicas para usuários de drogas injetáveis e trabalhadoras do sexo, e desenvolveram, apoiaram e promoveram uma iluminada proposta de saúde pública para a prevenção e tratamento do HIV/AIDS dentro dos grupos mais vulneráveis e estigmatizados de sua província, Kermanshah. Eles prestaram assessoria para o Ministério da Saúde iraniano, ajudaram a levantar fundos para os programas governamentais de combate ao HIV/AIDS, treinaram profissionais de saúde no Irã e países vizinhos — áreas com as mais altas taxas de viciados em drogas injetáveis em todo o mundo.”</div>
<p>O blogueiro iraniano <em>Ahvaz</em> <a href="http://www.iranian.com/main/blog/ahvazi/why-are-dr-kamyar-and-arash-alai-jail">diz</a> [Fa]: “Estes dois irmãos estiveram na vanguarda da conscientização a respeito da AIDS no Irã e na região.”, e o blogueiro completa, “Por favor assistam este vídeo do Dr. Kamyar Alaei para ter uma idéia sobre o que eles fizeram pelo Irã”. Neste vídeo, Kamyar explica o que o motivou a lutar contra a AIDS.</p>
<p><em>An Iranian in Exile</em> <a href="http://avareh.wordpress.com/">escreveu</a> [Fa] que os dois irmãos não representam perigo algum ao governo iraniano, e que eles colaboraram tanto com o governo religioso quanto com o governo político.</p>
<p><em>Trout</em>, um amigo americano dos Alaies, <a href="http://www.digiactive.org/2008/07/29/campaign-facebook-used-to-help-free-jailed-physicians/">criou</a> [En] um grupo de apoio aos irmãos no <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=20650248385">Facebook</a> [En], e mais de 600 pessoas já se tornaram membros do grupo.</p>
<p>(Global Voices - 08.10.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nações Unidas reiteram apoio ao Governo no combate à Sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1169</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 16:13:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/08/nacoes-unidas-reiteram-apoio-ao-governo-no-combate-a-sida/</guid>
<description><![CDATA[O representante da ONU/Sida em Angola, Tamsir Sall, afirmou, em Luanda, ser necessário reforçar a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="texto">O representante da ONU/Sida em Angola, Tamsir Sall, afirmou, em Luanda, ser necessário reforçar a prevenção contra a doença e facilitar aos portadores do VIH o acesso a anti-retrovirais de qualidade.<br />
Tamsir Sall, que falava, segunda-feira, no acto de apresentação da primeira produção cinematográfica angolana sobre a Sida, disse que o filme é produto dos esforços conjuntos contra os riscos que o VIH representa para todo o mundo.<br />
Na ocasião, o representante da ONU/Sida reiterou o apoio das Nações Unidas ao Governo angolano no combate à pandemia.<br />
“ Precisamos continuar a redobrar os esforços para o alcance das recomendações saídas, recentemente, da Conferência Internacional sobre o VIH/Sida, realizada no México” realçou.<br />
Tamsir Sall afirmou que é preciso continuar a trabalhar rapidamente para que o Governo angolano esteja em condições de garantir o cumprimento dos onze compromissos para com a criança, assumidos em Junho de 2007.<br />
Por sua vez, o antigo jogador da selecção nacional de futebol, Fabrice Alcebiade Maieco “Akwá”, que se encontra na lista de deputados pelo MPLA, considerou importante a produção do referido filme, tendo sublinhado que iniciativas do género devem continuar para que a sociedade tome consciência do quão sério é o problema.<br />
O antigo jogador disse haver ainda muito trabalho por se fazer em prol das pessoas seropositivas em Angola. Para tal, segundo ele, é preciso continuar a informar e formar a população sobre os perigos da doença para que se evite que mais pessoas sejam infectadas.<br />
O filme “Coração mais forte: Diário de uma repórter” tem como objectivo, segundo o realizador Richard Pakleppa, mudar o comportamento das pessoas em relação aos seropositivos.<br />
“A activista de direitos humanos Maria Henda leva-nos a uma viagem para mostrar como se vive com VIH em Angola. Ela pretende entender por que a doença está rodeada de tanto preconceito, discriminação, medo e vergonha”.<br />
Através da descrição de histórias, a repórter conta no filme as dificuldades, desafios e luta pela sobrevivência, enfrentadas por pessoas portadoras do vírus da Sida.<br />
“Os seus pensamentos convidam-nos a examinar como nos sentimos em relação aos temas levantados pelo filme”, disse Richard Pakleppa.<br />
O filme constitui um valioso instrumento de formação sobre o VIH/Sida, que deverá ser usado pelos activistas a nível das comunidades, empresas, escolas, hospitais e grupos juvenis.<br />
Enfim, segundo o realizador, constitui um meio indispensável para a educação e formação sobre a doença, até hoje sem cura.</p>
<p class="texto">(HELMA REIS/Jornal de Angola - 08.10.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ANGOLA: Governo promete fornecer melhores serviços de saúde]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1164</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 12:03:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/08/angola-governo-promete-fornecer-melhores-servicos-de-saude/</guid>
<description><![CDATA[JOHANNESBURG, 7 Outubro 2008 (PlusNews) - O novo governo de Angola está a prometer melhores instala]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="reportbody" style="text-align:justify;"><span>JOHANNESBURG, 7 Outubro 2008 (PlusNews) - O novo governo de Angola está a prometer melhores instalações de saúde nos níveis primário e secundário de atendimento, assim como reduzir a prevalência de HIV/SIDA ao longo dos próximos quatro anos.</p>
<p>A nação, rica em petróleo e diamante, passou por eleições no início do mês passado e manteve no governo o partido MPLA com mais de quatro quintos dos votos, o que representa 191 ocupantes num poder legislativo de 220 membros. UNITA, o maior partido de oposição, conseguiu angariar apenas 10 por cento dos votos, o que deu ao antigo movimento rebelde apenas 16 assentos.</p>
<p>Fernando Dias dos Santos, antigo primeiro-ministro e agora indicado para Presidente da Assembleia Nacional, afirmou na tomada de posse do parlamento, na capital Luanda, em 30 de Setembro, que “Angola está a virar uma página importante da sua história ao começar um novo ciclo de vida melhor para todos”.</p>
<p>As eleições legislativas foram as primeiras desde 1992, e seis anos após o fundador e líder da UNITA, Jonas Savimbi, ter sido assassinado durante um conflito, dando fim à longa guerra civil no país. Eleições presidenciais estão programadas para 2009, embora não esteja claro se o Presidente José Eduardo dos Santos, no poder há 30 anos, contestará as urnas.</p>
<p>Segundo a assessoria de imprensa do Estado, a vice-ministra da saúde Evelise Fresta informou ao parlamento que o governo pretende “reforçar os programas de vacinação e prevenção de doenças, melhorar o tratamento e expandir a reabilitação e assistência social aos pacientes”.</p>
<p>“Essas medidas têm por objectivo combater o HIV/SIDA, reduzir a prevalência em três por cento, tratar 70 por cento dos casos de tuberculose e curar 85 por cento dos enfermos”, afirmou a assessoria de imprensa.</p>
<p>Fresta declarou que o governo pretende alcançar uma proporção de três médicos para cada 10 mil pessoas; actualmente há um médico para cada 10 mil habitantes.</p>
<p>Cerca de 2,1 por cento dos 15 milhões de habitantes de Angola estão infectados pelo HIV segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/SIDA, um número considerado baixo para a região. Atribui-se isso aos anos de conflito em que “a disseminação relativamente lenta de HIV pode ter resultado da falta de mobilidade durante a guerra”.</p>
<p><strong>Lucros do petróleo </strong></p>
<p>Em Setembro, Angola foi amplamente reconhecida como maior país produtor de petróleo da África, ultrapassando a Nigéria, cuja produção caiu como consequência da insurreição de movimentos rebeldes nas áreas produtoras de petróleo, principalmente do Movimento para a Emancipação do Delta do Níger (MEND, na sigla em inglês).</p>
<p>Entretanto, os resultados da produção de petróleo em Angola, estimada em 1,9 milhão de barris por dia, fizeram pouco para diminuir a pobreza. Aproximadamente 70 por cento da população vive com US$ 2 ou menos por dia, e essa percentagem aumenta para 94 por cento nas áreas rurais. De acordo com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola das Nações Unidas, os serviços de saúde cobrem apenas 30 por cento da população rural. </span></span></p>
<p>(PlusNews - 07.10.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ÁFRICA AUSTRAL: Tratamento em jogo nas universidades]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1158</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 11:54:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/08/africa-austral-tratamento-em-jogo-nas-universidades/</guid>
<description><![CDATA[JOHANNESBURG, 6 Outubro 2008 (PlusNews) - A adaptação à vida de estudante numa universidade pode ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="reportbody" style="text-align:justify;"><span>JOHANNESBURG, 6 Outubro 2008 (PlusNews) - A adaptação à vida de estudante numa universidade pode ser difícil: mudar-se para um alojamento, dividir o quarto com outros colegas, encontrar um equilíbrio entre as exigências da vida acadêmica e as duma vida social. Junte a isto o fato de ter que tomar medicação antiretroviral (ARV) sem que todos saibam que você é seropositivo, e as coisas ficam ainda mais complicadas. Revelar sua condição aos colegas ou aos professores pode ajudar, mas não é a solução de todos os problemas.</p>
<p>A adesão ao tratamento, uma alimentação adequada e o tratamento das infecções oportunistas são problemáticos no ambiente do campus universitário, segundo estudantes seropositivos que reuniram-se em Johannesburg, na África do Sul, durante a recente conferência Futuros Imaginados III (Imagined Futures III, em inglês), organizada pelo Centro de Estudos da SIDA para debater o impacto do HIV nos estudantes universitários na África austral.</p>
<p><strong>Mantendo as aparências </strong></p>
<p>A universidade é um lugar público por excelência, e quando tentas manter o segredo sobre os ARVs – e o teu estado serológico – a adesão pode tornar-se difícil.</p>
<p>“Eu geralmente tomo os ARVs em segredo, mas em Dezembro do ano passado eu tive problemas porque uma das minhas aulas era bem na hora em que eu tinha que tomar meus remédios”, disse Bernard Kampolombo, o primeiro estudante da Universidade da Zâmbia a ter declarado publicamente sua seropositividade.</p>
<p>Os horários das aulas de Kampolombo colocaram-no diante de opções difíceis: tomar os remédios na sala de aula, abandonar o curso ou chegar atrasado. “No final, meu professor simplesmente disse: ´Se chegares cinco minutos atrasado, nem precisas vir´.”</p>
<p>Morar num alojamento de estudantes também pode ser complicado. “Vamos imaginar uma situação em que estás em seu quarto, seus amigos chegam, e está na hora de tomares teus remédios. Se eles sentarem-se lá, não os tomas”, disse ele.</p>
<p>Gift Mangwende, da Universidade do Zimbábue, disse que a pressão que sentiu a guardar o segredo sobre o tratamento e seu estado serológico levou-o a deixar de tomar certas doses e a não tratar certas infecções oportunistas porque tinha muito medo de revelar sua situação aos profissionais de saúde do campus.</p>
<table style="border:1px solid #800000;width:165px;background-color:#e5ccbf;margin:2px 8px 8px;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td style="color:#800000;font-family:tahoma;" align="left" bgcolor="#e5ccbf"><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotopenPN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="left" /><strong>Universidades são microcosmos das sociedades. O que acontece em termos de sexo, comportamentos, acessos a serviços, dinâmicas de poder -tudo isso -está acontecer em nossas universidades.</strong><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotclosePN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="absmiddle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></span></span></p>
<p>Enquanto seu estado de saúde se deteriorava, seu relacionamento com seus colegas de classe também, já que ele pensava que mais amigos significaria mais riscos de que alguém pudesse surpreendê-lo no momento de tomar seus remédios.</p>
<p>Finalmente, disse Mangwende, sua última esperança foi revelar publicamente seu estado serológico, e foi o que ele fez em 2005. Ele e Kampolombo disseram que o fato de ter revelado abertamente sua situação abriu o caminho para que ganhassem o apoio de que precisavam da parte dos reitores, professores e colegas, mas muitos outros estudantes de outros campus da África austral podem estar a passar desapercebidos.</p>
<p><strong>Reflectindo a sociedade </strong></p>
<p>Os ARVs não são distribuídos nas universidades no Zimbábue e a pequena percentagem de testagem entre estudantes significa que aqueles que propõem clínicas de ARV nos campus têm poucos dados estatísticos para justificar a demanda para tais centros, disse Tayson Mudarikiri da Equipa de Acção de Estudantes e Jovens a trabalhar com a Saúde Reprodutiva, organização nacional também conhecida como SAYWHAT Zimbábue.</p>
<p>“Para muitos, ser seropositivo equivale a ir definhando aos poucos e a uma morte dolorosa”, disse Mudarikiri. “Por isso, a seropositividade ainda é causa de estigma.”</p>
<p>Em países de alta seroprevalência como o Zimbábue (cerca de 15 por cento) ou a África do Sul (cerca de 18 por cento), é pouco provável que o HIV não seja um problema entre os estudantes, mas a informação específica sobre o nível da infecção pelo HIV nos campus na África meridional é quase inexistente.</p>
<p>A África do Sul tomou medidas para lidar com o problema. No começo do ano foi lançado um dos maiores estudos sobre a prevalência do HIV já efectuados a nível nacional, que deverá testar 25 mil estudantes e funcionários escolhidos aleatoriamente em mais de 20 instituições de ensino terciário do país.</p>
<p>Johan Maritz, primeiro director do Centro de Estudos da SIDA da Universidade de Pretória, que conta com mais de 50 mil estudantes, disse que cerca de 300 alunos por mês apresentam-se ao centro de aconselhamento e testagem voluntária do campus para serem testados.</p>
<p>Embora no momento ainda não se saiba o número exacto de estudantes que vivem com o HIV, Pierre Brouard, director do centro, comentou: “Universidades são microcosmos das sociedades. O que acontece em termos de sexo, comportamentos, acesso aos serviços, dinâmicas de poder – tudo isto – está a acontecer em nossas universidades.”</p>
<p>(PlusNews - 06.10.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grupo militante do Rio realiza workshop e lança programa de combate à Aids entre jovens]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1134</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:16:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/06/grupo-militante-do-rio-realiza-workshop-e-lanca-programa-de-combate-a-aids-entre-jovens/</guid>
<description><![CDATA[Preocupado com o crescente índice de contágio por HIV entre jovens de 14 a 29 anos, o Grupo Arco-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Preocupado com o crescente índice de contágio por HIV entre jovens de 14 a 29 anos, o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, do Rio de Janeiro, realiza nos próximos dias 15 e 16, no Arcos Rio Palace Hotel, o seminário “Entre Garotos” para discutir ações efetivas que possam diminuir esse número. Durante os dois dias, serão analisadas as campanhas, os materiais educativos e as estratégias voltadas para o combate à Aids entre jovens gays.</p>
<p>O objetivo do encontro é levar a esse grupo informações valiosas com uma linguagem específica, voltada especialmente para o público abaixo dos 30 anos, para que eles possam ter mais subsídios para negociar o uso do preservativo em seus relacionamentos. Segundo dados do Ministério da Saúde, o percentual de casos de HIV entre adolescentes de 13 a 19 anos cresceu de 18%, em 1990, para 40% em 2005.</p>
<p>Para guiar esses estudos, o Arco-Íris vai contar com a ajuda de publicitários e outros especialistas no tema que irão analisar os materiais e campanhas sobre o HIV que circulam atualmente para descobrir a melhor maneira de atingir diretamente homossexuais entre 14 e 29 anos. Será criada ainda uma página na internet com salas de bate-papo que devem funcionar como um canal de comunicação direta entre o grupo e os jovens.</p>
<p>Durante a 13º Parada do Orgulho LGBT do Rio de Janeiro, que será realizada na orla de Copacabana no próximo dia 12, o grupo vai lançar o projeto “Entre Garotos”. O principal objetivo é formar ativistas LGBTs e pessoas capazes de serem multiplicadoras da necessidade em se fazer sexo seguro. O projeto quer construir um novo conceito de vida, com o preservativo sempre presente, também com o objetivo de frear o número de infecções entre gays nessa faixa etária.</p>
<p>Essa iniciativa conta com o do governo holandês, por meio da Fundação Schorer, e vai focar principalmente nos grupos de jovens que freqüentam o bairro da Lapa, no centro, e a Rua Almerinda Freitas, em Madureira, zona norte, onde às quartas-feiras o local se torna a "Quarta gay de Madureira". Quem quiser colaborar ou sugerir, pode enviar um e-mail para <a href="mailto:entregarotos@arco-iris.org.br">entregarotos@arco-iris.org.br</a> ou ligar no (21) 2222-7286.</p>
<p>(Hélio Filho/MixBrasil - 02/10/2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE: Pincéis e murais na resposta ao HIV]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1132</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:12:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/06/sao-tome-e-principe-pinceis-e-murais-na-resposta-ao-hiv/</guid>
<description><![CDATA[SÃO TOMÉ, 3 Outubro 2008 (PlusNews) - Ainda era cedo numa sexta-feira quando a carrinha da organiz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="reportbody" style="text-align:justify;"><span>SÃO TOMÉ, 3 Outubro 2008 (PlusNews) - Ainda era cedo numa sexta-feira quando a carrinha da organização não-governamental Médicos do Mundo (MdM) estacionou no centro da cidade de São Tomé, carregada de activistas e materiais para pintura.</p>
<p>Apesar da hora, a agitação não demorou muito a começar. Num instante, alguns activistas já estavam a postos, junto ao mercado de Côco-Côco, o maior do arquipélago, com três andares, prontos para pintar um mural.</p>
<p>Os murais, pintados em áreas de grande circulação de pessoas, têm se mostrado uma inovação importante nas campanhas de prevenção ao HIV/SIDA no país.</p>
<p>“Às vezes as mensagens na televisão são rápidas e mesmo um painel escrito pode ser difícil de entender”, explicou Manuela Castro, coordenadora da MdM em São Tomé e Príncipe.</p>
<p>Por causa do seu impacto visual e rápida interpretação, os murais foram adicionados ao projecto de comunicação e educação da MdM, que envolve campanhas na comunidade e nas escolas, distribuição de panfletos, publicidade na televisão e na rádio, e aconselhamento e testagem voluntária.</p>
<p>Em seu segundo ano, o projecto tem a duração de cinco anos e conta com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e do Fundo Global de Luta contra a SIDA, Malária e Tuberculose.</p>
<p><strong>Efeito duplo </strong></p>
<p>Os murais também têm um outro efeito: captar a atenção das pessoas enquanto são pintados, dando oportunidade para que os activistas as abordem.</p>
<p>Assim, enquanto os passantes paravam para apreciar o desenho que se formava na entrada do Côco-Côco, os activistas aproveitavam para entregar as brochuras informativas e esclarecer dúvidas.</p>
<p>Para Adilson Vila Nova, 25 anos, trata-se de uma boa iniciativa. Enquanto esperava por um passageiro, o jovem motoqueiro pôde se informar sobre as formas de transmissão do HIV, diferença entre HIV e SIDA, sexo seguro e infecções oportunistas.</p>
<p>“Devemos estar informados sobre esta doença para podermos nos prevenir”, disse.</p>
<p>Mas momentos depois, ele mesmo provou que alguns hábitos são difíceis de mudar.</p>
<table style="border:1px solid #800000;width:165px;background-color:#e5ccbf;margin:2px 8px 8px;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td style="color:#800000;font-family:tahoma;" align="left" bgcolor="#e5ccbf"><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotopenPN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="left" /><strong>Penso que este desenho pretende explicar que podemos ter vários parceiros, mas sempre temos que utilizar o preservativo nas nossas relações sexuais.</strong><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotclosePN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="absmiddle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Mas será que a SIDA existe mesmo? Ninguém resiste a minissaias e calças bermudas”, disse, em tom de brincadeira, enquanto olhava para um grupo de raparigas que ia às compras no mercado Côco-Côco.</p>
<p>Ana Maria, 43 anos e vendedora de fardo [roupas usadas provenientes da Nigéria], aplaudiu a iniciativa no mercado.</p>
<p>“Existem pessoas com pouco conhecimento. Com essa sensibilização as pessoas aprendem mais”, afirmou.</p>
<p>Os mercados Côco-Côco e Mimi 22, onde o último mural foi pintado, ficam no distrito de Água Grande, com 42 mil habitantes e o mais populoso do país.</p>
<p>Os distritos mais periféricos de Caué, Cantagalo, Mé-Zochi, Lobata e Neves, todos em São Tomé, já foram beneficiados com as pinturas.</p>
<p>Cerca de 30 mil pessoas circulam diariamente pela cidade de São Tomé e o objectivo é que a actividade tenha um efeito multiplicador.</p>
<p><strong>Esclarecer dúvidas, diminuir o estigma </strong></p>
<p>A campanha também procura diminuir o estigma associado ao HIV por meio de conversas directas e mais longas com o público.</p>
<p>Aristides Neto, comerciante no Côco-Côco, contou a história de uma colega que vendia comida no mercado.</p>
<p>“Quando descobriram que ela era doente de SIDA as pessoas afastaram-se. Depois ela acabou por abandonar o negócio”, contou. “Ela não parecia estar doente, mas a informação espalhou rapidamente e a pessoa ficou isolada. Isso é muito complicado.”</p>
<p>Essa foi a deixa para que o activista Gomes Vera Cruz, educador de pares da MdM, explicasse que uma pessoa com HIV pode continuar saudável e que a SIDA é a fase mais avançada da infecção.</p>
<p>“A SIDA é uma doença que não tem cura, mas pode-se viver com ela. Podemos trabalhar, estar com a nossa família, ter os nossos amigos. Ter SIDA não é o fim do mundo”, explicou Castro, da MdM.</p>
<table style="width:180px;background-color:#eeeeee;border:1px solid #cccccc #bbbbbb #bbbbbb #cccccc;margin:2px 5px 8px 0;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-top:3px;" align="right"><img style="margin-top:3px;margin-bottom:5px;" src="http://www.irinnews.org/images/2008/200810036.JPG" alt="" /><br />
<span class="ImgCreditCaption" style="padding-right:2px;margin-top:10px;font-size:6.5pt;vertical-align:top;color:#999999;font-family:Tahoma;">Photo: <a href="http://www.plusnews.org/pt" target="_blank">Lourenço Silva/PlusNews</a> <a href="http://www.irinnews.org/PhotoDetail.aspx?ImageId=200810036" target="_blank"><img style="border-style:none;" src="http://www.irinnews.org/images/design/magnify.gif" alt="" align="absmiddle" /></a></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="ImgCreditCaption" style="font-size:7pt;font-family:Tahoma;">Aproveitando a deixa: curiosidade se transforma em oportunidade para informar</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></span></span></p>
<p>Situado na costa do Gabão, o arquipélago de São Tomé e Príncipe tem uma população de cerca de 150 mil habitantes. Estima-se que haja cerca de 3 mil seropositivos no país, mas nenhum teve coragem de vir a público devido à discriminação.</p>
<p><strong>Um mural, muitas interpretações </strong></p>
<p>Pouco depois do almoço, a entrada do mercado Côco-Côco já tinha uma nova decoração: um grande mural que mostra uma árvore, com preservativos ao longo de suas ramificações.</p>
<p>Na paragem do autocarro que fica na frente do mercado, os passageiros procuravam entender a idéia do desenho.</p>
<p>Bernardo Ceita, 39 anos, disse não conseguir interpretar a mensagem no mural.</p>
<p>“Sei que o artista que concebeu isto quer passar uma mensagem forte, mas eu só consigo ver aí preservativos espalhados pelo tronco”, disse.</p>
<p>Já para Alice Monteiro, 17 anos, a pintura tinha uma mensagem clara.</p>
<p>“Penso que este desenho pretende explicar que podemos ter várias parceiros, mas sempre temos que utilizar nas nossas relações sexuais o preservativo”, afirmou, enquanto aguardava o autocarro para voltar para casa.</p>
<p>(PlusNews - 03.10.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revisión de los Objetivos del Milenio.]]></title>
<link>http://vicentvercher.wordpress.com/?p=5783</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 18:36:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vicent Vercher Garrigós</dc:creator>
<guid>http://vicentvercher.es.wordpress.com/2008/10/04/revision-de-los-objetivos-del-milenio/</guid>
<description><![CDATA[Revisión de los Objetivos del Milenio
La Cumbre de la ONU pone de manifiesto los avances logrados, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1>Revisión de los Objetivos del Milenio</h1>
<p class="rc-canal-solidaridad">La Cumbre de la ONU pone de manifiesto los avances logrados, pero advierte de que estos han sido insuficientes</p>
<p>En septiembre de 2000, los líderes mundiales acordaron intensificar la <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/proyectos_y_campanas/2008/04/23/176400.php"><span style="color:#336699;">lucha contra la pobreza</span></a>, el <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/proyectos_y_campanas/2008/08/12/179202.php"><span style="color:#336699;">hambre</span></a>, la enfermedad, el <a href="http://www.consumer.es/web/es/educacion/2008/05/08/176763.php"><span style="color:#336699;">analfabetismo</span></a>, la degradación del medio ambiente y la discriminación de las mujeres. Se fijaron como meta el año 2015 para conseguir reducir estas tasas y, desde entonces, pasan revisión a los logros y retos pendientes a fin de llegar a esa fecha con los deberes hechos. La última cita ha sido esta semana en Nueva York, en la sede de Naciones Unidas. La <a href="http://www.un.org/spanish/millenniumgoals/"><span style="color:#336699;">Cumbre de la ONU sobre los Objetivos de Desarrollo del Milenio</span></a> ha hecho balance y se ha enviado a sí misma un mensaje de advertencia: Se ha avanzado en muchos frentes, pero el cumplimiento de los compromisos es aún insuficiente.</p>
<ul>
<li><span class="rc-elemento-accesorio">Autor: </span>Por AZUCENA GARCÍA</li>
<li><span class="rc-elemento-accesorio">Fecha de publicación: </span>26 de septiembre de 2008</li>
</ul>
<p><!-- empieza texto --></p>
<div id="contenido-texto">
<h2>Compromisos y exigencias</h2>
<p>La sede de Naciones Unidas en Nueva York ha sido el punto de encuentro. En la agenda: la revisión de los <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/derechos_humanos/2007/04/14/161666.php"><span style="color:#336699;">Objetivos de Desarrollo del Milenio</span></a> (ODM), una reunión de alto nivel -así la ha denominado la propia ONU- para renovar los compromisos de alcanzar los ODM, establecer planes concretos y adoptar las medidas prácticas necesarias. "Una reunión que este año, pasado el ecuador del plazo previsto para su cumplimiento, tiene más sentido que nunca ante el inicio de una crisis alimentaria que afecta ya a millones de personas y en el marco de una crisis financiera que, según el propio secretario general de Naciones Unidas, amenaza seriamente la lucha mundial contra la pobreza", afirma la <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/proyectos_y_campanas/2006/11/01/156853.php"><span style="color:#336699;">Coordinadora de ONGD</span></a>.</p>
<p>Líderes mundiales, representantes del sector privado y miembros de la sociedad civil han debatido sobre el modo de potenciar sus esfuerzos. El reclamo de todas las partes ha permitido que, por primera vez, un miembro de la sociedad civil española, David Ortiz, haya asistido a este encuentro en representación de la <a href="http://www.rebelatecontralapobreza.org/"><span style="color:#336699;">Alianza Española contra la Pobreza</span></a>. Su reivindicación ha sido contundente: medidas concretas contra la <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/derechos_humanos/2007/10/13/170573.php"><span style="color:#336699;">pobreza mundial</span></a> y, sobre todo, "contra sus principales causas". La Alianza asegura que la situación dramática de los últimos años ha llegado, incluso, a agravarse, debido a "la concurrencia de múltiples crisis de índole financiera, alimentaria, ecológica y petrolera".</p>
<div class="rc-imagen rc-imagen-right rc-imagen-border"><img style="width:27em;height:20.4em;" src="http://static.consumer.es/www/imgs/2008/09/maleta-articulo.jpg" alt="" /></div>
<div class="rc-pie-de-foto-container" style="width:27em;"><span class="rc-pie-de-foto"><br class="rc-elemento-accesorio" />- Imagen: <a title="Coordinadora de ONGD" href="http://www.congde.org/">Coordinadora de ONGD</a> -</span></div>
</div>
<p>Las exigencias de la Alianza han adoptado la forma simbólica de una maleta. En su interior, varias peticiones para poner lograr, "con la máxima urgencia", más y mejor <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/economia_solidaria/2007/10/16/170677.php"><span style="color:#336699;">Ayuda Oficial al Desarrollo</span></a> (AOD), reforzar la financiación contra la pobreza con fuentes adicionales, abolir el cien por cien de la <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/economia_solidaria/2007/10/17/170724.php"><span style="color:#336699;">deuda externa</span></a> bilateral de los Países Menos Avanzados (PMA), adoptar mecanismos eficaces para determinar y exigir responsabilidades por "deudas ilegítimas generadas con gobiernos corruptos o que violen los derechos humanos", iniciativas de conversión de deuda externa bilateral por desarrollo, cambiar las normas del comercio internacional, proteger los servicios públicos de liberalizaciones y privatizaciones, velar por la existencia y creación de empleo digno y con derechos, y combatir la actividad desarrollada por "los mal llamados paraísos fiscales".</p>
<p><!-- empieza despiece --></p>
<div class="contenido-despiece rc-canal-solidaridad contenido-despiece-general">
<h2>Los ODM</h2>
<div class="contenido-despiece-texto">
<p>Los Objetivos de Desarrollo del Milenio se proponen conseguir un mundo más justo. Para ello, abarcan un total de ocho ámbitos, cuya situación actual es analizada por la ONU en su último informe sobre este tema, editado en 2008.</p>
<ul>
<li><strong>Erradicar la pobreza extrema y el hambre.</strong> Se pretende reducir a la mitad el porcentaje de población que vive en el mundo en desarrollo con menos de un dólar al día. Si se consigue, el logro se deberá en gran parte a los progresos económicos en la mayor parte de Asia. "En cambio -advierte el informe-, las estimaciones realizadas previamente sugieren que se ha avanzado poco en reducir la pobreza extrema en el <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/derechos_humanos/2007/05/15/162672.php"><span style="color:#336699;">África subsahariana</span></a>". Además, la <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/derechos_humanos/2006/06/23/153161.php"><span style="color:#336699;">situación de pobreza</span></a> de 100 millones de personas se podría profundizar debido al aumento del precio de los alimentos.</li>
<li><strong>Enseñanza primaria universal.</strong> La tasa neta de matrícula en 2006 superaba el 90% y muchos países se acercan ya a una matrícula universal en la enseñanza primaria. Sin embargo, África subsahariana destaca de nuevo con una tasa de matrícula neta del 71%: unos 38 millones de niños y niñas en edad escolar no asisten a la escuela. En Asia meridional, más de 18 millones de menores están en la misma situación.</li>
<li><strong>Promover la igualdad entre los géneros y la autonomía de la mujer.</strong> Hasta el momento, dos de cada tres países han logrado la paridad de género en enseñanza primaria, aunque el 55% de los menores que no acuden a la escuela son niñas y la proporción global de escaños parlamentarios ocupados por mujeres en enero de 2008 llegó a un máximo cercano al 18%.</li>
<li><strong>Reducir la mortalidad infantil.</strong> Por primera vez, en 2006 las muertes anuales de niños menores de cinco años descendieron por debajo de diez millones. A pesar de ello, <a href="http://www.consumer.es/web/es/solidaridad/derechos_humanos/2008/01/23/174005.php"><span style="color:#336699;">millones de niños mueren cada año por causas evitables</span></a>. En un país en desarrollo la probabilidad es 13 veces superior.</li>
<li><strong>Mejorar la salud materna.</strong> Todavía en 2005, más de 500.000 mujeres fallecieron durante el embarazo, el parto o en las seis semanas posteriores. El 99% de estas muertes sucedieron en regiones en desarrollo.</li>
<li><strong>Combatir el VIH/sida, el paludismo y otras enfermedades.</strong> Las mejoras en los programas de <a href="http://escuelas.consumer.es/web/es/aprender_a_aprender/tarea15/"><span style="color:#336699;">prevención</span></a> redujeron hasta 2,7 millones el número de personas nuevas infectadas con VIH en 2007, mientras que la ampliación de los servicios de tratamiento antirretroviral disminuyó en dos millones el número de muertes. Sin embargo, la cantidad estimada de personas que viven con VIH aumentó desde 29,5 millones en 2001 hasta 33 millones en 2007.</li>
<li><strong>Garantizar la sostenibilidad del medio ambiente.</strong> Las emisiones de dióxido de carbono alcanzaron 28.000 millones de toneladas métricas en 2005, con previsión de aumento. Actualmente, casi mil millones de personas carecen de <a href="http://www.consumer.es/web/es/medio_ambiente/naturaleza/2007/12/23/173141.php"><span style="color:#336699;">acceso a agua potable</span></a>.</li>
<li><strong>Fomentar una asociación mundial para el desarrollo.</strong> La ayuda oficial para el desarrollo sigue "muy por debajo" del 0,7% del ingreso nacional bruto fijado por Naciones Unidas.<br />
<h2>Ayuda al desarrollo</h2>
<p>La red europea Acción por la Salud Global (<a href="http://www.actionforglobalhealth.eu/media/home/espana"><span style="color:#336699;">ApSG</span></a>) ha hecho pública esta semana una "Encuesta de opinión pública sobre Ayuda al Desarrollo en salud". En total, 5.000 ciudadanos de Reino Unido, Francia, Alemania, Italia y España han participado en el estudio, cuyas conclusiones afirman que <strong>el 40% de la ciudadanía europea cree que sus gobiernos destinan poco dinero a la salud en los países en vías de desarrollo</strong>. En España (el país que mayor porcentaje del PIB destina a AOD), la cifra se eleva al 46%. "Los líderes europeos deben actuar de forma inmediata para aumentar la ayuda y mejorar las condiciones sanitarias en los países más pobres del mundo", reclama (ApSG).</p>
<div class="rc-imagen rc-imagen-right rc-imagen-border"><img style="width:30em;height:22.5em;" src="http://static.consumer.es/www/imgs/2008/05/mujeres-africa2-articulo.jpg" alt="" /></div>
<div class="rc-pie-de-foto-container" style="width:30em;"><span class="rc-pie-de-foto"><br class="rc-elemento-accesorio" />- Imagen: <a title="Mark Knobil" href="http://flickr.com/people/knobil/">Mark Knobil</a> -</span></div>
</li>
</ul>
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<p>Por edad, los jóvenes entre 18 y 24 años son quienes creen "con mayor firmeza" que sus gobiernos no hacen lo suficiente: cinco de cada diez consideran que deberían aumentar las partidas en AOD. "Por otro lado, la encuesta pone de relieve que muchas personas creían que estos países aportaban más dinero del que realmente destinan", revela Acción por la Salud Global.</p>
<blockquote class="rc-destacado rc-canal-solidaridad"><p>Hay que revisar los progresos y comprometerse a concretar "esfuerzos, recursos y mecanismos"</p></blockquote>
<p>Tal como recuerda esta red, compuesta por 15 <a href="http://ong.consumer.es/alfabeticamente/"><span style="color:#336699;">ONG</span></a> de Bélgica, Francia, Alemania, Italia, España y el Reino Unido, sólo quedan siete años para que se alcance el plazo establecido por Naciones Unidas para cumplir los Objetivos de Desarrollo del Milenio, por lo que la Cumbre que hoy se clausura "supone una excelente oportunidad para comenzar a resolver las deficiencias y marcar un punto de inflexión". Hay que revisar los progresos y comprometerse a concretar "esfuerzos, recursos y mecanismos".</p>
<p>También la Coordinadora de ONGD y la Campaña del Milenio de Naciones Unidas han editado conjuntamente la publicación <a href="http://www.congde.org/uploads/documentos/fdd3f0c54a8448abe21226b010e8e4e9.pdf"><span style="color:#336699;">"Mejor Ayuda: una condición necesaria para el desarrollo"</span></a>. En ella, se hace referencia a la necesidad de una "ayuda eficaz", que complemente los recursos de los países en desarrollo para financiar políticas e inversiones "realmente necesarias". En este sentido, subraya que uno de los mayores obstáculos para esta ayuda eficaz son determinadas "prácticas habituales entre los países donantes, como la concesión de ayuda por intereses comerciales o políticos" o la falta de coordinación entre donantes.</p>
<p>Respecto a nuestro país, <a href="http://ong.consumer.es/intermon-oxfam.28"><span style="color:#336699;">Intermón Oxfam</span></a> asegura en el informe "Cooperación española 2004-2008. Cambio de rumbo", que España "está modificando sus posiciones en el panorama de la ayuda internacional". Subraya que, si tradicionalmente estaba situada "a la cola" de los donantes del Comité de Ayuda al Desarrollo de la OCDE (CAD), "en 2006 fue uno de los pocos países que incrementaron su ayuda oficial al desarrollo".</p>
<h2>Principales deficiencias</h2>
<p>El cumplimiento de los ODM para 2015 se antoja difícil. Aún así, Naciones Unidas realiza mediciones periódicas para verificar el estado de los objetivos 1 al 7. "No es fácil evaluar el funcionamiento de la alianza mundial para el desarrollo y el cumplimiento de los compromisos internacionales" (Objetivo 8), justifica. Para realizar esta labor, el pasado año se creó el Grupo de Tareas sobre el Desfase en el Logro de los Objetivos de Desarrollo del Milenio, en el que están representados más de una veintena de organismos de Naciones Unidas, como el Banco Mundial, el Fondo Monetario Internacional, la Organización de Cooperación y Desarrollo Económicos y la Organización Mundial del Comercio.</p>
<blockquote class="rc-destacado rc-canal-solidaridad"><p>Se han logrado progresos en varios aspectos, pero "siguen existiendo importantes desfases en el cumplimiento de los compromisos mundiales"</p></blockquote>
<p>Del <a href="http://www.un.org/spanish/millenniumgoals/pdf/MDGGapTFReportSPANISH.pdf"><span style="color:#336699;">primer informe</span></a> realizado por este Grupo se desprende una conclusión muy clara: se han logrado progresos en varios aspectos, pero "siguen existiendo importantes desfases en el cumplimiento de los compromisos mundiales". Las áreas más afectadas son la ayuda, el comercio, el alivio de la deuda y el acceso a las nuevas tecnologías y medicamentos esenciales a precios asequibles. "El debilitamiento de la economía mundial y los fuertes incrementos de los precios de los alimentos y la energía amenazan con invertir algunos de los avances logrados", lamenta.</p>
<p><strong>Asistencia oficial para el desarrollo.</strong> En 2007, los únicos países que alcanzaron o superaron la meta de dedicar un 0,7% de su ingreso nacional bruto fueron Dinamarca, Luxemburgo, Noruega, Países Bajos y Suecia. La media de los 22 países miembros del Comité de Asistencia para el Desarrollo de la Organización de Cooperación y Desarrollo Económicos (OCDE) tan sólo alcanzó el 0,45% del ingreso nacional bruto. Ponderado por el tamaño de sus economías, las ayudas representaron únicamente un 0,28% de la renta nacional combinada.</p>
<p><strong>Acceso al mercado (comercio).</strong> El estudio reconoce que, a pesar de que uno de los objetivos de la Ronda de Doha sobre negociaciones comerciales fue abordar las necesidades de los países en desarrollo, "siete años más tarde, la imposibilidad de concluir una ronda de desarrollo constituye el mayor desfase de ejecución en el ámbito del comercio y, probablemente, del objetivo de desarrollo del Milenio 8".</p>
<p><strong>Sostenibilidad de la deuda.</strong> A junio de 2008, sólo 23 de los 41 países pobres muy endeudados (PPME) habían alcanzado su punto de culminación respecto a la Iniciativa Ampliada en favor de los países pobres muy endeudados. Esta medida trata de ofrecer un alivio de la deuda y establecer condiciones para la cancelación de la misma. Del resto de países, diez se encuentran en situación intermedia y otros ocho podrían reunir los requisitos para acogerse a la iniciativa.</p>
<p><strong>Acceso a medicamentos esenciales a precios asequibles.</strong> El objetivo se centra en el acceso a medicamentos y tratamientos para la lucha contra el VIH/Sida, la malaria y la tuberculosis. Estimaciones de la Organización Mundial de la Salud (OMS) revelan que la disponibilidad de medicamentos esenciales en el sector público tan sólo cubre un tercio de las necesidades, mientras que los precios que algunas personas pagan por los medicamentos genéricos de más bajo precio "son entre 2,5 y 6,5 veces más caros que los precios internacionales de referencia en el sector público y el sector privado, respectivamente".</p>
<p><strong>Acceso a las nuevas tecnologías.</strong> Los grandes avances de la telefonía móvil no se han notado tanto en el acceso a Internet de banda ancha, que "resulta indispensable para aumentar la productividad, mantener el crecimiento económico y mejorar la prestación de servicios en sectores como el sanitario y el educativo".</p>
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<title><![CDATA[Partidos criticam redundância de projecto do Bloco de Esquerda contra discriminação dos portadores VIH/sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1126</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 21:00:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/02/partidos-criticam-redundancia-de-projecto-do-bloco-de-esquerda-contra-discriminacao-dos-portadores-vihsida/</guid>
<description><![CDATA[O projecto de lei do Bloco de Esquerda que propunha a proibição da discriminação dos portadores ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O projecto de lei do Bloco de Esquerda que propunha a proibição da discriminação dos portadores de <span class="nfakPe">VIH</span>/sida mereceu ontem críticas de quase todas as bancadas por considerarem ser redundante face à legislação já em vigor. O diploma foi rejeitado com os votos contra do PS e do PSD, e com a abstenção do PCP e do CDS-PP.<br />
Segundo o projecto, os portadores do vírus não podem ser discriminados nomeadamente no acesso ao emprego, aos contratos de seguro e ao crédito de habitação. Para justificar a apresentação do projecto, o deputado do BE João Semedo argumentou que continua a falar-se de casos de injustiça de pessoas com <span class="nfakPe">VIH</span>/sida, apesar de haver uma lei em vigor há dois anos que visa combater a discriminação dos portadores e de pessoas com risco agravado de saúde.<br />
O projecto do BE, embora só ontem discutido, foi apresentado na sequência de notícias do PÚBLICO que davam conta de uma sentença do Tribunal da Relação que considerava legítimo o fim do contrato de um cozinheiro por ser seropositivo.<br />
"Já temos uma lei da Assembleia da República que proíbe esta discriminação. O que é que pretendem? Pretendem afagar aquilo que consideram um nicho vosso, os portadores de <span class="nfakPe">VIH</span>/sida. Não é um nicho vosso", disse a deputada do CDS-PP Teresa Caeiro, considerando que as propostas em discussão são "redundâncias".<br />
A mesma palavra foi usada pela socialista Fátima Pimenta para descrever a proposta do BE, embora reconhecendo as suas boas intenções. A legislação em vigor tem "um campo mais vasto de protecção", disse a socialista, considerando também desnecessária a criação de uma comissão de acompanhamento dos casos de discriminação como previa a lei. Esse trabalho, acrescentou, já é feito pelo Alto-Comissariado de Luta contra a Sida que, por exemplo, evitou a expulsão de um lar de uma idosa infectada com o vírus.<br />
Opinião contrária manifestaram o PCP e o Os Verdes, ao considerarem útil esta comissão (até porque no caso do PEV também já a tinha proposto anteriormente). Em coro com as restantes bancadas, o social-democrata André Almeida sublinhou que as normas propostas já estão consagradas na actual legislação.</p>
<p>(Público - 20.09.2008)</p>
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<title><![CDATA[Justiça: STJ dá razão a hotel que cessou contrato com cozinheiro com HIV]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1123</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 20:56:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/02/justica-stj-da-razao-a-hotel-que-cessou-contrato-com-cozinheiro-com-hiv/</guid>
<description><![CDATA[Lisboa, 02 Out (Lusa) - O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou as decisões do Tribunal de T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana;color:black;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Verdana;">Lisboa, 02 Out (Lusa) - O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou as decisões do Tribunal de Trabalho e da Relação de Lisboa que consideraram justificada e legítima a decisão de um hotel que cessou o contrato de trabalho com um cozinheiro, portador de HIV.</p>
<p>Fonte judicial adiantou hoje à Agência Lusa que um acórdão do STJ vem confirmar as decisões do Tribunal de Trabalho de Lisboa (1/a instância) e do Tribunal da Relação de Lisboa, que causaram alguma polémica na opinião pública.</p>
<p>Na altura, e após a divulgação de várias notícias sobre o processo, o Conselho Superior da Magistratura (CSM) esclareceu em comunicado que, no caso do "despedimento de um cozinheiro infectado com HIV", este "não foi objecto de despedimento com justa causa, antes a entidade empregadora considerou a existência de caducidade do contrato de trabalho".</p>
<p>Referiu ainda que, apesar de as notícias aludirem à existência de dois pareceres médico-científicos que teriam sido ignorados por todos os juízes, "apenas foi junta ao processo, no Tribunal do Trabalho de Lisboa, cópia impressa de páginas de um site do Governo dos Estados Unidos da América destinado a informação genérica à população sobre doenças transmissíveis".</p>
<p>Tal informação - adiantou então o CSM - "não pode ser confundida com um parecer médico-legal".</p>
<p>O CSM esclareceu, igualmente, que no Tribunal da Relação de Lisboa não foi junto qualquer parecer médico-científico, mas, unicamente, um parecer jurídico, do Centro de Direito Biomédico da Universidade de Coimbra.</p>
<p>"Acresce que este parecer jurídico não poderia ter sido atendido, nem considerado processualmente pelos juízes desembargadores, porque não foi admitido por extemporaneidade, conforme despacho da relatora do despacho e que não foi objecto de recurso por nenhuma das partes, apesar de devidamente notificadas do mesmo", salientou então o CSM.</p>
<p>O CSM esclareceu, também, que "o juiz do Tribunal de Trabalho de Lisboa, após a realização do julgamento, com gravação da prova, fixou os factos provados" e que no facto provado número 22 pode ler-se: "O vírus HIV pode ser transmitido nos casos de haver derrame de sangue, saliva, suor ou lágrimas sobre alimentos servidos em cru ou consumidos por quem tenha na boca uma ferida na mucosa de qualquer espécie".</p>
<p>No esclarecimento, o CSM frisou ainda que, "no recurso de apelação interposto para o Tribunal da Relação de Lisboa, o cidadão em causa, apesar dos depoimentos das testemunhas terem sido gravados, não recorreu dos factos fixados, não pedindo ao tribunal de recurso a sua alteração com base nos depoimentos prestados ou sequer com base no que consta do site norte-americano".</p>
<p>Por último, esclareceu que "o Tribunal da Relação de Lisboa proferiu o acórdão tendo por base os factos provados vindos do Tribunal de Trabalho de Lisboa que foram aceites, sem recurso, nesta parte".</p>
<p>O cozinheiro recorreu da decisão da Relação de Lisboa para o Supremo Tribunal de Justiça, que agora confirmou a anterior decisão, dando razão à entidade empregadora.</p>
<p>A situação envolve um cozinheiro do quadro do hotel do Grupo Sana Hotels, que aí trabalhou durante sete anos.</p>
<p>Em 2002 adoeceu com tuberculose, esteve um ano de baixa e quando regressou ao trabalho foi mandado ao médico do trabalho do hotel que pediu ao médico assistente mais dados sobre a situação clínica.</p>
<p>O médico assistente informou o colega da medicina do trabalho que o cozinheiro era VIH positivo, mas que não representava qualquer perigo para os colegas e poderia retomar a sua actividade em pleno.</p>
<p>No entanto, o médico do trabalho considerou-o "inapto definitivamente para a profissão de cozinheiro".</p>
<p>O hotel Sana veio depois negar ter tido conhecimento de que o cozinheiro era portador de HIV antes da realização do julgamento e alegou que não foi informado pelo médico do trabalho da sua condição.</p>
<p>O hotel sustentou ainda que o cozinheiro devia ter informado "imediatamente que é portador de VIH", o que não aconteceu, "violando o dever de lealdade".</p>
<p>A Lusa tentou hoje contactar os serviços jurídicos da unidade hoteleira, mas tal não foi possível.</span></span></p>
<p>(Lusa - 02.10.2008)</p>
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<title><![CDATA[ONG vão receber dois milhões de dólares para combate à Sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1121</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 20:51:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/02/ong-vao-receber-dois-milhoes-de-dolares-para-combate-a-sida/</guid>
<description><![CDATA[Dois milhões de dólares serão disponibilizados pelo Fundo Global, para acções de combate à Sid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dois milhões de dólares serão disponibilizados pelo Fundo Global, para acções de combate à Sida em Angola, a partir do primeiro trimestre do próximo ano. O valor destina-se às organizações da sociedade civil vocacionadas à luta contra esta doença.<br />
O facto foi revelado ontem, em Luanda, pelo director do Fundo Global em Angola, Jorge Romero, na abertura do II Workshop regional sobre “Elaboração de Projectos no âmbito do Fundo Global”, promovido pela ANASO (Rede Angolana de Organização de Serviços de Sida).<br />
O Fundo Global disponibilizou, em 2006, também dois milhões de dólares a 18 ONG, sendo 11 nacionais e sete estrangeiras para acções de combate à Sida no país, recordou Jorge Romero, considerando que os resultados foram positivos.<br />
“As organizações que beneficiaram do primeiro apoio em 2006 tiveram resultados positivos, nas acções de formação, distribuição de material, identificação de activistas e grupos alvos, bem como na mudança de comportamento de riscos”, explicou.<br />
Quanto a situação da Sida no país, Jorge Romero disse que Angola está a implementar boas medidas em comparação com muitos países do continente africano.<br />
“Devem continuar a trabalhar com o mesmo ritmo para que os indicadores considerados baixos, comparativamente aos países vizinhos como a Zâmbia, Namíbia e RDC, se mantenham”, referiu.<br />
Angola está em Paz, há seis anos, e as estradas ligam todo o país e o risco de contágio da Sida é maior, nesta índole é necessário sempre a realização de acções de sensibilização, “pois nunca é muito o que se faz contra esta pandemia” aconselhou, o director do Fundo Global em Angola.<br />
Por seu turno, a directora do PNUD em Angola (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), Gita Welch, que falava na abertura do evento, apelou aos angolanos a continuarem mais unidos na luta contra a Sida.<br />
“Esta acção de formação vai permitir igualmente fortalecer as organizações a estarem mais consistentes nas suas actividades, como por exemplo como elaborar um documento para solicitar apoios financeiros para a realização das suas acções”, adiantou.<br />
O objectivo deste Workshop regional, que termina quinta-feira, no qual participam ONG de Luanda, Zaire e Cabinda, segundo o secretário executivo da Rede Angolana de Organização de Serviços de Sida (Anaso), António Coelho é dar resposta a alguns constrangimentos que se registam em algumas organizações nacionais no que concerne a mobilização de recursos.</p>
<p>(Walter António/Jornal de Angola - 30.09.2008)</p>
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<title><![CDATA[VIH aumenta entre os toxicodependentes]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1117</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 20:47:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/02/vih-aumenta-entre-os-toxicodependentes/</guid>
<description><![CDATA[Três milhões dos quase 16 milhões de toxicodependentes (consumidores de drogas por via endovenosa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Três milhões dos quase 16 milhões de toxicodependentes (consumidores de drogas por via endovenosa) em todo o mundo poderão estar infectados com VIH. Esta é a conclusão do relatório de uma equipa de investigadores da Universidade de New South Wales (Austrália), publicado na últina edição da revista britânica The Lancet. O estudo trata os dados de nove países e concluiu que mais de 40 por cento dos consumidores de drogas injectáveis serão portadores do vírus e que os casos estão a aumentar. As taxas variam entre os 41,4 por cento no Nepal e os assustadores 72,1 por cento declarados na Estónia.<br />
A partilha de agulhas continua a ser uma das explicações para o aumento de casos entre toxicodependentes, dizem os investigadores, que falam no insucesso das políticas de prevenção e manifestam a sua preocupação com a inexistência de dados relativos a África.<br />
Os autores notam ainda que a maior incidência de consumidores de drogas injectáveis se encontra em países como a China, a Rússia e os Estados Unidos. Na Europa, destaca-se a Itália, com 0,83 por cento da população entre os 15 e 64 anos a consumir drogas por via endovenosa. Em Portugal, o último relatório nacional (relativo a 2007) refere o problema: "Verifica-se que o maior número de casos notificados ('casos acumulados') corresponde a infecção em indivíduos referindo consumo de drogas por via endovenosa ou 'toxicodependentes', constituindo 43,9% de todas as notificações, reflectindo a tendência inicial da epidemia".</p>
<p>(Público - 25.09.2008)</p>
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<title><![CDATA[Paraná poderá realizar testes rápidos para detectar casos de aids]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1115</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 17:44:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/10/01/parana-podera-realizar-testes-rapidos-para-detectar-casos-de-aids/</guid>
<description><![CDATA[BRASÍLIA - O Paraná fará parte do projeto piloto Fique Sabendo, do Ministério da Saúde, para de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA - O Paraná fará parte do projeto piloto Fique Sabendo, do Ministério da Saúde, para detecção do vírus HIV. A diretora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão e o secretário estadual de Saúde, Gilberto Martin, abrem hoje (13), em Londrina, no norte do Paraná, a campanha do Ministério da Saúde.</p>
<p>Segundo o secretário, o objetivo é detectar de forma rápida e gratuita novos casos de aids e diminuir a quantidade de pessoas que desconhecem estar infectadas. No Paraná, de acordo com dados da Secretaria de Saúde, há aproximadamente 18 mil infectados, dos quais 46% são pessoas com mais de 35 anos de idade.</p>
<p>Atualmente, estima-se que 620 mil pessoas sejam soropositivas no Brasil e, segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids), 33 milhões de pessoas vivem com HIV no mundo. Em 2007, ocorreram 2,7 milhões de novas infecções pelo vírus e 2 milhões de pessoas morreram em decorrência da aids.</p>
<p>O Ministério da Saúde estima que apenas 30% da população sexualmente ativa (entre 15 a 49 anos) já realizou o teste para saber se tem o vírus da doença. - Quanto antes for detectado, melhor será o andamento do tratamento e o paciente contará com melhor qualidade de vida - adverte Martin.</p>
<p>Os testes são rápidos e estarão disponíveis, gratuitamente, até 15 de outubro, em 400 unidades de saúde. Mais de 98% dos municípios do Paraná aderiram à mobilização. Desses, 30% disponibilizarão os testes rápidos, que ficam prontos em apenas 40 minutos. Eles serão feitos por meio de punção digital e será necessário retirar apenas uma gota de sangue do indivíduo. Os demais municípios realizarão testes convencionais, apresentando o resultado em sete dias.</p>
<p>A secretaria disponibilizou em seu site os endereços das unidades que vão realizar os testes.</p>
<p>(Agencia Brasil - 13.09.2008)</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Campanha supera expectativa em Umuarama]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1112</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 14:15:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/09/29/campanha-supera-expectativa-em-umuarama/</guid>
<description><![CDATA[Há 10 dias teve início a mobilização “Fique Sabendo”, que estimula a população sexualmente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há 10 dias teve início a mobilização “Fique Sabendo”, que estimula a população sexualmente ativa a fazer o exame de HIV. Desde o lançamento da campanha, 2.676 paranaenses já realizaram o exame. Em Umuarama a procura pelos testes está sendo maior que o esperado. A expectativa é que cerca de 1% da população do Paraná procure as unidades de saúde para o teste. Os resultados, ainda parciais, identificaram até ontem 17 resultados positivos no Estado.<br />
A Secretaria de Saúde estima que haja até 20 mil pessoas que desconhecem sua condição sorológica no Paraná. O levantamento corresponde apenas a nove regionais da Secretaria de Saúde do Estado.<br />
Para o coordenador do programa de DST/Aids da Secretaria de Saúde, Francisco dos Santos, a expectativa era de que adolescentes entre 13 e 19 anos representem a maior parcela interessada na realização do teste. “Dados epidemiológicos comprovam que nessa faixa etária é que ocorre a maior parte das contaminações, principalmente em meninas. Nessa idade os jovens não têm consciência da gravidade da doença”, explicou.<br />
Muitos adolescentes não se previnem adequadamente e não procuram ajuda em caso de suspeita de contaminação. Conseqüentemente o diagnóstico acaba sendo tardio quando já se encontram com a saúde debilitada. Os resultados revelaram, no entanto, que a procura nessa idade não foi tão grande quanto o esperado, com apenas 198 procedimentos registrados. Nenhum deles apresentou resultado positivo.<br />
“Para evitar o aumento de incidência da Aids na adolescência, a secretaria tem buscado investir em programas e parcerias para prevenção e conscientização voltada a esse público”, acrescenta Wilsa Regina Amaral, técnica de vigilância epidemiológica.<br />
A maior procura pelos testes se deu na faixa entre 20 e 39 anos. As mulheres foram as que mais procuraram, representando 64%. Nessa faixa etária se concentraram 12 dos 17 testes positivos de HIV identificados, 8 do sexo masculino e quatro do feminino.<br />
“Nessa idade, a população já está mais consciente dos riscos provenientes da Aids e procura conhecer sua condição sorológica. A maior parte daqueles que apresentam resultados positivos é contaminada durante a adolescência, mas só bem mais tarde descobre ser portador da doença”, destaca Francisco dos Santos. Os outros cinco portadores identificados estão na faixa etária acima de 40 anos. Dois homens e 3 mulheres apresentaram HIV positivo.</p>
<p>Umuarama<br />
A procura pelo teste rápido em Umuarama, cujo resultado fica pronto em até 20 minutos, tem sido por pessoas de todas as idades. “Não há uma faixa etária que esteja se destacando mais que as outras. A procura está sendo grande por pessoas de todas as idades e ambos os sexos”, comemora o diretor de Saúde do município, Nilson Manduca.<br />
Segundo ele, estão sendo realizados em média 40 testes por dia e nenhum resultado positivo foi confirmado até terça-feira. “Mais de 400 exames foram realizados e até a última terça-feira nenhum exame havia dado resultado positivo”, conta. “Essa é uma boa notícia, mas mesmo assim continuamos insistindo para que a população procure uma unidade de saúde e faça o teste, pois o diagnóstico precoce é a melhor arma na luta contra a Aids e evita a contaminação de mais pessoas”.</p>
<p>Desistentes<br />
Através do levantamento foi possível observar que 105 pessoas desistiram do teste. Essa parcela não completou o procedimento, participando apenas do pré-teste, etapa em que profissionais de saúde ministra explicações sobre a Aids, formas de contaminação, prevenção da doença e a forma de lidar com ela.<br />
Dos 2.646 atendidos, 2.379 foram submetidos ao teste rápido e 267 ao convencional. Após a realização, todos foram encaminhados ao pós-teste. Nesse momento, os indivíduos que passaram pelo teste são orientados em função da sua condição sorológica.<br />
“Os que apresentam resultado positivo são aconselhados individualmente por profissionais de saúde a fazerem o controle da doença. Já em caso de sorologia negativa, o indivíduo participa de uma palestra que reforça o que deve ser feito para manter essa condição sorológica. Na palestra são reforçadas as formas de prevenção e aconselha-se que as pessoas evitem se envolver em condições consideradas de risco”, explica Wilsa.</p>
<p>(Umuarama Ilustrado - 26.09.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sindicalistas instruídos sobre combate à Sida]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1110</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 12:32:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/09/29/sindicalistas-instruidos-sobre-combate-a-sida/</guid>
<description><![CDATA[Catorze sindicalistas angolanos, membros da Federação Internacional dos Trabalhadores de Construç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Catorze sindicalistas angolanos, membros da Federação Internacional dos Trabalhadores de Construção e Madeira (FITCM), foram formados em matéria de combate ao HIV-Sida, num curso realizado em Luanda, de 22 a 24 de Setembro, soube-se ontem.</p>
<p class="texto">De acordo com a representante regional para a África e Médio Oriente da FITCM, Crecentia Mofokeng, os recém-seminariados vão participar num programa a cargo da Federação, sendo eles os transmissores dos referidos conhecimentos a outros sindicalistas associados noutras províncias de Angola.<br />
Crecentia Mofokeng, em declarações à Angop, considerou “muito positivo” os resultados do seminário, acrescentando que o programa a ser implementado pela FITCM vai decorrer de 2008<br />
a 2010 em todos os países da África Austral, a fim de se dar a oportunidade de desenvolver projectos de combate ao HIV-Sida, envolvendo os seus filiados nesses Estados, para poderem prevenir a patologia, considerada um dos maiores problemas nos locais de trabalho.<br />
O seminário visou dar aos futuros formadores capacidades para desenvolverem micro- programas e projectos ligados ao combate ao HIV/Sida em Angola, sobretudo nos locais de serviço.<br />
A sede mundial da Federação Internacional dos Trabalhadores da Construção e Madeiras (FITCM) situa-se na Suíça, estando o seu escritório regional na cidade de Joanesburgo, África do Sul.</p>
<p class="texto">(Jornal de Angola - 26.09.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SUDÃO: Criando mensagens de prevenção para o sul]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1108</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 12:31:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/09/29/sudao-criando-mensagens-de-prevencao-para-o-sul/</guid>
<description><![CDATA[JUBA, 26 Setembro 2008 (PlusNews) - Em Lokony, um bairro de Juba, capital do Sudão do Sul, mensagen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="reportbody" style="text-align:justify;"><span>JUBA, 26 Setembro 2008 (PlusNews) - Em Lokony, um bairro de Juba, capital do Sudão do Sul, mensagens educativas sobre HIV são coladas nas paredes externas de uma escola local, mas os transeuntes mal olham para os pôsteres. Isso não surpreende, considerando que a maioria das pessoas não sabe ler.</p>
<p>Apenas 24 por cento dos sudaneses do sul sabem ler e escrever, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a População. Isso significa que métodos tradicionais de divulgação de informações sobre o HIV – tais como pôsteres, outdoors e panfletos em centros de saúde – não alcançam a maior parte da população.</p>
<p>A região recebeu US$ 28,5 milhões do Fundo Global de Luta contra a SIDA, Malária e Tuberculose em 2007, quando um mapa para contenção da epidemia foi elaborado, mas pouco progresso foi feito.</p>
<p>“Toda vez que nos reunimos com nossos parceiros, toda vez que nos reunimos com líderes governamentais, somos abordados da seguinte maneira: 'Vocês dizem que estão a combater a SIDA, mas quando viajamos pelo sul do Sudão, na realidade não se vêem quaisquer mensagens'”, disse Angok Kuol, director executivo da Comissão contra a SIDA do Sudão do Sul (SSAC, em inglês).</p>
<p>“Devemos criar mensagens padronizadas”, disse ele numa reunião de partes interessadas no HIV em Juba. “Temos que parar de utilizar mensagens que não são claras o bastante, que não estão em conformidade com nossas culturas.”</p>
<table style="border:1px solid #800000;width:165px;background-color:#e5ccbf;margin:2px 8px 8px;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td style="color:#800000;font-family:tahoma;" align="left" bgcolor="#e5ccbf"><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotopenPN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="left" /><strong>Seja fiel ao seu parceiro - num cenário poligâmico, você vai dizer às pessoas para mandar embora a outra esposa?</strong><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotclosePN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="absmiddle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></span></span></p>
<p>Durante a maior parte dos últimos cinquenta anos, o Sudão do Sul esteve envolvido em vários conflitos, dos quais o mais recente terminou com a assinatura de um abrangente acordo de paz entre o norte e o sul em 2005. Desde então, funcionários de saúde pública descobriram que é improvável que as mensagens de prevenção ao HIV que parecem ter funcionado tão bem em países vizinhos tais como Quénia e Uganda tenham o mesmo sucesso na região.</p>
<p>Muitos profissionais de saúde questionam se a estratégia ABC – Abstinência, Fidelidade e Preservativos (da sigla em inglês) – pode funcionar no sul do Sudão. Comunicadores de saúde pública passaram parte do encontro a elaborar soluções sobre como modificar a abordagem.</p>
<p>“Seja fiel ao seu parceiro – num cenário poligâmico, você vai dizer às pessoas para mandar embora a outra esposa?” indagou Fredrick Musoke, consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e SSAC, contratado para desenvolver uma política de comunicação de mudança de comportamento para a região.</p>
<p>Poligamia é apenas uma das diversas práticas a dificultar os esforços dos profissionais de saúde pública para combater a SIDA. A herança de esposas também é difundida. O dote da mulher é às vezes equivalente a um rebanho de gado, portanto, mesmo quando o marido morre, é do interesse da família dele manter a esposa e seus bens na família.</p>
<p>“Use preservativo para proteger a quem se ama”, sugeriu um grupo, mas o slogan foi logo derrubado por Deng Mathiang, da SSAC. “Significa portanto que se você tiver relações sexuais com alguém a quem não ama, não deve usar o preservativo?” questionou. “Algumas pessoas fazem sexo apenas porque têm vontade.”</p>
<p>“Sem preservativo não há sexo”, recomendou outro grupo, enquanto Kuol, da SSAC, pensava se o uso de desenhos educativos detalhados seria a melhor maneira de alcançar uma população em grande parte analfabeta.</p>
<p>O encontro em Juba não teve respostas fáceis, mas para os profissionais de saúde da região é um alívio que um esforço significativo relativo à prevenção do HIV esteja finalmente sendo posto em prática.</p>
<p>(PlusNews - 26.09.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GLOBAL: HIV a aumentar entre usuários de drogas injectáveis]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1100</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 11:52:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/09/29/global-hiv-a-aumentar-entre-usuarios-de-drogas-injectaveis/</guid>
<description><![CDATA[JOHANNESBURG, 29 Setembro 2008 (PlusNews) - Um novo estudo estima que três milhões de usuários de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="reportbody" style="text-align:justify;"><span>JOHANNESBURG, 29 Setembro 2008 (PlusNews) - Um novo estudo estima que três milhões de usuários de drogas injectáveis em 120 países do mundo sejam seropositivos, mas a falta de dados relativos a África, Oriente Médio e América Latina podem estar a ocultar um problema de saúde mundial ainda maior.</p>
<p>O estudo, publicado na revista inglesa “The Lancet” [em 24 de setembro], analisou a prevalência do uso de drogas injectáveis em 148 países e a prevalência do HIV entre os usuários de drogas injectáveis (IDU, em inglês) nestes países. Os resultados do estudo mostraram que em nove países, incluindo a Estónia, a Ucrânia, a Argentina, a Indonésia e o Quénia, mais de 40 por cento dos IDU são seropositivos.</p>
<p>Entretanto, os dados relativos ao uso de drogas injectáveis só eram disponíveis em 13 dos 47 países da África subsaariana. Os autores, sob a direcção de Bradley Mathers do Centro Nacional de Pesquisa em Álcool e Drogas com base em Sydney, advertiram que “existe uma constelação de factores de risco para o desenvolvimento do uso de drogas injectáveis” na África, que incluem altos níveis de dificuldades sócio-económicas e o fato de muitos países da região estarem a ser usados como passagem do tráfico de drogas ilícitas rumo à Europa. No Quénia, Ilhas Maurício, Nigéria, África do Sul e Tanzânia, o uso de drogas injectáveis já é bem estabelecido.</p>
<p>A China, a Rússia e os Estados Unidos têm as maiores populações de IDU, de um total global estimado em 16 milhões, enquanto a seroprevalência entre os IDU é maior no leste europeu, sudeste asiático e América Latina.</p>
<p>O estudo, que foi dirigido por um grupo de especialistas criado para fornecer recomendações técnicas às Nações Unidas sobre o HIV e o uso de drogas injectáveis, concluiu que o uso de drogas injectáveis é um modo de transmissão do HIV cada vez mais importante em muitos países do mundo.</p>
<p>“Existe uma nítida necessidade de investimento em métodos de prevenção do HIV como programas de troca de agulhas e seringas e tratamentos de substituição à base de opiáceos”, dizem os autores, que também sugerem mais pesquisa a fim de poder medir com mais precisão a amplitude do problema.</p>
<p>Comentando sobre o estudo, Kamyar Arasteh e Don Des Jarlais, do Centro Médico Beth Israel, em Nova Iorque, notaram que o número de IDU a ter acesso aos serviços de prevenção, testagem e tratamento do HIV não é suficiente.</p>
<p>Na China, por exemplo, um estudo conduzido em 2007 mostrou que menos da metade dos IDU conhecia seu estado serológico, 60 por cento tinham usado material de injecção não--esterilizado a última vez que tinham injectado e somente um terço tinha usado um preservativo na última relação sexual.</p>
<p>Contudo, Arasteh e Des Jarlais comentaram que “se os esforços de prevenção do HIV forem implementados em grande escala quando a prevalência é baixa em usuários de drogas injectáveis, é possível conter a epidemia do HIV nesta população.” </span></span></p>
<p>(PlusNews - 29.09.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Investigador britânico quer ver cientistas concentrados em resolver problemas da humanidade ]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1096</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 11:41:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/09/29/investigador-britanico-quer-ver-cientistas-concentrados-em-resolver-problemas-da-humanidade/</guid>
<description><![CDATA[A ciência deve concentrar-se na resposta aos desafios que a humanidade enfrenta durante este sécul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:11px;">A ciência deve concentrar-se na resposta aos desafios que a humanidade enfrenta durante este século. Esta é a opinião do cientista inglês e anterior conselheiro científico do Governo inglês, Sir David King, que quer ver os cérebros da ciência a combater as alterações climáticas ou a encontrar a cura para a sida.</p>
<p>“Os desafios para o século XXI são qualitativamente diferentes do que os que tivemos que enfrentar até agora”, disse o investigador antes da abertura do Festival de Ciência da Associação Britânica, que este ano decorre em Liverpool até 11 de Setembro, citado pela BBC online.</p>
<p>O director do <em>Smith School for Enterprise and the Environment</em>, da Universidade de Oxford, defende que o crescimento da população e a pobreza de África são motivos para fazer um desvio não só nos fundos mas também nos cérebros que trabalham em ciência.</p>
<p>“Para isto é necessária uma alteração no pensamento e nas prioridades da ciência e tecnologia, e redesenhar as atitudes da sociedade perante elas”, explica King.</p>
<p>Numa altura em que o maior acelerador de partículas do mundo, o <em>Large Hadron Collider</em> (LHC), vai ser inaugurado com fundos do Reino Unido, o cientista põe em causa o investimento em disciplinas com a física e a astronomia.</p>
<p>“É bom demonstrarmos que podemos aterrar um veículo em Marte, é bom descobrirmos se existe ou não o Bosão de Higgs; mas eu sugiro que talvez devêssemos empurrar as pessoas em direcção a desafios maiores onde os resultados podem ser realmente cruciais para a civilização”, afirmou.</p>
<p>O LHC, criado pelo <em>European Organization for Nuclear Research</em> (CERN), foi o maior investimento que o Reino Unido fez num único projecto de ciência, 500 milhões de libras (quase 620 milhões de euros). O cientista, que é especialista em física dos processos químicos, questiona se esta é a melhor forma de se gastar o dinheiro para a ciência, quando actualmente um dos maiores problemas é a dependência energética que o mundo tem dos combustíveis fósseis.</p>
<p>O investigador até pôs em causa se a maior invenção do CERN, a Internet, tinha só que vir dali. “As pessoas dizem: “E então a world wide web? Isso surgiu da CERN”. O Tim Berners Lee foi a pessoa que inventou isso. E se o Tim Berners Lee estivesse a trabalhar num laboratório de energia solar? Talvez ele também tivesse criado o sistema. O resultado teria vindo de um indivíduo”, diz o investigador.</p>
<p>O cientista nomeou alguns dos principais problemas, como o aumento de população num planeta que está agora a observar os primeiros efeitos das alterações climáticas, o atraso no desenvolvimento de fontes de energia alternativas como a luz solar, ou as doenças que afectam milhões de pessoas como a sida e a malária.</span></p>
<p>(Público - 08.09.2008)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UGANDA: Problemas na cadeia de abastecimento de medicamentos causam escassez]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1094</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 11:37:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/09/29/uganda-problemas-na-cadeia-de-abastecimento-de-medicamentos-causam-escassez/</guid>
<description><![CDATA[

 
 




Photo: Kate Holt/IRIN 


Falta de ARVs pode colocar vidas em risco



KAMPALA, 9 Setembro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h5 class="ReportTitle"><span><br />
</span></h5>
<p><span class="smltxt"> </span></p>
<hr size="1" /><span class="reportbody" style="text-align:justify;"> <span></p>
<table style="width:120px;background-color:#eeeeee;border:1px solid #cccccc #bbbbbb #bbbbbb #cccccc;margin:2px 5px 8px 0;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-top:3px;" align="right"><img style="margin-bottom:5px;margin-top:3px;" src="http://www.irinnews.org/images/2007/2007081411.JPG" alt="" /><br />
<span class="ImgCreditCaption" style="padding-right:2px;margin-top:10px;font-size:6.5pt;vertical-align:top;font-family:Tahoma;color:#999999;">Photo: <a href="http://www.irinnews.org/photo" target="_blank">Kate Holt/IRIN</a> <a href="http://www.irinnews.org/PhotoDetail.aspx?ImageId=2007081411" target="_blank"><img style="border:medium none;" src="http://www.irinnews.org/images//design/magnify.gif" alt="" align="absmiddle" /></a></span></td>
</tr>
<tr>
<td class="ImgCreditCaption" style="font-size:7pt;font-family:Tahoma;">Falta de ARVs pode colocar vidas em risco</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>KAMPALA, 9 Setembro 2008 (PlusNews) - O Ministério da Saúde de Uganda tem estado a lutar para impedir uma escassez nacional de antiretrovirais (ARVs) que poderia comprometer as vidas de dezenas de milhares de pessoas seropositivas.</p>
<p>Oficiais da saúde afirmaram que um sistema ineficiente de aquisição de medicamentos, doações esporádicas de medicamentos e a escassez de farmacêuticos qualificados deixaram milhares de pacientes sob o perigo de ficar sem os remédios essenciais tais como medicamentos para malária e ARVs.</p>
<p>O governo fez um pedido de abastecimento de ARVs a fornecedores estrangeiros para suprir a escassez actual, e fontes do governo afirmam que os medicamentos chegaram na semana passada.</p>
<p>Nos últimos dois anos, a mídia local alertou regularmente sobre o vencimento da validade de medicamentos que teriam que ser destruídos pelas Farmácias Médicas Nacionais (NMS, em inglês), maior fornecedor de medicamentos do governo.</p>
<p>Em Uganda, hospitais e centros de saúde dos sub-distritos fazem pedidos para compra de medicamentos com oficiais de saúde distritais, que requisitam os medicamentos ao NMS e União das Farmácias Médicas (Joint Medical Stores).</p>
<p>“Há ineficiência, no entanto... O NMS pode levar 60 dias em vez de 30 para processar e entregar um pedido ao distrito, e há também problemas de estocagem no nível distrital, transporte e distribuição ineficiente, assim como supervisão de apoio inadequada”, disse Mshialla Maghanga, professor na faculdade de medicina da Universidade de Gulu, no norte de Uganda.</p>
<p>Oficiais do NMS atribuíram os atrasos às precárias previsões de necessidade dos medicamentos, assim como pouca alocação de verbas para os mesmos. A saúde representa 10,6 por cento do orçamento nacional de Uganda, menos do que os 15 por cento que deveriam ser destinados à saúde segundo o compromisso feito pelos chefes de estado da União Africana em Abuja, Nigéria, em 2001.</p>
<p>O governo possui 57 hospitais, 179 centros de saúde e 989 outras instalações médicas ao redor do país; faltas anteriores foram atribuídas ao rápido aumento da demanda de distribuição de ARV ao longo dos últimos anos.</p>
<p>“Mesmo quando conseguimos os medicamentos, não há pessoas qualificadas para aplicá-los”, disse Martin Oteba, director assistente interino responsável pelos farmacêuticos no Ministério da Saúde.</p>
<p>Ele disse que o sector público em Uganda tem apenas 350 farmacêuticos qualificados, enquanto o país precisa de ao menos 14 mil para servir efectivamente a população de 30 milhões.</p>
<table style="border:1px solid #800000;width:165px;background-color:#e5ccbf;margin:2px 8px 8px;padding:5px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td style="color:#800000;font-family:tahoma;" align="left" bgcolor="#e5ccbf"><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotopenPN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="left" /><strong>As ferramentas estão lá, o sistema existe, mas não há pessoas para implementá-lo.</strong><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotclosePN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="absmiddle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A maioria dos farmacêuticos trabalha por apenas cerca de dois anos e vai para o exterior ou para o sector privado; o abastecimento de medicamentos é afectado pela falta de continuidade. As ferramentas estão lá, o sistema existe, mas não há pessoas para implementá-lo”, disse.</p>
<p>Oteba observou que as doenças e epidemias sazonais, tais como o recente surto de hepatite E no norte de Uganda, muitas vezes atraíram diversas doações de medicamentos de parcerias de desenvolvimento durante a emergência, mas assim que o surto é contido os medicamentos podem só ser usados raramente e expiram no NMS.</p>
<p><strong>Olhando para dentro </strong></p>
<p>Numa tentativa de estimular a produção local, o Ministério da Saúde também fez seu primeiro pedido de ARVs a Quality Chemicals, uma nova fábrica de ARVs na capital, Kampala.</p>
<p>Utilizar os medicamentos da nova fábrica provou ser problemático no passado porque os maiores doadores vincularam suas doações a fabricantes externos específicos, de forma que o governo foi obrigado a destinar fundos separados para comprar medicamentos da Quality Chemicals.</p>
<p>A fábrica, que começou a produzir ARVs genéricos e medicamentos para malária em 2008, não recebeu licença da Organização Mundial da Saúde (OMS) mas teve aprovação da Autoridade Nacional de Medicamentos de Uganda.</p>
<p>O Ministério da Saúde também deu início à produção local de artemísia, uma espécie de planta local da qual são derivados os ingredientes activos do Coartem, recomendado pela OMS como tratamento primário de malária. A malária representa até 40 por cento das visitas anuais de pacientes externos ao hospital e mata cerca de 320 ugandenses por dia.</p>
<p>Cerca de 130 mil pessoas a viver com HIV em Uganda têm acesso a ARVs, menos de 42 por cento do total que necessita deles.</p>
<p>(PlusNews - 09.09.2008)<br />
</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2o foro nacional sobre trabajo sexual, sida y derechos humanos]]></title>
<link>http://cinoticias.wordpress.com/?p=4114</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 01:02:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Centro Independiente de Noticias</dc:creator>
<guid>http://cinoticias.com/2008/09/18/2o-foro-nacional-sobre-trabajo-sexual-sida-y-derechos-humanos/</guid>
<description><![CDATA[[méxico][colaboración] centro independiente de noticias [Jaime Alberto Montejo]
COMUNICADO DE PREN]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">[méxico][colaboración] <span style="color:#333333;">centro independiente de noticias</span> [Jaime Alberto Montejo]</p>
<p style="text-align:justify;">COMUNICADO DE PRENSA<br />
2º Foro Nacional sobre Trabajo Sexual, Sida y Derechos Humanos</p>
<ul>
<li>La persecución policiaca de las trabajadoras sexuales de Jojutla Morelos y Cancún Quintana Roo, coadyuva a la transmisión del VIH/Sida y otras infecciones de transmisión sexual</li>
<li>La detección obligatoria del VIH/Sida a trabajadoras sexuales de Jojutla Morelos y la delegación Venustiano Carranza D. F.  no protege la salud pública</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Noti-calle/Jaime Montejo, 18 de septiembre de 2008.- El día lunes 22 de septiembre de 2008 se llevará a cabo el Segundo Foro Nacional sobre Trabajo Sexual, Sida y Derechos Humanos, en el Zócalo de Jojutla Morelos, a las afueras del Palacio Municipal, en el quiosco ubicado en la calle Constitución del 57. <!--more-->El primer foro se llevó a cabo en Apizaco Tlaxcala el viernes 5 de octubre de 2007 para prevenir la instalación de una zona de tolerancia, que propiciaría la trata de mujeres y la explotación sexual comercial infantil. El objetivo de este segundo foro es proponer políticas públicas no discriminatorias que faciliten la prevención del VIH/Sida y otras infecciones de transmisión sexual (ITS) entre trabajadoras sexuales cooperativistas de Jojutla Morelos que tienen su punto de encuentro en la vía pública. Así mismo, busca promover la movilización ciudadana ante el vacío que las autoridades correspondientes están dejando en esta materia.</p>
<p>Participarán como ponentes el doctor  Jorge Saavedra, titular del CENSIDA de la Secretaría de Salud de la República. Trabajadoras sexuales del núcleo cooperativista "Rebelión" de Jojutla Morelos, trabajadoras sexuales de Guadalajara Jalisco, el Lic. Ricardo Hernández Forcada, Director del Programa de VIH/SIDA de la Comisión Nacional de Derechos Humanos (CNDH). La doctora Patricia Campos Jefa de la Oficina para América Latina de la AIDS Healthcare Foundation (AHF). El C. Jaime Casarrubias Juárez (Alma Delia), presidente de la cooperativa de trabajadores sexuales Ángeles en Búsqueda de la libertad. La socióloga Elvira Madrid Romero, Presidenta de Brigada Callejera de Apoyo a la Mujer "Elisa Martínez". La C. Bulmara Vilchis Sánchez, Presidenta de la Cooperativa de trabajadoras sexuales "Por mejores condiciones de trabajo y salud" de Tlalpan, Distrito Federal. La doctora María Luisa Gontes, Directora General de Servicios de Salud del Estado de Morelos. El C. David Avendaño (Kryzna), trabajador sexual integrante de la Comisión de Enlace de la Red Mexicana de Trabajo Sexual. El padre Julio César Martín de la Iglesia Anglicana. El sociólogo Jaime Montejo de la Agencia de Noticias Independiente Noti-calle de Brigada Callejera.</p>
<p>Las y los ponentes tomarán como referencia la evidencia científica y las mejores prácticas en la respuesta al VIH/Sida en contextos de trabajo sexual presentadas en la XVII Conferencia Internacional de SIDA, llevada a cabo del 3 al 8 de agosto de 2008 en la Ciudad de México. La cero tolerancia y la discriminación de las trabajadoras sexuales, no son el mejor referente en materia de políticas públicas tendientes a generar condiciones sociales propicias para la prevención del VIH/Sida en este grupo específico de la población.</p>
<p>Contacto: Jaime Montejo</p>
<p>Celulares: 04455.2212.0422, 04455.2992.9311.<br />
FijoS: 5542.7835 y 5542.4096</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El derecho a la salud de las mujeres no es negociable: Lydia Cacho]]></title>
<link>http://concienciafeminista.wordpress.com/?p=563</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 04:11:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>feminista</dc:creator>
<guid>http://concienciafeminista.es.wordpress.com/2008/09/15/el-derecho-a-la-salud-de-las-mujeres-no-es-negociable-lydia-cacho/</guid>
<description><![CDATA[
05-Agosto-2008
Notimex
La periodista Lydia Cacho advirtió que la lucha contra la pandemia del VIH/]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">
<p style="text-align:justify;">05-Agosto-2008<br />
Notimex</p>
<p style="text-align:justify;">La periodista Lydia Cacho advirtió que la lucha contra la pandemia del VIH/Sida en México, no fructificará mientras no se respeten de manera integral los derechos de las mujeres.</p>
<p style="text-align:justify;">Entrevistada tras participar en la "Marcha Mundial de las Mujeres Respondiendo al VIH y al Sida", la comunicóloga recalcó que muchas mexicanas siguen "viviendo en discriminación y víctimas de la violencia", lo que obstaculiza la lucha contra esta enfermedad.</p>
<p style="text-align:justify;">"El 90 por ciento de las mujeres que viven violencia en este país, viven violencia sexual y en gran medida por culpa de esta violencia muchas son contagiadas del virus del Sida", aseguró</p>
<p style="text-align:justify;">Hizo un llamado a los gobiernos federal como local, para que pongan en marcha "medidas urgentes" relativas a la protección de las mujeres, pues advirtió que sus derechos, entre ellos el de la salud, "no son negociables".</p>
<p style="text-align:justify;">Recomendó además la necesidad de impulsar una mejor educación sexual entre las niñas y niños, para que conozcan "con plenitud" las formas en que pueden contraer alguna de estas enfermedades, y en consecuencia sepan cómo prevenirlas.</p>
<p style="text-align:justify;">Lydia Cacho comentó lo anterior al término de la marcha que esta tarde realizaron mujeres de distintas organizaciones civiles nacionales e internacionales, en el marco de la XVII Conferencia Internacional sobre el VIH/Sida.</p>
<p style="text-align:justify;">La Secretaría de Seguridad Pública del Distrito Federal (SSPDF) confirmó que la caminata, en la que participaron cerca de 500 mujeres, concluyó con un mitin y concierto en el costado norte de la plancha del Zócalo, y sin incidentes durante la movilización.</p>
<p style="text-align:justify;">Cabe señalar que ya se ha normalizado la circulación en la Avenida Juárez, Eje Central y la calle de Francisco I. Madero, tras el paso del contingente.</p>
<p style="text-align:justify;">En esta marcha, además de Lydia Cacho, destacó la presencia de Malú Micher, presidenta del Instituto de las Mujeres de la Ciudad de México (Indujeres DF) y Patricia Pérez, secretaria regional de la Comunidad Internacional de Mujeres Viviendo con VIH/Sida.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.exonline.com.mx/diario/noticia/comunidad/pulsocapitalino/lucha_contra_sida_y_respeto_a_la_mujer:_lydia_cacho/307647" target="_self">Enlace a la fuente</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As pessoas vivendo com aids advertem: instâncias governamentais podemfazer mal a saúde]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/?p=1088</link>
<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 07:43:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.es.wordpress.com/2008/09/08/as-pessoas-vivendo-com-aids-advertem-instancias-governamentais-podemfazer-mal-a-saude/</guid>
<description><![CDATA[
George      Gouvea* 
 
Não      poderei me dar ao luxo de ocupar esse espaço com preliminares, po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span></span></p>
<p style="margin:0;"><em><span style="font-size:14pt;font-family:Radis;">George      Gouvea* </span></em></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;font-family:Radis;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:14pt;">N</span></span><span style="font-size:14pt;color:black;font-family:Radis;">ão      poderei me dar ao luxo de ocupar esse espaço com preliminares, pois tenho      poucas linhas para denun­ciar o enorme descaso que está aconte­cendo      no Rio de Janeiro. Semana pas­sada denunciei a falta do anti-retroviral      Nevirapina no Centro Municipal de Saúde de Copacabana, no Rio de Janeiro,      conforme publicado na Agência Aids em 24/7. O Programa Nacional respondeu à      denúncia informando: “Tivemos alguns atrasos imprevistos na entrega da      nevi­rapina por parte dos laboratórios produ­tores, com previsão de      regularização a partir do dia 24 de julho”. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:black;font-family:Radis;">Obviamente      que essa resposta provoca algumas indagações: (i) como é possível ser      tolerado o atraso na entrega de remédios tão importantes, principalmente se      levarmos em conta o desenvolvimento de resistência por conta da interrupção      do tratamento e as questões fundamentais da ade­são para o sucesso do      tratamento? (ii) existe alguma sanção ou multa imposta aos laboratórios pelo      não-cumprimento de prazos que, imagino, sejam previstos em contrato? quais      são as sanções? (iii) o Programa Na­cional não trabalha com estoques de      medicamentos para suprir imprevistos e atrasos?! Obviamente outras      inda­gações podem ser feitas. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:black;font-family:Radis;">Para      piorar o descalabro, na mesma denúncia apontei a falta de Bactrin e      Fluconazol, importantes re­médios para a profilaxia (prevenção) e      tratamento de infecções oportunistas, cuja distribuição é de      responsabilidade da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro,      conforme pactuação (acordo firmado na Comissão Biparti­te). Por essa      pactuação, os remédios para infecções oportunistas devem ser comprados e      distribuídos pelo estado (conforme a CIB-RJ nº 147, de 8/5/2003): é      responsabilidade da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro a      aquisição de um elenco composto por 24 itens de medicamentos para as      infec­ções oportunistas, assim como os remédios para minimizar os      efeitos colaterais devem ser adquiridos e disponibilizados pelo município. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:black;font-family:Radis;">Vivemos      tempos muito difíceis e testemunhamos, estarrecidos, o esfacelamento de tudo      aquilo pelo qual tanto sonhamos e lutamos. As­sistimos, no estado do Rio      de Janeiro, ao desmantelamento da Assessoria Estadual de DST/Aids, com a      extinção do cargo de assessor de DST/Aids e a redução drástica da autonomia      de de­cisão da Assessoria, desconsiderando-se que o enfrentamento da      aids exige respostas rápidas, efetivas e ágeis, acrescentando-se a isso a      inexplicável redução de seus quadros. Além dessa situação aterrorizante,      atualmente há quase R$ 3 milhões (dinheiro para as Ongs desenvolverem suas      ações de prevenção e apoio às pessoas vivendo com aids) parados por conta de      problemas burocráticos. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:14pt;color:black;font-family:Radis;">Essa      é a trágica situação no Estado do Rio de Janeiro: pessoas vivendo com aids      sem acesso a importantes insumos para seu tratamento, submetidos a uma      burocracia que parece ser mais uma terrível doença sem cura. </span></p>
<p style="margin:0;">
<p style="margin:0;"><span><span style="font-size:14pt;">*Psicanalista, vice-presidente do Grupo Pela      Vidda/RJ; publicado em 23/7 na Agência de Notícias da Aids, que também      divulga a resposta da secretaria e do ministério (ver em      <a href="http://www.agenciaaids.com.br/site/noticia" target="_blank">www.agenciaaids.com.br/site/noticia</a>.      asp?id=10222).</span></span></p>
<p style="margin:0;"><span><span style="font-size:14pt;"> </span></span></p>
<p style="margin:0;"><span><span style="font-size:14pt;">RADIS COMUNICAÇÃO EM SAUDE </span></span></p>
<p style="margin:0;"><span><span style="font-size:14pt;">No. 73 – Setembro 2008</span></span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;">Fonte:      <a href="http://www.ensp.fiocruz.br/radis/73/pdf/radis_73.pdf" target="_blank">http://www.ensp.fiocruz.br/radis/73/pdf/radis_73.pdf</a></span></p>
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