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	<title>ze-celso &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/ze-celso/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ze-celso"</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 12:58:32 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Trajetória do Arena e do Oficina até 68]]></title>
<link>http://nopalco.wordpress.com/?p=69</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 13:20:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>annaoliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Turning-point é a expressão utilizada no teatro para designar o momento em que tudo muda na narra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em>Turning-point</em> é a expressão utilizada no teatro para designar o momento em que tudo muda na narração. É a ação dramática que interfere no ritmo da história e, depois desse momento de clímax, nem os personagens nem a situação é a mesma. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">No entanto, não só as peças teatrais são marcadas por <em>turning-points</em>. Ao longo da história do Teatro de Arena e do Oficina tiveram muitos pontos altos e o ano de 1968 certamente foi um deles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Depois de decretado o AI-5 houve transformações em cada um dos movimentos. Os dois palcos lidaram com a situação de maneiras distintas e, por isso, acabaram tomando rumos opostos. Contudo para entender este <em>turning-point</em> e, assim, acompanhar o desenrolar da história, primeiro precisa-se conhecer o princípio de tudo, o 1º Ato.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Retrospectiva</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Em 1953, em solo paulistano, nasce o Teatro de Arena. Segundo a professora da USP de Teatro Brasileiro, Elizabeth Azevedo, o objetivo inicial do movimento era encenar textos clássicos para o público estudantil, valorizando produções e artistas do país. Ou seja, o engajamento político não estava nas raízes do Arena. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Cinco anos depois, mas com o mesmo intuito, surge o Teatro Oficina. Criado por iniciativa de estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco e com José Celso Martinez Corrêa como seu principal representante. “O Oficina também pretendia revelar autores brasileiros”, explica Elizabeth. A origem dos dois teatros foi, então, parecida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Além dos primeiros passos serem semelhantes, a professora ainda conta que os dois tiveram outros pontos em comum. Em 1960, por exemplo, o Arena e o Oficina trabalharam juntos na produção da peça “Fogo Frio”, de Benedito Ruy Barbosa, sendo que a relação entre os dois teatros era quase sempre intermediada por Zé Celso, ponto de intersecção entre eles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Com inícios parecidos e projetos feitos em parceria, era de se esperar que os dois teatros escrevessem histórias praticamente iguais, mas os anos 60 sopravam ares novos e, aí, a “narração” começou a caminhar para o seu momento de clímax. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A Virada</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Em dezembro de 1968, é promulgado o AI-5. Agora, a censura é aberta e a represália se torna mais rígida. O que fazer, então? É exatamente sobre isso que o Teatro Arena e o Oficina não conseguem chegar a um acordo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“Com a promulgação do AI-5 cada um dos teatros toma um rumo diferente, sendo que, por causa das posturas distintas, um começa a chamar o outro de ‘alienado’”, conta Elizabeth.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Enquanto o movimento iniciado por José Renato, diretor do Arena e responsável pela introdução do teatro de Brecht no país, adota uma posição de esquerda, o Teatro Oficina assume de vez sua ligação com a vanguarda, atitude de contestação que o movimento começou a incorporar pouco antes de 68. O problema é que nenhum dos dois compreendeu ou apoiou as medidas contra a censura tomadas pelo outro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A professora da ECA esclarece que o ponto de ruptura entre o Arena e o Oficina foi o entendimento diferente de como se contesta a sociedade e enfrenta uma repressão política. Para o primeiro, o certo seria resistir à censura declaradamente nas produções teatrais ou ainda por meio de metáforas inseridas nos textos. Já o segundo buscava uma contestação da vida, dos costumes, dos valores morais e familiares da sociedade brasileira, acreditando que, assim, a população estaria preparada para resistir ao AI-5 e à ditadura, cuja ingerência na vida privada era grande (basta lembrar que o divórcio era proibido por lei).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Em poucas palavras Elizabeth esclarece que os dois teatros tinham um inimigo em comum, mas que a estratégia adotada por cada um deles foi diferente, o que gerou uma zona de conflito no palco paulistano. “O objetivo do Arena e do Oficina poderia ser igual, mas o caminho que cada um tomou foi diferente e foi sobre esse caminho que eles se desentenderam. No momento forte da ditadura os dois assumiram posições antagônicas.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Aqueles que nasceram de maneiras similares e foram parecidos por tentarem trabalhar juntos, no final acabaram tomando rumos desiguais. Qual foi o <em>turning-point</em>? 1968.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:18pt;line-height:150%;text-align:right;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Anna Carolina Oliveira</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relatos de um Nascimento]]></title>
<link>http://nopalco.wordpress.com/?p=51</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 00:31:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielagr</dc:creator>
<guid>http://nopalco.wordpress.com/?p=51</guid>
<description><![CDATA[
Era uma vez&#8230;
Não pude entrevistar Zé Celso, grande personagem do ano de 1968. Mas mesmo sem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.institutomilhoverde.org.br/images/pipa.jpg' alt='Pipa' class='aligncenter' /></p>
<p><strong>Era uma vez...</strong><br />
Não pude entrevistar Zé Celso, grande personagem do ano de 1968. Mas mesmo sem conversar com ele diretamente em palavras, pude conhecê-lo melhor do que esperava. Simplesmente observando.<br />
José Celso Martinez Corrêa é um homem de muitos partos. Primeiramente foi parido em 1937 pela mãe, em Araraquara, cidade do interior de São Paulo. O seu segundo nascimento, como ele mesmo diz, foi a sua primeira peça, Vento Forte Para um Papagaio Subir, de 1958. E depois do segundo nascimento, ele teve uma enxurrada de outros a cada peça que escrevia ou dirigia.<br />
É possível abordar esse ator, diretor e produtor de diversas maneiras. Um nome ilustre em 1968, que enfrentou a ditadura para revelar a cultura inovadora, que quebrou tabus da sexualidade, teve o irmão morto por esse mesmo motivo, ajudou a fundar o movimento tropicalista e continuou caminhando, firme e forte, até os dias de hoje, 2008. Momento em que completa 70 anos e o teatro que criou com a ajuda dos amigos, o Oficina, completa bodas de ouro.<br />
Tomei diversos nãos na cara, quando resolvi entrevistar essa figura polêmica. O seu secretário, Walter Peguini, dizia que ele estava muito ocupado procurando patrocinadores. Ele falou que o Teatro Oficina iria começar o ano do Jubileu sem um tostão no bolso. Bia Fonseca, a produtora de nosso personagem, só falava que ele estava muito ocupado. Eu, insistentemente, ainda ofereci entrevistá-lo no camarim, enquanto ele estivesse se preparando para a peça ou depois de atuar. Mas, Walter Peguini disse que era impossível. “O Zé não é uma máquina. Imagina, o homem tem 70 anos. Depois de atuar ele fica super cansado e não pode dar entrevistas”. Nisso se foram exatamente duas semanas. Até que tive a idéia de falar sobre o segundo nascimento de Zé Celso, a sua primeira peça e ainda por cima autobiográfica, que definiria o início de uma carreira expansiva, com o auge em 1968. Coincidentemente, a peça Vento Forte Para um papagaio Subir voltou em cartaz esse ano. E lá fui eu assistir a montagem e observar o que poderia abstrair de uma encenação. O problema, ou melhor, a solução, é que Zé Celso vive atuando o tempo inteiro. Ou seja, tudo aquilo que ele diria em uma entrevista, eu poderia captar em sua peça.</p>
<p><strong></p>
<p>História<br /></strong><br />
Digo, verdadeiramente, que foi uma das encenações mais tocantes que já vi. Os espectadores compravam os ingressos uma hora antes. Enquanto esperavam a hora do espetáculo podiam apreciar um vinho ou um bombom, que era vendido por uma das atrizes, vestida bizarramente em uma saia de bailarina pink e uma blusa preta comemorativa do Oficina. Ela tentava com a venda arrecadar dinheiro para o teatro. Chegou a hora de todos entrarem. Entre o recolhedor de ingressos e a entrada para os assentos do teatro-corredor, havia um pano em um formato bem singular. Ele queria sugerir a entrada ou a saída das pessoas em um útero. Era o nascimento o renascimento do qual Zé Celso tanto falava!<br />
Todos assentados, começa a tocar uma música zen. Um telão no fundo do corredor mostra o casting da peça. Logo depois, a história de cada personagem é resumida em pequenas passagens. A história se passa na cidade fictícia de Nova Bandeirantes. João Ignácio Carvalho é um poeta. Um jovem que sonha em escrever, que crê em um mundo onírico. Está acostumado a ser chamado de poeta pelos moradores da cidade, e relegado a trabalhar em uma livraria, embora deteste o que faz. Ricardo Lupo é o melhor amigo de João Ignácio. Ele é um menino rico, que se veste à Marlon Brando. Lucinha é a namorada do protagonista. Ela pensa o que os pais pensam e quer que os outros pensem o que ela mesma não pensa. Maria das Dores é a irmã de João. Ela é uma enfermeira do hospital da cidade e conformada com a vida. A Mãe de João e Maria das Dores é uma velha doente, que vive preocupada se os filhos pegam ou não friagem e que de certa forma os prendem a cidade. Zé Celso participa como um fantasma na peça, ele ao mesmo tempo que é João, é só um espectro do que ele deseja ser e vai soltando sutis comentários no decorrer da história.</p>
<p><strong></p>
<p>Análise:<br /></strong><br />
Não vou contar todos os detalhes da peça. É melhor que cada um a veja e faça o seu julgamento. Mas, como vou falar sobre esse segundo nascimento de Zé Celso, que lhe daria as bases para a ascensão em 1968, preciso contar as partes que me fizeram entender a complexidade dessa pessoa.<br />
Há uma cena em que o personagem mostra claramente a vontade que tem de se libertar. João Ignácio conta que quando menino tinha um papagaio admirado por todos, o Imperador, e que adorava empinar. Mas enquanto a pipa estava lá no ar, quanto mais ele o prendia entre as linhas, mais tinha vontade de soltá-lo, deixar que ele fosse encontrar o céu. Essa parte reflete a angústia do personagem e do próprio Zé Celso de querer se libertar e sair da cidade que não comporta os seus sonhos.<br />
Em outro fragmento há um temporal que devasta a cidade. Enquanto milhares de moços ajudam a salvar os que tiveram suas casas destruídas e se afogavam no rio, João que  gostaria de ir a luta, teve de ouvir do dono da livraria que ele não se metesse na confusão. “Você é poeta e o lugar dos poetas é aqui entre as estantes e os livros“. Essa cena mostra como o personagem sente-se incompreendido nos seus gostos, em ser quem realmente é. De repente, uma vontade sádica se apossa dele, que deseja que a cidade seja destruída pelo temporal.</p>
<p><strong></p>
<p>Yes, participação:<br /></strong><br />
Como todas as peças de Zé Celso tendem a serem participativas, há uma cena em que o personagem relembra os professores e os amigos da época em que era menino. Uma hora ele lembra da professora preferida e uma pessoa da platéia é escolhida para interpretar o papel. De repente em outra, ele lembra da melhor aluna da classe. E eis que, sou chamada a representar a tal colega estudiosa. Isso cria nos espectadores uma maior relação com a história. Zé Celso sempre quis causar esse impacto  e interatividade em suas peças. Em uma hora se é mero espectador em outra você é o centro das atenções e todos se voltam para te contemplar.<br />
Em outra cena faço mais uma pequena participação. Os atores distribuem livros de poemas entre a platéia. Todos se entreolham e pensam o que devem fazer. Como em uma torre de babel, juntos resolvem ler os poemas em mãos e a balbúrdia se estabelece de uma forma organizada. Zé me vê lendo Cecília Meirelles e me leva para o corredor, assim como faz com outros, para que juntos oremos a literatura poética. Uma cena que reflete tão singelamente do que a peça é feita. De pequenos pedaços de pessoas, poemas, letras e escritores. Enfim, de todas as pessoas que passaram naquele instante pela vida de Zé Celso e que de certa forma contribuíram para ele ser o que é hoje.<br />
Diferentemente da malícia que Zé Celso tem atualmente, sua primeira peça vem recheada de delicadezas. Um momento marcante é quando João tem uma relação sexual com sua namorada. Entre as pernas de Lúcia é colocado um buquê de rosas que João começa a despetalar ferozmente. Quem diria que o Zé Celso que hoje fica nu e se masturba diante de uma platéia de 350 pessoas poderia pensar o ato sexual de forma tão romântica.<br />
Na última passagem marcante, João, a namorada, o amigo Ricardo e a irmã deixam Nova Bandeirantes, assim como Zé Celso deixou Araraquara para explodir pelo mundo seus pensamentos avançados, sua cultura alucinógena e suas alusões invejadas. A Mãe repreenssora em um ataque de fúria por perder quem amava e controlava entra em chamas, em um espetáculo pirofágico. A peça termina singelamente com uma chuva de papagaios, que os espectadores levam felizes de volta para a casa.</p>
<p><strong></p>
<p>Minha atuação:<br /></strong><br />
Mas para mim a peça não terminou naquele momento. Depois de todos atravessarem o útero e renascerem para o mundo real, eu percebo que estou sem meu companheiro, meu namorado que junto comigo foi assistir a peça. Zé Celso o havia levado para dentro do Oficina depois que as portas se fecharam e todos os espectadores foram embora. Fiquei preocupada. Depois de uns dez minutos, meu namorado chega. Não tão assustado quanto eu previa. Zé Celso o havia convidado para tomarem um vinho juntos e quem sabe estender a noitada. Ele recusou! Zé Celso, mesmo assim, agradeceu. Meu namorado retribuiu o agradecimento e em troca recebeu um apertado abraço.<br />
Zé Celso realmente não pode ser resumido em uma pessoa, em um diretor ou ator. Ele é um mistério. Uma pessoa que apanhou dos militares, que se exilou, que quis ser incompreendido e que mesmo assim fez e faz sucesso.</p>
<p>                                                                                                                      Daniela Rosolen</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[- "Senhora dos Afogados": la versión de Antunes Filho. ]]></title>
<link>http://mandioca.wordpress.com/?p=260</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 16:48:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>mandioca</dc:creator>
<guid>http://mandioca.wordpress.com/?p=260</guid>
<description><![CDATA[Antunes dudaba para montar esta obra. Dice que es lo mas lúbugre que tiene Nelson Rodrigues en su o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="vertical-align:baseline;float:left;margin:25px;" src="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/cpt_novo/galeria/dtq_20080401_080455_567_6.jpg" alt="" width="256" height="200" />Antunes dudaba para montar esta obra. Dice que es lo mas lúbugre que tiene Nelson Rodrigues en su obra. Empujo con la barriga, para no montarla, hasta que tuvo que encarar. No se si por un tino comercial de ambos  directores o por que.... Pero en si la obra es media funebrera,y particularmente por ello, todos los actroes mayoritariamente están vestidos de negro.</p>
<p>La primera cosa que hay que entender, es la forma de trabajar de Antunes:   opta por un esquema de teatro griego. Un coro o un grupo de actores (en este caso representado a los vecinos) que actuan como alter ego de  los protagonistas; que además, cumple la función de dar fuerza a la escena, além de preparar los pasaje escenicos, moviendo y retirando les escasos elementos escenográficos  que quedan en el espacio.El "coro de vecinos"  son en si, un "personaje" entero y rico de ser trabajado.Por ende  así es presentado hasta sus mínimas posibilidades. No son un relleno, es un protagonista en si.</p>
<p>Como Antunes trabaja intensamente la voz, el cuerpo, la gestualidad y los movimientos, hay que esperar cosas interesantes en este aspecto. Ahí Antunes funciona como un tirano, y cada actorcito metido a galancito se quiebra en la gola y especialmente en su apetito de celebridad rápida. Antunes no perdona y muchos huyen de su escuela.Antunes siempre anda rondando antes, durante y después de la puesta en escena, midiendo cada cosa... es terrible. Varias veces me lo cruzé en el ascensor y se mantiene gentil pero siempre exigente en todos los aspectos de su trabajo. En si, como persona es "tio" adorable, hablando de futbol y del tiempo, pero trabajando en centro de pesquisas, es todo un bicho. Eso se nota y tiene sus resultados.</p>
<p>La obra en si, no es una gran obra de Nelson Rodrigues... es una obra de medio porte, es una tragedia tropical, medio al Esquilo brasilero. "La vida como ella es" ese es su lema. Pero como lça excusa hoy, es asistir a una lección de dirección teatral, es bueno ver  las minucias de una producción económica y muy bien montada. No hay un agujero donde se pueda meter el dedo, no hay un desliz, todo es tenso, muy bien trabajado, perfecto y lúgubre.</p>
<p>Recordemos que  Antunes es famosos por la puesta en escena de Macunaíma, punto de referencia de la dramaturgia latinoamericana. Una adapatación del libro de Mario de Andrade, cuyo protagonista hoy trabaja en una telenovela que rueda el mundo entero en un personaje llamado "Samantha" (un apersona infantilizada que trabaja en un taller mecanico) composicion de personaje de gran impacto en los televidentes. Ese es el resultado del trabajo en Centro de Pesquizas Teatrales hospedado en el SESC Consolação desde el año 82 bajo la direccion de Antunes.Por ello vale la pena, tener la suerte de ver los trabajos de esta leyenda del teatro latinoamericano</p>
<p>Un director de teatro argentino, el cual visitaba la ciudad al final de la función, largó sus comentarios verdes de envidia.... "yo no trabajo el texto...  lo mio es otra cosa"... típica reacción del mediocre.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[- Dos Directores y una obra: Ze Celso y Antunes Filho.]]></title>
<link>http://mandioca.wordpress.com/?p=259</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 15:33:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>mandioca</dc:creator>
<guid>http://mandioca.wordpress.com/?p=259</guid>
<description><![CDATA[La revista Bravo edito en su número pasado un interesante artículo, sobre estos dos legendarios di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<address><img class="alignleft" style="vertical-align:baseline;float:left;margin:25px;" src="http://bravonline.abril.com.br/imagem/127_td_zecelsoantunes_g.gif" alt="José Celso Martinez Corrêa. Partidário do excesso, o diretor do Oficina transforma suas peças em celebração. Antunes Filho. Econômico, o diretor do Centro de Pesquisa Teatral investe no texto, na atuação e na pesquisa" width="116" height="160" />La revista Bravo edito en su número pasado un interesante artículo, sobre estos dos legendarios directores de teatro. Los dos montaron la misma obra: "Senhora dos Afogados" de Nelson Rodrigues. Las dos puestas en escena merecen ser asistidas y allá voy a verlas !!!.  José Celso Martinez Corrêa. partidario del exceso, el director del "Teatro Oficina" transforma sus obras en celebración. Antunes Filho. Econômico, el director del "Centro de Pesquisa Teatral" invierte en el texto,en la atuación y en la investigación.Diferentes en su modo de trabajo, los dos son puntos de referencias no solo del teatro, también en la TV Brasilera. Si se encuentra que la actuacion actoral en las telenovelas es de calidad... es por que parte del plantel pasó por las manos de estas dos personajes legendarios de São Paulo..... </address>
<ul>
<li>
<address><a href="www.helderdarocha.com.br/teatro/nelson/senhora/SenhoraDosAfogados.pdf " rel="nofollow">La obra: "Senhora dos Afogados"</a></address>
</li>
<li>
<address><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Rodrigues" rel="nofollow">El Autor: Nelson Rodrigues</a><br />
</address>
</li>
<li>
<address><a href="pt.wikipedia.org/wiki/José_Alves_Antunes_Filho" rel="nofollow"><strong>Sobre  Atunes Filho</strong></a></address>
</li>
<li><a href="http://mandioca.wordpress.com/2008/05/12/antunes-filho/" rel="nofollow">Sobre el Montaje de Senhora dos Afogados de Antunes Filho</a></li>
<li>
<address><a href="http://search.folha.com.br/search?site=online&#38;q=%22antunes+filho%22&#38;src=redacao" rel="nofollow">Leia o que já foi publicado sobre Antunes Filho</a></address>
</li>
<li>
<address><a href="http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/cpt_novo/" rel="nofollow">Sobre el "Centro de Pesquizas Teatrais"</a></address>
</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Celso_Martinez_Corr%C3%AAa" rel="nofollow"><strong>Sobre Ze Celso</strong></a></li>
<li>Sobre la puesta en escena de "Senhora so Afogados" de Ze Celso</li>
<li>
<address><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_Oficina" rel="nofollow">Sobre el "Teatro Oficina".</a></address>
</li>
</ul>
<p>Referencias en la Prensa sobre las dos puestas en escena:</p>
<ul>
<li><a class="l" rel="nofollow" href="http://bravonline.abril.com.br/indices/programese/programesemateria_269437.shtml">Bravo! Online - Senhora dos Afogados</a></li>
<li><a class="l" rel="nofollow" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u386256.shtml">Folha Online - Ilustrada - "Senhora dos Afogados" estréia com ...</a></li>
<li><a class="l" rel="nofollow" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/teatros/atracoes/at0099361.html?codEstabelecimento=a0bf65dd1930d010VgnVCM1000000b0417ac____&#38;nomeCategoria=Teatros&#38;numeroLogradouro=400&#38;cep=01315-901&#38;nomeEstabelecimento=Teatro%20Imprensa&#38;codAtracao=401c76e17530d010VgnVCM1000000b0417ac____&#38;enderecoID=72339caa28872110VgnVCM1000000b0417ac____&#38;servicoID=22396d1edfc92110VgnVCM1000000b0417ac____">Senhora dos Afogados-Portal Veja SP</a></li>
<li><a class="l" rel="nofollow" href="http://gymnopedies.blogspot.com/2008/04/senhora-dos-afogados.html">Gymnopedies: Senhora dos afogados</a></li>
<li><a class="l" rel="nofollow" href="http://diversao.uol.com.br/album/lenise_pinheiro_senhora_dos_afogados_album.jhtm">Fotógrafa registra cenas da peça "'Senhora dos Afogados" em SP ...</a></li>
<li><a class="l" rel="nofollow" href="http://guia1.folha.com.br/guia/teatro/reestreias/12965/">Guia da Folha Online - Teatro - Senhora dos Afogados</a></li>
<li><a class="l" rel="nofollow" href="http://ondeanda.multiply.com/reviews/item/35">Dramaturgia Brasileira - Senhora dos Afogados</a></li>
</ul>
<p><!--more--></p>
<p><em><strong>Os inventores do teatro brasileiro</strong></em>: Pela primeira vez, Antunes Filho e José Celso Martinez</p>
<p>Corrêa encenam no mesmo ano uma mesma peça, Senhora dos Afogados, de Nelson Rodrigues. Com estilos diferentes, eles renovaram as artes cênicas do país e moldaram novas gerações de artistas (* por Gabriela Mellão)</p>
<div id="pag1" style="position:relative;visibility:visible;top:0;display:none;">Diretores de teatro estão acostumados a transformar em poesia cênica, em imagens, o conteúdo de uma obra. Antunes Filho, de 78 anos, e José Celso Martinez Corrêa, de 70, fazem isso com excelência ainda que por caminhos diametralmente opostos. Enquanto o primeiro prefere a síntese, a economia de recursos, o segundo se lambuza: escolhe o caminho da abundância, criando belíssimos carnavais com os mais diferentes textos. Representantes de duas correntes, eles são complementares na formação do teatro do país como ele é hoje. Em montagens que vão de <em>Macunaíma </em>a <em>A </em><em>Pedra do Reino</em>, no caso de Antunes, e de <em>O Rei da Vela </em>a <em>Os Sertões</em>, no caso de Zé Celso, se consolidaram como as duas maiores referências dessa arte. "Se o teatro brasileiro tivesse corpo, Antunes e Zé Celso seriam seus olhos", diz Gabriel Villela, um dos muitos diretores do país que devem sua formação a um ou a outro (<em>leia quadros ao longo desta reportagem</em>). Visionários distintos, neste ano ambos concentram, pela primeira vez em cerca de cinco décadas de carreira, seus olhares em uma mesma obra<em>: Senhora dos Afogados</em>. Antunes estréia sua versão da peça de Nelson Rodrigues no dia 28 deste mês, enquanto Zé Celso prepara a sua encenação para o fi m deste ano.Escrita em 1947, <em>Senhora dos Afogados </em>é, ao mesmo tempo, uma peça precisa e aberta a interpretações, com seus diálogos justos e seu lirismo. Segundo a pesquisadora, tradutora e professora de teatro Ângela Leite Lopes, é nessa obra, "em que a tragédia nasce por exatidão e não há uma palavra a mais ou um gesto a menos, que talvez Nelson Rodrigues tenha atingido o auge na busca pela síntese". Mas as próprias indicações cênicas deixadas por Nelson, poéticas e subjetivas, permitem amplas possibilidades de montagem: jogos de sombra e luz, presença de espectros e utilização de máscaras sociais. Assim, a história da família Drummond, dizimada por uma série de assassinatos motivados pelos desejos incestuosos de seus integrantes, é perfeita para diretores cada um a sua maneira, rigorosos e inventivos ao mesmo tempo como Antunes Filho e Zé Celso.<a href="http://bravonline.abril.com.br/indices/materias/materia_274269.shtml?page=3"><strong>Assista a trechos das peças</strong></a></div>
<p><strong>Tragédia e celebração </strong></p>
<p>A montagem de Antunes de <em>Senhora dos Afogados </em>é exemplar do seu método: focada no ator, destituída de efeitos especiais ou cenários mirabolantes, fortemente centrada no texto. Em relação a este último, o diretor se torna co-autor, como já havia feito, por exemplo, em 1981, quando encenou <em>Nelson Rodrigues </em><em>O Eterno Retorno</em>, peça que reunia quatro obras de Nelson (<em>Os Sete Gatinhos</em>, <em>Beijo no Asfalto, Toda Nudez Será Castigada </em>e <em>Álbum de Família</em>) e foi condensada um ano depois no espetáculo <em>Nelson 2 Rodrigues</em>. "Apenas limpo algumas passagens para ressaltar a essência do texto", diz Antunes. Para ele, trata-se de um "trabalho arqueológico", de cavar nas entrelinhas até descobrir o impulso vital dos personagens. "Claro que em <em>Senhora dos Afogados </em>há aspectos do cotidiano, do prosaico. Mas isso é aparência, por baixo há outras camadas. Por baixo fervem os mitos", afi rma. Na montagem, Antunes apresenta a família contemporânea, apropriando- se da visão de Nelson para levar ao palco a solidão da vida atual, retratando uma sociedade sem saída, em que a única escapatória para o desejo é a penitência.</p>
<p>A exigência de Antunes com os atores é lendária (<em>leia depoimento na página 79</em>). Uma característica que talvez explique o fato de ele ser um dos grandes responsáveis pela elevação do padrão de atuação no teatro brasileiro, decorrência do trabalho desenvolvido no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), em São Paulo. Criado por ele em 1982, o CPT contou com nomes como Luís Melo, Giulia Gam, Cacá Carvalho e Juliana Galdino, entre outros. Para montar <em>Senhora dos Afogados</em>, não foi diferente: foram seis meses de preparação de corpo e voz para se chegar a atuações tão minimalistas quanto o cenário. O destaque é Lee Thalor, ator também formado no CPT, protagonista de <em>A Pedra do Reino </em>que volta nesta peça, com ar gélido e envelhecido, na pele de Misael, o chefe da trágica família Drummond.</p>
<p>Se a <em>Senhora dos Afogados </em>de Antunes é sombria, a de Zé Celso, ainda em fase de concepção, tem tudo para ser um musical festivo. "O espetáculo será certamente orgiástico, provavelmente um musical, já que tem coro e o negócio do Zé é ópera", diz o ator e diretor Marcelo Drummond, que pertence à linhagem identifi cada com Zé Celso, oriunda do paulista Teatro Ofi cina Uzyna Uzona. Ele atuou em <em>Boca de Ouro</em>, em 1999, primeira incursão do Ofi cina na obra de Nelson Rodrigues, e agora, nesta segunda empreitada do grupo, viverá o senhor Misael Drummond. "O Marcelo traz já no nome a paixão pelo personagem", brinca Zé Celso. Juntam-se ao elenco as atrizes Maria Padilha e Mariana Ximenes, além de outros integrantes do Ofi cina. "Não faremos teatro psicológico, mas, como sempre, barroco. Teatro é celebração e deve ser encenado como festa, mesmo em se tratando de uma tragédia", diz Marcelo.</p>
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<title><![CDATA[De frente com Zé Celso]]></title>
<link>http://nopalco.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 16:07:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielagr</dc:creator>
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<description><![CDATA[Para quem estiver interessado, o polêmico ator e diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa vai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://nopalco.files.wordpress.com/2008/04/oficina1.jpg"></a>Para quem estiver interessado, o polêmico ator e diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa vai realizar uma Aula Magna a céu aberto. O encontro será no dia 12/04 às 15H, na frente <a href="http://nopalco.files.wordpress.com/2008/04/oficina.jpg"></a>do Teat(r)o Oficina. O Zé está precisando de dinheiro e patrocinadores para manter o teatro, que luta há 28 anos para que o Silvio Santos não construa um shopping em seus arredores.</p>
<p>Segue o flyer</p>
<p> <a href="http://nopalco.files.wordpress.com/2008/04/oficina2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-11" src="http://nopalco.wordpress.com/files/2008/04/oficina2.jpg" alt="" width="438" height="557" /></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;">                                  Daniela Rosolen</p>
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<title><![CDATA[ru do zé celso]]></title>
<link>http://nullius.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 16:13:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Nullius</dc:creator>
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<description><![CDATA[A galerinha aqui do campus está fazendo uma manifestação (acho que eles chamariam de protesto) em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A galerinha aqui do campus está fazendo uma manifestação (acho que eles chamariam de protesto) em frente ao restaurante da cantina. A briga toda se resume assim: a Unesp de Bauru não tem refeitório universitário, mas tem uma cantina terceirizada que oferece almoço; até ano passado esse almoço saia por R$4,40, mas na volta às aulas, esse ano, os alunos descobriram que agora, quem quer comer, tem que pagar 1 real a mais.</p>
<p>Daí que vou eu almoçar e me deparo com a garota de cabelo ensebado, saia de algodão, sandalinha e camiseta-bata gritando ao microfone (a moda na última primavera apostava alto nas hippies de boutique). Pensei comigo, pronto, vai ter piquete e eu vou ficar sem almoço (eu posso me tornar realmente dramático quando a fome aperta). Mas não, ela gritava contra a Unesp que não cria logo um RU; gritava para conscientizar os bixos, ou calouros, nem ela sabia como melhor chamá-los; falava sobre palestras nas próximas semanas de como fazer miojo e também de como jogar malabares (eu sempre soube que esses objetos voadores eram tão importantes quanto a alimentação de um estudante).</p>
<p>Mas o bacana foi a forma do protesto. Há! Para protestar contra a falta de RU e o caro preço da refeição na Unesp Bauru, nada mais lógico do que... vender BAURUS! Há! Sim, senhoras e senhores, é o marxismo dos estudantes ensebados ajudando a levantar uma graninha, vendendo os legítimos(?) baurus a apenas R$1,00. E parece que tinha até Guaraná 15.</p>
<p>Papo antigo. Quando eu cheguei por aqui a galera já exigia RU. Haviam protestos até mais divertidos que esse. Um dos muros do campus tinha pixado "Pelo RU desde XX. Se apagado, esse recado será reescrito até conseguirmos.", ou algo do tipo. Há! Você deve estar se perguntando por que é engraçado. Eu digo: é que já faz mais de 1 ano que não vejo o recado lá. Sabe como é, a pessoa se forma, corta o cabelo e passa a acreditar mais em Darwin do que em Marx. Ó mundo cruel!</p>
<p>Mas isso tudo mesmo é só para comentar que o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u380367.shtml">Zé Celso foi buscar seu diploma de direito lá no Largo</a>.</p>
<blockquote><p>Vou criar uma universidade antropofágica e preciso do diploma -que, aliás, é bonito, preto, vermelho e dourado</p></blockquote>
<p>Bah! Imagina só! Eu juro que almoçava num RU desses de segunda a sexta por horas a fio. E o cardápio, eihn?</p>
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